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HIDE
 Front Cover
 Title Page
 Table of Contents
 List of Illustrations
 Frontispiece
 Dedication
 Introduction
 Vantagens da Educacao Agricola
 Visitas Ilustres
 Influencia da Escola Sobre a Agricultura...
 Demonstracoes
 Estado das Construcoes
 Coleccao de Insectos
 Preparacao dos Terrenos das...
 Plantas Recebidas
 Plantas de 18 Nacoes
 Plantas Compradas por Ordem do...
 Methodo de Embalagem de Planta...
 Trabalhos Agrícolas
 Conferencias Realizadas nos Estados...
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UFLAC



Escola Superior de Agricultura e Veterinaria (at Viscosa) - First Annual Report.
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Title: Escola Superior de Agricultura e Veterinaria (at Viscosa) - First Annual Report.
Series Title: Photographs
Physical Description: Unknown
Physical Location:
Box: 2
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Folder: Escola Superior de Agricultura e Veterinaria (at Viscosa) - First Annual Report.
 Subjects
Subjects / Keywords: Agricultural extension work -- Florida.
Agriculture -- Florida -- Experimentation.
Agriculture -- Study and teaching -- Brazil -- Minas Gerais.
Agriculture -- Study and teaching -- Florida.
Citrus fruit industry -- Brazil.
Leprosy -- Research -- Brazil.
Minas Gerais (Brazil) -- Rural conditions.
Escola Superior de Agricultura e Veterinaria do Estado de Minas Gerais.
Florida Cooperative Extension Service.
University of Florida. Agricultural Experiment Station.
University of Florida. Herbarium.
 Record Information
Source Institution: University of Florida
Rights Management: All rights reserved by the source institution and holding location.
System ID: AA00000208:00025

Table of Contents
    Front Cover
        Front Cover 1
        Front Cover 2
    Title Page
        Title Page 1
        Title Page 2
    Table of Contents
        Table of Contents
    List of Illustrations
        List of Illustrations
    Frontispiece
        Frontispiece
    Dedication
        Page 1
    Introduction
        Page 2
    Vantagens da Educacao Agricola
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    Visitas Ilustres
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    Influencia da Escola Sobre a Agricultura da Zona
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    Demonstracoes
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        Page 12
    Estado das Construcoes
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    Coleccao de Insectos
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        Page 15a
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    Preparacao dos Terrenos das Escola
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    Plantas Recebidas
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    Plantas de 18 Nacoes
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    Plantas Compradas por Ordem do Ministerio da Agricultura
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    Methodo de Embalagem de Plantas
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    Trabalhos Agrícolas
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        Page 50
    Conferencias Realizadas nos Estados Unidos
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        Page 52
        Page 53
    Back Cover
        Back Cover 1
        Back Cover 2
Full Text
























































e


0


IlL
















































e4m
































PUIIMEI1O EL] TRIOO AITJnAL DO DIR-ECTOR


YS'3CL\ GUP2.RIOR D AGiE ICULTU'A 7 ITIUIKTRA


do


LJ .T DO L. .I.,AG rI .A : .C


v i OJA


* .


;j , 9. 1 ,&
















































































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SImMARIO ain



Dedic toria .. . .. ... ............ ....-. ......... ... 1

n .t-'od .c o . . . . . . . ... .. . . .


Wspt g.'ons -:.c ." o rirco 0 Vwn" a . . ... .... 3
'i. c i t Ior s t f, -

r' :- ,t l S:r:, 7> c a. tf i e '2a -C f lrr ..c
t inn 0' A.iultur .. 4

0 .-c t1: .. .. .. .. .. ...... ...... .

Ini.uen.c.i dA K ZoY. ... .... 6

fjon.-- 67L
. -%. -w S0a lb a 0 a
Srra t .n e ir . . . .. . .. . .. '" .. . . ... .. .-











ColiL cene e tn: oct ; ........... . ..
117








S do er .. 17i t 2. .
_- j di .(. -. ............. ...... ...................... 17



0 0o .ri tnt .. . . ...........

Hoctore .. .. .a. . m. .......... ...... ... .... .. ...... 20(
4
Plant S UcObiCts s



.o T "tini .t .rio .. .. . . . . . 23

P lan -{ o vi ;a lo Es *,.. ..... .. ...... . . ;
Po uts C c :ad.s por C dent o ini c . . . . . 28





tltnodo c. e r balla;e.Li do Pl n -t:. s . . . . ......... . .. 9


c..cttia d Citrus . ..................* 33

* A Chaul:ocru. .. .. . ....... .. ......... . . .. 3
n Al- odt. t S f 0 0 a .f a' .. 1 1.. .... ... ... 2a**. 7
- 23~3'











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r": o". .. . . .... .. .... ................. ... 40
~ 3
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EI"l. tL ce 7.. .. C .zA C U....... ... ..*................ a*
e5J2JL:J. V .i *.2L t >'* .TTij. i


o en. "eli .. s c c-. .. o '. ." . .'. . .
i( b cl toi. 10i i. bilaurt; Tr if F r..)r. ,.0. iio ,Li b a.)














LiaiSTA D Di LLifjiR'


o- a e ,lnna

iai f 1 j c'it-

C Iu ro Ln in Ao, i 1................. 2

Aluno; C. tyrnraeio de v 'icoL caoin a k.in. Agricols,

1 s: 2 3 ... ................. 11



Ii 4 ......................... .12

IEiflcinr Privncipal, ....................... ..

Fat.nurlia .Amare). La no ic d.r-mr o )2.ri .it.t, 6. ... 19

Pl not's tce i se dn .:coret". ia, / e ...... 22

..Plantt c, l jd. .i jinij t rio, V ri e 10 .... 24

Met Ihodo de 1'mba llagem dlo~ Gitr'us, Is 11 i o 12 .... 31

Yetbn.do Kn rtball er, rvoreL c ( eiduc;, .2 1J3 *

Oem Miuda. de (3-aLmoor a, 1oB ... ...... ... ....... 36

/Alodoeiro proj.to para a Colhit, 1 ........ 3

Arroz en. \ re, ta .6 .. .............

Imroeiro, n ,TJVrdir.P, 17a ................. 4
1 '..~ dJ B o .s (j 9 3
B Btaat oce, Plant-.no, 19.. 4

A1 B-^tata Dce, 'olheit-, o 20, ,, n. tes, .0 2... 49

Ce.sto Cheia co t tt:\ Do0ce .. ................... O












































V A r;3''L Qi C T3COLA ;UP:O.O DE AGRICULTURAL E VL TI Ri RI A DO C-3TA~DO D MINAS GETAES
V T_ -. i : O A S I i'l I ., ; :G -I
























b t: r Sndrd.
D. 1L. eQcretr-rio da '.gricultura de raini^ "*or c^,

iiollo jHo.ionte,

Y stdcio de T in s Qeres.

.: celrlenti3simt0o enrjhor:

:ubmetto a '.,preci:a ; 0 de V7. :ci o mou

;rit;iciroioR netorrio nu -1. do:, cola buperior de

A ricultura e t, terin.v'ria do .[st do de Miin:is Ger;es.


*. A. 4olis, DiieL cr.


-f rC ,t .. --. ~. 2. *c 3.
..a1 1 .









Miinas Ger:es esta tom:,ndo ura inici:'tiva esplendida. c',.ra
um Est do, tao r.ico e populoso, n0po poioe have difficuldcde ema continuar
est. gr. nde obra. Naturalrmente, h' muitas tessoa er1n in a ,.ue nao com-
prehendendo o tr::ablho, considerua-n'o viaionrQio. Ior@it,l os estadistas
e educ-dores m .is .diantadas veen c clareza, ;ue -in u1 r ise a;o todo o
Basil, so se tornar- tao rospro e tao gr:;de co'C reece, i e desen-
volver convenienteriente a su. ri-.;~i culture. .1CLhL outio eli.d o zU aiz
ten tidofpportu nidade igual ;.rf_- fica.r um dos ::iis ricoU e r;i i :iortantes
do rundo. 0 Ilstado de in c, com scus sate t ilho-e de pop ula ao, e o Br a-
sil, com tita io rmilhoes, te :- .ctLu LucrtIe ieiotor oipportunid; e do
que qual'.uer outro Aiiz civiliz2Ldo, situt.do denstro do tropiicou.

As renderss de obert. d: a chitic a .,ricolaj e in-us CtrJia teen
sido m -IraviLhoo;'i 1s-t S sncilnO cias te tornado ilauito. productoo; de pl)ntas
tropio:es uteis r. aliaento hunarna c ue :.ntei crau ei neriohun valor.
P ra, illustr: o, podc o- toL..r o c so di,.. l .c::cnLte dc s;l.gC ao. .u-renta
afnnuo passdcos, ithoes de toneldas desl;,. seCrent E es e'ram atirtadas :os rios
ou iJpod(recian nios :cntes. ai, outr, p~ lA'vr i.:.J, e ilam 4rrCinaist. ufra pelo
neio r is fcil e m is b. :rto. Actau:.merte, as sc e te de l:od.o Iprdu-
zidas num hect i' te:;, icual -v .lor o d. fib'ra cci-respondrite. ...tr hido
o oleo, g elle convertido em alimento l auino, e a o.Lrte solid COtntitue
u nfelhor subst -ncia -par.; enr:ord-a to ;do. iHa, c.i .duvida, dezernas de
outras plintas t;ropic es qcue terao no futuro deuenvolvii.ento sonrelh -te.
.ina. Gera.ea deve ap- roveit ro aunj.eto actual, co.. a i-rte meridional
do t Uid t dos unidos fez ha trint a.nnos p:an.-d(.s, a;prov-i-t ido a op; ortu-
nicd de que tiveram : a- d v o v d aeD:Tvo vlrinnto d: product C..: se .entes de
<:l;Kodto.

0 s,stado de-o 'iin ;. po-.ue uuit-. s ric.uez a L tI,.ir es, ha somente
necessicLdae .ue seus est di:itas cnc:_.iuinheu sOu cXpiLoray i). O cLeenvolvimento
- d; educa:-.7o e sociedade no sul do .L i( dos nido dlu~uite a epoca que Ime
.cimra referi, constitute un vord deir.. ranofor:nao.. ior eteiploI, h:. trin-
ta aanos s p ssa.dos, o ;stad d' Fl.ori er h it or' umI poul aao s e
nenhluma in-..truco e ; au errim. s trrriveis con,-c urci m m Guerra Ci-
vil airnd.: cram sen-tidrOs. VL'toJrr e:tv u rv:i e v.ulor, a a vida niLuana
po0uo~ import cia se ve. i'or mEio do cJmeeduc-, .o 3r.cinril, r.ctua-l;iente nao
ha no maundo inteiro, una. r giao m:i ric e .i .rouera. in. raes
pode. fi :;er o imeai o, oin 'indl :ii.hor, ein .L c ,io terapo. ;c.on Cr evitar
ciuitos dtos er:Qos co:L:;;etidcs 'or Plorida e tirr E v ..t .;e 1o sous ucccessos.


Jd disae mle o ].-stado de -t inas '-e ac,.; t., re-r ..i,.; o urm:
inic itiva an iftc i. uc Jul 'a oser nii irm!: rt: nte e signific nte
a peirsever'-~n C pela continrua:y o decta gr .:dio obra, c-i' de, cor a
rued. do nilreis, otarern oa : a terinces c itualc tete ic :regoU -1u 1i tires
vezes ocs L. inicio, ha utuitro nrno:.

a.nalyse final, linas cor eQs d;epe:;d de sud. riculura
para educ .re enriuecer seP povo. Uni; oso anaiores ccadistas dC ,America do
aorte disje ique ..urn: r nde ,nayo ireiiSblic;:an.f n. o )pode perdur.i'r niaito tempo,
si :pi"rte da. su op,ula-. o e du.c d a:. c : te . .dLica.. o poro no da h 6-
tante. 0 wue 4 necess r'io e uc a aduc 0 ;,jej3: d: taL aoudo ue c.da um


tenna : ,.tido parna se mix ncher, doa;oi do educ~a.da. e;cS.a it ioas enuin. r
nousa popular 1:o gricola a produ:ir :as na oi-re colhcitaY coa iniuao tra-
J ..-L"..... ".
balth:o huiano. 0 fim da. .:;.ol: u e 'ior Ie .i.ulturu a e Ve terin..a
educar o -io-Sr nuLer. aos ivel di..S .;ri cat urea, .ni;.ote idceati .' a Loeia
et- olara ;.melnte fixo nas .acnts ic ,.rincip:.os at di.ts ds in. 'e.Tos
umn .robleL; difficil. T; 1 C tLmt.niC"e n'., 'c ....t(do L.il ": us W t0 os, dCen-
tro de nooso avo :agricolr., que, :1cc de nal' tcccS, nao tein .abi ao por
nenrlauma educ. o. Cu:a:.;r0nos o deve: do i;.pirar eozes oaoa p:ra, que dese-
Jain procurir couiheciiotos a:ricol I scioutificos. reciai os iupirLal-oS
para" cuo ,jude. seus copatriciot tornYreo nai .ricos, Je u.tLhoes cid.u-
d oes. ,ecesititmns infundcir nos uno:os do r s.;il o _,,inci:io fundraieratal
que emruua.to elles pu;nan. pelo :clhor-'aen to d u cid .ae, ,o oeu .iunici-
pio, e do eu esc tudo, etao enriauecondo a si ,proprtios.





-3-


oisc do e alrQ cult:Q.n, fc itto no LutOto Cc cvc

York, ( I. .C ), sobIc y od. c ., ~ cu: f: C.L-iro ici
c.^,, u j. t




uit: ur o ,i". 2 UOcor t < .1 t. QA :iQ ltLura, e.C10. v.i o



:..rnnuLL1er ntc c lucro C. -30. 0



de _.it. S..C. CS c ,e deuicam oC c 'udo oca 10 ..i uLtuL'a !a tica,



ci. -i j- -t c G ia o C., i, L
est. o enc.' inh cio, nunv l to rofiss- i o nuit rordoo ":.. ceo ainc",


1irIl cr 7 *o e:a. ven.rlr ii :Uis e,:oduct0 cvl.s, q uiceiltlores
t;reo' do u .L nm2l Ucr cutra e. oca. 5Jovenc que o..teiC.nder

o xutur(, cos lhere a ag;-icul'bur. : L.. 2 ircfisCao.




-MD-4


A VIITA DO ExmQ G-.R. PriSIDi TE 3DA REPUBLICAN E DOS

ExmQas SJRS. SECR .TARIOS DOINA`,tl'IOR E DA AGRICULTULRA


Ho mez de Deze-'bro, quando me aohava ha America do Iorte, o
Engenheiro Chefe, Dr. Bello Lisboa, teve a grannde honra de receber a
visit do home que occupa, .ctualu...tate, a posigao -..is honrosa no
Brasil, Dr. Arthur da jilva .;ernardes, muito digno residente da
Republican. E' elle o fundador do Estabelecimento, e por isto, foi
naturaalaente o -iais querido de todos as visitantes que tem o percorrido.

Tambera durante Dezembro a Esc'la foi honrada coia a visit do
Snr. Dr. Gandovl de A-evedo, Secrettario do Interior de hinas Gerses.

Dur:.,rte o mez de J neiro, o Exu S nr. Dr. Daniel de Cirv:.lho,
Secreturio da Agricultura, aco lparihado de numeroso conitiva, visitou
o Eutabelecimento. Embora de pequena duragao, a vista deu at Exm2
Snr. Secretario opportunidade de coiilecer melhor o estado de desenvol-
vimento do .Bstabelecimento, e o iregresso do trabalho :.gricola, que
esti sendo re lizudo, Esta visita foi mais util do que qunluer quan-
tidadede de escriptos que pudessemos enviar a S. Excia, descrevendo nassos
trab -.hos. E' da maximai iLport-.ncia que as pes;oas reoponsaveig pelo
inspeccionaiteto ger'al da ucola e Ipor seu desenvolvirento, a visitem
corn pequenos intervallos.

As tres visit:a acinm ref'cridas foram e .-caracter inteira -ente
particular, Assim os illustres visittntes puderam percorrer o Lutabele-
cimento e ver o trabalho exact:nente coaao elle j. Em outras pal vras,
nao thes foi feita ostentagao nonhuma do melhor que existia nas obras
ou nos cempos.

Visitantes illustres sao uemnpre queridos, mias nunca sao atis
do que quando chegara inesperadarme teo. Y-es visitas, es.eradas ou n:.o,
sao de grande v dlor e necesuidade pT:ra o melhor deenvolvimento da s-
cola, e para a: realizaao dos seus ideas. Sempre solicitarios oppor-
tunidades ..ra troca-r ideas.

Cremos na Institutg-o. Achamos ue si todos ps crstdistas de
Minas e do Brasil a visitassem e observassem os trabathos be.; organiza-
dos, feitotos dos os dias, para o seu desenvolvimrento, a fim de .e
tornar no future um centro i portnite de agriculture racional, ella
receberia nao soZlente o seu apolo unanimo, mas tanbem os seus rmtiores
louvorea e applausos.




so5I+-


VISITS DE SCIEETISTAS

Ur;ia d as iais importa-ntes funccoes duma eascdla de gricultura,
e a disseminacao de conhecimentos scientificos. Deve occupar iosigao
mediaL, entire oo scientists propriamou-te dito e o ho:ien que vive do
solo. Esc6la de Agricultur.a deve star sufficiente.ilnente exact nos
ensin:amentos pra, justificat o respeito e apoio do scientist, e ao
mesmo tempo, devera powder realizar trabalhos agricolas com tal ,gro de
perfeigao, de modo a conseguir o respeito e adriraqao da po-ulagao
agricola. Emn resumo, 6 um institute onde a scientia e a!licanda as
opera9oes das fizendns. Si fra cassar, sob o ultimo ,onto de vista,
tornar-se-a u a Instituto technico, de pouco v,1or ,,ara os a'gricultures.
3i e a priirieira consideragao one falta, conduzird os agriculture a
mnuitos errors, (te :rande custom. '2entLtivas tern frequente:iente fcitas
ip .ra divorciar as lscoL.s Agricolas do trab.Llho scic tifico, e notavel
que takes tentativas tern produsido cento por cento de fracassos,

Entrie os nossoa razercs, a-,d!a 1os citar o de termnaos recebido
visits de algun scientists.

0 Dr. Antonio 'T.garinoes rres, funccionario do, De; i'tiento da
Defesa AZgricola de Miini terio dn gricultura, brasileiro de not..vel
habilidade scientific, visitou-nos durante o,; dias ,, 6, 7, e 8 de
Abril. E' mais es-,ecialmrente in ere sacdo em Ent mologia do qlue noutros
ran-is de ociencia, dando ,iais alttOnfQrc, .rov venirente, ao estudo das
cochonilhl:s do que aos outroo i.estes econoaicas. Jua visit foi de
,arande .ra zer e ins iragao.

Dr. C. [I. T. .oa:nend esteve na i scola do di.a 2. a 29 de Abril,
inclusive. beside cm 0-a-c. A ulo, e um author de f a consider.vel.
Alguns dos -eus estudos br-asileiros mA dsnotaveis sao sobre os bernes e
S sua eliLminay o, e sobre a vida dca sauva. iw urum da;d autoridiades ra.is
respeoitadas quarto a cl tssifica a ; d:.; moacas Kuscoideos e ua monogra-
phia sobre esta fawilia das milosc.s eosti no relo.

irs-. Agnes Chase, do Departioento Federal de Agricultura dos
1sttadoa unidos, especialista em gram'urines, p ssou de seiu a oito aema-
nfs .a .stado de T.inas Cer.es, da quues dua3 form pass:dos coanosco,
do dia 10 a 28 de bril. mis,..:o c:ue a trouxe ao Irasil, foi a o:rgni-
zaso dura collec no. bUct.nica dos c-aiins brasileir.os, e geral, e em
paritioular dos cabins minecios. Futuraic.nte, os result.ado doo seus
estudos serac publicados. Logo cue a Escdla eateja. sufficie-,te:r;ente
adiantada, N em condi~oes de receber especiOiies bot.-nicos, e inau;urar
seu herbarium-, receber., do Herbarium ict"cional de s :aiington, es1ecines
nao somaente das plants de -in is eraes, mns t ,n.em, de muitas outrao
pl ntas, correctamente classificadas. 1st colleca.o auxuiliarS iuito
nosso euJ.sinna.ento sobre o; cabins propris or i forragens.

De 26 de Fevereiro a 4 de -.rgo de 1924, fouos honradoo corn a
visit do Dr. L. i. Bailey, que veiu acoa-panhado por sua filha e uima
sua :niiga. i' elle o me lhor dos escriptorea viros sobre ioiticultura
e Poiaocultura, send author de muitos livros. E' eo:Jecia140ente donihe-
cido por ser author da 'The titandard Cyclopedia of :orticulture", ,ue
4 a obra ~iais voluraosa e corn meihores illuu.trayoes, que ha sobre p


a U t U1pto.

as visits de scieatistas de noieada c rstitsueui ,Jrandc
APxax inspiraIao paura o2s scieantiUtus louaes, e s.0o de grande v.lor
para a educa .ao da regito. A aagricultura scientific nao e liiitada
pelos fronteiras dum estado ou na.yo, maim tern e-tensao universal.




-dC-


INFLUEiCI4 sC3{ [ GaIC>fLTUfRA D C0..


E.m ddiLao ;~ influencia direct, que eutia tendo a osc la ;obre a
ricultura da onma, confo e se ver2 nio c pituto deno inado ".enomrtra-
OC n p. ra i.'zendeiros", hi .ainda outrl; influencia, indirecta, cevida
qu-si exclusivamente a serem loo dos :o longo d: 1inha ferrea, os nossos
c:ampos exprim:ntaes. s iesaoas que a s ssain Iela .s trat:d-- de erra Leo-
poldina, numa e noutra direcg-:o, coni.ecia:.n ,s nosos uv agents, por longos
annon, comro sendo prprrias p:.-a o c;:eci.:tncto de rarceira e ;a.a i;ros-
peri-ide daln cauvas. De ftcto, IforLog advertidos, deaoiu do coC. ipr.doc
os terrenos, que n-'da poderiatpmos nelles cultivar, deviCo a. .r de a.bun
dCincia de sauv:s. rntret-L to, deoois de nt ortos todcs o- ior'aiiueiro;
enconftr-dos no C inia X i: .rirnental, deotruigao :elau -A .uvL.s, COCoGU.
A a-lroeira foi exte: ,inirda. e o cr-:poa tornou-?e e e. todo ue cultivo,
iguacl ac ne Ui. ores dei se t o d n,: nhiULI "'dub, o 0a cihga
i.lr duvid-do i-por uitos.

Covo- result'.do do bo.. ee-, to d .uco l, pode r .enciontdo
facto, de tauitos poucos n-,zendciros, entze Vigos-a e Ponta -ova, c ntin.-
uarem a ..uei :at annu l nte: u n..u.. -s u L c .u ra. .ienult iio A:Oo,
niu vi g-eiem onte -ova, for':,._ vitto- :ueiL- do ..o. nt t.- ca 0 o--S,
.pez.r' de Jl c.t r no fim, oa ut^.. ecca. De eAodo c nti -.io, viUaj :.-do
p... o sul, .tE Ubb :. L is 1do que do-e c ou fiora vis to. QUtitados, ua
mesnia eocha. 1.C ijso, por.ue 0oucos i'.C..: dei.os :o ul e V'i,;o:- ve1a
ou l nouos c .lAjoL. Ji %noss1 o .e si .10 con'aei;uir ens.in a aoJs f; c deiros
a conserlt'vr o iuuj do IoIlo, eim ~t vez 1Le f ;'er queii:dats, ceri mi'rcdo
ii- rr t.!.nte .-o.ri; C o de :( ic ult i, r.- mrode.rna.

culture do arroz seom ir-rigao ten ido obo.ervado Jor Aiutas
contenuas de .essoas8. uit- o obue.'vadc rese sn:sva:ri ser o croz de vwrie-
Sdadie es,.eci-li. i. S, .endo oad .:3 explica oc,3 sufi cienteo, niuitos ;e
convencem ;ue e o ties:io .rro z eo, ue d bosjo, Ue d b s colheit:. n.s v r-
ens altas, eAido o terreno .repa do ea ecui l-iL teo. .Alt;unrs pequenos
lavr- does tent. ra- e. te anno cultiv r . croaz ea tcrrenos seccos, mas
na.o cornseguiraI. born resultado ppor n .o .rep ram a terra ccnveni -nte tente
e n.,o fizerevn outro- cultivns, deo ue i'y;les capin s, depois de nrucidas
-.. semetntes. -OS m outra- palavras, nao opr:nder; .u- ao 3uccePuo na cul-
tura do or. oz, t-s v, rTiens, 6 obtido elo bo:n :i re. aro do t urreno ipra
rcceber .r nde -uiltiddde dagua, e coanserva. o da hui.idte, ,pr eio
de culLivos, mmesmo nt ec. o chuvosa. -. or est:.rnoo continu.udo nosali
exper.ient .-..ces cor o iarroz de -.nno ipa~. a -ino nao j ul.rac o ucceuso
que e tamos obtendo, co o reu'.ltado de n udi.ods e cci lenot-:eu de cliia.

utsra influencia indirecta ~ d cc.L. sobre :1 ;i.;ic tltur:i e
a:ni:t r -ui tua to i'.endeiros no ..e.tii o .e coV,.prarel -i:..china.. :4..-;ico las
e uu:~-- s. l. comne rci':nte de Tei.zeras infor ou-nos, ter elle vendido
maior numero d. -:.- clina.s agC-;ricolas no .rez cdo !"".ro do 19t24, do lue
dura-nte .. tenmo de 17' a- nos. fs: ne-oci t.tes dest-i cida-ide affirmai n o
podere'.i supprir aos 'pedidos que tem.

-emrpre duvidei uo que 0e (disim fre ueuntoe..ente, a& re.upito, de
mno .:iroveitairen osa i'.zendeiros do inas, dci, ex,.:eientia9oes dejta .-s-
co La, ne ,_Q oitarem ncvo.b imethodos de cult ura u i.i eaose te u~as
A(rIftlA F^u^ent^ ft^ hos d- 4scola, de tal ocdo que oas ritiodos u:.tdo0


S a.ui ,oustrn ser a.dopta cs i Los :-o azndeiros. Innu.e jcros te sido os
convites insisaitntes ;ue tenho rucebido p.- visit f' z.endC s na ona
d .tta, coa o iim de su .erir ide1 ara : ,e Lh raet:to.... do tr. Li lho
. f-:zedas. i tivesse tc .cidito todos os convites ,teria. tic do
vluito ,ouco te ..o : ..':. o / trab: lhos d.. -.scola.

A inilucncia indi)recta sobre a ,,ricultur da ona e uTn dos mis
i i,,o rtannte beneficios oue o out do p-odie recebe:: da -.cola. A idea de
poder se: di a !-o : ieendeiro inStructo .que Lie ueja until, ux1ili udo-o
CeI sluas cult iras, deve fica.r con. taut.alente cl ra. (u era outras .,alavras,
as instrucgoes da cscoL de.en auxiLi aor f .zendeiro e uer iapaz de
tornar-. e c da vcz n -is- con.id.nte e. si, e irirepjendente, mQdo p ara








para se conseguir este resultado e, "disseminar informagoes agricolas
uteis'. ;Sendo a Escola -inda muito nova, justifica-se cue alguns
f ..:idceiros julgem ,. obra corn desconfianga. Ed de ser es erada que
algurmas tentativas realizadas pelos fa;.endeiros, tern de ser considera-
d:as como difficeis e .lgufmas vezes produzem urn insuccesso, isto devido
ao f oto de ter sido despresado algur principio basico, como, por
exemplo, em rela2t o a cut ura do arroz j, citado.

aunmerosas carntas teni sido recebidas de f :zendeiros, nao
somente deta .'onlt, m:s t::ubem doutras regioes do Est:cado e lfefbt de
outros lstados, pedindo informagoes de varias phases da agriculture.
Estas c"rtas ten sido selmpre respondidas cor cortesia, e tao complete
e rapit'mente iuanto po sivel. Entret:anto, devido ao nosso estado
actual de organizagao, e..te trabalho e muito -enoso, porque requer
o auxilio do engenheiro Chefe, Dr. Bello Lisbou, que tern, muito gen-
tililente, feito as traducEoes. u tempo do Ur. Lisboa je6 mais que
torado corn o- trabatlhos de cnstrucqao /f/ dos edificios e direcgao
doutras obras de Engenharia, do iodo .ue ,ie into no ever de Ihe
pedir desculpas cuando Lhe apresento umr carrta para traduc9ao.










r'1 01 flfiQ (E P 1) I -.I 0

c.'de o core:-o a]u tr b l..;Z ,:ricclac oobte oa c .n~os
4 coL., d:. U.:C Je nun ro 2.- roc r.i... cO. nao u.ente i 1Lna
oQ i-o I ool ina, t. biiA .u...Ct o L0 a do ....:W-2, Q'o, tela visitado
-,te *i t elci:"eto. '. j 0 70t." n:o tinhla,-:. c1t lLc i L one to dan
7vi S -s4, t-r -e, dS ae -:: bi "os1- :LVor LAm f. nd ir- .U OLt.ra ,uiti uer
) .. inter s: 'd. t..bCe .. iu a, :. v tl iea ,vokb .e d _e viLStLr noJSos
S1 . c1 i -:. d s b t a:. U .; L .ic. -;a .u id4.dJ: dos ;..cth-
o. o 0 po. do d 3""o t.'. -". -;;uLt ,""' .. 0 ;, : : ( ij ; .... e p o d a
fructo, i. vto t endo .o;3o:.; tr':, th'ilc poduunos cit ..r o $eh4uit te cQ.SO,-
ih t e t" *.cu 1 '' .. .L .-o -
J-0

.,o ( vi o { *.- I .o fr ibr ., in 1.,. t u 6 o.i Lv. u-i.tL u eU C"i nec-
ces-i.iv. ,.'be. : en_ .-as do l.ie m."-o a.,.;o o, c.u L ivdd.o .0o,. -. c da


lsoJL'.o e via c:iL ivL..do n. xcL.a aouaeguiria corn certezs ouacesso.
.'0 tL 0LI L CL iC
i1 ti "Yi ':". ..... o ,c .t.-d i obtive d-a i cormer-
ci .I, ..0 ,o. e .rs el.:. 1:caa g ri ,e.

"n3.. do .iuC dolae f :.zendeirozi .ue visi varam ntoso- c .1.ipos,
C uir,--nos a hr i ina ..10 f e rto .: ri
-odo .ic r: iunto .'ur:rchea.idot d.eou do cni. it . 0- .'.. ao, oaor
ch foi f6 aci it.Ae.

.7ivu.l s, ui. vCe, Z viic d" ttrc i.2. en.deirt.-s, reideates
on Ic 1 r s t1 .10 .-adoS :uit&.a 'ju. <... ...t..: d e c.' o . s. ram
v .':i.i .or, UobU.ryv ...10 0 Qivv2.. o tr .huO e c. v to faz tendo.

.c..u.- : c. ba :lho"d '. do .d.(?o -41 a n ...,oa beC ta '...enu z'. "cO nsou
n o c..:" ito0i Uiv.: lun an.L-ial ...,Qr i;- li-: &:ec1tt, sLm e.t:.-.L nir.;uI L0em
L .ndo- a, i'-c tr b LLo tao Jcrfeito nuA LYoura. a..LC a0nital
C co0 ic.::.'.da d- ai ..de va:lor peilo k- encdeiros u.tolu-nos P 0,,,COO
c an i.eno.s de jois .e-ee.u foi roa of- recido o U.obro do :.,eu ousto, por
f3e". do :Dicatr.,d: ,nveticat,:a Le p ra t. ;_.:...h.-. co' as rr -.c i_-."3s
C 3.i da:r col .u (Ve .. h -to it.. -; t.-. .-ta .e 1.)


.i'ur" ibe tii:il. _," u, c ia aoj ,.U..OD o hi' ao.. un ,. C uti Otr
d -o Gae ido vi-itou col -, cC: a. C i "de coutco r o -tLeilhor i.odo
.. c l'tir. 2 .;i..entoeU. J:, tinh tentI a culture O L .L , suL do.
i5 st;ndo : uie3nte, Dr. Jello Lil:;ia exjo -lhje or I.ethiodo .iu.o emi, rec;a-
ioi: eC -cC ilunte 0 LystentL. irri o. 0 in c s 0 .-.. o ted.io ,o ( to
em A.r tica -." ccseo :rindeu, fez i-a 1 r. i, e ,_L -nt. i .- .. ultima
v u s U'l VC-z' .v 1 ."!I e Ila'(s L( cite

inibo.ia t o ..ue iv ..ou ioi .ue e:uo tou itr'..t o :io -rinr e o 000 u ,o 000
-V, i e nt o e .
d u vieJtoes.

,ie",. ri .a elh :,_ poiiaici c- n [i u-.:do. ,use.1i inderi-

s:.u qute -U cc., t .o ri Li.t u..i .r i pode fazer p .: j :i ; ii" .e0, e a
'di -:: linc.: .o e i..fo..ia .; :.oeolas ut .eis ', co.o ...ffirmlou o auudeoso
P3 sii u. o.o .e11 n La ultiu, ona ten io 01 o n eso. J- .a
~ ; O..Otkdo, tf 10 ,' :. 11. f.. o,.or L.o ,qu a o a.LC -

S-r i-c L .4 .o .e-.et .. d1 N..oi.c s anouau)imt nte, nfaVo aincio 0oucos


; .u.e -.' roc:.ra .r
















































6- i A.,. :, :;:LhI, .o a )J a i.-ar: L. r' c.




-10-


D''12O T'irT ' i: 2 ., n. ,jj ,*,v DQ CY TAJi BL VI '20 A.


', i. ,. 'n . i.. ..." ... ". ... .. J .J V '. A
,ty o ato lautive dj GJtsi vo 3 ique.:, eora ad:s
ein t Ocas .?. UL tihas do.; aubbdo, Lndo sl ave emI iri;oa, demon tra"-
G.s aip.icole.. 1 ..'inui ij, lauu e de.onscr. oes i'oram r11eitar 0. ra
o pu.bli. o .. e-r Uo L:.,uc ,ui :L. L ,... ou-.L e.t 1v i, ,itEreres adal;s Cne
vCr o tr "b'ho a ; aiz .v inc.LiOX I recG bia.-:t da :ecret:r i. .
", is t v:&e, 1r (ri c Xs ..r l iC e iro vl bn ., Director do
.y: n, i to P.c ;. t. .c- : .. cs ..O h .... uUc, .yitoaiiLt:,ics .irn. estu-
dcantes CeCte n itituto, uo r Liuntari. Lt.e prsentan.. r.i:3ac i-
r0, deton.lt 0'. o, C.'. UCtui..m t. s .... .u. ob ue Cj.. tfa co. "r:ccr,
m n oa IC v `c--se .0u.e vier i .. inos t 1 er.iac. Cj ra screni ben : in itruidoe ,
fol t .ce. i iiu ic.rio o numco. c'ui .ediido ao -i.;. .rn .do0 ecolher
os filho dc i":-e eirou e outrcu atlucob c.O u.ses benei'icn-.C sem as
de-onr:tr oe. -" aC 1 uer .cc, ..oor ,.U U tero ,oe estudirAtes dOej ou
assistj.r as de,.on..tr g.o do ., o O ccave ic.te. As photo,"- .ahi.
( cos 2, 3, e C) Junw c.. t OcLt '.: L .. .. .- i( teC cia a dui U U. l ic ucts.

Lst h dcLcnt L., us tea Uido d.e iieaCtimia-vel v. Lor, nao
c :'r U l e cl -netc .3 I c,
So-ernte _,. .. o .; t,.d ,"tes, ... s rJ tod.o G,.Jinaio e. o' :-1. As
lic,.oes cL .d- tei t IC LUL. ;ys :teo;a tiz ,d::-.se feitm:. de b:. .cud.o a
pervittir (q vc os r cc ieIvem "s it..rucioes recebid.as : .2:: s,3
f rznd's.
f,. e rid., ei s 'j C

0 int,'. s e .&:i::.,aii '..t o s ,e lou ectud nr tes justifica v
'ffir..o- e1;:t .._rem o... "illo dv.O iztenj.teiros intenlC :u te
tancioson or : 'reniLre; oc r- .e thodos oL.'deos a-- ricultur.. t Ite
interrcs',.e te. ea ...c .oe t.t ..do e toi L "i 0 ay.ou Q e. d..s;,. p .or;.e .L$Uans
f' 'a d ir'.- e-ti r.ul .r-. cu Oanvi.. P eus iilios '.-:. o :.y.inn .a o, coa
no 3 S3 o n. t




-I -


... .'
,,


0'Q 2 knt cC 2 *.) o i ri .


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A: K' 2


1~ ) C
1ii II' ')


InstwUCyao N bre U emprego dn fr2e.


:a 3.




















































IL 4.I D 1 S Cn LtOC2S *al OS

A .:..: l U IG D TI T ,T


J" o l o r I jf i .l c..a L. ..o no
o ^.vi *ut iro.




-M13


:ST DO 1DE CWO-aTJ tUCQBiS

0 edificio princi .al, ue te. consuiido ai ior p ..te do tem.o
e trn dido a maiu despendiosa de todis :.s construcIoes feites nos terrenos
d.' :::cola, osjtl benf adiant.do. As j nellas est.o send collocadas, e os
so:laho e.-t.o quasi terimin-.dos. Ganiariaraos rauito teimpo ,i o n'm.terial
doo laborator'io_ p.udesse ce'r .::d.uirido e fossem iniciada, .s installa-oes.
lstes trab l.hos tomam muito tempo. iL iimpraticavel f.Zer-Oe uso dum lab-
oratorio eot ndo os trab lhadores fi-zendo au: inrt:illn~.o.

Spec eiu&nass construcQocs ri'reies cst o m0aiS i di .Ld :da. e necessi-
Lr. .enoso teo p.r, rcceberem as inst:,llacoes; Gr iunde p.'rte destas
int-lLaos ioders ser assenta:des logo que fore:i ad uiridas. Os trab .lhos
s:.it rio dio con ..,truccoes rur e:.os est o tlib.-:c, .ua.si cotiluidos.

Dormitorio. 'enhuma tr::b:lho 'oi incd; feita n c n::a tucQao
do dor:1ito'io, a nao serer a- esc:-.v- ocs : as3 fiunda:Joc.

LCI dcr 1it .rio e u : d.s necesid..des duaa lacola ci AgricuLtura.
Muitas e:.;:eriencias tern plrov,'do quoe uma colaoa dc Ari :'ultura nao pode
ser co.ndusida co0i success e 6coCno lia, n. o poCssjinudo urn di.oritorio.! uitas
tentative : tei, .-ido feitas, corn o im a e evit.r oo do ritorios, dendo
loc::idas .. --jcolwu de Agricultura nos control pojulosos. .uo-tas ten.tativwas
tell sido tuito des .endioas V .r os L;tuidosz e cLe. ci' de Li.uiLto annos de
ex..eriencia, el iluitos paizeo, teni cte tornado certo que a-s .-colas Agricolas
deveui sn ioc.das longe dca ri. natoes cid ~es, neces it r-ndo a8ss&in tererm um
dori itoorio .- a.ccoiodaf o o e. Ld...tua.tes. ,i assim nao i'or, somerte
os flio; ii iJ:.iLi.&es ricL.s pocLei'ao ea iud,-' e o no nuero ae .Lu inos tornar-
.e-a muitio ,peG.eno.

A pl ita do dorrnitorio ai.0provada -eo Goveru.o uao tatido,
vcLrdadei'ra.ento '-odelar, sendo de typo dos nlis mnodernos, economnicos e
efficiouLtc iue odes. 6e.c conmtr.uidos. Peimitte, aos eietudanites, a maior
liberd de dentro d.s e missoss do re, ;ul mento do ..tab elecimento, e ao
mesmo LteC.:.'o 0, ( ,r.etec:e contra adve.rsidides de saude e ouros miles. htsia
.0 dowmitorio dciete typo torna.ra. pousivel proteger aos e.tudadbss nao
somiente contr- doenq u. endemicas, i .. t.a:i.bem contra molestias virulentas
e conta. ioUSao, corno influenza. T ea condi0oes sanitarias nunc% s3o
enconLCG if :1 L -0as de .Pens o, ou eoi .n.ritos ):rtticul'.es, aluga.does nrs
c"s.J Ue f aiL' ia.1 ,

Tu od c: -; col s de Agricultura ipro(dusem grandee .te dos
':.tlir'ien Los ceonsuaiiidos e lo's dluainos. I.uto no ser. sometLe protic ivel eml
Vioa I, 1 s seor i.nuito desejavel, desde que teV sido Vrov:ao je l exp;er-
iencia: .e ,;ino as ie. uen-i qu.antid. dies de generous sindo, te'iI ficdo ,or Lua.- fLr:.-'.co ao .r:eos que custanm n ang urLy.. Sera,
portunto, wm uxver dn .-.cola, ...roduzir t- nto aiimento ..u-.i.L o0 il.U.nos,
cuUuLt :o;dxxxtLau periiittireri ai suas 0osuibilidsdeu.


. i
























Sw.


S< .uailicio 0piiciyl, 2> au Aaio de 12P.




-I.--


C OLLPr A 0 1: I :.CT 0

enor0a.e o:.0strui o c u.L dac o.'Lo inri ctoo as colheit-as
agS dol:.s, torn Aido esc-.:it'" t Pi s voCcs, ..L n o neceo itb. : er
re '-.,d-. .ui. 'ntrit .Lto, .u. d. l2c2a, ..co .u, ani:,U u.jic ci.'.. 1e,
"a x cva, (I'" t.o s-:::.u, dc; troe I i v lor d(1I .i oiuct o' ?i-
col... +un so o, n .0 a ic 0, do *. .. .....r tot.l a '"u o
. .^ 1c: o 1 do r jil, n : te r, .d c fa er idCL. 1.. cr iolE.
" "I"_nLtt-' ''i


pr ji o u:3 d :or ij 2 tee. ;n t): rte : ente, tluct00 o-tP c o
00. ..".;:\3 n e Q o. e : e. .oe e -, ) .- f or, int: l-


Li.:;anci:-i 10 hou?',i, Onl n f3cundi^ o *0 ini ac-to. uito *en .i; ea cri -
e .suri t rio c in., ,1 '' .) t, ~ ,- T ', cc :. . .:



"outi: 1 vr ha Lon. iv nd o-s e -" 1 -',.: .:. .3: "-l .0 ct. .l "Lat obj.er-
S e no o o di io-

Caes 01 tro t- 3 :0 i' '0 3' o. 'to: t i nc. ut. 'm . :. 8 '.e l.a

conhr. ,no to r tic i.- .oL, c cio d c lbt-r .v i U i co- iunu -




coilo extr110 t oboe tt iono, 0 e0ros 0 2o idCu"ce ':.' V e at) det




inL ectos. le.ois do ii."C.Oi-.ua idu:- nu o.io L.ui to d.i. i..L il ou



T ntc^ c::rom e r r: en" ndi.t. ". c ..c.alo u ir : ..-i uci ..cci d .
Co i t. ites .





tiCU xt23i 1.






A I c d ..do.. : h,, ci..u. .. .1^ ont. o .. i .i. c t.


ound- .n- i '.b: 3,a Jio bili .i --e ..., i ..... Lu ::. ...;eci- .o i,', Cc ....cc b r-l
11.r10. nt t i LU1CJ' ..u d 1 uer it o . .' .., C














o Gr'ioul.tunrsta d~eva coiiocar u1 eruaic dl in acto .,t:( corab t-
tend .. i f Lta d.c:.:te c ,onhoc, i i o ..i rdi 1, i ..i u t ute
d etCOG OS in. oicU S 0 0+ :. Ji.' C..-i 3 o i' i:(W i." ,o, C' e0z de'
c trui o ina 0,ecto n &civo. ..O oc, ro o, o n :..e;i c ,,tc








saa e de broo in .eatos, a in a ... eC 'cjudica c i1 d :c Or.f iciar.
Con d i .vi.o .to r ,id. di ... :i.O Ul. -. u: t .. j : .. i' L Lo r ;es,








p irod emo'; e.: rer :o u: .u.'utur 6, uit, :.r-ai ::i. c o, u:I,. tdo :.: c a.. 'c.n a e i -
, go: o scr .o c e.d-- e ":fi'.'- . .;i: "o o:: r .' i C.:te t an c cie
do it ecto co' 42 c u : ti"o2ui2,-.,o ouat, b "








^oD o a i ev. a i:: dc.-:l..,'i .:* :, j idini i .. Ve i-; t; iri;' ... x.-* uoo3

me.'te, .i 0-a J.no fasti-io o i: c -c;t riic : o, ou e. o on cl:::i.ioE.
..Z, 1ndo i n , col .e 1.- ( ou o .-etc, oi i to b -u.. .,o.
S J ; t O . -.L C i 1 0 - .;.. .L. L;k.I ..




Lerin teo- .. .31 ri -t. .no c .ll itC:c ,)i. ;;un: o '. c.,:2 t Cs e c. -









G risU4 ro .et obtidot 2 11 7 or : A0 1', ciJ.roO ': 2o, o 2ut0a2
tevo i dc er i "ur tU dV do + : n';e i: t .
A.te.-ue K i' Et: s te:. o : -:,. UIra- I u"o 2L A.c1 . . t :t : 2 fte














IC C...1. 4:4~.. ,-. 0 i t 2" 2


tvu1nt o' c '.Pt.
t-v1 .,, 4[ '.. i [: t ~ :( : . .f ,' ..


:."oi. de c' t:1nid&3:.' vol dl:-r cone,...i.o :oro; .i ita
viito e tr c s d' i .:.... "t .. C....i ic ci d co li:t. UL"
S.i,, ,: o do ty o o, A .: c c. .a o livd:'e de
' "" ,' - -. : j.. T r i '
Si/: ic o .t. o vi ro e c fund' I Ci . f t .: cor ti.a
tue : c ,-.:r'. c -id. .. or f. 01 ,t c r t ") f i u d at
^arte -010 d .it forrc.; o fuuic dJ c:. i .... .:. _-. c ;._x;s
coll o in i e ci a. : v vAel::C t ,

e02 eci8es u. ,Ic. do,0 ; o de im..cr0 nt i .aece .ic"1 director. 'i1
do que ,:'~ 03:peci:inc ,C C.der:.i.- 'e 7..' f It, de c' i.' 3 ..- 1_ i 2.







ColecQ~,o ce n sctos.




-I' -


oo q coeQ:c co L o d c u, o tr dres
d.o ipo, i .o de L o .i 0 ;d-1 .t i. cCtu .. 0 civiIt
eJAJCetIoUl.. t0 o L LO,.3 '2 L LL1C C> ti2..- U 0J .4 .. i .'. .0 tif1 .
e Geilo uoel Uom LC,.... C .. i. o.L .l (cu .uc "L ., iLo ..i .
u t:. c e . u .. qu i .. iL t c ie0 3 a. oC0 1uI 'eL-.. Co ; L.UG
.1 36.1 L> 1. c O -W .. LO >L2 J j J *. Jix t a O l 0C 10

5 3JC'l tiLU O 2 itzJ .t. C .)LIJJdJL1 OU 112 : :
U L Lsa, 0.iu t L.L.L U .

S y ., U 32 d CU





ioiUo) ee L, ci i :.oJ, 1 niou o cL1 I) Li C.t 3, 31-.




A buja 3 7

Coleou.c.a, duo bezoAuro. , e axiuO *.o.' tarus, ; ui.rmho -0

Ijp Ler IO b C a t u L

iJ Jeneno Le,' c.l. b for .. i i, uI. i b n .-. ve a '.7

uru .de in U ind o 0 l, UO.
'7 .




-~1-


PRLPAlAQ. A Do .

Temos povto en .:-rtico o lior coforyo po'sivol, co.i ti.aKiidadores
sern h. bito do tLaoC tc.baLthLio e qu .si eO nrinh il : facilildate, par:. .;ue os
ca.pos ncteja-u, n: inauguratoc da L cotl, em t:;ll ct;:.do de tdeenv;ovimento
1que oS03 :ieiros ctud rltces poiSLau rrLcobcr a irctruc to praltocu necessaria.



q1..i -.ie n to n :.- .. ;.. o c .

To(e. ( c : t-.,.- nenh .'. to.o, itrac'.; ed. c .r s li c l.tL cur'a, vi.it-
'a ndo o c .oq-0o d .da ;.col. o-. no k .t::do actcalc-, ob r :.o t abalhos -
a:s Ipla",T ouro. .linht: vnto, os ...ni.ves tr-b.I thando pbropriarenito, c i o,


..._rico l..s ).e.0 .,0os in inuar ideas proprios nau Lientes doe Luturos
fazendeiros de '-in s.. .ono poder-,:b.-coiL.cer ntior i, ..rtunio pa..rcL os
trine iro saumnnsc on esn.o pi-ta a pnte ro:ria. "e oia, ao .:_ue citorolo: .nrtes
rde ent..rel: pro!oi-io o a roos :p t; .i ct:es:i e rconcAio dos o i: ibor torinos





Ito o to:inaria. desa nlimdo,- conservari t e estpalariam por luito t pio,

ma i'..q'"cus-o contra a -'.cola.



J R. I.
as Ul i peq ueni C tO t er-Leno coll ...l di cnses :e 3h. e: :ei x t30 ih ,







pptroxir.--tcUntc, fol post eLs bon e: ta.d:; do culiivo no"..o dce a,22.
SDepoi.tC o ter s ubcido cnud dos identc prep :. r da, foi di ciLtda I:r uc;.i, cerca de
areixri,: e fairpdo fi ce i r otejel-:. contra o f:'-do e c .vaillos r:ue eistcm








na propried.de d.i sc^La.

Por f-ltt-, dum ter.o n..oi l.propri:-do, o terreno aci.i:, foi denomi-
ndo 'Jrdim", ebor. n io eja esta a v e rdadeir a sig nificr ca. do .~..lavra.










,o.entes, bulbos, mud.e;.s, e pl ,:,t s 'de "od. crte, :;/re ,t- do interosse,
fora.ze nelle plantad:.o p:rt. 1:peri en o. st situado qu0 ri nta t F'tros
d re:idensia dc Director, :risui.a 'z logra;r c nvenicnte c se;u ro onde









poCde:en eOr cuiddas nov0 :. :nt'1: de valor, ;sim co:-tot out' .in.,lantois de

v.Llor que jd. existem no .1. t do. 1 %924, o j rdim foi uL3..do c.-o-,
c I o oi geto ria desa.nie;c.,. c ne rvri uias, e e sdepveriam ceor traito plantar
m t, irc is ITudo p .c .rutes na I c ac0 .rC-:l0





















Cad .- l SI nta ou v2..:riedide coocd no .rdim reccbe ui; numro, c oC
d Udos ao to.dou cou: c -... nu.,cro. .t o i;. diea de Jneirc, c:- 3c, de
30rox numerous .'eric, re istra.n bo- J rdic. HadlCus cu os, o uero Q eran ,.
representados dpor ua L unic-e nta noutIroe c-_m rc o rLocdnt a do or u nu..er-
aros. pl-;ci:t ". Al.i e,.. nt ej v-.;, ontr o do imeir. chs iue eioo ,
nia pr oiried; de I c.r;o la.








pri:teiro;. ud s de L.lychi' tiit 1.1i, f'or o. p ntdos n J. l..rdim e tvra.
t. d c i epeci 1 cudbo do. To ej es cta L. vi:. cis c treri. ,;.rdido, c s
saentese bulbous, l.i, no c. 0 .u d. cola, ...uairdo eo t ..l val aindae e
Lc-rap.:, neleA piir_1itacL) ) -t c"i,. enl u t.o cituutdo qa r u %0
co reriidencia dC, Dnircptr, 6 tSifa on. tokr cuvonionte C uu;;Uro
portion Ier ciiidadrs no- v 4 nt:; te ralor, 1s ir Corla out' s 'tautws ste
o i-Icr -ie6 jue cxi t.ern t l v n t dot a > rain oi UtL>lLU.O a:Cit



CA 1 ri~ta~ on vc.rio~tc cothoc t.q nio J-dim rcobo uca eucauro, a as


. .u'e ctdo, no t.e do trabaLh. to pCuleno caO:i\. o tern ido de
v -Ilor incal ouav.el .r noas cx. .iet.oc s.




II-


C API' -L A J L. .

rista cCa:;lpo loc;tido nurq vr.:;eA- alt e uecca; u,0 .ou oo
ondul-ida, mas, n-to com declivid.,de c .pasn de iprodizir etc vayoes,
s:alvo durante ..is chuv"s ma-is fortes. z certo ue cwqui ; dois ou tres
annos, .tuando os neoLso elpre.;-dos torn--xre: -. e tm:is h.bitu.do corm o
mr chin- ; ricols, eo s e osiver 2rl.iLte CiIprenado cl A teria
or;:nica, n so sera rm..ise exc'atado rr..d Las. C c1.-72o exO erir Iental
e divdiido e lotes dddedaz metros ie Lra ex ct clnte.. TcIim c d- Ltcte
o conp riiento de '4-84 Actros. Teria sido desej .vel, te fic.do c :ipo
cour 1 rgura de 100 me tros, i (.. idc a romi .de do Go ..rro c da
linha ferret, foi iripcosivel loc:.r :-; edificios lnce1 -io 's cit.e os
c itpos e o .or-ro. C da lote ter ex ct ,'-ente -a ,re. de 84 centesimos
do hect-re. nrleo6as c ate iros cue o t: .b: lhoe experiment t s -n ex- ctoc
esto ..-endo -e: Li: dos.

Com o nystemar e :; redo .. tonr r .-cldos ric. eito da.o
cultural, da produce .o, d s colieit. 6 :er~ re :oscivel Csa'ber-;
exact .mente que plants for:im culitiv d'": em ..d.M retro :uadr-do.

Qu ndo cornegarmos a :F -'.:ir este 0c:.o I'Onos ,uit -s vezca
advirtidos por o ora dors de longs .a nnos c;. rViio;a,, ue c-ontaneafcw teO
nos informaran er v rgerem con.plot1,m'ente etenril e sue1 vo..r. Corm o
emprego de ra-cuin l mod:ornas, 0o s 0lo ten ;e torn-.do tao productive, a
ponto de ihnuitas pessoa jul.grei vu1 it O e.pre.;ndo I dubo co.r:.er-
cines. A ex:,eriment --. o do .l aod.o, .or exremipLo, mo. trou :ue ;ic u1 o
de nenhumn -.dubo, conseguimos un: colheiti d a '.) vees i :.ir ao :.ue a
colJieit .tedi obLid nos i.st idos unidos, o ide gt nde u c.tic de de
fertilizantes L.s da,nest, cultural o caso d:.1 culture do rroc
se:i irrig.o, foi-nos possivel ,roduzir .. U00 litros de:;raos
de sulei.eor iualtid de or .ect.,re. d b t aoce deu .- produc.o de
1.2 robas ;r hectr, Ce tucrculos de typr:l cOCuerciaL. r .uitas
v ried deo de fc ors .o _lit dco;, e :i et uen"is ud s, n2t o aupo
denorninddo "Hect:-.re", e creeceram dua' vezes naiA, do ue crcOcerCiai
sob a... condiceoj usu-es d'a f' .:ael d -3. 'odos e.teo. f tut ,iov roy a .ue
ou tcrrenos dn .cna d tt ar eo cst:O es ot do u.s teig sido siL. les-
mente, aisltrt cdos.




-I 9


' 6. c i: -.: v.c2. ,ta t cL:, .... ..


A .
:-no i r ll imir cc

,_, . 3 ..
S c'. cu voLL a .o o G Sii. "L i,
*or >vtchintI .










TI. ? *9 '
- L /2 J-* ilj


A priraitiv- o ria, on que f(r: f br'ds tijo los
o i.dificio princ ii::l er-' situdn. ensuerd d, a.venid ii cit. .ue
enetra. no C. : o x' eitiental. e da ronte a. .bo:l t .:io .ar .e .orti-
Cn cntci 1:n 1 3L, 1 1 U
cu c-ura. ossui.os otic : s e i .nd 1 3:" i i t .nts L/ il .e'ro d- SLedte
d': scol ., no Val.e cdi Ch ch4i e.:0. e c nstuid .. ..edeS do
difitcio ...rin.i. 1., center uIt.I ;a i' eira necoo. ., -i rindo Jid.o p0:r
isto "rc olvid.o, erm 1 3, sup rit.ir drinicira C.ri-. i-inki. e l::i,
ruito :i app' rencia p.;-. :,erra'.necer t o prox:imt.mente d.: linh. da
Etr.d'.. de 'e'rro. Tendo 1il10 us do -.or iL e doi, ,O,1s. i'icou o
te rrono rccIrt do ::,r v ios triLthous itui.itc :,.uL' c >-.:.. t-ir L i.cito
sob2 r. e..0e1 t.riho.i se : e. G, l ot .Y -do do to :.. or ,isi to,
0 :.olo tLor.ou--re n i..i ,uro Co 0ue du0a e;.r d velha. D. c vr i
f uo.'tuO, i es ::aiou-se in ior on .,enoC3 'uautid -e Cde ciiz'. -cr. etal-
X &-



.iidats rei ; : .:,:illa ol're o terre )no, co ln. t. j : tet $t:.et o hect e r c
a.t ,eio-r ,re:. de terreno u.e se ,;rodi encontr r, r. c: i ica
V. fius a.;ricolas.

: plrimreiro tr : 1ho reo li'.do sora e0 ho et t-Ce foi niveL-,r
Q i;uD erficia, (10 rreno, enciendc tu co1 s ber tc-, a co0tnddo os
v rio q oontes do .'il1. reccit d". E1 sc-uid fo.'. e:;prc-; d:a
m chin is d s ar. auebn r .a Qu.erficie. .iK Lei. ," c-in ': -d.a

cndurt. cido e foi nec::- rio u rC -c. A ju.nt.. is r. ue
o e .. ivel oas discos .funu. re ies o 1 c :e .-:t ir u- .e -:
r ui -r i. i; us ohLO t rfi ;o t -voL idj n. ,rc u.i .id o d .:
3*-' c:.a.. .unu ponto o "olo et v to e iu ci ue "oi ntcccs-
S iQ, u. .,7 : i rO ta : e .:Ub .J
j.;)oi'h de ". r n d .o e:.: i;o, .- do -o cu1,. .-uciy it ..
p) iLt ES ia ud de v i:os la t 'sA c .L ouc c.0-.ti U L., :.. > .e .Ltura,
0c 10. uC l .'l" tu. cedro, e i .--' ;ni . ,,,bid ". ,..e. .t : . te 0do
jr
to..- .o, i i .pr vi mI nte -" v ; -1. e_ :r1 .0i A, cou. .-al v o do

mo t ?U'- ado c, 0 o a L..e . 0. 'P ,., t' r' ( ] V.- t or
redolho c?.iin.ez. (..o j -' ... *: n ocu vi .'r : :.-.-. l*- .. c.s : i .ldicio
_.erto de ,ue outr l 1 .,1o te rs ob i. ..t.s, ,. voLv--ric
.e:.i. 4 .,ct i,..-ut pl -t ."- n ct. .'e, fl.i.c d u,. er ... .. )J e.un,.cs
de xinco J peciso de cit:us, nil ou :.si euc lyptus, c,:: de rail
1-p'ineU t dI '7 '' "; d0. 1c oittru :'tS o ve et: ndso vir or .:. te,r
imostr rio c-.e o :.:lo ast e::, bcon e ": *d, . .. produ ,, .... r o ter
s ido 0 L trat d o p vel, vir 6 be c I mo I .- 3c



-.n ' to- re.i pil .. d.i 's '. e,'cS ,

] "unL-: euc -ly.,tu.s :- i -. ir -e J.a .t.t .i.; ir . : L.ur r.de
Lk 1s J., o 00.'


0Yte t 2reno '.J* e t vS, :u e --' o ,io
. : t o ,a c t i i. i. 0 r . . O. c .. .... ..,2 bu -.t-.< U , ,ci ;
0lo ,,s r.a is [in c. ,. .u ito vi.-.i ,te c .: ,, i d :, *.cC c
c ,e'usui :',tit, "- 1yi. v e, c it.. ^ i; -. o co1: . ,, c :- tr >. 1.h os ,


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j- te'.os uLn", .lr ,o: d e t-i eciw p. 1 t -(da n'.: ca-'.ioS ;- .... c la, e ctue
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pl nte o e, V" .ios .
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Tin. : 'in :: :ra" eiruit, "0 nelo, 3 c 'z
,Li .j 1 a A. ...a. liLequat 1 '
T r l. .l i a t a l .. ci,j c i t r a nt' , 1 ,

tt icrocitrt. v(:J Iata ........ 1 a
L. ..'.c .sja . : c .a..u- .an tqiat, L : 1 "

.itru. s, 0..herii 1 ( 3 '
Cu !i L t' u , cyi .c.' ,_; i .' ... i a, .. e ,
Cy n i LB ;. c'.. r.' i. 1 '
.. i .hr i.a ..t : U ,ia,. ..i;?j k t 1 .

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Onc0oo.. UcI.i. ina t., 'a ,UrC L2 oa 1 'i-
C..Lea.iai s CaL. ,'i.,A;.. t, 2 unin,, I" )
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1iocnix: ouelayauta, ra ldi L 10
Photina ., *u'LVotinr s, (i ( iuz 1 10
zPrunus anuii, a,:.eixa, d1 ni4a*, i i ,j ":
Juanus bo u tn.rie is, i:. "la -ni" :1 4 3 '
-',Lrunutl .l -' C i0a. :aCix c1 : .in I '- 2 '











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.unu a l licin, ', rn :1I.", 7 1..., .n A.

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P. unus a ,ecto.--, "-,eiy^, -, Chi.- n 1-
S t. on,-"' t o a1 0 i.e 2 :


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S rol ya hoteropr: hy.lr T.I' 1 u2 v, i.,
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-ctrycnos 3 L1 t i i, 1o .m0,

,tryolhnos si ros : on;o,
Ttraiczozenor !vur:ii, dt.; Ti "oo0:2., cL .. c -.1.tuh, L
Tr ichost iirn oc t vdra, :. .' "
TripoIl ria u ..nrgian Z.oni co ) ,cu :11 a .1na ,t
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no porto de o harc u .\-JJ;H .0 0 iL l, J-.11-OCOu- n .o i o co-


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r as o, vi rdo0 e sc .. undo lon"r, o li .o rosa. 0 .:.teiro .ouco
mais f:.cilIde reo.ier en.Fzerto, do ue o Ue;;unddo.




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ALGODA O

Ei.te 'ouro br-nco" te: :. cassabilid ides illimitadas ei :in..s
GeCales. Ha_-mihoes de hectares inaprovei'tados 'i ora, proprios para sua
cultural e milhoes de pessoas Cwue podiam scr e.upreadaL em sua p oducgao.
A Tierica do iorte apparentenente attingiu o liiite da sua exportayao e
cAt& ag.ora eAipregindo approximad, -ente 75 da. sua produco.o lpara consume
domestic. A exportasao do algodno norte nericano e mais sujeita a decli-
nur ,m quantidade do que augmtentar. Devido no facto de tor de uer o algo-
dao colhido a mo-o, nao se presta a ser produzido f:Acilnentc em gru de eo-
c-la, comoo,por xempl o trio. I.in: s 3Certes tern agora opipoLtuniudde
superior a qu: lquer outra parte duaa n:iago, o ra achar no .lgodao u-a ver-
d.deira mina de ouro.

..rn torner a p:roducduao cd algodxo con 0 o -aior v lor pa-. o L:tado,
e 'paa a. .a o, h-. dous pontot de ,cri.1eira iL-iporta.ncia. 0 pri.ciro e obter
fibra que al.c nce o r. is alto Ire:o no trercado mundial, e o segundo e fa-
zer a cultural, em.pre,; ando os t methods n is modernos.

Culture do *lIod:to. 0 piri:.eiro :-so import .nte na :r .:.duc:ao do
-lp-odao 4e reparar a terra irofundra mente e ruito bema. terreno dove
e it ::.r ,:.ido em i ro6tundid.de nao inferior a 25 cI.s.s e est.r co,-i.pleta'.,ente
Livr.e de oraizes e outrios obs t:-culos. Depois de 0ar.:do e .oreciso ser G'ra-
deado, Uma grade de denies e de grandee utiLidctde. 0 tecrreno .rado dous
ou tres mezes antes do plattio, deve aer :inda cortado por Utn grade de
discos, torn:ando-.;e ent bomn etntdo iUar: cultural im:Lediita c.:te a-tes de
ser semeado.

A ultima quinzenL de )utubro e pri:eira se!ana de .r'ovea-nbrobo r recem
ser o neelhor periodo da- a Lanta:'o de v:ried:deo selecciona-da de lgodao.

.t:ra nossos carnm:os ex,.eJi:tlrtries, rocecilaos se: ce tes das v: .ie
dcdes ,unbean., Russell, l'ovo ulista, e Cleveland, d .3ecreta.ria da Agri-
cultura e do i~nister'io dna :gicultura. Foran ilntidas no dia de i ov-
eabro, e :regndo-se u?.n planti',.deira Geerless Lulu. -i a plant. o for
fcita aLntes que a ultini.a quinzena de utubro, consider vel nunoero de iacgas
abrirao antes de cheg-r a esta Eoo secca e o f:aZzeitdeiro perdera ,rte do
meihor alcodr.o prc.duzido. 3i for feita dep ois de nreiadoo do ivoveubro
havvera grande di inuio nr colheita, por n!.(tivo de se trornar secco o
tempo ante de eektttrem eo c;-idioosea de abrirem-se a=. iri eira:s inaBies. 0O
te-ipo de pl .ntio ucvc ser tal, Que :permitta a abertura &. ... ;ri eirao :iia.
depoia do terrmin:d as chuv.os eo a s cedo :o .ivel na oCta o recca.

pl-ntao. c.;o de algodao 6 util suemrlear-se de :. It 1 vezes n.ais
sementes do que o nu.ero de platitas cue oe dUsej:j. Ai ctuoenilea deve ecar
plant ad comrn ciis. de profundidadeA i4 e ein linhas con a _Ifasjt;.ieuto de
1 utetro. e 25 c.is. undo a.s .:lantas aIttingem a altura de a- 4 cO.i. e
ipeciso se a:zer o 'eSbo tan:: ento, .'ar .roc-" do-se -:s ..-iai s i.-a.c:s, fic i:ndo
:,, ouftra, eos-pacad...E de '7 ions. a 1 oetro. uandoo o e:..a nto fi ic: de
1E i tro, :ei:-a~i -. e duas pl ta. ju ntas, uic u s .. loc r.

>.ur:nte o tepio d ddeseuvolviminto do algodao-nos nossos cvoupos,
forata feitas cultiva oes fre uentes. To ou-se cuidado, deix udo o sdlo
ficar sufficice.te.ente secco, de modo a n.o oer ,iuito col rinido iplo


antarial e hoaexm na occasia o dos cultivos. Un cultivador cor as facas
el. forma de azas 4 do typo rais proprio. 's cultivos deve ..er p;odundos
de iodo a detst'uir.-m todas asi helrvas, m.s nao demasiadcra:nte, prejudic ndo
as "r izes dz::i plaatas L io. res onde ha terrenos ricos de aluvi o,
os f.:zend, iros achz'irao de vnit grem corta r .s r -izc d.s pclatt'.o(s de
ra ido d senvolvimento, :.1-i nossc.; lo ca de experimenta s o tao pobree
e:a iunus ad clue foi nec o ario comerv'r t..nto qu-nto pos, ivel, -S rai"es-
dos 1;;odoe iros.









Colheita. Conform dissemos, a pl;nta;ao foi feita diA j de Yovembro.
Dia 4 de ::.aio poucas maagas atbriram:-se, ia 10 consideravel nur: ero amtidur-
eceu, e dia 19 fizeos a p-riraira colheita, co i o se.uinte result.tdo.

Sunbeam, 211 kilos de al.,odao com : eente, por hect-re (pri :ocira colheita.)
Rus .ell, 196
'Tovo 'aulista, 11I kiL os de -AIg.od-o comi ", "
C&eveland, 189 kilos de 1 "

A primeir:,. colheita tornou evident-e iue o Junbea m e C("l-eL~lnd
tinhain- madurecim,-rncto m0a.ii3 recoce .o que ao ussell e ta xiiandyi4- ovo Piaulista.

0 algodao foi colhido meus.lmeLnte ?tE" o fiiL da _iproducgao. Os
totr.es era:. o ,seguinte;

Clevelavnd, 843 kilo:3 de Ag.-.odAo corn seil~eete, poar liect1re.
Junbe.m, 3 809 "
Russell 77 *
Povo iaulista, 693 kilos de alCod.Uo con 0 "1 "


Do ,u-,dro acina colclue-se que o Cleveland e roductor superior
e Icelo f.icto de ser o algod-o igual ou i:elhor do que sunbeam e o aussell,
parece ser varieda:de mauito relhor i.ue as outras. A fibra do iovo .ul-
ista .t is curta e mais irosea.

exl)eri;Lentaco se fez seo nieliu.n frc'tiliz nte. A rioduc o
obtida i'oi a:.,ro:imadre U;te o dobro d:' i ruduci c t&edi:1 qua se obte- na
,*ne:rica do orte, coi o ei prcoo de (;rnde uantidade de *dubo. *.$
hotog;r.lhi9 4 junta ( !a Lt) mostra uu ali;odoeiro eri len, ip'oducao.





































































































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1 TATA DOCE -- EX'ERI:T^AO.0

J.' auasi ccrto sor o .r:.:.sil o ,aiz de crli 'era da batata doce,
Alguman .as: rnclihores aoutoridades em -.ot-:nica, :ssi':! julgam. Ij, entro-
tanto, ainda obscure o asru.u:to, :.usi;l co:o t"r:bel qu:l ecpecic sclva-
iGem tratlforrtou- e na b.ittta dce d.os nc.s:o .lias. (utras auLtoritdadc
afiriman uer ella criginaria. da: si:a.. .,u luer das duas su.posiges pode
esta. certa, a b tata dcce nao poderia crescer nzelhor e ser r~ais bem
ad-.,tad.. a ,uasi toda.s as coudi oes de loe so e cLi-1 do ,r sil, si fosse
nwtiva deatuz pztz.

I. licola Iguimra attend o tCer aido dada ac t-a:talho de ccllec-
cionar v .'ioddeCs, que tern sido experiJpentadas en rmaior ou -.encs eoc..la.
Nhenliuma tentativa foi aind: feita ;arca o colleccionalacnte de todas as
v .riedodes e ne r se pr2ocurou fzer escudo chi.-:ico e botxnico daii s species
jc. cultiv:.das.

Iuitoa dips nossos iec-uenos l..vra.dores acreditam firin:.ente ser
preciso plantar a btat'.t doce emt tubercuLos ipara powder ser obtida bI
colheita. .ssim nou foi dec l-ardo quando no-..sau exerienci-s forazrL
iniciades. A pl ntat o feit.a e; tuberculos c:rusa dois prejuizos; eaj
priuzeiro logar, pede-se gr nde ,quawr-,tidade de limnto e c- scundo, os
lanttidores, per econoUria, pl.nt:Lam a ns mrncoreb tuberculos, o ue co.ndus
{a degenetrao d, variedade.

r col-hitu- de l;>!4-, posuuimoe bmtbunte plI2rJtas 1xra proce-
dermos ex.eiriment.ag:o de tires v .riedos que no nos..o 0;ECpo de Cria.:o"
receberaim as denouiinr:oes de j[ 14, o 1l6, e .Q 181. .Luta tree v.rie-
ndles j. ticham sido cultivadat durnte ar:um tepo, por fuzenVdeireos e
eramn muito productivas, e e su.u.erior c u-/lidade. :.ostrara.-se meclhores
do queo outris v riedades cue fo-:rm eXperi:imenta.d:s no :le.io te:.o.

A v .ried.ide o' 161 foi obtidi enr :..vri s, d.. .2.&u.:.oi, i Co he:ionaal,
e k goralmente conhecida pela dernom:;in.rao de la-.. vaLriedaces
so 14 e 16 vier-i do.s .ast dos Unidos, tdciao ido Ltr:sidas ;:.ra o Jr.sil
uelo r..nr. w. 'T. oorean, resident eQ, .nna taorecncia., .'ina;. Gor:es. 0
no ~e d v lied de 1A 14 e "Vine lni. suahr" e da -: 16 felloww in'.

Pl-Lntio. .r n eiados de J ,ciro, as rinaa tinha? attin:ido
creEcir:iunto sufficieute e o te:9po do anno er' pro>.vrio .. :a p plantio.

0 s:io tinlia sido ,previa.iente i;reparado c-n urn rado Chat-
tanooga de discos, reversiveis, .tU a -,rofundid.de de 2 cGlas.

Pouco :ante do pluntito, for:i.a formada turibas e uiditn1ntes
de 1. r'ctro, emre;ando-e um cult i..v;iaor l-'net Jr. (Ver : photjor- .hia
e :-. 1i8) As tumb: tin.ham a -.urn de 2 c. A ran. faoi cort ad ei
ied:i"0os de 3 cis. e coll.c;atis cobre a: tu:bas de /' c ui~.. -:. tra--
b lldor, c cndo na :0o -.a L ed-o deo r-Cpa cdo madeira, inLtroduc'iu as ranias
dentro :. tubs:: comi.riucindo-a- pelo ent1ro. i.oo occ..siao L co L ntio
o tc;umo estav abundi.ntenicnto humido, n.Qo tcajdc ido nec- .:.rio .-guar-se.
Dia 10 de J neiro )L.intar e ,.C0 :.ud'.E de o 14, son se tor perdido
unLL unic ,Lanta. 'm 16 do lesi:o mez, 1.6. da. 16 fi'cr:mjli .td
Deste total so, ente sete mud s n:o nqscora. e-Ite ooptio result ido foi


obtido coar trab Lth.dores o ,uc no tina-i: : -ntes Ilantado i t.it d Ce
paio process : u do.

Cultivo. A ;1 .nt:a",.u foi culLingda de tein.o em tc .i de ccordo
corn exiencii do ccIsi-o. mn CL.LI:ivador .. net Jr. co. zas, ioi
* us d(o eUitre au fi'ieir. s, co: o fin de auGuentur Itiura d.s tunbas e
t ..i abe AI a'a rearar 0o d.r-inoc; helas chuv a reetidas. '.'otou-se todo
cui ado, no o.#,aritittindo *se-r ito nenhui:; cult iva, qu .ndo eatava o aolo
ideL i.iadanl ente iiu ido, ; ripoto 'e se coVirit.iir' forte;:ente. Ito icce
sCe uS -;riuci.pio de i difiicil coi .reh.cns;o ,:.a p trab .lhador-s.
nx'-tda.s nunca for;a. per&ittidas cntrar no co-.npo. '2t o tr .b.I.io, desde
o ,.ntio at. colhcita foi fito ipor .iachiinai_ us .io ,en, u.t be ta,
e u.i cultiv: or fi.r'.o iails e Aelhor trab1lho num dia do que 1, homenp
com o xadas.


-. s-




- 9q-


Collieita. A exc:!v ::o foi feita ni r un a.do de ago, pissando
clle i~n abos o; 1 :dos dqs fileiras e em disatnci.- sufficient I:ra nao
J're ,dicor o0 tubeL.culos. Coamecaos a colheit- no dia 24 de gosto, e
c3ta deMontr,.o na. hoto ;raphia 0 20. As b t'ts fic. nr quasi tod's
e:xpost..s, tendo sido 1 uito f.cil -rrancal-, co. u! 1'ccido proprio. 0
.qua-dro e( m c ercuid diia u',c d 1.ont1 .; c' cl .r: d:a .uatit I:dde de tuberculos
obtidos, de co::da fiLeira de 84 centesirmos de hect.re, e dcs trees varie-
dades: 1:d 14 (Vinel ad ;ush) ; ;.2 16, (Iellow Y i,) ; .. 1' :1, (o, .)


I79 14, ViII:O
VII I:
VI I: 2


viili,
V 1. 14




I ; I
IX: 2
37 :3
I>' 4.

Ix 6
1: )7

IX: .1
IX: 9

17 181, 9 IV:9


..i t tas
C la icro caOS


129
147
144

C37
16'
157
9-
90)


kil os


63 kilos
60 "
S45
6n
69 "
67


ri "
6803
'8


.Tuito
je Ll uen- ui
14 kilo;
14
1 )
20 '
Is '
14
13
1 .
19



311 "
L icilo.




13

12
13
13


1 11I


"aito :i .ndea
e entra<; das.
6 ilo 1o
7 i
)2 i

O "
0 ".

0

2i "


14,' kilos


3,6 "
10,) '
4

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S :,


13


'ot .'i


1> .
17) ".
1(7 o'.
169,) '*.

176
171 )
OS.
106,I .


77,
70
o .-






99
-6$,
Vt)


ia

* i
, .


109 kilos.


A photo r'~, hia U- 21 1o0Jtr:/a L: it~t de b:i.t: Lau obtida3 ea
ca.da file ira, corr'esponr iee a 1/10 rdu hect re. 6 s bttats coL"Lcierci-
es ecsto no mons Ites iior, as uito gr .naies den.is rpal:.cL cos;inhui-nr etao-o
nos taeiiores, e i s .uito c'uenal i'orla cotIlocC.;das nob tLrcuCOiros c onltes.


De,.ooito. "L. desaccrdo corn a c jpini:o reina~:ntc ntre ous ni-jos
Siciculhtores, 3 bt .ta doce .,cod/ ser concervada. : o. ,ti-;,i coudioes
'aurL..rnte e '1'Ins e T remo 2 : zes se!m 2Lpodrecer ou deterior,.r. L'. necessaiio
soi.tLunrito uu o tubelculos tuonfai:ku b vcnu iLa o e 3se0a. cotLiocdo. era
tlo ,ir suficictii ,tcnto Sccco. Con ceue-e o' cfilneJte., cnllociuL.c-os .obr
pr-'tileiras fcitas de v -ras ou rias, :odecndo as ca.adt: aIttingirem a 1-
tura de j a 7 c'r. 0'-oda c': feita' tatiu;a series de pr" teleir
qur: ta' p e"iit te1n a lc ondi 0o do d c oi:.to. m e IpalO .e 30 e ) 0 CiS.o
eve er dciOatdc entire a parte su. rio'r di-a c..ia ea pr'.tilcira seguinte.

reve i'icar clar:--;Ientc co:;:rehendid,., eu;ea. lhumid .:ie eo 4.
Slr s-o ow; dots ini:,ig;os a cI re:i evvitadaio. .-: reeioes e !.;ue liouver
nevoeiro, os u.epositos devem fic r feci'-dos ite .uc elle Ie .p2., ra.
..-nt:l : eveC ser L I ert'.s a j..nell3m, para : e o deiposit0o pe~ )j. iF io
a correntte de axr tire .00 o;ce1so do huilid-tIe;'r

Li-. no. S .s ec eriefnc i"s, acha;o i os ue a 14 ci n1ervou-uc
:lruito .Cio.tr ue a 1~1, e 1.ie lhor U do uo a 16.

,s bLtat's for' ir rr no uadrs, mIout dis co :0 ..Ostrai :/
.iiotogr., nhia, e CJei"."i s no c:-.ipo c L Ie riodo (Lc c y:' el. I rL-: ForaILt
eois crL .Iusid- paa 0 .o asito u"oLl-'o Cs n ': I toIira otde
iic.araU dou .riciio de ctea!bro tI o0 f1in de i;oveC Ibro.









Renda. Na occa:siao da nos.tea colheita (A,;osto, 1924) o prego
gera4 em Viosa era de 3e000 po arroba por atacado. A varied ice 0o 14
deu n raza.:o ae 18.20 kilos (1.216 2/3 arrobis) per hect:ire. Au irn
ul nect..re/ produziria 3:650,000 de b:At.:itt doca. 0 total de todas as
despez.s :diasce o pl.:itio ate o armazelnam:ento nrio era superior a 6ti&,O0
.por ohect .e.

Iu 16 produziu n: razao de 7.k09 1/2 kilos (:03,9 orrobss)
ou ragxna saejam l:yt 1: 700 po01 hect;ire.

E certp se powder diser q.ue a producao media pelos i-etxiodos
co mj uns d inferior do que a quarta ptrte dcu producgo obtida, da u. 14.
E' timbem evidence que a cultura de b: t.tA doae em var.en -11tas e iinen-
s:-eaente rendosa, para o- f-zen.zendeiroas -ue a fazem, empcegando os methods
mieis eo no.icos.




































1- oho .' ;.. i Io.; iiiido &c co
a a. . , l LL u: o .. icl o


S .1... .. .r .l .
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r.lp~r~
.'1 e -Ll


*




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.!! 1'- s t.r.:t ..i.eior -e.- p b, escc lhidos d. v.rL e i. des
c. 14, 1i, e 1B. not.vel I:.L vo.ri edadc .O 14 o g: .ride
nu1..LCo "e tubercu.los o:^G"o-;Lcciiae e L unifo-,.id .di die i'orzma,
resultado de ,: 161os cle seca"o. (i) 16 iprodu poceos
tub!.rcw.os gi -.r uat> ;or p-e, e a colhoita tut e &:uito .
lenor do cie a e 2 14.
A ,roior 5o de tuberculoo rejoitos de -. 181, unuito
grnde. A csca 4 fraca e faciluiente d-,nnifiof .


CNN




































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S.. ,,. ..... .. '." 7 ", *\ ,, u L"- n.- ... .. "I .0 :..1 .
-f l^ G 'S i a O 0 e c 7 c t : ;1 : 1 :> o
to r....C 'V .. ..i 0i ..
0\. o ",I i" *-T -i c ":" a e : .v -td.aba
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- olhe it S 0 14, fl. ,ir-, V.i : 0 : :.
\ V III" ,i"lusivJ C-. luir Lo'ite.; i 4 c n te e. i" ORu.i

O Q.eT -S i:l :L itto id0. Ou LuLto CUULlC' *
o o "'oi i'cit. .-c. ub ..-ao.





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*,J. *. -; .-' C .

-1 S' *. '




- -/-


COi.l TINCIAS I CALIZ.- 0 1K)S ES-. S UlIDOS

Durante os tezes de Dezembro (1924), Janeiro, FPvertirc,
b :&.aro cie 192f) native ausen;:e deutt' lscola, en vista ro meu
t i n t2.1.

.Apur dc e ea visit.- re c.rwctcr puri eente partio ular,
coCio noteUi 0iztirau ro. Atctob u itu no ticias e ju120So err1roneos
a t'e ,eito do j -x:.uil e ao i.ovo bi Aili'iro, e 1,. is a inda, grande
intre'e ;e obJ-e esses .a.sLsux!.ptosu, Ceoiquei grx.nde i'.tcrte do men tempo
tr1.td- cruiiijrc1ia01t3 Cuoj.i c;3t& in.E r vi Lhoo Up iz e seu esz lol ndido
OVO .

et ntUluna duviU.a., miJlu. u conferenciEs fiorE, r liuit(- 2.18
citiectiva, t utei. paJ 'a.. o .3asiit, (to ue teria sido, coso rxvam
'foje(,t .te s ior un wad r'sj Leir oi--.ue p(ossiv.el ;prenrntr Cs
*t.3 OsA toS, o a onte de vittaio jovo n rtoe :rmeric-no,

A i' ic,.L. iste,'cia q cue eonseguei a uma conference::., foi
n asto;Wbieal ciei.l de estud.antes e corpo docente :-. 0uiversid'-de
a .. i.i., tniddo ouvicdo I .Iin-. )&lavre, 1.200 peseso s.
I
e J.tl'ao ;ueguinte d: ide,,: do0 p:,ensi:e tesl que form apres-
enut:.dn-i a-is c onfcrc. ias. n .:~ nte do dia u28 de J nictro, re-V.lieie
t'o onrieLinerciaos.

1' esboyo em ;eguida, e, ,rir.eiro logr, di-se c nome do
eab o. 0oCedLade, ei sceguidit iG cid de, e d. dLta. Le&u0-oe o titulo
Ld c. nfere.cia e urmas ligeir-A.u not sihbro ella.


i. Phi iKa.:p Phi, Universida de do lorida, G- ine.vi.e, .Fla.
Dia '1.7 de ezenbro de 19:;4.
,s aevoluaoes no :3r-sil. e )uaz Real .ifnificacao.
:;x :er', .u jor. .naes note americ tos; pro; )oroes r:ea-es;
triu U.'liC dC s rc a e legCae'.

2. RoLt ry uL ut, i" ,v- Lb b1 D.ia '3 :e ',u;.ibrD ae 1924.
.0r1Ail, ou jiaiiuvolvi0uto, e 0.oU1it'il-e-a ; umL 4otencia Un1iversal.
a ei, e ficio; .u. al.A.to; locat.o d .oIl).a.-, ;oT rcLioes inex-
..- .:Lia-. DesenvOlvi. nu o c'j .lO erl ital, u taci.ai e da educate ao.
-:r ci-a;Ac ,1. id .2n norse .oricrlc:-nos.
,Ci0 i t.. dus t ot do a Y ba.ix.aor -or .an.

..ic, ni Club, G -.ievii et ld. 0ia / (Ae J reixc de 192).
.cvolu ,o us '.ivili2acuCo Er"si Leira.
'ingua; Co.,tujnes; idae'es norte .nerionos apreciadoa;
i'ovo pl.ndido.

4. u r.c\. lub, (I nesvi 1Lte, 7't Di, 3 de 1 neiro de V 2?.
Flore -o ar.r ai.l e ;eu uo J- -ra o t.r be Ilea:s:ento de tGainuereville.
!e-.es .':; '. IcJi10- s ob.:e erhelIesjni:ento.

s.. E-L .ul: di e d Cor. '_ercio Tnternacional, uriversic.tde cda .i'lorida,


Giaineaville, il-'. li- 9 de ncairo de 19r.
Irelp;rai'co 'ec b.ria i r o I e.CernvoL virmn to ac Comiercio coit
o 2u"..r s3"L.

6. -cuity toker. nivrty f fi'orXiac. lJi $ cc n. eiro evo.uc'.. no r .'sl e C Lu Dessenvol viAein-t U ro txriotico.
Oricentf e evolu~, d C c. pulac(-.ao; uit .(IO 0 o u. nr .:amuel
dc' ouz- LeaH Gr'cie; Ghnr '6: d'Aii'atts a, '.,a ii s, lsh-.
Jn,';t(cn; 7Revoluoe -ctur'es, suas 'rtopor-ces e sigaiilcagao.
C lespertar da uniid-,de national.

7. 'iuL te i ntc/.iologia Econorica, Uni. it .l't. G-.inej ville, Fla.
Dia 10 de J-neiro de 192)








7. Aula. de ntomolcgia conomica, Uniersicid.e d loid
i.. 1 de nreiro de 1925.
Est:do 'ctul d:l Edntoi, IciLa .ccnonlicc nc r Ail
Trvb,-lho do .cverno fed.r -; dos csatdo; e rticuI res.
.1 de 2 ... do ", :'elhos -o,&CL o-S nr co b to de insects.

;. Club) icu t n . . .. L i c v 11 .
in 1^ n1 -: nf.i . c- e ii ^ .

Stitut. o do in u i


'. Uii 't Xi n ueoe, Io' t l 2 C. .l.3e, n, U i.

-.-2.il .. .. tvolu o 2 U2 ot.: ci. in ti .
.i ci- f ~if tur te do y 1 : 1 '.0 o Li: do .;uvo ;
*Doenv L.ironto U' l :l'tu a C i.. ti -, .
CL y ::C I IC.o fieturo.

10. Lion Club, rr;es, Io--. A' d s ilo cl 1,t+ ,
',Tr- il e u i A riouLtu i' c 1.i
o jr3 itj Scr'' 0 Ci' ior i. c'Ci (c0'. (, icd do u.ndo.
"; C,








iUm e:-xcell s e civiti .. u L . .-'.

l. ot nicni 2emin 1, Joya U t -.;r ', Coll".e nei 0 c.?.
o. ttc.Y.".. .. P [ e : .: ,







'Ori em dc ova brniloiro (a it' -e' :"o innc. lieoira. )
Hi torieM iti- j revolVUi, :B c Ui cC ul (a 1922-23
L Ultilub revol2.Tc.; 'U uC cdo (lcCuri"ni..ntcianrtou; .-00es da
tainh cC nfi.nf ; 0 b. 1. .o a tw ro .

Lt.. Pi n' uCtC of erei do '. I. .olf; ucl L .. .. i. r
da c;e"o in uipe: io0. dc i lricuLtur dC t.J -t ., l -,' ;c.
Y`i 2o l .ei o de 1(9/ .
j) ;ro G ,











Iun. C unlid d..CnC a iviliz: . el r L vo oveb'o.a

Loitir.
13. borne, lub, I. C., ., T :. 29 de at n 0 Oe 12 .




nurd;'c.U :uta --3c'U1 do sL o -a A jAlLtura ne .t;' i ; 'of. 't.ituii..o fo e.al;
U.0 .vo t C CI; i. i r














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+ .: ; 3 :.i12: o 0 O .' -.- ri : ric .:cLo :V (.'' V ire.. ; volu-
Ues ; u : L 1. .0 : :A o t o l < 3; L4 i.3t/. L1 I Li.i t doe
-revolu-o. u L". -,. ; ...s .i i -- il






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1'/. Socied.v.de de .ntormioloia "conomic-t, Uni. F-I., G.ineovilie, ila.
i)i 16 de -bevereiro de 194 .
4.-.tLdUo '" cnto1iolo,;tr.. oono tic, do r..s il.
.,>c.itll 6te ca.imio a:r :, e col ecc0io9:-r; Collocoes ;.blicas;
CoLLecyoes "articul res; l.n:ortncia dn c I-ssific ::to;
'ntor.Jologisttak no *'., si r1os -or.tra, Cont. LiI,., Adol-
ho -ilemp2l, to.' .:id, inkan, etc. ; Ac3c o;:crios norte
.mericaunus sao r ros no 2rooil. "xposi o de c;Aoc iAts
br tsL Leiros

1, .Agricultur:. 1i u -ui. d .. *, (;jjine jilIe, ta.
lit 16 In !e'crci :o ic i92,.
,st::cdo "i" LL J:' n 'ra' s 1.
0 i3eLa'z.,dos euro eus at.':Z n ,-" .' rd ipa' o trr-'Lho cdo
houemi; &Gr..ad it.'L de amethodo ue pouIpem tr-.to iho; 0
prob&tra real e 'A :npLicwa.o dos. .etihodo scicti'"icoc...

1.9. ..tsee blca do 4stad:;ntes e ahicul.de da ni. d. 'I ., -incville ,Fla
1 3' dc d r 'to Vc e 19:K .
.058 3 Nelaycos Coia a ur'sil.
LLa posiQO e xtenm 'o; It.do de dueenvolvimc"to; s'oten-
tinluicrite o mais rico i'zs co 1 undo; Idec, 1 on el .; ntes


" c.c e.ac dc .LF., ;.:: "et-". i..,ni. ... I .'.... r i -c vi lie .'1. ,_
ina' 3 dCe ro de 192 .
Os Tro.,.i.cos, s j.'eci'. n ,ente ao rsit L, c.. n C.mpo d. Activicdde
-.. ,g"i.- 1 Lturiqt.u ,cientifitcos,

.L.. ivan2is u Lub, t inouv t Le, tLaf. i, L c c ( La0I s.
r ilL, .'r .. dCo .P.;riv ssO.o
u.a or i ioic e ..opui 1 .o; In. Iivt,.to-. L tc .1t u tH .; Ji'1fi-
yE. ,CuldLL:os ,t..s vi:;ens; .wcenvo ivixiento dum civiliz .;.ao final.

22, ocienlist ..: o -uibro,; d no rternto dce "conomia-.:gricola,
?L4initeorio da .g:icuiturt dos L.tados Unidos, .-.shinton, 1. C.
3)1 i 10 de roo.
;ricu Ltura do I-rasil.
Snalc ytse ec}-i ica do 1c Y ., ct 1; r c i do c c. r.i. l t
16.3.; iodo do :,'r rio, Irtti-chi1_ ej i te rnl, Zt-18889;
'eriodto du-. Repurlica, trrnji-o; Orirem c, povo brazileiro;

n'.ol .uetO' e.ricoles; cc lheitca; c.aiJ, c .:A:' do -ucuc.r,
iziLho, feij-"o, al;;odo, q.do, porco;
Uc 33asOsact fin':nccira or-l .
,ii Iutc i:. i..3. iLi Jte t"lur e0rn"r,. ..






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