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Rebate
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 Material Information
Title: Rebate
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Creator: unknown
Creation Date: August 29, 1909
 Subjects
Genre: newspaper   ( sobekcm )
 Notes
General Note: Newspaper issues from the personal collection of Pe. Cicero Coutinho, Juazeiro do Norte, featuring articles on Padre Cicero.
 Record Information
Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: All rights reserved by the source institution.
System ID: AA00001672:00009

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@- r


CEARA-BRZIL I| DOMINGO, 29 DE AGOSTO DE 1909 I ANNO I-NUM.VII
---A-O-I-NU VI


EXPEDIENT


0 .REBATEs publica-se aemaalamenteU
REDACTOR-=CHErE=Padre Joaquin,
de Alenar Peix6to.
GERENTE =Felismino P. de Alcn-ar
ASSIGNATURAS
Anno . .... . . .. .. 5.. 0(
It uestre ............ 3$o(5
PAGA3IENTOS ADIANTADOS

As publieaxtses de intereme particular, oF
anmuncioe depended do coutractos, s ndc
o pagamente bdiantado.
A redaevco nto responsavel pelas pu-
blieaes .inedictoariaes, nroma pelas pu-
lAiet9es alheias, assignadas.

Aceeitam-se artigos de religion, aeiencia,
litteratura etc. prehenchendo certas eondi-
PRedao, gerencia e typographia-Rua
Padre Cicero -n. 343.


JOASEIRO DO CARRY
.mom


PANEGYRICO DA
SCIENCIA
De todos osbens deste mnudo,o uni-
co que re-iste a a Ao dos tempos,o u-
nieo que n o cede A fora das paix6e:-
humanas, o unico que se nio deixi
arrastar pelas tempestades sociaes, o
unico que se conserve illeso em meio
As irrup 6es vulcanica.s da natures.
o unico, finalmente, que se nao cor-
rompe, nem Fe acala, nem more, 6-
a sciencia. O mais, tudo, na expres-
sAo de Heraclito, tndo passa; tndo st
gasta, tudo se consome, tudo se ex-
tingue, tudo more.
Por mais preciosos que sejam as.
ve-t-'dos, estraga-os a traga, come-o-
a polilba; por mais caros que sejam
us metaes, roe-os a ferrngem, gasta-
os o fogo; por nmas ricos que sejam
as herangas, dissipam-se; por mais
seguras que sejam as opulencias,com-
somem-se; por ma a v-g ,rosas que
sejam as foras, aniquiliam-se; por
mais d amantinas que seam as coro-
as, quebram-se; por ma's resplen-
dentes que sejam os thronoI, oiThs-
cam-se, cahem por terra; por mais
fortes, mais b-m construidas e mais
inexpugnaveis que sejam as fortale-
sas, derruem-se; por mais fundidos
iqe sejam os moLu.: ento destjoem-
st; por mais florescentes que sejam
os re:nos, decahem, somern-se, abys-
man-se...
Que das pyramides do Egypto,
das muralbas de Babylonia, da torre
de Phbro, do colosso de Rhodes, e
do mf.n (leo de Curia? que do tern-
plo de ) Uaa Eplipsina, e do simula-
cro de Jupiter Olympico? que d'es-
ses monulueintos ?
Que de Ninive, de Ecbatuis, de
Sasa, de Thebas, de Mem de
Bactra e d'r utras cidades tio pode-
losae, tio soberbas, tAo imponentes?
que d'eseas maravilhas do universe ?
Qwe dewsas planicies, valles e mon-
tes, d'onde se elevavam emses colo-
sos de casm, muralbas e torres comn
w sees coruchens do matmore on
smile ? '
Ah I tudo quanto honw degrande,
arreetado, coloa A e immwuen, tudo
passo, como tndo, quasto ha, pams1
ma expresiso do philosophbo.


O que se vA no mundo phvs'Vo Como desibrar esmeradamente as
ve-se tambem no mando n oral: o plants, eatreteeer-lhes. matisar-lhes
i.so e n oneeb'vel nada de taud, o os filamentos e cobrir a susa nudez
S-to v e on* de "arnenf'es a th- Isem secieneia?.
noto-psycholiino,* de Ann r. Como resgar isthmos, exilorar
Assim, as fidalgWas herdaaas con continents, perfnrar montanhas,-
testam-se, deslustram-se, perdem- estlhaCar penedias, des:nfeetar la-
asvii tndes de posi.io esvaecem- ;unas e lanar fontes sobre abysmos
se com soombras; st-tnalos se cas- sem sciencia ?
Qm, onuse revogam; as gra.as de- Como per o cinzel na pedra, e a
iapparecem; as affei.Oes transtor- cor na palbeta, e a corda no arco, e
nam-s-; os- amores dks.allecem; as a idea na imprensa serm sciencia ?
amisades finam-sO; as insign'as de- Como dar linhas A architectural,
In8nam-se, e wo mais carregado relevos 4 esculptura, esmattes ita pin-
d'ellas. quem o d i-tinguiri no so- tara, harmonies a imusicv, ideap** ?
no do mendigo n pessia, e horisontes ao ptnfamento
86 a sch ncia, portanto, Ae un bem pem sciencia ?
-ue se nio acaba; s6 ella u 6 am mo Coo construir e lau nagua
lunmento ore se nio apeia; 96 ella imCoro consti elasupar n'agua o
!ima marax ilha qued=ura alm dotarco e, zombando das tompestades,
tempos e das edadeso e, crusanto de marA m~ :- evar A to-
os e os po.rtos do mundo communi-
E ahi e-tioo essas epope' a dde 6 l dae dos serns, os products da civi-
.em eclypse-, nem occaso: alii tt1, liisacio sem sciencia?
essa alvoradas sempre brilhante E, n'uma plavra, por uno ir maiv
,to, saber human; ahidettibo ems adjanteComo realisar os primores
,olumnas de fogo qne temrn illuminra- dan ate, e ato da industrial
o, e que hAo de, para sempre, illu-
os assombroa da sciencix sern scien-
sn''air o mundo; ahi est~o, n'un i ca?
palavra, identicos, esses monument. -
tos, iderticas, essas maravilhas de Nada, pertanto, se poude faser seni
-ntigundade,-monumnentop e maravi- .ciencia.
has que eix'iem de naasmo e assom.- Perduravel, bella, dificil e uni-
bro as gera6Oes irod -rnas. versal, eis, n'esta adjictivaviao,-o
0 que a sciencia tern de maravi ,'anegyrico da sciencia.
Ihosamnente perdoravel, tern de me
namentosamente bella.
E'. o kaleidoscopic sublime, im-
menSo de intin'to, por onde se veen A LAGR IMA
passer e repassar os ceus, a terra e
o mar; os cens com os seas comets
corn os sens turbilh6es de estre'la ( Ao major Raymundo Rodr'gues )
com as suas nebulosas, (om os sen- uem ha nesta vida que n
innumeros fis de luz, corn os sen- Quem ha nesta vda nao
tunidos mysteriosos; a ttrra com o chore? quem ha que cedo ou
aeus povos antigos e corn elles todo- mais tarde nao haja de chorar?
.s seas usos, e costumes, e trajes, Si alguem me disser que nfo
fe'.bes, e crenras, e ideas e 1 s, .
vicious, e vir e ints, ei e s re, pode chorar, dir-lhe-ei simples-
laees; o mar, qfnalment, comrn mente-nio senate deveras; sen-
-eus horisontes diaphanos e sen tindo, ha de, forcosamente, cho- q
movimentos cont nnos. com os sen- rar; ha de chorar, porque todo o
bramidos horrisoi o, e snau; procel- que ri chora; ha de chorar, por I
ias medonhas, corn as sa s fresea sso a lagma
brisas e snas e pumas referventes. so, porque o nso e a lagima -
corn as suas conchas nacarinas e so sAo phenomenon correlativos de v
as fulyas areas, corn as suas alga- nossa sensibilidade de home.
verdes e sens roses coraes, conw E ninguem houve tAo facil ao u
as su cavernas espongosas e sua riso qe no fosse egualmente
plants exquistas, com os sens pei- nso ue nao fosse egualmente
xes variadissimos e seas abysmo- ao pranto.
-nsondaveis. E n o ue mais e 'de notavel I


O que a sciencia tem de maravi-
Ibosamente perduravel e de monn-
mentosamente le'la. tem de bella
mente d fficdl-*dificilia pulchrab.
disse o velho PlatAo.
Corn efteito, improbo, o traballi<
corn que se vencem as fraldas fe-t
ceiras de en iajnaro; giande,o em
baraco com que so iucta por peae-
trar nos gabinetes de sua eloquen-
cia; ambigna, a observaeao de siI
astronomia; import nente, os lpr n
cipios de sua geomerrra, tortunoos,
os meandros de asa phdlosophia; u-
ma cerrauAo denumiado int-nsa, or
pinaculos de sea theologia.
Mas, corn Per to difflicil, nem por
isso deixa de ser, como e6, universal.
a sciencia.
Certo, que consa haverA n'este
undo que se possa faser sem scien-
cla? Como inventar creag6es, reger
a natureta, e refaser o mundo sem
sciencia ?
Como inelinar sobre a terra, e o-
ral-a de frnctos e flores se seu-
dia ?


--que havendo bhomens que
nunca riram, agelastos, nio hou-
ve algum que nao chorasse.
Sirva de exemplo-o eterno
model, o tioniei---alma, o
Christo, que nao obstante em
catadupas a grala de seus la-
bios, ninguem jamais o viu rir,
que muitos o viram chorar ..
A lagrima, como a dor, sua
progenitor, nao ha fatigal -a, a
lagrima nao ha sustel-a!
Chora a creanga a lagrima
primeira, renasce a mae nos pran-
tos que- verte; care o bergo,
geme a velhice, choMl a sepul-
tura ...
A .i grima, portanto, um
apanagio de todos.. "
; Por ,-aif .Indifferente que se-
ja o home, por mais genioso,
nmais ardente, mais caprichoso,


mais destemido, mais ousado, GENT..- Bemaventurados os
mais valente que seja, ha de que choram !
chorar. ..
IPdaa T As%


Si for soberbo, ha de chorar,
qumndo punimente humilhado;
si avido de prazeres, ha de cho-
rp r, quando mallogrados; si ava-
rento, ha de chorar; ate por Ium
nada; si irascivel, ha de chorar,
quando se nio puder vingar; fi-
nalmnente, ainda que seja um.
bravo, chame-se Alexandre, ou
Cesar, Napoleao, ou Carlos V;
um bravo formidavel mesmo co-
mo Attila, phantastico mesmo
como De Wet; um bravo sobre
toda a reffexao-como Dela-
rey;-ha de chorar, si tiver de
assignar um tractado de capitu-
lacao deshonrosa; ha de chorar,
si tiver de acceitar as condi96es
*'uma paz corn detrimento da
honra national.
Assim, nao ha organiplo fra-
ca, ou robusta, pygmra, ou gi-
gantea, que senao afogue como
Helle no Hellesponto das lagri-
mas.


Assim, neste mundo, no de-
sterro da vida, tudo... tudo em
lagrimas arde!
E, : ss:m, todos choram!....
nas nem todas as lagrimas, co-
mo nem tolos os risos, como
ainda rem todas as dores, sao
eguaes!
Ha lagrimas vis; ha lagrimas
soberanas !
Si aquelle que chora umrn
ente sobre sensivel, caprichoso,
que f- z como a creanga, de suas
agrimas umas como canhoadas
aor abater o adversario, as la-
grimas vAJem pouco, ou nada
valem.
Si os motives das lagrimas sao
um capricho, uma inanidade, ou
um desejo frustrado, as lagrimas
Ao um pezcado, muitas vezes
um crime,.. urma fraquesa que


empolga, arrasta e faz perder e
abysmal a forna dynamic que
deifica a alma !
Mas, quando as lagrimas sao
choradas por almas nobres, por
core goes fidalgos sob a pres-
s~o das gr.ndes impresses,
dos grandes sentiments e das
affecq6es grandes de infinite do
coracio do home; entio ... as
lagrimas sao o sello d'oiro que
marca, uma & uma, as folhas do
process da dor; sao o sinete
hieratico -de paixoes sublimes;
.so a eloquencia muda d'alma
em angustias; sAd a sancta-unc-
cao que fortalece e vivifica o co-
ragao enfermo; sao las areas qrue
diviertemnen vez de doler, nium
ca-ticode Zorrilla; sao, fnalmen-
te, as lagrimas abengoadas peloj
Evangelho-n'este them sethf
pre inspiradoL BEATI QUI LU-


a.um j. e ru uncar reixoto
(Ray Pore)

esm.

Entre violetase rosas, pequenino
risonho, as maosinhas crunadas so-
bre o peito, DedA, de cinco mezes,
dorme para todo 9 sempre. -
Vesta-lbe o corpinho rochonchu:
do a mesma cambraieta coom que foi
Spia;, a cabecinha loira a mesma
touca branca.
Parece qe esperam que desperate
pas leval-o novantente A igreja. ;
Baby, de trees annos, guard o pe-
quenino irmAo. Sabe que dorme po-
que lh'o disseram.
Para nso o accordar pisa de nman-
so, cantelosa, apertando nos bragos -
Colombina.
0 sol faz ura vensinho translncido
para o rosto risouho de Ded.
Os dries empailldecrmne atosf --
vAo murchando junto do corpo frio
do defunto. .
*' '* '* -


Batem palmas A port. Baby e-
stremcce. Ap rta mais Colombinsa e
lanca am olhar ao irmao receiosa de
que tenha despertado.
Mas Ded unao desperta: dorme,as
maosinhas crusades sobre o peito,
como resando.
Batem palmas de novo.
Baby, pisando de mansinho, vae
cautelosa A port e coitadinha! nio
consegue abafar am grito ao dar
com os olhos no africano velho que
traz debaixo do brawo, como um e-
stojo, o pequenino esquife cor de ro-
sa e branco, cercado de franjas de
oiro. -" ---
Baby nho conwegue suffocar am
grito: bate as palmas, contente,ydei-
xa cahir Colombinae entra a cdrrer,
annunciando: aaEst- ahi o bergo no-
vo de Ded EstA ahi o bergo novo
de Ded !
E comn oz di chore, agarrando-se
s aiasda av* tremula, que vae
compondo ramos para o pequenino
implora: igual para mim, vosinha? Mandas
fazer, vosinbha?
E para convencel-a, beija the re-
petidas vexes a mAo magra, e a ve-
lha, solugado, beija-lhe oB cabellos
loiros.

Ha dias, indo de visit A casa en-
contrei-a silenciosa.
For&; no rosal, jA nio cantavam
passaros; deutre, no interior, bercos
nao so balangavam
Senti que alli faltava algama cou-
sa... neo havia barulho.
.A mae, viuva, de vez em quando
levanltade a cabepa, punha os olhos
-o ee fjav-os molhados; a ve-
lhbal fW bla Senti quoe ali falta-
va *igae cob. .
Por scotif," vbltando os olhos
descobri Qlabina sober uas pea-
nba. PobrO il1ombina .
Lembrei-me eatAo de Baby e per-
^||tei par UIt-
A vel~jheh fltia-me. A mae bai- j,
,oo oB soeloando.


I


~;-:-Y y I


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-. F.. .T 7
. rA-. -,o Rrr..\~Ti


S.- --- -4 - -


p~~~ ~bJ C A ri .;


,. A MAIS FELIZ :

Na Via-Lactea, entre bIdla!
balbaciantes, 4 hora.. eg ~e- 0
aswros despertam, enc P0.
aeaso tres almas purisda., vir
geun. Saudaram-se e travarmm con
v rsa.
-hn fui pr 'nee-a---d;ae U So
tre o mianblo e ode de de raam .me
,4 rpo ha uml cyprestal de prata t
um arelian. o de marmore guard se
veramente os meus despojos.
Tenlo saudade dos lyrics d a ws
jard;m.
-En fni monja, disse a outra. So
bre c tuamulo em que ficon a carnat
em que more;, chovem os psalmo
das rel'giosas e as flores dos que vi.
(o! rer o clau-tro.
Tenho sandade do Angelus saudo
.o, a hIora melaucolica da tai'de.
C(audo br n-.am e se recolhem as an-
..r'nlias mans-as..
E a tevceiia el :
-Eu lni pa.-tora.
Men corpo esta no humilde cemi-
teiio da Alde a.
Gnard&.-o men nalvo e, qvando nrsk
La flores nos galhos, elle desfolha o
i ora. is e espalha sobre a minha co-
va as petalas do pranto.
Tenho saudade do men unovo.
Urea tstrella cadente que frg'a,
ouv'ndo a couversa das almas imnma-
rnladas, pergmuton a outra e-trella
que surgiu Ina treva:
-Qr.al a mais feliz das trees, ir
mnan ra'liante?
-A nova porque foi airala-res-
pondeu a estrella que fugia.
Coellho Netto.



A INSTRUCO;AO

0 element, o con-tt .t'vo, pur
exeellencia, de todas as leis regula-
riIsadomsdas classes sociaes e a in-
s truccoo.
0 que bi de maiss bello, mais su-
ime e feerien neste mundo, tern co-I
uo fattor esse element civilisador.
A instrncgo ella'que ennobre-
ce o character; e ella que guin a :ntel-
I geneia para a Inz; e ella que illum.-
na a *ontade para o bemn; e ella qne
depura a sensibil.dade para-o amor;
e eila que impulsiona a ciinscieneia
lpra a verdade e facilta o nit-ios
para bem atraves.-arinos o. arewae.
quentes do desert desta vida.
0 home que tern nm (erebro I.-J
ra pensar, nnma vontade pai-a qwnrer.
am coraaio para sent r, deve, e hoje
mais que nunca urge, in-truir-se.
Eximir-se desse dever e soterrar
cowipsigo esse dom I rzcioso que D.-ns I
Ihe dcu como o mais brill ut e mai
unblime dist notivo de sna superiori-1
dade entire as species.
Quando o primeiro e natural im-
pulso da rasa. se agita em nossso ee-
rebro e se reflect em noss, cui'ian..
devemos sedulo eucaminihal- para
tsse myrotolaute iliijal de & :vi:a-
:<;o de que pende a honra a ldign'-
iade e a glorifica io do hlomem,-a
instrncao.
E, per aqni, atrmniamos n'ama a-
postrophe: instruamo-nos eduque-
mo-nos 6 povo joase'rense! queas-
sim, e s6 assim 6 qne podemos ele-
var esta terra As altnras d'esses cen-
fros adiantados, civ;?:salos !


Joaseiro, 18 de agosto de 1909.
Joilo Duarte





I... JOASE. te --
TELEGRAI.MASA: povoaga
dis.ricto
Exm? Snr. Dr. Accioly Nao c
tido que
Fortalesa por chef
de pedi
0 Cel. Antonio Luiz nAo quiz sem con
concordar corn a elevagao desta consider


c--1

CONTRAL-PRO1TTO LAVRADO'PE'- O :JDRE1 CIC G.Z
PTISTA, AUTOR DA ACAO'D.p.EMAEFQ E DITREa
COXAkiNA tCOMARCA DE i LHA, 1rLAV O
NO TRIBUNAL DA LA 0) DO ESTADO, P ftOS ILLU-
STRISSIMOS SENHbO% rAUTOR JOAO AUGUSTO BEZER-
RAE CORONEL JOSIfILANCISCO ALVES TEIXEIRA.


0*


o Joaseiro a villa e seu
em municipio e termo.
L. state adeptos do par-
'olga de tera V. Ex.Cla
e supremo temos direito
r emancipagdo political
ntudo fzltarmos coin a


amCo e cordialidade que I


tri
An


butamos A pessoa do Snr. Cel.
ntonio Luiz, chefe loc 1.

Respeitosas.saudao6es

Jos Aadrd .
CiciaVito i Sla a
Manoel Victorio da Silva


Joao de Siqueira
Joao Baptista de Olive;ra
Joao Victorino da Silva
Pelusio Correia de Macedo
Joio'Duarte Pinheiro
Joaquim `Augusto Sobreira
Adonias Sobreira da Cruz


il


q


2


I -Cel. Adolpho Barrso.


Co a Tlustrissimo Senhor Doutor JK Direito da Comarc R de R. 9301-
Barbalha. D z o p,,dre Cicro Romao Baptist,' esidiente na povoa;Io dpjoa- Peiroto
seiro, do term do Crato, que tendo sido inmiad6 de um protest que con-
tra a cccao da demarcOao e divisaida area KCoxav, do termo de Milagres,
(d:i qual 6 o -upplicante author, oppuserzm, perante o Excellentissimo Se-
r hor Doutor Presidente do Tribunal da Relagao do Estado, o Doutor Joao
Auiu to Bczerra e Coro-'el Jos6 Francisco Alves Teixeira, porseu-.procuzrador
e advogado DoutorVirgilio Augusto de Moraes documento junto sob numero
u:ni), quer o supplicante contra-protestar o referido protest, escolhendo, para
is.-o, de prefercncic, o f6ro desta cidade, onde foi a m-sma causa homolo-
gcrda por sentenia. Requer, portanto, a Vossa Senhoria digne-se man-
der que o escrivao que corn Vossa Senho-ia funccionou no julgamento da
mesma crausa, tome por term o contra-protesto interrosto e que a este se
juntem os documents sob nunmeros d4pus, tres, quatro, cinco, seis, sete, olto,
rove, que provam as allegagoes contidas no mesmo instrument. Que sirva-se
Vossa Senhoria ainda ordenar a intim-,9do, por precatoria, do alludido contra-
pto esto: cs rc tes:: ntts. pcc'cdndo ser intimaio o Coronel Jose Francisco Alves
Te xeira, que se acha ausente, na pessoa d'urm de seus procuradores judiciaes
(cx-vi do pctesto) Joao Baptsta de Aquino, e pessoalmente o Doutor Joao
Augusto Bezerra, ambos residentes ma cidade do Crato. Fmalmente requer a
Vossa Senhoria que, mandando autoar este, corn os documents que Ihe vio
anrexos, antes e depois do referido termo, extraiam-se tres copias-uma, para
ser copservada no Cartorio Civil d'esta cida 'e, onde tiver de ser process ado o
contrr.-protesto referido; urma para ser publicada pela imprensa; e outra para fa-
Sr o supplicante, pelos modos de direlo,: che.ar *ais maos do Excellentissimo
Senior Doutor Presidente do Tribunal da Relajgo do Estado, ordenando ain-
d<- que todo o original sei:i junto < os aos s da aciao, no f6ro respective. Corn o
divido, respeito P. i Vossa Senhoria .deferimento E R justiga (sobre duas
r-.rr. mnilhas estzdoaes de tresentos reic, cada umal. Barbalha seiss) seis de Ago-
Sto de mitl novecento; e -%ve. Padre Cicero Romio Baptista. (A. Como requer, De,pacho
. rb Iha sei,. de Agosto de mil noveceitis e nove. Gomes de Mattos. (Termo
te contra-protesto judicial lavrado, a p o do Revererdo Hadre Cicero RomaoIouitra-pro-
i-; ptista, tido comro abaixo se ve, et cetera. Aos seis dis do mez deAgosto dce to
mil nrcvecentos e nove, n'csta cidade dearbalha, termo e comarca do mesmo
nw-me, Estado do Cearai en meu" esaf e pe uHp nieiro escrivao
Co civel d'esta mesma cidade, compareceu o Reverendo Padre Cicero Rome6
V.iptist,, residenite na povo::qio doJoaseiro, do tertio do Crato e, perante as
(us testemunhas, adiante nomeadas e no fim assignadas, disse que, na forma
ce sua peticao e de-pacho nesta exarado, vinha contra-protestar o protest in-
terposto pelo Coronel Jose Francisco Alves Teixeira e Doutor Joao Augusto
Beserra, ,o Excellentissimo Senhor Doutor Presidente do Tribunal da R---
L.: o do E-tatdo, t tornado por term relo Secretario do alludido Trib,-nal, o
que fasia nos seguintes terms: Que o protest contra-protestado nenhum valor
u-:udico tem, que aproveite aos protestantes, pIrque ndo ha lei que ampare a
appeliaaoU discrta; Que a sentenca exarada nos autos da demarcac.o da area
((C xa)), passou em juigado, semquq fosse appellada; Que os protestantes. por
nenhum dos modos estabelecidos porlei, se fiseramrepresentar na referida ac-
reo, emj.naro.m s aos autos document algum que provassem ser condominos
ou confrontantes di alludida area demarcada e dividida; Que os protestantes
r.Ao compareceram a nenhuma audiencia, durante o curso da causa, nemn a
contestaram de forma alguma, nPao obstante ter sido intimado, no foro da
causa, o cidadlo Joao Baptista de Aquino, procurador judicial dos mesmois
(embora nao tivesse exibido procuracqo que affirmasse o mandato), para as-
,sitir a audiencia dos trabalhos e todos os demais actos judiciaes da mesma ac-
gao, ate sentea,-final e sua execucao; Q"Ie os protestan es assim procedendo
tcrnaram-se eveis manifestos, e como ties, privados ate do direito de appella-
5io; Que a c pellacao interposta pelos protestartes .-deixou de ser tomada por .
te imo, para siorti/6s effeitos Ie'gaes, por ao ter sido apresentada no fdro da cau-
sa, _,endo, pot.nto, inveridico, que thes houvesse sido negado tal direito pela
just.ca de Milagres; Que, finalmente, tudo quanto allega o contra-protestante
provam, cabal e judicialmente, os docunrtntos sob numerous dous,: tres, qua-
tro, cinco, seis, sete, oito e nove, que vo juntos ao present instrument. 0
que tudo ouvido por mim e dictado pelo. prprio .contra-protestante, em cum-
primento do despacho proferido-na petig&o qu,. fica fasendo parte d'este, lavrei o
o present term de contra-protesto que lido e achado conforme, assignou o
contra-protestante com as testemunhas, Doutor Fforo Bartholomeu da Costa e
Antonio do Espirito Santo Correia, do que dou fM. Eu, Manoel Rodrigues Peixoto
de Alencar, escrivao do civel o escrevi. (Sobre tres estampilhas estadoaes de
tresentos reis, cada uma) Padre Cicero Romnio Baptista= Doutor Floro Bar-
tholomeu da Costa=-Antonio do Espir to Santo Correia. Era o que se continha
em dita petigio e termo de contra-protesto, a cujos originaes me report e dou f6.
Barbalha 12 de Agosto de 1909. O 1? Escrivao do civel Manoel Rodrigues d
Peixoto de Alencar. c


KOVOS E8TABELECIMENT08


Acabam de estabelecer-se, no
:ommes4io dest,a praa, edm
fasendas, miudesas, molhados,
etc., os Senrs. Coroneis Josd


0


--


I |


1 _~


Fortalesa

4 0' Aa nio Luiz negou
acq e creaglo villa. 0
Sjaeirense nbo se satisfaz
comrn 'a'te abafamento A
ta On"ntosa Ao patri-
otic unisono c Ex. cia
interprete de sua v --e peran-
te A Assemblea i qu pede re-
verente a satisfacgo d mesma.
0 Joaseiro tern, pomo sabe
rrefragavel direito 0u"a eman-
cipado, sem entretanto ter a
Pec1-ao desmsceptibulizar de
mn6diA.aIim. ao nosso amigo o
Snr. COL. Antonio Luiz.
Affectuosas saudagoes.
Josf'Andrd
Cincinato Silva
Manoel Victorino da Silva
JoAo de Siqueira
Joao Baptista de Oliveira
JoAo Victorino da Silva
Pelusio Correia de Macedo
Joao Duarte Pinheiro
Joaquim Augusto Sobreira
Adonias Sobreira da Cruz.

Jose And-e e mais Membros
da commission do engrandeci-
mento de Joaseiro.
Agradego penhorado honrosa
commissao e acabo de me en-
tender Presidente do Estado A
quem expuz vontade povo Joa-
zeirense. Este responded q,,e te-
legraphAra ao nosso eminente
a4nigo Padre Cicero, que de ac-
cordo corn Antonio Luiz no ou-
tro 'c*ngresso resolvia questio
MIuaDIpiQo colte.nto de todos.

Saudanoes.
'Adolpho Barroso.

Gonardande leito

Acha-se, ha dias, guardando
o leito, devido A antigos encom-
modos de saude, o Ilimo. Snr.
Major Joaquim Jose da Rocha,
de cujo estado melindroso fase-
mos votos para que se restabe-
lega.
Cel. Jaoquims Fermandes

Para o municipio, de Vicosa,
Estado de Alag6as, onde reside
e e abastadissimo agricultor,
partiu o illustre coronel Joaquim
Fernandes que teve a gentilesa
de apresentar-nos suas despedi-
das.
B6a Viagem.
( hegada ,
De sua viagem a serra do
Araripe, onde f6ra tratar de ne-
-ocios deseu particular interesse
:hegou hontem A esta localidade
Sdistincto major Josd Alves da
jilva, pai de nosso companheiro
le trabalhos Manoel Alves.

Regressou da cidade dejar-
rim, onde f6ra tractar de nego-
ios concernentes a esta fo ha o
liustre moco Jesus de Alencar
eixoto, digno irmao de nosso
R.edactor-chefe, Revd? Pe. Joa-
tuim de Alencar Peixoto. Sau-
lamol-o.


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(AO MEU PREZADO AMIGO PAI D 1DE S PAEIXOTO)
-Comme tons les g talelits, Wite n de dfai mmen,.
...La.ut. -.
Aln'a qne rtge Int; i: osas ;l .. '
tiento, quaes renios c.,oossaesi, o,
ti'e deixam fama p.ur ,euas ete.@t*vos,
L's ti, que sulas -a reun m im* .
Sublimes trat;os, em t -n pe t- s, "
D)e sentim uitos divonies. : (t' ? "
Nutre no cer-ebro Ieniramerte ,:. .


cias, drda pelo memo. A'Nos.- Imaens ricas de tf&:ls -o 0ng., . ,.
so S. rhor Jesus Cihisto, ha Ion- Camiunha. Atirt..', i-'t:e Ii i11. 'L ri, .
os 15 anno-, retired,.. as m 4-1 stem fo e o e r i -lul ran ...
is ernas sauda !esde nossa alm. E apanLa oI vro--'co thes !!
I : da scienc'a go,-auts urm riso .,.
F:.PFLL.A DE N. r. LO P. sccccrc 'f it s a t ruz, o.m, t. i .u':;:t -I.
T':-as a gl ar.a, cJJ l u.n p.d z"
EffTctuou-st, ouarta-fcira, 18 EILSON S.cu. RA
(do corrente, a e.eciao do Cru-i --
Pcr:o SoCap rro de N. S. istir annunciado que a proxim sa- 4t. caelosas sas s ts-as trnas.
Fa ra do a1godao, calcul. a eCr At; a.v ,
;.o: ct<, abrilha io o co ln a u 1, s-r E plants e st dewula 6, d'o-
prese.;:, alem da multilao e- 13.53-.OU0 lrdos, pasc::ra' 4iiate, ser o haAs:m.-. o arri.
e.l e doa mm.ao e-- e ti"e e 1 2.000.)00 de ir- int lbres, a uz, a vwda da hu-
nOf*1, s pess&as m i2ts g-radaga.ir.Ie a preo aaaade.
.,- C.itL socielaJ ', o iJlhus'rndo e 1do 1. 11 i adi,.Mi .n ,o preqo e.
V ,do al ..'.o ubiu, vo m-.cado
vi'tu,[Lo' s;.cerdote Pdre Cicero a, ad
RomAo Baptis i e a banda de 60 p.CA:DOM STICA
uiosica IL c .1, di 'gi ia pelo geni- A :"
al artist major Pelusio Correia COMOlLDIPA A OUPA DE HOMEM
ce M ce.io a q;aeri devemos a O mini",tro Jt fise:da infr- '
-S'i CUrcO e.d. bI No "-.teo otn maus varan fo, pen'lurem
s curecCao a ella. mou a p te R-pui: j e ho baarm-ni':.
Squ "o p da b-.rrch ,e ,'e l 1tnt eoi.o-bat-elor ie rim ,
.. ..:lt :, o rrn= ,- .t n toila ..ira.
,vou, a :9J00 e 7:000. cottr e .1*' "-tU dam o. paetothr, go .
Di.'r- r. m-re de vi: itar esta ta que hL muifos anaos n.- at- i'al. a, 'e qal a ma mmu-o
Redaccao osdistinctos c v hei- tiniu <:s e product. .Lm d ,o' -eon
ro : cel. FaustoGu.na.a -s, caps. S. Ex.SOa accrescentou qne o --
Francisco Landim de Chaves, valor .da export:qao ger,.l d-:
A-rsen.o Armeilo da Silveira. d'e- jane.ro a maio f i de ibras 'o .
:ta loc.iidrde; m-ijr C:cgorio 21.614.i9, qu.ndo, no ano nn o e 'e-eeovar
C;.llou, do Crato; m:jor Alfredo passado, em egual pe.-io,-o, at- resva r a go]a.depoieso-
1 nheiro di Silva, maiemoise!les. ngf:u L lbs,. l8.7361 833, :,e.ldo re-Pi VPo-i'lit t pr.pri.'-
h. bel da Siva Raminho, Cloti- a d:fferca-a de export.icao -.o: e eseovei o
<.es Otila Pinheiro, de Pthied, a imp.rtaaio nos cinco' Mnes i-' ""'is ... tItor as
est Oo d- P'arahyba do None. decorridos de lbs. 7.512.275 e e ar.e nda
A' todos, os nostos agr.deci- que a renda aprese*tti a .d ffe- F i; a fiS 'paremer-n's n ferro.
Sre 22 ) -.000:0 l avese no qetio dlo so.
mz.o r lra matls c -29.( O0 TbismooTa1 d0 puira pusndo sohbre
1,o dia 1I? i 7 do -z ps;ado. ellas i- esc-wa oaunma esponja humede-
Pl.nt^.- 1 pl ite _m maaiicoba ,i P,. *
CIN'O FIL IOS GE1.ite as g plant a .mioba it- sinja; corn d(.z
e fhLereIsi Ode afr&e c "I on -le a1mu
corremntAoe nua de a' vol tile friccionem
NoX di 13 dejunhodo corren- c s*m wf-la bran a,


te anno urma senora .m Canho- POLICULT U A
tinho, Estado de Pernambuco,deu .:-.a. -2_:..a
A luz creinqasg meas e:n numne- I
ro de ci aco; duas que er m Jo se- O1 GRAVATA'
x ) m .scui io, aiinda frm ee- r plat l ,
r tr r al nl -plant da fal li da i o
j. b .p.i .a.-.:e e mx-reram al u- minliaccas com) o aaniaiz de que i !r
inms h')r..s depois; as outr s rpe- o i.
nas ie pfrar&m algins mi :utos. .-e:is fractos silo d'iam aroahi a-
E.ni.ora nao seje ulico e s t e :.t-1bl e ,dio, 'Ie exe-li. nte r',.t,
cao crnt:e a eespec.e humana a- ) -.,. viuho e tuaico de o> t-r int-
ch mos com tudo digno de s ei A r sa.a lolhas, que sii o seiln-elh.ii
reg.-strado te (i dl pmen;tI, serveirn i;a fa i
br I..L.lIGRANTES z p- s'n; *- atr-n <.pl iu -s-j .ho.
S N. s -rt,-- la ,rt-.ii a s -i c
E-traram r.o ultimo l se.nest.-e a i1 !,TI 1 ,5 1 it. t(! i s 'us fril-
nomporto do Rio de Janeiro 24613 t.as, aos milhoes, se col!'em.
inunigrats. Entre u,infelizmte. e s- pl in
t le nnt raara, si ni i) cert qu-
RAINHA D ) GAD ) d-sappar'-cen logo a.) p, imeirns a -
,,m'.s i'esse espir'to d- destrn;b,
-, ,e tantqqs males now tem feto. n
Como ha um rei do ao, re tnt males no tern .
I Re-.-onheclsse a et ipldez t "e s
do petr6!eo,re.docanhao,naoro e Spt-.O a:portan,.ia, a ecSllei'
poJe extr n tar haver tambem as propr:edade-i d'e*ssaplanta a.l'na
umra rain/ia do qado. vel, e. ow certo, a taria inaipkli.
E' D. Heleu M. king, a maior Fa le:no- de suas virtad-s mlediei-
proprietaria de terras do mundo, lass.
t. c os;e che;-a. serde umn Decsa plants, os frwetoa c.liv, v
m 1iao d taa,ef.ts. ? sn utn p.a leaoI remapo co't-t"a i
ebres de imun c11rat-r; vervl.s, Fa
O V.t i-re. I de s us trrenos e..re ae ,1 araitEr; ver'ls, -a -
'..s e r-i a ac'); marav'il:1..Ica curt ,I
e a.v. iiLo ;-.m 18 mu.ilnhes de vermes Intest.ueWs: cozidos. e, depo
do'.lars. i s d l-ved I e toa. Muos em .a -s rt
Em auzs extensaLfazendas, ln:. nm i pela imnubt outri pla tiar-
situ.d is no Estado de'Texas, nos de, nuraaw .der9 e opilaI:t ea
Estados Unidos da Aerca de ,a to, rs d as couni-
Norte, ella nAo &ccupa vaiqe- neades A0 o et.,tzfas M de a:X.pae.
iros, 'e sin treenSMtas r tCwaS cer co-u--ulet.tU, craicalm. it: a
excellentes cavalleiras e cayado- tnberc.alose.
ras. S e n como e, a gravatia oIla
6 AIGODo plant tio maravitlhost. proprietar;os
devemos coasertl-a; e- t i 6 certo,
Na bolsa de. Nova Yor ro" que desappareee de'n osso solo,
hda cuonmu-.icagdo -o gt eno fkam-.)s ,e ella do!re com seus pre-


-F ...
0 se nt.: pr o':-.p limna to-la ." group:
-', Iln'dn e .r" F.'- st 9.'0 grami;unas di-
.,lhas i talvaqo, datpali.ale ',laid coMn-
!TnO, e- tre; litra d'aag" dt:.- chuna. i o-
ltenm, unsta (leo 4t-'.Tido nima ;eco-
.t- do rija a. "a .lt- neaiada -e eso-
vren :.lasBpa e em .tolas direc,?-es.
moulhaixf a e iovi'"A' ieiTda qne a fa-
'Andla -lisorver o liqdwr: For fim escovom
no setafi do onion dp pello e ,sem ent<--
,ior e -se toreer) estteudam parn ensu-
ar. _
Anti.s-ae a ronap enir u.- eormpleta-
talent* pase-oi a ferrq prio Lido arvesso a-
Destet.-lo a rodyia tornea-=e niult-,
I:'npa -ithaunt el iaceon-erva o menor
feeiro &iograddiv -l.
-

Todsa- ronra dever-e are ar de quando
em quag*, plara qu. a sbaratas e as tra-
.aS ni m annifqaeum.
Un .aV r pi a (por exenip!o na pri
ma.ia .o.t- a 4 a c ,ds uOai a done
.le eas bme osa.ti 4 ds -t. fil0ka s0
r f _.....f ie t -tidoS, ,oguar-
*toqkg~ o -a v b" e eommo-
'i., pat6 1np3Bagponja hume-
i'ia .a5s p a 5iu 0.'. de phe-1
:,ol S^L m-a pTru Pst$ as bartanas e
treats o rt as
Noes dmrAW enovo'ls o;a cober-
tores Oe- upsd Mvepio aein enq4es e
toartl tB ma .~.p a.f lr'ni' o diversw peda-
Cinlw l 1 gants4Mabelido dte iien-
zia ~aruariMhos .ssoeiados.
Pam B4-*inah6o de ; fio feltro
_)* prea un unrangao son
rarniUa isA fria cubran.
C' .ma garrafa
0<. tiver perfei-
i - s

vo-. de on-
orppo doefelto-

S C co~eresh d-
de at a o chap&
ep -y'P.MIl psn'o0


Umn ehapo. do palhs braneo so lim
&mimic: ctqraemm-s'o con inama eoeovsmu-
ned.e e agm de sabso & qual a3dii-
lauasmumea oeoher (das de sops) de eremo




MEDICINE FAMILIAR


TOSSE CHRONIC


Nio ha remed.o mais poderoso pa-
-a debellar a tosse chronic do que
Sseginnte:
Toma-se nm mocotb de boi, que se
5e a fever em 2 garraias d'agoa;
,or outra parte toma-se uma poriao
le nabos e de ceLo a" que re fazem
'ozer levemente de ha xo da cinaa,
ine desras-cadt s -e plrm a fervercom
m inocot4, ajuntando u mas cabevas
Ie paponlas qnebradas.
Qnando o mocotb estiver cozido,
t'ra-se o caldo do logo, coa-se em-
luauto e-t ver quent, e a&.ntam-se-
the 4 outas de ass.ucar candi.
Amanhii e note ,t)mAa-se uma
chicara desta caldo, que se corta corn
parts iguaes de lete. -


JULINARIP1
"....


HERVILH:AS


Como ce coaser.':m as hervi-
Ih s ? Colh:.m-se he.:vilhas em
tempo secco, descascam-se,esco-
ihem-se as de m idiana grossura
e deitam-se em garrafas que fi-
quem complet2imneite cheias e
bem arrolhadas; metemn-se as gar-
rafasn'uma panella com aguaque
as cubr L completamente; poe-se
a panella ao fogo;d:a-se ao liquid
uma pequena fervur., e conservam
assim durante 2 horas; tira-se a
panella do fogo. e qui.ando a agoa
estivercompleta-ment.cfr-i t,Iavam-
se as garrafas, e colio:am-se as
mesm-is corn o gairg~I.o para bai-
xo,n' un., logar cuja t'mperatura
nao seja variavtl.


LYRA POPULAR
-- T. 7.. -_S~ E :


SA SOGRA


Feblz n-te mundlo
A sort qnem lo,)-ra
De r.:.o ter 0 (d-ab') da s,)-ra.

E' e-,i'q, A serpeute
A ma;s venenosa;
.' alma do diabo,
Terrivel f'tdamnoSa.

E' rriaza d'inferno,
Tnferno na vida;
E' SRtan em earne,
Alma denegrida.

Ni.o 1,a neFte mnundo
Malles qne nOo faca;
E' romo o demonin,
E' como a cahqa .a.

0,s mnalles do runmdo
TndoA obra d'el!a;
An earro do abvamo
A tn'lo ella atrella.

Abysmo cavad o
Pepois d'outr'abysmo.
Ella ,, corm effeito,
Tod'um satanismo.
S
Petit uuete mundo
A sort qnem logra
De n-o ter comsigo
O diabo da sogra.
Jacy


ac IAS


TUDO MOEREU MENOS A SOGRA
Urn frade plz no mel tryIchniIS4sW
destrair a moeas. '
Mornaam as moseas. es barata com3A.
Morrow a baratae ou s po Com .
Morre o aspo ea aobA comma.
Morrow a sobr e o pose omes.
MoR.ea e e o '&a&e "a.
Morrem o made e o disb come.
Morrea odio e a s egrai omet.
Morroe a ogra-... nNa, asagra.alo mor-
rev, as ieon ultra enVMasada.
Ei n porque a mulher qe team a doutrs
de me, logo que se faz so adqure a
natureza stryehnine, da nte a da barta,
do sapo, da cobra, do poreo, do frade a
do diabo.

Um portuguez pergants a um hospa-
ffirol:
Porqne 4 que o gallo quando emta fe-
cha O. ohogs?
-E'porque sabe a masica de 6r.


Ten marido fuma deseoperadanente, 4
uma victim do vicio de fumar.
Como te enganas? a victim son en.


Eu professor medo e odio as
cartas: sao algemas. Estes pe-
quenos quadrados de pal que
trazem o men nome parecpue
fazem ao rasgal-os um run de
cadeias, o ruido das cadec'ue
me prendem aos vivosque 0tcnho
conhecido e que conhevgo'

Do ASnr lean &

Guy de Maupaspt
*

Certamente o mundo i-
na-se pela intelligencia,
mina-se pela vontade. S id-
miraveis os que sabeni.t .
Os pensadores si.' os,
os oradores sio maxirums.
A idea C astro; o arior A fogo;
a idea prende, o amor empolgA;
a idea fa-cina, o amor arrebata;
a idea engendra gloria, o amor
opera milagres.
Por isso-como essencia da
Essencia de Deus-s6 o amor e
omnipotente, s6 a braza do.amor.
m viva, s6 a palavra do amor e
forte, s6 a eloquencia do amor 6
granIe.

Sobre Santo Antonio

Alves Mendes
*

Felises aquelles que escapa-
ram a estes tempos !
Felises os que passare-n per
abysmos sempre olhando o ceu!

Do Un enfant da siecle
Musset
*
**
Si eu fosse pobre de corasao,
como o sou de espirito, seria
bemaventurado.


Do Pensees


Pascal


A universidade dos homes
deixa-se levar mais pelo,'que
parece do que pelo que .; gpui-
tas vezes, mesmo, agitamn .mna-
is pelas cousas que pareq~n,,do
qitelpor aquellas que sao.


Discorsi
prima deca
TitoLivio


salla --
dr

Mz.hiavel


.9, -


. 1..1-


Andrd, Circ'nate Si'va, Faust
dn Qosta Gui-naaes, e Fenclon
Pi ta.
Que bons lucies Ihes prove-
nham d- seus negrcu.

A NNIVERSARIO' REIGIOSO


Pas. ou, tri z-rn:e-hontem,o an -
rivers: r:o da tens, m e s. gri <;.
SoL .Ia (o S. S.-crmer.to,ac a-
j.II..de N.S.das Dares, desta lc-
calila(:e, pAlo E.'.' Sr. D. Joa -
;uiin Jusd Vie;ra., e Com endulgen-
c a. onine per oeonvm d qu.:-rent..


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S"" podca ecneder d';"000, por nimc COL .SE
S.\ N. .oA e n dl6 is.de h) oar a 4maFib so qure & O"S T "R T
;io NGaiaherda .ee.eseno.S tod.as contri- SOB A o IREG O DE'
S es qu tvcr feito, sem jio6. Datllo-se o f eciucnto

L I ApLis que a m utuario estivJl c im goso dapons fo, estaiecar c ex- Jos Jo "aq 4 p 'Te 1les Marr .
SAtintea, fMen.qeas seus h( rdeiros a8Fjistiqualquer 4rito. b, l.,u--e noa l..e margon
A n o 'r i p Anao proprio. individuo, ou aa s Iu pro- ..
S. ... cudor le, ou poi inTtejmedio de qualquer Banco, quandoo o Pcoreo. segundo o .ume e
r .-T% T O.CAN % NA.RI.:E.-$EP D :.X... :. .agamento adiantalo. .
I S Ao i )D nIP E -A.)CuM MA I.MAiI .->-... -._ .o .. ,. l dd e rnos, trimestro .....
S0 Socio contribute ni'l c ue fiear impossibilitado d e trnosc t roparat W500
4'Iwirosegnir n ss w s entraIt ,_lypops 'e cinCO ann 'sde ni1soca-l
SCART ? I. ei cI quiencia...diostia chronicac iucurv"el, que o -olapn pnariaenipsidadeo f-
. Ti"ZES. -r. d.ra abIo, sA considerado su.p oe te


.T . . . -< - , .tos .du10-a i.as, 200.o ,o. - n" com Dictorr r... 1 ,e .
('"A\tT E- -DEr -.TTA .. (... j (, 1,,o j,":, neo... p p,. k QIeSto p' ganlePOalqueres- i
- --1,1i).4:.'du... ....... v,- .... u... .. , oo .. clarecimeiito, pode entc e ,-.-- Sl
..- 'A.. ." orn o Director,rua gran-:' em
SIFACTU.A, 5 ', : f dared V-nte 15.EV i '- s i
SA, CIUS, ETC( x 0 nOo qs c rmoz antes do sorte frante da Egrej do s. Vcente
AN 10 T -1 t 11i qu sr mmeintes do sortein C
!b. "t1ver a sort.~ .~ el e prW aia'lo, jIgIarAI aponas poucos mn reis r
. 0 ?r",, 7L ;. ito corn today perfewao e a.ii na ,t tn r diieito a uina ienisa., ~) r, toda asua vid. v- t.w" ,- co.-).-W
S L sendo os ,p e S. se :,e- At d-.e v.o r sorteado cinco cadermetas, on s ...
9 M'wkr & < sendQ O spe:rik dn a .n m., s/, A ECONOMISAiORA. a unica
Sue izsorteiosit'e ois em dis mezes e um grande sorteio no

:.oCU ;1S AS (s d e.abrilde190OSaJhoinro1TO9-1300
ehA A A a A outria -oidadobt.ve talnumero desociosnos seus .
n Doc JSiTs z OS PO p.POSTAS7 CADER 4ETAS Cincinato Silva tendo recent)
T.A"si PLDID,. DE PRS PECTOS, PROPO1STAS, CADER- ETA E i "
N '3 ~ T r h nirim-' ?^1 t~ "- tenerte ch eeg a do de6 ar.i-.
I = -" -I II AI v.) n n Al 'l~- D l:I M al 11) l" 1.) "I. .11,'1 .I i"I .. . I .


LUJA DULIApI --lnU

MANOE.L VICTOR INO

Comr un variado sortimento de fastmdas, s a is a

SAcMha-se sempre a desposiq:To de -sens 'egu- zes

PRE;OS SEM CO3MPETFLSCIA

Vende-se tudo pe'o pr.eo da ecapl-.l

RUA NOVA N. GG .

JOAZEIRO DO CARRY


CAIXA INTERNXAIONAL DE PENSOFS VITALtCIAS
Anpwovalp' r" Decrcto Fe(leial, corn deposit de garan-
tia no Tlitv.o-0' led'-r!. ,.prporci'iial ao espital de p ansos de
Dil cont.--s de id.s.
R-gstrad.t na Junta Commercial de Slo Paulo.
ernS em S.PAl'LO: RUA L S. BENTO,63
A.tig'). escri)torio da Conmpanhia Mgvyna)
Filial n Rio: RUA 7 DE SETEMBRLO, 113 (moldcino)
::\NT27-')NALVES DIAS E AVENID.\A CENTRAL)


D KECTOR.iA
PRESIDENTE-Sen idor I uiz Piza, Senador Estad onl
ex-chefc de Polrcia e ex-Sjcretario da Agricultura. do E. de S.
Paulo.'
SECRETARIO-Commendador Leoncio Gurgel, da *irina
Silva Sabahr & C\., da F brica de Teeidos S. Beniard.-.
GERENTE--Dr. Claudio de Sousa, medico e industrial.
THESOUREIRO-Dr. Gabriel Dias da Silva, advogado,
ctpitalisla. director da Companhia In lustrial de S. Paulo e da
COipanhiia de Pogos de Caldas.
C.nuclhle iEeal


isFOiEMAlOES MINUCIOSAS A-
lepreseaitante io Crato
A. Belem Sobrlnho
4 45-Rua do Commercio-45


,.- -- ... .- .


CEATO-CEARA'.
E tabe icirmento deFazendas finas.i Miudezms, Nnvidades,
I rtTagosdn u .o i oMa.Itatansia. ,. &. . s
Especialidnde em: artigos para hon-.ns e senhoras; obje-
Sectos para presentes e perfumaria tinissima!!
Prefos.ein conimctidor0


Dinh-iro vista.





(de fa:en la,. ncreadriae., .i'.vas, err.agqenf chcqyeos. Tendo
recebido do Ceara um co ;/o,'.,U s.Rrtimento dos artiqo.i acima
inencionados que s$ao ve;id ,. p prefo ..e competencia. con-
vida todo pvblice para jfiier mana. Visit a dito estabeieim.t nto
que se certificar'd do que e.fi'irmado.


VERDA DAI O
APROVEITEI' !
JOo BaI tsta de


Q TJEIA !
A! RoVEITEM!
Oliceira. ..


Rua iedre Cicero N. 8836
AO BARATEIRO


VENDE-SE
S80 ga.rr- fus vasias devinhio do-
porto porpreeo multo rasoav7l,
atratar coin Mano.I Alves. Rua
do Padre Cicero no-0301|.
JOAZEIO


Exo. Snr.-Cond3 de Prates, Director do Banco de Sa -
Paul.---Exm..r.-nr. Coronel Fernarido Prestes, vice-presidente PiIARMACIA GARVALHO
do Estado---irno de Duprat, dire.'tor da Compinhia Inbustrial
de Slo Paulo-Dr. Rodolpho Miranda, proprio.ario da Fabricas R1ia do Padre Cicero n'-44
d4 ITeeilos Arethumina, d, Piracicaba e deputado federal- Ha n'esta pharmacia um vari-
D. Jofo Alves. Dima,, medico e proprieta io--P.iarm. L. Pinto ado sortiniento de drogas e pro-
de .Queiroz, di firnimaL Queiroz &(. (pi-oprie(tairi da Drogaria., ductos chimicoe, especialidade
Amitena e Fabrica de products chimicos) Dr. Pedro Puntual. pharinace.utioames- eB. .estran'-
* IN. Victor Godinho capitalists. o u a pli. born
A -EOCONUlMISADORA PAULTSTA ua sociednd sotitimento vind d Fortaleza.
--3n. comn fi.eulisalio do Governo, cejo fim 4 estabelemer uma Avia~te receistm t q quer
Plk DA VITALICIA MIENSAL, E1M DINIfEIRn, aos eus soCios. liora promette-ie commoda pro-
Tom dues eaixas, a caixa A e a caixa B. mptidAo, cuidado e asseio. -
Vs socios da Oaixa. A pagam 5.,oooo d oia e 2Soo de :Tudo por prepos modiexsven-
miensalidade e tern direito,-no.fim de 5 annos, a unia peuso, de-se nesta pharmaci. -
que nAo sera maior de 150$000 o) i :rez. ,
(Js sociosdu dCaixa B, p:'gam 5C'00, d' jiac 5o000 de JOASEIRO-CEARA


ATTEN^AO]

Jono Victurino da Silva, ten-
do de seguir brevemente para
Fortaleza,rosolveu fazer formida-
vel queimia em todo o seu avulta-
dissirno sortimento de fazendas,
miudezas, molhados, ferragens,

Por este motivo, convida aos
seus freguezes e ao public em ges
ral a vizitarem ben estabelicimen-
to atim de cetificaem-se dai reea-
lidade do seu formidavel queinma.
Pede tambem o ttseus devedores,
a t- azaqn que venham satifazer
os seus debitos quanto antes.

JOAO VICTUR INO

RUA -NOVA N?-A967

JOAZEIRO DO CEARA


i.






:- .


:z. nhuns, Pernambuco, e'aqui seie :,
%stabelccido corn fazehdas, miu-^
lJdezas c forragem; avisa as Exq.,
fanmlias e ao respuit\.vcl publicoS
quu trouxo complete e vanr.doi
% rortimanto em "artigos de moa,.
fiant aia.brocadosfustoc 5,liuhons,@
Setamenes, artigos pi'ra p-esentes,W
$ riscados diverios, bruinss branch eg
tde core, zephiros- & b,e, vendqe
f plr preoos reduzidi.,inmos. I
SOmais exigenti freguez acommir
l.dar-se-A corn os seus preqos, en-.
tcontrando sr'mpreagrado e siin-
Aceidade. .
c Uma visit, pois 6LOJA

4 Cincinnato SILVA .
R RUA NOVA N. 887
JOAZEIRO-CEARA I

1^. .^ . w a


AVIZO


A-os irmiios Irmandade da Terra Santa
que.por bondade,tratem de pagar o mil re-
is annual dessa associio,de cnjo dever
ja se vio excedendo.
Azeladora
MARIAda SOLIDADE


SAPATARIA BOA
,ESPERANI;Au.

Joaquim Bezerra Sobral

Esta Sapataria acha-se a disposi-
tao do public e dog amigos, e emcar-
rega-se de todo e qualquer trabalho
am coiro com presteza e modicidade
em premos. -

RUA DQ CRUZEIRO N0 990
JOAZEIRO DO CARRYY


Sementes de Manitobas do Piafihy
AmelhQr semente da. actualidale
Dez litos por 2$000-oito cuias por 15.$00
Vende Jose Alves da Silva
: Rua-do Padre Cicero N' Soi
JOAZEIRO DO CARRY
" '-AG A I t.N'TE
0 abafxo assigbado tenm pata tender 50
canadas de aguardeute especial,por pregos
mui commods ,
Quimn quiser eompral-as derija-se ao em-
preiado 'das offecinas do ? Rebat -"o

Placido de Norkes


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