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UFLAC



Rebate
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 Material Information
Title: Rebate
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Creator: unknown
Creation Date: August 22, 1909
 Subjects
Genre: newspaper   ( sobekcm )
 Notes
General Note: Newspaper issues from the personal collection of Pe. Cicero Coutinho, Juazeiro do Norte, featuring articles on Padre Cicero.
 Record Information
Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: All rights reserved by the source institution.
System ID: AA00001672:00008

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9 -
t
4..'.


* .


L


I
**5
9



9


EXPEDIENTE

0,Q REBATE. publica-M msemanaluIento
REDACTOBR- -CHEFEPadTe Joaquim
de Alenea r eix6to.
OERENTE =Felismino P. deAlen-ar
ASSIGNATURAS

e tr . ....... ..

PAGAMENTOS ADIANTABOS

As publicaqzes de interese particular, 06
anuuncios dependem de contract, enudo
o pugamento adiantado.
A redacqfo n ee fesponsavel pC' puu-
bHieaOes .inedictoriaee. Dma poes pa-
bliesqaes alheiai, sigmada.
Aeceitani-se artigo de Aolio, cienia,
litteratura etieprehenelndo certas condi-
Reda1o, gefuncia e typographia-116
Padie decr --a. 343.
-* .




AS MATAS

Triste e desolador o aspect
que apresenta o Cariry.
0 Cariry de hoje nao e mais,
com effeito, esse Cari-y de ha
cincoenta annos A esta parte.
Os mais annosos que o di-
ganm,
E nao ha contestal-o.
Certo, aquella exuberancia de
vida, aquella opulencia de seiva,
aquella pujanga de forga e vigor
que attestava a feracidade de
seu solo, jA nAo existe.
Toda aquella populario de ri-
achos que o, em todas as direc-
96es, cortavam, perennes4rumo-
rosos, extinguiu-se.
De seus rios em sombrio, par-
te se evaporaram, e part nio
tem mais, neam um quarto de
seu pristine volume d'agua.
Seus brejos, que tanto en-
chiam de admiraCAo a gente,
ameagam escalvados, estao pre-
stes a desapparecer. -
A' proverbial fertidaide&
outr'ora, succede a esterilidadc,
a infecundidade que bern que se
nota hoje em seus campos, em
suas combas, em suas serras.
E tudo isto, a march em que
vae, parece ameacar de extreme
osseo, em future. mais ou menos
s emoto, esta parte do Ceari.
E, agora, e, aqui:qual a causa
de tudo isto?
Todos a conhecent; ninguem


infecundidcde, a aridez, o deser-
to vio se distendendo A propor-
gao que se devastam as matas.
Eis o que succede e vae succe-
den lo gradativamente ao Cariry,
devido i esse espirito de de-
struigao que tantocarac'erisa ao
home, principalmente, ao ho-
mem de hoje.
E para tao grande mal, que
males tantos nos aza, nao have-
r- ainda remedio ?
Sim!
Parar a estupida devast:v'pAo
de nossas matas e tractar da ar-
borisaydo de nossos terreno-,
eis-o remedio, o grande reme-
dio!
E nAo ha outro.
Conve* mo-nos disto, e tra-
balhemtns com -enacid:-.d de -
pos-olcnem redimir o mal, o
Trade m;l qu sob ra de
bem nos mQn a" iosnlT
Trabalhemos!
A salubr;dade d'uma regido.
a sua ertilidade, a copia, a abun-
dancia de suas aguas, a sua vi-
talidade, n'uma palavra, pendem
das mats, da conserva go das
matas,
Sabido, que, no ar, vague-
am milhares de miasmas que se
desprendem da levedaago de ele-
mentos organicos e vegetaes,
productores de muitiplas enfer-
midades.
Esses germens de extinc ao
vivifica absorvidos e reutralisa-
dos peloslaromas que trescallam
as flores e balsamos que distil-
lam as arvores, a sua perniciosa
influencia, post nao desappare-
va por complete, e menos pern-
gosa, menos nociva.
As matas e os bosques na ci-
ma das montanhas attrahem a si
as nuvens e as chuvas que regam
a terra e conservam a humidade
ao solo. Assim que os proprieta-
rios de terras fagam deter a ac -
,io destruidora dos machados,
Sconservando alguns trechos de
matas que Ihes rest.am; reparem
So damno azado pela mio sac-i-
lega do home, dando-se de
corpo e alma ao trabalho da ar-
borisapAo de seus terrenos, e
nao terAo de, mais tarde, em do-
is ou mais decennios, queivar-se
da insalubridade, da esterilida-
de do solo, da eseaenz das-aguas
e da falta de madeiras de con-
strucaio e para obras de prime'.-
i ra necessidade,..


a igna a devata das ma- Co vae, ietarios, os
tas millenarias que a natureza trechos de matas que escaparam
nos legou. -A sanha do espirito devastador
' Nas regioes de eXtrema fereti e tractae, quanto antes, tractae
lidade, e obvio que a imsalubri- da obsa da arborisa;16 que as
dade, a falta d'agua, ai escacez aguas das fontes e dos rios se vao
de madeiras de construc.ao, a do.. mais i mais mingoando e au-


guram desappa-ec~iqento. seja o fim do Creador. h
Conservae as mitas I Jesus Christo estabelecen na terra d
Cada arvore tada 6 mais o sen reinado que 6 as inta egreja ca- g
urn perigo para. vossa saude! holic ou univeral;e a sua divine I v
lantae em ca logar desoc- inteao foi essa-que todos os po- p
Fltante em cacaa logar desoc- vonse estreitassemn, se colligassem &
cupado uma arvfe; cultlvae-a entre si por constituir uma socieda-
com solicitude e ~rinho, e ella de universal oen ethnarchica-ima-
vospagara! reco nsar-vos- ig no tempo, d'aquella sociedade, n
S-T te toda a reflexlo, perfeitissima n
u exi'" ste no reinoda immortalidade. s
Portanto, podemos, com certesa, h
TH N ARCH A .ffirmar que a grande familiar huma-
.--. 'sa gosara, n'nma epocha mais on
Qnuado etm oc .-amos fallar enos remote, d'essa paz universal,
sobre a unidale da gentes. d'essa paZ que dorme, a front cmin-
nigavamo isto chimera, nma 7gida de oliva, no seio da unidade. j
ntop'a, pura miragem,-nada! E nlo se admire disto os utopi- I
Hoje, porem, qa o conhecimen- stas, como nos A principio.
tos se s0 vio aimIrecendo a inz A experiencia jA veio de verificar
henefie da imos n'aqudbll o presagio: essa sociedade ftaura, ve-
, himera, 'asq ia de honte mol-a, pois, d'algum modo,-em es-
um naMo er iin nma realilade luisso, n'aquella uniao celebre das
de fate -ai remote. principles potencias, que chamamos,
Co*t*- *m e, certo que Iccorde com os mais dstinctos juri-
o mand a Bida, sta -equilibroeuropen*,e que se- i
.. f ta pedra fundamental desse gran-
si bieatf eifteo social. Exhaustas
v l .l. aa, mi I ve eidas as repugnancias dos povos
liv di em pos ~ nieos e adver-' e os prejaisos das naqces que dor-
ario p r apar do i- mer no extreme oriented, a socieda- t
Slentes multiplos divergenracw, e e, si tem progredido tanto para a -
dlos costranstes mnultiplos de ideas, suspirada nniflcafio, como nio abun-
uterean e oewtanes, move-se pra davam ainda os meios de communi-
esse ceatro doe idade commum que eaeo, os telegraphos. os cabos sub-
cera, A am tempo, :o termino de sus mar;nos, os caminhos de ferro, etc.,
evolnAeeo eo eacuw de sna perfeli que ono faria d'aqui a meio seculo
tao- mais? a terra, trausformal-a-ia n'n-
Quoe haverA, por certo, quem ha- ua vastisissima cidade.
vera queno s veeA movimento, Quando isto accontecer, a unidade
esse agtar myrt to, eqe progresSo, dos povos serA nma eonsequencia ne-
posto dem do, mas coastante, de cessaria da cont-nna communicaao
todos an poniS ea-domlasBauC6es de d ideaspirac6es, interesses, leis
para mam uificsagA6epulcherrima dee oste.
ideas, a sentimentos, e tendencies, e L
interywsse, e legislacso, e governor, u ntiko, verdaderamente, entao,
e costaMes? que veremios realisado esse ideal de
Sperfeirao que lobrigamos atravez das
Corn efeto, porque esses maravi- commoqkes da political universal,-a
hosos meios subministrados por De- nuidade social das gentes.-
us aos homes, pelos quaos estao el-
les transformando o universo ? pr- Padre J. de Alenear Peixoto
que wess meios de commnunicago re
qne vemos ? porque esses caminhos
de ferro varejaudo iando? telegra-
phos wvemdo ear orpeusamento i
todos o poves; I pos veancidos; OMIIO CO
os pyreMeos aplainados; a physics, a
chimics, a geolsgiamwcendo e des-
cort:naado mand- que os nossos pa- CARTA
is igna ma; a historia, a philologia
e a Ibi es Uwelaado-p ea qae E'com extraordinana satisfacsio
muito que tinbham desapparecido; o abaix damos publicidade
extrandbuurio amo admi do mis q abaixo. dam08 pblicidade
eA nitgimp; o iadi- A cart que, em resposta, ao nosso
posuivd,-g-l isto ? Redactor-chefe, digoen-se de ende-
E porque em nosso p.Car-lhe o muito illustre e Exm? Sr.I
6.sues sentimentos de bene- Dr. Desembargador Antonio Lopes
vol persa eotdoe o homes, da Silva Barros.
eeolO esses ibiaetde dma- Nests amavel earta do grandeja
is apr io? P ? adido, risc usMlto e notavel home de le-
como a faupilia, a rainu'._c me o po- nisctueolt
vo, O peVO come a idiget al- tras, no sabemos o que mais admit.
teri.s P rar,-si a delicadesa de suas expres-
Si. maudO maal= teadoe para.s sOe qae s&o am earinho, on si a po-
unidade, come o undo physics, JaiCa Ifergotavel de sa eerebracgo
quA4*4 ispe u- u .w.|e.tos 84 assistida pelassombras corn quea sua
materua crda, , .d l da, modestia a encobre, pondo-o em de-
ded ba t,--B atilo por De
seIcon o e .tendenci,;' ... -
certs, c A pre iosareliquialiteraris,--eilla
tamet$ m enada in .
Qa. em boa philhi"sWs, td0 do 0 Revm? e Exm? Amigo

te a me e Agradecendo-vos a gentileza
icte ser frtranKo sem que nto odas expresses comn que me


lonrastes em vossa carta de 10
lo vigente mez, gentilezas que
rato as conservarei em quanto
iver, venho diser-vos, em res-
osta de vossa amavel e carinho-
a cartinha:
Pri'mo, que muito lisonjeou-
ne e agradego a remessa que
ne fisestes de4 numerous do vos-
o lindo journal, bem como o
honroso convite que me fisestes
>ara collaborar no mesmo.
&egundo, que me foi muito
;gradavel a leitura do mesmo,
a pelo elevado do fundo, e ji
pela sua douta collaboracao,
belleza, nitidez da forma e boa
mpressao.
7ercio, que me achando no
iltimo quarter da existencia e ji
marchando para uma complete
nvalidez, reconhecendo mia&
ncompetencia, receio que os nae-
us rascunhos nao vAo im o
brih do vossojfoal.
No entretanto, sempre deva-
ado i defez do povo e dos prin-
cipios constitucionaes democrati-
cos, que constituem a alma do
nosso, vigente regimen de go-
verno, que tern sido deturpado,
ou mal comprehendido, pelos
executores das leis basics da
Uniao .e da confederaiao dos
Estados, isso desde o centro i
peripheria, e possivel que, rom-
pe-do o meu natural acanha-
mento, vos possa ajudar em al-
guma c o u s a, promettendo-vos,
desde ja, nao afastar-me do
pensamento culminante, que
constitute a alma, a vida, o Lanal
e o alvo do vosso Jornal.
0 Cariry, effectivamente, e-
stA immerso n'uma onda de mW-
les; nesta nossa terra tudo dor-
me, except o crime. A ordem,
6 desordem; o descan;o, tra-
balho; a luz, e trevas; a librda-
de, tao apregoada, 6 anarchia; o
principio da autoridade, tyran-
nia; a lei, K letra morta; o direito
conculcado desapareceu nas
malhas da politiquice; at jit-
stiga, que d a alma das leis e o
pao do povo, dorme o somno
mysterioso da more !
Que venha 0 eRebate' acor-
dal-a, sera o mais alevantado
servivo, que a -imppeasa neutra
poderA prestar A esta nossa zona,
linda, rica e dtape nature-
sa de maravilhas e riquesafsa-
turacs, que deslumbran. a vista
efa zepasma agrandesadoex-
celso e genial Creadordoos Mun-
dos, myster1oo ser, que nossas
vistasno aklcaam !aI Querer, '
poder: avante, avante.. .

Do vosso humilde amigo, pa
rente c er?.

Silva Birroa.


'4


---i-l-.


.4


5. 4


- -" ,-Rlllk'1 .MLa--;-- = '














sou faa a dos grav t
sci so laorg o ca
te. Depais de e
ias; depois

veu-me. Ftt is
rha a estre M e, de
per came raies,
que desco a noa repre a

-Agora 6 ta a vz gotta bri-
thante, disse a fada I seguada.
-Eu son o ecitb



reza. Eu represent a madrui-
gada .
-E t? pergu.-tou Alba a
mais Ipequena.
-Eu nada valho.
Falla... de ondc vens ?
-Dos olhos 'e urma noiva;
fui sorriso, crenva, fui esperanf-
ga, m is t.rde Iui amor-hoj
sou lagnima.
As outr. s riam da pequen*
gotta e Alba, abrindo as azas, to-
mou-a comsigo e disse:
-Esta 6 a de maior valor, e-
sta e a mais para. ...
-Mas eu fui oceano ...
-E eu fui atmosphere ...
-Sim, tremulas gottas, mas
esta foi cora no. E desappareceu
no espazo, levando a gotta hu-
milde.
CoeiAo Netto.


TELEG RAM MA:
14 agosto 1909
Exm? Dr. Accioly
Fortalesa
0 f el. Antoulo I.ul de-
sa iende. Mmeen ped ide re-
ache will. J140jQto n, '
neIpeilesas .tind, t^ '
Iv de(Cicero


ULTIMO ACONTECI MEN-
TO DO CARRYY
A VIEBD tabi-
(0 nosso d;reito de defesa)
Encima !esta epigraphe o es-
cr;pto do illustre snr. Cel. Do-
mingos Leite Furt.do, o qual i
aUniaov,de Barbalha, annuncia-
ra, ha dias, e, agora, em sua edi-
9ao de 8 do vigente, acaba de
estampar.
Esse escripto do eminente ho-
mem politico de Milagrcs, vem
corroborar os dizeres anteriore.-
da "Uniao" no tocante a ques-
tao ultima do Cariry, e fazer ver
ao long a verdade como ella e;
cssa verdade que estA na consci-
enci3 de todos os habitantes d'e-
Sta zona; verdade essa que subi-
rai como umrn veredictum para a
historic dos accontecimentos do
Ccriry.
Chamamos a atteni9 o do pu-
blico ao long para essa pega, in-
contestavelmente, de. real valor.






CORONEL NELSON
Passon ante-bontem o anniversa-
rio aatalicio do illustre cornel Nel-
son dd Franca Alencar.
Blindado de character adamaatmo,
dotado de maueiws cavalheiroeas, e
corenel Nelsoa impbe-se 4 estima de
todos que o cercam e a considerSo
de todos os sew concidadios.
A sinceridade doe wtente lhano,
a sMa convicao d& partaaeo, asua
linha de coaducta inalteravel e -rha-


sAe Ca (aice imun i. -

0 powder, o mar pregoa oo najo "
SOUB*i.~tara, e, ao mom d'eti

Um canto, urma epopea que exta'a,
E quoe serena un peite gea* eet .
Vale o sen nome uf on* -XMarial.
radre J. de A f,,r PkwXQOTO (1)
(1) a d.) ainda e tu ant.


liamantica," fasem-n'o resjeltavi
I'entro e fora do me o social em que
vive e ende, por qualidades .tio ii -
vejavei, e qu rare se condensam
-I'umso-sujeit, se de. twa.
Associbndo.-nos a ilo de sua exm farilia e de se is
umerosos a-, ig is, etnviamv s-t he,
d'aqui, pesto aidramente, e de eT-
ol a corn o-, votos que fasemos p. la
lintrnidale de ,ua z -teunca, mui-
to sandar.




Padre C(leer "

Regressou da visinha cidade
te Barbalha onde demorou-se
por alguis dias o benemerito e
virtuosissimo Padre Cicero Ro-
mao Baptista.
lMu.tos sauJares.
I eqtabeleelda

-Do eicc mmcdo de sau4e que
- prostrou por alguns dias acha-t
se restabelecido o fosso Re- I
dactor-chefe, Padre J. de Alen-i
car Peixoto.
Nossos profalpas.
Ceude .atdlphe


Em visit ao d's inctissimo Pa-
dre Cicero RomaioBaptista, aqu',
esteve o Ex'.? Sr. Conde Adol-
nho vin den Brule, regressando
p6s 4 Milagres.
M mjor anorme V Ictoertnu

De seu passeio m cidade de
Barbalha, Ponde fora em compa-
nhia do virtuoso Padre Cicero,
regressou a esta o distinct e
honrado commerciante major
Manoel Victorino da Silva.
Saudagoes.
Chegada.
Da capital do Estado regres-'
Faram os distinctos commercian-
:es corqnelJoAio daCruz. e ma-
or Adonias Sobreira. Cumpri-
mentzmol-os.

Contract.. el s

Effectuaram-se nos dias 12 e
14 do corrente nesta localidade
os contracts civis dos snrs. Pe-
dro Ferreira de Mello -com An-
na de Oliveira Mello, Jbs. Go--
mes da Silva corn mMaria Anto-
nia Ramos, e Francisco David
Gomes com Joaquina Rodrigues
do Espirit6 Sancto. A todos,
nossas felicitag6es.


f nAde Ad Ipao
Momentos de extraordinaria
satisfagio, deu-nos corn a sua vi-
sita o Extm? Sr. Conde Adolpho


van den Brule-. S. Excia entrete-
ve tomnosco agradavel p .le tra,
revel indo. sempre a pujaro de
cultivo intellectual de que 6 do-
tadb; bem como as excellentes
qualidades de coraqgo que o
emorname o fazem extremamen-
te admirado poar todos que 9 co-
nhecem. Penhorados, agradece-
mos-lhe a gentilesa da visit.
-. .: :-* : " "

Visitaraw-mios no decorrer d'e-
sta semani os illustres senhores:
Padre Siienindo Parent'e de Sa
Barretto, ligno e vrtu s6 viga-
rio d* IgWurass6 e Itamaraca, e-
stado de Perrambuco; Jos4 Ro--
mao de S arretto, An o-aio Ro--
mdo de SIABarretto, e Joao Ro-
maode Sa BaIret', cle Barbalha;
iaajor Joao Victo: i i, Siqueira
Filho, Sevinni le Britto, Fr .n-
i.sco BeInup, .Pedro Belmiro,
dc; 'lAerdca iMoriciri, dcistiutae
pr esso ubli d? Belina o-
breira, d .Lu.isTnha Mai da Sin-
donia Siqueira, da Idalia Maia,
d'esta localidade; Julio de Britto,
d? Sancta de Britto, do Crato,
A todos, nossos agradecimen-
tos.- '


COLOSSO DE COORDURA

O norte americano Willie Har-
ris e inquestionavelmente o rapaz
mais gordo do mundo. Conta ac-
tualmente 21 annos de idade e
e-n o respeitavel peso de 300
ki'os, ou vinte arrobas. Mede es-
te colosso de gordura pouco ma-
ii de metro e meio de altura, o
que nao parece nada extr ordi-
nari-em compensagao, porem,
possue uma cintura de 1 metro e
90 ntimetros e uma caixa tho-
racica de I metro e 80 cent. de
circumferencia. 0 contorno de
suas pernas mele em cima 1
metro, e abatio dos joelhos 55
cent.
Harris nasceu em uma propri-
edade rural perto de Du Quvin,
no -.stado delflinois. Gosou sem-
pre de excellente saude, com-
quanto ao-vir ao mundo s6 pe-
sasse 3 kilos e meid. Todos. os
demais membros de sua .familia
nao primam por excssiva cor -
polencia.
O rapaz teve b6a educagao.
Quandd frequentava a eschola,
nunca encontrava cadeira corn
bastante larguesa para elle powder
sentas'e. Actualmente obriga-
do a servir-se de duas cadeiras
unma aai lado da outra.
Em casa doArie em unta cam.
espec'0laiente. cofstruida ara c
seu uso. Estando uma vez em u-
ma -asa de- pensAo, quando foi
deitar-se,' logo primeira noutt.


~cgjFw ^ ade ocar isP

a e DO PD DA CHIW
lacio d eiM-
-rador da tratado uidado e tiva
jarmim cerc4d6ar uma mu
le modo que -'em home
animal possa apropinquar-4e
plants. Pela ep. cia da colhei
os trabellhdores encarregados
lJeapanthar as folhas devem abe-
ter-..e de comer peixe,paraque o
seu hall o nio damnifique o aro-
ma do chi; t)mam banho tres
vez -s po: dia e,alem d'isso,usam
uvas quando colhem o chA para
L c6rte do celeste Imperio.
P;PAS DE PAPEL.AO
Mlais uma outra applicagdo
rece -te vae tendo o papel na fa-
bricago de pipas e toneis. Os
v:nhateiros da Grecia, luctando
corn a falta de madeira para a
construc.ao dos cascbs, e fican-
do-lhes muito caro a madeira
import ida, resolveram-se a en-
pregar o papelao no fabrico- das
pipas. Ao que parece, este uso
dentro em pouco generalisar-se
Saem todo o paiz.

O OURO NO BRAZIL
Existem, no Brazil, em ex-
ploralao e por explorer, 885 nii-
nas de ouro conhecidas. As qud
ora soffrem major extraeqdo sao,
sem duvida, as de Morro-Ve-
Iho, no estado de Minas;-Geraes,
perteneestes a Tli Saint Jobhn
d'El-Rey Mining (ompan.y, Li-
mitedu,. Cada reuiessa de ouro,
em barra, que esta companhia
faz para a Inglaterra, consta
sempre d. algarismos superio-
res A 200 contos de reis de nos-
sa moeda.
EXPORTA(AO DO OURO
Os Estados Unidos embarca-
ram este anno, em ouro amoe-
dado, 60:200:000 o',!ars, sen-
do 23: ,0):00J para a Repu-
blica Argentina; 13:900:000 pa-
ra a Frang ; 13:750:000 para a
Inglaterra; 4: 000:0.00 para-a
Holl inda; 3:000:000 para o Bra-
zil e 2:253:000 para o Japao.
SM1NAS CARBONlFERAS


__


.RELIGIAp

DEUS


O engenheiro White, nas via- Nunca rculpa iha algue
Snas via- powder a enganar sobre o que digo e
gens'que fez ultimamente no es- penso.
t do Rio a do.^ Su.~..-./l^, ye-! Longe de querer preacrever.o ensino
tado do Rio-Grande do Sul, ve- religioso, ereio, aotae n hoje Maiso
rificoi e comprovou a superiori- necessario do que nunea.
dade do carvao de pedra rio- uadto mais o ht grandee,
grandense. ma de Deus, mais deve vow 4 Dens.
SA jazida do Arroio dos Ratos dever do tod ns, quip quer qnt
sejamos, legi-lador- ou nspoe. saseerdotes
e continuagco da que comega em ou escriptores, pubiear, penfur, duiffadir,
Tubar o, indo depois corn ramo i b tod" as tw eas uaor sdo da mr-a
a Uruguayana, It qui e Rio-Uru- e, ao mesmo temipe, para Tazer que todas
... . as cabe-as selevantui nara o eeoetodw
guay. o aTmasespeir mua avida n tericr em que
Existem quatro e o3 na regi- a juatica ha d.,- ser natideita.
Ao estudada e.a jazida encontra- :i al- e n alto:m ninguem so'roe
di tem mais de 600 kilometroc A mort-i nma r, stit ico.
Je extensio, em linha recta, A lei do mundo mteUl 6 4Q equili-
rio: a lei do mundo m oral equilade
O carvao foi pelo referido en- e a ju.tiva.
genheiro comparado ao da Aus "Ha ma degraa em nosnes-empu e,
1uasi direi quo e4 a uniea°"a: e a
:ralia e da Virgina. tendencia de reduzir tudo aesta vida.
NECROLOGIA destine a vida t6rrens m a M is alq agm
vain so m todas ,"s mous milbrta. na m e-
.-*it3^ *'w. i do qupe BsqPWrM *pM^ ypremAO
MANOEL LUIZ FERREIRA itrtwobp e .sfo ekts a drigtm
S- -- ", la tndas nim ie 6e.
Ap6s long e penoso soffri- r.m .... mneamn i s .r
mento, devido ao projectil .l'uI v .Y->ag so

e =s 3 ho"s d m" " '- e OL k iiao pa vida a
te, As 3 horas da manhA, (Coo- eterial, dteo u.-. 'd


eun.nr %oau A re.m s.- t Upj i e 5 1 do l
q .ue r-o m o ,O un,' 7de 1 5) i ) p00 n --ez. -, soffrimentos foram debellados cionaes- -
qo -ocs d1 Ciaxa d ., p ,-.9. o de. ,ta e 5W000 do I con a iadlmmnina, n. 2 e eDe- -Espera-se uI born soi-thneutol


*


*


reira.
0 snr. el Ferreira vul-
S c X onhecido por Manoel
S ei, era natural da- cidade
do S Braz, Estado de Alag6as,
edI a maito reidix nesta loca-
Vm O m era assaz apreciado
-suas ekc quAtidades.
0 seu ente o-s e no
mesmo dia as 6 h ,da tarde,
sendo muito con
Sinceramente dos, a-
presentamos os pesames
i todos os mem bV sui fa-




PHILQSOP HIA
. -- -- -d
A ALMA HUMANA
No home que se vA, diz Victor
Hugo, o cantor supremo da piedade,
o magnanimo advogado do perdao,
no home que se vd, ha am ontro
home que se uio ve.
Esse outro home occulto em que
consiste a pess6a; ease outro home
que nos attrahe e nos prende pela
virtude, que nos indigna e nos re-
volta pelo vicio, e a alma.- -
Negam-lhe a existeucia os -sabios
da seguida vistas.
Mas, negar a existencia d'alma A
faser da nega"Io a egide da impo-
tenciah
A alma humans existed.
Concentre-se cada urm, e vera, em
simes no,queha um eu* qae senate,
que peasa, que quer, e que apes; r da
material que muda continuamente e
sempre eu.
0 abbade De l'Epee, para fazir
comprehender aos seus pequenos sur-
do-modos qu. ell .stinham uira rma e
urn o0:-po, entra am dia de repente
na sala, bate enm am e fal-o sahir em
lagrimas desfeito.
Chama oatro, depois, da-lhe' a ler
uma carta e fal-o sahir em siagnltos.
Comega entAb a licgao. E pergun a
sos seas- pequenos diciptioaupor
que c. o ava o primeiio?-Pou le Ihe
bateptes, responderam os outros em
sna muda lingraem.-E o outro?
Ninguem soube responaer.-0 on-
tro, diz entio o abbade, o outri cho-
ron porqae tambem lhe bat': nao the
bati no corpo, mas Ihe bati n'alma.
Aquella carta annnuciava-lhe a mor-
te de sua mAe.
D'est'ai te De l'Epe fez compre-
hender a(s Ftes discip lto; que elles
n&o tinham somente um corpo, mas
tambem una alma que comprehend
e soffre, posto nio soffra o corpo.
S. Pe J. e r Peoto. *
Pe. J. de Alencar Peixoto.


?CI~k~PJr ~ -L _...I.. .,;~3~~L~s)+bB~*Cr*,. i;~i~;~ulriGil~Ps~La~w;-~is~ora*r;-*F--~










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'a, -*-.


I a .. ,- <:l. .. t
c,, dar-I .. ,i, q*
Oh.! c .mo an osa ujiu-ria dimiino. qa--
.o O no$to- a naea e"Nper'a.a reLn r -

Eu quero, jI ortito. fuM wars. fn me, e -
dtntenieuete o eneitia das veidi.det. peter
I ino-o frnantes"ate e remn lF*M ri'
* e"eTro que o. li-mnm-n titsa .ior ohjet.
c. ct, rZIo a terra, joer fim .unio-I- a
Saso a nateria.
Victor IUGO.



POLICULTURA

0 ABACAXI

0 abacaxi 6 um dos fructos ma'
apreciadus e mais sabloroMs.
A tna ultura que e natural nuo
deve e:-. desl.retada pwelo no. s
agrimnttre-.
Plant flilha e amiga de nos.so so
lo, o aba-axi teun, couta.do, certa-
ex' ntias que precisam ser satti-
fe tas, afim de que elle po:sa conm-
.ensar o trabalho de quem cult va.
0 terreno especial p, ra a sub,
Iplantagiao deve ser am oltuwo oi"eli-
La'o, especialmente emn maigens di
i-ozs, prern niao niUmito pei to d'aguna
A terra deve ser arenosa on argilo-
tia, mas multo lem r v lvids e tofa.
adnbada con o prqipr u hunuius da.
mata.oon comn o dttricto das quei-

Si o terreno eni que t'vermos det
plantar abacaxis for piano, devemo-
abrir rallas am pouco funidas pel.
.elttro da planta;gio, afim de que a-
gu ffa e filqntim estafynadas no solh
o c 'i ado pelas pla'tas.
E' sabido que o abacaxi nao sof-
fre corn o sol e com a clinva, desde
que tenhamos observado o terreas
que the convey.
Assim, precise que .e Ihe d
tompieta exposiao, ias-to o terre-
to onde for plantado nao deve sel
e..s)mbrado.
Quanta A sna plantaeo, pode ser
feita per nie'o de serientes; mas es-
te proeesso 6 ranuto moroso e tardio.
convem, poise, preferirmos ao ant'-
go e commum systhema de platagao
per meio de brotos on filhos.
As medas para a reproduaCo de-
vemn ser tiradas do caule, on pedu-"
culo, erntre a fructa e 6 cello da
plant. Nesse -espaeo nascem tam-
bern, independent da cor6a e dos
filhos, alguns brotos salteados, anut
muito acanhados c outros muito de-
.envolvidos; si.o este", de preferen-
cia, os que devemos aproveitar para
a replantaCAo do anno seguinte.
O abacaxi, comosabemos, e plant
viva, mas de ponca duracao come
plants productora.
o sea regimnem come o da bana-
neira, isto e, o individno que frauct'-
fica uma vez nuo produz mals; care-
ce ser subot tuido. Assim, a plantoi
que este anno den fructo, no anno ee-
gtinte tambem o darA mas per meio
d'oma novaptlata t(ie pa ce da raiz
da que fructifieou n noano anterior.
Quando esta rebento chega a*so e
complete desenvolvimento, fenect
a plant mie. No tcrceiro anno, por-
tanto, de anltra, jA a noss plant
;Io do abacas deve provir das
tmuda, de que aerm fallanom.
A principal epocha da plaataao
e desembro on janeiro, podendo, ea.n
trnetar.t, fastr-se em feveiro on mar
1o para que a colheita seja tardia.
Feitaa plantacao em janeiro, em aba-
mxis poderlo florecer em juiho oet
agosto, colhendo-so de november en
diaate fractos cadivos, perfeitemente
maduroes.
Na plantacao per meio de mdas
procedamos e devemos proceder as

S Depois de preparado e bent limpo
o terreno, revolvido corn o Imus
das matase oes detrictos dasqmiman-
das, si os hover, e bem virado aa
profundidMade de 30 cent., pegs-

]has deatroda ao dieitaeeater-


rn-ms uO solo distaate am da eutra
o 0emt-, teldo a preema"s de ao.
dei. cahir terram m cemtm da
plat a, 1 q mutmo t r o mi

Aa mudas devem u r ebtemras
somente ma altara d'm deeidutr,


*I 1. .iMuJ-$ dtjse a te rra t
.f. no d'flla.
Ahtee dep irocedermom, porem.
-4tiVtia. dvr*.emtw detvpir as mad;.
s i -e.id. A 10 5as qae eavolv. I
.:iso dia planta, btm romo d'u,
-Ptcie de bat.t:nha qute all SIe a rt
que f, nada maix n B menos u.
ruato nmin to aonhadn que anio per
Sise desenvolvtr. Smm-nt. depo
las mada. ser,.m a.s:im trantai,
ue dv*.eu romriit r o trA allh it:
-lahta;AP. em linhas rectal. foraaui
1n quadrados, em cujo ctnt-ro e de
Ve deixur saminhow es|iec aes, afit
. taiItar a capnagio e Impes;
.as pla.tas.





COMO SE LAVAM AS PORTAS

Pira lavar ports. mnito aujais, efre-
em-n a. coin urna ewcov n uinlle e .
4uguintec prepanhiio: tomet-n parn cadi.
litro d'agua tie chuvan amornada duna co-
:hervs de aleull volatile ruma quantidadte
;gual de oleo de ter eiatiuna. Countcfiim
aval-as do- Foalho, porque a Igia qu.
c.-orrerae Mobre a ports enxuta deixaria
listas.
An portas e janellas pintadas a oleo
ranlinem so potkem lavar corn agua mornm
na qual tie duiisolve um ponceo de lpotbsa
. .Paha&, enxugando-as em segudu coim
um panno maeio.

COMO SE LIMPA 0 MARMORE

0 marmore de lavatorioe, dtageres, me-
ial, lanheiros, eAcadais, etc.. exige muitu
cuidado. P Ira liinpal-o prepatrei U10.,
*uiatura de doie a tter.oi de pedra-ponie
.,nui.finaiente pilreri.ada e umr tero de
carltonato de soda diawolvido en1 um poc-
mo ds agma.
Corn uma esponja groaiwira appliquemc
estr niistura robre o marmoro e a deixem
per espa.-o de quatro honra. Lavein entio
_oaR agua e osabo (evitando cuidadoza-
neate -nvolhar o morel ou o soalio) (
.,nxugam comr um pamno. Depois friceio-
nem, tA forteuieite quAl posivel, om
-mn pedato de .flanella branea, embebida
toe azeite ie oliveirsa.
Este proce nao sera sMficiente ei o
inannort ja tiver perdido sen hbrilho.
Neate case erretam nui peoce de cenra
hem alra e ajuntem long do fogo) urns
uaantidade egunl d eteie,.cia-afio oleo-
Ie terelentina e agitem vivamrnte con
amna eepatula. Friecionein mui energica-
mente coma o liqnido quente e amn pedae ,
dte flanella brauea ate quoe o marmore le-
aim haeorvido today a suhtancia gorduro-
za e apresetnte um bello brilho.
A dona de caa ceaprichoea deve, uu:.:
ves por anno. limpar os objector de mnar-
more pelo procesao que se aaba de ex-
E' preciso evitar entornar U;quidop aci-
dos: sobre o marmore, vinagre. limoni, a.
liuaao, etc., torque eates produzem no-
doam induleveis.

C)MO SE LIMPAM OS LAIR LHO'-

Muitas families ten a salad de Ianho.
a cosinha, as Varandas, etc., ladrilhadas
de mosaieo A imples lavagem con ag':.
e sabio tern o inconveniente de embaciat
a ladrilho. O melhor nvythema de lim-
pal-o 0 o -rvunint- laverm-n'o com ratn(
e agua fervendo;depointirm ar odoas eefre-
gaudo-a. ccm ua na mism r.t de pedra-po-
Mme pulherinada. e m aao, enxageem cou.
agua morun e depois corn agua fria. E.-
tando deteo mode perfeitaniente limpct
dkm-ihe brilho friccionandoenegricareon-
te eom uma boneea de 1i tmbeb:da de
oleo de linhagf.



MEDICINE FAMILIAR

AS BANANEIRAS

As bananeiras tern valor me-
dicinal, igual ao das vassouri-
nhas.
Para curar os esgotados, ane-
micos ou o flato das mulheres,
aconselha-se de preferencia a ba-
n.na curta de S. Thome corn
queijo de cabra de manht.
A mesma bapana, assada e
reduzida a massa, e alimento sa-
dio para criancas de seis meze.
em diante.


Nao produz c61icas nem diar
rh&as.
0 succo aqueo da plant (a-
guando do pan da bananeira) 6
usado internamente, adogado,
nas diarrhas e fl6res branch,
na d6se de meia chicara, trees
veses ao diia.


Externameef
l..var as .Ice
.e abelas p.;rai
,inhos das criai
As flares da.s
.adidas em ag
.reno a noite, u,
jcar para as mol
No sertao ja
t ...ica pulmon
c An o xarope daf
.Cira.
A banana mei
post-. sobre as
s c os chamad
.r: m-nas.


cemprega-se p.. -..**
W fttfn .Mu aiw-do watt chagaBlo mur
a do adgmingo A cidade. pergnnto ar
nIIs). *n home quo per season eneontrdra n,
S.i, iaho. eamde m achavr a igroja mal
b:nain'as, in- I-roua, pols suda. a tinha ouvid
iua eotDtas
IM R-4e4'o qS;ob,,!
m stobanho s. A.i q.al, ti.a!... --
lestias dosolho: olha pe. minm, e e coam epaso bhe
san mgio... on ,a"o no a misa.
se t': curA Sta! Q iaio-he a mulher-tamben
u tenhe ames iquiro dois poreos que ep-
W UiC.-*IIflt .o heane gojpde maisgordo do qau voce:
S fl6resr dg bani. noobsta, nmaca rio a missa ...
..- 0 NUMERO TRFS


os formigueiro!


E a cat-plasma de banana
:urta, madura e assada, mistura
ia corn i.zeite doce, 6 muito e-
.noliente e maturativa dos tumo
res.


AULINARI

A 'ONSFRVA.AO DOS ESPARGOS

Tira-se a p rte dura do es-
;)argo, e a parte molle que fi-
ca e deitada n'agu. quiente corn
am pouco de sal; passado um
luarto de hora, tirio-se os peda-
cos, enxugando-os um pouco,
-em os expremef; deitao-se
:1'um boiao ob t rrina, cobrindo
se corn vinagre bom, mistur..do
corn outro t-nto d'agua, algun-
cravos da India, um limo corta-
Jo em rodel!as, e despeja-se por
-ima manteiga devacca, ou cAbo
iresco derretido; de maneira que
este f6rme uma camada que nao
-ieixe cheg.r ar ad liquido'
Quando se quer'faz uso dos
espargos, tirao-se1, aquentio-se
I'um pouco d'agua, scrvino-se
S-obertos coCtf pao itoado aladtx
1 manteiga derretida-.



LYRA POPULAR


Cancao do trabalho

Trabalbhae, means irmaos
Qu' o tral alho vigor;
Delle brota a virtude
Brota a pax, o amor.

O trabalbo 6 a vida
E d'nm povo a rique4a;
E'a glor'a do home,
E' a sua graandeas.

O que foge o trabalho
Dos iho enes indidino;
Suprema, a lei despresat,
0 preceito divino.

Lei diving, o trabalho
Que per Dens nos foi dada;
Lea saneta. universal,
Benigas e sublioada I

Menu irmAio trabalhae
gSen mane emorecer;
Trabalbae n aflnco,
Trabalhar.' viver.



FACEIA A

Um alfaiats o a sajeito.
Venho reeeber a eonta di roupa.
-De que aoups?
-D:a roups quo o senhor mandon fazer
tA n aslfaiatar.L
-Nao tenho mda a paar. .
-Or. easm!...
-E'asim moan. Qunado eon mandei'
raier s reptsh mimae io pagar-ibe a me-
tad.ee fSaer-ltadewr a onta omtade.
Nao tot etoo jete?
-Fol, simm mber.
-Pagusi-the a metado, ml. paguie7
-Pagon mafcemte?
-0 testo vS pego, m aIo pagae, nlrl
lh'o Scrsv a d mn eru coatm o ajuste. ,


As taes commas main dignas de respeito-
*Um firSh eheio de reconhecimento di-
nte de seus pa.,-num rapoz comr o cha-
mo na mao diante de uui velho-e uam
ovo sabmiamo diante da IPL
As trees eonas que mani levantam o
ivel marah
A humanidade inteira currada diante
e Deus.-o honen diante da humanida-
le, e todas as eouas creaduas, diante do
As tres cousas mais dificeis:
lirigir as creangas, as mulheres e o
Mvo.
As trees eousas maim uteis:
Parea rm poro, unma boa lei.-para quem
.tetuda, nma boa e-cola- e para quem tran-
-its unaa bea etrtada.
As treo conras mais pareidas:
Dois gemeos.-duss srola e doits tolos.
As trees coumas main repugnantes:
Comer aein vontade-fazer o papel de
idulador-e oeuvir falar somn razao.
As treat main segurans
No consta que urm inglez eaorregas--
*e-que um bebedo eons-tipaes-e que um
convento quebrane.
As tree eousas mini elosticas:
A politica,-o marfim-e um nariz de
cera.
As tres couns maim feiao:
A primeira snpeita quoa nasce do co-
racAo,-a ultima esperanga perdida do
ixilado voltar a patria-c o desabar do
zodas as illusbes.






0 chriLstianismo cath licod a
religido que patrocina as artes
contra- o furor iconoclasta dos
bisantinos, mahometanos e pro-
testantes; por isso, fomenta a
music e inspira a poe ia, as su-
as mais alas c-ea 6es; por isso,
consagra *odas as bellas artes em
torno de seus altare harmoni-
sando-as na sua adm:ra.-el lithur-
gia; por que as artes s lo o meio
mais'directo para restabelecer a
harmonica das faculdades huma-
nas, serenando 0o *umulto das
paix6es, purificando agradavel-
mente osseus excesses e con-.
fundindo a parte material e a es
spiritual n'uma vibragao unisona.


D'A arte pela harmonia

R. Ruiz Amado, S. J.

*

No mundo animado nada ha
de semelhante.
Que relawgo se poderia est.-
belecer entire a faldaderepelente
d'unta aranha hedionda e a ma-
ravilhosa tela que ella tece corn
t nta habilidade? entire uma abe-
Iha e seu delicioso mePentre a
andorinhae seu ninho?Que rela-
CAo existed entire uma plant e as
fiores corn que ella se orna,ou en-
tve uma arvore e seus fructos?Por
que e que estes sao pequenos
nas alvores grandes e grandest
ios vegetaes cuja haste 4 tio fra-.
gip
Da Vida e material
Dr. Th. Ortolan
*
S*0
O grau de influencia moral e
intellectual d'um povo mede-se
sempre p'la esphera de expan-
-o mais ou menos extensa de1
sua lingua.
Da youvelle Revue
Conte Wodzinski
_


No meio das tribulagaes, a que
is pompas da vida serve ape-
-ias de decoramao e de theatros6
4a duas grandes e providentes
:onsbla6oes,crer e saber.Por isso
-s dois maiores thesouros da hu-
manidade tMrn sida e serto sem-
pre a religion e a sciencia.
Nao penseis que slo adversari-
ise incompativeis, porque ofana-
ti mo ou'aimpiedade rompem, as
vezes, por algum tempo,os lagos
.om que intimamente se encad#-
im a' f e a razao, o dogma e a
--ciencia-Deus e o universe, o
iivino Auctor e o livro immenso,
em que Elle exemplifica nas for-
mosas harmonies da natureza os
signaes indeleveis da suacreado-
ra omnipotencia.
D'um Discarso
L. Coelho
*
Anjos do ceu recolhei preci-
3samente esta gotta de sangue e
levae-a ante o throno do Senhor.
E que uma anemona miraculosa
qoresCa na areia orvalhada pelo
sangue de Thais afim de que to-
d-s aquelles que vejam esta floor
recobrem a puresa do coraqgo
e dos sentidos Oh Sancta,
sancta, muito sancta Thais !
Do livro Thais
Anatole France

INEDICTORIAES

CARTA ABERTA

(Ao home do fim do mundo)

Proseguindo na tarefa que me
i mpuz, de escrever alguma cou-
sa ao home do fim do mundo
venho hoje dizer-lhe que 0 Re-
bates ahi. est.!
Digo assim, porque V. S.
subscrevendo aquella pequena
quantia A subscripgao aberta pe-
lo nosso... para compras de ty-
pos, quando se mandou arreca-
dar referida quantia V. S. disse
ao arrecadador e escreveu ao
nosso ... que as subscripg6es e-
ram livres, o sujeito podia sub-
screver o que muito quizesse e
nao pagar nada, e alem disto nao
mandava o dinheiro que tinha
subscripto torque sabia perfei-
tamente que faltandocom aquel-
la quantia O Rebate* deixava
de sahir.
E nio mandou oJos6 Cobre.
Ora, cars leitores, quem di-
ante de semelhante attitude de
tim homnem do fim do mvndo, po-
de center o riso ?
Por certo, ninguem.
Sem precizar-sedosseus 5-000
O Rebate. ahi estiA de front
erguida!
O que dirao, agora, os que da
marca do komem do urm do man-
do prophetizavam dizendo-fago
aposta e juro adiantado como o
Joazeiro nao e de possuir nunca
um journal e que esta historic de:
surgit aqui 0 Rebate,i e ura
utopia, o que dirao elles, agora?
O cRebates ahi esta, repito.
Eo home do im do umado
ipparega na sua secCDo BAss-
lees para responder-me algu-
ma cousa.


Aproveito a present para
convidar o meu amigo Jose de
Arimathda a vir ajudar-me antes
q.-e o hoAum do fm do m aud
faga de novo comnosto como fez
Am Abrii (salvo engano) no Jor-
.al do Ceari.
Adeus, at outra ves.

Nicodemos


UadSAC, ais AdiL u agua, at cMciz aguas as iomes na no '" pO (de erMaa;,ge Ou c epiqu nao as expresses co E qu.ae
de madeiras de construcfao, a do. mais A mais mingoando e au-1 cde ser fuutiano sem que n&o odas expresses corn que me


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Silva Birros.


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.1.nr-.v-'! .t I1"r l)oret FF'ldert'aIl,r c n depo ito c gaira-
tii no h0-,'1 ,, i ", i.e-'stal, ptyntJ rcin i -).o,g cpVti S.tel p.isawCs d,
i conJ t dL s. . o Pal . '
He.r-'ais;-,.iJ- nui Jn., C(oammercil d,:' S'ho Paulo.


:.. A S. TO.

(-.;.t'; escriitu1io InI Cd-S pInIl, 2i- a'inn)
F!k! n Lii: Ri'A- 7 DE SET-,'\It(), 113 (nmodctno)
,:.:: ,T : : '. .". D I ... -\ .. ::;.I. . ,.( .,T .3LI_.
--- _, tLN Z" ..


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P i ...q E "]--e-idwr I nz P:,i, PL.-o,, or. Este.doni
ex<-..,.' . ..i ..x-,ccttri, da AgricuLtura. do.E. .d. S.
Pa .
S"CF. ETA\ IO-C-'d!ihmen Ador Lnoncio (G ugJl, tin .*' rmn
_ilv.i ;a .~.-r ;, '"., dIa Flibica de Tecids S. h1Brnardt'-.
rt L .Ll i S I A S J5 t..flY9SZL44L 54MI d Jt t 15!0 IUl; i ;T i6C 44.


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,cnit -.-', diro i-r d,'(.'; panhini lut Intstrial dou Paulo e dI umburi o 'C
C ong -iiK- Ib-a "8.- P "u Is . L, L-.. eC.tr
-.:t 't .. '.:., ,i :. " io.-,-oin .i segt
C igtj. t .eal e -o' ir t":

Ex,:no. Sr'. C. u de Prntes, Director do Panco de S< i
Psauo-- Ex:u; >. -i'. Cro'i 1cinnndo PresVes, vice-prrtoidnet
hi <ai" ,-- -i D:iprat'. dir'e ato'r da Ooiin)nkia Inbhatrial
,. O O:l'aulo-DD;. a. p' i Mirn.da, pri>r..:.;i,. da L F"abric:. e aol .-'o esque
,';a Tl (Ci K.-.\r .- A Iu:itl '-, dle' Piuca5. de ci.t- do Me't ral- ..--- ,,-" .:;. 1 .sZki
1 F-. -. . A1-.s Di:,a, m dhcoapruopr i a iit--P .rKm. L. Piinto i enmb.ixoa 4
's- Qu-:iroz, d di:'a 0, Q r2 w e m". (pt(oprnp tain. da Drr .u in -
Auiv--:icna:a .F..'.'i-c:. de pri &uto. chihnicos) Dr. Padro Puntual
u j)v. Vix;C, r .-:;u! i itaa. ..
.-4 .ECU UMlS( PiAULLSTA ( -ii. # c -dn', Quemn oap
imutuA,t ,omwf&-sCiLaUsaqao do ventio, cujo fini e st Qie!ccO et,. io I0 6o a [iW
RENDA VITALICIA MESS j.i. DiNLaEto, [acs & Oc.. i .aze.iro.
Tern dtas caixas, a caix, axa B, a,ni B arb.
s soccios da Caiia .Lmn 5o.o000 de jo1n e oado ie .,, -a
ruensalidad ee tiemdireitonae 15 iunos, a unma penW rAd ,,
que s- owdi, 1 i in iiwr de 15-%OOOw or im 'z. c-ss, serao
Uo aucios da Caixa B, paInw 5 ":'- du, j, iao 5 00_ do g.-tificado. '


*" --d L T
", .. .-'" '" ,ricad dtivir-u'so Lrias branch .,o
-. ". .de c -s, ze hir- & vende;.
u-m d "rcio- 45 Ip-- pros rOeCzidi *shn,.. s
SOmais.cxig,,nt, fregIcez PC)mmIo-..;
-PXPAO-C- ,RA.'. da r-s:-6. cOn oS Sc-uS preoS, en-.
; "." ;.;n, ., contrando s,'-, pr-_ agi'ado -e sin-'';
taalsId;; final Mido -, N .i ls, i ceid des,
A hfainutasia, <&.& .. : Uma visit l ,is ALOJA :"
,. ar ptan !n s nhi Cinonnato SILV .x'

'"1 6 --'" +
0 so. co ietid'oorR U A 'S.

Dih ,iro J vC.,-n -I i ''1 -' '


AVIZO
A X rr~o,,s Irn. ,:O.T. da . s. 1
r ',:a /erra ., k.; c i pe,. Tend, c ,t lh :I.u e.tat n: ,' ---:- r n ..
f M, 11 t n- w I, t .
, : 1 . 1 . .j 'al e \1 n4 d's "





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