<%BANNER%>

UFLAC



"
.


EXPEDiENTc
K nulo toi eho.
A sua palavra creadora smtin mo-
,.,.., ... ,- mentmeament.', instan tnementt
0 REBATE paUea-se aemanalau ite ,.., eBeto-
:::().\ :tok =CHEPE =v l loaqum Como >a rcsophia divina 6 adini-
u> Alentar Pe.-** ^ n^ei, cmo nos deba ye relia sen
lininodeAlenoar'r.i- ,:',\-:,; ': fcJmmaBdaJe,impor-lh
.1 1 -i do trabalho!
ASSIGNATURAS Deas Ana, que opera to fn-
-. .. cilmente, p dia cooi ama so palavra,
m 1........'. '.'.'.'. sooo c*m wu so b\lAT, crear inhndosui m
di -. rascar o iiorror a- trevas, fastr
-'
o viudo cm auxilio a loi. p ir Elle.!
rogada; por qnanto no lino de Kx-
d >, l.i L-.-ti: que Dais se api-az emj
itfnud r. n'alma de todo o a lista
- >nsnmmad ., un rao de sua sabedo-
ii. isto i, que s?n Mmiiicnl), as-
-t'unra-o Klie nos q i trabal'.iam rom
pirita de snbnussao A lei do .Me-
t e.
Dover,,!-, prtanfij, de iodos nos,
subnuttemiu-nas divina lei i'.o tra-
pillo.
PAGAMENTOS ADIAXTAW S
i de interosse parti
il'-i'.-fi'l-m (! contracto.*, ettndo
pagamento adi nti '< -
. :, lil *'.. : 1 '!.!- n-
\
o d.a e estender-lhe a uonte. i Trabalhemos, poisl
N*d o fez, entrements. Api oveitemos, d'alraa e coradlo.
A Biblia alii est para nol-o com- '' energas com que peas nos dotan.
provar.
Dos
para nos dar o exemplo di
trabalho, comedn de, espada i im :.
t.; desd rar a sua obra.
De i omi ;o, i re u a materia infor-
i:rtrHtnntc.pivhei me, immensa conjun tiv:dade de to-
dos os t lement -.
Quando Samuel entrn a usar
molet s, Silvio gritava-lhe:
Ih olha o cx!
Vinham-lhe re/vosamente d<-
sejos |de apert.ir a garganta do
irmio; e sania cabsbaixo, rese-
ado, a perna que a escada alei-
jara, encolliida, e a sacudir o
corpo enfesado e rachitico.
N.i expressao do olhar desco-
bria-se algo de sen temperamen-
to rancoro.;o, exquisito e impres-
- '._... :.. la..
i ir.' I i.-.-r i-ll.
M ASEIRO DO CARIRY
Depo:s, poaco a pouco, Elleespa- pfiMMftGpn
-lana a luz. separa os -ti m, agrupa yvmilVJiUV
os por -\-un ]!,;s, consolida o nosso
globo, dirige as suas evolae,6es, so- &
r ' os ditferentes reino* da uatu- E'-nos grat i traiMrev
Ti'hbalhemo.*!
Trubaliar i-onsfrn'r, 5 edificar,. sionaveL
aperfeicoar, progfeiLr.
Trabalhar viverj
Um desgosto profundo alas-
trav.;-se-lh- n'alma decreanca:
sentia-se amesquinhado, perse-
A vida intira alejado!
-.
gni'-lo.
O sen estado l.> i-o de inspi-
Outr'ora brincavam juntos e
quantas vezes zangva-se por el-
le de vez eni quando querer bei-
jal-a.
Quando sahiam, tinha orgu-
lho d'ella, a. pisar duro, rindo
de tudo...
Mas... agora era cxo.
T ve desejos de morrer.
Isto fl-o recordar a morte do
pae.
A vs3o apavo-ante do esquife"
em meio da sala, cercado de cy-
rios accesos ten o fiel na retina,
fl-o cerrar bem as paloebras.
Era noite, a sensaco do nie-
do fervilhava em todo o seu or-
ganismo como se fosse um for-
migueiro.
Na paz sombra e mysteriosa
O TRABALHO
7TR>r.

?tao ha lei mais salntar, cem mais
o qno :.
:le
reza e eterma, em hm, por tuna obri ,10S* "espeto iim A l'ni;V. d
prima: o hornera ratelligent?. Imv. Uarbalba. joru I ; .*i-'-.< .- .- '.;:
.ijjinioruil.i^a- -u^iva, c .^m%vi-.:- Uilfi Sd'giO {*W il!v.fd-e c tai
*" w^' ^* rentoso mogo Pft Raimundo Goms
!: : .do esse trabalboqae tempo !
proficua, nem mais productiva qaea in^onsnmiu-'qu? tempo que le i! trabalho. Se,s ' ;'-- >! '" epoehas,.en-
Lei sublmele tanto mais sublime I* aracao, scieu ia, aperar de to
O REMATE
i uant i claro que ella no a Imtte ''"f ,s ^'V ',-;' '' -- '" n wh* w. ,
,:.,, a...... ealculosamdanaoconsegaiuprecisar -l, afinad_ correnJo
. ".* , anida uao preison. CJ Rebate, surgido a
rar compaixo. proJuzia Iiilari- tla c,asa PuIl"oes resfolegavam.
dade. '^ 'u/ mortica do candieiro
* >obre a mesa projectavam-se as
paredes phatasmagoricarnente
Cma vez num brinqqe^o d as sombras dos objectos.
prendas:
Estava na berlinda porque
era cxo.
Umi risada franca e estron-
mundo dosa cortn o espago.
* *
A alacridade de man ha clara
penetrava-lhe no aposento.
Urna restea de sol bateado em
clicio no rosto de Samuel acor-
Lei grandiosa! i tnto ma:s gran-
i:o>a qnanto ' cerl i qm i lia nao
-, , posi^es, ni ni ad ;8 -.
Lei san la! e tan'o a.ais sancta
inanto > obvio qu nao devemos i b-
i'^''i nm aviltament .
nma p-nalidade; mas, como nm exer-
pre-ison. "U Kebate, surgido 4 dezoito O sangue esouentava-lhe o "J_,Ubl u
i > 1 I /~ c r i uou-o. r
heos <. -. exclama nm rnenlo do vigente, em Jo^zeiro uo Ca- rosto orno se losse fogo, acabe- .;
:" '-. I eos de uossa religiSo, seis riry.
|Kicba que es andern-se. norse*.*uh s
'ga. curvara enver'onhado; os
\ ra-t;da stia nh-n-;e oios presos a nm ponto.
h..comtndo.estasseisepocha,red.:s- taa.-iaue tie sua pnrase, r i
dasdivisoot-bdoreadaria do tempo.'como a nitidez da impressao, a Fra oirmo quem disser!
servir de typi.de proplasma, amplitude do formato, como o Nao sup-ortou a injuria: apos-
Avz de;CIarisse, misturndo-
se a um cascarear sonoro de ri-
sos, ouviu distinctamente.
la Clarisse, vel-o emfim a-
leijado.
sentnneuto; se nao v mais que
urna ca Se a i. rmtd iv '.. v los,
ir-se-ia, r mpessera, esp la<*as-
pi m, at i misas sem.
Erro profundo, isto.
La! i rar nest erro - conservar n-
falsa 'd. ia do tniLalh.
Saiamos deste erro.
A le do trabalho tcm as suas
zes embebidas no ceu.
Rila vem de Deas.
nossa intelligencia e de nosso corpo. trato do venerando Pe. Cicero/ Querer maltractar o filho !
_ Cerl . nao ...,.<,:,; do nico em grande clich, ede espe-I Ecostumadaadescomptn-.de-
trabalho mannal- mas, emgeraRe rar que o palinuro que ora traz o sabafou-sere-iemo-ando malcre I
sigundo o sentido A ['i. da activ da- n sanaron se re.emo, anuo maicre-
d de nos ; bilidad, de espirito e materia. A' esserespeito.silermos.spro-Kmsts! 'ncontaveis, pyIi a sua m-e djza ba
-paginas dos vros netos, se nos direc9ao espiritual esta confiada | tcndo com Q no ^^ .
d parar o testemnnho divino.
ao nosso eiforcado e valioso a-
O Senhor sagroa, re do dundo, m,g 1>c- Joaquim de Alencar
ao homem: todo* os sores do ordem Peixoto, talento de escl. j af-i
trabalhasse
s. expn ssao gensica,
Fo Elle, com effeito. oprneiro nt operarctur.
artista, o artista por excellencia. Convem saber, e. saibamos ainda i tigo-programma com que "O
A sua obra, trabalho agigantado. '"'' esse primeiro trabalho nao aevia Rebate" se apresenta, na repu-
.-!-- miiioso. horrivelmente bello, 9er improbo, ingrato, drfficil; mrs blica das lettras, no qual vm
seguras pincelladas, dadas por
todo esse universo, toda essa cons- era para o homem a lei primordial
tella?ao de mundos qi gnejara '-^ sua iwtividade, a tondicao d'um
por sobre nossas caberas. progresso, cojos elementos, Dciis, em
Kvi,,-nt.-mcnt?. esw trabalho, por "otrjuiicto, os hayia preparado,
maia consideravel que seja, nao ea- ln"Jsas. havia for'-'^

lalpon, nem penalisou Aquelle que o
tav un oecultas no seio do universo e
fez.
Dens pura intelligencia.
O trabalho d'uraaintelligencia ma-
isdc es^e dia tornou-sc odia-
Cxo, cxo, cxo .'. .
Samuel nao balbuc'av i urna
v-''1." inferior foram creados para a saa fe- feito as pugnas incruentas do queixa.
Nao e, como se pensa, nmadegra- licidade e lhe erara anuos A sabais- .m,ni;n di.,ao. nma imperfei?ao, urna mise- sao. jornansmo. ^ u^sc
S o nome do redactor-chefe,
A egreja, em sena divinos oaati- ao repouso, a ociosidade; collo-ou-o j corresponde a urna recommen-
"-. chama a Dens de fabricator or- no paraso terrial para qoe, segundo "Nossa Missao," o bello ar-
do.
O ruido das muletas bastava
para enfurecer a madrasta, e
porque passasse o dia deitado.!
Viva como um porco!

Silvio passar apoiado em suas
muletas, imitando-o no andar,
num exaggero cmico de movi-
mentos.
A mover convulsivamente os
bracos, contrabando os msculos
da face, numa demonstraco de
desespero, vociferou:
Diabo! diabo !
A commofo suffbeava-o de-
sordenadamente, confragia-se-
Ilie o animo.
E ouviu Clarisse pedir :
Mais !
Foi como se lhe botassem ti-
ma braza viva dentro do cora-
co!
mo de consummado artista, co-j enorme de chorar ao lembrar-se
lorindo a fe9o canhestra dos j de Clarisse, da sua querida Cla-
por sen trabalho o homem devia c lle-
gar . paulatinamente, decobril-as.
aomal-as, discpiiftal-as e obrtgal-as
O trabalho d'umaintelligencia ma- 4 concorrer para odesenvolviiiiento i po almejamoi-lhe vida ininter-
nifesta-se pelo verbo, pela palavra., de sua vida physka, etnko-social. rupta, cheia de glorias.
Assim. para, de nada, fazer sahir 1 E nao eremos, nem podemos crer
a trra e todos os seres que a povo-1 que Dens, em seguida, deixasse de
am, Deas allou. j ir.tere -ar-se pelo trabalho do homem.
maus tempos que correm.
Agradecendo a visita que nos
fez o collega, retribuimol-a pra-
zeirosament, e ao mesmo tem- gem
Qritaria tambem:
Parabens ao bom povo do
Joazeiro. ." *
Engasgavam-n-o solujos irre-
Tinha ento Samuel vontade! Prmive'S-
Agora raciocinava:
Se a escada aleijasse o ir-
mo Cxo tambem nao man-
gara mais d'elle.
Era j demais !
E a ideia cambalhotou-lhe na
imagnacao, tntando-p, absor-
vendo-o.
nse.
Menina rnuit? loira e muito
chic, adorava-a como a urna ima-
Ih olha o cxo p^nsava
invadido por urna tristeza inun-
da.
*
*
Esperava-o quando a occasio
- ...A
*
jfcf'l


Rebate
ALL ISSUES CITATION THUMBNAILS DOWNLOADS PAGE IMAGE ZOOMABLE
Full Citation
STANDARD VIEW MARC VIEW
Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00001672/00006
 Material Information
Title: Rebate
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Creator: unknown
Creation Date: August 8, 1909
 Subjects
Genre: newspaper   ( sobekcm )
 Notes
General Note: Newspaper issues from the personal collection of Pe. Cicero Coutinho, Juazeiro do Norte, featuring articles on Padre Cicero.
 Record Information
Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: All rights reserved by the source institution.
System ID: AA00001672:00006

Downloads

This item has the following downloads:

( BRIDGECACHE )

( BRIDGECACHET )


Full Text







aqwi S-P -s :- i-.-.i-n .g~-- -L -I


- a. --__


'
1 l*


CEARA- RAZIL II;
'__ - 1*: .


- .. DOMINGO, 8 DE AGOTDE19os9


EXPEDIENT E td ae"tm *-'
_-.- c- -wir-- -"--" A snta ipalavIr crealIora snrtln m in-
R mentaneament. instant taueamente
O :R'1BATE, piiblica-se sem..man[mente sea eLe t,.


iEA.CTO!I=<'HEFP=P.C d -re Joaqnim Como a a a rsolhia divine t6 adm-
de Allen--;r Peixsto. ravel, como0 lios dehba ver ella seal
G ,EItENTE =Folismino do Alenear Pei- -e:r A arnidale, Ipor-lhe
ASSIGNATURAS Dens que actna, que opera t10 fin-
An .scoo cilmente, po'ldia corn ama-so palavra.
n r ao cam um .6 FIAT, crearintindosmaiu-
0i0o, rd-sar o horror A; tlreas, fa.tr
PAGAMENTOS ADIANTADOS o d.a e e-tender-lhe a lionte.
Nko o fez, entremente.
pu,'lic: ;,.ee de interesse particular, -
S ..j.tncnion. d.pnd--m de coatraeto, endo' A Bibl:a sai estt para nol-o com-
- a pr.giaimeto t.adisdnt:nto. provar.
A rlaeticau ito responravel pelas pu- I Deus, para nos dar o exemplo dt.
l, .^ i a( heia, ..a i.de. p .s trahalho. toilwego de, espaga.diameu-
w bt Jih, ,ded r.i r a, a.ns, itra


io vindAana n a link.lei, p r Ele. -O
1 rogada; por qnanto o livro do Ex-
d 1a e tAi 4 q ge apr:az em Quando Samuel entrou a usar
g19-0F f1 r9 4L d 0 L;stL moletis, S,4*r iva&-Ihe:
,iiiiuinrniadf), urn rm tu ,na sabedo-
i', istoq ,-Iie b iil-, is- -lh! olha o cxe!
eg-nra-o + q'ath ~corn Vinham-lhe r.e.vosamente d(.-
sp'r.to dolbsiSa lei doMe-' sejos'lde PpertAr a.gargantado
-e. irmao; e sahia cabisbaixo, resen.
Dever, 6, qrtab etodos ibs, o a
Divert tra in. le ods ns, aido, a perna que a escada alei-
naltt. lei ra jara, encollia-' era sacudir o

Trabalheimos pois" corpo enfesado e rachitico.
Aploveito% d'4 ma e corag;io. Na-expressao do olhar desco-
as energiasto ique 'us nos dotou. bria-secalgode sen temoeramen-
'Trabamtheo0A to rancoroso, exquisito e impres-
Tri:balhar coust nr, editibar, sionavel.
aperjLleoito,'w p .r. A vida inteira alejado!


SL .. .. ^ .. .... TraZbialh vive r?
AcoeiThm-se artigos de relizao. scieneial De coDie0o, cre-.;U a nmateria iufor- .'
It-eratura et.2-. prehenchl-oeofrta4 cound.- me, inimTell:.1 couJI;n.tiv:dade de t)- .
l.'o. .r tdoyoseIeer..phia-Rn dos os elemernt)s. -
Kolnvin. prr.: e tvpogr.ipbi-R I
P'..dre Cicero -n-.343. Depots, pi-co a pouco, tlleespa- C M
dana a luz, separa os aaitros, Ia 'gia
us por .s- themas, consolida o InosQ ,
JOASEIRO DO CARIRY 'giobo, dir:ge as snasevolau;es, so-. o
-c RbrepDe os differeutEs reiuo. da natu- E-nw *n'- o pe a
Sreza e aterma, em hm, por unia olihrnA os rI~io .de
prima: o home intelligent, li\ re. % Barba',p, a.is
,O TRABALHO ort iuagwd rea- rcl moqq a nd -
"" *" E todo esse trabalho que tempode .. ..
*.io ha lei ma!s salrtar, nem mais q nunq mpo que du '.
proficua, nem mais productive qne a qu e cosi q tempo iie dur ?
lei-do trabalho. Seis dias, isto e, se.s epocias,.cu- O RFBAT.E
Lei sublinme! e tanto mais sublime ja duracrto, a sitelcin a esar de to
ante e ro em Ullaao adatte uoo con.egah r preisar Eis, afloat correndo mundo
excep liva csses. ainda nAo proeison. "0 Rebate," surgido- i dezoito
Lei granliosa! e tinto ma.s grmn-1 o p i Z>
Le goa qnntoa! e certo qme ella n-o Sei epochas, exclama umn oraculo 'do vigente;em .Jozeiho do Ca-
onhece poi es, neincod eI. dos epptIcus de nussa religiao, :e. riry.
Lei santa e tan'o mais antai; omtndoesta sepo A catidade de su phrase,
uanto e obvio qne o devemos en- dasAdivihiolrebdomradariado tempo cornmoa niti da impreissAo, a
aral-a com nin ariltamento, como deviair servirde typ", de proplastira, amplitude dO A-6orito, comto o
urma p-nalidade; mae, como um exer- r eguhlrisar, att o fim das edades, seu todo artfisco, tudo igaradou
cirio, por leuns, recommeudado, o emprego das energies d o home. immensamente; lrAfpssando
f'orsas qne Elle DOs conuede.u
Em geral., se naio r no tiaaiho A lei divina, quese oentefida bem, niesmo exaetcta. geral.
mais qie urn ons teTrrivel que e e- e ciso u tdos a espera,e qe Tem a sua prineira paging
Va corn entejo, corm impaciencia, coIn nos ahamios, exereitemios as forxas de nobremente honrida cornm o re-
nurmnrao, coexpresses de dornossa intelligenca e de nosso corpo. trato do vene"and > Pe. Cicero,
sentiments); se nWoG vt [fisqneS-
nitai ca;lea firrniidivel, (Ijo.< 1los, Certo, n1:o tratanios aqii do nnico em grande ckithe e e de espe-
desejar-se-:a, ro.mpessem, espedaas-, trabalho manual; me<, em geral, e i rar que o paliruro que ora traz o
sere, atomi-sa.em. lguando o sentido a lei, da artivida- seu talher a sumptuoso agape
Erro profdo. isto. de de nosso ser em facto a cowpossi- la intelligencia, alcan e con-
bilidade de espirito e wateria. qia inei veis, pca e con-
Laborar neste erro -econservar n- epquistits inocriveis, pesji a sua
ma falsa.idia do trabaih6. A' esse respeito, si lermos as pro- i esrtfial es cohfiada
to-paginas dos livros sanrtos, se nos esp c
aiamos deste erro. depararA o testeinmnho divino. ao nosso esaf do e valioso a-
A lei do trabalho te as suas ra- O Senhor sazron, rei do mnndo migo Pe.i J nim -de Albncar
zes embebidas no ceU. ao homem; todos os series de ordem Peixoto, ta de esco6, j6 af-
Ella rem de Dens. I inferior foram creados para a sea fe- feito nas pu -in'smcruentas do
Nao t, como se pensa, nma de.tra- licidade e Ihe eram anlos A sabmis- jonarismo.-
d afio, nma imperfeiito, nina mise- s o.
ri., nma last:ma. Ma3 Dens naio destnava o homeni So o nomne do redactor-chefe,
A egreja, em seus divinos, aati- ao reponso, A ociosidade; c6bloeou;g correspond a- ima recommen-
cos, chama a Dens de *fabricator or- no paraiso terrial para que, segnidlo dagao pompe '
huis.. expresso genesica, trabalhasse "N s -. ,-
Foi Elle, corn efleito, o primeire gnt operaretur. .Nossa pao,.. oelq ar
art ista. o artist por excelleewis. Convem saber, e. sa.bamos ainda tigo-progrc1a ..A-.a;l qla "
A sua obra, trabaiho agigantado, quie esse primeiro traballio nto dev'a Rebate" se .sgsqata, .a tegp-
assombroso, horrivelmente bello, 6 ser improbo, in!rato, dflffil; vars- blica das-lewAg. n0iq lv\m
tvdo esse niverso. toda es .cons- era para o homes a lei piordial segurns. p aa ,sJiadvsoor
tellago de mundos que formiguljanm de sun atividade, a condikA 4'aum mrao de o-
Slr sobre nossas cabegas. progress, cujos elementQs, ens, emdos
i tonjuacto, os'haavia preplarado. lorindo a fe a
Evidentemente, es-sq trabdlly po oa- mnn osas, hava orde sopi- mas tem can eW r frem, '

falpon, nes penalison que M tram oeentas o io o dl n .nso e Agraden.4 ,v L~ -Tqq4amos
fez.l *u. por sea trabalho.ohhopaeR devi.& ch- fez o coUe
,- gar paulatinamente,. descobril-as, f .l-e.-i 1Ih .
Peas pura intelligenwda omal disciina-as -e obrfal-a. zeirosamente,. o moo tm-
O trabalhod'uamintelligein sa- concorrr para i po alreja inte
nifesta-se pelo cvezrbo*,pelaMfa de sa vida phyjs, e. rupf
Assim, para, de nad, E nao cremos, ne rr parajett r 'ixo
a terra e todes os serea quaeot pu que Dens, em segida raO -
am, Deu lfallom. int-es-ar-se peovtrabethelohf0eim, Joazeito. .o, .. .
.- .


Unm cdesgosto profundo alas-
trava-se-lhe n'alma de creanga:
sentia-se amesquinhado, perse-
guido. .
0 sde estaco lo-ig.e e inspi-
rar comnpaixao, proluzia hilari-


dade.
o ,-. *.

tmai vez num br:inqudelo de
prendas :
-Estava na berl.ida porque
era c6xo..
Uma- risada franca e estron-
dosa cortou o espaco.
0 sangue esquentava-lhe o
rosto "omo se fosse fogo, a cabe-
qa. ura .enver-'onhado; os
olhos press a um ponto.
F6ra o irmio quem dissera !
NAo suprortou a injuria: apos-
sado de raiva, a rilhar os dentes
ia at:rar-se sobre elle quando um
empuxao brusco da madrasta es-
burrachou-o ;de encontro a pa-
rede.
--QOerer maltractar o filho !
E costumada adescompor, de-
sabafou-serememorando malcre-
ao6es, praguejando.
Silvio entire os braoq de sua
mae, agora dizia por irraa, ba-
tendo cornm o p6 no soalho:
--Coxo, c6xo, c6xo !.'..
Samuel nao balbuc'av uma
queixa.
.Desde esse dia sornou-se odia-


do.
O tirdo das muletas bastava
para- eiffrecer a madrasta, e
porque passasse o dia deitado.
---Vivia como'urh porco!
0.. .
.Tinhao entiAo Samuel vontade
enorme de chdrat ao lembrar-se
de Clarisse, da sua querida Cla-
rite., .
Mwe a .mu-t ) ,oura e mutgo
c ,,,4or.yaacomo a umaima-
genj. -
.$-_rita-tamabem: .
-Ih olhaoc6xo! p.nsf4i3
inhalido pr;t 'iritrza Mn-
dai.' . - t ,:


II ANNO I-NUM.IV


Outr'ora brincavam juntos e
quantas vezes zangava-se por el-
le de vez,em quiandoquerer beir
jal-a. r .
Quando sahiam, tinha orgu-
Iho d'e"a, a, piWar, duip, rindo
de tudo...
Mas... agora era cOxo.
Tdve desejos de more r.
Isto fel-o recdrdar a morte do
pae.
A visao appvo-ante do esquife
em melo da sala, cercado de cy-'
rios acc4sos ten 'o fil na retina
fCl-o cerrar bemrn as palebras.~
Era noite, a sensaqgo do me-
do fervilhava em todo o seu or-
ganismo como se fosse um forr
nmigeiro.
Na paz sombria e:mysteriosa
da casa pulm6es resfolegqvam.
A' luz mortiga do candieiro
sobre a mesa prgjectayam-se nas
paredes "phantasmagoricamente
as sombras dos objects.


A alacridade de manha clark
penetrava-lhe no aposento.
Uma rested de sol batendo em
cheio no rosto de Samuel acor-
dou-o. ;
Av6z de;Clarisse, misturando-
se a umrfi cascatear sonoro de ri-
sos, ouviu distinctamente.
-Ia Clarisse, vel-o emfim a-
leijado.
Fazia-lhe agoniareflectirnisso.
E ergueu-se sobre os cotovel-
los, fixou ;os olhos muito arrega-
lados na port entre-aberta e viu
Silvio passar apoiado em suas
muletas, imitando-p. no afar,
num exaggero comico de movi-
mentos.
A mover convulsivamente os
bravos, contrahindo os musculos
da face, numa demonstragao de
desespero, vociferou:
-Diabo! diabo !
A commog&o suffocava-o de-
sordenadamente, confragia-se-
lhe o animo.
E-omwiu Clarisse pediI: P


-Mais!
Fbi como se Ihe botassem u-
ma braza viva dentro do cora-
co !
Engasgavam-n-o solugos irre-
primivets.
Agora raciocinava:
-Se a esbad*aloijasse o ir-
mao! C6xo tambem nao man-
garia .pa d'9Ie. e
Ejca i.demais .. ..
SEaideiaambalhotml-,ftMe a
inagioa*iAo,- tentando, abt*
vendo-o. '

Esperava-o quando a occa'sit


a li--i,-m


. .


AA


4. -J


-,P


-~


T~-Wlf-~Cu'-i~B'~h~~I~-~~! ^----- re ---e --


C~ ~ I~ZI I I---- ~aa 1


. ... _ I _ _ I i i_ i I ~ I I I_ II I I


I


. .. _ ~


97M


7%,


C


a








n
I-


*


Triste contradic;ao humana,
onde se o character e a
moral sp wg I-. Fanatics so-
mos tod p4ypando os does
, e purc ^* e's ^ *** Al-


c.~r;


Sdade leste pdvoque
*vihad esteider. as brancam
azas sobire a beIas1
E' udias regimes,
oncdelas mizerias e ,ra.4
quezas ainda pairaalgode Oar;.
barismo, levai no teupet a


de h6s a 'fligie sympathica e IKI
minasa deste Vho quMjdo queI
se cbana.--Padre Cicero.
A esta hora os nossos irnM1os
que habitam o outro lado des-,
st s Andes que se chu m m-Ara-
ripe.-li na aeg. as carnaubas
e dos Alencares, estario te pre-
parando, entire ft6cos de edre-
don doirados, o festival da sua
gratidao.
Mas bem ves que aqui tam-
'bem te amain,. que tambem te
querem; somos feitos da mesma
argila e do mesmo plasma; per-
cdrre as nossas veias o mesmo.
sangue aborigene dos teus ir-
mAos serranos...
Lemnbra-te que este desert.
que vens de percorrer e que s6
tem por cupaol -o Cu azul -no
meio-a immensidade e Deus, e
em baixo-a bra'ica ossada,das
penedias e os vasos campos ari-
dos, trocou, ncsta hora, por uma
calamidade do destino, o seu
verde manto de verdura pelas
Thvidas frantas de uma veg ta-
"o desgrenhada aos ventos'e ao
ard6r do sol!
Lembra-tee desta rlira de ago-
ni- par as posps, sertoes, e a-
-i4aas;ia, recebe entre effus6-
es de risks e alegria .aalnta des-
te povw, porque bem o mereces.
Reconforta o teu grande espi-
rito no puro ambiente dos nos-
sos prados e no doce affagar das
nossas almas que te formarao
eterno pedestal. Bem sabemos
que a nossa alegia de vel-o, de
tel-e junto aos nossos cora-oes
vae-se extinguir dentro emn bre-
vre porque do outro lado... na
terra.dos tens primeiros amo-.
res... tern um povo que te ama
Sem excess.
Vaes ... mas. deixas em nos-
sos corac6es esta saudade inter-
minavel que d o apanagio dos
que ficam; e, quando ttanspuze-
r % a fimbria do horizonte glauco,
manda-nos, eitre mmil benglos de
felicidade, osteus adeuses pela
viraao que pass.
Vae para terra dos teus pra-
zeres e tambem dos teus marty-'
Srios. La d'entre os que te espe-
. ram ao lde se cruzar na mesma
.jornada a lealdade e a hypocri-
sia. Mas niote nimportes, porque
Judas' tambem foi discipulo de
Christo. Vae... ecomo Tolstoi
on Kant, parodiando sempre o
meigofilhode Nazareth,-a lam-
pada multicOr dgs nossos desti-
nos--amaina a d6r dos teis fi-
Ihose lev a pasz, a liberdade e
So progresso'Auellas legi6es to-
multu6sas, igaras.
Dirao, htilvez, que sao fanati-
cos que esperam. .Mas ai d'a-
quelle cuja raxso se perturbou e
desce a infima cathegoria node-
lriro da.inveja e das amfi 6es
frusadasa ..t


F B
* S. a -


0 r 63 esvi j d .. |p de ,


S -Denf aros, -,; ,- .



"i3 inte:" abre-me a ninho. (. .--' -
. ,- Q'. Deo e a"-or A Da da crealo, 'co-ci
Pile iuib'irna i m goo dkeamio, -" '"u d'dla ahM
.De.r te-e no espa~o o coraoo!... q uo.no.i
.'-1 c qo oOkue n


eria,.










hanedc
Periaj












A sug
propra
da qbu

E qi
lhante
seu cthia,
des ta
noexpres v









ja que
Ihante








ja que


? ie g

, alei4a da ahuupth-




i BpIuAO da"maeria
material; aa -n t-a sym-
, as mais. bellas qualida-
ScoraoAo human sdo
sao d" fanafiismo social,
gestibnabilidade que 6 o
o fanatismo, diz Dubois,
aualidade mais espalhada
a,9o human. .
uem serial capaz de seme-
affecto se nio -tivesse no
ra ao o germen sagrado
floor sublime que surgio
lies de Bethlem?
igoso 6 o exercer a ascen-
pelos corac6es mal forma-
as t6 que nao est-s julgi do
te por homes commons,
continua naobra bem6aze-
tens inauguiradoadesde o


torino, LIA Correia de Frangaes al
digno Rfiho Joventino Correia te
Fran a, oA o de Siqneira, Pranch-
co de Asgis, Atfredo de Nefte Bar-
bosa, Raymundo de Noroes. B4rbo-
sa,. J"s Felismino, Francisco Tou-
rinhe, Pedro Feitosa, Antonio Lo-
cio, e outros, cujos nomes, por es-
quecimento deixamos de tomal-os em
accento.
A' todos, nossos agradecimentos.
*


alvorecer da tua razao, e nao so- wrolo
mente em material de religion,
este alicerce da moral social. Verificou-eae, nao, ha muito, que
porque sem Deus nao ha moral 0s germeds de doengas gravissimaw,
nenhuma duradoura e forte; vae, cooadiphteia, a tbenue, ee,.
Spodem estar adherentes is notrm de
tuo que nao tens na alma o can- banco, "aservar a sua vitaliade
cro deliquescente do orgulho e e, pass para o individao podema
do sensualismo, que, como: Si- tambem determiuar nelle o appafr-
moun terrivel, passa devastando 'cimento da ipotestia. E', pois, pr-
este seculo deluz! Vae e pro- dente nio hiimedecer os dedosceom
ste .p- a laliva, como m te i ase m, pa
paga tambem a agnicultura, es- contar as notas, mnito mais si njas
te labor dos nossos primeiros e velita. 'TAvez dAp soeguro ainda
paes e dos povos mais .civilisa- seria nada ter a fazer corn bilhetes
dos, e a industrial, ambas fontes ou notA d~tkanco-.
capitaes do equilibrio material c ...
dos povos, para que possas ama- .. 9
nha, na hora das tuas reivindi- Be cdkie..- Ii hfiarnoue d'tIma
cac6es, dizer que salvou o teu cidade no. Estados.Unides que nao
povo do crime e da -fome. Vae... tern pri&, en mPA sa 1 h
e, como Jesus outrora a rdividir e0ri*e a misaaali nio ha-
os paes, fecunda este bello oasis do illam. nado eRdicida publicos e
do CearA, que se chama Cariry, casa, particqlares pela electrxcidade.
e derrama, ao lado &as tuas ben- As fiMaaw publicas prosperamn
Vios, o fermento querido que corn a bepU.lade das flnana s dos
nos d- saAde e vigor ao corpo. municipes. fBene4dicta-que bem me-
Vs eq o vgore l rece este omie, nao tem dividas, e
Vae... e quandola estiveres lem- a sua canm- municipal ignora, co-
btra que por estes sertoes, ainda mb ice~ogna a e mos, o acto
semi-incultos, tambem-vae uma de furtar o -omer e teacher a panoa.
pobre alma que te aprecia e te Oh si .toda :as cidades foseem
quer e manda-me a tua bengao. as.simr .I. -

3-Julho-909 P
DR. FLIAVO GOUVEIA Na Republica d4: Uruguay
-. fundou-se, m& "associarao-Li-
Sqa dd~Damas ",athotilca do
A L A~ C Uruayw,- composta de senho-
ras que representama alta aris-
tocracid e as.classes' mais abas-
CPa e dewy tadas cb epubliUa.
O'fim detaassociaoao 'jre-
A' negocio de smma Importan- serv;r s A s de assist~m
cia esteve alguns'dias, na visinha '.-
cidade do Crat, ej acha ent srepse es heatras n-
n6s, o virtuosissimo sacetddote-Pa dignas-de mesea frequeatadas
dre Cicero Romia Baptista. por senh6as qqbelseLespeafam.
Cordialmente, cumprimentamolro. la d .m yes .ao appareeer
*uma .. sa e-rMontivideo
"i'. AlSW e MIs- .... *"' .- ..i -
S... qu&a asiclav4.dar cera re-
Acaba de clegar, ano rato, rindo pretas. n patro .
do sal da Republica, a Dr. Alfredo rain ous npresaricu este aviso ;
Borges.Acha-se hospedade em casa ." rA. ifetdria da:Liga com-
de se dino digne n Udmajnor Zacha.- in.ui.i f "E-npr.sa... -',que em
rias Vieira, teloqraplatat : .
E'tengo do .llMtre egenheire. u'n 4 4 l rdade que
electricista estedar aili, como -em nagem Ihes pode ..egw, V as
o Itros postos limitrophes, os meios nossza,-4s nidas. resolveram
de canaliag d'agua, lo lectriea.. nkl oiir aomepectacalo,visto
Fuam0svotoB o cem .para que nlo ser.d- do dset pesencia-
os estados do ilfstre eavdheiro te, nAose ser "rsencIa-
nham o melhor exito possivel. P.. 0
taste a assim ofi-
w"mi., seram, e como j Jmastueni
Bnraa-nos co r a& Muas visits grade aiof; e.: sa ,as
distinetos cavalhefos: Coronel que n4o pertencesa 4ALga, en.
rincinato Silva, majors Jo.u Vic- viergohftawedecbmparecer, o


theatre fica vasio. Assim conse-
guiram as valentes e coraj6sas
montivideanas sahctificarem o
theatre, obrigando as empresas
a manterem-se na decencia da
verdadeira arte.
Slo as catholicas de 1 ...
Comprehendem e tratam de re-
alisar a importantissima acqao
social que incumbe a mulher.
Sao catholicasnde la!...
As nossas!... resamin!,..

Aroedeo I de nemneora


No ultimo congress de se-
nlhoras em Roma, segundo in-
teressante noticia d'um journal
italiano, tomaram parte 447 mu,.
Iheres. D' estas 447 pediram a
palavra. Sao mais falastrona,
que a haioria de rossos deputa-
dos que so servenn para embol-
sar 75 por dia!
Mas, vamos i tal congress,
Foram .pronuncidos 628 dis-.
cursos nio anniiciados offici-
almente.
Das 447 sen ioras 25 eram
casadas, 20 vium i, 302 soltero-
nas, 378 tinhar mrais de 50 an-
nos, 2 menos e '0. Traziam
oculos 113 sen ras, 109 :.usa-
vam pbinse-ine:, 184 lorgnettes,
18 senhoras u!avam ..tabaquei-
ras.
As congre tas (expe&ram
3112 telegram mas, I6oritendo
240 .milpalav. e 140 mil car-
t6es postaes,



MEIOS DE E. ONTRAR AGUA

A wGazeta cola de PortugalI
iform=que ha m heio de conhecer
a existena- dg a; em urn terreno
qualqUnesi e que profundRlade,
acrescentando me a melhorepoca de
feazera-exper cia quaido a terra
nio lestiver d asiadamente seeca,
-nem muito h da.
A formula L segninte, que offe-
recembs aos I raderes, que 1ictamr
com a flta t ste elbmento crea-
dor.-Junte- des grammas de en-
xofre;- cem divedete, igtl poro
de c viva e tro tanto de incenso'
branto ~ed tudo a p6, misture-
Sse lahce-se a i vasode barro no-
y.~Se vidrad ese- e enterre-se
mMsaa eova tenha trinta centime-
tres de pro didade.- '
PtAgass pte e quatro" horas,
SUte- e e outra ve; se hon-
ver-, dhn* de peso, Ao'exipte
again alli; b nd -se augmento, e
esta prova ifallivel de que se en-


coatrrA
Seo a
teltafwa a
bsdidade;
e ase fOr de
receri a






st


no for de 40-grammas,
a 21 mietros do pro-
B fr de 80; achar-se-a
i 10; i e de 160, a 7;
0 grammas, a agua appa-
aetros.-


usZocios da Caixa A pagam 5Sooo de joia e S5oo dc/;cm p der i'oTIFiiUn poprWhb **
mensalidasle t'm direitb,no timn de 15 sLnnos, a urma pensao, remedio ou mesmo-todo.. estes
que n-uo r d'i ma'ir d 15.0$00I.I-por niez. soffrimek foram debellndos
Ososcins dul Caic a B, paiamr 5 00. de j,.ia e 5sOO') de lco-n a idfiam-i'na> n. 2 c -De-


19 -- 1 *
.-;*.- 1** '. J : .. -
" ~~ ot 'iiT .M


6-'--
iI~


Je-4.BONIACGIO -


*1
to
k


-- 5


1 -


a.4+ 1


... .. .. lifflmo Oatear '.
-~-. -

POLICULTURA

O GIRASOL
O girasol e plant originaria
do PerO, porem, cresce em qua-
se todas as regi6es de nosso
paiz cornm mrta facilidade.
Aqui em nada e ella' utilisada
e no entanto, para enaltecer-lhe
as qualidades, tem-se dito que
a sua utilidade 6 maiorque a de
todo o ourt produzido pelas mi-
nas de seu paiz de origem.
As plantag6es do girasol tern
umn poder desinfectante assom-
broso.
Experiencias feitas em Fran-
.a, na Belgica, na Italia e na
Hollanda, demoistram, sacie-
dade',que plantando-se o girasol
'emi iogar&es faios e pantariosos,
desapparecem por complete as
emanagoes nocivas, os miasmas
paludicos, saneando-se tambem
os terrenos "que cohtem aguas
estagnadas.
Alem d'essa inapreciavel qua-
lidade de purificar a athmophe-
ra, o abundante oleo que se ex-
trahe de suas senientes e excel-
lente par a ailluminagao, pois
produz luz brilhante.
SEssas sementes jso tambem
umr alimento sadio e nutritivo
para todos os animaes.
SDo residuo d'elHas -aa vez
extrahido o oleo, forma-se uma
farinha que, misturada em par-
te5 iguaes ao trigo, serve para
faser" pao e b6los de superior
qualidade.
As folhas constituemum mag-
Snfco alimento para o gado ca-
valfar, vaccum e lanigero.
-:As carnes de todod obs ani-
mres que se alimentam corn o
girasol, melhoram, pois adqui..
rem sabor mais agradavel e
odor aromatico.
O troncb e detrictos da plan-
-ta constituem um excellence es-
trume.
Hoje que 6 moda falar-se em
hygiene, em saneamento e em
tantas outras cousas que enten-
dem corn a saudq putblica, por-
que se no utilisa a cultural do
girasol comrno eio de sanear as
localidades onde reinam perio-
dicamente ou constantemente
febres palustkes, ties como Bar-
balha, Crato, Santaana do Bre-
jo Grande e outro logares, on-
de o empobrecimena dosangue
faz a populag aMrastar misera-
vel existencia? Cultivae, pois,
leitores,'o girsol! Acoselhae
ao povo a catura d'esta plant,
cuja utilidade, com. effeito, e
mator que todo o ouro das mi-
nas de seu paiz de origem.


'I
',3














"9


1


0 % j- :-.
















A qualidade di"bo sd-
pendi da farinha e da m&itIga
eupresgada aqeue d4am ;
fin e secca e esta coisee, 4
mams lo i a.
Para 500 gragema die fi -pa .

teiga; colloca-se a fi uima e me
umanesa,cem emsae.i fMte


ponuo de sal; ama-ms a da S
juntando poacr a paaes w a d
chicara dagma aE gmie!pleda a
fique homoeea e l .
Depois estendese a ses o-
mando uma Jaauima aot alto a
delgada colloca.e a an*i&a
no acio levantam-se os caeis, a
icaoendo a eanhaiE, s pal-
villha- u im aa pa a-
vamj ,naF o roloe aiLmar u-
ma placa de eq>essura a"o in- *
feriorsanei ceMtictuO, sona-
seadobrar e apasaroer da
repete-se esta operasso sa ie -o
sete vms seguidas.s
Si a pasta aeastiver ainda
basante leave o que se verifica
pondo an bocadminko forno,
repte-sc a operapao mais duas
ou tres vezes.
Fica amaassa mais level, si Ihe
ajuntanmos, logo no comepo .da
preparapoaunmacatherdeaguar-
dense. quandose mistura a gem-


ma de ovo.
J.Ute faado nio se dfe It-
ser nem durante as gandes ca-
lores, nem durante ofrlo rigo t-
so, por causa da mantdga, que,
em qualquer dos casos, estasdo
muio molle ou uito dura, pe-
judicaia operarao. 0 forno des-
unado a cozer a pasta, deve ser
bem aquecido.
Os folhados podem faIer-se
corn differences farinhas; serve
a. de milho, a fecula de bataia,
etc, As quakes se podem juntar
leite, amendoas, assucar, limAo.
etc., e d'ahi difterentes qualida-
des de b6los.





A dona do qam qi vtpktiw wus
sila, prege ,do Oublu A- COti-
metros, peqaumm arusAl do mal todo mo
rador do tape am maMotsdkb eot-
residumdo axtemot" is 11
Dee modo podMA do n- ws maw
dar pamiu m psao himid.m bnd0 o ao-
albe famr a Iispe mdid do tta
Pamaisto &criadamo pe dm Ao
obh e am a eod a o hbta ie-Mseate





IW
MopTo PoxTEz C cl Mot RT...


Naquelle dia-uam domingo deli-
oso do mes do Jaulho-Lagrappe, a
>,u'm o medice-chefe tiaa dado li-
*., nga pare que prMemiadime dagollS,
1r ceass de "m absem qm lhe Ibe
va sahido a snaca, apa tentom nos
,*rpo da gards, ap O nrucho.
-Venho pedir-lMe liceacia para
a t'r, dimse ell.
0 sargento dagardsolha-o atten-
tamenate e exclmea :
-Meia voltal porqe abao trax a
<:olla?
-Porque e medice i e dispeowo
a tracer; doe-me pmeop.
-Nao sabe qm be me podse kir
Ma rua em ag NI qft ers sber
0 moldado emp a p6r a gplla
mfam do quagid.

Nao Iavm afada d eem orm ms,,
qMWa '* rv" qMen
do nr


Em cima d'aqella senra
Tena 1& an ph de roseira;
Tanto mai no came chore,
Tanto mais no came cheira.

Em cima d'aquells mrra
Pasua boi, pass novio;
Tambem pass mlatinha
We calil doayso.

Em cima d'aqulal serm
Tern m p6 de mor6or;
Quem quiser mongarde mim,
Vh mangar de sa v6.

Em cim d'aqells erra .
Passa boi, paia viedo;
Tambem pna m latiaha
De cabello caxiado.


FACECIAS

a-QOr. ha e etm priemi
-E' jlg ae ulmpr qu o pri-mi
Smore o mlsmi,*aqme o mt1.. 4. pri-


MUm uMjite qo de eye uti e6 tem e
mOM, mto-. *u emda im rwe, e ol.-
ma rmideal Ntmb. Ceomumido pbhr-
m*ia, pergwmt-How bothie.
-E-tm s**.am f oi.- mo amto-b-
go, prto do tM infe'iw?
Wo eampo am mpox i ut"f
vU dow =Whem'

MeouB fiMet mote madi pora a virw
ber, imeMasiemo dmse seae: hem..s-
tidadem o eq et.m


-NIo 6 ta quo teas t m aboesm
na nuca? pergUato o medico.
-Soa em preplio.
--Nto tedi me qme ate smm
golla?
-Sim, maoher. Mao e rgento
obrigou-ne a pot-.
-0o amtot Equom 6 elle pare
conUtrartmr as abmas wdes? E' el-
le wapi to carum dia em qM tivw-
rems un sthmu? Tinrimmeditamm-
te -na gpUa.
Lamw-- deom imBedatomea.
te, e meten a gSem no bolam.
Dirigi,-pm pmar a Iprae oad ha-
via maita gme, mf tre a qual om
grape do UdlimMa
Naqwall maimml, a mm"es dQ
batalbbe toesnia 5 eMsh doe Pro-



ver qume ea m- fl er.
Ficese s a k 1npl-a.vfn
eoroa, pReruatmwin ,icais
f amm* aSrs sxu lte, rmmve-

de the :- '*
'.. beRt traes a goll?


De t ros diHdo6 4e 4 ds
cues ahdAOresB do
huIpaar, =uia)is arg. A a im-
premsa. O ra dianeo e a civi-
isapao. eaim fatuea livri
4 intePceptda,po4. i-sc que
a nutrioi da especie humans
esta Iterroida.
VIcrTo HuGo.
*
*.
Perm ui as phiksphias, mas
nenhuma me saciou, nao encon-
trei rcpooso em mahupia.

Rur BAno1sA.
-

O der como a lan;a de A-
chilies sra as faidas que abre.


BAelo Ji FCarranszmSLEN.


A dog 4 sugfomiva de gran-
des com-, o amal po ser ven-
cido mwts veeae* a vida esta
l ede -er inteltsmente o p6
,dei -dresta terra de illusab, a
va d'um lmaenso ma

ANTONIO CANDDO.

0*
S6 a Arte impereeivel e eter-
na, s6 a Arte rioRa e sublime
d. par um mome l a illusio
d'um moadol7 periior e d'um so-
nh* tranquillo e eremo. S6 ell,
nos lek, urm p uco acima das
s humanas que salteam


Barildois amasa que o pobre La-
grq- MateW ir imsato, e em
aqaelle a pri"mia vem quo fallava
conI ris enoaI..
Soei ate aceem privava-o de
todo 0me-imas.
L:a~. e, q e disi palram
cor p*iwae, Mido balet. -a goli
o --==ss** ask eamel..
Stimm am f attte fai como ji
prmeveM ngmate sttde 6&triver.
q-iOKA- "Werig ea-

por m' oW edMB qu X-
A A iLt.- abMoM e etar 6a


omasaa..w t ,,. t


Les mas grades sentiments
fueron confiados en la sodedad
crisdana la mujer, que ha na-

peresas d a vida, como hija, co-


Da JEdd Media.
E. Castellar.
*
Alcaridadee umat poesia do
IporaSao e nuo admitted regras; 6
mo a poesia do sentimento, a
e se lhe poseram ao lado os
ees de Horacio e as tries
aidades de Aristoteles, perdeu-
o esforgo, fugiu o estimulo,
muorreu o genio.
D'um Discurso.

Jose Estevao.


A sombra, que o dmspro de-
setha emn torno Alum home de
bem, p6e-n'o em destaque.
Quanto mais ella se adensa,
mais efle se avulta.
E'como o fund de ouro nos
quadros bisantinros.

Dos Topicos.
Padre J. de A. Peixoto.



I NED I CTORIAES

CARTA ABERTA

(Ao home do fie do mundo)
O fim da presented e omente


de icari prem durate qumn dim.
III
Larppe entroa pno quarter s9
momento cm queo medico-chefe me
retire paa ameua,, depou ie te
beito aims visits ediaia.
Ao ver agrappe, disem apea.a:
-Oitr vealI
0 moldado comegoa a tremer de
aovo, |e am poceo f6ra de s, ezcl-
-Nio teaho a culps.
--aahst! late a demais! Isto 6

-erac dv Uts bnato

Sl im eei hs mi ab order?
-Thj tim, uimBeo t r.

-NaIMe N. quwro uabert L81-4


.. a m bouo;g .


qtme gao deesonrier
Bamtm. q ata do cai
16t-3 vim enma" aei,
Eu a"am wcoe river
Se teaM mqjis a* doce,
To aeigo de rociier.
A' sopiar per t/vivo
Sem comlo a'omta svidew
Doadeo aeaa tserrl
Q t'alma tram- bpsti,

Me a DowM em aeler to,
Pere t"D.ter"soc te,
TIo febril, taot dcm






QtMi V-to Miasa cem
O qaeu a'dite .
Cur, ta de Jaiho de 1909.
Thme- Atm.



Soje, meo aMdgo Jot Pro pile,
twt femmaMnopr entroe
b d lv p A dM ale0r0 0 festi-
y, qiaceaeoar a feUlici-
tagim. 3Jge ^olo 6 Dsw pare qu
d e do e e reproduss pr
maetre ana.
Joaseiro, 29 de Julio de 1909
Pedro Leto


gditoa-lae Adir. JA, tire i.-
Smo Tu page a ste Mdijumto,
pafeI B'M -M ranalmaI!... am
jetidol... N M fewes came do qoe
te dilg ...
-Mais... o eremeu I...
--N-t hea eobtl Ma aeio coro-
all -E ia ia de pa.4.so~ 4 ea
Omul ou ordee, ai*gw" mada
ais do quo a.
A vao do medico troava sob as
abobada do quarter come M salva



'OMANhSm 4" 4 Os emac-
.3 aies, mb-fiahs a eems mto
p agpalain can alro malso-


ORAp ta 4BMB .

e a a. qp oa
.so m Ga C per mIt-as
dim: &mit nir pTbs...

;JoKMcr CoirfaivUKE


a terra e todos os series quesa povo- que Dens, em seguida, deixassae dde A" "UCu '
am, Dtis iallo. intere'-ar-se elo trabalhodo'h0mem, Joazito.


Cdu uum pu.vu uI TnveruoI por-ua-trrsza mnn-
'da.
'^ m;


Esperava-o quando a occ'asil


*4


dip
4^


9 -
~*.5*


*.'-*"* ;- A


E,. "










.p o-


de Quei"Oz, da f le""oz (propri-io da Drogaria -' oA ep Aq GARVALEWIt -
ArIericana e rbacto chimico ) D -l W Porntual gar, -
De r. qViwG OS... astCarvalho
A ,E.CNmMOA 4 ,4 a reeo* .edad- Ihe at r .,ar .
RnateA o e t -V -Go"verno, cojo 60 -i Mna q* ... nma-- Rui Pa d Pad Cicero 4 h 4-
REVDA VITALICIA )(AL, N DUmKmO, asM bOCI socio O 4 f -l HA :'tan Auitiva 4
Tern dy cs Aasm a cas A w e -mi ser o r *ll of sor t0men0 4a4 e pq-
ienalie e s O e .e i o pharmaceutcs trat- .
q _u dWo .a pei om de 1 or. m : .. | -t .,eadAxi cion.es . o
Os socio d. Otixa In, paga 54000 de j-in e 5o000 de corn a -mflammnina> n. 2 e ,De- -Espera-se urm bm ,scttimeuto


- os da Caixa A pagani 5., oo de joia e 95oo de sm poder engotr-ntoii obI 'd
menslidade vt "ndirci,.no in de 15 mnnos, auna pensao.renedi o ou mesmo--tdo.. estes
cue no ser. tma dc~ ti iae 5,000 de co .afrime,, na oram n2ebelados
O O secis da 'ia B, p,,- -,,On(0 de j.. e 5.00 *de ccorn a Pamdta nai > n. 2 e ..


C ~
L -~


log o-r!vh o da Fnrt
W-00 w ino Aria qrdq'wr r;,





S. mutuMrio s d r no "ts ,. qrn ,net 7q-c . ",.Y, -E.. ...Y"afti""to, '




4 I'TAO" n 4 O S g'B a -l g da _d ... ..
*e, -ft .a--






.. .uver a borte de ser remind., pag rB arpenas p.osU mfl .j J .- 3- -- ,
Strabalj ~ eito :o-~ :~.;cpr' e, c.f-. ;'eC' c' ,coi. up.rinteli'w ri, '1 d e i
3 t ac/-]d ,^elia., 'e. o< p'-a .n:'e- ino penr de nove meze.. A BNOSAp 4 I aIM. Tlo w lmewZ"troeo l'
|& "a aorzeao do ddoisie d e sum grauk, sortoso o'eancomoqr niqesre.


o --QimW owra sociedade olev.. tl numero de soci OS as cn o- Ditorr grande.em
A A A & ."A.AAA ALA nfr'tte dEgrej. de S Vient,:
.1. Dl -E P-ROPECTS, T.OPO-TS. .i



MAANOEL VICTOR INO / ,,r r
SCo .. v.n.rado ort mntr de fasndaBa, a p & do Conmin-rdc--45 1 -

Acha-ae ueapze a dedpo e <.&o e seis iregnexes 5 Cincinato Silva tmndo r cen-g
Ri B M 0W a temente ehe egdode Gwnri-3
SPREiOS SECO PETECA n Pemamhuco, e squi o e e
f -. 4.-Rua do CouiniCreCo-4. '3lertU E idO' t0ifeRH liu-$t
eVede-se todo pe'o pre A .OVA. ECATO--EARA'. giliea e % rsmpeitiK p blico .
S 1RUA NOVA N. 9dE3taI e d le- t ee F-i z da- finaeM de Nm ia m i mpI e naridei
SaQAZIRO DO CARIRY artigoe.. u4d.. .aico, htaa tantnia,&.&. ;e|an aaas~;.bo- bes-.. .e-ie.t7,_linoDns,_
4 eciaidad;Je e: arts para nhomende isroras; obje- T pa e renes .
Spu.M eaiftd r uemdi iiiu m -a!m ;mrisdos divenrssL, brftsbrauco e
SPreeoE fEemcnpeid.or! -de cores, ze rb-row p &e vendeI

RM-S.0' .... --- . dI,* .a ae-a coi, o" s.eus pregoa, ein-
CAI TERACIONAL D" PENSOS VTA, Le o i ontrand6c smpe agrado e sin
0.. .cer.dade." .
Approvada por Decreto Federal, com deposito de gara, m In Uma fisita, pois a LOJA
tif so Theiouro Federal, proportional ao capital de p *:i ,.4 st
umil catos nle rdia. dI fo=enda.- mrrtarra.. .'tv ra '/ipo5. Teaia Cincinnato SILVA
Rte.trada na Junta Commercial de So Paulo. 1 wieeid de( C,(war um corp, to s,,,tumnto ,Oks (,'tiqos acima' RUA NOVA! X S
6Je em S. PA1L L : RUA S. T.JfO meitnadod que sao vcndidai por preo sen competencia. dco-
( ea1e d" A "I e RU-TU I* Goda todo p.bIco para fazer unza vista a dit, e.tabelecimento I .:.. .S_ -
(A-tigo :-.o da -Com- .an .-.e cer.icar. d. que i aftormed. ,
Filial no Rio VTL 7 DE SETEMBIIO, 13 (mode io) ] .EAJDADIOii.O QL J K.
(EN'RE C~~ bNALtY A&AS A vDA .( .NTRTAL APiRVEITE: A RPuVEITEM3! F ARINHA DE AINDIOC A
-^^^'"^~Jodo Baptista de Olicel-a. ALyes Silva, sylsa moe seus
l,...RIA, " C ero V 3G t es e apdeI ospto rand cgantidadlqu
oOX- PREPDO BIaROtuEIRO; iio
ex-chefe de ai, ze-~eereeirio de Agricuftura do E. deS. qualdde, eJe aoso e aretna-
.RTARIO-0EoLol a A OV AINA purdina n" 1, radios. especi i
Silva Seab ., i abie de Teei -doe S. Bnard e. ticos da, nova medicine do- RUDPADRE CICERO-
GEIENTE-YDU. Claudlo de Sm, ee indnfr. d .. e ,,B, "ns', o quei JOAZEIRO- EARA'
T'iHE5OUREIRO-.Dr. Gabriel Dimoai 8l, advogado -* me obriga fare estad,-clara-
capitalita, direcMe r i Os ipialda In lustriar de .'ai .. d- Vionde de S.c ~ s; es a fi d" o iuma"idade
Companhia do Pogos 4de Ca>d. e r, i....b ... ..e enoontra

C...elEi 'Fi Eal Bstataw iyns aB.m e'urar analtivisnii;r ; i *i5E l<4. ttia's.
,..moleiaUk 4o lt Ie uma medtici- < ltmipqu i, 'i./ "(mde db . n
Exmo. nr. Conde d Praies. Director dom Banco de S.Io a ettieiffetiWfi fto aalen- Sun, 2. di.-ta to d ?. Borja- ",
Pamlo-Exmo. Srr. Cpro l FeM na0 do Pr->te.e, vioe-preNdeeitv1 ce do ." "t -" . ...- '
do Ept'ado-Barde Duprt, dire,;tor da Com,,hia industrial, a udae.- Armanrz-io Sainago Orz.'-. &.
de og Pauloe-D i. B o p ir indaproprse.o.da ifeabric n. meia iMie e.a,. cida-. ( irnma recom id.) -...r
d. Te,9oe Arethumic c prmicaape deputado ferol-| dstr..oie a.ii ._rtiz> | '
[)r.< JUesAk. DAlaeis e proprieta.-

14


,. .
,

S
Aft


.'- W


** ;


i~Ci~l~ilrYpyu~r


. .