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9 - t 4..'. * . L I **5 9 9 EXPEDIENTE 0,Q REBATE. publica-M msemanaluIento REDACTOBR- -CHEFEPadTe Joaquim de Alenea r eix6to. OERENTE =Felismino P. deAlen-ar ASSIGNATURAS e tr . ....... .. PAGAMENTOS ADIANTABOS As publicaqzes de interese particular, 06 anuuncios dependem de contract, enudo o pugamento adiantado. A redacqfo n ee fesponsavel pC' puu- bHieaOes .inedictoriaee. Dma poes pa- bliesqaes alheiai, sigmada. Aeceitani-se artigo de Aolio, cienia, litteratura etieprehenelndo certas condi- Reda1o, gefuncia e typographia-116 Padie decr --a. 343. -* . AS MATAS Triste e desolador o aspect que apresenta o Cariry. 0 Cariry de hoje nao e mais, com effeito, esse Cari-y de ha cincoenta annos A esta parte. Os mais annosos que o di- ganm, E nao ha contestal-o. Certo, aquella exuberancia de vida, aquella opulencia de seiva, aquella pujanga de forga e vigor que attestava a feracidade de seu solo, jA nAo existe. Toda aquella populario de ri- achos que o, em todas as direc- 96es, cortavam, perennes4rumo- rosos, extinguiu-se. De seus rios em sombrio, par- te se evaporaram, e part nio tem mais, neam um quarto de seu pristine volume d'agua. Seus brejos, que tanto en- chiam de admiraCAo a gente, ameagam escalvados, estao pre- stes a desapparecer. - A' proverbial fertidaide& outr'ora, succede a esterilidadc, a infecundidade que bern que se nota hoje em seus campos, em suas combas, em suas serras. E tudo isto, a march em que vae, parece ameacar de extreme osseo, em future. mais ou menos s emoto, esta parte do Ceari. E, agora, e, aqui:qual a causa de tudo isto? Todos a conhecent; ninguem infecundidcde, a aridez, o deser- to vio se distendendo A propor- gao que se devastam as matas. Eis o que succede e vae succe- den lo gradativamente ao Cariry, devido i esse espirito de de- struigao que tantocarac'erisa ao home, principalmente, ao ho- mem de hoje. E para tao grande mal, que males tantos nos aza, nao have- r- ainda remedio ? Sim! Parar a estupida devast:v'pAo de nossas matas e tractar da ar- borisaydo de nossos terreno-, eis-o remedio, o grande reme- dio! E nAo ha outro. Conve* mo-nos disto, e tra- balhemtns com -enacid:-.d de - pos-olcnem redimir o mal, o Trade m;l qu sob ra de bem nos mQn a" iosnlT Trabalhemos! A salubr;dade d'uma regido. a sua ertilidade, a copia, a abun- dancia de suas aguas, a sua vi- talidade, n'uma palavra, pendem das mats, da conserva go das matas, Sabido, que, no ar, vague- am milhares de miasmas que se desprendem da levedaago de ele- mentos organicos e vegetaes, productores de muitiplas enfer- midades. Esses germens de extinc ao vivifica absorvidos e reutralisa- dos peloslaromas que trescallam as flores e balsamos que distil- lam as arvores, a sua perniciosa influencia, post nao desappare- va por complete, e menos pern- gosa, menos nociva. As matas e os bosques na ci- ma das montanhas attrahem a si as nuvens e as chuvas que regam a terra e conservam a humidade ao solo. Assim que os proprieta- rios de terras fagam deter a ac - ,io destruidora dos machados, Sconservando alguns trechos de matas que Ihes rest.am; reparem So damno azado pela mio sac-i- lega do home, dando-se de corpo e alma ao trabalho da ar- borisapAo de seus terrenos, e nao terAo de, mais tarde, em do- is ou mais decennios, queivar-se da insalubridade, da esterilida- de do solo, da eseaenz das-aguas e da falta de madeiras de con- strucaio e para obras de prime'.- i ra necessidade,.. a igna a devata das ma- Co vae, ietarios, os tas millenarias que a natureza trechos de matas que escaparam nos legou. -A sanha do espirito devastador ' Nas regioes de eXtrema fereti e tractae, quanto antes, tractae lidade, e obvio que a imsalubri- da obsa da arborisa;16 que as dade, a falta d'agua, ai escacez aguas das fontes e dos rios se vao de madeiras de construc.ao, a do.. mais i mais mingoando e au- guram desappa-ec~iqento. seja o fim do Creador. h Conservae as mitas I Jesus Christo estabelecen na terra d Cada arvore tada 6 mais o sen reinado que 6 as inta egreja ca- g urn perigo para. vossa saude! holic ou univeral;e a sua divine I v lantae em ca logar desoc- inteao foi essa-que todos os po- p Fltante em cacaa logar desoc- vonse estreitassemn, se colligassem & cupado uma arvfe; cultlvae-a entre si por constituir uma socieda- com solicitude e ~rinho, e ella de universal oen ethnarchica-ima- vospagara! reco nsar-vos- ig no tempo, d'aquella sociedade, n S-T te toda a reflexlo, perfeitissima n u exi'" ste no reinoda immortalidade. s Portanto, podemos, com certesa, h TH N ARCH A .ffirmar que a grande familiar huma- .--. 'sa gosara, n'nma epocha mais on Qnuado etm oc .-amos fallar enos remote, d'essa paz universal, sobre a unidale da gentes. d'essa paZ que dorme, a front cmin- nigavamo isto chimera, nma 7gida de oliva, no seio da unidade. j ntop'a, pura miragem,-nada! E nlo se admire disto os utopi- I Hoje, porem, qa o conhecimen- stas, como nos A principio. tos se s0 vio aimIrecendo a inz A experiencia jA veio de verificar henefie da imos n'aqudbll o presagio: essa sociedade ftaura, ve- , himera, 'asq ia de honte mol-a, pois, d'algum modo,-em es- um naMo er iin nma realilade luisso, n'aquella uniao celebre das de fate -ai remote. principles potencias, que chamamos, Co*t*- *m e, certo que Iccorde com os mais dstinctos juri- o mand a Bida, sta -equilibroeuropen*,e que se- i .. f ta pedra fundamental desse gran- si bieatf eifteo social. Exhaustas v l .l. aa, mi I ve eidas as repugnancias dos povos liv di em pos ~ nieos e adver-' e os prejaisos das naqces que dor- ario p r apar do i- mer no extreme oriented, a socieda- t Slentes multiplos divergenracw, e e, si tem progredido tanto para a - dlos costranstes mnultiplos de ideas, suspirada nniflcafio, como nio abun- uterean e oewtanes, move-se pra davam ainda os meios de communi- esse ceatro doe idade commum que eaeo, os telegraphos. os cabos sub- cera, A am tempo, :o termino de sus mar;nos, os caminhos de ferro, etc., evolnAeeo eo eacuw de sna perfeli que ono faria d'aqui a meio seculo tao- mais? a terra, trausformal-a-ia n'n- Quoe haverA, por certo, quem ha- ua vastisissima cidade. vera queno s veeA movimento, Quando isto accontecer, a unidade esse agtar myrt to, eqe progresSo, dos povos serA nma eonsequencia ne- posto dem do, mas coastante, de cessaria da cont-nna communicaao todos an poniS ea-domlasBauC6es de d ideaspirac6es, interesses, leis para mam uificsagA6epulcherrima dee oste. ideas, a sentimentos, e tendencies, e L interywsse, e legislacso, e governor, u ntiko, verdaderamente, entao, e costaMes? que veremios realisado esse ideal de Sperfeirao que lobrigamos atravez das Corn efeto, porque esses maravi- commoqkes da political universal,-a hosos meios subministrados por De- nuidade social das gentes.- us aos homes, pelos quaos estao el- les transformando o universo ? pr- Padre J. de Alenear Peixoto que wess meios de commnunicago re qne vemos ? porque esses caminhos de ferro varejaudo iando? telegra- phos wvemdo ear orpeusamento i todos o poves; I pos veancidos; OMIIO CO os pyreMeos aplainados; a physics, a chimics, a geolsgiamwcendo e des- cort:naado mand- que os nossos pa- CARTA is igna ma; a historia, a philologia e a Ibi es Uwelaado-p ea qae E'com extraordinana satisfacsio muito que tinbham desapparecido; o abaix damos publicidade extrandbuurio amo admi do mis q abaixo. dam08 pblicidade eA nitgimp; o iadi- A cart que, em resposta, ao nosso posuivd,-g-l isto ? Redactor-chefe, digoen-se de ende- E porque em nosso p.Car-lhe o muito illustre e Exm? Sr.I 6.sues sentimentos de bene- Dr. Desembargador Antonio Lopes vol persa eotdoe o homes, da Silva Barros. eeolO esses ibiaetde dma- Nests amavel earta do grandeja is apr io? P ? adido, risc usMlto e notavel home de le- como a faupilia, a rainu'._c me o po- nisctueolt vo, O peVO come a idiget al- tras, no sabemos o que mais admit. teri.s P rar,-si a delicadesa de suas expres- Si. maudO maal= teadoe para.s sOe qae s&o am earinho, on si a po- unidade, come o undo physics, JaiCa Ifergotavel de sa eerebracgo quA4*4 ispe u- u .w.|e.tos 84 assistida pelassombras corn quea sua materua crda, , .d l da, modestia a encobre, pondo-o em de- ded ba t,--B atilo por De seIcon o e .tendenci,;' ... - certs, c A pre iosareliquialiteraris,--eilla tamet$ m enada in . Qa. em boa philhi"sWs, td0 do 0 Revm? e Exm? Amigo te a me e Agradecendo-vos a gentileza icte ser frtranKo sem que nto odas expresses comn que me lonrastes em vossa carta de 10 lo vigente mez, gentilezas que rato as conservarei em quanto iver, venho diser-vos, em res- osta de vossa amavel e carinho- a cartinha: Pri'mo, que muito lisonjeou- ne e agradego a remessa que ne fisestes de4 numerous do vos- o lindo journal, bem como o honroso convite que me fisestes >ara collaborar no mesmo. &egundo, que me foi muito ;gradavel a leitura do mesmo, a pelo elevado do fundo, e ji pela sua douta collaboracao, belleza, nitidez da forma e boa mpressao. 7ercio, que me achando no iltimo quarter da existencia e ji marchando para uma complete nvalidez, reconhecendo mia& ncompetencia, receio que os nae- us rascunhos nao vAo im o brih do vossojfoal. No entretanto, sempre deva- ado i defez do povo e dos prin- cipios constitucionaes democrati- cos, que constituem a alma do nosso, vigente regimen de go- verno, que tern sido deturpado, ou mal comprehendido, pelos executores das leis basics da Uniao .e da confederaiao dos Estados, isso desde o centro i peripheria, e possivel que, rom- pe-do o meu natural acanha- mento, vos possa ajudar em al- guma c o u s a, promettendo-vos, desde ja, nao afastar-me do pensamento culminante, que constitute a alma, a vida, o Lanal e o alvo do vosso Jornal. 0 Cariry, effectivamente, e- stA immerso n'uma onda de mW- les; nesta nossa terra tudo dor- me, except o crime. A ordem, 6 desordem; o descan;o, tra- balho; a luz, e trevas; a librda- de, tao apregoada, 6 anarchia; o principio da autoridade, tyran- nia; a lei, K letra morta; o direito conculcado desapareceu nas malhas da politiquice; at jit- stiga, que d a alma das leis e o pao do povo, dorme o somno mysterioso da more ! Que venha 0 eRebate' acor- dal-a, sera o mais alevantado servivo, que a -imppeasa neutra poderA prestar A esta nossa zona, linda, rica e dtape nature- sa de maravilhas e riquesafsa- turacs, que deslumbran. a vista efa zepasma agrandesadoex- celso e genial Creadordoos Mun- dos, myster1oo ser, que nossas vistasno aklcaam !aI Querer, ' poder: avante, avante.. . Do vosso humilde amigo, pa rente c er?. Silva Birroa. '4 ---i-l-. .4 5. 4 - -" ,-Rlllk'1 .MLa--;-- = ' sou faa a dos grav t sci so laorg o ca te. Depais de e ias; depois veu-me. Ftt is rha a estre M e, de per came raies, que desco a noa repre a -Agora 6 ta a vz gotta bri- thante, disse a fada I seguada. -Eu son o ecitb reza. Eu represent a madrui- gada . -E t? pergu.-tou Alba a mais Ipequena. -Eu nada valho. Falla... de ondc vens ? -Dos olhos 'e urma noiva; fui sorriso, crenva, fui esperanf- ga, m is t.rde Iui amor-hoj sou lagnima. As outr. s riam da pequen* gotta e Alba, abrindo as azas, to- mou-a comsigo e disse: -Esta 6 a de maior valor, e- sta e a mais para. ... -Mas eu fui oceano ... -E eu fui atmosphere ... -Sim, tremulas gottas, mas esta foi cora no. E desappareceu no espazo, levando a gotta hu- milde. CoeiAo Netto. TELEG RAM MA: 14 agosto 1909 Exm? Dr. Accioly Fortalesa 0 f el. Antoulo I.ul de- sa iende. Mmeen ped ide re- ache will. J140jQto n, ' neIpeilesas .tind, t^ ' Iv de(Cicero ULTIMO ACONTECI MEN- TO DO CARRYY A VIEBD tabi- (0 nosso d;reito de defesa) Encima !esta epigraphe o es- cr;pto do illustre snr. Cel. Do- mingos Leite Furt.do, o qual i aUniaov,de Barbalha, annuncia- ra, ha dias, e, agora, em sua edi- 9ao de 8 do vigente, acaba de estampar. Esse escripto do eminente ho- mem politico de Milagrcs, vem corroborar os dizeres anteriore.- da "Uniao" no tocante a ques- tao ultima do Cariry, e fazer ver ao long a verdade como ella e; cssa verdade que estA na consci- enci3 de todos os habitantes d'e- Sta zona; verdade essa que subi- rai como umrn veredictum para a historic dos accontecimentos do Ccriry. Chamamos a atteni9 o do pu- blico ao long para essa pega, in- contestavelmente, de. real valor. CORONEL NELSON Passon ante-bontem o anniversa- rio aatalicio do illustre cornel Nel- son dd Franca Alencar. Blindado de character adamaatmo, dotado de maueiws cavalheiroeas, e corenel Nelsoa impbe-se 4 estima de todos que o cercam e a considerSo de todos os sew concidadios. A sinceridade doe wtente lhano, a sMa convicao d& partaaeo, asua linha de coaducta inalteravel e -rha- sAe Ca (aice imun i. - 0 powder, o mar pregoa oo najo " SOUB*i.~tara, e, ao mom d'eti Um canto, urma epopea que exta'a, E quoe serena un peite gea* eet . Vale o sen nome uf on* -XMarial. radre J. de A f,,r PkwXQOTO (1) (1) a d.) ainda e tu ant. liamantica," fasem-n'o resjeltavi I'entro e fora do me o social em que vive e ende, por qualidades .tio ii - vejavei, e qu rare se condensam -I'umso-sujeit, se de. twa. Associbndo.-nos a umerosos a-, ig is, etnviamv s-t he, d'aqui, pesto aidramente, e de eT- ol a corn o-, votos que fasemos p. la lintrnidale de ,ua z -teunca, mui- to sandar. Padre C(leer " Regressou da visinha cidade te Barbalha onde demorou-se por alguis dias o benemerito e virtuosissimo Padre Cicero Ro- mao Baptista. lMu.tos sauJares. I eqtabeleelda -Do eicc mmcdo de sau4e que - prostrou por alguns dias acha-t se restabelecido o fosso Re- I dactor-chefe, Padre J. de Alen-i car Peixoto. Nossos profalpas. Ceude .atdlphe Em visit ao d's inctissimo Pa- dre Cicero RomaioBaptista, aqu', esteve o Ex'.? Sr. Conde Adol- nho vin den Brule, regressando p6s 4 Milagres. M mjor anorme V Ictoertnu De seu passeio m cidade de Barbalha, Ponde fora em compa- nhia do virtuoso Padre Cicero, regressou a esta o distinct e honrado commerciante major Manoel Victorino da Silva. Saudagoes. Chegada. Da capital do Estado regres-' Faram os distinctos commercian- :es corqnelJoAio daCruz. e ma- or Adonias Sobreira. Cumpri- mentzmol-os. Contract.. el s Effectuaram-se nos dias 12 e 14 do corrente nesta localidade os contracts civis dos snrs. Pe- dro Ferreira de Mello -com An- na de Oliveira Mello, Jbs. Go-- mes da Silva corn mMaria Anto- nia Ramos, e Francisco David Gomes com Joaquina Rodrigues do Espirit6 Sancto. A todos, nossas felicitag6es. f nAde Ad Ipao Momentos de extraordinaria satisfagio, deu-nos corn a sua vi- sita o Extm? Sr. Conde Adolpho van den Brule-. S. Excia entrete- ve tomnosco agradavel p .le tra, revel indo. sempre a pujaro de cultivo intellectual de que 6 do- tadb; bem como as excellentes qualidades de coraqgo que o emorname o fazem extremamen- te admirado poar todos que 9 co- nhecem. Penhorados, agradece- mos-lhe a gentilesa da visit. -. .: :-* : " " Visitaraw-mios no decorrer d'e- sta semani os illustres senhores: Padre Siienindo Parent'e de Sa Barretto, ligno e vrtu s6 viga- rio d* IgWurass6 e Itamaraca, e- stado de Perrambuco; Jos4 Ro-- mao de S arretto, An o-aio Ro-- mdo de SIABarretto, e Joao Ro- maode Sa BaIret', cle Barbalha; iaajor Joao Victo: i i, Siqueira Filho, Sevinni le Britto, Fr .n- i.sco BeInup, .Pedro Belmiro, dc; 'lAerdca iMoriciri, dcistiutae pr esso ubli d? Belina o- breira, d .Lu.isTnha Mai da Sin- donia Siqueira, da Idalia Maia, d'esta localidade; Julio de Britto, d? Sancta de Britto, do Crato, A todos, nossos agradecimen- tos.- ' COLOSSO DE COORDURA O norte americano Willie Har- ris e inquestionavelmente o rapaz mais gordo do mundo. Conta ac- tualmente 21 annos de idade e e-n o respeitavel peso de 300 ki'os, ou vinte arrobas. Mede es- te colosso de gordura pouco ma- ii de metro e meio de altura, o que nao parece nada extr ordi- nari-em compensagao, porem, possue uma cintura de 1 metro e 90 ntimetros e uma caixa tho- racica de I metro e 80 cent. de circumferencia. 0 contorno de suas pernas mele em cima 1 metro, e abatio dos joelhos 55 cent. Harris nasceu em uma propri- edade rural perto de Du Quvin, no -.stado delflinois. Gosou sem- pre de excellente saude, com- quanto ao-vir ao mundo s6 pe- sasse 3 kilos e meid. Todos. os demais membros de sua .familia nao primam por excssiva cor - polencia. O rapaz teve b6a educagao. Quandd frequentava a eschola, nunca encontrava cadeira corn bastante larguesa para elle powder sentas'e. Actualmente obriga- do a servir-se de duas cadeiras unma aai lado da outra. Em casa doArie em unta cam. espec'0laiente. cofstruida ara c seu uso. Estando uma vez em u- ma -asa de- pensAo, quando foi deitar-se,' logo primeira noutt. ~cgjFw ^ ade ocar isP a e DO PD DA CHIW lacio d eiM- -rador da tratado jarmim cerc4d6ar uma mu le modo que -'em home animal possa apropinquar-4e plants. Pela ep. cia da colhei os trabellhdores encarregados lJeapanthar as folhas devem abe- ter-..e de comer peixe,paraque o seu hall o nio damnifique o aro- ma do chi; t)mam banho tres vez -s po: dia e,alem d'isso,usam uvas quando colhem o chA para L c6rte do celeste Imperio. P;PAS DE PAPEL.AO Mlais uma outra applicagdo rece -te vae tendo o papel na fa- bricago de pipas e toneis. Os v:nhateiros da Grecia, luctando corn a falta de madeira para a construc.ao dos cascbs, e fican- do-lhes muito caro a madeira import ida, resolveram-se a en- pregar o papelao no fabrico- das pipas. Ao que parece, este uso dentro em pouco generalisar-se Saem todo o paiz. O OURO NO BRAZIL Existem, no Brazil, em ex- ploralao e por explorer, 885 nii- nas de ouro conhecidas. As qud ora soffrem major extraeqdo sao, sem duvida, as de Morro-Ve- Iho, no estado de Minas;-Geraes, perteneestes a Tli Saint Jobhn d'El-Rey Mining (ompan.y, Li- mitedu,. Cada reuiessa de ouro, em barra, que esta companhia faz para a Inglaterra, consta sempre d. algarismos superio- res A 200 contos de reis de nos- sa moeda. EXPORTA(AO DO OURO Os Estados Unidos embarca- ram este anno, em ouro amoe- dado, 60:200:000 o',!ars, sen- do 23: ,0):00J para a Repu- blica Argentina; 13:900:000 pa- ra a Frang ; 13:750:000 para a Inglaterra; 4: 000:0.00 para-a Holl inda; 3:000:000 para o Bra- zil e 2:253:000 para o Japao. SM1NAS CARBONlFERAS __ .RELIGIAp DEUS O engenheiro White, nas via- Nunca rculpa iha algue Snas via- powder a enganar sobre o que digo e gens'que fez ultimamente no es- penso. t do Rio a do.^ Su.~..-./l^, ye-! Longe de querer preacrever.o ensino tado do Rio-Grande do Sul, ve- religioso, ereio, aotae n hoje Maiso rificoi e comprovou a superiori- necessario do que nunea. dade do carvao de pedra rio- uadto mais o ht grandee, grandense. ma de Deus, mais deve vow 4 Dens. SA jazida do Arroio dos Ratos dever do tod ns, quip quer qnt sejamos, legi-lador- ou nspoe. saseerdotes e continuagco da que comega em ou escriptores, pubiear, penfur, duiffadir, Tubar o, indo depois corn ramo i b tod" as tw eas uaor sdo da mr-a a Uruguayana, It qui e Rio-Uru- e, ao mesmo temipe, para Tazer que todas ... . as cabe-as selevantui nara o eeoetodw guay. o aTmasespeir mua avida n tericr em que Existem quatro e o3 na regi- a juatica ha d.,- ser natideita. Ao estudada e.a jazida encontra- :i al- e n alto:m ninguem so'roe di tem mais de 600 kilometroc A mort-i nma r, stit ico. Je extensio, em linha recta, A lei do mundo mteUl 6 4Q equili- rio: a lei do mundo m oral equilade O carvao foi pelo referido en- e a ju.tiva. genheiro comparado ao da Aus "Ha ma degraa em nosnes-empu e, 1uasi direi quo e4 a uniea°"a: e a :ralia e da Virgina. tendencia de reduzir tudo aesta vida. NECROLOGIA destine a vida t6rrens m a M is alq agm vain so m todas ,"s mous milbrta. na m e- .-*it3^ *'w. i do qupe BsqPWrM *pM^ ypremAO MANOEL LUIZ FERREIRA itrtwobp e .sfo ekts a drigtm S- -- ", la tndas nim ie 6e. Ap6s long e penoso soffri- r.m .... mneamn i s .r mento, devido ao projectil .l'uI v .Y->ag so e =s 3 ho"s d m" " '- e OL k iiao pa vida a te, As 3 horas da manhA, (Coo- eterial, dteo u.-. 'd eun.nr %oau A re.m s.- t Upj i e 5 1 do l q .ue r-o m o ,O un,' 7de 1 5) i ) p00 n --ez. -, soffrimentos foram debellados cionaes- - qo -ocs d1 Ciaxa d ., p ,-.9. o de. ,ta e 5W000 do I con a iadlmmnina, n. 2 e eDe- -Espera-se uI born soi-thneutol * * reira. 0 snr. el Ferreira vul- S c X onhecido por Manoel S ei, era natural da- cidade do S Braz, Estado de Alag6as, edI a maito reidix nesta loca- Vm O m era assaz apreciado -suas ekc quAtidades. 0 seu ente o-s e no mesmo dia as 6 h ,da tarde, sendo muito con Sinceramente dos, a- presentamos os pesames i todos os mem bV sui fa- PHILQSOP HIA . -- -- -d A ALMA HUMANA No home que se vA, diz Victor Hugo, o cantor supremo da piedade, o magnanimo advogado do perdao, no home que se vd, ha am ontro home que se uio ve. Esse outro home occulto em que consiste a pess6a; ease outro home que nos attrahe e nos prende pela virtude, que nos indigna e nos re- volta pelo vicio, e a alma.- - Negam-lhe a existeucia os -sabios da seguida vistas. Mas, negar a existencia d'alma A faser da nega"Io a egide da impo- tenciah A alma humans existed. Concentre-se cada urm, e vera, em simes no,queha um eu* qae senate, que peasa, que quer, e que apes; r da material que muda continuamente e sempre eu. 0 abbade De l'Epee, para fazir comprehender aos seus pequenos sur- do-modos qu. ell .stinham uira rma e urn o0:-po, entra am dia de repente na sala, bate enm am e fal-o sahir em lagrimas desfeito. Chama oatro, depois, da-lhe' a ler uma carta e fal-o sahir em siagnltos. Comega entAb a licgao. E pergun a sos seas- pequenos diciptioaupor que c. o ava o primeiio?-Pou le Ihe bateptes, responderam os outros em sna muda lingraem.-E o outro? Ninguem soube responaer.-0 on- tro, diz entio o abbade, o outri cho- ron porqae tambem lhe bat': nao the bati no corpo, mas Ihe bati n'alma. Aquella carta annnuciava-lhe a mor- te de sua mAe. D'est'ai te De l'Epe fez compre- hender a(s Ftes discip lto; que elles n&o tinham somente um corpo, mas tambem una alma que comprehend e soffre, posto nio soffra o corpo. S. Pe J. e r Peoto. * Pe. J. de Alencar Peixoto. ?CI~k~PJr ~ -L _...I.. .,;~3~~L~s)+bB~*Cr*,. i;~i~;~ulriGil~Ps~La~w;-~is~ora*r;-*F--~ ) 'a, -*-. I a .. ,- <:l. .. t c,, dar-I .. ,i, q* Oh.! c .mo an osa ujiu-ria dimiino. qa-- .o O no$to- a naea e"Nper'a.a reLn r - Eu quero, jI ortito. fuM wars. fn me, e - dtntenieuete o eneitia das veidi.det. peter I ino-o frnantes"ate e remn lF*M ri' * e"eTro que o. li-mnm-n titsa .ior ohjet. c. ct, rZIo a terra, joer fim .unio-I- a Saso a nateria. Victor IUGO. POLICULTURA 0 ABACAXI 0 abacaxi 6 um dos fructos ma' apreciadus e mais sabloroMs. A tna ultura que e natural nuo deve e:-. desl.retada pwelo no. s agrimnttre-. Plant flilha e amiga de nos.so so lo, o aba-axi teun, couta.do, certa- ex' ntias que precisam ser satti- fe tas, afim de que elle po:sa conm- .ensar o trabalho de quem cult va. 0 terreno especial p, ra a sub, Iplantagiao deve ser am oltuwo oi"eli- La'o, especialmente emn maigens di i-ozs, prern niao niUmito pei to d'aguna A terra deve ser arenosa on argilo- tia, mas multo lem r v lvids e tofa. adnbada con o prqipr u hunuius da. mata.oon comn o dttricto das quei- Si o terreno eni que t'vermos det plantar abacaxis for piano, devemo- abrir rallas am pouco funidas pel. .elttro da planta;gio, afim de que a- gu ffa e filqntim estafynadas no solh o c 'i ado pelas pla'tas. E' sabido que o abacaxi nao sof- fre corn o sol e com a clinva, desde que tenhamos observado o terreas que the convey. Assim, precise que .e Ihe d tompieta exposiao, ias-to o terre- to onde for plantado nao deve sel e..s)mbrado. Quanta A sna plantaeo, pode ser feita per nie'o de serientes; mas es- te proeesso 6 ranuto moroso e tardio. convem, poise, preferirmos ao ant'- go e commum systhema de platagao per meio de brotos on filhos. As medas para a reproduaCo de- vemn ser tiradas do caule, on pedu-" culo, erntre a fructa e 6 cello da plant. Nesse -espaeo nascem tam- bern, independent da cor6a e dos filhos, alguns brotos salteados, anut muito acanhados c outros muito de- .envolvidos; si.o este", de preferen- cia, os que devemos aproveitar para a replantaCAo do anno seguinte. O abacaxi, comosabemos, e plant viva, mas de ponca duracao come plants productora. o sea regimnem come o da bana- neira, isto e, o individno que frauct'- fica uma vez nuo produz mals; care- ce ser subot tuido. Assim, a plantoi que este anno den fructo, no anno ee- gtinte tambem o darA mas per meio d'oma novaptlata t(ie pa ce da raiz da que fructifieou n noano anterior. Quando esta rebento chega a*so e complete desenvolvimento, fenect a plant mie. No tcrceiro anno, por- tanto, de anltra, jA a noss plant ;Io do abacas deve provir das tmuda, de que aerm fallanom. A principal epocha da plaataao e desembro on janeiro, podendo, ea.n trnetar.t, fastr-se em feveiro on mar 1o para que a colheita seja tardia. Feitaa plantacao em janeiro, em aba- mxis poderlo florecer em juiho oet agosto, colhendo-so de november en diaate fractos cadivos, perfeitemente maduroes. Na plantacao per meio de mdas procedamos e devemos proceder as S Depois de preparado e bent limpo o terreno, revolvido corn o Imus das matase oes detrictos dasqmiman- das, si os hover, e bem virado aa profundidMade de 30 cent., pegs- ]has deatroda ao dieitaeeater- rn-ms uO solo distaate am da eutra o 0emt-, teldo a preema"s de ao. dei. cahir terram m cemtm da plat a, 1 q mutmo t r o mi Aa mudas devem u r ebtemras somente ma altara d'm deeidutr, *I 1. .iMuJ-$ dtjse a te rra t .f. no d'flla. Ahtee dep irocedermom, porem. -4tiVtia. dvr*.emtw detvpir as mad;. s i -e.id. A 10 5as qae eavolv. I .:iso dia planta, btm romo d'u, -Ptcie de bat.t:nha qute all SIe a rt que f, nada maix n B menos u. ruato nmin to aonhadn que anio per Sise desenvolvtr. Smm-nt. depo las mada. ser,.m a.s:im trantai, ue dv*.eu romriit r o trA allh it: -lahta;AP. em linhas rectal. foraaui 1n quadrados, em cujo ctnt-ro e de Ve deixur saminhow es|iec aes, afit . taiItar a capnagio e Impes; .as pla.tas. COMO SE LAVAM AS PORTAS Pira lavar ports. mnito aujais, efre- em-n a. coin urna ewcov n uinlle e . 4uguintec prepanhiio: tomet-n parn cadi. litro d'agua tie chuvan amornada duna co- :hervs de aleull volatile ruma quantidadte ;gual de oleo de ter eiatiuna. Countcfiim aval-as do- Foalho, porque a Igia qu. c.-orrerae Mobre a ports enxuta deixaria listas. An portas e janellas pintadas a oleo ranlinem so potkem lavar corn agua mornm na qual tie duiisolve um ponceo de lpotbsa . .Paha&, enxugando-as em segudu coim um panno maeio. COMO SE LIMPA 0 MARMORE 0 marmore de lavatorioe, dtageres, me- ial, lanheiros, eAcadais, etc.. exige muitu cuidado. P Ira liinpal-o prepatrei U10., *uiatura de doie a tter.oi de pedra-ponie .,nui.finaiente pilreri.ada e umr tero de carltonato de soda diawolvido en1 um poc- mo ds agma. Corn uma esponja groaiwira appliquemc estr niistura robre o marmoro e a deixem per espa.-o de quatro honra. Lavein entio _oaR agua e osabo (evitando cuidadoza- neate -nvolhar o morel ou o soalio) ( .,nxugam comr um pamno. Depois friceio- nem, tA forteuieite quAl posivel, om -mn pedato de .flanella branea, embebida toe azeite ie oliveirsa. Este proce nao sera sMficiente ei o inannort ja tiver perdido sen hbrilho. Neate case erretam nui peoce de cenra hem alra e ajuntem long do fogo) urns uaantidade egunl d eteie,.cia-afio oleo- Ie terelentina e agitem vivamrnte con amna eepatula. Friecionein mui energica- mente coma o liqnido quente e amn pedae , dte flanella brauea ate quoe o marmore le- aim haeorvido today a suhtancia gorduro- za e apresetnte um bello brilho. A dona de caa ceaprichoea deve, uu:.: ves por anno. limpar os objector de mnar- more pelo procesao que se aaba de ex- E' preciso evitar entornar U;quidop aci- dos: sobre o marmore, vinagre. limoni, a. liuaao, etc., torque eates produzem no- doam induleveis. C)MO SE LIMPAM OS LAIR LHO'- Muitas families ten a salad de Ianho. a cosinha, as Varandas, etc., ladrilhadas de mosaieo A imples lavagem con ag':. e sabio tern o inconveniente de embaciat a ladrilho. O melhor nvythema de lim- pal-o 0 o -rvunint- laverm-n'o com ratn( e agua fervendo;depointirm ar odoas eefre- gaudo-a. ccm ua na mism r.t de pedra-po- Mme pulherinada. e m aao, enxageem cou. agua morun e depois corn agua fria. E.- tando deteo mode perfeitaniente limpct dkm-ihe brilho friccionandoenegricareon- te eom uma boneea de 1i tmbeb:da de oleo de linhagf. MEDICINE FAMILIAR AS BANANEIRAS As bananeiras tern valor me- dicinal, igual ao das vassouri- nhas. Para curar os esgotados, ane- micos ou o flato das mulheres, aconselha-se de preferencia a ba- n.na curta de S. Thome corn queijo de cabra de manht. A mesma bapana, assada e reduzida a massa, e alimento sa- dio para criancas de seis meze. em diante. Nao produz c61icas nem diar rh&as. 0 succo aqueo da plant (a- guando do pan da bananeira) 6 usado internamente, adogado, nas diarrhas e fl6res branch, na d6se de meia chicara, trees veses ao diia. Externameef l..var as .Ice .e abelas p.;rai ,inhos das criai As flares da.s .adidas em ag .reno a noite, u, jcar para as mol No sertao ja t ...ica pulmon c An o xarope daf .Cira. A banana mei post-. sobre as s c os chamad .r: m-nas. cemprega-se p.. -..** W fttfn .Mu aiw-do watt chagaBlo mur a do adgmingo A cidade. pergnnto ar nIIs). *n home quo per season eneontrdra n, S.i, iaho. eamde m achavr a igroja mal b:nain'as, in- I-roua, pols suda. a tinha ouvid iua eotDtas IM R-4e4'o qS;ob,,! m stobanho s. A.i q.al, ti.a!... -- lestias dosolho: olha pe. minm, e e coam epaso bhe san mgio... on ,a"o no a misa. se t': curA Sta! Q iaio-he a mulher-tamben u tenhe ames iquiro dois poreos que ep- W UiC.-*IIflt .o heane gojpde maisgordo do qau voce: S fl6resr dg bani. noobsta, nmaca rio a missa ... ..- 0 NUMERO TRFS os formigueiro! E a cat-plasma de banana :urta, madura e assada, mistura ia corn i.zeite doce, 6 muito e- .noliente e maturativa dos tumo res. AULINARI A 'ONSFRVA.AO DOS ESPARGOS Tira-se a p rte dura do es- ;)argo, e a parte molle que fi- ca e deitada n'agu. quiente corn am pouco de sal; passado um luarto de hora, tirio-se os peda- cos, enxugando-os um pouco, -em os expremef; deitao-se :1'um boiao ob t rrina, cobrindo se corn vinagre bom, mistur..do corn outro t-nto d'agua, algun- cravos da India, um limo corta- Jo em rodel!as, e despeja-se por -ima manteiga devacca, ou cAbo iresco derretido; de maneira que este f6rme uma camada que nao -ieixe cheg.r ar ad liquido' Quando se quer'faz uso dos espargos, tirao-se1, aquentio-se I'um pouco d'agua, scrvino-se S-obertos coCtf pao itoado aladtx 1 manteiga derretida-. LYRA POPULAR Cancao do trabalho Trabalbhae, means irmaos Qu' o tral alho vigor; Delle brota a virtude Brota a pax, o amor. O trabalbo 6 a vida E d'nm povo a rique4a; E'a glor'a do home, E' a sua graandeas. O que foge o trabalho Dos iho enes indidino; Suprema, a lei despresat, 0 preceito divino. Lei diving, o trabalho Que per Dens nos foi dada; Lea saneta. universal, Benigas e sublioada I Menu irmAio trabalhae gSen mane emorecer; Trabalbae n aflnco, Trabalhar.' viver. FACEIA A Um alfaiats o a sajeito. Venho reeeber a eonta di roupa. -De que aoups? -D:a roups quo o senhor mandon fazer tA n aslfaiatar.L -Nao tenho mda a paar. . -Or. easm!... -E'asim moan. Qunado eon mandei' raier s reptsh mimae io pagar-ibe a me- tad.ee fSaer-ltadewr a onta omtade. Nao tot etoo jete? -Fol, simm mber. -Pagusi-the a metado, ml. paguie7 -Pagon mafcemte? -0 testo vS pego, m aIo pagae, nlrl lh'o Scrsv a d mn eru coatm o ajuste. , As taes commas main dignas de respeito- *Um firSh eheio de reconhecimento di- nte de seus pa.,-num rapoz comr o cha- mo na mao diante de uui velho-e uam ovo sabmiamo diante da IPL As trees eonas que mani levantam o ivel marah A humanidade inteira currada diante e Deus.-o honen diante da humanida- le, e todas as eouas creaduas, diante do As tres cousas mais dificeis: lirigir as creangas, as mulheres e o Mvo. As trees eousas maim uteis: Parea rm poro, unma boa lei.-para quem .tetuda, nma boa e-cola- e para quem tran- -its unaa bea etrtada. As treo conras mais pareidas: Dois gemeos.-duss srola e doits tolos. As trees coumas main repugnantes: Comer aein vontade-fazer o papel de idulador-e oeuvir falar somn razao. As treat main segurans No consta que urm inglez eaorregas-- *e-que um bebedo eons-tipaes-e que um convento quebrane. As tree eousas mini elosticas: A politica,-o marfim-e um nariz de cera. As tres couns maim feiao: A primeira snpeita quoa nasce do co- racAo,-a ultima esperanga perdida do ixilado voltar a patria-c o desabar do zodas as illusbes. 0 chriLstianismo cath licod a religido que patrocina as artes contra- o furor iconoclasta dos bisantinos, mahometanos e pro- testantes; por isso, fomenta a music e inspira a poe ia, as su- as mais alas c-ea 6es; por isso, consagra *odas as bellas artes em torno de seus altare harmoni- sando-as na sua adm:ra.-el lithur- gia; por que as artes s lo o meio mais'directo para restabelecer a harmonica das faculdades huma- nas, serenando 0o *umulto das paix6es, purificando agradavel- mente osseus excesses e con-. fundindo a parte material e a es spiritual n'uma vibragao unisona. D'A arte pela harmonia R. Ruiz Amado, S. J. * No mundo animado nada ha de semelhante. Que relawgo se poderia est.- belecer entire a faldaderepelente d'unta aranha hedionda e a ma- ravilhosa tela que ella tece corn t nta habilidade? entire uma abe- Iha e seu delicioso mePentre a andorinhae seu ninho?Que rela- CAo existed entire uma plant e as fiores corn que ella se orna,ou en- tve uma arvore e seus fructos?Por que e que estes sao pequenos nas alvores grandes e grandest ios vegetaes cuja haste 4 tio fra-. gip Da Vida e material Dr. Th. Ortolan * S*0 O grau de influencia moral e intellectual d'um povo mede-se sempre p'la esphera de expan- -o mais ou menos extensa de1 sua lingua. Da youvelle Revue Conte Wodzinski _ No meio das tribulagaes, a que is pompas da vida serve ape- -ias de decoramao e de theatros6 4a duas grandes e providentes :onsbla6oes,crer e saber.Por isso -s dois maiores thesouros da hu- manidade tMrn sida e serto sem- pre a religion e a sciencia. Nao penseis que slo adversari- ise incompativeis, porque ofana- ti mo ou'aimpiedade rompem, as vezes, por algum tempo,os lagos .om que intimamente se encad#- im a' f e a razao, o dogma e a --ciencia-Deus e o universe, o iivino Auctor e o livro immenso, em que Elle exemplifica nas for- mosas harmonies da natureza os signaes indeleveis da suacreado- ra omnipotencia. D'um Discarso L. Coelho * Anjos do ceu recolhei preci- 3samente esta gotta de sangue e levae-a ante o throno do Senhor. E que uma anemona miraculosa qoresCa na areia orvalhada pelo sangue de Thais afim de que to- d-s aquelles que vejam esta floor recobrem a puresa do coraqgo e dos sentidos Oh Sancta, sancta, muito sancta Thais ! Do livro Thais Anatole France INEDICTORIAES CARTA ABERTA (Ao home do fim do mundo) Proseguindo na tarefa que me i mpuz, de escrever alguma cou- sa ao home do fim do mundo venho hoje dizer-lhe que 0 Re- bates ahi. est.! Digo assim, porque V. S. subscrevendo aquella pequena quantia A subscripgao aberta pe- lo nosso... para compras de ty- pos, quando se mandou arreca- dar referida quantia V. S. disse ao arrecadador e escreveu ao nosso ... que as subscripg6es e- ram livres, o sujeito podia sub- screver o que muito quizesse e nao pagar nada, e alem disto nao mandava o dinheiro que tinha subscripto torque sabia perfei- tamente que faltandocom aquel- la quantia O Rebate* deixava de sahir. E nio mandou oJos6 Cobre. Ora, cars leitores, quem di- ante de semelhante attitude de tim homnem do fim do mvndo, po- de center o riso ? Por certo, ninguem. Sem precizar-sedosseus 5-000 O Rebate. ahi estiA de front erguida! O que dirao, agora, os que da marca do komem do urm do man- do prophetizavam dizendo-fago aposta e juro adiantado como o Joazeiro nao e de possuir nunca um journal e que esta historic de: surgit aqui 0 Rebate,i e ura utopia, o que dirao elles, agora? O cRebates ahi esta, repito. Eo home do im do umado ipparega na sua secCDo BAss- lees para responder-me algu- ma cousa. Aproveito a present para convidar o meu amigo Jose de Arimathda a vir ajudar-me antes q.-e o hoAum do fm do m aud faga de novo comnosto como fez Am Abrii (salvo engano) no Jor- .al do Ceari. Adeus, at outra ves. Nicodemos UadSAC, ais AdiL u agua, at cMciz aguas as iomes na no '" pO (de erMaa;,ge Ou c epiqu nao as expresses co E qu.ae de madeiras de construcfao, a do. mais A mais mingoando e au-1 cde ser fuutiano sem que n&o odas expresses corn que me 4 i, * f Silva Birros. "" a. " -f S - : .^. .-1t.^. f -- ~ V I . ~'r~.- ur' 4 '.4 U . # S'n e-.- td p o . -I.,UA bJVA Ti. TVA- , 4.. d V o .p q, -, J i.; 43- -,- - ,,~~~ W,. L+ P C'.V.\ :.,rFPNAT. .AL D" PK NS S VITALLCIA: .1.nr-.v-'! .t I1"r l)oret FF'ldert'aIl,r c n depo ito c gaira- tii no h0-,'1 ,, i ", i.e-'stal, ptyntJ rcin i -).o,g cpVti S.tel p.isawCs d, i conJ t dL s. . o Pal . ' He.r-'ais;-,.iJ- nui Jn., C(oammercil d,:' S'ho Paulo. :.. A S. TO. (-.;.t'; escriitu1io InI Cd-S pInIl, 2i- a'inn) F!k! n Lii: Ri'A- 7 DE SET-,'\It(), 113 (nmodctno) ,:.:: ,T : : '. .". D I ... -\ .. ::;.I. . ,.( .,T .3LI_. --- _, tLN Z" .. - P i ...q E "]--e-idwr I nz P:,i, PL.-o,, or. Este.doni ex<-..,.' . ..i ..x-,ccttri, da AgricuLtura. do.E. .d. S. Pa . S"CF. ETA\ IO-C-'d!ihmen Ador Lnoncio (G ugJl, tin .*' rmn _ilv.i ;a .~.-r ;, '"., dIa Flibica de Tecids S. h1Brnardt'-. rt L .Ll i S I A S J5 t..flY9SZL44L 54MI d Jt t 15!0 IUl; i ;T i6C 44. 4' -'C ftU.'.? S~ p Jti I- I- ft * 7 't d ' p / ',.. >.4 A .U X'. IT cfJ t J ' AI^KOV~,, --V.- - L RRO TrlfIEIRO r. Gahbrid li (la ;iabdvndo ,do, Da free-uei ,cnit -.-', diro i-r d,'(.'; panhini lut Intstrial dou Paulo e dI umburi o 'C C ong -iiK- Ib-a "8.- P "u Is . L, L-.. eC.tr -.:t 't .. '.:., ,i :. " io.-,-oin .i segt C igtj. t .eal e -o' ir t": Ex,:no. Sr'. C. u de Prntes, Director do Panco de S< i Psauo-- Ex:u; >. -i'. Cro'i 1cinnndo PresVes, vice-prrtoidnet hi <ai" ,-- -i D:iprat'. dir'e ato'r da Ooiin)nkia Inbhatrial ,. O O:l'aulo-DD;. a. p' i Mirn.da, pri>r..:.;i,. da L F"abric:. e aol .-'o esque ,';a Tl (Ci K.-.\r .- A Iu:itl '-, dle' Piuca5. de ci.t- do Me't ral- ..--- ,,-" .:;. 1 .sZki 1 F-. -. . A1-.s Di:,a, m dhcoapruopr i a iit--P .rKm. L. Piinto i enmb.ixoa 4 's- Qu-:iroz, d di:'a 0, Q r2 w e m". (pt(oprnp tain. da Drr .u in - Auiv--:icna:a .F..'.'i-c:. de pri &uto. chihnicos) Dr. Padro Puntual u j)v. Vix;C, r .-:;u! i itaa. .. .-4 .ECU UMlS( PiAULLSTA ( -ii. # c -dn', Quemn oap imutuA,t ,omwf&-sCiLaUsaqao do ventio, cujo fini e st Qie!ccO et,. io I0 6o a [iW RENDA VITALICIA MESS j.i. DiNLaEto, [acs & Oc.. i .aze.iro. Tern dtas caixas, a caix, axa B, a,ni B arb. s soccios da Caiia .Lmn 5o.o000 de jo1n e oado ie .,, -a ruensalidad ee tiemdireitonae 15 iunos, a unma penW rAd ,, que s- owdi, 1 i in iiwr de 15-%OOOw or im 'z. c-ss, serao Uo aucios da Caixa B, paInw 5 ":'- du, j, iao 5 00_ do g.-tificado. ' *" --d L T ", .. .-'" '" ,ricad dtivir-u'so Lrias branch .,o -. ". .de c -s, ze hir- & vende;. u-m d "rcio- 45 Ip-- pros rOeCzidi *shn,.. s SOmais.cxig,,nt, fregIcez PC)mmIo-..; -PXPAO-C- ,RA.'. da r-s:-6. cOn oS Sc-uS preoS, en-. ; "." ;.;n, ., contrando s,'-, pr-_ agi'ado -e sin-''; taalsId;; final Mido -, N .i ls, i ceid des, A hfainutasia, <&.& .. : Uma visit l ,is ALOJA :" ,. ar ptan !n s nhi Cinonnato SILV .x' '"1 6 --'" + 0 so. co ietid'oorR U A 'S. Dih ,iro J vC.,-n -I i ''1 -' ' AVIZO A X rr~o,,s Irn. ,:O.T. da . s. 1 r ',:a /erra ., k.; c i pe,. Tend, c ,t lh :I.u e.tat n: ,' ---:- r n .. f M, 11 t n- w I, t . , : 1 . 1 . .j 'al e \1 n4 d's " -'A RuVETEMI! SAPATARIA BOA "AJ 5> Olivia0. aESI PE RNCA) ?4' Y4LY .Cic ro 3 6. 336 Jo.:t nu Be'zorra Sobral AO 0 BB?.\TEIfO0 Esta Snpatoria ncha-se A dispo4 - io d-p.blico dov 0 uI nin .'i u cU,w;Ai! - TIV... -,0- 1A. 11 V rEA IMLQ VENDE-SE r Pa-s & do to0u qualpuor trali9 S (n . m culro cuuu pieatieza. e inca.i . 50 '" napree N so I. is p-ie ,,o porpr eo muito ra-oivoIl,nr .sta~._6de tratn co Mnno. 1 Alves. Rukna d- RUA DO CRUZEIRO N- 9- ,o~d6 OV' tpa.e Cicetio no-301. J-_____________ inaf AOB .Oia JOAZEIRO AT'TENC AO 1. -r, -a . z A ARVALO Joiao Vieturino d S'in, tel do de ',- ,.." C IA C AR VA LH -. l * . seguir b-e'veinebte pi-ra Fortnlez--.r!- Aca '-d'pade Cicero n' 44 s6olicu4z1r-formnidavcl quii(-i (t W1 - toA a s n'e .Ut.,.pUl ti1s umIi va do 0 a4iav1 itadissitio s TlCr, itt) -r' acle.d rido sortinv nto de drogas e proa- tin:4ndi, timudc-zas, moIuhoi ,.ferr-. - uarn brantos ittmicos, isdll(I rro -v m - Sd .re asipdtrong .osc Iv a ortOj' inotivo. 0 -Ovid0 a on scu, . 'clo.ies uez -- eO putblico en gcral a vi- i-- 't- a-s um bqm sm timentto taree t(Beb.dimihthtfhitbudt ccr ler.fW +. vinduo.a F' orta-le:i"., i" "-'dre" it a f w, jrAvit-ae ecnitas a qualquer ho- t -: N. '9:,e:, gvIti4a t&I\f'tfG?-co3rti'mfoda probd* A nt, QOMR S4' thV4-o t. a&. n~ pkVL Yajildtoe nisiio. 'ujtasae .YBRhaI6u&a Batifu4r'os. 14B.Us -a*--*'To &odeccs or &e-cinoa'itTOtlfiptM'lAeh0 -- .,d W ph*pI ph wi ci3T c or.pr--oe *' -- _ SOS R-R 0'-O 0 : ViCTURf:R IM TJ AtN)Y af0 1 ..a JOASEIRO-CE ARA J ONZ?.. '.7 JTT3EVaOa N?-9++,7. ,OAZ4,,u ,tAUR que r'no -r; nior ,de 1 ,I0000 por meT. soifrimenta -sc,.-s d, ('ai-ia .i. p -'.:. 5.,)09 de joia e 50)00 de com a um bom sortimento .4. 4 C. <% C. 41 C-. 5, N' 4 45 4 C 4 *-C %rg~-~~s~~ ~ p or..so, L o~eprTE NSE r I $' . sia Afarro o -. ,, ia, -. Y fl'- i A. .Ot -. m a.. s ,W. p4 . e ?` t ri Q 1, j .' >,11. s r"-areI M 'o' comB4 r i -, _I i e, l. a d i t a p s* ...i t s .e .ai d ,, id a n a I ,,Xi $1 A* -o4ert, .U. vtu'il .tiautado. l Z szt~ai4xi ew 4a lsncI@ I trimdestro 2rto 0 R m .E A .U ,. . o 4k t' ; .... ... | -.^"e,-. ',. ret o V Qe nfe . .- s p o....- . i 0.1 t. -,- .. . ..... .t ,1 ,|*r- daM3-S, -O.WL)Ji; 4.c ,,v e! ... .. e i, + .+,'" ." " S'" -e i" d "- o*hcr adC$^ ns to .C ,- np .- QS, L ?^WJLL1A*At9 pNi mi-pjira *.- ty n o ora o d B rncpu' 'os tr im ti Ec.. U. . .' t Q .. tro.. .- c o tte .Festo Sc ra . n >-4 k. ote *t do *-.-jnic er co E . etim.to h eg rc, *l do . 0. uml-Jm" Arfi' ..e T--& (41 .tt) ... A l t ,ImP ; Y f l tf :i. .-." *.,.. .. .. . o I" ai $ vc ,, A E' OU X (cl$A D '=R A .A a onmc, e *+ v ra^':, d o. 1,. g t e -e Lp - .-- ctIiP-I EA.S s Ciiinato Sit;" tcid.o i n -, .:A ...> .0 t dA. ,.- E g,, ,r-', L, d . $,, 1 dC" ... _, 2l~erCi___5 ".or:uimnOito trvn Qrt:* s de inod-,.-"; r ': -.% |
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