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-4,7 77-^4 4 .'" & C < < -- #- , ^<^', ~ ~ P ee u ^, - mo ^L~m^^j . . . NEW, lN -INS "jc I, Of x, /// - 624. t& ^^^^.^fi^ / %&a^c. 4*^#7.. tor 7 S-^ K ^ c ^ ^ '^ xx,,--, q J ~ 6%Z~ a XE, T &_ . q5 ~'B * x s ea q /t7~ / Y( ~3 -~ 'p I - I ALI A c~1~ I4 (I / '- Kc / y/ c 1 - - I /t-L . .- .. -i ^- c-,^ ~-a4 xl, a- Vr TI 44, ALA,,< ^y ^^ am . ... .... : .... .. - we I 7 I oj a \ -4 t 4- k "-< ,- ,f.?(P/r s 5< 43 .kj4 494$, O '016 / ... ^^^ ^^ftA ^^/^-Mt 6d '-f~ i ^t y^ ~^/ 4 . ^^^J~94#~# d ^^x/,at / ^fZ 4k i J l^i -7tx&4cA ^< ,A<^r A .^ ^ ^ ^ ^ -^ ^ o^^uS q... Kw wN JO Col.7 kfiHMS,4,W &^ ^0 "- 1^ ^ ^ ^^ ~ ^ i^' ^ ^ yL^^ oooo-/" ^( 7 U7, orA li " -'A 4 w./'*^&s&^R'p h miH IA sl- 7, PA W- ma . -ft r - 4 I - ~~1 II ,r . 5t ( -' - *uSlc 6~ ;_.. *. s"- t ,/.; L:^ ,- i . ..-. A .' t; ,., e : '- .- i..~.~f .. /r 1 , .~> t .. 208 :7 / lo 4 .'00 tf iP AOA VOW d4- ITI -U.>. mi. ' ( .^^^^^~j A^^ N; //// 1 r ^ *A-- \ / ~ P 3-j 4 1 IK ....... ... if ' It 4 N 1 " 0.. - c- .... C bodrow - 4 IV'o /- 0 Al /, ,/ i " . ... . ...J .. .. .. $ .. . . A....... 4A ,I sr. "4t~ 79 .. .... __ j, , ,. ........... C .. .,,. : .. .. Aj . . ........... ...... ..... .. ... .. ... ... . .. .. . . . . .. ... . .. .. .. . .......... lot not look !ii !i!!f A L Ii!i~ii!iiiiii i i ~~~i~i!iiii~~~~ ~~iii~iiiiii~iiiiii~ii!!i i!!~~~~iiii~ i iiRAW-li i iii lbii~ii~i! i i!!! i !ii~ ui ,ii ii LL? j -'-' , ^ .._....^ . JA _ ... / ..^ ^ ^ /r7 ^ * . --.. '- - ... . ..... ... .. .. ... . .. . . . . ... .. ... .k.. ... L . ....... .. ..... / ^ ^ ^ .... '.h" - -,[, . .. ..2 . . . . . .. .. .j Lc~ Pt- imE . .A . e j / < ii. .. .. <}..;; i ;. ,;; :.:...,.,.,,. .. ;; : ./:, . . . >~: ~ a-s. A.r '~~~~~~~ --,w^ *f ^ ffr^^^^ d9 fli c&4 /v4% J I Ii ii if I 1 ,. a . qt '"I t je,;-.-* ''^ 3 _A-4 lowq Ii ram **k / .. ^' ^\__ __/f __ -, 1 ._ / ('uA'_^ i^ i^ ^ / ^f4Lc^ Ld-^ ._ .. .I._.. _." __L . .. '..._ _. ___ ", .'. /d- "" "M_^ J.4^ ._..... 7 7 ; 7.. .__- - :,,: _-^ -C^._z. _LA,_..,._._____"__. ... : --"__ ^ ^ - -- -..... .. -. *L_ con- ra es- *phtali. s Bar- o Sul. p pro-" deter- )ropor- :hama- -elelto- bava-se t, para primei- come- ,eguida, prolon- niputos, do Rio 6. Faus- tr fol, o inte de Ilegado- isante 6 -eleitor, Cunha, a mesa, o livro, acertar a ssavel. n conti- 01-o de- ovidente .ada sa- Hontem, na Associacio Brasileira de Educacio A Associagio Brasileira de Educat-io prestou, hontem, ex- pressiva homenagem ao funda- dor da Escola Superior de Agro- nqmia, professor P. H. Rolf, de- dicando-lhe toda urna sesslo, da qual participaram representantes do governor federal, amigos e ad- miradores'do eminente educador e grande amigo do Brasil. Presidiu a sessao o -sr. Afra- nio Peixoto, que tinha A sua di- reita o professor Rolf o o se- nihor Alencastro Guimartles, re- presentante do ministry do Ex- terior; A esquerda viam-se o se- nrhor Arthur Torres ,'ilho. pre- sidente da Cociedade Nacional de Agriculture; major Bello I-is- boa, representante do director da Escola Superior de Agrono- mia de Vlgosa, e miss Clarice Rolf. 0 professor Afranio Peixoto, em breves palavras, disse do objective daquella solennidade, de justa homenagenm ao excel- lente amigo do Brasil, o pro- fessor Rolf, fundador do grande estabelecimento 'de ensino que .A a Escola de Vigosa, e que pre- tende, dentro de pouco tempo, deixar o nosso paiz, de regresso a sua patria, os Estados Unidos. Falou em seguida o sr. Prado Kelly. director da Instrucqiao Public dq Estado do Rio. Re- portou-se A visit que ha poucAs semanas fizera a Escola de Vi- gosa, onde pode bern observer a organizacrio modelar dos seus caml40s de experimentagao, la- boratorios, etc., e tambem a sua vida social intense. E, concluin- do. disse que o grande estabe- lecimento de ensino sera o mar- co definitive da passage do professor Rolf pelo Brasil. 0 representante da Sociedade National de Agricultura, dr. Ar- thur Torres Filho, foi o segun- do orador. Passando em revista o proble- ma da educacgio e da instrucciio no paiz, disse que deviamos ter sempre present ao espirito as palavras do professor Rolf de que "0 Brasil esta pagando tri- buto multo pesado corn a de- mora em estabelecer principals economics acertados. quanto 9, sua riqueza principal, que a agriculture". "E Isso, continuous .o sr. Tdr- res Fillio, significa que carece- mos promover a mais larga dif- fusio do ensino agricola, me- diante um system do educaCao generalizaio, desde a creanca do' campo, passando pelo traba- lhador e agricultor, at6 o ensi- no superior para a formaCao do professional complete, instituin- do-se um ensino democratic para todas as situag5es sociaes. Naio poderia deixar de referir-* me A quest'io do ensino agricola quando, como president da So- ciedade Nacional de Agricultu- ra, venho em nome dessa Insti- tuig~io brasileira, render just hc-nenagem ao emerito profes- sor norte-amnericano, figure que durante larigos annos nos habi- tuamos a admirar como scien- tista notavel e devotado educa- dor, espirito a umn tempo extra- ordinariamente culto e dynanmi- co, alliado. a. uma grande mo- destia, cuja actividade os annos nio arrefecem". Depois do dr. Torres Filho fa'ou o major Bello Lisboa em nome do actual director da Es- cola de Vigosa, que por tele- grammna he delegara aquella in- cumbencia, que, disse, nao Ihe poderia ser mais grata. " O sr. Afranio Peixoto deu em seguida a palavra ao professor P. H. Rolf. Ha em todo o au- ditorio movimento' de grande eo respeitosa attenqAo. Todos pro- curam ouvir o homenageado be- ber-lhe as palavras, tecidas de intima e grata satisfac'o. O professor Rolf expressa-se corn alguma difficuldade em por- tuguez, mas em todo o c'aso con- segue fazer-se comprehender perfeitamente. A principle, pre- sa de Intensa commoao, emal consegue balbuciar as primeiras palavras. desculpando-se, da forma a mais sympathica, do em- baraCo de que se achava pos- suido. Mas a sympathiu que por elle demonstrava o auditorio fcl-o aos poucos animar-se e, jLA agora, esbogando carinhoso sor- riso, consegue at6 pontilhar o seu discurso de phrases e ditos em que mostra o seu excellent hu- mor, a sua saudavel bonhomia. Diz que devolve 50 6*0 das genti- lezas que acaba de ouvir aos ora- dores que as proferiram, pas- sando logo a seguir a resaltar "a feicaio democratic do brasi- leiro, povo simple e despido de preconceitos, conform observe na propria Escola de Vigosa. E relata o que term sido a Semana do Fazendefro no grande esta- Uma homenagem ao fundador da Escola de Agronomia de Vilosa. . COMO 0 PROFESSOR P. H. ROLF FOI RECEBIDO HONTEM NA'ASSOAC AO BRASILEIRA DE EDUCAAO -: - - - - -:: :: :: :: :: .. . belecimento de ensino, "Sema- na" por elle Inaugurada em 1929 e que tem 'tido efficienda que nD nao p6de ser' posta em duvida. i c Assim .6 que em 1929 hospe- i daram-se na Escola 39 fazendei- , ros afim de observar-lhe o func- P clonamento e tambem aprender alguma colsa dos processes mo- de dernos de cultural E o profes- sor Rolf, satisfeito, passa aos annos seguintes: 1930, 139 fa- zendeiros: 1931, 305, 1932, quasi nada, dada a situagio normal do paiz, e 1933, 535 fazendeiros, que, tio satisfeitos estavam cam -4 as lig6es, procuram ouvil-os ate Lis meia hora antes de embarcarem siden de Vicosa. E que pena ., con- public, tinuou o dr. Rolf, nio se apro- Esta6 veitar gente tao boa, tio anciosa ser ct de ser util ao ,paiz, facultando- estror lhe ensino pratico por toda a tadist. parte! Salienta a vantage de mado ser creada em cada "Estado uma Escola Superior de Agronomla, -- nos moldes da de Vigosa. Re- porta-se A vlagem que acaba de emprehender aos nossos Esta- dos do Sul e tambem ao Uru- guay, Argentina e Paraguay. Nao queria, disse o orador, del- xar o paiz sem o- conhecer do norte a sul. DA as suas impres- soes do Uruguay, onde visitou uma escola superior de agrono- mia em que estiao matriculadas cincoenta moCas, lindas moCas que se entregam cornm alegria aI culture de vinha, etc. e que amanh'i serAo excellentes pro- . fessoras de escolas ruraes, em que o A. B. C. seja enslnado concomitantemente corn disci- plinas ligadas A vida da lavoura. E o dr. Rolf promette visitar todos os Estados do Norte, ob- servar-lhes a vida agraria, cornm o mesmo interesse corn que o fez no sul. Por fim., agradece a homenagem da Associaqio Bra- o sileira de Educai.5o, voltando-se para o sr. Afranio Peixoto e di- as. O0 zendo-lhe: alardes 6 "r quixotesq "Muito obrigado. senso pr A senhorita Juracy Silveira brio das em rapidas palavras informa A apresento assistencia que o professor Rolf balho que ainda se demora entire n6s, nao organizacg sendo JA a sua partida para os pelo mund Estados Unldos. que em Lt 0 sr. Afranio Peixoto encer- paizes, pela rando a sessao, teve ainda pala- gados, proc M ras lisonjeiras e multo delica- forgos comn das 6 personalidade do professor tabilidade fl. Rolf, que considerou o grande timaturn, da. bemfeitor de Minas e do Brasil. ameaga deix V C. can do trot de raid arf seci cret selh fred tar, ao I tes, do I ten( de panr pas. fl AAM ara vo- es. Mas primei- iam res- Ire Sici- cyr Mu- ; e Fa- 3 do Sul. irio, vae hamaC t, pelo re- 3iciliano, nsado, e secreta- e.o in- a mesa, pie na ?m fre'n- subir o, uer con- Tuirindo, para urm -e fazer. gao, em lovidade. la-se da arta, es- ro, e en- ndecisao. edula n6. .as 0 ad- a "cabi- evidente-' )re acer- ap6s um !om a so- seTm sa- a mesma. -e a urnia, ha. vanta, no arou nao E' o se- Lelte Pin- O minis- o a exer- , ....ulti- it. Era e. -"^ 0 e logo em Ias as ce- ; 50, eou- Lrece o se- na port egucidoe de E entra 'r no re- Lp6s atra- dirigo-se m prim en- Os dos a haviam cadeiras, om pres- arecerem ferentes, I ^- li 33 -. t- iF -a a r t o . ..... .-. -.. '2) ,;" p* -*o / - S r.. S -,-- " S, ... ....- 1 .. .. - -' -- .-.. - i-i - -1,1 ~ L.~ I- *1 -~ 1~ (9"' IlkI ~s 'Opp-^^^B '~~~~ 'A^^^^^^^^^ Mr *' _._3^^^^^^^^^^^^^^^^^^^ I Pl t UI I TI' 4w ,-1 ,@ ,.,.. / OF f, 4 p LI 4 NF ,,~~~~~~~~ .i .,,, !, ....... . ~i,, ........ AA LA., /t '-K . 1 , fl d .1I -/ o - P V 4d&' a I (} 'It. /- --. (/ ..., , / p I f.---- t1 .' *is.1 At> V 0 A" I " X Is J ^ |
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