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Front Cover Main Photograph 1 Photograph 2 Photograph 3 Photograph 4 Photograph 5 Photograph 6 Photograph 7-8 Photograph 9 Photograph 10 Photograph 11-12 Photograph 13 Photograph 14 Photograph 15-16 Photograph 17 Photograph 18 Photograph 19 Photograph 20-21 Photograph 22 Photograph 23-24 Photograph 25 Photograph 26 Photograph 27 Photograph 28 Photograph 29-30 Photograph 31 Photograph 32 Photograph 33 Photograph 34 Photograph 35 Photograph 36 Photograph 37-38 Photograph 39-40 Photograph 41 Photograph 42-43 Photograph 44-45 Photograph 46 Photograph 47 Photograph 48 Photograph 49 Photograph 50-51 Photograph 52-53 Photograph 54 Photograph 55 Photograph 56-58 Photograph 59-60 Photograph 61-62 Photograph 63 Photograph 64 Photograph 65 Photograph 66-67 Photograph 68 Photograph 69-70 Photograph 71 Photograph 72 Photograph 73 Photograph 74 Photograph 75 Photograph 76 Photograph 77 Photograph 78-79 Photograph 80-81 Photograph 82-83 Photograph 84 Photograph 85 Photograph 86 Photograph 87-88 Photograph 89 Photograph 90 Photograph 91 Photograph 92 Photograph 93 Photograph 94 Photograph 95 Photograph 96-97 Photograph 98 Photograph 99 Photograph 100 Photograph 101 Photograph 102 Photograph 103 Photograph 104 Photograph 105 Photograph 106 Back Cover Back Cover |
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1 -4 . A ^^T N , A., "i -- .I .llhares de dor~aentes para estradas de ferro sao fornecidos pelas florestas nacionaes, Y ,_,~, ~fiELL" Y Y rl , 'rlct~( r74r tY J I. -.~ LWL - A .adeira o ai- va-ioso 0producto das florestas :nacioaes, Cac. ann oella conco0rie co" nis .-e dous :.Alhoes de dollars para o The- soluzo dos "istados UTnidos. " -~~ ~ ~ --* ; : - -- '-. ... .i i i. j~ ; * ,a- '- - :^ '.A 1* ? i ips ,~: .~i. -* '. .^i &~ , As rLtd.as sao guardadlas e: canteiros especiaes ate a transplan:taqao para as florestas. -.. u. c r ~"r- '~ I 11;1) Y ~ cQ c . ;r Pt-"--''~~~~~~; k j-~F :.. -.e"' I:.''d~~ " .,: ,.... ; ..C!Si '*: 1* an~*rc; ,i~i:li: ~ "i :: i,` . ' ~ L. I --- J ~ ~ .v r " '' ( ~C~c~~la c r S r ?; t ~ ,. :~. ~Ph a ~ Posts de cedro do ITorteo q t\Op' kT-^'^^r ~sE~ "I~ps op~ '- .. s s4 ~I~L "~,'~'1 ~,?-, ~_~g~,~"~a Iadeira sendo arrastada por duas parelh.a de cavallos. *v -*^- 16 . ) " '; W:: :] ,1,- ~ i. ;3e i;f' ~r ,; rl.' .'I CCL Seis toros de pinheiro saarello do Oeste. r~- -~ lstrarCa de ferro para ratpote de toros . 1 K -I '2~- '- I! .I 'A' Arrastandlo t.ros para for das flocr-tas por meio de 10 parelhas de caallos. *1 Ir At 4. S ^ '"d*w^ C"t- *'C- 3, .. . I 0 "." I A 4 r-d -8, Su ivas nare tbros - .o o .. '* i 46_ t' L 7,; - -.- j f ,* S'' " r ..! . 5; ; ,. .~rr fj S ,, Il *II t^ii m ".,' '; r ; Loi I al a (~i I'IN P-..-- .....'-t e' it. -.4"- _.. at, r. Ar eb_~~ ~ -L~ Toros de Pinheiro Branco -- norte, '" Poites de Cedro -* noroeste4 '1 :11V Ponte de E. de Ferro para transporte de Madeira sudoebte. r.ago carregado do pinheiro amiarello do Sudcoeste 11 I 4te KY ..I r'74k Itu ,., ., 1 i ""h 10/ -i 441Z It--- i- " ,.t e a vapor err ac4 ao,B T --.. -"-C, *" -- -% ~arrn'~L~radcir na~ serari ?*'. .' . .- . *A~ ; ^ ^ -J . - .* ./ 1 1 Carro de rejo carregado de tbor.as.f NJ < / '<4 gal1 ~ ~ .- .,'. _- ...I. Todas as estradas dirige5m-se para as Florestas ITacionaes. Cerca de seis m'ilhoes de possoas annzual.m:ente p:rocuram: recreio a- . o elIN I , r'L F'szt: L A % :~: "ri' r t i3~lr~~~j~ffi--~~~ -~ C~" B)ZB~l16 vrBn~~e~~ 1~At, If, 1 ~~b NL .- /11 r; '4 Os estrados ond. -existe:i jlaos -pri itivar.inte privavn p.las suas erande.S o pr:.oduceQos c/ madira. Actul'.iente osprodua mcno de u2nm terro c].a roduc(ao pricl ivaia x ~ ~t j r st: r r4 if~, i u II '~ I -. . .i : ,.- :~ ,i iY ..- ', I ?.. r r :$~CL' )L... IC u.i ~*F,~ i ':, .e ,7' <' ' s ,. I r -I, ,.. .... < :. As flrsa aiasd lskI .oo~ : .~dz u er! a_':.ae necesari pa, o co-su. do .. sao TA. .do Ar Os corregos e lagos has florestas nacionaes, forneceri forca pare a industrial, e luz para nilhares de casas, * K- -rI Mitrr "i' :' .~ s~ "" I. ". . W.. 11o Oe ste r~i idae edmda l~sa aio aes para sereril abastecidas d agaa, tal ri fs lorestas onde as pesqu.izas sobre nua. V a ^ 41( 4 4 4 "4 All 9 41 b ii -ANA A-y ~~~~E~ r;"-'~ ..l 5 f.-. . . ...rl .""', P-. IR.r E.S'^ ^.^ '^so--'r^ ow ..-ar- .,., -ser, .. tl:,-.... ... ucr -- .... . . ;:~* ;tSAW Z-1 m; -do - Passaros ennmigrados encontram agazalho nas florestas nacionaes. p jr , Nil .1 a0" Milhares de peixinhos sao creados annualmente nos corregos das flores- tas nacionaes. 25r- do g'ado nos Egtados Unidos e greado nas florestas nacionaes. .ais de dous milhoes de cabeqas sao mantidos annualraaente. Wi A A A-4 ,, 4 : ..i i * ' h Nas florestas dos Tstadis Tnidos, cerca de oito milhoes de carnei- ros on:ordan annualrente parra o n ercadoo .4. tf'L ~ Ir,1-: ~ 6 .'*' A ' . ' I'S 1b 1* Os carneiros sao contados quando entrail para as florestas nacionaes Y ^ ^ ^ ^-^^- -. -^ *,,..-.. -,-, ILL 4 . . 3 --. n~ .. ** : .. ; .- . ;..... .. : .. *. ,,", ,, - :."- *-- ". :- .. .,,.^ -, ^ > > ^ A ^ I Va~ -:. .. _. -- _~ i .,. A agua vinda das. montanhas fornrece as invernadas. -- I -. . ~?; -1 -1- _ ^ .^ ; ^' ..* < .. .:-: *~ 9m *---^ ^ -~r. .^ ^^^^.-fb~' - 6.- -T ;: 6 -^ ^ ^ '* _-`wC-` "I r 1 ^ 'j~.; ^ : w mS *:^ r^-^ ^ , -~,~5~5~s~ll ~~ 'r24 i~~~i ~ ~ b~~ 1 As seaentes sao co:servadas para reproducqao dos terrenos devestados pelo fogo, dentro das florestas nacionaes. ~c~a~h ~r t -- L ~,~I -~r~F~c_~e-'~EZ~O~LrU~:-c ~jl~ir)b'3~SYei~i~u ~ 4~i . .^ . . :. ^s^5^^y^^r ^ *^ \\I moil LA* V 4. I 1 Acan-ipa::ento nas Florestas I~acitonae~ r ' l -p : +.., "+'J ..,,,' .. ... ..~r c . ..... '"... .. .. : ..... ..lr ., ~ "':J ";.' .. . + + + ," .." +' ; ;; '+ .. . Arvore s 6o1taa por ri area.o de :inLeldio, *I~ .. . ,., ." . . ' -,." ..*1" - .. -... , +;,, + kTT^' A- :- c ..r.. N% rsrr C 4 oo toe, Y! ! .'. G-J rwq ir 4A 1 ool; N- s Z7. r+ Bo i methodo de amon;oar ram.os, v r 'z, .. ... }-{ A~ xco rtes reproduces nture ]i ce~l]. :'r~i~e s .c~et., ro n os n' :., -,,s Reproduce ..c es atu ae:8 rC t ~. .. )` Pr~ .1H/ 't,~ -~J; uJ - I~ p; ~I a'' ~ II , r~ *' * ~3 -, ~,~E~ ; ' .... * *i "^.^ '" " A' Uv observador nos _gri:pos de urm arvoredo alto, 7;odo pelo qul pri- mitivanente se viTirava coItra o foso. F '" ;.'~ .: ~ :s+ .1 . 1 ; il ~ ..-, Den-tro das flor-e ss ac iona3 s ha vista dT-; inc o: aravel -raandeza St~~ An. 4, 4. IL1 I:2::p PV. ~if U H- -1 *4 -' ' p'. , ' i9p .. ,c+""rcl,; -- ~Y3CjYL~-~C~ I ,t B'~`P~; ~ .?' `r Y -r- .--.l-. "^ i IS; 'V V- : .^ r^^5'"2S ~ ~~i C ObservaQao de florestas, r.ervico do Governo. 'I *V L ^ t *"" /%'.... ;. - C~ ~atJ ., *S -- ' - ^ ;'-,,^ .<,-A AC- r r Z - ~Srr i 3 g~t~ rt~g~li~i -_ lr. If it^ IC U S. / &j r'~ i."! ~'"~ ~" ;'6-F' d ~DI : "i ': ;~ PSXI 0 de soobridor d inc, io "0 l17:." pelo rual a -eia' a 6 descoberta a ..ra:.de distancia, A. IRE PATROL FOREST SERVICE P-5 Wf.'. own ,?, a. .O. .. ,'": .. - .. . .. Servi-o rapido Cde patruilh as florectas. I Ilotore s chl-L-inco s D--ra conaf Oi oL ,1 f ogo rias flo uas 0 fogo tdestroe annualitJente rande gquantidader de madeira. 'I 1O iY-e1i oesa s rauionaes e coinbatido pelos guardas f1oreAstaE, 10 irc-. S _-_IS f lore IIfc I . ,-y- I f 4 ors -16 Linrha telephoniica nas Florestas Macionaes isto e essencial nas surprezas do incedio. CAN SU pp , ONE-THIRD 0 A ONTHIRD OF OUR PULPWOOD NEEDS U.S. FOREST SERVICE C r* .4~ Lj', A' Exhibit es nas fe rflas que a judam a faer conhecdo o valor das Florec- ta+;s Ta io r i nfaes 6-: .^ ':U ." a~;";'W .:.-; I OL I i" / f % "' ,l f ," : '. - ri -l C . ...1, 0 s o s I'l ..I el Caus adlo lo descuido. p. '! ~~ 0 b-atoJQ d- f- e as s a-i-as. 0 batedor de fogo e as uas armas. Para auxilio e protIecco, sao destribuid.as caixas de ferranentas pela floresta. * o ' ,I. 'M !q4 ot -4111 T-- A c o zin- a r 11~r de zur-i bat edor do, f o oe Azas vi2ilan--es nas florestas. Serviqo aereo para intincqao do fogo- :F 1 :' ,, e, * j .,~ c~ r ~?: 1; ~, b Quando a noite surprehende o vigilante lone do acamipa ie nto. No clarao do fogo, ~ILg .K- ^ ''-- -r M. L V1A ?I --4 'e, Ndy^ "-&Cad"> 'i' -a 4i. -. IJQ , *r*. ' Abrigos temporarios nas florestas nacionaes. I Ii~T ~i ~~~+,+,+,+, 41 ;--- -*.. ,.. r i' C' ry: I 1 Lr -i ~"- `,ci , ~ ~ .c.. 1 r';,l -; * V _-. *: - -. ' ,-'. *e -i - dc '**,l I~v iA 1L Pontes rusticas construidas pelos guards das florestas atravessam os corregos. Fstradas pittorescas guiam para a quietude dos values e para as mon- tanhas, &L-P '- I~~ Equipasmento para extinccao-do l-ogo nas florestas sendo traensportado. ~1 CiiQ No trajecto dlas principles estradas de rodagen ha construccoes de pontes que exigeu grandes conhecirientos de engenharia. Lotes de terreno sao arrendados a particulares para construcqao de casm de verao nas florestas nacionaes. :;:` : i :` -r ';i''li~. ;.::~; : . ..... .... 1 1 i ... ... ... ... .. A A I; A ;Jaf,- ~' - .B. l --" S ^ - -i . t-L Si -t do topo os iiadas-flrestas s -asto er ci xa oa ei.a o as actv s dos -ous di os fisc l~isand asmu't s ativ).o~,:ir s os s< sdf.,s- ,ric os --az-n'o rpp.s doc types de floretas- para .studo d rcon hintc dnois FI cpsci.-as Q: ,, .: .- . .. ... .. ' : : : ; :';. .i P ; o7, ~6. ; :za," W I.- t ,..: :...,' N :1r, : ., .. -: ;;; . ..;: 0 1 19 -J-- 7. 7 C 0 .rl 12.-e Guarc ,.- loe , .. s.E, ...:, :. ;:s .-. a .. .., ,,4. ., ..,,,,,-f",,' ,,, ___ .__o: s , &t ... r -,f .vfr k . . E1BE CARE FU L WITH FIRE. a, IN THE MOUNTAINS FOREST SERVICE U.S.DEPARTMENT OF AGRICULTURE Taboletas pelas estradas demonstrando a necessidade_. do cuidado qL e :ye deve ter coI o fogo.- ' i i l [ .' 4 4.1 ; .r. 15 10 p. vP fo s post r n'l A It fll JA ji ~ ~ ~ ~7~'; %~isi ~ 'I 6l ;6&a8apl:~ 7~~ '*PI~arp 'If: Rl N 4NI ', -.,0._1. I--. J.U. .....- .,.. . __I" .'/. -" ,.W,. ,. ' _-. ... :-_.. :,.,..,. k I. NIL J, . A exploa~ao demadei~a nas fll-estaspatc.les I 1 J rI i r I FI "r; ii F $ 1 at~ I S i t ,J id i t~ l i 0 At 00( oo f l '00 r I' Das florestas para as serrarias. A K TV ";A ' i ; , Sii i I: -iLi i! ',* LA 1i.f 0 maior incecdio florestal do ur-undo, once uas mil J rilhas rcuadri~das de floresta fora:i varrfdas pelo fogo, SI' I S, .- -I ^1 F r It K.'~ : t i 4 ' V tt ...t-AA... 4 - 0 es ee '"Wr %NIPa~~~ c' + + '' .... .. . . . ... . . . .., I .... .. +' .;: '++++'+' + . ++++ ++'.+','" ... ++'.. ":. + ++ '.9, t3 4-.rrrjP de ix a as r -"L.. .....f.... o e--rJ CS del deixa asfoe+a s+.:;,.r, tss~ +e+dsecn' '- I\ 7/ f -4; .- - A transplantaqao das r~uda. das florestas nacionaes e feita sob as ordens dosguuardas florestaes. Antes de effectuar qualquer venda ,de adeira das florestas na naes, o seu valor coi.-ercial e obtido. "d~, F ~R~B~L~ o: .. r ~xc ~.,. F ~r" ri $. Uma experience de seAentes, cada estaca uarca ur:a quantidade de serentes. p- A exterminaqao de plants venenosas e o principal cuidado do ser viOo florestal . i * ~a~;sl r LL!, 1 1 r J. ;//i -I 1 ~0 -93 *4-^1? [i ( I I -'.-I Em cada Flor.esta acicnal : ur superinten~d.ente que -adnl-istr dot seui escriptorio 0 serviao do guapd.as _istrictaes: das" fIlo- 'e t Officina de trabalho do Serviqo Flore.stal, ondie sao fitos os carta- ze.s indicando dista~ncias e direcqoes inas florestas. /. \ / r -1 I ~ L Calha de irrigaqao, F ": ~ "t: ~ 'oi' I F j A*- . B '1 Os phenor;ienos da natureza encontrados dentro das florestas nacionaes sao cuidados cono monurentos. , :IP e i;F"~ ;- *ir 'Af ;*.~! *' 1 Cada vigilante florestal encarrega-se de vigiar 100 hectares. Arvore. .. ortars e as cque estao s orr-erdo, sordo cortads. Pnheiroa cortado cm pequenos ped aos plrs a lenha r-J- I 1, :V '' 1. ; / k r\ I ~t~~r s ~ P' iiic i I I ^ IF IFl Ul I r ..' .. . .-- -~- j~pffl" ~0~ 5 ;* :~Llr. L)' '' - --~ r ..,. *IE..!. J~CL~II5 `;; ;~c-lc "s~-;;2;;;--c~cr'L- Laboratoro de Froductos P, orestaes, I..diFo, ''iscouI r; dedicas as pesquizas ea procdict.s lorestaes . as pesj'.r'z e-:: ,,to-s florestaes. C~ - 5 c L"~; : ~S~;~i~r+?rz"-' I--t~- '"I -~C~ ~-. -3cc:-- nl~:,T~;.. "..lu:~l~ ~~C 'i .~C'~ ':I' I' ~- .,.,.. . r~u--- -r.~ ..,. C ~ii~ph Y" :~~c -i; -: ''*, Y' l'~i ~:3'3~ i .. lip O' G 4.,4 cs.~L Wig" 46r,~ jl~ ~ e~~i~ ^...^et f ^^-^^ '~i ** .- . ^ ^ ^ ' fl r st e nas: esclNA.'s 4*rltell, ss c i! jul 2. c" y ::.~:D::i~;'i X"41-: ~:": -*i*: ,g ;*i: ; ;~rts; r ii I l 4' 7-1; F r "i` 11I C; Exhibiqoes g Vitrire Biost:ndo os p~odctos ds Plores rcoes. Vit ri.e mos t... o o podc tos a lSor. 'L :, O,,', t .^ <. ' ,-", ,* ^ . ;x IN is I * L ..I I- ; : g / / I ' *I/ cns-ru ao, Labor-atorio de Producto F-lo.restics ' ; ,-- . '^ ".. -. . -94 . 14, IQ "' ^ "'- *^ i -- -.. ^ -.. :.. c- .,, _.' :. ^. : ,r .. r _C ... :. ... .,. .... ". ;. ,.. .. Tdentif odera, Laboaitorio o e Productos clorestaes, fc ' I$-;. lr ,> .... _ "'H --^ RHi' ^'*^M~ pr A.Uigentando a dur.iabilidade (dos orm-nrtes po uum trata.rento preser- va tivo, La:or'atorio de Productos Flor~e takes. mr *, 2-. *I ~i~J"fl .; L *."a~Ci . ~~ , z JC B'i~ , loomrA r; 4 .- i; -"' 2 C a- r r./ , "77 or; " .., \ "- i.L^^ ^ '" L /. *1: :'x Ii rx 7,iar;tesco ta S b1or volante .usao par3o a pi-ovar a iresister.oi& e idur.i- liiQade --.s c -i s, Lab..orat.orio de Productos Florestaes. _ --r r k .. ~ LiLil LS I I i I 'apt Lc -SSL Lc- k- ~L ., Aaw , 7 --a Oito annos atraz isto era un banco de area. fez a transplantacao. 0 service florestal Area de area reclarnada. * w A. 4"* -1 N ^-- K :-. \- ..~fat^ 'C j; ~ i/s 4: Para reduzir as probabilidades do:.fogo o lixo amontoado e queimado depois da venda da madeira, '-~7.2! C ,~y ~ : rk, r I, 1 x~, J~ '' ~. -r r~rl 'C, .e 9r. ,~ic~~~s rZ, r,. _ .. < . ... . .= I , afi1.r F, 7 ^ .'-- ^' '^e ^'* y la; r cr. b As arvores selecionadas para corte sao raspadas e leva:i a imarca "US"n "-+~~t ~`--_ A (A., fit 0 serviLQo Tineral e auxiliado por abundadto e contiruo form.ecirento de madeira. .'i 'II ;~; it. k" :~O;~i~; d x~ r;liP * ~: c ;r'P ~m " .1 ~rv ,~ r- ~.CI. u i c. -r r 5 i! r! i -3 i .~.; -- cj~3~.j ~ ) r~rP1-~i~T-~Li~.,~;~PYL~Wl~~a~C~II~SP~L~ : I;~-~.~._?=i. CIi "' rr r ~) '" s* 'T~$-'Y, L1 .. R '; re. .r: ~I r? u~~f ` ~I a 3- 1 ~I.~1 'p*; 9~ -~r -~ :~r~ a~s de ~ TS 1 'Y de I,~c-F;area LO lo:re s a . ,i r Jr:.F~r 8FI ~'Cb 7 ~Ylat:~~ r~c~ Ocs-i;~ e no P ic, .clr PCS(1 O BS 2il 'yl O 3 tXGi:r c~LQ I; T) F' I:4 ctU~ As primiti d vs taor 3.estas do o. stados Tjnidoj qu estao re]idcas a lue sexto do seu taer>nho or avai erVi 335 ilhoCs de hectares. Campo irriadoa.o Valla no alto dce rua montanha, Leste Central, As estradas ajudai- o Governo no deseFrolvinento das trras para na- r9 P i Tn A ILI i , Fazendas e flores-tas. ~a comblinaqao ideal. ~i ii ..,.s~: I., .. .. . r r .... (.-. ... j~iop 84L |
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