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Rebate
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Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00001672/00005
 Material Information
Title: Rebate
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Creator: unknown
Publication Date: August 1, 1909
 Subjects
Genre: newspaper   ( sobekcm )
 Notes
General Note: Newspaper issues from the personal collection of Pe. Cicero Coutinho, Juazeiro do Norte, featuring articles on Padre Cicero.
 Record Information
Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: All rights reserved by the source institution.
System ID: AA00001672:00005

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( BRIDGECACHE )

( BRIDGECACHET )


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& F S + . .fq ,. . .. .d




I.t, /:24F















CEARA-BRAZIL DOMINGO, 1 t cAGOSTO DE 1909 .I ANNO I -NUM. I II

EXPEDIENTE Mads i lo a*un A.a*! us actos e ao mesmo tempo des- I SALVE!
Me-oix -a& v---- to anartaenin antlhrupous nitas< Fedismente nao fiurtnauioiw uj in-. pertarido-1he a nitida conprc-1
0) .REBATE.- pibliea-we senzaishente tlaiimast.4ip-con Xenophonte ex- 'ert dea.o hensdo de suas responsabilida- Depois del tantos I)bLtacItlom,
'.FriAUcToII=CFJFE=PdrpJoaqiiu A fraquesa, para que sintanmos, i guigtita o progrewso,aor isso- por- des para corn a sociedade. e a despto das Ppposqocs qu-;
de Alenc;ar Peixotaj. da base sobre que se apoiar as the- que umaoutra pilosophia m: a 'i- Por indole e vocaao, son a- surgian contra a reAisaao d'u.
S orias da scienia modern relatva- losophica encarregoH-.ideo definir. migo da ordem e :do respeito; ema idea grandiosa,.eil-a, em to-
r mente ao progress, tentemos uma AN-ut, proP.edir aro e aainaahar porque assim penso, e que as- dda a plenitude de sua vitalidadf.
ASSl;xATUlRAS pequena experiencia: iinterrouemiOS fatlinifete traiiforip.ao eti extern deseando ue i rensa
aos seus representanuLes d'elia, inter- tia1;-!.ja.:.an; nrz ,.cam inbarpaira s m extern esejano ue ip
Ann................ pellemo aos sectariosda phosopia dep u para o de na- Rebate circumspectamente Ua imp -ensa no me d
semtre ..... 0 rogrsista sobre o que elles enten- itnresa; nio ~ camin!ar para o poi- dirigido peloillustream?,a quem enorme populaago e coiiio .1n .
VAGAMENTOS AjI.ATADOS emporporgresso,evereamosiomo se tivismooupipra u seasnal.s no; ni e nao fakain talent e illustragao, conforto aos nossos desfallcci-
Sam emibara dos com a resposta. caminhar sem se subr paia oude, eja como osja existentes n' e- mentos nas luctas pelo engran-
A.pnblicat:esdeint.ree.; p.trti ula pr na o ir mais adiante, cu)pe- o011 para o abymo; prgreir, senh- um dotndor cohe- decimentod'esta terra; e corn
sinuncios depended d- eoitraicto-, sevid" cemos ielo psychologista mecani.-o.. res canahas de philopn:a, ", -us , c
0opaMw.ento Adiant.do. pri-.resso, diz-uos Lamettrie. I snuelonti eipfi%, ,' ntivhar 1 re- r^ eWse povo,e d'esse modo um anteparo aos nossot idea
-A rediorna o repoDvel relul- renltado nleessario d.'n-ma lei mente p "ara a posse oi bet a;isiito ossa gosar do acaam nento eda de povo que aspira asua prospe-
ns i tor els ptu si*. 0 t Wone me o" e a er o e hes as sus rse .I
"FOes alheias, a=signaaE-. fatal inherente A material, lei que pelo realisemo de todai as wles ;Ioa- considerago de que 6 digno, ridade. a sua grandes-i; coin
govern o mundo, porqne a a iateria as, de aperfeioamento em ape fti- pelo esforgo d enmpregar e bernm uma valvula imam znsa aber:a ai
Ace.itam-se artigos do religiio, .scinci.. i eterna, niRo ha Deuns, em iriteltli' .a-ient le.virtud(le virtudea da manutenqo da paz---condi- nossas respiradoes de oppremr-
:tttratura etc. prthenchendocertas condi- gencia, o home se confunde (om e ligi I ur ensino.-- cz pr e--
to o" aa iopiaes., pna.o t Hi'en-al edao, geren P typographa-Rus Vem Hobbes, e diz-nok 1r.sr. ti- ptra,,r .1 pi nossa Patria. salvaterio.
camente: o progress eo depitsoi, ial a pti!oophia, ,tilhlia da raso Portanto, illustre amigro, quei- Quantos, em meio d'este w-
por isso qtiet o estado naetrail io to- hmnaia inpirada e ilamiia; pelasi ra, de niovo, acceitar os meus re-magnant de desastres, suspi--
JOASEIRO DO CARIRY mem prejudice ao houe, e e meio catiaes de inspirac e Ide luz do e di1,or do ravam por este salvaterio!
____________________i unico por fuiil-o e entregar-se a so- cl.ri -tanismr. p- a c
Sciedade ainus d'm a...,, e Tal, em m a definia gen na.- ,,. i Quantos nao l suffocavam na
ubmettei-sereplia ipro Humle am que sera, brachado peito o desejoarder -
0 PROGRESSO : e. redi com praer, consoante lei- te de, pela impaensa. da terra,
SVem depsii.s Roueaux. i-no1 : tcr d'O Rebate manifestaro que sentem, que
0 ,Qe talavra! qhi e origem de 1lvaticaminee que q a pao ite,u n r is an am. o qq d aspira; i c
"hiismio! que de animad ver-es! estado da nituresa ono i'va4ismo, C O i Missao-Velha 20-7-909 sedeseo ardoroso desappa-
(ue de desvariogs porque o emiado social e uat etado a e apean Estedesejo ardoroso de .
Qu.e palavra! t contra nat-amni. D. Filoro aremr a Costa receu, hoje, ante a creaa dic;
E' a grande ralavra do seculo! Chega Helvecio, e diz-no oi- CARTA que nos resentiamos-d'um jor-
a gloria da -u..aa. a ordem do sticamnente: progress e rada inm nal aqui pelo talentso luctador
dia! ;atte-der s- al seu proprio intresse,d D'en.re in. uieras ca: ta de fe- Padre Joaquim deA. Peixato.
A' music dessa palavra magical semsse uPtar corn oa ut' rosh-o hict raes que, deciversos pontosl 0 REBATE' ORebateD ahi esta!
Jlammam-se tod cora oe Ape presettise Hegel, o nrdita Ca em recebidoo sso Cono uma grande ave, elle a-
ripiam-se todos os nervs, estreme- celebre por ku principi dte ahiio- K lactor-chef, or occasio do ia aes. e sr do e colhe em suas alasde, papyro, a-
cean-se todas as fibras! sophia-seiE und Nichts i- da. I ~p.p'rec:anento esta folha, de- las possantes, alas mais fortes
Que origenAe enthusiasiro! be; diz-nosqueoprogrms.uo nod.- sttaca-se i or seus elevados con- S.eu appareciment) foi motivo de que o ocean e mais rigidas qua:
A's plants d'esse -deus iee lns, senvolvimientA, on antes, o vJ a n ce itos e castia linguagem, a que, grande rego-ijo e satistacao por par- o agoas endeixasos qu.eixume.
S adr dr bd's midloe 0 a d da ser ootinuo nuo a o ratta- de MisAo-Velha, lhe-enderega- te de todos iab.tantes d'esta f- os soffrimentos, como as aspira-
genios, movei-se s povos, agitam- tes e fataes. ra o -lustre c co edisincto a lade om a politica- es deseos, os commett-
se as turbasmdem! q n egu eiadniad-o i rande parteas p- home de ea- r. oro e, e, por isso, nais digno, maid mentos nobres, as grades ideas
Qe refervencia! que elerium gada hegelaas adanta-se Saint- Bartholome da Costa, quen merece-lor se torna de todo acolhi- desta immense popuilago.
tremens! Simontr nom stua Critfqe de pedimos veniapara,-aqui, estam- mento carho. A' elle, pois, a 0 eRebatceos
Esse dens recent, esse idolo de 'Histoire e rtelve o progressopelo pala Se programma, traduzdo em on. nuscumprimentosarrematado
ontro. c opolita, como 6, estadeia- fatalismo, seulitando a itheocracia rtros teros -n istruir, e nsiar euc
se, avnlta-se, encontra-se em todas social. 1almm am Rm0,Padre Peixoto e c 3c trabaihar, n'uma pala por esta calorosa e enthusiastic
as repartimbes do maundo in-. Segue-se Ferier, o industrial w- Cordiaessaudaccbos. vra, pelo vigor, pela grandesa, pela interjei ago-Salv.e:!
llectual-nos jornaes, nos l"vros, cletario, e rardellee progress e o o plusper.dade, pela pa d'esta coo mup .
:.as discusses, jaauctorisando todos nao-progresse obrar u contrario Nao me sendo posssivel, por de toda a zona sul cearense. 2G-julho-90
< actos, ja justiticando todoc o5 em- de tudo o que g tern feito ate hojfe, notivos superiores a mmna von- Sen principal redactor, o illustra-
riaehendimentos. prendendo tdo,ar- e por estes me chegar ao socialis- a d cor are, r no doind sacea -rdote Padre J. de Alencar Joo Duart -
r-astando tudo, atogrueando tndo nas mo. e, Jnd Nh -comdparecr no hamrmas d'um enthusiasmoquetoca Apos elle austo Conte, o ena- go p. p. para assistir a naugura- Pepta, eimedt sabe e moiti de, u eo
o delirio. morado de naihme Vant, invent. aio d' 0 aRebaten, approcito qre abri tant at par esparo rde qa-
Que de animadvertes si e inventor 4 ,lagiar, a positivis- o ensejo para felicital-o e bem ti o taniso i Para ns b mais que ena palavra, mo, e d'elle codse que co progress -assim ao po l D JcD.se;lro por tro an a-me sa e edriptos, o lado do A AO CoICA-
e nm system; para eutros e mais e- resolve pelo ,na-alisam.t-s. t- arolo d ta qe ntrenrt s itoirnao de t n o aqeim .- p ua'
rque um system, a rna philosophia; d)e todos est e outr dos arvoaos, teo obilitante erre steete .tho. r et, ps a O t. oRb toa or
e, para alguns, mais qne ama philo- que tern acqur ado mais fama, nia- to. ry, i. p roa .m il tra ni o do eC- Discurso que devia ser pro-.
1ophia,-nmareligiko! is reputatio e utais celebridade, o Acredico, since me.ni e. que letr-, .iDr. 8i **'ti- Av,-nI ,l1to d nuncipado, por oecaciao da re-
Uma religito!... ,per quieant a pht iD-pi doia progrersista messe orgiode pubiicidae, allia- t. nl t.A sM, a s.-ureio dar tsta ema pat iaseip
Comn ella, e por ella tudo se evo- Julgon ter ito.. ultima palavia, e do aos derais do Carir x tao 'ariry.. e qig pt r ultiamo, se comn- t uricury. quo, iufeism:t- s
lucioena tudoe e faz; con ella, e por incontestable ie o t d n s bi e dc s reasia e ecrever e on as moo eetou, na sua volta do
ella tundo e nobre, e grande, e gi- Pellefan. '0 *Pasieoprgisos omi- "rpio p erv pd's Rncam0 2_uh 90 *io. -
gantesco, e sancto, e divino! Depoisedeh ter tado, na p maa osres idoaes, a t'a tet a d-os Il-1n e RWSnr. Padre Cicero,! .


Que de desvarios! de ie (do secul passano, extinguir craDalhandoabrasadamente.sem embates pelo eaul ua. kthtra. MeusSenhbre.! .
Oh! quantas aberraces, quantas no m1ndo o itmento religion, caprichos,nemsysthematisag6es, E' de esperar, pois, e esperamo .. .
calamnias, quantas m6ntiras Ihe niao exelamou, vocif relinchou: *e- em prol dos saos princpios da que 0 'Rebate;- tendo .aua itr nte. Exr tna.,,!
temm alevantadoos willumninados* em monde Aarche, e definia o pro- ortdem como tern, m home ila estatura
lacto de philosophia! gresso-um ca har incessante da or n coraldo Padhe da etar Eil-o que eaba de abordar
QaQntaseivergencias,quantasopp. humanidade, in Aido, sem se sa- Sou dos que pensam que tao mtoa tdai sore de Abenecios pro s ossas queridas plagas.
ora do Padsrte de Aecuos, peo- o s a a
nies, quantos dislates, quanta fal- ber para onde busca da perfecti- somente a imprensa pdea orien- pqrconar-nosa, revantande/assim. Nao teme o iarulhar das va-
rsidade na define d'et plra- bilidade. tao segtra de seus elevados -) niveal social e' moral de today esta gas in tas -belehu- -
o p trl r2 a gas jnrin Iode- mn- I ,( ,-
Sobre esta palavra, julgou, talab ., disia he n lumnas doAofenbdado athleta la ivil-mana, torque tm ocrao a
sna pretene&o, ter dito a ulnitima pa- otopistaraa via-a virtu-le e.
lavra, a philosophia dos tempos mo- Taea as theori': derraneadas dos seguira prophylaxia moral d'um edo piogrqs portnto, ast e ote dom
nhas cauda-6es de enthusiasta qua de. Veto" racerdote do
dernos derraneados da r osophi pogres- po devil o, poo a pu-. td qanto trade bemi, verIatiaW seetario de je-
Oh! roCno ella, esta sciencia tao sista. co, do tbrtutso caminho da de- su s. que teito'u
alardeada parece, segundo Platibo,- E, al-i ;. : 7; .; vez com \-P sorden, eninaatdo-lhe ga refle- Joasciro. 26 de Julhbde 1909 aqu. se agita um porto seguro






a terra e todos os series que6-4 povo- que Dens, eni seguiddi-deixassedi aiInurmZ-- aw JuvU -w j-mrrvau ptn--ram-umnscna nmn_- -- -
am, Deus iallou. inrtere.-ar-se eo trabalhodoahoinm, lJoazeiro. "- da. . : Esperava-o quando a occa siio -' -
a:Js
'. * ^ .* . ^ ^ ~-*---p.' .*. *A -









-1


w.,


2 REBATE


"rrejudicada.
Ji o inquerito estava Mallo pe-
.a falta insanavel da intervengao
do promoter ecclesiastico do
Bispado!
Sobretudo bradava aos Ceos
c ajustiga da Sta Egreja catho-
lica a incompetencia da ainter-
locutoriav decidindoe degmatica-
mente que segundo ensmina-
mentos da theologia catholiai
quando uma hostia cotsagrada
se transform em sangue-por
milagroso e muito milagroso que
-seja-estesangu e nalo nem po
de serde N. SenhorJesus Christoi
Que paradoxo! .
Si N. S. Jesus Chrito esta re-
al e substancialmente na hostia
ronsagrada, como mostra alli
,,ua presenga adoravel, manife-
tandoum sangue que-embora
milagroso e muito milagroso--
nao e. nern pode sr seu.?1 .
E si este mesmo sangue que
manifesto em confirmacgo do
Mysterium fidei, npo e, e nemr
pode ser seu-como t que Elle
pode estar alli real e substanci-
almente ? !...
Questao de princip:o -se-
gundo o aUnitarioi, desharmo-
nia de vistas-segundo eo 0Jor-
nal do CearA; quem Ihes abrio
a porta e a deixou escancarada
ate hoje, foi o proprio Sr. D. Jo-
.quirn.
Mas rninguem quiz entrar,
nem passar por ella.
0 Revd? Dor, Anttero, os ou-
tros sacerdotes e fieis scientes e
conscie.. es do acontecimento
e-icharistico do Joaseiro-prefe-
riramd aportao velho, largo, se-
_ cular e sedigo da obediencia.
NAo allegaram a nullidade do
processado, nevr a incQmpeten-
cia dh decis-io, nem a suspei.ao
do Juiz.
Pediram-lhe somente a"inter-
vengao do Poder Superior para
dictar-lhes a norma de conduct
entire ojuiz e as p.rtes, entire, o
prelado e os subditos f'um pro-
cesso novo, inteiramente dtsco-
nhecido no foro de sua diocese.
S. Excia. lhes recuscu pe-
remptoriamente o pedido que
Ihe fiseram de consultar e per -
mittir que se consultasse a S.
S6; indifferiu-lhes o proprio re-
querimento de appellag'o e a-
meacou-lhes penas e censuras
que depois applicou-lhes a mos
cheias.
Onde esti pois a 'celebre
revoltai de que nos falla tao
gravemente o a Cruzeiro do
Norte ? !
Ah! que o circumspect peri-
odico, como muit6s outros ca-
valheiros distinctos pr garam seu
tribute de confiann a essas in-
formac;es, que ainda hoje, co-
mo em todos as tempos-asse-
,guram que os grandes nao tern
culpa e os pequenos nao tern ra-
saO.
A Fe, porem, ainda cr6 'bem-
aventurados os que padecem se-
de e fome de just a.
Passemos, pois, ao ponto
&eguendr
Nao se pretend reviver a
.questao, a celebre questlo do
Joaseiro, porque segundo b di-
reito canonico e a praxe forense
do Superior Tribunal da Inui-


sicalo nao M certo que ellai:de
' ha muito julgada e enterrada jP
nao exista;p como tambem in-
formaram ao aCruzeiro do lor-
tes que nAo satisfeito corn ai sua
explanaiAo de 6 de Junho, ui-
S ze dias depois ainda vohlu a


Quando partimos, no vigor dos sanos,
hDa vida pela estrada 4lorecente,
As eesperanvas vio comnosc 8 frente
E vao fleando atraz os Dese Us.


R'nado e entaaldol, cleres e 0 aRos, :
Vamos marchando descuidosamemte....
Eis que chega a velhice de reenate,
Desfazendo illus6es, matando engallois.

Entao n6s enchergamos claramente
Come a existencia e rapid e tailz, -
S E.vemos que'succede exactamel v :

0 eontrario dos tempos de rapaz:-
-Os Desenganos vio coumuosco frente
E as Eesperangas vao ficiando atraz.
Pe.-A. Thomaz


carga em seu numero 25.
Tamanha insistencia prova
sua boa fe, mas nAo se deixe
enganar quem escreveu que o
wJornal do Ceard mais correct
em analyse que fez, opina con-
tra o seu modo de ver os factors
conhecidos, que a Santa Se nAo
disse,a ultima palavra na ques-

E tern rasao.
Segundo o direito canonico as
causes matrimoniaes, as espiri-
tuaes que jogam cornm pontos de
f1, e as criminals nunca saio jul-
gadas definitivamente-, nun-
quam transeunt in rem ji.:ca-
tam).
Ainda mais.
Segundo a praxe forense dc
Superior Tribunal da Inquis.iic
todas as suas sentengas cxpe-
didas em dia de 4. fAira sao
preparatorias ou disciplinares-
wpronuntiatio judicis aliquid ju-
bentis quo causa magis prepa--
ratur ac promoveturt.
Onde est" pois a ult:ira pala-
vra da Sancta Se ?!
O c.Cruzeiro do Norte bemrn
vio nos proprios trechos da pre-
liminar que transcreveu que 0
Tribunal apenas externou uma
opiniao.
,oMensests-0 Tribunal pen-
sa, o Tribunal opina-c parn.
que nunca se Ihe attribuisse ou-
tro valor, desde o principio poz
logo a clausula Respondeu o que Ihe foi per-
guntado, e pela resposta avalie-
se da pergunt .
Eis a verdade
O aCruzeiro do Norte,, po-
rem, nao leve A mal a informa-
9do e o testemunho que Ihe ap-
presenta o
Seu Constante Leitor e Sin-
cero Apreciador

Jos0 Joaquin Teies MarroCos
Crato, 16 de Julho 1909.

-----o---'----



TELEGRAMAMA
Acaba o R"-- Sr. Padre Ci-
cero RomAo Baptista dc rece-
ber do Ex"? Sr. President do
E: tad em resposta a s tele-
grammas que Ihe dirigira no
sentido de esta povoaga ele-
val-a a categoria de villa, o se-
guinte telegramma:

Padre Cicero
Joaceiro

Recebi seus telegrammas, pe-


dido respeitavel amigo tern pa-
ra mim todo valor, entretanto
para deliberar sobre assumpto
acho convenient entender-se
princiro Cel. Antonio Luiz com-
binanudo con etle melhor mneiO
resolve questao envolve inte-
resses politicos devemos atten-
der. ,
Nogueira Acc0olv.


A.nian el urmat


SiPe. Cleeroe


salves Per3, Jose Monteiro,
Antonio Flor, Joaquim Tavares,
Candido' da Costa, Jose Figuei-
redo e outrms muitos de que pre -
sentementen'o nos lembramos.
A tndos. nela delicadesa de suas


RELIGIAO

BELLESA DA SCIENCIA
RELIGIOSA


visitasanotabranca de nossos a ha sionci que mais alta
mn de,1umnbrante., verdadeg, tenha, por obje-
lade :imentos. "cto, do queo a ciencia religious.
d eiAcima detoduam .invreotipgaiee-doespiri-
i to human, te.-tLCneiami- Dets ,L wua provi-
-.. *dencia, as verdades q'wu now revala pela
*PrFle -santas ecripturas. ;a. sua rei-aceq corn
nue a humanidande pila m ,liaetao do Verho fit.-,
carne. o* duverea que no irrogamn o% hi.-
STireo vantados detinoa ,i que todo urono- con-
vidado?, tonla e-'a a-.+mbroa economu-. !.
Ha poucos dias a policia effe- gra. da lucarnaAo. da Iedemnp'io. ..11
Hapoucosa qual ocurso das cousas parnmento he-
ctuou aqui pela tarde a prisao manas nRo passam d'um& impor:.ncia e-
de Antonio Ferreira, (por alcu- eundari. r esta dotrina. ignorar sa
nha Meia Noute), como um dos verdades que ella en-dina., privara intell,-
taes em process. Companheiros esneia humana dan lues queaeielarecem
em erseR4 ma &Id4 eimo;.
d'este, em. nuinero de dois ou Bella im todo oeu conjuneto, a doutring
tres, tentaram, mas de balde, christa bbeolla aiid ea.l Una ( .
meio do caminho d'aqui para o A'semelhanga4omar,enja immnenid.i-
1 do offrece niBos8h o olhma acpja tun n od
Crato, tomal-o aos soldados, ha- grandioofe o ,mhaso do asptr qo j -
!vendo tiros entire estes e aquel- bre eni uas praias mil sinuosidadeg qne
I *les, d1nos merecem attonC'o, as-im :en:lat Urm.
U des. das verdades christis -de-cerra ao. que a-.
Um dia ap6s essa prisao, a median b 3.mnoiale 1 uz sobre ab smos do
policia que aqui continue desta- grandeza. d'um artio do ybolo.
0 estudo d'um g6 artigo do Syvl.lo
cada, andava aos insults e pro- mais que sufficient para ab.4orver todL
vocamentos pelas ruas, chegan- um arddee .de mater
Na imnmensa var".odade de materia, q.,
do a poento de. atirar, como ati- abrange, eti srciencia' p.-,- e otm fact de
ro n'm pobre homem que se relatividade co todas as seiencos.
rou n'um pobr0 home que se o pensamento humano, quando .se o se-
retirava e que escapou pe- 'nise- gue at. a finidade, cleva-se pura I)eus,
cordia Dei. beta como o o.tudo lev ado ao longe, A su-
i midades da scieneia, conduz ao estudo da
Felizmente, coin a chegada reli.i."o.
do brioso alferes Romo, as cou- I-loquencia. poe.-ia, philosophit,- hittria,
o boso alfercs omo, as ie s, quanto saciar p ;t d, gaudio .
sas, de sorte, por acui, mcllho'a- contentamento a alma lihauma,, o .-tu1lo
S"i da religilto aos qne a elle fe 1;agumi tudi
rami. lies offerece.
Sabios de meia scie-ncia! levae um pou-
co lonee u vosWo estudo. e convevncer-vis-
_. 2L' -i~^i nc o n ne hs*ntf of~?(!*.-


I PHILOSOPHY 1 A .a.
Comn este titulo *delibt:rou-sc Padre J. de Alencar P1eixoto
nosso !edactor- chefe Padre
J s:quint de Alencar Peixoto a- ORIGEM DO ATHEISMO10
brir uait aula nocturna que co- PO LtU LT URA
me'ard de funcci6oar aos 31 do N'o A a rasao e sim o coraio que PLLIU .LTU.R. A
findante, das 8 i 9 lhoras, nosa- faz o atheo. --
lio de isita da iiedacilo Sobre esta verdale. disse, nuo sa- 11 o- -a
lao de4veita, da Redacteorc d'O bemos quem, 0 que vamuos reprod0izir CM ae nUva M
(i'ebate, sati'-fasendo assima is iqli: plansaw nasjamelns.
cxigencias dos empregados do <)Os vari;dissmnosespeetacnlosque
commercio desta pra;a. As ma- .d4irianieite se desenrolam no scena.
:crias d ensin portuguz e rio dw vida nosdtixam ver claramen- Asplantasquepodem ercilti-
rithmeia.n Pelas duas ateri- te que o eora;iAo 1do hoImein o gran- vadas nas janelia- e sacadas sao
c ti P dIe aboutriolI (Ie todas as!plaxtes ar- numerosas e variadas; mas, para
as pagrar-se-a mensalmente a in- dentes, impetnosas e desregradas. numerosas e aradas; mas para
significant quantia de-5:OU 0. PaixOes desregradas sao as qne que esta culturaseja seguidade
nao respeitam a ordem, ajusti(a, a bom exito, indispcnsavel tomar
(Ie.JeOse Ioeurone* lhonestidade, os direitos da divinda- certas precauc6es.
S- de e,t fhalmente. as leis.jntas e sa- N'uma cultural pacial, consi-
Tendc-se denmr do al]uns bias que servemn de funlamentoao bem stindo apenas na disposigao de
I dias niesta, localidade VIII crl-;esta- Social. I. '.
ias n'esta localidade Assi numerm-se entire as pa- vasos Ajanella, e utilestabeleccr
panhia de seu dgno genro cel xes desregradas a eobica e a ambi- uma balaustrada para impedir a
Cincinnato,'segumu para asua fa- c'o que vivem em continuto conbate queda dos vasos. Quando, po-
senda de Sancto Anton:o da Pe- com a justi(a ea equidade: a impn- rem, se pretend fazer uma de-
dra, em Garanhuns, Estado de dicicia que desconhece a honestidade coracao perfeita, que se asseme-
Pernambuco, o cel. Jose Louren- a decencia; a irreliaoque po- he a um pequenojardinr, ne-
ro da Ao d ta iva auza. eganga que se alimenta de toda a sor- cessario mandar aser uma cal-
Ao distinct eavalheiro, dese- te de injustia e deshumanidade. xa de madeira de carvalho, que
jamos-lhe prosper viagein Ora, evidence qne estas paix6es. tenha exactamente as dimensb-
reflectindo a sombra d'um crime, es do vao da janella, e fixal-a
Cel JS*. da (ruxz imprimem no cora;ao o temor da solidamente ; parade.
puni"o. -
Seguu para a Fortalesa a tra- Si, pois, a idea da divindade nos E sempre inconvenienteguar-
i&tar, allii de negocios commerci- annuncia nuiajiusti,;asoberana e eter- necer interiormente esta caixa
aes, o prestimoso cidadao e hon- na, nma provitdenia que tudo vW, si corn um involucro de zinco, con,
S ne te nesta praa cel. anos azentreve reopensas re- fi de lheaugmentar a ra
radio negociante nesta praga eel. parades pa-a a -avirtude v.astigos re- O am de lhe mo entar a dura-
Joao daCruz.- servados ao crime, 6 e lra que esta ao. assim comeo usode vasos
Feliz viagem. idea d'uma divindade % medlonh li pintados ou envernisados, vasos
aterradora para quem quer que sI de faianga ou de porcelana, por-
Major Alenas .lreira eintrega corn furor a estas paix-es. que as plants privadas'de ar
E', pois, patent que todos s irm- seriamn prejudicadas na sua sail-
De comnipanhia corn ocel'7o- pio0s, os libertins, os depravados, de. 0 fundo da caixa deve ser
S uospereti-Aos,- odos os que fasem tAo
o da Cruz e co o mesmo fim oe caso da jutia, da honestida- penetrado de buracos para. pcr-
seguiu tambem para a capital de, da religiiio, devemni desejar qne mittir o escoanmento da agua da
o distinctomoco,, major Adonias. n0o haja Deas, e empregar todos os rega. Sem esta precauao, a a-
Bomn tempo e nenocio .seus esforgos para persuad'rem-se a gua, que forgosamente se ha (Id
si mesmos e aos ontros qae na-o ha
mesms. as trsque n ha de accumular, determine a dc-
i tA rasao fhes apresenta uma justi- composicao da terra, te por con-
D -, a saprema, perante a qual elles te- sequencia o aprodrecimento das
Dignaram-se devisiaraRe- e vai dar eatrictas contas, mas o raizes. Para evitar que os bura-
daccao desta folha os illustres eota-ito a elimita, removendo todo cos da caixa sejam obstrudo,
cavalheiros conde Adolpho van o embarao a .satoi. a:iio de suas pai- s a bsejam obstruidog s
den Brule, dr. Francisco Gomes ze t estabelece-seumadrenagem por
de Mattos, Pe. Manoel Antonio e Hatr~,s ml noas, um grande rei meio de cacos, facilitando assim
de s, Pes. aoe anio disia: o bertino consult se- ecora- o escoamento d'agua absor'I-
de Jesus, Ceis. Jose Maia, Gui- Ao e elle Ihe disse-porque te atfli- da. .
lherme Moreira, Cineinnato da ges Uio ha Deus. aDixit insipiens in As caixas enchem-se corn um.
Silva, Maj. Manoel Victorino, erde suo, non est Deus, Isto se tern mistura d r
Joao de Siqueira, Francisco da petid desde eta; mas o coracoo mstura de padres iguaes de ter-
Cruz, Joao Baptista, Franc Belo libertino e i an :conselheiro. ,o e terra de jardim, e deveem
miro, Jodo Victorino, JFsr Hon.- E msMpoucas palavra. a explica. ser feitas de &modo que pos;amI"
miro, Joa.o Vi-torin, JS On-. ser desm-ontadOas .cod cilidd:.'s
esmont aca '*' '


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0 REBA-TE 3


Asplarntas cuhivadas em cai-,
xas ou vasos absorvem rapida-f
mente o alimento que se Ihes
fornece, n'urn espa.o forgosa-:
mente restrict, obrigandoadar-
Ihes terra nova amiudadas vezes
s-e nAo hover o cuidado de lhe
addicionar alguns adubos. Para
reconfortar a terra esgotada, a-~
conselhamos o emprego de adu-
bos liquidos perfeitamente as-
similaveis e que deem bons resul-
fados, empregados em pequenas
tos"s, senm comtudo se abusar,
porque rnm excess de adubos
occasionaria umr de envolvimen-
to exagerado das plants, e de-
terminaria um verdadciro estado
de plethora.
A disposigaot das plants na
caixa e uma questao cae gosto e
2pendentc do espago de que se
dispoe, e das plants que se de-
seja cultivar.


barro vidra<
farinha de n
mas de far
grammas d<
mas de man
litro de leite
culher,das d
p6 e outra d


i

-P.
v



I
*


CHIMICAMDOMESTICA

,C.MO S- L1.1MPAM OS MOVEIS
Para ltmrpar os movis a dona do casa
iev.a poa.sair tm grande numero de pan-
voa de tricot nmitult m.co. Na f.lta des-
tes cuide que <(i panuos taelhos que desti-
nar & limpea dos moves a1o tenham ba-
.nhas duras, muito menos aiuda botibts on
colchetes, tudo itto estragaria completa-
mente oo3 moreis envernisados.
Etpanar os moves com umn eipanador
de pennas, de nada vale, porque o espa-
nadur nIo remove a povira, suhleva-a so-
mente e -im pucos minutes estAo as me-
.sas, as cadeir:-:, etc., dle ovo cobertus de
P'ara limpar nim move fa'am a pri-
meira frie:'-o ci:-ur am panno ligeiramen-
te hunmdecide. !epois tieem lustre fasen-
do sobre o movel, corn urn panno enxuto
rapidos ;.ovimentos circulares, sent saltar
o menor e paqo. Reunam o panno de tal
mod*noa .n io que em baixo te former a ia
superficie Lisa, sem a minima ruga.
Os muoveis aeolchoados ou esculptara-
des devem so elinpar com uma escova as,
se'ada e depois cornm um panno -de ll.
N'um travel hem tratado nao se veem fi-
lete< de potirat, muito menos ahida mnan-
c h a s e rz a n h .w' .rI o.
.Parn ,.impar qualqie-r object encosta-
do A pareuti arr.dem-n'o um pfuco para
que o panno no .chegu,- a pa.saar sobre a
parade. Sem esta preeautAo fornmar-se-a
em mui poneo tempo umn. list immiuni
da no papel Qu na pintura.
Moves envernisado; ,e muito sujos se
deven friccionar rigororamente em nma
mistura de kerosene e agua; uma forte
frieoo cnom am panno d., IS ensuto darA
o lustre. 0 cheiro d.sfatgrjadarcl do kero-
sene so exhala em poucas ho: a .
Pode-se tambem limpar os moveis en-
vernisado.s, hem ccmo portas piniadas,
janellas, roda-pa,., escadas. etc., friecio-
itando-os nergiamente corn unia flanel- i
Ia mni tevi'm-nte ?embebida d'umna mis-
tura por parties eguaes de oleo de finha-
Vae -cool I nstrando em seguida com u-
ma flanella rigorosamente aiimuta. A va-
atilbaqLe contemn o oler.deve estarcollocada
sobre uim prat para que nao produza no-
doas no soalho.
As manchas brancas sobre as mesas en-
vernisadas cedem ao process seguinte: es-
tendam sobre ellas alguias gortas de a-
i-eite de olivt-ir.a e friccionem fortemnente
co-m am panninho d(e la sobre 0 qualder-]
ramem 5 a gottas de-mitura balsami-
.-a Goosa quc --e encontra em todas as bo-


CULINARIA

ROSQUII-HOS A FRASILEIR
Deita-se em um alguidar de


AMULETO PR30tGIOSO

Atagantadoda sore adversa,tiron-
se o veiho Bilhar, em comeqo da sec-
ca de 1877, de, pela vontade, reti-
:ar-se d'est.a terra para a,entao,pro-
vincia da Bahia.
Sabendo disto. nm amigo que fora
empregado de suna antiga casa com-
mercial,oppoz-se-lhe tenazmente.
Espirito prevideute, fez ver-lhe
elle, n'uus accentos de altareiro, as
encrespaduras do calvario que ia sn-
bir.
Mas,por mais esfor gasse, nada o pbde, de sta teniko
demovel-o.
Assim, com os mingoados reeur-
sOS de qne dispunha, eque !bhe reser-
vara a. prowideneia, determinounse A,
o mais breve possivel, partir.


;Amassa-,
u nte um
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Ao Ami g

Tomar
a gente p
de amizad
obrigarai
Como
nao posso
passar sil'
lemnissim
acs eriluv
grias -0
Aqui,p
linhas as
sejando-te
e de glor
de mel.

Crato,2


Antes,por aren-lbe aquel- Ihe fizera. levon, comr mos trenin- coniustos,desertos;a'recovagem in-
le amigo que; azoesl maisj bemn Iasa-)s labios e beijon religiosamentetermina dos 'retirautes -ossadas
concertadas, an-lhe. inda iuma o espec-inso e miraculoso brevee., t ambulantes que ora passavamn como
vez, pornei ettesse tama- I i os mortos da legend allemi-, ora se
nha temeri d E Ela .e foi o hontem, o carafiao afglomeravam, como os pinhies n'u-
E,como lhe onseguir podes- preso A familiar, o pensamento absor- ima pinha, i.oderredor do velho, can-
se, apresentan A quiza d'frn vi'o A derrifa pela vida, o olhar a- tiavam-(he n'essa pat te superior do
bentinho, peq bjecto que bent lougado pelo estkirluo ilue condusia ser que MAETERLINCK chamoun-
amanhar son ima linda alper- accidentado it Alagoinhas.. alma, anenia da desgrara,
ce, cor de onix -lihe, n'um tom Calcinado do sl, coberto do pl da, ALh!;lhe nio tardon maito se thE
accentuadamen eiro: aqui tem, estrada, offegante de caneavo, bheioi rasgassem, ante os olhos, obsessiva:
men amigo, est igioso amnleto! de mil apprehens6es, qual mais tru- e allucinantes, as encrespaduras d(
quando, qe so entenda-o bem. colenta, chegara, longos dias de, a- .cailvario .. .
quando se ver sem meios de p6s, jornadear, ao-teriMW o desejado. Com effeito, ponces mezes depoit,
subsistenera, s aresta de sal- Infindavel... que Ihe parecia, fin-) de sna chegadaem Alagoinhas,exgot
vaao por ahi .. abra-o; e, da, estava, a viagem. taram-se-lbe, per completo.eseassos.
zumbrido de es e respeito,lei- Continuava, porem, a secca a car- os recursos que, d'aqui, levara.
a o, que n'elle tem, eseripto. ranquear selvagem com toda a sna Atarantado, afflictiveo emextremo.
E': uaa oraq nulatoria, e de renque de algias polymorphicas,som- caramunhando :come creanca, seo
efficacia tal que poderi, creia- brias. esperana de revisda aos patriots l
me, deixar de 0 silence profundo que cahia do res,',Po que mais e, sem neios di
0 pobre do ve eiton e, agra- Cen relumbradc; a soalheira que a- subsistencia, menemonison4e de, en
decendo commnolldelicadesa do diapneasiava, de rescaldante; a deso- tAo, airir o precioso abreve que
present que P F Gonsalves I laAo du. crampos que se estefravam j sdul, comsigo, trasa pendente dL.


Jo 250 grammas de | I INE f Tl A Ideirnljos. resFamente para os sert5es de Pe-
tandioca ,gr gram- ahi estA a nossa defles.a. tmbuco e Parahyba. ondc coutamo:
-andi de tr am- O" -i Demais, se porventura chegasse om os mais 1ortes elemeutos.
rinha de trio,. 00 inmn mosaos extremes de precisar.de exigil Marchavam as cousas por esse ca
e assucar, 63O am 0 LLI\AIJI uma presta;iAo de contas, nos euteu ninlo perigozisiinio quiando umn
iteiga, um quarto de Id UL IJ JU neriamos directamente corn os verda. listncta comnimissio de illustres bar-
!, quatro ovos, ujt a ITIflS j deiros reos, e nunca omn quein vivid alhenses, compostados Stirs. Seha-
[e sopa,de canella emI lI (1) arred'o de snas relaoes, sem incor cioio Sampa;o, Antonio Sampaio Fil-
e .opal e canea em rer em nenhuma culpakilidade. (iieiras, Joio Coelho de S'i Barrett.
Ssal reinado. *ESPANTOSO MOVIMENTO D'-RMS fraucamente, so o poderosoef Antonio Grangeiro, procuron na
se tudo mnuito bem, feito de niuta diciplina partidaria -iote do dia 17 deste, em Misiso Ve-
quarto de hora.e de Niio tenios o prurido de suscitar a nossa indesm ntida obediencia a( Iha, o 'nitemerato chefe republican
)ulam-se pequenos polemicas. queremos tio somente ren- venerando chefe supremo, teem sid( c.el. Antonio de Sant'Anna, pedindo
ma de r6scas,qe se der honienagem A.verdade. fortes entraves a nm serio desfor4I paz
e, -se -Octorre-nos instantemente inde- pessoal. antes os insultos que inces- -Os prestimosos cavalhliros que
issucar reinado e se c navel lever de jornali.-tas. esbo- santemente atiram-nos. nui no1reineute fiseram-se mensa-
tabuleiros de lata., ando o quadro dos factOsdesenrola- Cumpre-nos esclarecer pois, qn(m eiros dapaz; prestando aiii inex-
com farinha, onde do-s ultinamnente nesta zona. agitan- nadai temos comn o Crato, a opuientI timaveis serv-ios, eintenderam-,o--,
de fogo vivo,a cozer. do-a. a:iidiudu-a em convulres ter- e magistosa rainha d'estas paragens, corn o Snr. Antonio Luiz, que Ihes
riveis. J onde sb tenios inuitos affectos. declaron de mnodo algum haver pro-
-Descrevemol-op n'um rapido con- 0 Exm? Sr. Dr, NogueiraAccioly tegido os pertihbadores de Aurora,
into ade inilpressoes. apreciando tu- que seja o nosse advogado nesta can- qne jamais ten:ionarn desorganisar :
ULAR do a iriaaies ia. Inu diaphana da sa, elle que tudo conhece sufficiente- machina political do Cariry.e que fi-
verdade imperenivel. neute, elle que tantos exforgos ha nalmente, se tinla gente em arna.s
-Esta, pro)lindamnente arraigidona empregado pela approximaeiao dos no memento, era porqne receiava n-
ao Benedicto consciencia dos habitautes da regiAo oorreligionarios, tendo n6sa consci- ma invasao de cangaceiros no Crato.
tsul-cearenoe que. dehainuito, remo encia linipa de que sempre andAmos JA, ao mesmo tempo, o Dr. (Goth,-
Sr. C'el. Antonio L fa Ah'e< Pequeno eorrectamente e per isso mesmo k de Mattos nosse Juiz de Direito in.
Benefdicto, apparelhando-se cautelosamente para que nos conservamos em o mesmo terino, transportando-se para Mi.ss's
o de 6r1;nt um fb midavel comhate saptrento, postode honra. \elha, telephonava p aquiiella eidah.'
e, meuanto p'.umae.carni-adalnctj a-qi- Como disiamos, perpassavam os com os Srs. ('els. Francisco die r :-
ra de moro. sio le ii-to aiai9t-mimento noiler- dias, cadavez mais crescendo o des- to, Pedro oromes e Dr. Joao Bezer-
no 1e ir:iiale tinn'6 o de sierra. Ja eit ra, explicaudo as condiites em que
to aquelle pelo ,',aiilaloso pRrotecek.i -mo au Porr i'ltmo, oe hefe da vjsinha cii se achava o nosso arra ale pedindo-
ie por cola! uma hri ihiinite le. -gmo fe hanilodade, seritindo-se forte, estenden as lhes que se fizesseiu ncoiupanhar dl s
enedito que lhe bate i, t port pedindo !gna sas garras julgando ferir-nos de ceis. Nelson da Fran'a Aleinar .
ae pro alti rida. frente, inasfelizmentefoi, em tempo, I)ogenes Frasao para Barbalha, on-
A dle-atrida e, ora trao lamentavei desobela a sita attitudedelitnosa, de, em presenqa do eel. Antonio de
o e aquelle qneda du Cel. Jose Belem de Figue- chamnando clandestinamente iiidivi- Sant'Anna devia tratar-se de eleva-
e n'unr andor? redo tem sido, indubitavelmente, a dos d pessima f. de officio, para dos interesses da iol;tca.regional.
Benedito ifonte ierrenne de todo um negro ca- assumiremn as gravissimas responsa- Slo fol possivel ess' conferencia,
osso Senbor. da.tro dte desmandos e tr,,pelas qne hilidadts dos treslon)ii s plansque que por certo serial portadora de
se sueaeolem a cadlai oni-nto, peri- ia exeeiar, atacando cs miais sagra- prosleridades geraes, pois os convi-
Benedito gando a vida do mai* s nobre .ldadao, ;(os direitos Ihumnanos. dados recusaram *:ompanrecr, por
anga cheira que tambeni nao tem a propiledadea- Ao que parecen-nos. Antonio Lei- motives que nuo devemos indagar.
oad cetcada das grarantias da le te Teixeira Netto, .Toaqiuim Vasques E ante a formal declaraA-io que a':i
e rsaseir Deapparea.ido Belem do scenario e Franiiseo Roseo, residents naVil- fica, feita a uma commission que mni-
Slarangeira p-Ll.o, j.ir dep o it baramarte, la de Aurora, form os sceleradus que to merece pelo multo qne vale, foi
Sa illntatld enrsolo lecnndo a ar- o Sr. (Cel. Antonio ,Luizi.:onvidoii pa- prudecte, foi de bom alvitre dar or,
)IBenedito V,,r descoidia, legada sempre, ratomarenm it hombrs a incumbenic dem de dispersar aso povo armado.
e parrelra; 1po).r ies'ottaveis adaes tie odio, de acabamento, de destrniiao, forne- Fasemos o h'storico d'essts occur-
e, me Su aSeCre two. (l. Anton-o Luiz e os cendo-lhes instrucies, conform o rencias com a mazima imparcialida-
nte embusteira. Jldeflais directors da poli tie do I peusamento geral, para arranearem de, invoadido o testemanho dos qu
'.' 'Sr. Dr. Nog-era Acioly.qtue, aciut samente Os iur'cos dla demar- assistiram de. perto, todosos trami-
o a aqnelle vtIr!ale sejia ha empregado meios di- caito do C'o.. lrquieriida pelo Rxm? tes da inelindrosissima iuet;., o
nm ia de deptc versos para o regressq da paz a lares Padre Cicero, no trino dle Milagres. nosso ver a mais grave de qnantas
enedito d uma mesria. patria, para a glorifica- D'isto tendo coniieciimtnito a justi- temos visto nesta zona.
ae pro conv.-imu ;to da consoladold Tiarmonia entire Ca d'alli, maindon is lpressas postwar E o fasendo, nao somei dos qua
homess qfi marc giados por n qiiatrcenius hoens ao pe dosallu- pensam que algurma das parties ni ,
i- lai l m lI-ma handeira, desfi-aldada pelo didl l marco s, giurdaudo-us Asenves- se contert quebrando mais tarrde as
II i1 r ll re etadista cearense. tidas dos nalrtiitoir-,, q(ue pouco re- la,.is de imnportante compromisso.
CrTA OES 31a-, desgracadaimente, nem a in- zistirai, sem lo ftindl hatidos peor'
ltriva:,a.a patriotica do benemerito syuella troa, feimlo todos em deeramos
l d S / presidente do Estado, nem inequivo- bandada parao Crato, em cJas raas ierfeito o accordoestabellecidoentre
el d ,emonstraesdeamor ordem alojara-e. omens, que devem ter o interee
ia e i T hd os a nts (5 a I. lflano tra e 6esde Aor i orde 'm aloja l eda soe iedade, o bem da eollpe tiv ida -
a ,; :de iltoT ;t. lprogresso manifestada i Ma., os marncos na.o cahiram; el de acima des onvi belinias e plixet -
-|rte nas rh. .sj. r'esliteieis els. I)omingos les continnam de p. )diaca das convi
o desti. ,Az umr ,, . Indvdaes
" "" ]uiita A-rtonio be San- E nio flea ahi smente o pianc.
verdadeirc .;u .. t'Anna, nada val-n, noda 'ai-- ilitil sinistro qpe taliehem consistia em -A Uniao* cheia de nf.nia, ,'o-
u um de ,-:-, uC uni. nada htdanuou, para apeiar o Sur. mudar a feia'o political de Milagres gatula-se comn o epilogo de um dra-
C .el Antonio Luiz da pyranmide do) e de -Mais algumas localidades, ten- ma que is tornando-se verdadeira-
-pois qu sou sen oreglbo ille'mitado do edestal 'do d'sto ado eloquent signal o mente tragico, e diAparabeus a illus-
po .de sua vaidade uandita. ,Correio do Cariry numero 240 ide tre comnmissao que tao relevantes
ar, nem i eixarei Nao sabemos porque motivo impe- de Junh vignt. clihaando de la-' seriros prestoii, attrahindo para si
e sse moment so- ra no mundo dos ingenuos umaver-: rapios a pessoas altaiente qualifi- todo brilho, todo esplendor da maior
'i que se effectuou ssao anthipatica e odienta, corn que das, t.de reconlecida probidade, a- das victorias.
i mais santas ale;- se tenciona fazer exploraioes. em oc- lem de outras expresses indelicadas Precisamos regi ti a o qe fie-
onsorcio. casies.propicius, propalando-se m- senio gosseiras. mos corn desvanecimento e a dvida
o nestas pallidas oa melte un phantstico asi Mas peass pronnciiaram-se os reverencia, os nomes dos h,lagiadl,,
m e sedao so Crateo, lias 0 que mats m-i pr11meros 'movimentos criminosos. Sebastfio Sampaio, eAntonio Fil-
m felicitaoes, de- nocenta-nos a este respeito ,- a nossa i vinos os povos do Carirv unidos pe- eneiras Sampaio que tornaram-iii
e arde felicidade jconducta, pois conio do doiniio pui- 0 acamo indissoinvel de um, mcsmo credores por isso. de muita estimit
ia alinterminallua blico, por mais de urma vz Belem sentimento de solidariedade, empu e eonsideraQio, angimentando assim
1 tem implorado, tern suplicado o nosso nhiando armas ao lado do Cel. Do- a benemerencia de cada urnm.
auxihlo para esse im, negando-nos mingos, reunindo-se dentro decinc Honra e gloria aos mensageiros (P
2 lho de 109 sempre e bedm sabem todos qe s o .dias o grosso de ril e dosentos ho- >az
I nomedoex-chefe prodnt, incute ma- mens, nile att;nigindo a unm numero D ., d .
As pavor a gente d'alli que o lobis- male conusideravel ainlda, per effeito Da I-o- de -arbha.
-. Pir _a 'hoirem a crianqas, que o lobe a cor- e"' contia-ordens'transmitidas ex- (1) A' per do
U


peS.)eii.
E o fez, ti edicula d'aqnella local.
dade. recolhido. e come Ihe prescre-
vera o opt'tnoo do amigo.
E, immediatamente, sentin. ,om4
assombro, o etfeito da prodigiaa ,,-
racio,deixando escapar Ai seus labiis
.stas palavras: ai! que estou salvo!
ai! voltarei A patria, ao ininho, aos
meus amores...
E, assim, voara, em mil pedamo-,
i apophyge de ferro queo escariava
alli emAlagoinhas, A ponto de o la-
ser suar sangne...
E, aqui, naturalmente, desejara o
editorr saber ancioso que poderosa ja-
u.latoria.que prodigiosaortio,essa.
Pois bem!para satisfazel-o, vou
terminar com ella em sua integra:
-Quinhentos mil iel:s
Sim'! uma nota de quinheutos mril t & -A
e Pe. J. deis.

Pe. J. de Al -reo Pli'e to.
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"' ..': No" c aso di fiallecr nnres do ch.,gar a reeo ber a pensf-.1o ,} COLLEGI O CRAT "SPE (
as".sociac o pagadraos sous herdeires necessary s todns s contrt-i: Son mc0O DE.
",' )) .... f _~- ,~, "- .bI mba esa. I A.lll iver feito, sem j utos. D ando-se o faillec n e t i 4 .' {
C 3 tEI m J5t j.T. Ede e. dcpoisquin mtunrio estivar em goso da pen-.so, esta ficari Jo,/.joaqi,in Tele, Maroo,
0 I L '* M L Sewtiuwe, Se, que'aos sous h(rdciro] fs assistai cullquer direito. '
S . prnso snra pn- ao (.proprio individuo, ou ao su prl-, 4 Abrin-se no dia 1 do mar (<
SEGARREGA-Eurdor legal, oupr .interiedio do qualquer Baneo, quan. l pL cr segui1oo costume e
S . .-.- .. .-, ;_ . imutuario se achar no extfhange:,. n,-,'am ,ento adiantado.
TRABAL HOi E.ItiPE*.O COM MAXIMA PRESTE A E NITh tZ;-'- .
S. ocio contrxib.int:c: din, que fear impossiblitado e ternos, t e 2)000 i
,..IPI : proseguir nas sus enntfada.s depois de cinco ann *s de assoc -4 t nos. i a ,- lp'parat, in .0



Os lOgaIaentos antecipados do 1 ann gozam ta r( r c4 Qu i preceisrd de qualqui. ,ds-
II O r. -ao de .o 'o, os pagampentos de 10 annos, 20o0o0 cos pag n- )C: c"-rinonto, pode entend-.-s.
I F' CTUR:R\S .. .o ou d iannos,..15o/ o -o i cmi o Dmector,rua granh.l.in>
ANN-NCIO, ETC. O' nlutuo -ise in c-.ever ur mez antes do soin e ] ft,,t,, da Egrj. de s. Vic-'nto
"N -N "- EC. tiver a sort :d-ser priemiado, p.garl laponas poucos nil i Foerer. (I
I i. tert di rito it: una pensito para today a sua vida. '
0acth s -eI j *' ",d s ,','oS e Cope- 7a At d'.zemhbro torarn sorteados cineo cad 'rnetas, *_ "'J. ,,_ _- r.G -.4 - j.
i a' hP j .eno perido de nove nmezes. A EQONOMISAiD)ORA nica
Sten-'. que laz sorteios de dois em d.is meozes e um grand sa io no

: Scion liseritos e a dri de :,'i s a Ja;.iniro l9()0): i 0 .
Sii- otai': rsocie tade olt.ve t:al iium Oero de socios sus

.^ 1 e ; I0 S DE IdcO ECTO0S, PrOPOSTAS, .AtDERI; E';Ad

MANTEL VICTORINO o,,' a,t ., ,u r
V 111 . ei no r t-I
L QJA A.5 E ... R"R N M S V

0 Corn u'ni vr":-.1 sor7un7ento de fasendas, a loja .. .-. 45"-R at do C'i nmu-ere -4'
e AchaI-se so kprt a dsposiao do seus freguezes E2

PRE SOS SE.0 COMPETENCIA -
M.. .i . de,, " '-.. . ")---- ua do CoOnt r.ca-- -!) t- .. =
Ve.Inde-se tudo pe o preo (da caplca - al4;._ -d ---... .. -"
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Reg~trada G :i J'!.:a Commercial de Sio Paulo. :r'.*..' (. Ccmp :. .r, o.: ;i"-.
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(..'tigo ?-,riptio da Co:upanhia Moogvana') -s so 3r i qU 'r >.71
Filial no i,.: i LA 7 DE SETEMB3IR, 113 (mode no) VERDADLIRO Q0ELI
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PRESIDE:.'E--Sc: 'dor Luiz Piza, Senador Est.idoali AO BAI/ATEIRO
ex-chefe de Pohcia e ex-.S:crcario da Agricultura. do E. d S .i
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SECRETARIO-ComRendador Leoncio Gurgel, da tirma A NOVA 31EDIC NA puriddia
Silva Seabra & 0 ., da F.-brica de Tecidos S. Bornard. i
GERENTE-Dr.. Cladio de Sousa, medico e indrstria,- do .icdae
THE-.OTUREiEO-Dr. Gabriel DiasdaSilva, advogado, . cond d
capitalista, director da Co::xhia In lustrial de S. Paulo e da Viscande de Souza SOares .,, a I i
Conipanhia. d1 Po,',os (.do C is. o *Udo


Cou-Iho Fiscal Es' &tenovo system doe-urar as allivii p
Snioiestias constitute uma medici- It.o(
Exmo. m. Conde de Prates, Director do Banco de S to na ci licaz, inoff&insia c ao alcan- Sul, 2.
Paulo-Exmio. Slr. C'oronl Fei niiands Prestes, vice-presideite ce do povo.
do Estado--Barrio de Daprat, dire.ator da CompanhiA lnbustrial Retiindo-se a estes medica- Atlnnaz
do Sito Paulo -Dr. Rodolpho 3Miranda, proprie.aiio da Fabrica1 mentors, escreve o distinct cida- FIir ,
do Tecilos Aretlusinia, de Piracicaba e deputado federal I dao sr. Atf an::zio Santin~o Ortiz:
Dr. Joio Alves Dinma. medico e proprieta.-io-Ptarm. L. Pinto 'Sr. Jds' Joaquim Marques.
de Queiroz, a firmna L. Queiroz & ( (proprietario da Drogaria -Sendo V S o agent, nesto lu-
Americana.LeFabrica deproductos chiamicos) Dr. Pedro Puntual gar, dos preparados do or.,Vis-
e )j. Victor Godinho capitalistas. conde de Souza Soares,- didijo-
A ECONUMIS.ADORA PAULISTA uma srciedade Ihe a present, Fim nide attcetar
mutual, com fiwhalisano do ('overno, cnjo fim 4 estabelecer tdma qui, soffrendo de umaainflamniia-
RENDA VITALICIA .MENSAL, E-M DINHE1RO, ,aos seUs socios. ,aWo no larange, a pouto de niao
Tern duas caixas. a caix.i A e a caixa B. ser comprehendida a minha voz
us socios da Caixa A- pagam 5$ooo de joia e s.oo de sem poder-engolir num oproprio
mensalidade e t m direit,.,nofim de 15 i.nnos, a una pensao, remedio ou mesmo- tcdos estes
que nao ser nmaior de 15a'W00)por mez. sotfrimue foram debellados
Os socies da Ctaixa B, pagam 5s00 de j..ia e 5s000 de corn a iairPnminau n. 2 e Dea-


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