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aqwi S-P -s :- i-.-.i-n .g~-- -L -I - a. --__ ' 1 l* CEARA- RAZIL II; '__ - 1*: . - .. DOMINGO, 8 DE AGOTDE19os9 EXPEDIENT E td ae"tm *-' _-.- c- -wir-- -"--" A snta ipalavIr crealIora snrtln m in- R mentaneament. instant taueamente O :R'1BATE, piiblica-se sem..man[mente sea eLe t,. iEA.CTO!I=<'HEFP=P.C d -re Joaqnim Como a a a rsolhia divine t6 adm- de Allen--;r Peixsto. ravel, como0 lios dehba ver ella seal G ,EItENTE =Folismino do Alenear Pei- -e:r A arnidale, Ipor-lhe ASSIGNATURAS Dens que actna, que opera t10 fin- An .scoo cilmente, po'ldia corn ama-so palavra. n r ao cam um .6 FIAT, crearintindosmaiu- 0i0o, rd-sar o horror A; tlreas, fa.tr PAGAMENTOS ADIANTADOS o d.a e e-tender-lhe a lionte. Nko o fez, entremente. pu,'lic: ;,.ee de interesse particular, - S ..j.tncnion. d.pnd--m de coatraeto, endo' A Bibl:a sai estt para nol-o com- - a pr.giaimeto t.adisdnt:nto. provar. A rlaeticau ito responravel pelas pu- I Deus, para nos dar o exemplo dt. l, .^ i a( heia, ..a i.de. p .s trahalho. toilwego de, espaga.diameu- w bt Jih, ,ded r.i r a, a.ns, itra io vindAana n a link.lei, p r Ele. -O 1 rogada; por qnanto o livro do Ex- d 1a e tAi 4 q ge apr:az em Quando Samuel entrou a usar g19-0F f1 r9 4L d 0 L;stL moletis, S,4*r iva&-Ihe: ,iiiiuinrniadf), urn rm tu ,na sabedo- i', istoq ,-Iie b iil-, is- -lh! olha o cxe! eg-nra-o + q'ath ~corn Vinham-lhe r.e.vosamente d(.- sp'r.to dolbsiSa lei doMe-' sejos'lde PpertAr a.gargantado -e. irmao; e sahia cabisbaixo, resen. Dever, 6, qrtab etodos ibs, o a Divert tra in. le ods ns, aido, a perna que a escada alei- naltt. lei ra jara, encollia-' era sacudir o Trabalheimos pois" corpo enfesado e rachitico. Aploveito% d'4 ma e corag;io. Na-expressao do olhar desco- as energiasto ique 'us nos dotou. bria-secalgode sen temoeramen- 'Trabamtheo0A to rancoroso, exquisito e impres- Tri:balhar coust nr, editibar, sionavel. aperjLleoito,'w p .r. A vida inteira alejado! SL .. .. ^ .. .... TraZbialh vive r? AcoeiThm-se artigos de relizao. scieneial De coDie0o, cre-.;U a nmateria iufor- .' It-eratura et.2-. prehenchl-oeofrta4 cound.- me, inimTell:.1 couJI;n.tiv:dade de t)- . l.'o. .r tdoyoseIeer..phia-Rn dos os elemernt)s. - Kolnvin. prr.: e tvpogr.ipbi-R I P'..dre Cicero -n-.343. Depots, pi-co a pouco, tlleespa- C M dana a luz, separa os aaitros, Ia 'gia us por .s- themas, consolida o InosQ , JOASEIRO DO CARIRY 'giobo, dir:ge as snasevolau;es, so-. o -c RbrepDe os differeutEs reiuo. da natu- E-nw *n'- o pe a Sreza e aterma, em hm, por unia olihrnA os rI~io .de prima: o home intelligent, li\ re. % Barba',p, a.is ,O TRABALHO ort iuagwd rea- rcl moqq a nd - "" *" E todo esse trabalho que tempode .. .. *.io ha lei ma!s salrtar, nem mais q nunq mpo que du '. proficua, nem mais productive qne a qu e cosi q tempo iie dur ? lei-do trabalho. Seis dias, isto e, se.s epocias,.cu- O RFBAT.E Lei sublinme! e tanto mais sublime ja duracrto, a sitelcin a esar de to ante e ro em Ullaao adatte uoo con.egah r preisar Eis, afloat correndo mundo excep liva csses. ainda nAo proeison. "0 Rebate," surgido- i dezoito Lei granliosa! e tinto ma.s grmn-1 o p i Z> Le goa qnntoa! e certo qme ella n-o Sei epochas, exclama umn oraculo 'do vigente;em .Jozeiho do Ca- onhece poi es, neincod eI. dos epptIcus de nussa religiao, :e. riry. Lei santa e tan'o mais antai; omtndoesta sepo A catidade de su phrase, uanto e obvio qne o devemos en- dasAdivihiolrebdomradariado tempo cornmoa niti da impreissAo, a aral-a com nin ariltamento, como deviair servirde typ", de proplastira, amplitude dO A-6orito, comto o urma p-nalidade; mae, como um exer- r eguhlrisar, att o fim das edades, seu todo artfisco, tudo igaradou cirio, por leuns, recommeudado, o emprego das energies d o home. immensamente; lrAfpssando f'orsas qne Elle DOs conuede.u Em geral., se naio r no tiaaiho A lei divina, quese oentefida bem, niesmo exaetcta. geral. mais qie urn ons teTrrivel que e e- e ciso u tdos a espera,e qe Tem a sua prineira paging Va corn entejo, corm impaciencia, coIn nos ahamios, exereitemios as forxas de nobremente honrida cornm o re- nurmnrao, coexpresses de dornossa intelligenca e de nosso corpo. trato do vene"and > Pe. Cicero, sentiments); se nWoG vt [fisqneS- nitai ca;lea firrniidivel, (Ijo.< 1los, Certo, n1:o tratanios aqii do nnico em grande ckithe e e de espe- desejar-se-:a, ro.mpessem, espedaas-, trabalho manual; me<, em geral, e i rar que o paliruro que ora traz o sere, atomi-sa.em. lguando o sentido a lei, da artivida- seu talher a sumptuoso agape Erro profdo. isto. de de nosso ser em facto a cowpossi- la intelligencia, alcan e con- bilidade de espirito e wateria. qia inei veis, pca e con- Laborar neste erro -econservar n- epquistits inocriveis, pesji a sua ma falsa.idia do trabaih6. A' esse respeito, si lermos as pro- i esrtfial es cohfiada to-paginas dos livros sanrtos, se nos esp c aiamos deste erro. depararA o testeinmnho divino. ao nosso esaf do e valioso a- A lei do trabalho te as suas ra- O Senhor sazron, rei do mnndo migo Pe.i J nim -de Albncar zes embebidas no ceU. ao homem; todos os series de ordem Peixoto, ta de esco6, j6 af- Ella rem de Dens. I inferior foram creados para a sea fe- feito nas pu -in'smcruentas do Nao t, como se pensa, nma de.tra- licidade e Ihe eram anlos A sabmis- jonarismo.- d afio, nma imperfeiito, nina mise- s o. ri., nma last:ma. Ma3 Dens naio destnava o homeni So o nomne do redactor-chefe, A egreja, em seus divinos, aati- ao reponso, A ociosidade; c6bloeou;g correspond a- ima recommen- cos, chama a Dens de *fabricator or- no paraiso terrial para que, segnidlo dagao pompe ' huis.. expresso genesica, trabalhasse "N s -. ,- Foi Elle, corn efleito, o primeire gnt operaretur. .Nossa pao,.. oelq ar art ista. o artist por excelleewis. Convem saber, e. sa.bamos ainda tigo-progrc1a ..A-.a;l qla " A sua obra, trabaiho agigantado, quie esse primeiro traballio nto dev'a Rebate" se .sgsqata, .a tegp- assombroso, horrivelmente bello, 6 ser improbo, in!rato, dflffil; vars- blica das-lewAg. n0iq lv\m tvdo esse niverso. toda es .cons- era para o homes a lei piordial segurns. p aa ,sJiadvsoor tellago de mundos que formiguljanm de sun atividade, a condikA 4'aum mrao de o- Slr sobre nossas cabegas. progress, cujos elementQs, ens, emdos i tonjuacto, os'haavia preplarado. lorindo a fe a Evidentemente, es-sq trabdlly po oa- mnn osas, hava orde sopi- mas tem can eW r frem, ' falpon, nes penalison que M tram oeentas o io o dl n .nso e Agraden.4 ,v L~ -Tqq4amos fez.l *u. por sea trabalho.ohhopaeR devi.& ch- fez o coUe ,- gar paulatinamente,. descobril-as, f .l-e.-i 1Ih . Peas pura intelligenwda omal disciina-as -e obrfal-a. zeirosamente,. o moo tm- O trabalhod'uamintelligein sa- concorrr para i po alreja inte nifesta-se pelo cvezrbo*,pelaMfa de sa vida phyjs, e. rupf Assim, para, de nad, E nao cremos, ne rr parajett r 'ixo a terra e todes os serea quaeot pu que Dens, em segida raO - am, Deu lfallom. int-es-ar-se peovtrabethelohf0eim, Joazeito. .o, .. . .- . Unm cdesgosto profundo alas- trava-se-lhe n'alma de creanga: sentia-se amesquinhado, perse- guido. . 0 sde estaco lo-ig.e e inspi- rar comnpaixao, proluzia hilari- dade. o ,-. *. tmai vez num br:inqudelo de prendas : -Estava na berl.ida porque era c6xo.. Uma- risada franca e estron- dosa cortou o espaco. 0 sangue esquentava-lhe o rosto "omo se fosse fogo, a cabe- qa. ura .enver-'onhado; os olhos press a um ponto. F6ra o irmio quem dissera ! NAo suprortou a injuria: apos- sado de raiva, a rilhar os dentes ia at:rar-se sobre elle quando um empuxao brusco da madrasta es- burrachou-o ;de encontro a pa- rede. --QOerer maltractar o filho ! E costumada adescompor, de- sabafou-serememorando malcre- ao6es, praguejando. Silvio entire os braoq de sua mae, agora dizia por irraa, ba- tendo cornm o p6 no soalho: --Coxo, c6xo, c6xo !.'.. Samuel nao balbuc'av uma queixa. .Desde esse dia sornou-se odia- do. O tirdo das muletas bastava para- eiffrecer a madrasta, e porque passasse o dia deitado. ---Vivia como'urh porco! 0.. . .Tinhao entiAo Samuel vontade enorme de chdrat ao lembrar-se de Clarisse, da sua querida Cla- rite., . Mwe a .mu-t ) ,oura e mutgo c ,,,4or.yaacomo a umaima- genj. - .$-_rita-tamabem: . -Ih olhaoc6xo! p.nsf4i3 inhalido pr;t 'iritrza Mn- dai.' . - t ,: II ANNO I-NUM.IV Outr'ora brincavam juntos e quantas vezes zangava-se por el- le de vez,em quiandoquerer beir jal-a. r . Quando sahiam, tinha orgu- Iho d'e"a, a, piWar, duip, rindo de tudo... Mas... agora era cOxo. Tdve desejos de more r. Isto fel-o recdrdar a morte do pae. A visao appvo-ante do esquife em melo da sala, cercado de cy-' rios acc4sos ten 'o fil na retina fCl-o cerrar bemrn as palebras.~ Era noite, a sensaqgo do me- do fervilhava em todo o seu or- ganismo como se fosse um forr nmigeiro. Na paz sombria e:mysteriosa da casa pulm6es resfolegqvam. A' luz mortiga do candieiro sobre a mesa prgjectayam-se nas paredes "phantasmagoricamente as sombras dos objects. A alacridade de manha clark penetrava-lhe no aposento. Uma rested de sol batendo em cheio no rosto de Samuel acor- dou-o. ; Av6z de;Clarisse, misturando- se a umrfi cascatear sonoro de ri- sos, ouviu distinctamente. -Ia Clarisse, vel-o emfim a- leijado. Fazia-lhe agoniareflectirnisso. E ergueu-se sobre os cotovel- los, fixou ;os olhos muito arrega- lados na port entre-aberta e viu Silvio passar apoiado em suas muletas, imitando-p. no afar, num exaggero comico de movi- mentos. A mover convulsivamente os bravos, contrahindo os musculos da face, numa demonstragao de desespero, vociferou: -Diabo! diabo ! A commog&o suffocava-o de- sordenadamente, confragia-se- lhe o animo. E-omwiu Clarisse pediI: P -Mais! Fbi como se Ihe botassem u- ma braza viva dentro do cora- co ! Engasgavam-n-o solugos irre- primivets. Agora raciocinava: -Se a esbad*aloijasse o ir- mao! C6xo tambem nao man- garia .pa d'9Ie. e Ejca i.demais .. .. SEaideiaambalhotml-,ftMe a inagioa*iAo,- tentando, abt* vendo-o. ' Esperava-o quando a occa'sit a li--i,-m . . AA 4. -J -,P -~ T~-Wlf-~Cu'-i~B'~h~~I~-~~! ^----- re ---e -- C~ ~ I~ZI I I---- ~aa 1 . ... _ I _ _ I i i_ i I ~ I I I_ II I I I . .. _ ~ 97M 7%, C a n I- * Triste contradic;ao humana, onde se o character e a moral sp wg I-. Fanatics so- mos tod p4ypando os does , e purc ^* e's ^ *** Al- c.~r; Sdade leste pdvoque *vihad esteider. as brancam azas sobire a beIas1 E' udias regimes, oncdelas mizerias e ,ra.4 quezas ainda pairaalgode Oar;. barismo, levai no teupet a de h6s a 'fligie sympathica e IKI minasa deste Vho quMjdo queI se cbana.--Padre Cicero. A esta hora os nossos irnM1os que habitam o outro lado des-, st s Andes que se chu m m-Ara- ripe.-li na aeg. as carnaubas e dos Alencares, estario te pre- parando, entire ft6cos de edre- don doirados, o festival da sua gratidao. Mas bem ves que aqui tam- 'bem te amain,. que tambem te querem; somos feitos da mesma argila e do mesmo plasma; per- cdrre as nossas veias o mesmo. sangue aborigene dos teus ir- mAos serranos... Lemnbra-te que este desert. que vens de percorrer e que s6 tem por cupaol -o Cu azul -no meio-a immensidade e Deus, e em baixo-a bra'ica ossada,das penedias e os vasos campos ari- dos, trocou, ncsta hora, por uma calamidade do destino, o seu verde manto de verdura pelas Thvidas frantas de uma veg ta- "o desgrenhada aos ventos'e ao ard6r do sol! Lembra-tee desta rlira de ago- ni- par as posps, sertoes, e a- -i4aas;ia, recebe entre effus6- es de risks e alegria .aalnta des- te povw, porque bem o mereces. Reconforta o teu grande espi- rito no puro ambiente dos nos- sos prados e no doce affagar das nossas almas que te formarao eterno pedestal. Bem sabemos que a nossa alegia de vel-o, de tel-e junto aos nossos cora-oes vae-se extinguir dentro emn bre- vre porque do outro lado... na terra.dos tens primeiros amo-. res... tern um povo que te ama Sem excess. Vaes ... mas. deixas em nos- sos corac6es esta saudade inter- minavel que d o apanagio dos que ficam; e, quando ttanspuze- r % a fimbria do horizonte glauco, manda-nos, eitre mmil benglos de felicidade, osteus adeuses pela viraao que pass. Vae para terra dos teus pra- zeres e tambem dos teus marty-' Srios. La d'entre os que te espe- . ram ao lde se cruzar na mesma .jornada a lealdade e a hypocri- sia. Mas niote nimportes, porque Judas' tambem foi discipulo de Christo. Vae... ecomo Tolstoi on Kant, parodiando sempre o meigofilhode Nazareth,-a lam- pada multicOr dgs nossos desti- nos--amaina a d6r dos teis fi- Ihose lev a pasz, a liberdade e So progresso'Auellas legi6es to- multu6sas, igaras. Dirao, htilvez, que sao fanati- cos que esperam. .Mas ai d'a- quelle cuja raxso se perturbou e desce a infima cathegoria node- lriro da.inveja e das amfi 6es frusadasa ..t F B * S. a - 0 r 63 esvi j d .. |p de , S -Denf aros, -,; ,- . "i3 inte:" abre-me a ninho. (. .--' - . ,- Q'. Deo e a"-or A Da da crealo, 'co-ci Pile iuib'irna i m goo dkeamio, -" '"u d'dla ahM .De.r te-e no espa~o o coraoo!... q uo.no.i .'-1 c qo oOkue n eria,. hanedc Periaj A sug propra da qbu E qi lhante seu cthia, des ta noexpres v ja que Ihante ja que ? ie g , alei4a da ahuupth- i BpIuAO da"maeria material; aa -n t-a sym- , as mais. bellas qualida- ScoraoAo human sdo sao d" fanafiismo social, gestibnabilidade que 6 o o fanatismo, diz Dubois, aualidade mais espalhada a,9o human. . uem serial capaz de seme- affecto se nio -tivesse no ra ao o germen sagrado floor sublime que surgio lies de Bethlem? igoso 6 o exercer a ascen- pelos corac6es mal forma- as t6 que nao est-s julgi do te por homes commons, continua naobra bem6aze- tens inauguiradoadesde o torino, LIA Correia de Frangaes al digno Rfiho Joventino Correia te Fran a, oA o de Siqneira, Pranch- co de Asgis, Atfredo de Nefte Bar- bosa, Raymundo de Noroes. B4rbo- sa,. J"s Felismino, Francisco Tou- rinhe, Pedro Feitosa, Antonio Lo- cio, e outros, cujos nomes, por es- quecimento deixamos de tomal-os em accento. A' todos, nossos agradecimentos. * alvorecer da tua razao, e nao so- wrolo mente em material de religion, este alicerce da moral social. Verificou-eae, nao, ha muito, que porque sem Deus nao ha moral 0s germeds de doengas gravissimaw, nenhuma duradoura e forte; vae, cooadiphteia, a tbenue, ee,. Spodem estar adherentes is notrm de tuo que nao tens na alma o can- banco, "aservar a sua vitaliade cro deliquescente do orgulho e e, pass para o individao podema do sensualismo, que, como: Si- tambem determiuar nelle o appafr- moun terrivel, passa devastando 'cimento da ipotestia. E', pois, pr- este seculo deluz! Vae e pro- dente nio hiimedecer os dedosceom ste .p- a laliva, como m te i ase m, pa paga tambem a agnicultura, es- contar as notas, mnito mais si njas te labor dos nossos primeiros e velita. 'TAvez dAp soeguro ainda paes e dos povos mais .civilisa- seria nada ter a fazer corn bilhetes dos, e a industrial, ambas fontes ou notA d~tkanco-. capitaes do equilibrio material c ... dos povos, para que possas ama- .. 9 nha, na hora das tuas reivindi- Be cdkie..- Ii hfiarnoue d'tIma cac6es, dizer que salvou o teu cidade no. Estados.Unides que nao povo do crime e da -fome. Vae... tern pri&, en mPA sa 1 h e, como Jesus outrora a rdividir e0ri*e a misaaali nio ha- os paes, fecunda este bello oasis do illam. nado eRdicida publicos e do CearA, que se chama Cariry, casa, particqlares pela electrxcidade. e derrama, ao lado &as tuas ben- As fiMaaw publicas prosperamn Vios, o fermento querido que corn a bepU.lade das flnana s dos nos d- saAde e vigor ao corpo. municipes. fBene4dicta-que bem me- Vs eq o vgore l rece este omie, nao tem dividas, e Vae... e quandola estiveres lem- a sua canm- municipal ignora, co- btra que por estes sertoes, ainda mb ice~ogna a e mos, o acto semi-incultos, tambem-vae uma de furtar o -omer e teacher a panoa. pobre alma que te aprecia e te Oh si .toda :as cidades foseem quer e manda-me a tua bengao. as.simr .I. - 3-Julho-909 P DR. FLIAVO GOUVEIA Na Republica d4: Uruguay -. fundou-se, m& "associarao-Li- Sqa dd~Damas ",athotilca do A L A~ C Uruayw,- composta de senho- ras que representama alta aris- tocracid e as.classes' mais abas- CPa e dewy tadas cb epubliUa. O'fim detaassociaoao 'jre- A' negocio de smma Importan- serv;r s A s de assist~m cia esteve alguns'dias, na visinha '.- cidade do Crat, ej acha ent srepse es heatras n- n6s, o virtuosissimo sacetddote-Pa dignas-de mesea frequeatadas dre Cicero Romia Baptista. por senh6as qqbelseLespeafam. Cordialmente, cumprimentamolro. la d .m yes .ao appareeer *uma .. sa e-rMontivideo "i'. AlSW e MIs- .... *"' .- ..i - S... qu&a asiclav4.dar cera re- Acaba de clegar, ano rato, rindo pretas. n patro . do sal da Republica, a Dr. Alfredo rain ous npresaricu este aviso ; Borges.Acha-se hospedade em casa ." rA. ifetdria da:Liga com- de se dino digne n Udmajnor Zacha.- in.ui.i f "E-npr.sa... -',que em rias Vieira, teloqraplatat : . E'tengo do .llMtre egenheire. u'n 4 4 l rdade que electricista estedar aili, como -em nagem Ihes pode ..egw, V as o Itros postos limitrophes, os meios nossza,-4s nidas. resolveram de canaliag d'agua, lo lectriea.. nkl oiir aomepectacalo,visto Fuam0svotoB o cem .para que nlo ser.d- do dset pesencia- os estados do ilfstre eavdheiro te, nAose ser "rsencIa- nham o melhor exito possivel. P.. 0 taste a assim ofi- w"mi., seram, e como j Jmastueni Bnraa-nos co r a& Muas visits grade aiof; e.: sa ,as distinetos cavalhefos: Coronel que n4o pertencesa 4ALga, en. rincinato Silva, majors Jo.u Vic- viergohftawedecbmparecer, o theatre fica vasio. Assim conse- guiram as valentes e coraj6sas montivideanas sahctificarem o theatre, obrigando as empresas a manterem-se na decencia da verdadeira arte. Slo as catholicas de 1 ... Comprehendem e tratam de re- alisar a importantissima acqao social que incumbe a mulher. Sao catholicasnde la!... As nossas!... resamin!,.. Aroedeo I de nemneora No ultimo congress de se- nlhoras em Roma, segundo in- teressante noticia d'um journal italiano, tomaram parte 447 mu,. Iheres. D' estas 447 pediram a palavra. Sao mais falastrona, que a haioria de rossos deputa- dos que so servenn para embol- sar 75 por dia! Mas, vamos i tal congress, Foram .pronuncidos 628 dis-. cursos nio anniiciados offici- almente. Das 447 sen ioras 25 eram casadas, 20 vium i, 302 soltero- nas, 378 tinhar mrais de 50 an- nos, 2 menos e '0. Traziam oculos 113 sen ras, 109 :.usa- vam pbinse-ine:, 184 lorgnettes, 18 senhoras u!avam ..tabaquei- ras. As congre tas (expe&ram 3112 telegram mas, I6oritendo 240 .milpalav. e 140 mil car- t6es postaes, MEIOS DE E. ONTRAR AGUA A wGazeta cola de PortugalI iform=que ha m heio de conhecer a existena- dg a; em urn terreno qualqUnesi e que profundRlade, acrescentando me a melhorepoca de feazera-exper cia quaido a terra nio lestiver d asiadamente seeca, -nem muito h da. A formula L segninte, que offe- recembs aos I raderes, que 1ictamr com a flta t ste elbmento crea- dor.-Junte- des grammas de en- xofre;- cem divedete, igtl poro de c viva e tro tanto de incenso' branto ~ed tudo a p6, misture- Sse lahce-se a i vasode barro no- y.~Se vidrad ese- e enterre-se mMsaa eova tenha trinta centime- tres de pro didade.- ' PtAgass pte e quatro" horas, SUte- e e outra ve; se hon- ver-, dhn* de peso, Ao'exipte again alli; b nd -se augmento, e esta prova ifallivel de que se en- coatrrA Seo a teltafwa a bsdidade; e ase fOr de receri a st no for de 40-grammas, a 21 mietros do pro- B fr de 80; achar-se-a i 10; i e de 160, a 7; 0 grammas, a agua appa- aetros.- usZocios da Caixa A pagam 5Sooo de joia e S5oo dc/;cm p der i'oTIFiiUn poprWhb ** mensalidasle t'm direitb,no timn de 15 sLnnos, a urma pensao, remedio ou mesmo-todo.. estes que n-uo r d'i ma'ir d 15.0$00I.I-por niez. soffrimek foram debellndos Ososcins dul Caic a B, paiamr 5 00. de j,.ia e 5sOO') de lco-n a idfiam-i'na> n. 2 c -De- 19 -- 1 * .-;*.- 1** '. J : .. - " ~~ ot 'iiT .M 6-'-- iI~ Je-4.BONIACGIO - *1 to k -- 5 1 - a.4+ 1 ... .. .. lifflmo Oatear '. -~-. - POLICULTURA O GIRASOL O girasol e plant originaria do PerO, porem, cresce em qua- se todas as regi6es de nosso paiz cornm mrta facilidade. Aqui em nada e ella' utilisada e no entanto, para enaltecer-lhe as qualidades, tem-se dito que a sua utilidade 6 maiorque a de todo o ourt produzido pelas mi- nas de seu paiz de origem. As plantag6es do girasol tern umn poder desinfectante assom- broso. Experiencias feitas em Fran- .a, na Belgica, na Italia e na Hollanda, demoistram, sacie- dade',que plantando-se o girasol 'emi iogar&es faios e pantariosos, desapparecem por complete as emanagoes nocivas, os miasmas paludicos, saneando-se tambem os terrenos "que cohtem aguas estagnadas. Alem d'essa inapreciavel qua- lidade de purificar a athmophe- ra, o abundante oleo que se ex- trahe de suas senientes e excel- lente par a ailluminagao, pois produz luz brilhante. SEssas sementes jso tambem umr alimento sadio e nutritivo para todos os animaes. SDo residuo d'elHas -aa vez extrahido o oleo, forma-se uma farinha que, misturada em par- te5 iguaes ao trigo, serve para faser" pao e b6los de superior qualidade. As folhas constituemum mag- Snfco alimento para o gado ca- valfar, vaccum e lanigero. -:As carnes de todod obs ani- mres que se alimentam corn o girasol, melhoram, pois adqui.. rem sabor mais agradavel e odor aromatico. O troncb e detrictos da plan- -ta constituem um excellence es- trume. Hoje que 6 moda falar-se em hygiene, em saneamento e em tantas outras cousas que enten- dem corn a saudq putblica, por- que se no utilisa a cultural do girasol comrno eio de sanear as localidades onde reinam perio- dicamente ou constantemente febres palustkes, ties como Bar- balha, Crato, Santaana do Bre- jo Grande e outro logares, on- de o empobrecimena dosangue faz a populag aMrastar misera- vel existencia? Cultivae, pois, leitores,'o girsol! Acoselhae ao povo a catura d'esta plant, cuja utilidade, com. effeito, e mator que todo o ouro das mi- nas de seu paiz de origem. 'I ',3 "9 1 0 % j- :-. A qualidade di"bo sd- pendi da farinha e da m&itIga eupresgada aqeue d4am ; fin e secca e esta coisee, 4 mams lo i a. Para 500 gragema die fi -pa . teiga; colloca-se a fi uima e me umanesa,cem emsae.i fMte ponuo de sal; ama-ms a da S juntando poacr a paaes w a d chicara dagma aE gmie!pleda a fique homoeea e l . Depois estendese a ses o- mando uma Jaauima aot alto a delgada colloca.e a an*i&a no acio levantam-se os caeis, a icaoendo a eanhaiE, s pal- villha- u im aa pa a- vamj ,naF o roloe aiLmar u- ma placa de eq>essura a"o in- * feriorsanei ceMtictuO, sona- seadobrar e apasaroer da repete-se esta operasso sa ie -o sete vms seguidas.s Si a pasta aeastiver ainda basante leave o que se verifica pondo an bocadminko forno, repte-sc a operapao mais duas ou tres vezes. Fica amaassa mais level, si Ihe ajuntanmos, logo no comepo .da preparapoaunmacatherdeaguar- dense. quandose mistura a gem- ma de ovo. J.Ute faado nio se dfe It- ser nem durante as gandes ca- lores, nem durante ofrlo rigo t- so, por causa da mantdga, que, em qualquer dos casos, estasdo muio molle ou uito dura, pe- judicaia operarao. 0 forno des- unado a cozer a pasta, deve ser bem aquecido. Os folhados podem faIer-se corn differences farinhas; serve a. de milho, a fecula de bataia, etc, As quakes se podem juntar leite, amendoas, assucar, limAo. etc., e d'ahi difterentes qualida- des de b6los. A dona do qam qi vtpktiw wus sila, prege ,do Oublu A- COti- metros, peqaumm arusAl do mal todo mo rador do tape am maMotsdkb eot- residumdo axtemot" is 11 Dee modo podMA do n- ws maw dar pamiu m psao himid.m bnd0 o ao- albe famr a Iispe mdid do tta Pamaisto &criadamo pe dm Ao obh e am a eod a o hbta ie-Mseate IW MopTo PoxTEz C cl Mot RT... Naquelle dia-uam domingo deli- oso do mes do Jaulho-Lagrappe, a >,u'm o medice-chefe tiaa dado li- *., nga pare que prMemiadime dagollS, 1r ceass de "m absem qm lhe Ibe va sahido a snaca, apa tentom nos ,*rpo da gards, ap O nrucho. -Venho pedir-lMe liceacia para a t'r, dimse ell. 0 sargento dagardsolha-o atten- tamenate e exclmea : -Meia voltal porqe abao trax a <:olla? -Porque e medice i e dispeowo a tracer; doe-me pmeop. -Nao sabe qm be me podse kir Ma rua em ag NI qft ers sber 0 moldado emp a p6r a gplla mfam do quagid. Nao Iavm afada d eem orm ms,, qMWa '* rv" qMen do nr Em cima d'aqella senra Tena 1& an ph de roseira; Tanto mai no came chore, Tanto mais no came cheira. Em cima d'aquells mrra Pasua boi, pass novio; Tambem pass mlatinha We calil doayso. Em cima d'aqulal serm Tern m p6 de mor6or; Quem quiser mongarde mim, Vh mangar de sa v6. Em cim d'aqells erra . Passa boi, paia viedo; Tambem pna m latiaha De cabello caxiado. FACECIAS a-QOr. ha e etm priemi -E' jlg ae ulmpr qu o pri-mi Smore o mlsmi,*aqme o mt1.. 4. pri- MUm uMjite qo de eye uti e6 tem e mOM, mto-. *u emda im rwe, e ol.- ma rmideal Ntmb. Ceomumido pbhr- m*ia, pergwmt-How bothie. -E-tm s**.am f oi.- mo amto-b- go, prto do tM infe'iw? Wo eampo am mpox i ut"f vU dow =Whem' MeouB fiMet mote madi pora a virw ber, imeMasiemo dmse seae: hem..s- tidadem o eq et.m -NIo 6 ta quo teas t m aboesm na nuca? pergUato o medico. -Soa em preplio. --Nto tedi me qme ate smm golla? -Sim, maoher. Mao e rgento obrigou-ne a pot-. -0o amtot Equom 6 elle pare conUtrartmr as abmas wdes? E' el- le wapi to carum dia em qM tivw- rems un sthmu? Tinrimmeditamm- te -na gpUa. Lamw-- deom imBedatomea. te, e meten a gSem no bolam. Dirigi,-pm pmar a Iprae oad ha- via maita gme, mf tre a qual om grape do UdlimMa Naqwall maimml, a mm"es dQ batalbbe toesnia 5 eMsh doe Pro- ver qume ea m- fl er. Ficese s a k 1npl-a.vfn eoroa, pReruatmwin ,icais f amm* aSrs sxu lte, rmmve- de the :- '* '.. beRt traes a goll? De t ros diHdo6 4e 4 ds cues ahdAOresB do huIpaar, =uia)is arg. A a im- premsa. O ra dianeo e a civi- isapao. eaim fatuea livri 4 intePceptda,po4. i-sc que a nutrioi da especie humans esta Iterroida. VIcrTo HuGo. * *. Perm ui as phiksphias, mas nenhuma me saciou, nao encon- trei rcpooso em mahupia. Rur BAno1sA. - O der como a lan;a de A- chilies sra as faidas que abre. BAelo Ji FCarranszmSLEN. A dog 4 sugfomiva de gran- des com-, o amal po ser ven- cido mwts veeae* a vida esta l ede -er inteltsmente o p6 ,dei -dresta terra de illusab, a va d'um lmaenso ma ANTONIO CANDDO. 0* S6 a Arte impereeivel e eter- na, s6 a Arte rioRa e sublime d. par um mome l a illusio d'um moadol7 periior e d'um so- nh* tranquillo e eremo. S6 ell, nos lek, urm p uco acima das s humanas que salteam Barildois amasa que o pobre La- grq- MateW ir imsato, e em aqaelle a pri"mia vem quo fallava conI ris enoaI.. Soei ate aceem privava-o de todo 0me-imas. L:a~. e, q e disi palram cor p*iwae, Mido balet. -a goli o --==ss** ask eamel.. Stimm am f attte fai como ji prmeveM ngmate sttde 6&triver. q-iOKA- "Werig ea- por m' oW edMB qu X- A A iLt.- abMoM e etar 6a omasaa..w t ,,. t Les mas grades sentiments fueron confiados en la sodedad crisdana la mujer, que ha na- peresas d a vida, como hija, co- Da JEdd Media. E. Castellar. * Alcaridadee umat poesia do IporaSao e nuo admitted regras; 6 mo a poesia do sentimento, a e se lhe poseram ao lado os ees de Horacio e as tries aidades de Aristoteles, perdeu- o esforgo, fugiu o estimulo, muorreu o genio. D'um Discurso. Jose Estevao. A sombra, que o dmspro de- setha emn torno Alum home de bem, p6e-n'o em destaque. Quanto mais ella se adensa, mais efle se avulta. E'como o fund de ouro nos quadros bisantinros. Dos Topicos. Padre J. de A. Peixoto. I NED I CTORIAES CARTA ABERTA (Ao home do fie do mundo) O fim da presented e omente de icari prem durate qumn dim. III Larppe entroa pno quarter s9 momento cm queo medico-chefe me retire paa ameua,, depou ie te beito aims visits ediaia. Ao ver agrappe, disem apea.a: -Oitr vealI 0 moldado comegoa a tremer de aovo, |e am poceo f6ra de s, ezcl- -Nio teaho a culps. --aahst! late a demais! Isto 6 -erac dv Uts bnato Sl im eei hs mi ab order? -Thj tim, uimBeo t r. -NaIMe N. quwro uabert L81-4 .. a m bouo;g . qtme gao deesonrier Bamtm. q ata do cai 16t-3 vim enma" aei, Eu a"am wcoe river Se teaM mqjis a* doce, To aeigo de rociier. A' sopiar per t/vivo Sem comlo a'omta svidew Doadeo aeaa tserrl Q t'alma tram- bpsti, Me a DowM em aeler to, Pere t"D.ter"soc te, TIo febril, taot dcm QtMi V-to Miasa cem O qaeu a'dite . Cur, ta de Jaiho de 1909. Thme- Atm. Soje, meo aMdgo Jot Pro pile, twt femmaMnopr entroe b d lv p A dM ale0r0 0 festi- y, qiaceaeoar a feUlici- tagim. 3Jge ^olo 6 Dsw pare qu d e do e e reproduss pr maetre ana. Joaseiro, 29 de Julio de 1909 Pedro Leto gditoa-lae Adir. JA, tire i.- Smo Tu page a ste Mdijumto, pafeI B'M -M ranalmaI!... am jetidol... N M fewes came do qoe te dilg ... -Mais... o eremeu I... --N-t hea eobtl Ma aeio coro- all -E ia ia de pa.4.so~ 4 ea Omul ou ordee, ai*gw" mada ais do quo a. A vao do medico troava sob as abobada do quarter come M salva 'OMANhSm 4" 4 Os emac- .3 aies, mb-fiahs a eems mto p agpalain can alro malso- ORAp ta 4BMB . e a a. qp oa .so m Ga C per mIt-as dim: &mit nir pTbs... ;JoKMcr CoirfaivUKE a terra e todos os series quesa povo- que Dens, em seguida, deixassae dde A" "UCu ' am, Dtis iallo. intere'-ar-se elo trabalhodo'h0mem, Joazito. Cdu uum pu.vu uI TnveruoI por-ua-trrsza mnn- 'da. '^ m; Esperava-o quando a occ'asil *4 dip 4^ 9 - ~*.5* *.'-*"* ;- A E,. " .p o- de Quei"Oz, da f le""oz (propri-io da Drogaria -' oA ep Aq GARVALEWIt - ArIericana e rbacto chimico ) D -l W Porntual gar, - De r. qViwG OS... astCarvalho A ,E.CNmMOA 4 ,4 a reeo* .edad- Ihe at r .,ar . RnateA o e t -V -Go"verno, cojo 60 -i Mna q* ... nma-- Rui Pa d Pad Cicero 4 h 4- REVDA VITALICIA )(AL, N DUmKmO, asM bOCI socio O 4 f -l HA :'tan Auitiva 4 Tern dy cs Aasm a cas A w e -mi ser o r *ll of sor t0men0 4a4 e pq- ienalie e s O e .e i o pharmaceutcs trat- . q _u dWo .a pei om de 1 or. m : .. | -t .,eadAxi cion.es . o Os socio d. Otixa In, paga 54000 de j-in e 5o000 de corn a -mflammnina> n. 2 e ,De- -Espera-se urm bm ,scttimeuto - os da Caixa A pagani 5., oo de joia e 95oo de sm poder engotr-ntoii obI 'd menslidade vt "ndirci,.no in de 15 mnnos, auna pensao.renedi o ou mesmo--tdo.. estes cue no ser. tma dc~ ti iae 5,000 de co .afrime,, na oram n2ebelados O O secis da 'ia B, p,,- -,,On(0 de j.. e 5.00 *de ccorn a Pamdta nai > n. 2 e .. C ~ L -~ log o-r!vh o da Fnrt W-00 w ino Aria qrdq'wr r;, S. mutuMrio s d r no "ts ,. qrn ,net 4 I'TAO" n 4 O S g'B a -l g da _d ... .. *e, -ft .a-- .. .uver a borte de ser remind., pag rB arpenas p.osU mfl .j J .- 3- -- , Strabalj ~ eito :o-~ :~.;cpr' e, c.f-. ;'eC' c' ,coi. up.rinteli'w ri, '1 d e i 3 t ac/-]d ,^elia., 'e. o< p'-a .n:'e- ino penr de nove meze.. A BNOSAp 4 I aIM. Tlo w lmewZ"troeo l' |& "a aorzeao do ddoisie d e sum grauk, sortoso o'eancomoqr niqesre. o --QimW owra sociedade olev.. tl numero de soci OS as cn o- Ditorr grande.em A A A & ."A.AAA ALA nfr'tte dEgrej. de S Vient,: .1. Dl -E P-ROPECTS, T.OPO-TS. .i MAANOEL VICTOR INO / ,,r r SCo .. v.n.rado ort mntr de fasndaBa, a p & do Conmin-rdc--45 1 - Acha-ae ueapze a dedpo e <.&o e seis iregnexes 5 Cincinato Silva tmndo r cen-g Ri B M 0W a temente ehe egdode Gwnri-3 SPREiOS SECO PETECA n Pemamhuco, e squi o e e f -. 4.-Rua do CouiniCreCo-4. '3lertU E idO' t0ifeRH liu-$t eVede-se todo pe'o pre S 1RUA NOVA N. 9dE3taI e d le- t ee F-i z da- finaeM de Nm ia m i mpI e naridei SaQAZIRO DO CARIRY artigoe.. u4d.. .aico, htaa tantnia,&.&. ;e|an aaas~;.bo- bes-.. .e-ie.t7,_linoDns,_ 4 eciaidad;Je e: arts para nhomende isroras; obje- T pa e renes . Spu.M eaiftd r uemdi iiiu m -a!m ;mrisdos divenrssL, brftsbrauco e SPreeoE fEemcnpeid.or! -de cores, ze rb-row p &e vendeI RM-S.0' .... --- . dI,* .a ae-a coi, o" s.eus pregoa, ein- CAI TERACIONAL D" PENSOS VTA, Le o i ontrand6c smpe agrado e sin 0.. .cer.dade." . Approvada por Decreto Federal, com deposito de gara, m In Uma fisita, pois a LOJA tif so Theiouro Federal, proportional ao capital de p *:i ,.4 st umil catos nle rdia. dI fo=enda.- mrrtarra.. .'tv ra '/ipo5. Teaia Cincinnato SILVA Rte.trada na Junta Commercial de So Paulo. 1 wieeid de( C,(war um corp, to s,,,tumnto ,Oks (,'tiqos acima' RUA NOVA! X S 6Je em S. PA1L L : RUA S. T.JfO meitnadod que sao vcndidai por preo sen competencia. dco- ( ea1e d" A "I e RU-TU I* Goda todo p.bIco para fazer unza vista a dit, e.tabelecimento I .:.. .S_ - (A-tigo :-.o da -Com- .an .-.e cer.icar. d. que i aftormed. , Filial no Rio VTL 7 DE SETEMBIIO, 13 (mode io) ] .EAJDADIOii.O QL J K. (EN'RE C~~ bNALtY A&AS A vDA .( .NTRTAL APiRVEITE: A RPuVEITEM3! F ARINHA DE AINDIOC A -^^^'"^~Jodo Baptista de Olicel-a. ALyes Silva, sylsa moe seus l,...RIA, " C ero V 3G t es e apdeI ospto rand cgantidadlqu oOX- PREPDO BIaROtuEIRO; iio ex-chefe de ai, ze-~eereeirio de Agricuftura do E. deS. qualdde, eJe aoso e aretna- .RTARIO-0EoLol a A OV AINA purdina n" 1, radios. especi i Silva Seab ., i abie de Teei -doe S. Bnard e. ticos da, nova medicine do- RUDPADRE CICERO- GEIENTE-YDU. Claudlo de Sm, ee indnfr. d .. e ,,B, "ns', o quei JOAZEIRO- EARA' T'iHE5OUREIRO-.Dr. Gabriel Dimoai 8l, advogado -* me obriga fare estad,-clara- capitalita, direcMe r i Os ipialda In lustriar de .'ai .. d- Vionde de S.c ~ s; es a fi d" o iuma"idade Companhia do Pogos 4de Ca>d. e r, i....b ... ..e enoontra C...elEi 'Fi Eal Bstataw iyns aB.m e'urar analtivisnii;r ; i *i5E l<4. ttia's. ,..moleiaUk 4o lt Ie uma medtici- < ltmipqu i, 'i./ "(mde db . n Exmo. nr. Conde d Praies. Director dom Banco de S.Io a ettieiffetiWfi fto aalen- Sun, 2. di.-ta to d ?. Borja- ", Pamlo-Exmo. Srr. Cpro l FeM na0 do Pr->te.e, vioe-preNdeeitv1 ce do ." "t -" . ...- ' do Ept'ado-Barde Duprt, dire,;tor da Com,,hia industrial, a udae.- Armanrz-io Sainago Orz.'-. &. de og Pauloe-D i. B o p ir indaproprse.o.da ifeabric n. meia iMie e.a,. cida-. ( irnma recom id.) -...r d. Te,9oe Arethumic c prmicaape deputado ferol-| dstr..oie a.ii ._rtiz> | ' [)r.< JUesAk. DAlaeis e proprieta.- 14 ,. . , S Aft .'- W ** ; i~Ci~l~ilrYpyu~r . . |
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