Rebate

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Material Information

Title:
Rebate
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Creator:
unknown
Creation Date:
August 15, 1909

Subjects

Genre:
newspaper   ( sobekcm )

Notes

General Note:
Newspaper issues from the personal collection of Pe. Cicero Coutinho, Juazeiro do Norte, featuring articles on Padre Cicero.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
All rights reserved by the source institution.
System ID:
AA00001672:00007


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Full Text


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CEARA- BRAZIL "


~A.X


DOMINGO, 15 DEAGO~SOFE 1909


11 C C 4 "


I ANNO I -NUM. V


EXPEDWENTE

0 REAATEI public&-" semanalmente
REDACTOP--CH Edm Joequi'
de Aleneat Pixta.
GERENTE ==Felismbio P. de Akear
ASSIGNATURAS
Anno ..5 -- 000
Semetre ..... -- *
PAGAMENTOS ADIANTADOS

A .p. ',lica6eas de iuterese particular,a o
a,,ninCnio d;pendem de erntrActo, aedo
o pagamneuto adiatado. -
A rodacqko rIo 4 res poMvl- pPe- Pu-
bliiq .ine detoriseBw, neo pes pa-
bliiea es alheias, assign ada
SAcceitam-se artigoe de religilo, scieneia,
litteratura etc. prehenchendo certas condi-
Redaqao, ge ei. .typographia-
Padre Cicero -un~43

IOASEIRO DO CARIKY'




A sciencia modern, em sen afan
inglorio de guerrear o christianismo,
se nao cansa-nanea, de, maxime
sob o ponto de vista Scientfico,
accusal-o de antiprogressa.ta.
Uma das grades objeeo0es, si-
nio a principal, tMe em voga em
nossos dias, tAo repetida hoje, per
mno dizer, tao reproduzida, ( a que
o.4 representantes d'essa sciencia
soem tirar da immutabilidade do
chiristianisino .
Affoutos, eis como eles se arro-
jam n'um montao hysterico:
0 christianismo 4 essencialmente'
immntavel; o que 6 essencialmente
immutavel, e claro, e manifob"to,
obvio que e estaeo"ari; o que 0
estacionario, esta rora das leis que
regular o progress; o que efitA f6-
ra das leis qae regulars progres-
so, permanece immovel; o que per-
manece immovel, nao pode .cami-
ahar, nao pode progredir; logo, de
sua naturesa, o chrnbtianismo e an-
tiprogressista.
N'uma acoIo %. priori, parece
este um ai-guento achiles; dir-se-ia
que a tal sieneia moderna-asyn-
these de tb di a philesophia-, comeo
apregoam os seas aisatos, tern ra-
sao; dir-se-ia que seas oraculos nun-
ca se exprimiram tio bem ...
Mas, u'nma acLQo 4 posterioris,
quem attendendo umpoaco, reflectin-
do um pouco, nao ve que e.ta arga-
' mentacao sr'tesica pecca contra as
leis da logica? quemr naove ainda
que n'esta argumeataqlo ha am ar-
gumento em vez defavorecel-es, condemna-os ?
Dizer-se, pois, qwe o christ'anis-
mo t por Sua essencia immatavel.
Yomo de facto, 6 dizer-.e que 6 pro-
gressista, por isso que a immaitabili-
dade na esseneia rama condigio a
today a foray indinspe avel parma o
desdobrameuto, para aevolauao de
qaslquer doatrisa no cmiaho do
progesso.
E esma imnsatabilidade-condilao
incondicional e, pms hWlar co mais
teclmologia, abwl-trn---te india-
penasavol o p6orep ao a-b ca-
racter de exclao do chr'stianismo,
e lei imprescreptivel A todas as don-


trina.
E em todas as doutrinas quem de-
negara priacipios immutaveis, incon-
dicionaes, absolatos? quem os alte-
rara que n&o introduza a vacuidade,
o cahos na sciencia?
Contrad'gam-se os axiomas immun-
taveis das mathematicas, e, depois,
comeore.olver tou exan i-) nm s6
-alculo arithmetico, algeb i o, ou
geometric?
Deneguem-se as' leis imm tav.is
qiue regular a movimentaVa- dus as-
tros, e constituem a base da mecha-
nica celeste, e, depois, como darcom
acerto a solnao :dos aporos astrono-
micos?
Desmintam-se as leis da logica que
.io immataveis, e, depot s. coinmoes-
tabelecer, como operar um raciocinio
verdadeiro ?
Destruam-se as leis da etlica que
corn sta immutabilidade pres.dem a
,ustiga, e, depois, como assegurar A
alguem o sen direito ?
Impossivel, abertament3 imposi.-
vel, absolutarmente impossivel.
Impossivel !
Tad. n' -se-hiado ae
-WFff1un W encia, dai
nao transfel'ma-seI!
Para que haja verdadeiro progres-
so b forcoso que se cuserve e se de
senvolva a etsencia.
0 christianismo, portanto, que e
immutavel, essencialmente immuta-
vel porque A a verdade completa,-e
uma doutrinua verdadeiramente pro-
gressista, eminentemente progres-
sista!
Para maior crystalisaA-o desta
verdade tao impagnada em no.-sos
das, recorramos aos facts. Abra-
mos a Historia.
Que diz ella do progresso de nos-
sa religiAo quanto as sciencias, que
e o qune queremos viugar aqui de se-
us adversaries ?
Foi o christianismo que salvonu a
lettras do cataclysmo dos barbaros;
sem elle tudo teria perecido; nio
possuiriamos uma s6 obra dos escr.-
ptores antigos; todas ttrfiam a sort
de outras maitas que ainda hoje de-
ploramos.
Foi o christianismo que fundon as
primeiras escholas na Europa, d'on-
de sahiram tantas ;lnstrages, tan-
tas glorias, cujosAservios, a scien-'
c'anunca os poderA esquecer, come ni
o esquece a modern; mas, simples-
mente, por isso, porque-nem A sci-
encia,-nem A modern.
Foi o christlanismo quo em seoni
mosteiros, em suas abbadias, em soe-
us capitals,. creon os primeiros es-
tabelerimentos scientilicos, as pr.-
meiras. bibliothecas da edade media.
Foi o christianismo que fnndou os
collegios, as academ!n a e as univer-
sidades.
Foi o cbristianismo que escreven
a primeira arithmetic occidental, e
introdazin na Europa os algarismos i
arabicos, e regularison as sciencias
muitos annos antes de Bacon-o ig-
norante scientifieo.
Foi o christiaaismo que inventor
o telescopio e o microscopio, a pol-
vora, a pintera sbre o vidro, a po-
lychromia, o par -raio, o aerostato,
0o oculos, a illeminagao 6 gaz, a im-
prensa, e t&ntas mil outras maravi-
lw d'arte, e tantos rail out-os as-
sombros de sciencia que, si descre-
vessemol-os todos, dariam per certo


I


somma


de labor e desapparecer. I sol que nos allumia, nos aquece


A' laz da raso p osophica ed
laz d histor.e. p t, est pro
vade cotra ear po.mieaus da sci.
eaneia,.mderna-jat christiais
mo, wpr is5o, popaue lmmntavel,
esseaealmente ima el, por ism
mesmo 6 qne 6 pro ta; progres-
s'sta -bre todaa pend4aqo, sebre
toda s reflexio; pgrfita mb to-
do o peato de vista 39 tini, como
o 6 sob todo o ponto vista moral.
-i-+-

O TRABlLHO

Trabalhae, ma bos!
Sei tudo quant ste conse-
Iho parece ter de nal; e nao
ha distribuiio de mios onde
elle nio caia, no i a indiffe-
renga dos alum
Mas eu pego- ue flitaes
nelle eper niV eit, que
h1o sou sinlAo alhador,

S tarefa, o oor
io preencheu a mirha vidi in-
tetra.
A vida prncipiou dura para
mim; conheci a miseria, a deses-
peranga.
Mais tarde vivi na lucta e nel-
la vivo ainda, discutido, negado,
coberto de ultrajes.
Pois bem, nao tive sinao uma
f(, sinao uma forga: o trabalho.
O que me sustentou foi o im-
menso labor que me imposera a
mim proprio.
Em frente de mim tinha sem-
pre o alvo a attingir, alias, para
o qual me caminhava e isso bas-
tava a reerguer-me de pe, e dar-
me a coragem de caminhar, cus-
t.sse o que custasse, quando a
vida cruel me havia prostrado
O trabalho de que vos fallo e o
trabalho regrado, a tarefa quot'-
diana, o ever que nos tranamos
Je arrancar cada dia um pass
mats a nossa obra.
Quantas vezes, pela manha,
me sentei 4 minha mesa, corn a
cabega perdida e a bocca amar-
ga, torturada por alguma grande
decepXao physical ou moral..
E, cada vez, apezar da revolt
de meu soffrimeato, depois doe
primenros mo-nentos da agonize,
o mnu trabalho me foi allivio e
reconforto.-
Sempre sahi consolado de mi-
nha tarefa quotidiana, corn o co-
raqao despedagado talvez, mas
de pd ainda e podendo viver ate
o dia seguinte.
0 trabalho! Mas pensae que
6 a unica lei do mundo, o regu-
lador que leva a material organi-
sada ao seu fim desconhecido!
A vida nao tern outro sentido,
outran rasso de ser; n6s appare-
Cemos para dar ca a urm a sua


Perguntando-se i um philo-
sopho o que era que mais pesa-
va n'este mundo, responded el-
lo sem hesitaqao que era urn
ignorante.
E, com effeito, nada mais pe-
sado do que um ignorante
E' certo, sobretudo em nos!os
dias, e certo que o home sema
instrucao nao pode ser util, nem
a si mesmo, nem aos outros.
Um pouco de saber, uma cer-
ta dose de competencia c indis-
pensavel para que elle curmpra
seu destino siestavit'a.
E' isto uma verdide tAo ma-
nifesta que cahe sob o sentido
de todos.
Negal-a seria negar a luz do


e nos fortalece.
Todas as desgracas, todos os
crimes, todas essas scenas hor-
rorosas que se perpetram no seio
das sociedades, tudo isto tem
como causa efficient a falta de
insitrugdao e de educac-o, ou o
que vale o mesmo tudo isto pro-
vemn c'aramiente da ignorancia.
Quem nao sabe exprimir o
que senate, o que deseja, o que
asp'ra, nada sabe, e nao sei co-
mo viver possa na sociedade;
nao sei como podera cumprir os
differences deveres ji para corn
ella, ji para corn a religion, ji
para corn a patria.
-) estado d'um home, ou
d'um mogo n'essas condi;oes
tristes e lamentaveis 6 uma aber-
r flo contra a qual protestam
irmanadas a raso e a experien-
cia.
Para s hir-se deste estado em
que mukitas cresturas acabain
sinistras, fasendo a sua appren-
dizagem do roubo, da violencia e
do assassinate s61 hA um meio
seguro-aescola! a escola!.
A escola e a resurreigio
d'um povo que dorme a sombra
da morte do espirito-a igno-
rancia; 4 a sua gloria, e a sua
prosperidade, e a sua grandeza
sob todo o ponto de vist i.
E 'ta escola que vein o saber;
e della que vem a virtude; saber
e vir-tude, as duas cousas mais
bellas d'este mundo.
A' escola, portanto, pressuro-
sa, 6 mocidade joaseirense.

Manoel Alves


LAGRIMA DE NOIVA

Alba, a boa fada protectora
das noivas, Alba, que mora ,ia
pupilla azul das virgens sem pec-
cado, passando umna manhA jun-
to de uma camelia, ouviu o seu
noome pro-unciado por tres got-
tas tremulas.


Approximou-se e, pousando
no coralo da flor, perguntou ri-
sonha .
--Que quereis de min gottas
brilhantes?
-Que venhas decidir tima
questAo, disse a primeira.
-Prople-m'a.
Somos tres gottas differences
oriundas de diversos pontos;
queremos que nos digas quafde
6s vale mais, qual a mais pua.
--Acceito. Falla, to gotta bri-
Ihante. -
Ea primeira gotta, tremula,
fallou:
-Eu venho das nuvens altias...


*U- agua, SmT cOcaci aguas uas uimws vcuuiw v a M ..gg.liJa, aem s-gijt, B-J s' a~r -- 6 M
de madeiras de construc;Ao, a d,. mais i mais mingoando e au-1 j de er fluftrstano se que n:o odas expresses corn que me


Sika B~rros.


Y


Na-o Tv


Nao se pode definir a vida de
outro modo sinao por esse movi-
mento communicado que ella
recebe e framn mitte, e que ndo e
em summa smno trabalho, para
a grande obra final, no fundo das
edades.
Entao porque ndo seremos
moatdestos, torque nao acceitare-
mos a tarefa individual que ca-
J.a um de n6s vem executar,
sem nos revoltsarmos, sem ceder-
mos ao orgulho do -eu, que se
faz centro e nao quer entrar nas
fileWras?
Desde que acceitamos essa
tarefa e desde qu- della demo
conta, parece que nos m. is tor-
tutados se deve estabelecer a
serenidade.
Seique ha espi.it s a quem
o infinito atormenta, quesoffrem
do my. t :rio, e a esses que fra-
teaime ite me di.ijo, aconse-
lh lio-lhesqu'e o&upem A exis-
tencia em qualquer laborenor-
me de que seria bom mesmo
que -lies nao vissem o termo.
E' a maroma que Ihes per-
mittird andar direitos, e a dis-
tracqaode todas as horas, o grao
langado a intelligencia, para que
ella o esmague e delle faga pio
de cada dia, na satisfarao do
ever cumprido.
Isto nao resolve, sem duvida,
nenhum problema metaphysico,
nao e outra cousa sinao um meio
empirico de viver a vida honra-
damente e pouco mais ou menos
em socego; mas nao e porventu-
ra algum i cousa o adquirir uma
b6a saude moral e physical e es-
capar ao perigo do sonho, resol-
vendo pelo trabalho a questao
da maior poriao de felicidade
possivel neste mundo?
E. ZOLA



A ESCOLA








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". .. lo1-s. teleseopibs, e. r.,'lrn;p i-se do mesmo
r.;- '.r ... .. i" .. e' "' "5"rrs-i ,r- e f.ercura no c feeiro. rs co:s.s. tl.,' m-s o m
.: ..i a ,;...: Vte-,-.ul. (,Ssa cof.sir e- Se.no a banana muito .chi- 3 'emanehas diao:i nm espellho um as-
t' i. a c1 C!t d.i bananci- vada em noso paz, onde pr f.p0 exces.,ivitmente de.?:sraiagie: q14em
0;," i 1 I '. : .. I r. ,ili.' p-s- n'1 "- .*r i i r .. i-'- ''.n ~ j i tevo occasio de obi-rvar ;.-to?' U-
;r ".... =... >- :r.O .. a 'r ui c !voim-:. to conside- duz corn abundan1i i;semn serem ta ( siAo de ..-,.r io. -
,-i, :.-: ..! ,, ravr 1 aproveiltadis to.eas Sn'.i.s pro- m dir, .m 1e meter em dep1s., si
!." :::. Pen.arrrm ou'ros tambm cm prie:ldes. nos parecem Je almg- ,, .csm 'e tenodo, a s6
. .. .',..-. n a'o! tr r da bhnana p:o ict'.S .prO- mI CO:gVe:.eil os .dados que Idasir -o ,efrei m n'.a dirA no espelho
ct : ;. .,. ..' i p.as rC't o.sm c o: vc..oaeas, tos q u o s eiai. d a" el-gaucia.
r" ...po--. ..i ra serem exportdo. c: pu 1 .a:nos, pira os qu s At4 ae-niourn espelho q:a merdo p6de
1:.:.. ::.. ,--Ib!.t < I ** -, | ;'.nto .'. l ri-zrpm f'rinha dc bn.' nrs, chs-,mnos.a attentio dos Srs. a- oeniltar as ini.hme r hara har ob um
4 -'. .. .'.: ar- ramo dei fncksi ii. ldo orehid.'::.. ec., jio-
r.. : .....::.,. "i- > ..-- 'r< u da p a dI.ssec.. 9. C -pt rnculto e; osdesta zo-a. g to aid e.mo p.r mAo. travesa. Urna
.. '. i .i :r a lor.dade. vr.s:.ao do frucro colhio ..n- E as:si;; acreJict:- os resta orho!eta uo a hes ertinl -e e r li-s o pito
ia-1. 1est, .d er testar in -a rh it:,h
St.. r '.: :-".:, : star m uo; i n '- ;m serv; n : .i- .. .. r 'e te, obtida p--l. d'st:l ,ricola, potliian Jo o3que ma -!i -s min"t .as dorirados dos espelhos,
r -,, :,. ,Io.. o,.'-:. ,' o u:to :aJuro, dpo:s 4l'. .Le perto ihe po.sa interessar. d Ae coin pann Iiiiidos. A ls n nl
iTir J' i .ai.: I fe rmentar olo alcooica. -.-io fe!izmente rar.id e. ere ,estas molduras
fi ,rmi. .I a -i *- I .11r6nn f inh e a s .. .. e mor part da; vr.z. ;.:.:n-rnt a poii-
I.r.- .. t.. .o 0,, a Ireqe o<'. .ra n a; pe- l a .quo so tern tdo tir.r. Eprei.- i-af -a
n.- p .' : :- :' '' compo'c o se .Juite" am:i i om um pauno "v ',oel e m' tto 11ma1.1-o, O
.,I ... .. :,. Fi:., que po- i L ,., A ,'- i" m eligr ainda, cna un-na iba..-:- O algo-
:.. ,' ai r. t i: e: :n ttt :.eser-nmt- 1A r .1.eri-is ,-axas 0,5, d-o om rama. Eis abi m. p...,,eno -. rvr;-
i. ... *i.. :. or.enou ou- lOS2, 1, ; O1 Ctin '., 1.4, asSUC ,r d ': .:o0 qte d na de csa dere f:'.-r Ie.-'-
.,.. .....;,rh,.w..; p ,-m>n qure se 4 m t ('ON E::AS D TO.MATI .S tlme nut. .i nao tiver nUm criala ':.<.e:.-
a.>-,'. i.- .-"'r n, an-. p ., v.rdiosoa;n C"a I a 0,l6, a;sucar 0.4; m tein S- vam-n:e ci:idudosa.
aa .o.. '' i d. aio ai'.s 2,9.9 aclo tarnn.co; ex- Colhem-. e sLe.s.fructos quasi AsA inoe'es sTei a maiores inniigas das
Sa. :: 1- r I. iolduasi as co'rcn do inn irn.r mi-
: c meo trctivo t': z tado; (par ie- o im d sua quadra, eco6lhen- las p s. Para oir ete inconveni-
d .....- l' -r din < r: 9 .) 9.4, m terias miCr.er'e cl-se oC- m is 1c'"nosos, e sem ert. costume cvolver as moldurns coma
-,. -tr.i cfia:nk:o 1 gre. Ito da ao eaelIo nm asp-ct ) 0-
S.... .. :. .t i.ha .inda .. 14,. rn :C la : .;ma oorto-e-lhes o t fortavel do que partieipa a sx.,la. today; a-
fi r"'" ", E- in Venezuela f-.z-se co com na tt-esora, p;,ra os coaselho i dona de c.a.t capriehosa, es-
Eria oo enr c"r;.o .ep i d' n- fne putend:a sobre as moldurra'douradas um:e
a o f-. rni-:i I u>:. e .1 ,. r i%. "- a .a earn::da mui tenue doe verniz brnco ou
i...:.. i-,... I- .' co ho-'que fornece alimentao ..e 1- Det"-se uma camada de sal ido oleo de louro.
... ... I. '. :, ,i, 4', i. .. ciilmente feculenta. u iwt) miud6 no fund de tnm ____
,,..... ,.,:,.: ,v,'" ,, rma.o.; O alcoo! de banana des l- birril benm estarc-ado, e sobr o0
.. :: rinp:era d.tlli.go tem chleiro .. umn- c mola de tomtes-bem PULAR
!.- .. p ..: : ...:tr a ,i- gosto grad vc:s. -c rt r s n os apertar a
:,II,., g :.: .ca;te.po, Mal.rca 52' no alcoomnc'ro cen- ponto d se e.nmagarem: cobre- Cantgdo
S. .. .. .. .. q' el: ,- tesimal. se esta cai da -co-n st 1, de
S QOuanto ao fructo, dez parte- form que os fractos fi uem per- No t3c.I? ,
.c* 'soi., a.. ,m .r. 0 o rn de polia co.itli: assucar dic ca. :[ i. lle cobqrtos. P.-oseo c- ; tn .. .


-T pe sel en.. Se elle tiveace juizo nai
teria vindco c.

-Porqure 6 que escolheste uma mulher
tao pejiru'r'a ?
.-orrque dos males o menor.

Que .isto ? esta limpando os pratos
comr o leaco?
-NIo fa:.a baso. E um lenqo sujo.

NAo ha nada que os homes mails de-
sejem con:.ervar e que menos ponpem do
que a vida.





Viver por uma idea unica,
morrer por um sentimcnto s6:'cis
o que e o amor.
Taoo qui.anto \v:ve cumpre es-
sa lei; o cumprimento d'ella re-
sume a plenitude da ventura.
D'As Noites das Virgens
V. PALIIARES
**

Para ser feliz, e necessario
que o home depend de outra
cousa different d'elle, que seja
mais do que cl!c, para suster-
tal-o-quando hesitar, e permane-
cer quando o home passar.
Dos Pensdes
MATNE DE BIRAN


v'; .. ......*. na 8.5; ass-ucr 6.4; ; miJdo :3. .e asim. acernad.m..n.e, ctdc en- Mlas ico protraaio. **
Sr-a.. a'....--. :',:,; ,....r .; -.r: tie mater as gr. xas 0,3; c .o .':,', 0,2; p :ctiaa u0,; mnierias zo0 toa a massa, potr f-m, corn U- 0 orgo sagrto, A. paz a paz quem me dar
-; 'd. oir o s dcs 1,6; mateLas n nes 1,1, iciente sl. Tapa-se depos A reboando, a p-z Ondas de paz me sao ne-
S,. ,' irtu.] .!.-. agui 3,8; arcido o ga: icos. tn- p o por 6 ou 8 dias e o t e cessanas para afogar as minha
rOt. n:nos; extract os nao .-zo: :os quando o.-; fructos tem-se abai- tristesas. Como, portm, gozar
S.(por diffe:enq.,) 4,2. ':o, iette-se o trmpo no b..r- A-r' as col:1, paz, quando se no tern um gula,
A propor-ao de m:.te.ia assu- Il; dc soret fique bem.se- All as esi-al:., nem a menor estrela brilha so-
CL ICULTURA c: rada e pois co.'side.avel no guroe possa s- osass tras- n t i bre a cabeI ?
..CC U LT BA... fructo mduro. portado.. Iag a Das Lettras in es
Ccmnrehendcl-se o moivo por o A: onio pei-rn GLRARD DE NERVAL
A BAN.\N.\ que ,algtlns'trm querido util.zair-. Al i airAl
so de sua rquez sacclhrina p.t- STICA O lobmenr par-'ece -"
I.:; 1 .79 f. rpresentado a A- ra a producgco do alcohol. No tempilo a..ta d
A incredulidade s6 tenta dc;-
c'l, ,nili. d Sciencias, do Pari, A agu trde:t de banana p LOIO SI: LMPA ASvRAAS Aln lembra-se ee povoar o cou e tirar o encanto a
.0. S:s. ,: r n e. .... t. o se- dia, pois dizem os -utores, sob. E os .Fl'ELI,-09e
..s. Mrnno cNI Ia, d- os ores, c. F o ELHS I -arro SdO, terra. 0 sobrenatural6 a osphe-
-.nia-: sobre a utmlis:I.ao da ba- emprazada a represent urnm ip- I ,l n :1'a t e ral O s a ese-c
SI P 1 1 Nao do cd- .Iuaca Molar -as vdr- ie 1 ) V -rn natural da alma, 6 a esencia
nan.. t-'icto .-l' .bundate e pel ccirpar.vfl ao alcohol do as-! en,c,,,:t._ o .sl er j:, i-to e:b.eia!- Sera redus:d,. ra s iata da alm a essencia
cult:v.A!.6 o :o-o .- ': 7. sucar de canna. .ia*-ca inevitivelmente.
t .'om,-cm p.ir :1 -pr s"r sore o ce!ilvo seu amor. Sei perfeitamente que
,.) frtcto da ,- "cra C um o Sr. Corenwinder cheg1ou t., -a .n :,a hti,:,nid,>ela m ngna n qu-------
(d :.,-. '.tC :O_ :'i 1'. i! ; tisLL n aos resultados se-'uintes nf t siL a 'li olvtrarm t poWu-.O de poni.sa. L'." e ci
oa ) c,-teorn I .1 d.,-agu,,rdcnte e f/3 da CA r=p
dos -il..s ren.iOe, equtatoriaes; analyse; agua 72,450; as u:. r ,. .. ,, ,u tip FA3 E CIAS gumentos, muitas vezes pare
:.---te um limento hbitual chrysta!li e!-15, 900; assu- 'c l. aro de persi nam or* s-- cem victoriosos; mas, sei ainda
,b ,i.. .it .nt-,- -s re-6oes quen- car G,900; cellulose 6,3180; su.b- i.-1- ao '.a. ...U g n eca de anil, frto. A- una icousa: aalma modtra ter
t',; c;.ar S tropic-, easua cul- st.:1.iS atlJas 2,137; pecti- o ern.-m co-rit o pe,,o ee jornl ra. da' sla-I sta,, eom u. i-do d, p,. perdido 0 segredo da ida dvi-
a ,-- -narot.do.. catas merecin o r;N.r, mina senor:, na; actualmente s6 e solicitada
tur Lio importaa te como a ds na 1.550; matter. graxa, acido ,,,, ,.ci.a nt:o.ta," lem tcorntr-e "tin.a uingutm senton-se neias. ara absmo; uma queda, sem-
S. : tuberculos fa- 0,958; materials mineraes 1,025. t.to liaipos como o cenro u .r. --o asmo u
."i- Eists ag t icr o dOa, Terem do,s, h n-,-' .dq re^ uaa l.lo larilhio O r-lhor ex r-icio pir-a os ggos e pre mais rapid, a leva long de
rin.ceos a zo tempera.da. Estes algrismo differem dos ,. ,r a r p- ret o eginte, tr:a eze: Des ella perde successivamen
SS.-. Di u.s.ing-ult insistiraja que foram dados pelos Srs. Mar- :, !in,.'.i1o em enem nzIa. -. *cl,,n a d'aiquepleo n.orro tem iIma enio-
so]rL a fcu'.cl.-'d- que possue es-: cajo e Muntz, o quoe f'nz crer que 1 o o t.a a a 0.f..,..- m mn.: u: tea pedade, a retdo, o ge
01r, it crlr ) olo, po4q4fgo ala o l:,hrino ,--'ol'0V .r ,,L;,f.ttp,|'.03magafggfinhos; cm pouco tempo roja-se por ter-
to ve.-et. de nnter .o polo hu- a composicgo da banana varia, It :. .: lda. c etro-goe --i'uf -a. d no ,.-,."
I il t .cr- p- ""Ji *. n voihneiitl, h>e m coing o oorjauhj do esiie- "i r i.a, e, nao raras vezes, no lodo.
miion em torno i c-ile. .ot paizes, effectivi.mCente muito, segunJo a ie. lei friecione m n,. i-lle ri- -, -raras vz, o .
onde ) or- dzC. 1 t"rls na.o cai provi-niencia, e estado de m tdu- g-)rosanrait osutat e inn'i; on c-.nim nm 0 jniz. do cas mn.'nos ai noivri: Das Mlanges de crt. relig.
pred..da 6' ao;td paa. danr da 1 pa-,iaco de papMl or!.jorii:il anuito a:n-ar- -Nt-o posso eireatuaro easmnainnto. Fs-
um-t 6-o -otta T nciva. Essa pmo- rez.a, as co:ciL:g.es da culture, a rdro. o. :'a te home ertil completamente emrAria- SCHOERER
pried.du e apioc t.ada para dar esp-cie e uina multidao de ou-- As vidra-as, oa vi drosn demp-'.es. oc-. gado.


. sort a nada dleisar ver d'essa fnl- sidade, os homemt, na sna qnas, to- eurral, come mies estremosa,, cihecias mas difflliiesmanobras no frag:1 ba-
t gurante laz que si chala Scien da. tal.da.e idolatry o proprio En a se .e cuidados, como que aonselhando tel de seus corps; e a nivea garqa a
tuml-em me impedia de ver o. quasi dilaceraram quaa-sferas. t.to somente aos caros filhos mais | Irudeucia em pasiear airosa pelas sums rargens,
SENTIMENT.LISMO iifinitos esuros d'esseimmenso qua- emn hn'ea da sat Mfai:o dos proprios ises exercicios hygieunies! nao poderiam jamais occasional em
dro que se chama-Humanidade. appetites; qua.it-is vess, entAo, me :Odoce e mavioso canto da sariema men pe!to as gratas sensaques do
a: moaos os meas conhecimea- nio vm imp at -de -tnldizer-vos nito echoaria ma!s em means ouvidos, ontr'ora.
ILL -Z 'L S P;1' -IIAS tos contrabalancassem com os ir peio 4uqne -sotfrs Intltfelicidade quoe aibeveeendo minha alma de grata' Aquelle immense tapete de verlt-
leenuag0nos! ..l o s me rotbastes a imraifoe para o corn- recorda;oes! ra, matizado do todas as cores por
O. sranh,; rn--. r *, fngcz i." Mas.. que sei en... Dai apenas bate das Inzes.; 0 O saddoso balar da ovelha, em florinhas singellas e dos mais exqui-
(O qrahr. -r...-a ...-i. r','rt ,,"o, z 5 ."uaarovelea,;atoe e
le- uIa nl' rji. ,,fIne. ? va!ilants. pa.s,,; na senda das Sci- Porque me niodeixastes n'essa vi- busca do tenro corterinho, motive s'tos formats, com se-s altos e bai-
vloz'f t.;-t t?s.. ffr-troz-P..-fle .en-ias, e ilui, q-ul novo A,1o, co- da bnuolica epa4 il em'ue sempre outr'ora da mais delicis,a sautdade. xos. semelhando alterosas vagas d
rado. inculu. gr.. nheendo .o Mal, a. limi-ar da port vivestes, e que iaree to cheia de nio poderia ser hoje siuiia occasiao procelloso mar, Uno poderia ter o
Desert trite er rre,.na;.i ..a sbrca. dO Pataiso, ds :ortinanldo ao long, encantos, tia ridit de attractivos, de magoas e does! effect magico de ressuscitar em men
I as snas bellezas, sem jamais pode" -qando a mente| at est" povoada de 0 chilrear da passarda, melodio- peito sonhos e illuzes, desejos e es-
,traa-spo!-o. idbas outras?l .- sameutecoafaso, ao alvorecer do dia, perangas!
Ai! quantas vezes, ap6s nm'a amar. men Pail! Para sempre vene- J'a hoje tarde, 6 muito tarde nas frondosas e copadas baraiuias da Sim! ja hoje e tarde, mmui ti r-
ga desillusio, nAo jalgo ter compra- randa mem)r:a de m n Pai! tend. Nao posso retreaerI .JA4 lit uio en- varzea, nio-teria -a forca de eulevar de! ... Nao posso retroceder!... ()-
do muito care a troco da minha boa compaixii denmcora;io angnst'ado, contraria taiit .ibe a que.gosdi men coraiho em extase acontemplar mens sonhosde esperanpa, as iiiiulas
ft a pequenina sentelha de Iz que -repleto de descrenras e perdoai mi- nos verdes a at-4. as maravlhas da naturesa, e, na does illazoes, em uma palavra: a
orra o men espirito I nha malia.le; mas quantas vezes no Ja n-Ao eadulmtfnt aqio, 'ni tosca pharse do roceiro, entoar hymn- minha vida veuturosa e feliz, gosada
Quio feliz era en nesses tempos reco-idito de men quarto, mergnlba- pesaro4a hora o ecrepnscnlo, o mn- nos de grat'.do ao Creador. sem enidados, passou..:. fugi...
idos!... N'aquelles bellos tempos em do em minhas amargas rbflex6es, gir do toaMro & &ecar a terra, e O perpessar garboso das aqaticas morreu para sempre .I
que, sa densa e negra faxa da igno- vendo por today part imnrear o Vi- os tenros be hs a- escabriotar aves nas cristalinas ag da lag PADRE A
rana eevolvia o men espirito, de e'o;

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ESTA TYPOGRAPmA flMGAmRRGA-sE DE QV.ALQER
TRABALHO DE IMIPREsSiO OD3X MAIMIA PRESTESA E NITIDEZ;

IMPRIME
CARTAS,
CARTAZESS
CARTOES DE VISIT
RECIBOS,
RUTULOS,
FACTURAS,
ANNUNCIOS, ETC.

0 trabalho ; feito cor today perfeialn e asseio na
Machina fclicias, send os precos semr cope-
tenca.
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CAIXA I!T .'".'.'I'' NAL DE PENSOES VITALICIAS
Approve .:i ) .'- ..tr Federal, corn deposit de garan-
tin no 'Thesl,.r. i"- .:'J. iprporcioiial a) capital do pansoes de
mit contos .: :
Ri .-tr''. in.a J.J;:ita CommJncrcial de Slo Paulo.
". L 9. PA.AI'LO: RUA S. BENTO,. 3
.tu e c-ritorio da Companhia Mogyana)
Fi'.i li.: I "A T DE SETEMBIO, 113 modernn)
::" ...,-S DIAS E AVENIDA CENTRAL
--- n: If --


PRESIDI':NTE-Senidor luiz Piza, Sonador Estadoal
ex-ehefe de Pol:cia e ex-'Scretario da Agricultura. do E. de S:


4 ,


TF


W7 -
mensolidaie e 1
.fto podcrd a.
Nooe


ito, to fii de 10 annos, a umas pesio que
e 1O00 op or m .
tier m. do ehogar a rpepber a pcnslsoI a


siciar5o eusl Z-iehrosr inetsah-w tIRodasas conua-
_W_ que ioito, aBer cos. Dwales0 oiaflooimento
lepois quo o estiver da peuo*, estafioar- ex-
dincts, mm quo, s herdiuw assista quwiler direito.
A at o 'individje, on ao sea pro-
urador legal, o mt de qnco, quando o
mutuario ach Jextragevto.
0 socio inte em dia, que ficar impossibilitado de
proseguui nas das; dpois de cinco ann 's de associa-
ian, em conseq de alestia chronic e incuravel, que o
inhabilite para o 1ho, sA donsiderado suspenso e nao per-
dJe-A dirceto at
Os pagameaftosantecipados de 1 anne gozam da reduc-
ytlo de 5o. as pag aientos de 10 annos, 20o/o e os pag amen-
tos do 15 ]anos, lstiso.
O mutunrio qe s i nurever aum me antes do sorteio e
tnver a sorte d ser iremiado, pagazr apenas pocos mil reis *,
tera dircito a umis msao para today a sua vid.
A td dezembrlitram s-rtedos cinco cadernetas, ou seia
no period de noveovps. A ECONOMISATORA d a unica
que iaz sorteios deO emA dais meose e um grande sorteio no
Natal!
Socios inscript d abril l&e 190S a Janeiro 1909:-13000
Ncnhuma outra soeiMide obteve tal numero de socios nos seus
primeiros mezes.
PEDIDOS DE PF OPECTOS, PIIOPOSTAS, CADER .ETAS E
EOIVOBMAqflrs VINUCIO6AS AO
Repres istute no Orato
A. Bele Sobrlnl.,
444-Rua do Coeninrcio-45


I + -:. -+.
Sa. 45-Rua doCommt rcio-45
-CRATO-CEARA'.
EMtabeli d~de Fazendas finas.3ii:;tzns. Noid.adc-
artigos d nuso Alta fantasy, &. & .
c Especial" : artigo-s imra hn--is o c-nhcors: ,'je-.
ctos par a present )erfurnaria tji,'s..i, 4.!!
-i.rcos sem competid.jrl
Dinheiro h' viLa.


de fazendas mcrtWidorias, es'ivas, /f;'rr:n. cl/aopes. Tend
recbido do C'eard ttm complete, s. i-i mn- u dos arti'.ps acim
mencionados que sio0 vclcndidos por preco s'nt compete Jia. con
vida todo publico' Jtfazer'unta vista Ua dito ci ete/!ecinunt
que se certifcard do: qtte i aictrmiadi.


VERDADEIRO
APROVEITEM!


Q(JEL1J !


AI RuVEITEM !


Jole Baptista de O!h'.?ra.
PRs Padre icero N. 33G
AO BARATEIRO
.,


Paulo.
SECRETARIO-Commendador Leoncio Gbrgel, da firma A NOVA MEDI(tNA puridinas n. 1, ramedios especi-
Silva Sealhra & "., da F:tbrica de Tecidos S. Bernardo. ficos da nova medicine do Vis-
GERENTE-Dr. Claudio de Sousa, medico e industrial. do conde de Souza Boane s, o que
THESOUREIRO-Dr. Gabriel Dias da Silva, advogado, me-obriga a faz-r e esta dcclara-
capitalista, director da Companhia In lustrial de S. Paulo e da Visconde deSozsa oares eao, a fim de qune a humanidade
Companhia de Poos do Caldas, uoffredoia saiba onde encontra
ConseEle FIso al Este novo systems cu.-ar as allivio para takes molestias.
omolestins constiatom mdici- -Itnoquem, Rio Grande do
Exmo. Sur. Conde de Praten, Director do Banco de Sa o na efficaz, inoffausia .l ean- But, 2. district de S. Boria-
Paulo-Exnio. Snr. Coronel Penuamdo Prestes, vice-presidente ce do povo.
do Estado-Baraio de Duprat, dite*tor da Oompanhia Inbustrial Refterindo-se a l.medica- Athanazo antigo Ortiz.
de Si o Paulo-Dr. Rodolpho Miranda, proprie.ario da Fabrica mentos, esereve o cida- (Firnia reconhecida.)
de Tecilos Arethusina, de Piraicaba e deputado federal- di) sr. Athanuaxdo or t-
Dr. Joao Alves Dima, medico e proprieta io-P.arm. L. Piato -Sr. Joud Jarques.
de Queiroz, da firm I-,. Queiros & (Ca. (proprietario da Drogaria -Sendo V 8 o ge h- PHARMACIA GARVALHO
Americana e Fabrica de products chimicos) Dr. Pedro Pontual gar, dos p Vis-
e Ir. Victor Godinho capitalisas. conde de Soeu dirijo- Joed Sebastiao Carvalho
A ECONUMISADORA PATuLISTA urma sceiedaec the a presence, w r attestar
mutua, com fiscalimaqio do Governo, cujo fim e estabelecer ama que, soffrem de nuna- Rua do Padre Cicero n' 44-
RENDA VITALICIA mENSA, Er DIHEMURO, to. us 0socio. 40 no ias ,e do A HA n'esta pharmacia um va-
Tem dra eaixas, a caix.it e a caia B. sewr Ia veIrdido sortimento de drogas e pro-
,s socios da Caixa A pagam 5$ooo de joia e 2.5oo do scm poder eng miensalidade e tem direitN, no tim de 15 m.nos, a ura peneio, renmedio ou ntea wearmaceuticasestrangeiros e n-
quo r'o ,.fini mor ie 1. 0 f, OO poer me. msofrimenton enanae;-
S .ci..a di < .4; pt:.: 5 f"lM de joi e 5o000 de eom a .inaflam-in.s j se De--E--pera-se um born sortimeto
,. -.,c,0 ,e. c,,A.; i"i:-: E)s0 ejeiae a


vindo da Fortaleza.
Avia-se receio s a qualquer horse,
e qromette-se commoda "promqlidio
cuidadoe amseio.
Tc do vende-se nests pharmacia per
nmodeces preqos.


JOASEIRO


CEARA


, COLLEGIO CRATENSE (4
i4 -SOB A DIREG.XAO DE 4
Jose Joqnisn Telles llarrocos 6
'4 Abriu-se no din 1' de marco" {
SPreqo segundo o costme e
pagainonto adiantado. 4
'^ Internos, trimestre 1 20$000 "
Externos,cpdapreparatorio 5000
'4 Escolaprimaria,mensalidade2o90 ti
k} Todos os pagoamentos sio fei- I.
tos no comrear6 trimestre. :(
4 Q ,c'u precis r de qanlquer es- ti
F$ clarecimento, pode entende'-se S
4 corn o Dircctor,rua graoide,em (
) frute da Egrej.i de S. Vicente
1Ferrer. 4
.. .. .


+ GBANDE.OUI' A!



.- Cinciiato Silv. Lteido'r ce-t
Stemientf6e che g a do; de Garn-
I ^ nhun., Perinambuco, e aqui see g
ezstabelocido coni fazendas, nmiUl
',fdezias e ferrngen; avisa as Exs.9
-uulinIs e ao respeitavel public1
Sque troupe comnpleto e varifado)
2 sortiunonto cm artigos ed moda,*
San a ias.br-c ados,fur-ties, lnons,4
S4;etnauenes, artigos para presntes,
Sri-c)s divr-sos, brings branco e%
de cres, zeah'ros' & &,e vende3
-4 p r preqos reduzidiu-simos. F
0 imais ( xigente I reguez acommo-5
T4dar-se-A corn os seus preqos, en-
,contrando sempre agrado' e sin-
-Pccridade.
Uma visit, pois iLOJA

S Cincinnato SILVa-
- RUA NOVAIN.887 .
o JOAZEIRO--CEARA (

48S SMS ee


FARINHA DE MANDIOCA

Josd Alves da Silva, avisa aos seus
freguezes e ao public em geral que
tern em dernsito grande quantidade
defaruinha de mandioca,de primoira
qualidade, e vende em gosso e a reta-
Iho a preqos baratissimos.
RUA DO PADRE CICERO-:;,i
JOAZ EUERO-C CAHAR








C.o.
: = .


U -


. : A. .


A 2k,.. AL +--a A a p


LOJA DDBARATERO

MANOEL VICTOR !NO

Corn uin variadlo sortimento do iasendas, a '

Acha-se sempre a desposi;;lo dc soes' IgrzU.

PRE;0OS SE3I COMPETLNCIA.

Vende-se tudo pe'o prcco da, cojl.:-dl

R-IA NOVA N. 9,;f
"-a A : DO C"Y "
=-, ,,) ^ iK^ U W s'. ie i


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