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O ae "v ,.-.k- ."- ,- z-, .* -" -...... ,. a- .. ... .... - fa* 1 r. "' '*. m t . -. ,. ... _. : ,.: : ,. . ./, .a " 40 ".jr. - :l i I, CEARA- BRAZIL " ~A.X DOMINGO, 15 DEAGO~SOFE 1909 11 C C 4 " I ANNO I -NUM. V EXPEDWENTE 0 REAATEI public&-" semanalmente REDACTOP--CH Edm Joequi' de Aleneat Pixta. GERENTE ==Felismbio P. de Akear ASSIGNATURAS Anno ..5 -- * 000 Semetre ..... -- * PAGAMENTOS ADIANTADOS A .p. ',lica6eas de iuterese particular,a o a,,ninCnio d;pendem de erntrActo, aedo o pagamneuto adiatado. - A rodacqko rIo 4 res poMvl- pPe- Pu- bliiq .ine detoriseBw, neo pes pa- bliiea es alheias, assign ada SAcceitam-se artigoe de religilo, scieneia, litteratura etc. prehenchendo certas condi- Redaqao, ge ei. .typographia- Padre Cicero -un~43 IOASEIRO DO CARIKY' A sciencia modern, em sen afan inglorio de guerrear o christianismo, se nao cansa-nanea, de, maxime sob o ponto de vista Scientfico, accusal-o de antiprogressa.ta. Uma das grades objeeo0es, si- nio a principal, tMe em voga em nossos dias, tAo repetida hoje, per mno dizer, tao reproduzida, ( a que o.4 representantes d'essa sciencia soem tirar da immutabilidade do chiristianisino . Affoutos, eis como eles se arro- jam n'um montao hysterico: 0 christianismo 4 essencialmente' immntavel; o que 6 essencialmente immutavel, e claro, e manifob"to, obvio que e estaeo"ari; o que 0 estacionario, esta rora das leis que regular o progress; o que efitA f6- ra das leis qae regulars progres- so, permanece immovel; o que per- manece immovel, nao pode .cami- ahar, nao pode progredir; logo, de sua naturesa, o chrnbtianismo e an- tiprogressista. N'uma acoIo %. priori, parece este um ai-guento achiles; dir-se-ia que a tal sieneia moderna-asyn- these de tb di a philesophia-, comeo apregoam os seas aisatos, tern ra- sao; dir-se-ia que seas oraculos nun- ca se exprimiram tio bem ... Mas, u'nma acLQo 4 posterioris, quem attendendo umpoaco, reflectin- do um pouco, nao ve que e.ta arga- ' mentacao sr'tesica pecca contra as leis da logica? quemr naove ainda que n'esta argumeataqlo ha am ar- gumento Dizer-se, pois, qwe o christ'anis- mo t por Sua essencia immatavel. Yomo de facto, 6 dizer-.e que 6 pro- gressista, por isso que a immaitabili- dade na esseneia rama condigio a today a foray indinspe avel parma o desdobrameuto, para aevolauao de qaslquer doatrisa no cmiaho do progesso. E esma imnsatabilidade-condilao incondicional e, pms hWlar co mais teclmologia, abwl-trn---te india- penasavol o p6orep ao a-b ca- racter de exclao do chr'stianismo, e lei imprescreptivel A todas as don- trina. E em todas as doutrinas quem de- negara priacipios immutaveis, incon- dicionaes, absolatos? quem os alte- rara que n&o introduza a vacuidade, o cahos na sciencia? Contrad'gam-se os axiomas immun- taveis das mathematicas, e, depois, comeore.olver tou exan i-) nm s6 -alculo arithmetico, algeb i o, ou geometric? Deneguem-se as' leis imm tav.is qiue regular a movimentaVa- dus as- tros, e constituem a base da mecha- nica celeste, e, depois, como darcom acerto a solnao :dos aporos astrono- micos? Desmintam-se as leis da logica que .io immataveis, e, depot s. coinmoes- tabelecer, como operar um raciocinio verdadeiro ? Destruam-se as leis da etlica que corn sta immutabilidade pres.dem a ,ustiga, e, depois, como assegurar A alguem o sen direito ? Impossivel, abertament3 imposi.- vel, absolutarmente impossivel. Impossivel ! Tad. n' -se-hiado ae -WFff1un W encia, dai nao transfel'ma-seI! Para que haja verdadeiro progres- so b forcoso que se cuserve e se de senvolva a etsencia. 0 christianismo, portanto, que e immutavel, essencialmente immuta- vel porque A a verdade completa,-e uma doutrinua verdadeiramente pro- gressista, eminentemente progres- sista! Para maior crystalisaA-o desta verdade tao impagnada em no.-sos das, recorramos aos facts. Abra- mos a Historia. Que diz ella do progresso de nos- sa religiAo quanto as sciencias, que e o qune queremos viugar aqui de se- us adversaries ? Foi o christianismo que salvonu a lettras do cataclysmo dos barbaros; sem elle tudo teria perecido; nio possuiriamos uma s6 obra dos escr.- ptores antigos; todas ttrfiam a sort de outras maitas que ainda hoje de- ploramos. Foi o christianismo que fundon as primeiras escholas na Europa, d'on- de sahiram tantas ;lnstrages, tan- tas glorias, cujosAservios, a scien-' c'anunca os poderA esquecer, come ni o esquece a modern; mas, simples- mente, por isso, porque-nem A sci- encia,-nem A modern. Foi o christlanismo quo em seoni mosteiros, em suas abbadias, em soe- us capitals,. creon os primeiros es- tabelerimentos scientilicos, as pr.- meiras. bibliothecas da edade media. Foi o christianismo que fnndou os collegios, as academ!n a e as univer- sidades. Foi o cbristianismo que escreven a primeira arithmetic occidental, e introdazin na Europa os algarismos i arabicos, e regularison as sciencias muitos annos antes de Bacon-o ig- norante scientifieo. Foi o christiaaismo que inventor o telescopio e o microscopio, a pol- vora, a pintera sbre o vidro, a po- lychromia, o par -raio, o aerostato, 0o oculos, a illeminagao 6 gaz, a im- prensa, e t&ntas mil outras maravi- lw d'arte, e tantos rail out-os as- sombros de sciencia que, si descre- vessemol-os todos, dariam per certo I somma de labor e desapparecer. I sol que nos allumia, nos aquece A' laz da raso p osophica ed laz d histor.e. p t, est pro vade cotra ear po.mieaus da sci. eaneia,.mderna-jat christiais mo, wpr is5o, popaue lmmntavel, esseaealmente ima el, por ism mesmo 6 qne 6 pro ta; progres- s'sta -bre todaa pend4aqo, sebre toda s reflexio; pgrfita mb to- do o peato de vista 39 tini, como o 6 sob todo o ponto vista moral. -i-+- O TRABlLHO Trabalhae, ma bos! Sei tudo quant ste conse- Iho parece ter de nal; e nao ha distribuiio de mios onde elle nio caia, no i a indiffe- renga dos alum Mas eu pego- ue flitaes nelle eper niV eit, que h1o sou sinlAo alhador, S tarefa, o oor io preencheu a mirha vidi in- tetra. A vida prncipiou dura para mim; conheci a miseria, a deses- peranga. Mais tarde vivi na lucta e nel- la vivo ainda, discutido, negado, coberto de ultrajes. Pois bem, nao tive sinao uma f(, sinao uma forga: o trabalho. O que me sustentou foi o im- menso labor que me imposera a mim proprio. Em frente de mim tinha sem- pre o alvo a attingir, alias, para o qual me caminhava e isso bas- tava a reerguer-me de pe, e dar- me a coragem de caminhar, cus- t.sse o que custasse, quando a vida cruel me havia prostrado O trabalho de que vos fallo e o trabalho regrado, a tarefa quot'- diana, o ever que nos tranamos Je arrancar cada dia um pass mats a nossa obra. Quantas vezes, pela manha, me sentei 4 minha mesa, corn a cabega perdida e a bocca amar- ga, torturada por alguma grande decepXao physical ou moral.. E, cada vez, apezar da revolt de meu soffrimeato, depois doe primenros mo-nentos da agonize, o mnu trabalho me foi allivio e reconforto.- Sempre sahi consolado de mi- nha tarefa quotidiana, corn o co- raqao despedagado talvez, mas de pd ainda e podendo viver ate o dia seguinte. 0 trabalho! Mas pensae que 6 a unica lei do mundo, o regu- lador que leva a material organi- sada ao seu fim desconhecido! A vida nao tern outro sentido, outran rasso de ser; n6s appare- Cemos para dar ca a urm a sua Perguntando-se i um philo- sopho o que era que mais pesa- va n'este mundo, responded el- lo sem hesitaqao que era urn ignorante. E, com effeito, nada mais pe- sado do que um ignorante E' certo, sobretudo em nos!os dias, e certo que o home sema instrucao nao pode ser util, nem a si mesmo, nem aos outros. Um pouco de saber, uma cer- ta dose de competencia c indis- pensavel para que elle curmpra seu destino siestavit'a. E' isto uma verdide tAo ma- nifesta que cahe sob o sentido de todos. Negal-a seria negar a luz do e nos fortalece. Todas as desgracas, todos os crimes, todas essas scenas hor- rorosas que se perpetram no seio das sociedades, tudo isto tem como causa efficient a falta de insitrugdao e de educac-o, ou o que vale o mesmo tudo isto pro- vemn c'aramiente da ignorancia. Quem nao sabe exprimir o que senate, o que deseja, o que asp'ra, nada sabe, e nao sei co- mo viver possa na sociedade; nao sei como podera cumprir os differences deveres ji para corn ella, ji para corn a religion, ji para corn a patria. -) estado d'um home, ou d'um mogo n'essas condi;oes tristes e lamentaveis 6 uma aber- r flo contra a qual protestam irmanadas a raso e a experien- cia. Para s hir-se deste estado em que mukitas cresturas acabain sinistras, fasendo a sua appren- dizagem do roubo, da violencia e do assassinate s61 hA um meio seguro-aescola! a escola!. A escola e a resurreigio d'um povo que dorme a sombra da morte do espirito-a igno- rancia; 4 a sua gloria, e a sua prosperidade, e a sua grandeza sob todo o ponto de vist i. E 'ta escola que vein o saber; e della que vem a virtude; saber e vir-tude, as duas cousas mais bellas d'este mundo. A' escola, portanto, pressuro- sa, 6 mocidade joaseirense. Manoel Alves LAGRIMA DE NOIVA Alba, a boa fada protectora das noivas, Alba, que mora ,ia pupilla azul das virgens sem pec- cado, passando umna manhA jun- to de uma camelia, ouviu o seu noome pro-unciado por tres got- tas tremulas. Approximou-se e, pousando no coralo da flor, perguntou ri- sonha . --Que quereis de min gottas brilhantes? -Que venhas decidir tima questAo, disse a primeira. -Prople-m'a. Somos tres gottas differences oriundas de diversos pontos; queremos que nos digas quafde 6s vale mais, qual a mais pua. --Acceito. Falla, to gotta bri- Ihante. - Ea primeira gotta, tremula, fallou: -Eu venho das nuvens altias... *U- agua, SmT cOcaci aguas uas uimws vcuuiw v a M ..gg.liJa, aem s-gijt, B-J s' a~r -- 6 M de madeiras de construc;Ao, a d,. mais i mais mingoando e au-1 j de er fluftrstano se que n:o odas expresses corn que me Sika B~rros. Y Na-o Tv Nao se pode definir a vida de outro modo sinao por esse movi- mento communicado que ella recebe e framn mitte, e que ndo e em summa smno trabalho, para a grande obra final, no fundo das edades. Entao porque ndo seremos moatdestos, torque nao acceitare- mos a tarefa individual que ca- J.a um de n6s vem executar, sem nos revoltsarmos, sem ceder- mos ao orgulho do -eu, que se faz centro e nao quer entrar nas fileWras? Desde que acceitamos essa tarefa e desde qu- della demo conta, parece que nos m. is tor- tutados se deve estabelecer a serenidade. Seique ha espi.it s a quem o infinito atormenta, quesoffrem do my. t :rio, e a esses que fra- teaime ite me di.ijo, aconse- lh lio-lhesqu'e o&upem A exis- tencia em qualquer laborenor- me de que seria bom mesmo que -lies nao vissem o termo. E' a maroma que Ihes per- mittird andar direitos, e a dis- tracqaode todas as horas, o grao langado a intelligencia, para que ella o esmague e delle faga pio de cada dia, na satisfarao do ever cumprido. Isto nao resolve, sem duvida, nenhum problema metaphysico, nao e outra cousa sinao um meio empirico de viver a vida honra- damente e pouco mais ou menos em socego; mas nao e porventu- ra algum i cousa o adquirir uma b6a saude moral e physical e es- capar ao perigo do sonho, resol- vendo pelo trabalho a questao da maior poriao de felicidade possivel neste mundo? E. ZOLA A ESCOLA ell XS.-. -tqua- S. u-.i h .- -ma -a . n_- M s MM16 -. ** msa-e m llpq- - -i - U. m ma 1.-, . umm m Vi= mm aumah- ema m Rjlm. VSM r -. a. m.= a I - ---.. -mm emsm me -, "...."Mm --"- . Swm Sr. m-- -a . . es e- 2 m at -v L scsc ma- m g . - ....: ~- - "-"-a: 3-* ...',,'',,, ] i-..r s,.ai i am i-B ,-,x ,,. .- - i-ia a a_. a .. ss.-- -." :SS S t .d nes. -M-ax . .. J Z.Ji.~AL.~- r~n nri- -.. x so as w1 -_.; '~^^j. "p em"- =n - =G a m 2n= Z ..- r --~f - imm -- - u'E. ~ ' -. l -awn- rn." w r -r .--, m,,Amrt. ,,mm..m1 aB i--- 1 .- _-2- "'m-'- UL- ir-im it- S t aJsu z. g --a- - Cm- mik am- -e aEMW V Mmpik .. IMmdmHE a MMil*. MME A. o Alfi 'L ea- a pie jmmk Teo SEw DU -int' =K :.200 emm s" amena ZE-0 I. W -- -~~~ - a K *OW a-aiim met mwm gette arm.ns - 1-- - r e _. ---,, s i. -, o - lp sAmo-in a- T! arm- mm ae a meet e - J~~4 Oh dW IN" . ~ I ~.-~ -om w 410 ii- a a. m aa .(**=.L- ers- - amnt i m* am ss a a-z. we a --'. enww _______n he -as as m. m 'in- Cmmmr'emou .: I -M amm- .m winin - .i, mi A w-muras e m r..a. Am UmonmmWLame m Tin: mum I&iC m= I' e-m au oe mamm" ,a im A i.- Imern .. U _ low @m-Ab& -'. .,ML -*amU--" 1~ -~ U ~m = ~2 - ~ -~ I-mTw-3 a- ~ ~ rn r~r-' -~- U.. D. S ~ ~awri-r- - ~. DC h~- E- flJ ~ U- -~ ~.- -. 1r~aI. ~D ~R 8- ~ t' !rniT'~- ~ 'U- 'A I i A S-.- - . zM =X-- -- 4: & g.. w., a ":iY L. --I r -- .1.a-& --- ?O. JL. 111 -.1i ,-J - * . -- -. ^ .m *-- J-K. :-DfI ^ --T: .. - 1.1 I LZ. .ar i T ana. ,sks- -- m 2.- .- a am . . - e .al u ae u ram, a man MOM=*Mttlof.*m, ...-.._n_.- c a.a. .a : ar. s En, . m .. a n.^ .- *.m^ T w a -U-,, -e. r. _.... H.. .:m ,. .. a ^ a n r -u n. a a. .m -i.L- n 1. 4st.Wa Z x -2 : m.- -r- -m:. r3- 2i BB-"-i" s s- m .. wm.@L T. n.. a r. ______ ma5n* le m -am e Ba a 1 l me*i*n*a - ..- .-- Im m a : , UU96- M- 25- -t-M wTIEM summMi uasit m .amr ,._. ,_t aa--_n wa m a a- a -..- m :. -- e- o N -. -- r- --- . - --.._ We-WI= Onae"-_ ----.'_.. ..- . jesin .ia -13 mom--- Xwma- m ^S~ri 3C? r mi; 'atB BE ~:V **.'a '^^ -~a^^a *^ ~ ry~ u ^ ^ ai^ a ^ ^ w.ss- "W l li-BTsaim* ,W:2 -.i< i liifEMjBUa ..l .^SMraf. 'J,;^.^,,*,_. -S'rtB ~.**.*i. ^3B tt~m>fe 'Ol *WWT S~g. ^^^ ^ :taBI --- ^ 'B~j -|^R .sc~~i~tu^ki^ *--i_ ~ k SS^S^ '?^ *?!??1"? '* *" 4^- --y~-~--u -- ---Y~l -.,- : " T F, -Now D~iar~ sar- wsen -fiet -aEm swve r U 9e.~-N-~ 0 REOt ". .. lo1-s. teleseopibs, e. r.,'lrn;p i-se do mesmo r.;- '.r ... .. i" .. e' "' " . "5"rrs-i ,r- e f.ercura no c feeiro. rs co:s.s. tl.,' m-s o m .: ..i a ,;...: Vte-,-.ul. (,Ssa cof.sir e- Se.no a banana muito .chi- 3 'emanehas diao:i nm espellho um as- t' i. a c1 C!t d.i bananci- vada em noso paz, onde pr f.p0 exces.,ivitmente de.?:sraiagie: q14em 0;," i 1 I '. : .. I r. ,ili.' p-s- n'1 "- .*r i i r .. . i-'- ''.n ~ j i tevo occasio de obi-rvar ;.-to?' U- ;r ".... =... >- :r.O .. a 'r ui c !voim-:. to conside- duz corn abundan1i i;semn serem ta ( siAo de ..-,.r io. - ,-i, :.-: ..! . ,, ravr 1 aproveiltadis to.eas Sn'.i.s pro- m dir, .m 1e meter em dep1s., si !." :::. Pen.arrrm ou'ros tambm cm prie:ldes. nos parecem Je almg- ,, .csm 'e tenodo, a s6 . .. .',..-. n a'o! tr r da bhnana p:o ict'.S .prO- mI CO:gVe:.eil os .dados que Idasir -o ,efrei m n'.a dirA no espelho ct : ;. .,. , ..' i p.as rC't o.sm c o: vc..oaeas, tos q u o s eiai. d a" el-gaucia. r" ...po--. ..i ra serem exportdo. c: pu 1 .a:nos, pira os qu s At4 ae-niourn espelho q:a merdo p6de 1:.:.. ::.. ,--Ib!.t < I ** -, | ;'.nto .'. l ri-zrpm f'rinha dc bn.' nrs, chs-,mnos.a attentio dos Srs. a- oeniltar as ini.hme r hara har ob um 4 -'. .. .'.: ar- ramo dei fncksi ii. ldo orehid.'::.. ec., jio- r.. : .....::.,. "i- > ..-- 'r< u da p a dI.ssec.. 9. C -pt rnculto e; osdesta zo-a. g to aid e.mo p.r mAo. travesa. Urna .. '. i .i :r a lor.dade. vr.s:.ao do frucro colhio ..n- E as:si;; acreJict:- os resta orho!eta uo a hes ertinl -e e r li-s o pito ia-1. 1est, .d er testar in -a rh it:,h St.. r '.: :-".:, : star m uo; i n '- ;m serv; r -,, :,. ,Io.. o,.'-:. ,' o u:to :aJuro, dpo:s 4l'. .Le perto ihe po.sa interessar. d Ae coin pann Iiiiidos. A ls n nl iTir J' i .ai.: I ' fe rmentar olo alcooica. -.-io fe!izmente rar.id e. ere ,estas molduras fi ,rmi. .I a -i *- I .11r6nn f inh e a s .. .. e mor part da; vr.z. ;.:.:n-rnt a poii- I.r.- .. t.. .o 0,, a Ireqe o<'. .ra n a; pe- l a . .quo so tern tdo tir.r. Eprei.- i-af -a n.- p .' : . :- :' '' compo'c o se .Juite" am:i i om um pauno "v ',oel e m' tto 11ma1.1-o, O .,I . ... .. :,. . Fi:., que po- i L ,., A ,'- i" m eligr ainda, cna un-na iba..-:- O algo- :.. ,' ai r. t i: e: :n ttt :.eser-nmt- 1A r .1.eri-is ,-axas 0,5, d-o om rama. Eis abi m. p...,,eno -. rvr;- i. ... *i.. :. or.enou ou- lOS2, 1, ; O1 Ctin '., 1.4, asSUC ,r d ': .:o0 qte d na de csa dere f:'.-r Ie.-'- .,.. .....;,rh,.w..; p ,-m>n qure se 4 m t ('ON E::AS D TO.MATI .S tlme nut. .i nao tiver nUm criala ':.<.e:.- a.>-,'. i.- .-"'r n, an-. p ., v.rdiosoa;n C"a I a 0,l6, a;sucar 0.4; m tein S- vam-n:e ci:idudosa. aa .o.. '' i d. aio ai'.s 2,9.9 aclo tarnn.co; ex- Colhem-. e sLe.s.fructos quasi AsA inoe'es sTei a maiores inniigas das Sa. :: 1- r I. iolduasi as co'rcn do inn irn.r mi- : c meo trctivo t': z tado; (par ie- o im d sua quadra, eco6lhen- las p s. Para oir ete inconveni- d .....- l' -r din < r: 9 .) 9.4, m terias miCr.er'e cl-se oC- m is 1c'"nosos, e sem ert. costume cvolver as moldurns coma -,. -tr.i cfia:nk:o 1 gre. Ito da ao eaelIo nm asp-ct ) 0- S.... .. :. .t . i.ha .inda .. 14,. rn :C la : .;ma oorto-e-lhes o t fortavel do que partieipa a sx.,la. today; a- fi r"'" ", E- in Venezuela f-.z-se co com na tt-esora, p;,ra os coaselho i dona de c.a.t capriehosa, es- Eria oo enr c"r;.o .ep i d' n- fne putend:a sobre as moldurra'douradas um:e a o f-. rni-:i I u>:. e .1 ,. r i%. "- a .a earn::da mui tenue doe verniz brnco ou i...:.. i-,... I- .' co ho-'que fornece alimentao ..e 1- Det"-se uma camada de sal ido oleo de louro. ... ... I. '. :, ,i, 4', i. .. ciilmente feculenta. u iwt) miud6 no fund de tnm ____ ,,..... ,.,:,.: ,v,'" ,, rma.o.; O alcoo! de banana des l- birril benm estarc-ado, e sobr o0 .. :: rinp:era d.tlli.go tem chleiro .. umn- c mola de tomtes-bem PULAR !.- .. p ..: : ...:tr a ,i- gosto grad vc:s. -c rt r s n os apertar a :,II,., g :.: .ca;te.po, Mal.rca 52' no alcoomnc'ro cen- ponto d se e.nmagarem: cobre- Cantgdo S. .. .. .. .. q' el: ,- tesimal. se esta cai da -co-n st 1, de S QOuanto ao fructo, dez parte- form que os fractos fi uem per- No t3c.I? , .c* 'soi., a.. ,m .r. 0 o rn de polia co.itli: assucar dic ca. :[ i. lle cobqrtos. P.-oseo c- ; tn .. . -T pe sel en.. Se elle tiveace juizo nai teria vindco c. -Porqure 6 que escolheste uma mulher tao pejiru'r'a ? .-orrque dos males o menor. Que .isto ? esta limpando os pratos comr o leaco? -NIo fa:.a baso. E um lenqo sujo. NAo ha nada que os homes mails de- sejem con:.ervar e que menos ponpem do que a vida. Viver por uma idea unica, morrer por um sentimcnto s6:'cis o que e o amor. Taoo qui.anto \v:ve cumpre es- sa lei; o cumprimento d'ella re- sume a plenitude da ventura. D'As Noites das Virgens V. PALIIARES ** Para ser feliz, e necessario que o home depend de outra cousa different d'elle, que seja mais do que cl!c, para suster- tal-o-quando hesitar, e permane- cer quando o home passar. Dos Pensdes MATNE DE BIRAN v'; .. . ......*. . na 8.5; ass-ucr 6.4; ; miJdo :3. .e asim. acernad.m..n.e, ctdc en- Mlas ico protraaio. ** Sr-a.. a'....--. :',:,; ,....r .; -.r: tie mater as gr. xas 0,3; c -; 'd. oir o s dcs 1,6; mateLas n nes 1,1, iciente sl. Tapa-se depos A reboando, a p-z Ondas de paz me sao ne- S,. ,' irtu.] .!.-. agui 3,8; arcido o ga: icos. tn- p o por 6 ou 8 dias e o t e cessanas para afogar as minha rOt. n:nos; extract os nao .-zo: :os quando o.-; fructos tem-se abai- tristesas. Como, portm, gozar S.(por diffe:enq.,) 4,2. ':o, iette-se o trmpo no b..r- A-r' as col:1, paz, quando se no tern um gula, A propor-ao de m:.te.ia assu- Il; dc soret fique bem.se- All as esi-al:., nem a menor estrela brilha so- CL ICULTURA c: rada e pois co.'side.avel no guroe possa s- osass tras- n t i bre a cabeI ? ..CC U LT BA... fructo mduro. portado.. Iag a Das Lettras in es Ccmnrehendcl-se o moivo por o A: onio pei-rn GLRARD DE NERVAL A BAN.\N.\ que ,algtlns'trm querido util.zair-. Al i airAl so de sua rquez sacclhrina p.t- STICA O lobmenr par-'ece -" I.:; 1 .79 f. rpresentado a A- ra a producgco do alcohol. No tempilo a..ta d A incredulidade s6 tenta dc;- c'l, ,nili. d Sciencias, do Pari, A agu trde:t de banana p LOIO SI: LMPA ASvRAAS Aln lembra-se ee povoar o cou e tirar o encanto a .0. S:s. ,: r n e. .... t. o se- dia, pois dizem os -utores, sob. E os .Fl'ELI,-09e ..s. Mrnno cNI Ia, d- os ores, c. F o ELHS I -arro SdO, terra. 0 sobrenatural6 a osphe- -.nia-: sobre a utmlis:I.ao da ba- emprazada a represent urnm ip- I ,l n :1'a t e ral O s a ese-c SI P 1 1 Nao do cd- .Iuaca Molar -as vdr- ie 1 ) V -rn natural da alma, 6 a esencia nan.. t-'icto .-l' .bundate e pel ccirpar.vfl ao alcohol do as-! en,c,,,:t._ o .sl er j:, i-to e:b.eia!- Sera redus:d,. ra s iata da alm a essencia cult:v.A!.6 o :o-o .- ': 7. sucar de canna. .ia*-ca inevitivelmente. t .'om,-cm p.ir :1 -pr s"r sore o ce!ilvo seu amor. Sei perfeitamente que ,.) frtcto da ,- "cra C um o Sr. Corenwinder cheg1ou t., -a .n :,a hti,:,nid,>ela m ngna n qu------- (d :.,-. '.tC :O_ :'i 1'. i! ; tisLL n aos resultados se-'uintes nf t siL a 'li olvtrarm t poWu-.O de poni.sa. L'." e ci oa ) c,-teorn I .1 d.,-agu,,rdcnte e f/3 da CA r=p dos -il..s ren.iOe, equtatoriaes; analyse; agua 72,450; as u:. r ,. .. ,, ,u tip FA3 E CIAS gumentos, muitas vezes pare :.---te um limento hbitual chrysta!li e!-15, 900; assu- 'c l. aro de persi nam or* s-- cem victoriosos; mas, sei ainda ,b ,i.. .it .nt-,- -s re-6oes quen- car G,900; cellulose 6,3180; su.b- i.-1- ao '.a. ...U g n eca de anil, frto. A- una icousa: aalma modtra ter t',; c;.ar S tropic-, easua cul- st.:1.iS atlJas 2,137; pecti- o ern.-m co-rit o pe,,o ee jornl ra. da' sla-I sta,, eom u. i-do d, p,. perdido 0 segredo da ida dvi- a ,-- -narot.do.. catas merecin o r;N.r, mina senor:, na; actualmente s6 e solicitada tur Lio importaa te como a ds na 1.550; matter. graxa, acido ,,,, ,.ci.a nt:o.ta," lem tcorntr-e "tin.a uingutm senton-se neias. ara absmo; uma queda, sem- S. : tuberculos fa- 0,958; materials mineraes 1,025. t.to liaipos como o cenro u .r. --o asmo u ."i- Eists ag t icr o dOa, Terem do,s, h n-,-' .dq re^ uaa l.lo larilhio O r-lhor ex r-icio pir-a os ggos e pre mais rapid, a leva long de rin.ceos a zo tempera.da. Estes algrismo differem dos ,. ,r a r p- ret o eginte, tr:a eze: Des ella perde successivamen SS.-. Di u.s.ing-ult insistiraja que foram dados pelos Srs. Mar- :, !in,.'.i1o em enem nzIa. -. *cl,,n a d'aiquepleo n.orro tem iIma enio- so]rL a fcu'.cl.-'d- que possue es-: cajo e Muntz, o quoe f'nz crer que 1 o o t.a a a 0.f..,..- m mn.: u: tea pedade, a retdo, o ge 01r, it crlr ) olo, po4q4fgo ala o l:,hrino ,--'ol'0V .r ,,L;,f.ttp,|'.03magafggfinhos; cm pouco tempo roja-se por ter- to ve.-et. de nnter .o polo hu- a composicgo da banana varia, It :. .: lda. c etro-goe --i'uf -a. d no ,.-,." I il t .cr- p- ""Ji *. n voihneiitl, h>e m coing o oorjauhj do esiie- "i r i.a, e, nao raras vezes, no lodo. miion em torno i c-ile. .ot paizes, effectivi.mCente muito, segunJo a ie. lei friecione m n,. i-lle ri- -, -raras vz, o . onde ) or- dzC. 1 t"rls na.o cai provi-niencia, e estado de m tdu- g-)rosanrait osutat e inn'i; on c-.nim nm 0 jniz. do cas mn.'nos ai noivri: Das Mlanges de crt. relig. pred..da 6' ao;td paa. danr da 1 pa-,iaco de papMl or!.jorii:il anuito a:n-ar- -Nt-o posso eireatuaro easmnainnto. Fs- um-t 6-o -otta T nciva. Essa pmo- rez.a, as co:ciL:g.es da culture, a rdro. o. :'a te home ertil completamente emrAria- SCHOERER pried.du e apioc t.ada para dar esp-cie e uina multidao de ou-- As vidra-as, oa vi drosn demp-'.es. oc-. gado. . sort a nada dleisar ver d'essa fnl- sidade, os homemt, na sna qnas, to- eurral, come mies estremosa,, cihecias mas difflliiesmanobras no frag:1 ba- t gurante laz que si chala Scien da. tal.da.e idolatry o proprio En a se .e cuidados, como que aonselhando tel de seus corps; e a nivea garqa a tuml-em me impedia de ver o. quasi dilaceraram quaa-sferas. t.to somente aos caros filhos mais | Irudeucia em pasiear airosa pelas sums rargens, SENTIMENT.LISMO iifinitos esuros d'esseimmenso qua- emn hn'ea da sat Mfai:o dos proprios ises exercicios hygieunies! nao poderiam jamais occasional em dro que se chama-Humanidade. appetites; qua.it-is vess, entAo, me :Odoce e mavioso canto da sariema men pe!to as gratas sensaques do a: moaos os meas conhecimea- nio vm imp at -de -tnldizer-vos nito echoaria ma!s em means ouvidos, ontr'ora. ILL -Z 'L S P;1' -IIAS tos contrabalancassem com os ir peio 4uqne -sotfrs Intltfelicidade quoe aibeveeendo minha alma de grata' Aquelle immense tapete de verlt- leenuag0nos! ..l o s me rotbastes a imraifoe para o corn- recorda;oes! ra, matizado do todas as cores por O. sranh,; rn--. r *, fngcz i." Mas.. que sei en... Dai apenas bate das Inzes.; 0 O saddoso balar da ovelha, em florinhas singellas e dos mais exqui- (O qrahr. -r...-a ...-i. r','rt ,,"o, z 5 ."uaarovelea,;atoe e le- uIa nl' rji. ,,fIne. ? va!ilants. pa.s,,; na senda das Sci- Porque me niodeixastes n'essa vi- busca do tenro corterinho, motive s'tos formats, com se-s altos e bai- vloz'f t.;-t t?s.. ffr-troz-P..-fle .en-ias, e ilui, q-ul novo A,1o, co- da bnuolica epa4 il em'ue sempre outr'ora da mais delicis,a sautdade. xos. semelhando alterosas vagas d rado. inculu. gr.. nheendo .o Mal, a. limi-ar da port vivestes, e que iaree to cheia de nio poderia ser hoje siuiia occasiao procelloso mar, Uno poderia ter o Desert trite er rre,.na;.i ..a sbrca. dO Pataiso, ds :ortinanldo ao long, encantos, tia ridit de attractivos, de magoas e does! effect magico de ressuscitar em men I as snas bellezas, sem jamais pode" -qando a mente| at est" povoada de 0 chilrear da passarda, melodio- peito sonhos e illuzes, desejos e es- ,traa-spo!-o. idbas outras?l .- sameutecoafaso, ao alvorecer do dia, perangas! Ai! quantas vezes, ap6s nm'a amar. men Pail! Para sempre vene- J'a hoje tarde, 6 muito tarde nas frondosas e copadas baraiuias da Sim! ja hoje e tarde, mmui ti r- ga desillusio, nAo jalgo ter compra- randa mem)r:a de m n Pai! tend. Nao posso retreaerI .JA4 lit uio en- varzea, nio-teria -a forca de eulevar de! ... Nao posso retroceder!... ()- do muito care a troco da minha boa compaixii denmcora;io angnst'ado, contraria taiit .ibe a que.gosdi men coraiho em extase acontemplar mens sonhosde esperanpa, as iiiiulas ft a pequenina sentelha de Iz que -repleto de descrenras e perdoai mi- nos verdes a at-4. as maravlhas da naturesa, e, na does illazoes, em uma palavra: a orra o men espirito I nha malia.le; mas quantas vezes no Ja n-Ao eadulmtfnt aqio, 'ni tosca pharse do roceiro, entoar hymn- minha vida veuturosa e feliz, gosada Quio feliz era en nesses tempos reco-idito de men quarto, mergnlba- pesaro4a hora o ecrepnscnlo, o mn- nos de grat'.do ao Creador. sem enidados, passou..:. fugi... idos!... N'aquelles bellos tempos em do em minhas amargas rbflex6es, gir do toaMro & &ecar a terra, e O perpessar garboso das aqaticas morreu para sempre .I que, sa densa e negra faxa da igno- vendo por today part imnrear o Vi- os tenros be hs a- escabriotar aves nas cristalinas ag da lag PADRE A rana eevolvia o men espirito, de e'o; Ai " * 1 4 P- FPlhbl~-- --- ~ __ _~_ ._ - ---- -- ------ -) -- ------- ---_- __ .__. _~ ____ II- 1 - -- .----^-r, . .-.^i N%!4' - -~ -r- .-Ud~- -, --V 4 -*. - .4 p p p44 p IW Do ATE i ESTA TYPOGRAPmA flMGAmRRGA-sE DE QV.ALQER TRABALHO DE IMIPREsSiO OD3X MAIMIA PRESTESA E NITIDEZ; IMPRIME CARTAS, CARTAZESS CARTOES DE VISIT RECIBOS, RUTULOS, FACTURAS, ANNUNCIOS, ETC. 0 trabalho ; feito cor today perfeialn e asseio na Machina fclicias, send os precos semr cope- tenca. S-- pa ->a-^aaaaaaaa p-~---frttp-tf~trf>l<**>* *rt f ! I S43 W-.W. W. n1 -W --.----- I-"- v It .t A I. p A P ULTj,9 P CAIXA I!T .'".'.'I'' NAL DE PENSOES VITALICIAS Approve .:i ) .'- ..tr Federal, corn deposit de garan- tin no 'Thesl,.r. i"- .:'J. iprporcioiial a) capital do pansoes de mit contos .: : Ri .-tr''. in.a J.J;:ita CommJncrcial de Slo Paulo. ". L 9. PA.AI'LO: RUA S. BENTO,. 3 .tu e c-ritorio da Companhia Mogyana) Fi'.i li.: I "A T DE SETEMBIO, 113 modernn) ::" ...,-S DIAS E AVENIDA CENTRAL --- n: If -- PRESIDI':NTE-Senidor luiz Piza, Sonador Estadoal ex-ehefe de Pol:cia e ex-'Scretario da Agricultura. do E. de S: 4 , TF W7 - mensolidaie e 1 .fto podcrd a. Nooe ito, to fii de 10 annos, a umas pesio que e 1O00 op or m . tier m. do ehogar a rpepber a pcnslsoI a siciar5o eusl Z-iehrosr inetsah-w tIRodasas conua- _W_ que ioito, aBer cos. Dwales0 oiaflooimento lepois quo o estiver da peuo*, estafioar- ex- dincts, mm quo, s herdiuw assista quwiler direito. A at o 'individje, on ao sea pro- urador legal, o mt de qnco, quando o mutuario ach Jextragevto. 0 socio inte em dia, que ficar impossibilitado de proseguui nas das; dpois de cinco ann 's de associa- ian, em conseq de alestia chronic e incuravel, que o inhabilite para o 1ho, sA donsiderado suspenso e nao per- dJe-A dirceto at Os pagameaftosantecipados de 1 anne gozam da reduc- ytlo de 5o. as pag aientos de 10 annos, 20o/o e os pag amen- tos do 15 ]anos, lstiso. O mutunrio qe s i nurever aum me antes do sorteio e tnver a sorte d ser iremiado, pagazr apenas pocos mil reis *, tera dircito a umis msao para today a sua vid. A td dezembrlitram s-rtedos cinco cadernetas, ou seia no period de noveovps. A ECONOMISATORA d a unica que iaz sorteios deO emA dais meose e um grande sorteio no Natal! Socios inscript d abril l&e 190S a Janeiro 1909:-13000 Ncnhuma outra soeiMide obteve tal numero de socios nos seus primeiros mezes. PEDIDOS DE PF OPECTOS, PIIOPOSTAS, CADER .ETAS E EOIVOBMAqflrs VINUCIO6AS AO Repres istute no Orato A. Bele Sobrlnl., 444-Rua do Coeninrcio-45 I + -:. -+. Sa. 45-Rua doCommt rcio-45 -CRATO-CEARA'. EMtabeli d~de Fazendas finas.3ii:;tzns. Noid.adc- artigos d nuso Alta fantasy, &. & . c Especial" : artigo-s imra hn--is o c-nhcors: ,'je-. ctos par a present )erfurnaria tji,'s..i, 4.!! -i.rcos sem competid.jrl Dinheiro h' viLa. de fazendas mcrtWidorias, es'ivas, /f;'rr:n. cl/aopes. Tend recbido do C'eard ttm complete, s. i-i mn- u dos arti'.ps acim mencionados que sio0 vclcndidos por preco s'nt compete Jia. con vida todo publico' Jtfazer'unta vista Ua dito ci ete/!ecinunt que se certifcard do: qtte i aictrmiadi. VERDADEIRO APROVEITEM! Q(JEL1J ! AI RuVEITEM ! Jole Baptista de O!h'.?ra. PRs Padre icero N. 33G AO BARATEIRO ., Paulo. SECRETARIO-Commendador Leoncio Gbrgel, da firma A NOVA MEDI(tNA puridinas n. 1, ramedios especi- Silva Sealhra & "., da F:tbrica de Tecidos S. Bernardo. ficos da nova medicine do Vis- GERENTE-Dr. Claudio de Sousa, medico e industrial. do conde de Souza Boane s, o que THESOUREIRO-Dr. Gabriel Dias da Silva, advogado, me-obriga a faz-r e esta dcclara- capitalista, director da Companhia In lustrial de S. Paulo e da Visconde deSozsa oares eao, a fim de qune a humanidade Companhia de Poos do Caldas, uoffredoia saiba onde encontra ConseEle FIso al Este novo systems cu.-ar as allivio para takes molestias. omolestins constiatom mdici- -Itnoquem, Rio Grande do Exmo. Sur. Conde de Praten, Director do Banco de Sa o na efficaz, inoffausia .l ean- But, 2. district de S. Boria- Paulo-Exnio. Snr. Coronel Penuamdo Prestes, vice-presidente ce do povo. do Estado-Baraio de Duprat, dite*tor da Oompanhia Inbustrial Refterindo-se a l.medica- Athanazo antigo Ortiz. de Si o Paulo-Dr. Rodolpho Miranda, proprie.ario da Fabrica mentos, esereve o cida- (Firnia reconhecida.) de Tecilos Arethusina, de Piraicaba e deputado federal- di) sr. Athanuaxdo or t- Dr. Joao Alves Dima, medico e proprieta io-P.arm. L. Piato -Sr. Joud Jarques. de Queiroz, da firm I-,. Queiros & (Ca. (proprietario da Drogaria -Sendo V 8 o ge h- PHARMACIA GARVALHO Americana e Fabrica de products chimicos) Dr. Pedro Pontual gar, dos p Vis- e Ir. Victor Godinho capitalisas. conde de Soeu dirijo- Joed Sebastiao Carvalho A ECONUMISADORA PATuLISTA urma sceiedaec the a presence, w r attestar mutua, com fiscalimaqio do Governo, cujo fim e estabelecer ama que, soffrem de nuna- Rua do Padre Cicero n' 44- RENDA VITALICIA mENSA, Er DIHEMURO, to. us 0socio. 40 no ias ,e do A HA n'esta pharmacia um va- Tem dra eaixas, a caix.it e a caia B. sewr Ia veIrdido sortimento de drogas e pro- ,s socios da Caixa A pagam 5$ooo de joia e 2.5oo do scm poder eng quo r'o ,.fini mor ie 1. 0 f, OO poer me. msofrimenton enanae;- S .ci..a di < .4; pt:.: 5 f"lM de joi e 5o000 de eom a .inaflam-in.s j se De--E--pera-se um born sortimeto ,. -.,c,0 ,e. c,,A.; i"i:-: E)s0 ejeiae a vindo da Fortaleza. Avia-se receio s a qualquer horse, e qromette-se commoda "promqlidio cuidadoe amseio. Tc do vende-se nests pharmacia per nmodeces preqos. JOASEIRO CEARA , COLLEGIO CRATENSE (4 i4 -SOB A DIREG.XAO DE 4 Jose Joqnisn Telles llarrocos 6 '4 Abriu-se no din 1' de marco" { SPreqo segundo o costme e pagainonto adiantado. 4 '^ Internos, trimestre 1 20$000 " Externos,cpdapreparatorio 5000 '4 Escolaprimaria,mensalidade2o90 ti k} Todos os pagoamentos sio fei- I. tos no comrear6 trimestre. :( 4 Q ,c'u precis r de qanlquer es- ti F$ clarecimento, pode entende'-se S 4 corn o Dircctor,rua graoide,em ( ) frute da Egrej.i de S. Vicente 1Ferrer. 4 .. .. . . + GBANDE.OUI' A! .- Cinciiato Silv. Lteido'r ce-t Stemientf6e che g a do; de Garn- I ^ nhun., Perinambuco, e aqui see g ezstabelocido coni fazendas, nmiUl ',fdezias e ferrngen; avisa as Exs.9 -uulinIs e ao respeitavel public1 Sque troupe comnpleto e varifado) 2 sortiunonto cm artigos ed moda,* San a ias.br-c ados,fur-ties, lnons,4 S4;etnauenes, artigos para presntes, Sri-c)s divr-sos, brings branco e% de cres, zeah'ros' & &,e vende3 -4 p r preqos reduzidiu-simos. F 0 imais ( xigente I reguez acommo-5 T4dar-se-A corn os seus preqos, en- ,contrando sempre agrado' e sin- -Pccridade. Uma visit, pois iLOJA S Cincinnato SILVa- - RUA NOVAIN.887 . o JOAZEIRO--CEARA ( 48S SMS ee FARINHA DE MANDIOCA Josd Alves da Silva, avisa aos seus freguezes e ao public em geral que tern em dernsito grande quantidade defaruinha de mandioca,de primoira qualidade, e vende em gosso e a reta- Iho a preqos baratissimos. RUA DO PADRE CICERO-:;,i JOAZ EUERO-C CAHAR C.o. . : = . U - . : A. . A 2k,.. AL +--a A a p LOJA DDBARATERO MANOEL VICTOR !NO Corn uin variadlo sortimento do iasendas, a ' Acha-se sempre a desposi;;lo dc soes' IgrzU. PRE;0OS SE3I COMPETLNCIA. Vende-se tudo pe'o prcco da, cojl.:-dl R-IA NOVA N. 9,;f "-a A : DO C"Y " =-, ,,) ^ iK^ U W s'. ie i S~eu - 4o . 11 , 1 AA k a A. . AAAAAAA BP L mom. |
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