ESAV, Regulamento, Tabellas e Programmas da 1926.

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ESAV, Regulamento, Tabellas e Programmas da 1926.
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jtjIJA DA AGRICULTURE4


Directoria de Agricultura,


Terras e Colonizac&o


Esola Superior de Ariulluma e felerifaria


DO ESTADODE MINASS GERAES
~ -Y T 4C !S ,


* I
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Objecto.ql a, rlal~u4L Ait,


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Signalario .


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Cont1dmr- .......... folhas.


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V i osa, .. ..... e. Ae- ... ................... ........... de 192 ... ....



















REGUL AME NT o


SUPERIOR DE AGRICULTURE


I VETERINARIA


ESTADO DE MINAS


Vigosa


12 de Abril de 1926.




o-o. /lSft<&


vud aA-a-u-st 4


ESCOLA


GERAES








I D I G E


Capitulo Pagina

I. Da Escola, Seus Fins, e ede 1

II. Do Ensino 1

III. Dos Cursos 2

IV Da AdWa4i-ft. 6,

y, D MLtricula ... t .*'I**@ *...... 9
a '..
VI. Do Internato, Semi-Externato e Externato 10

SVII. Do Regimen Excolar 12

SVIII. Da Justificagao das Faltaa dos Almanoa 16

IX. Dos xrcuaaes 17
X i' *'' '
X. Dos Titulos, Diplomas, Atteatados, etc............. 21

XI. Dos Preraios Aos liumnose 22

XII. Das Penalidades dos Alunnos 23

XIII. Da Instrucgao floral, Civica, lhygeinoa, e mililr, .

XIV. Da Eiducagao rhysica, .ruaica, e dos Clubes. 26

XV..Das .Contribuiqoes .dos Alumnos .....*,1 ....... 27

XVI. Servigo de Saude 29

XVII. Da Adminietra.ao 31

XVIII. Das Attrlbuigoes 32

KX. Da Congregaqao 38

XX. Do Corpo Dooente,... .. .., ....,.. ,.,. ..,.,.. 40

XXI. Daa Coiuiissasoes 43

XXI3% Dae Faltas doe rrofessores e Empregadoa....,.. 44

XXIII Das Substituigoes 46

XXIV. DoS Pagamentos 47

XXV. Das Fertau$..... *..*. **,. a. ... a.a. a., 47








XXVI Dos Coritractis 48

XXVII. Trabalhos de Experiencias, Demonstragoes, e

Aoolimagao de Plantae e 'nirnaes 49

XXVIII. Do Poato Zootechnico, Forneoimento de Produotos

da .soola, Deposito de Maohinas Agricolas 50

XXIX. Das -ublloagaes da EBicola 51

XXX. Disposigoes Geraes...... ..................... 52

XXXI. Disposigoes Transitorias 55

- APPENDICES

I, Tabella de Vencimentos do 10 anno do contract

dos Funccionarios da -sola .. ....... 57

II. Tabella das ''axaa dos Alumno. .,* .8,........ 8


PROGRAMMAS

I. Do Curso Elementar de Agricultura........... ... 0

II, Do Ourso fedio... .. ... .*. .. 66

III, Do Curso Superior 85








Capitulo I

Da Esoola, Seus Fins e Sede.

Artigo 19

A Escola Stperior de Agricultura e Veterinaria do Estado

de Minas Geraes, creada pela lei .......,... de.......,.,

corn sede em Vigosa, tern por fim adquirir e disseminar conheoi-

mentos agricolas uteis. Sera orientada de modo a educar a

populagao agricola do Estado em todos assumptos pertencentes &

vido rural e melhorar as suas condigoes morass, mentaes e

ecornomicas, no mis breve tempo possivel.

Capitulo II

Do Ensaino,

Artigo 29

0 ensino ministrado pela Escola, obedeoendo oas ideas da

sua fundagao, sera' facilitado a alumnos corn qualquer grao de

instruogao e devera ser sempre theorico-pratico.

Artigo 39

0 ensino sera feito pelos seguintes modos:
I1). Cursos Elementares de Agricultura e Veterinaria

de urm anno.

29). Cursos Medios de Agricultura e Veterinaria, de

douas ahnos.

34). Cursos Superiores do AMricultura e Veterinaria,
de quatro annos.

42) Cursus de especializagao, de dous annos.

59). Cursos breves, de um dia ate seis semanas.

69). Por correspondencia.




-2-


79). Por informagces pessoaes.

8). Por publicagoes da Escola.

9). Por meio de artigos sobre agriculture e
veterinaria.

10). Por exoursoes de pessoal teohnica da Esoola.

Capitulo III

DOS Cursos.

Artlgo 49,
Os cursos da Escola serao divididos em:

1). Cursos Breves.
C 2). Cursos Elementares.
3) Cursos tedios.
41 Cursaos Superiores.
Cursos de Especializagao.

Artigo 5g.
0s Cursos Breves tern por fim dar instrucvo pratica

agricola, aos interessados que nao puderem frequentar os

cursos regulates de maior duragao.

1). A instrucgao minlstrada pelos Cursos Breves
devera ser Immedlatamento benefica i lavoura

.-*do Estado.

2). A duragao destes cursos variar& de urn dia atd
sets semanas.
S3). Havera annualmente pelo menos dous cursos, urn

sobre culturas agricolas,outro sobre animals

domesticos.

4). A epoca e local da realizaqao dos Cursos serao
annunciado corn antecedencia.

5). Os cursos poderao ser assistidos por pessoas

44$ interessados em agriculture, Comn qualquer
edade a instrucgao.




-3-
6), Grupo de dezr interessados sobre urn

assumpto agricola poderi pedir a Esoola
a realizagao dum ourso, compromettendo-

oe a assistil-o.
Artigo 60.
Os Cursoes lementares se destinam a instruag'odo de mogoas de
boa mentalidade que nao tenham tido opportunidade de receber

instrucgao adiantada, e corn edade de 18 annos no minimo,
0 ourso sera feito em um anno, dividido em dous semestres,

e visa prinoipalmente instrucgao 4e agrioultura, e veterinaria,
alllada a instruogao geral indespensavel.
1). Nos cursos elementares serao feitos estudos sobre

os seguintes assumptos: Agronomia, Veterinaria,
Hortioultura', Pomicultura, Zoojechnia (inolulndo
Lactioinios), Portuguez, 1istoria do lrasil, Geo-

graphia do Brasil, Nogoes de Desenho e Arithmetica.

2). Os programmas de Portuguez, Historia do Brasil,
Geographia do Brasil, Bogoes de Desenho, e Arith-
metica serao os dos Grupos Esoolares Mineiros,

M corn adaptagao A vida rural.

Artigo 70.
Os Crso Medios serao destinados principalmente para oa

filhos de agrioultores, corn edade minima de 18 annos, e que nao

tenham feito curso gymnasial.

1). A duragao deste curso sera de dous annos, subdivi-
dido em quatro semestres.
2). Nestes oursos serao estudados os seguintes

assumptos: Agronomia, Zootechnial Veterinaria,
Hortioultura, Iomioultura, Engenharia Rural,




-4-
Chimica ou Physica, a escolha; Silvioultura,

Solos e Adubos, Inseotos Damninhos e Molestlas

do Pliantas, Mathematicas, Historia do Brasil,
Grammatica Expositiva.

S3) 0 segundo anno dqste curso ser4 subdividido em

cinco grupos: Agronomia, Zooteohnia, Horticul-
tura e tfomicultura, bingenharia Rural, e Veteri-

naria, corn 0 fim de linstruir melhor o$ alumno$

nos estudos de sua4 inclinagQej.

SAgtigo 8B.

Os Curses Superiores de Agricultura e Veterinaria serao

organizados para mogos ooam edade minima de 16 annos e que tiver-

em concluido curso gymnasial.

1 i). A duragao destes cursos sera de quatro annos, dubdi-

vidldos em oito semestres.
2). No Curso Superior de Agricultura serao estudados

obrigatoriamenti as seguintes materials: agronomia

(agrlcultura geral e especial); agrologia geologica

e mineralogia, physical do slo) ; biologia, compre-

hendendo a botanica, zoologia,(parasitologia e

entomologia); microbiologia; phytppathologia e

genetic (animal e vegetal); zootechnia (geral,

especial, anatomia e physiologia e exterior dos

animaes domesticos); chlmica, (Egeral, mineral organ
Ia, analytical e agricola), technologia das industry
*as ruraes; engenharia rural, topographia, estradas

de rodagem, hydraullca, irriga0ao e drenagem;

construcgoes ruraes, machines e motors agricolas
e desenho; physical, meteorologia e climatologia,





... .. i .. .., ., .. ; .; ..
hortlcultura, silvioultura e pomicultura; veterinaria,

mathematics, economic rural (contabilidade, administra-

9ao e legkslagao rural), historia de civilizagao 6

redacgao agricola.

S3). No Curso Superior de Veterinaria serao estudadom as

seguintes: Physica; Chimica mineral, organic e biolo-

gica; J3otanica; Zoologia e parazitologia; Anatomia do.

animaes domesticos descriptivea regional); Histologia

a Embryologia; Physiologia geral e dos animals domes-

ticos; Microbiologia; Anatomia e 'hysiologia patholo-

gicas; Zootechnia e Uooqes de Agricultural Pharmacolo-

gia, Therapeutica e Toxicologia; PaIAhologia Propedeu-

tica e clinic medical; Pathologia, Propedeutica a

clinic cirurgicas e obstetricia; Molestias contagioeas

a parazitarias doe animaes domesticos; Hygiene e Poll-

cia sanitaria animal; Inapecgao e Conservagao dos

Produotos alimentares.

- ). Aos alumnos di eurso superior que, por notas superior-

es a 6, em todas as materials dum semestre, se manifes-

tarem capazes de gazer mais estudos, sera permittido$

frequentar curios facultativos no semestre seguinte.

a). Os cursos facultativos serao organizados

sempre que forem pedidos por cinco alumnos,

si for da conveniencia da Escola.

b). Nenhum alumni podera substituir urn ourso

facultativo por urn curso obrigatorio.

e). Cinoo horas por semana de aulas facultativas

sera o amximo permittido a um alumno.





-6-


Artigo 9.

Os cursos de especializagao aerao organizados para estudos

adiantados e pesquizas originaes sobre agrioultura e veterinaria

pelos alumnos qur tiveremr concluido urn dos cursos superiors

desta Escola ou pquivalente.

1). Estes cursos serao de dous annos, subdivididos eml

quatro semestres.

2), Na organizayao destes curses sera eefpre observado

as posbibilidades do Corpo Docente, e intereese da

agriculture estadoal. "

Artlgo 10 .

SDe acoordo corn os ideas da .qcola, de fazer progredir

o mais possiveL oas seus alumnpo, eera permittido aeos alumnoe

doe Cursos Elementares e Medics so matricularem em matdria dos

cursos mais adiantados, desde que estejam em condigoes de

receber corn proveito o ensino dos cursoes adiAntados.

unico. As lioengas pars matriculas tratadas neste

artigo serao dadas pela Coommissaq de Matricula.

*Capitulo IV. ,

Da Admissao.

Artigo 112. X//X

Para admissao aeos cursos elementares, medics superlores,

todo candidate deverA apresentar a aecretaria da iiscola, oa

seguintes documents:

1), Requerimento to Director, assignado pelo candidate,

pqe ou tutor, send o alumni de mentor edade.

2). Attestado medico provando nao soffrer o candidate de

molestia infecto contagiosa, e ser vaccinado.




n7-
3), Attestado de boa conduct passado pelo Juiz de

Paz, em exeralcio, do Distrioto de sua residencia.

4). Attestado de edade:

a). Para os Uursos Jlementares q Medios, 18

annos no minimo.

b). Para o Curso Superior, 16 annos no minimo.
do preparo
5) Provas de habiiitaaq -e-pectivo ao curso desejado,

feito em outro estabelecimento, ou exames feitas

na Escola.

6). Pagamento da taxa de admissao.

Artigo 129.

Para admissao ao Ourso Elementar, a candidate deverd apre-
sentar attestado de terminagao do Ctrso Primario do Wstado de

Minas ou de outro curso official equivalente, ou eubmetter-se a

exame na Escola.
unico. 0 exame de admissao acima constar0 de:

a). Prova eascripta de oalligraphia.

b), Prova oral de leitura.

c), Prova escripta de arithmetica sobre as quatro

operagoea s fracoges decimaes.

Artigo 139.

Para admissao ao Curso Medio, o candidate devera apresentar

attestado de approvagao do Curso dos Urupos Ebcolares Minerioe,

de curso equivalent seito noutro estabelecimento official, ou de

exams oorrespondentes de admissao, prestados na Escola.

Sunico. 0 exame de admissao ao Curso Medlo consta dos

seguintes provas:

a), Prova escripta de Portuguez.




** -8- :*, .

b). Prova escripta de arithmetica, nogoes de

Geometria e desenho.

c). Puyvas oraem do : .No0es de Ueographia, ohorogra-

phia, cosmographia, historic do Brasil e ,6d44434

educagqo moral e civioa.


Artigo 14'.

Para admissao ao Curso Superior, o candidate devera apre-

sentar attestado de approvagao em gymnasio equlparado ao Collegio

Pedro II, dos seguintes preparatorios:

1). Portuguez.
2). Historia do Brasil,
3) Arithmetioa.
4) Algebra.
51# Geometria e Trignometria.
6). Bma lingua modern extrangeira.
7); Geographia e Chorographia.
8j. Historia Universal.
9 Physica e %himica.
10. Historia Natural.

SI, Aos candidates qUe faltarem no maximo dois prepa-
ratorios, sera facultado prestal-as na Escola, sendo seguido os

programmas e Regulamentos do Collegio redro II. *
S.
2. Os preparatorios estudados no Curso iedio serao

validos.

3. Aos candidates que tiverem terminado o Curso

Medio, sera faaultado prestar na Esocola outros preparatorios,

4. Aos candidates que faltaram urn preparat&6*o,

sera permittido matricula condicional no Ourso Superior.


Artigo 15'.

Para admissao aos Cursos de 'specializagao, devera p candid

dato ter concluido urn dos Cursos Superiores da Escola ou de

curso equivalent noutro estabelecimento congenere, fallar

fluentemente uma lingua estrangeira, e traduzir corn facilidade
o Inglez .





-9-


Artigo l6a

Todos os documents relatives a admissao de alumnos a

Escola serao examinados e julgados pela Commissao de Admissaao.

Capitulo V.

Da Matribula.

Artigo 17lg.

Para ser matriculado no curso elementary, media superior,

ou de especializagao, 0 candidate devera:

1). Aequerer ao Director da lscola, declarando o curso.

S 2). Appresentar recibos do pagamento ha Thesouraria do

deposit de garantis.

3). Juntar attestado da Gorunlasao de Admissao.

Sunico. 0 alumni matrioulado condicionalmente hao

poderA receber o grao do curso em quanto nao

prestar O preparatorio que faltar.

Artigo 189.

A admissao e matrioula para os 4ursos regulates serao

abertas a IS de Fevereiro, e encerradas a 282 do mesmo mez.


Artigo 19 ,

A natricula nos Cursos Breves, sera feita mediante pedido

ao Director da Escola e pagamento dautaxa~de matrioula S

frequencia.


Artigo 2O0.

Por indioa9ao do Presidente de Minas Geraes, serao matri-

culados alumnos, que nao pagarao a taxa de internato, e oujo

numero nao podera exceder a tuM para cada professor oathedratico

nomeado para a Escola.





-10-

Sunlco. a6 poderao gozar deste prdvilegio mogos de

reconhecido falta de meios para educagao e tendo

vocagao para estudos agricolas.

Artigo 21Q.,

A Escola concedera matriculas corn 50 % (cincoenta porcento)

de abatimento na taxa de internato, na proporgao de dous para

cada professor Cathedratico nofieado para a Escola, deatinadoe a

eduoacao de filhos de agrioultorea desprovidos de meios para

educacao.

1 ). Estes logarea serao preenchidos por indicagao do

Secretario da Agrioultuza, por pedido doe membros

do Congress line ixro.

S2). Deverao ser preenchidos por mogoB residents em

circumscrip9oes eleitoraes do Estado differences,

tendo vocagao para estudos agricolas.

S3)- Quando o numero de logaree for superior ao numero edo

ciroumscripqoes, sergo distribuidos eqaltativamente

entire ellas.


Capitulo VI.

Do Internato, Oenemi-Axternato e l xternato.

Artigo 229

Quanto a 5?esidencia, os alumnos serao internos, semrai-

extemos, e externos.


Artigo 239.

No internato sera adoptado o regimen de responsabilidade

pessoal dos alumnos, que serao grupados no maximo atd cinco em

cada apartainento.







Artigo 24g.

0 semi-tzternato destina-se aos alumnos que desejarem

passar todo dia na Iscola, e dara direito a almuago, merenda *

Jantar.


Artigo 25a.

A residencia dos alumnos externos e semi-isternos ficar&

sujeita a fiscalizagao da Dieotoria da Escola, que podera

exigir a mudanga de alumnos por motivo de hygiene ou moralidade.

Artigo 26Q.

OB XMjd alumnos interns deverao pakar adiantadamento an

taxas de internato e doe saude, e os serai-CAternos a taxa de

pensao.


Artigo 27',

Nao sera reservado nenhum logar no Internato sem o paga-

mento da taxa de signal. Us logares serao reservados na ordem

do pagamento da taxa.


Artigo 28Q.

Os alumnos internos terao direito a hoapedagem durante o

anno lectivo, sendo concedidos 5 dias de telerancia a mals.


Artigo 29Q.

Nenhuma peasoa podera' ser ldmittido nfs dormitories *
T
refeitorio, sem apresentar recibo do he~oureiro, correspondent

ao pagamento da taxa a que for obrigado.


Artigo 300.

alumno interno que nao comparecer as aulas nos dias 10
de Margo e 12 de Agoeto, perderA a taxa signal e estarA sujelto
a perder o logar no Internato.






-12-
Capitulo VII

Do Regimen Esoolar

Artigo 31A

o0 anno lectivo comegara a 11 de MaWrgo e teiminard de 159

de Deznembro, send ferlados OE ultlmos 15 dias de Julho.


Artigo 32B.

Todoc os alumnos serao obrigados a iniciar os trabalhos

escolares nos dias 10 de Margo e i1 de Agosto.

- Artigo 330

A frequenoia as aulas e laboratorlos e trabalhos de campo

sera obrigatorli.


Artigo 349.

0 alumni que faltar 20 % do numero de periods de uma

material numa semestre, embora oom juatificagao, nao podera

prestar examine dessa material ema primeira epoca.

Artigo 352.

0 alumni que perder 3 periodos sema justificagao, de uma

e6 material, durante a aewestre, nao podera fazer o exame em

pri tlpta epoca.


Artigo 369.

E mquanto estiveremr matriculados na iscola, todos alumnus

deverao proceder oomo cidadaos de boa educagao.

Artigo 379.

Nao haver4 aulas nas quintas-ieiras,4 domingos, c feriadoes






- 13-


Artlgo 389

0 anna lectivo sera divid&dp em dous semaestres, de 19

de Hargo a 15 de Julha, e de 10 de Agosto ate 15 de Dezembro.

Em cada semestre havera pelo menos 80 (aitenta) dias de trabaLho

esoolar.


Artigo 399.

os0 Cursos liemeatarea e aluwmna dever& realizar 32 (trinta

e duas) horas de trabalho escolar potr semana.


Artigo 409

oes CuraosB ledios a alumnuo devera realizar de tLAI4 20 ate

22 (vinte ate vinte e dous) periodic pcr semiana.


Artigo 41g.

eos Cursao Superiares o alumno deverd realizar o minima de

15 (quinze) periados por semana, sendo tO (vinte) periados por

semana a maxino permittido, incluindo estudos facultativos.

^ Artigo 42g.

Nos Cursos de Espeoializagao, o alumna devera realizar 10

(dez) periods por semanI seis destee serao dedicados ao

estudo de espeoializagao e 4 (quatro), a materias indicadas

pela Congrega-ao.


Artigo 432.

1a minimo havera trees reunites geraes por semnana, sendo

obrigataria a assistencia de todas as alumnoas. As reunioes
serao de curta duragao, e terao por rim dar instruoao moral,

civioa a hygenica.




-14-


Artigo 44s

Os aLumnos serao obrigados a observer o regiment interno

do estabelecimento.


Artigo 450.

Todo alumno ou candidate relacionado corn a Escola, ficara

sob sua jurisdicqao desde o desembarque emrn Vigosa, atd o a

regresso, ou terminagao de suas ligagoes comn estabelecimento.


Artigo 469

Os trabalhos escolares dos alumnos serao julgados par

notas de 0 a 10, cornam approximagao de decimos, sendo precise.

Sunico. As notas tem a seguinte classifica&o:

De 9 a 10, distincgao
De 6 a U,9 plenamente
De 4 a 5,9 sinmplesmente
De 0 a 3,9 insuffoiente

Artdgo 470

Durante eo semestres os alumnos receberao notas de aulas,

ou sabbatinas, de provas escriptas meneaaas e medias inensaes.

r Artigo 489

As notas de aula serao dadas aoe alumnos par chamadas

oraes ou stalbbatinas.

Sl). Cada alumni devera ter pelo nienos uma nota durante

a semana, de chamada oral ou de sabbatina.

2). A-caderneta de registro de aulas devera ser enviada

a Secretariat semanalmente para register das notas e faltas.

S3). P.ra cada classes havrerd un unico registry de notase





-1 ^-
Artiao 499

is sabbatinas se realizarao no maximo uma vez por semana,

nalo deverao durar mais que trinta minutes e poderao ser dadas

sem aviso previo.

Sunico. 0 alumno que faltar a sabbatina semr justlficagao

tera nota zero; asi tAX a falta for justii'ioada, o alumno

nao tera nenhuma nota.


Artigo 50o.

.uumas das ultimas aulas de cada mez, havera em todas as
classes provas esc iptas sobre a material theorica a pratica dada

durante o mez.

Si.). 0 alumni que faltar sem justificagao as prove

escriptas mensaes, tera nota zero; o que faltar corn

justificagao, devera fazer uma prova substitutiva.

2). As provas escriptas mensaes devidamente Julgadas

pelos professors, deverao ser remettidas a SecretariE

para registry das notas, na primeira semana do mez

deguinte, sendo depots devolvidas aos alumnos'.

Artigo 5 U.

As notas mensaes se obtem, tirando-se a media des medias

das notas de aula e da prova escripta mensal.


Artigo 529.

0 alumni qeuo tiver note inferior a 4 em $0 % das materials

obrigatorias do cursor que estuda, num exame parcial, podera ser

convidado pela Congregaao a afastar-se do estabelecimento.

1), Si o alumni for interno serd indemnizado pela quantia

correspondent a taxa de internato, durante 0 tempo

que faltar para terminagao do semestre.






-16-


S2), Taes alurnos sad poderao ser readmittidos por

licenca da Congregayao.


Capitulo VIII.

Da justificagao das Fultas dos Alumnos.

Artigo 53).

Poderao ser jPstificadas faltas dos alumnos que se AOA4

derem por urna das causes abaixas:

1) Enfermraidade do alumrno.

^ 2), Enfermidade grave ou morte de peesoa corn parenteBco
proximo.

3). Excurego official da Escola.

4). Licenga especial do Director.

Artigo 54).

Para justificapao das faltas devera o alumno fazer pedido

escripto A Directoria, Juntando attestado do medico official da

Escola quando for por enfermidade e provas necessarias nos

outros casos.


Artigo

As justifioagoes feitas pelo Director serao devidamente

annotadas.


Artigo 56).

Qualquer pedido de justificagao de faltas devera ser

feito na primeira vez que o alumno coamparecera a Escola.

Suuico. 9 alumni que faltar uma ou main aulas, nao poderA

ser admittido nas aulae seguinte semr apresentar licenga

escripta do Director.







-17-


Capltulo IX

Doe Examee.

Artigo 573.

OS exames serao classificados em:

1). Examies parciaes.
2). Exames da prirneira epoca.
3). Exames da segunda epoca.

Artigo 5139

Os exames paroiaes se obtem corn a media de duas notas

mensaes, durante os semestres.

1). Havera dous exames paroiaes, um no meio outro

no firn de cada amestre para cada classes.

S2), 0 alurtnoo que nao tiver frequencia nao podera ser

Julgado nos examines parciaes.

Artigo 59I,

Os exames da primeira epoca se realizarao no fim de

cada semrnestre, nos dias 7 atd 13 de Julho e Dezembro.


Artigo 609.

Us exames de primeira epoca, constarao dum exame escripto

no fim doe seraesttes, e dos dous examnes parciaes feitos durante

o semestre,

S). So6 poderao entrar em exames de primeira epoca Os

alunminos que tiverem feito os dous exames parciaes

da niateria, term media 4 no minimo, e terem a

frequencia exigida.

5 2). A inscripgao para ex,:me da primeira epoca sera

gagtuita.






-18-


Artigo 61i.

0 julgamento dos exarnes de primeira epoca sera obtida pela

media das tree notas, das dous exaaes parci:tes e do ex.me

escripto do fim do demestre.

unica. -er4'o appiovadoe os aLumnis que tiverem nota

4 no mninimo e que nao tiverem menos de 2 no exame

escripto.

Artlgo 629.

Os exames de segunda epoca se realizarao annualmente, dos

dias 15 a 28 de Fevereiro, e constarat de exame escripto e oral

de cada material.


Artigo 63'.

Poder'ao se inscrever nos exames de seginda epoca:

1), Caiididatoes estr-nhoa ao estabelecimento.

2). Alluinos dos diversos cursos da EIscola, que tiverem

perdido os exanies dae primeira epoca.

a). A inscripgUo nos exames de segunda epoca sera

feita mediante pedido escripto ao Director.

Sb), Inscripgao emi qualquer ra.teria, nos exames de

segunda epoca, custard ..,.,,....* 10000.


Artigo 64),.

Ia segunda epoca os exames escriptos serao feitos ao

mesmo tempo, tonto quanto possivel, e eerao presididos pela

Comrmissao de Exame, ficando a organizeqao de pontos julgamento

a cargo dos Cathedraticos de cada aepartamento.






-19-


Artigo 659.

Para os exames oraes, funcocionarao commiseses eleitas pela

Congregagao, constituidas por tree professors da Esoola, sendo

obrlgajoriamente um dos examinadores o Cathedratico do

departarnento.

1). A nota do exame oral, sera a media das notas dos

examRinadores.

2) Os examies oraes terao duraquo maxima de 30 (trinta)

minutes, para cada aluinno.

Artigo 66.
0 julgamento final dos exames da segunda epoca serd obtido

pela media do exame escripto e exarae oral, nao podendo a alumno

ter em nenhum dos exa.ies nota inferior a 4,


Artijo 67Q.

0 numero de exames escriptosd em um dia sera de dous, um

no periods da mnanha e outro no period da tarde.


Artigo 68'.

A duragao maxima de cada exa-nms escripto sera de dous horas.


Artigo 69g.

hoe exames escriptoe e oraes deverao entrar as parties

theorlcas praticas dos programmas.


Artigo 709.

Os ex-mee no fim dos semestres e os de segunda epoca serao

fiscalizados pelo Director da Escola e por um representante do

Secrebario da Agricultura caso desejar.






-20-

Artigo 719.

0 alumno sendo approvado em exa:nej prestado de qualquer

material da "scopla, fioara isento de repetir em qualquer epoca

o estudo e exame d0 material.


Artigo 72

o alumno que perder uma ou mais materials num semestre

podera ser matriculado, corn permiseao da Commissao de MLtricula,

no semestre seguinte, em waterias atd perfazer o total per-

mittido de aulas.

Sunico. & Commissao de Matricala poderA permittir os

alumnosdum curso, se matricularem em nriaterias dum outro

curso.


Artigo 739i

Os exanes prestados de materials dependents sa serau

validos depois de )restados exames das outras materials.


Artigo 74Q.

Sera considerado reprovado qualquer examinando que for

encontrado usando collas escriptas, ou consultando livros ou

colleges durante 0 examine.

0 aluamno que incorrer neste artigo eatara sujelto a

suspensao.

Artigo 75A.

Todos os documents de exames escriJtos deverao ser

enviados a Secretaria, onde serao archivadas durante operiodo

de cinco annos.





j -21-
Artigo 762.

rualquer exaninando tera direito de reclamar do Director

e recorder a Congregagao, sobre o julgamento de exame.*


Artigo 77.

Caso for necessario, por deficlencia de examinadores,

terd a Congregaqao poder para oonvidar examinadores estranhos

a Ezoola, especialistas sobre o assumpto a examiner.


Capitulo X.
Dos Diplomas, Titulos, Attestados, etc.
Artigo 780.

A Esoola conferira aos alumnos qae terminarem seas cursos

Os seguintes titulos: Attestado, ccrtificado, diploma de

Agriculture, diploma do Veterinaria, doutor em Agronomia e

doutor em Veterinaria.


Artigo 79--

Aos alumnos que terminarem os Oursoes Breves, ou a quabo-

quer pessoas que realiz.irem trabalhos de estudos na Esoola,

serao passados attestados.

unico. Os attestados serao assignados pelo Director,

pelo Secretario e pelo Cathedratico do Departamento em

que forem ffeitos os estudos.


Artigo 809.

Aos aluimos que terrminarem os Oursos Elementares da

Escola, serao dados mr curtificado de agronomia ou veterlnaria.
Sunioo, Os certificados serao assignados pelo Secretari

de Agriculture, pelo Director e Secretaria da Escola.





-22-


Artigo 81i.

Aos alumnos que terminar-erri O ursosars Medioe serao

passados titulo de Agricultor ou Veterinaria.

unico. Os titulos serao assignados pelo Sec-etario de

Agricultura, pelo Director e Secretario da Escola.


Artigo 829.

Os alumnos que terminarem os 0ursos aSuperiores, serao

graduados en Agronomla ou Veterinaria.

unico.' Os diplomas dos graduados em Agronomia e

Veterinaria serao assignados pelo t'esidente do Estado

de Minas Geraes, Secretario da Agricultura, Director

Secretario da tscola.

Artigo 83Q.

Os alumnos que terminarem urn curso de especializagao e

defenderem these sobre pesquizas originaes reveberao 0 diploma

de "Doutor enm Agronomia" ou )outor em Veterinaria".

unico. .istes diplomas serao nsFiigwdos pelo Presidente

de 1finas Ueraes, Secretario da Agricultura, Director a

Secretario da Escola.


Capitulo XI.

Dos Premios Aos Alumnos.

Artigo 84g.

A Escola premiara os seus melhores alumnos:

1). organizando os Cursos ?acu'Ltia*Uivos.
2), permittindo-lhes trabathar alguwaas horas diaries
para o estabelecimento, corn remtaneragao,
3). conferindo-lies os premios que forem instituidos
pelas auto'idades federaes, estadwaes, por asso-
Ciaoes ou particulares.






-23-


Artigo bi,

so poderao ser mptriculadcs nos cursos facultativos, oa

alumnus que se inanifestam gc:inde aptidao para estudos, constada

por notas superiors a 6,*5 emi todo3 os estudos obrigatorios.


Artigo 86g.

Aos alumnos de bom procedimento e que alcangarem boas

notas nos estudos, o que necessitam de auLxilio, ser4 permittido

prestar services a ZscoLa, nos Djpactaiaentos, n-.3 Secretaria, na

Directoria, Bibhiiotheca, ou outras secgoes do trabalho, mediantf

remunerayao equitativa pelas horas de trabalho.


Artigo 8j/Q.

A Escola acceitara e distribuira, em conformnidade corn as

exigencias estipuladas, os premios que forem offerecidos para

seus meihores alumnos.


Capitulo XII.

Das Penalidades doa Alumnos.

Artigo 88.

Ace alumnus que incorrerem em faltas sera applicada uma

das seguintes penalidades:

1)4 Admoeotaao.
2). Reprehensao.
3), Suspensao.
$4). Expulsao.

Artigo 89A.

A admoestagao podera ser feita por qualquer minembro do

Corps Docente, pelo Director e Vice-Director, e ter& por fimr

corrigir as faltas levels dos alumnus relatives ao procedimento

ou contrarlas ao regulamento e regimento da Escola.





-24-


Artigo 901

A reprehensao ser4 feito pelo Director, no recinto da
Direotoria e ten por Iim corigirlreincidencia em faltas levels,

faltas de character mais grave e depreda9es.

Sl). As reprehens oes sero registradae.

) 2). Qualluer merabro do Uorpo Docente poderg pedir

reprehensao para alumnos.

Artigo 919

A suspensao sera imposta pela Conrroga9ao e terct por fim

oastigar faltas de character grave.

S1), Esta penalidade, alem de registrada, sera communi-

cada aos paes ov tutores dos alumnos.

2). Suspensao dur.nte o anno lectivo serd no maximo ati

10 (dez) dias.

3). Ouspensao por motivo deshonestidade em exams poderS

ser ate 360 (trezentos e sessento) dias.

Artigo 92).

A expulaso sera imposta pela bongregagao, e tera por fim

punir as faltas de c'-racter gravissimro, contra a discipline,

contra a moral, e contra as leis do pais.

unico. A expulsao serj registrada, e oommuniadda

ao pae ou tutor do alumno.

Artigo 93Q.

Qualquer aiaunno que der prejuiso material ao estabelecl-

mento sera obrigado a indemnisal-o pelo vlo.o- conliecido ou

arbitrado.





-2%-


1). As cobrangas das indemnizagoes serao feitas pelo

estauelecimento aos paes ou tutores dos alumnos, ou

aos proprios aLumn.;.s, caso sejam emancipados.

2). As Indemnixacoes dos damnos vuja autoria nfo possa

ser apurada, sert descontada das taxas de garantia

dos responsaveis do prejulzo.


Capltulo XIII.

Da instrucgao moral, civica, hygenica e military.

Artigo 94Q.

A DEsoola proporcionarg a todos seus alurmnos Instrucgao

moral, civica e hygenica.


At tigo 952.

A inatruagao mor-al, civica e hygienica sera ministrada a

todos alumnos do estabeleoimento era conjuncto, trees vezes por

semana, eni reunioes geraes.

I l). A assistencia as reunites geraes sera obrigatorimn

S2). Serao reprehendidos os aluimos que AAM selp

justificagao faltarem As reunites.

3). As reunions terao ourto duraa9, no maximo de-
20 (vinte) minutes.

Artigo 96g.

Sempre qua houver opportunidade seeao ensinados cantos

patrioticos aos alwuanos.


Artigo 97c.

Todas as festas nacionaes serao commemoradas condigna-


mente.





-26-


Artigo 989

A Instrucga'i- military sera obrigatoria, duas vezes por

semana pelo menoa, pa,_a QU alwmnos dos primeiros annos do~cursou

medios e supei-'lo'es d.-. -acola, e para todos os outrou alumnoe

que nao tiverem: caderneta de reservista.

Si). Os c..trididatos a c..derneta de reservista deverao

prestar servigos marcados pelo instructor military.

2). Os alumnos adiantados poderao voluntarlamente

continuar a frequentar a iristrucyao military, sendo-

lhes facultada instrucoao ate o posto de oapitao da

reserva do exercito.


Cr.pitulo XIV.

:a lducagao -hysica, Ada music, e dos club8B scientificos.

Artigo 99Q.

A Escol', visando a educacao physical doe semw alumnos,

organizara cursos de gymrnastica seuoa, de apparelhos, de esgrima,

corridas, aaltos, etc.


Artigo 1009.

A Escola facilitarA. e protegir as .6-ociagoes desportivas,

organizadas pelos alumnos e permittira partidas, de preferencia

corn clubes de outros estabelecimentos de ensino, desde que nao

haja prejuizo aos trabalhos escolnres,.


Artigo 1019.

Os alumnos do segundo arcnodos cursos raedio e superiores da

Escola, qae tinao fr-equentaremn exercicios rnilitares, serao obrigadoi

a frequentar as aulas de gymnastica a athletisimo, duas fezes por

semana, no minimo.





-27-


Artlgo 1029.

A Escola faciiitara aos alumnoas cque deeejarem o ensino do

musiaa, mantendo um curso regrrular de auj ica. .,


1)/ i). Seudo possivel, sern organi-ada urea bands de muBioa.

2). Os alunnos que fizererm parta dr. banda ficarao

isento dos exerclcios imilit-res e das aulas de

gymnastic-F e ,thletismo.

Artigo 1039.

Sera permnittido organizagao de clubes no estabelecimento,

sendo previamente apresentados a Congregacao ieus estatutos

para approvacao.

i). Bao sendo approvados os estatutos, nto podera

nenhum4,6g club funccionar.

2). Us clubes que foran julgados prejuidioiaes poderao

ser desolvidos por acto da Uongregaaco.

Artigo 104a.

Os clubes que viaarem directameente o desenvolvimento

scientific ou literario de alnumnosra terao auxilio da Directorim

da Esoola.

Capitulo XV,

Das Contribuigoes dos Alumnos.

Artigo 1056.

A idea basioa da Escola, sobre o ponto de vista das con-

tribui9oes, 4 o system cooperative entire o governor do Estado *

os pages dos alumnos, Assim sendo, as despezas relatives a

instrucglo propriamente dita, ficarao a cargo do Estado, os paes

deverao contribair oom as despezas de manutenrao dos alumnus *

pima pequena percentage para as despezas da Secretaria e

conse rvagao.





-28-


Attigo I069.

Todao as taxas seroac pagaz adiantadamenite.


Artigo 107g.

As taxas cobradas pela E.scola serao as seguintes:

i), Txa de rdmissao, destinada as despezas de registro e

cadastro da cada alumno.

2). Taxa de Frequenoia, que destina-se para auxilio de

despezas correntes corn rmaiterial nas aulas a laboratoril

0 alumni so pagar-a taxas das miaterias que frequentar.

3). De exane de segunda epoca. A Taxa destina-se as despe-

zas extraordinariaa feitas com examesB da segunda epoca.

4). Taxa de internato e'destinada excluslvaraente para des-

pezas dos alunnos no refoitorlo e empregados necessary

rios ao conforto pessoal dos alaimnos.

5). Taxa de saude. Ssta importaticia constituiri a contri-

buidao do alumno para ter direito a medico, pharmacia,

enfermaria e exame dentario uma vez por anno.

6). 0 deposito de guaranrtia e uma quantia que cada alumno

devere depositE.r nrio Thesouraria da Escola, a que se

destina a indemnizacao '.e p-rejuizos causados ao estab-

lecimento peloe alumnos, nao fic-'_ndo apurado 0 respon-

sivel. U saldo do derosito de guarantia sera restituldc

quando o alumrano se retirar da Esoola.

7), Deposito de Signal, Os pedidos de logar no Internato

deverac ser accompanhados de dcposito de signal, send

os pedidos registrados na ordem em que foram recebidam

as importancias. Esta quantia sera deduzida do primel-

ro pagamento que 0 alumno fizer. Sera pago semestral-
menta.





-29-

8). Taxa de rensao. Os aLumnos externos, empregados ou

profea.,ores que desejarem torniar refeigoes no refeito

io do, Escola, deverzo pagir adiantadamente a taxa de

pens~o.

CGLpitulo AV'I.

Se-vigo de 3adde.

Artigo 108.

A Escola vrganlzara por meio cooperation, servigo de saude

para professors, alufinos, e empregados do estabelecimento. Para

isto contrn-ctarA medico e enfermatro.


Artigo 1099

0 servigo de eaude terS principalmatte por firm o melhora-

mento do estado physico do pessoal e aluranos da 1scola, e a

prevengao contra doengas. Ter6 portanto o character de assistencia

premanente,


Artigo 11OQ.

Sao deveres do medico:

1). 'ermanecer no consultorio meio hora, pelo tmienos,
nos dias d sei6mana, ao dispor dos alumnos, *

attender chamadas urgentes.

2). Devera examiner os alui-mos pa.ra effl&ito de

justificacao das faltas.

3). Dever4 dar o exame medical obrigatorio a cada

alumni clur-tnte o primeiro mez de cada semestre,

incluindo nota do peso e altura.

Artigo 111iQ.

Cada alurmno tera direito a am exarme dentcr:io por anno,

recebendo nota do servigo necessario.




-30-


Artigo 112g.

Os alumnos e empi'egados terao direito a enfermaria para

t-atamnento de doeng;s de mcnov grLavidade. Doengas graves e

operagoes cocrerao por conta do aluuno ou do empregado.


Artigo 1139.

Si for de conveniencia, e sem augmento de despezas para

custeio, a Xscola podera montar waE.. phar'macia annex a

enfermaria.


Artigo 114il0

Todos os alumnos e empgrgados da Escola serao obrigados

a exame mddioo no primciro nez de cada sereestre.





-31-


Capitulo XVII.

DP. Administ.tacao.

Artigo 11Q.

A administra-ao da Zscoli superiorr de Agrioultura e Veter

inaria do Estado de .iinas ueraes, ficara subordinado a Seare-

taria da Agi'icultura.


Artigo l169.

A administragao geral da Escola ficara a cargo dum

director.


Artigo 1179,

AldrA do Director, tern a Esoola o seguinte pessoal
administrative:

I). I Vice-.Lirector.
2). 1 Jec retaio
3). 3. Thezoureiro
4). 1 Bibliothecario.
5). 1 Official da Directoria.
6), 1 Official d,- Secretaria.
7r, I Almoxarife-Apontador
15). I Po'teiro.

Artigo 1169.

Todas as norneagoes para os contractor da udministraqao
da Escola, serao por oontracto.


Artigo 1190.

A nomeaco do Director d,.i JIscola. sei.'T. de livre escolha
do kresidente de LIinas Ueraes.


Artigo 1209.

0 Vise-Director ser', nomeado pelo Presidente de Mlinas
Geraes, por indica.ao do zi-'ector da "scola.


Artlgo 1219,

As outras nomeag9ee do pessoal administrative da Escola
serao feltas pelo Secretaria da Agricultura, por indlcag0ao
do Director da Escola.





-32-

Sunico. 0 Thesoureiro do podera ser nomeado dppiis de

prestar fianga de 5O:OOO;uUOO (cinooene.t contos doe reis)

approvado pelo Secretario d, Agricultura.


Capitulo XVIII.

has :tttiibuigoes.

Artigo i 1'2Q.

Ao Director compete:

1). Dirigir o ensinamento da -'scola.
21. Uombinar comaos professores as experimentagoes e
investig...oes a serem feitaes no estabeleoimento.
3). Dirigir on trabalhos de publica;oes da EBcola.
4). rropor ao Seoretario da Agricultura modificacoes nos
curses da Escola e programmas, annexes a este regu-
laraento, visando interesse do ensaino e adiantamento
da ag-'icultura do estado.
y). rropor ao Seoretario da Agricultura organizagao de
novoa curaoses, augmento de p-eogrammas e programmas
para os curses breves a realisarem annualmernte.
6), Dirigir os Ctu'sos Breves levados a efft4to na Escola.
7), Dirigir as reunites dos rnest-'es de oultura ambulan-
tes do lEstado, realizadas na Escola, por ordem do
Uecretario da Agricultura.
8), Assignar diplomas, titulos, e attestados conferidon
pela -wscola.
9). Fazer cumprir o retulimento da -scola e oonserval-a
nos ideas de sua functacao.
10). Aconselhzr ao governor do Estado as medidas que foram
neces.rijrasi p!..r'a o boun funccionamento e prosperi-
dade do estabelecimrento.
11). Indicar ao Presidente do fstado e Secretario da
Agriculture candidates para os Bargos da Esoola,
deuois de cui'liddoso exL-.;;e '.e seu preraro e abili-
dade.
12). Ajustar contrae'tos coirn os professores e empregados
da Ecola, enviando-os ao becrebarlo da Agricul-
tura, quando fIzer preposta da nomaeacao.
13), hromera, com autorizagao do 3ecretario da Agricultura,
ob essistentes di Esoola.
1,-). Nomear o pessoal subaLter'no da Lacola.
15. Destribuir o tr.b0lho geral da Esgola.
6. P'.esidir as reunioeo da Congrega.ao e convocar
reunioes extraordinarias.
17). Presidir as reuniotns geaes dos alumnos e organizer
seus progremmas.
l). Assign-r a correspondeoiao da LAcola e destribuir
a correspondencia diaria.
19), Fisoflizar os exaies nosa fins dos seaiestres, e os
da segunda epoca.





-33-
200. Autorizar despezas urgentes, danto sciencias imme-

diatas ao Secretario da Agricultura.

21). Weceber os credits votados pra o estabelecimento,

22). Autorizar viagens dentr-o do "satado no interesse

ag.icol- do estabelecimento.

23). Pedir ao Secret; '.-io tI-. A-,ricultura autorizagao para

viagens fora do Estado no interebse agricola da

Lscola.

24). Autorizar qualquer p.-gamento.

25). Orgrinizar annu.irmente o projeoto de orgamento da

Escola, e envial1-o at Secretar;io de Agricultura at6

/ o dia 1 de Margo.

26). Apresentar ao Secretario dca Agricultura, t-idt o 01

de Marqo, um celqtorio annual dos traballios da

Esco La.


*




-34-


Artigo 1230.

0 Vice-iJ.-'ectof, qute dever. .tgir de accordo corn o Director,

ter ;a 8egLullutes -tt'tribuieoes:

S). 3ubstituir o Director era seus impediments.

2). Di-igir as compM-.- r. :.a o cstabeleciuiento.

3), Dirigir os trabalhos da Sc'cret-ria, 'lhesouraria *
1'~o 1- i'ia..

4)4 Superintender a disciplin- geral dos tILurnos.

%) Dirigir o uessoal d dependencias de domocillo doe
alurnnos.

6). Dirigir a part commercial da .EiacoL:.

7). nclicai: alumanos ta.-a os seviQgos auxlia;.es da Esoola.

8). Adiaittir e destrlbuir o pesaoal diarista da Escola.


Artigo 124g.

41. Eo Secretar'io incumbe:

I)0 2azer escrlpta de todos os negocios da tacola.

2). Fi-zer todo trabalho de secretaria relative aos alumnos

3),j Lavrar actas da Congrega.:.'o e daG sessoes sblemnes.

4). Organizar o :.rchivo da acol e zclacr poar sua
conservagao.

!). ?azer inventario arinuaLmette dos moveis, uteneilios,
nntchinas, vehiculos, e iruteriol escolar pertenoente -
ao estabelecimento.

6). Conservar a-berta a Secret .ria durante as horas
determninadus pelo regimento interno.

7). organizar mw;nsal e sermanalmente as folhas de pagamento.

Artigo 12>).

Sno attribuigoes do Ti'hesoureiro-

I). 'Ter sob su:. guarda todos os vwlores recebidosI pela
Escola.
2). Receber aon ordem do Director os creditors requisita-
dos a favor da Esoola.





...-35-

3). -Receber todas as quantias provenientes de renda da
Escola.

4). Receber de alumnos e depositor, objects de valor ot

quantias de dirnheiro que tiao desejwn ter em eu poder.
P.,ra OE objects de valor ser." p-ssado u. -ecibo e parw

as quantias de dinheiro ser. aberta uma c9derneta.

5). HReceber dos alumanos, mediante recibo, todas as taxas

cobradas pela Escola.

6), Nlo conservar em seu poder quantias superiores a

20:OC0i000 (vinte contos de -eis), Devera depositar

ciariamente emra est.abeleciitento bancario, indicado pelo

15lireator, car, a;.provagao do Secrebario da Agricultura,

as quantias superiores a 20:000"000.

7). Apresentan o balancete no mi-io e no encerrarmento de
cGd..a seinestre.

8). Por a disposigao quando exigidos para conferencia, todos

oa livros, dooumentos e caixa.

9)' Apresentar aos inapeotores noImeados pelo lGoverno do

Estado, todos os o Lerlejuentos ece;s:-.rios a umia boa fiscal-

izagao da thesoux'aria.

10). Abrir c:aderrietas pa-'a deposit de economies de emprega-

dos da sfcola,


Artigo 12691.
Ao Bibliothoca.'io inowiunbe:

1). Organizar e udministrar a bibliothreca da Escola.

2), Catalogar e valar pel conaervagao dos livros.

3). Uazer abrir e fechar a bibliotheca nas horts determinada

pelo itegimento IlteL'no, devcndo saer aberta dez horas por

d ia.




-36-

4). Us domingos e feriados, a bibiiothieoa devera ser

aberta nas horns determinadas pelo Xegimento Interno.

)-. Registrar os livros tornados poi emprestimo dai bibilo-

thec t.

6). $uktetter seimestc'alnft-e a appreoiagao do Director,

lists de livros a serem compraldos e de revistas

jornaes a seremn assignadus.


Artigo- 1279,

Ao official d- Secretaria compete executar todos os

trabalhos por ordem do Secretario.


Artigo 128w,

Ao official da Juicectoria compete fazer toda correeponden-

via, e os trjabalhos que lhe forx'a designadoe e pertencentes a

Directoria.


Artigo 12QQ.

Ao Almoxarife-'\pontador compete:

1). Receber todcs uiercadorias destirwdas a L-scola e

armnnazenal-as.

2). 'er selzpre T dia o livro de c:rgnt e descargo de

materi.s.

3). Acciusar recebimaento de rnercadorias e informar sua

chegada a sec-Cao interessada da 5scola.

4). Inforn,:;r corn systana de papeletaE os sotcks existen-
to
5). Zelar pela material ema servigo na -ascola.

6). lao podcr9 entregar nenihum material sern vale escripto

.:'saigandr paor ,eS2oz-, .utcorizada pelo Director.

7). Apresentar -iens-ilmente ao Secretario a folha de
despezas do almoxarifado, discriminando os servigom.




"37-

8). Percorrer diariamente as turmas de trabalhadores da

Escola e tornar seu onto.

9), Dest'ibuir e insiyccciona.r as residencias de empregados.

i0). Percorrer, pelo uenos uma vez por semana, toda proprie-

dade da 3scola, verific-ando estado das estwi das, ceroas,

tapumes, etc.

11ii). Conserva.- aberto o *'lmnoxarifido eu lioras determiriadas

pelo Itcgiaentu, Interno.

12). Fazer out-:-os trabolUios que ihe for-.M dosignados pelo

Vice-Director.



Artigo 130t.

ado deveres do koLteiro,

1). Abrir e fechtr o edificio principal nas horas marcadas.

2). Dieigir todo trabalho de limpeza do edificio principal

e dcas su.s proximidedes.

3). Leceber e nmcaminhnr a iJirector'ia da Escola a corres-

pondencia e telegrarirmas.

4). rrotocolar todc, correspondencia official da acola.

). F zer. o ponto e mante:.' discipline no pessoal aubalternc

emLpregz-do no edificio principal.

6). -eceber e encaminhar visits EsRocola.

7). Levar ao conheciriento da Directorila qualquer damnos

cbusados au edificio principal e suas preximidades por

alumno s.

8). Cumprir outros obri-gn!cces que Ihe for,?.m "Qesigno-das

pelo Director.




-38-
Capitulo XIX.

Da 'Uongregaao.

Artigo 1319,

SA CpngrgaaLo aer constituida pelo Director, pelo Vice-

Director, e peloe Puofeasores Cathedratioos 8 Profeasoree

Auxiliares um exercicio effective,


Artigo 1329.

A dongreg-y -o seve*ta reunir-se:

a). no dia 15 dc .Jevereiro de cadi anno, ou do dia util

U.MaediataLierito ariteiior, c iso a,.ja domingf o ou fer'iado

o cia 15.

b). Uiao vez por mez, duhrante o anno lectivo.

c)4 Depois dd terminiados os exrneo no fim do jnro.

d). em C?so urgente, quahdo convoc .dq pelo Director, corn

6 seiss) ioras de -ntecedencia.

e). quando convocadQ po-' pedido de seis professors

catiGLted.---ticos, corn 24 (vinte quatro) horas de

antecedenc ia,

Artigo 133U.

As sessoes cia, "ungegr.ao scrao presididos pelo Director

daliscola ou seu ubstituto.


Ai'tigo 134g.

A Congregagao sd poderal deliberar corn oomparecimento 4d

douas tergos de seus membros, no minimo.


Artigo 135".

As resn.lucoes d.. Co.;rdgacao serao tomadas por votagao.

0 Presid rite s6 tera direito a voto em caso de empate.'





-39-
Artigo 136Q.
S.oretrio d scol. d*:ve.,'a assistir 4s reunies da Con-

gregagao e to ;var as notaB necess.'riau La-aa lavrar actas, que

zserao lids e a..pu:,ovad-as am reuaniao seguinte.


Artigo 137Q

0 encerremento de cada reuniao soer por voto dos membros
pl'esentes.


Artigo 1368.

0 compurecimento as reunites da congregaciao erae obriga-

torio, salvo motivo de molestia ou viagem autorlzada previamente


Artifo 1309.

A Congregacao incumbe:

1). Conferir ilplomias titulos, e oertificados,

2), Confcirir premios iri::tltuidos piela EBcola, pelo Uoverno

po2 associagoes ou por ii:.ticula"'es.

3). Organizar .nnu-Lnmntc o iregimento interne da Escola.

4). ulegoer as co0m.JissJes de admissao, de exame, de mtri-

cula, e outra.s coLIMni.SoBs que forew. "ecesc:urias.

I). Assistir as defez:a- de thleses de ctididA.toa ao grao de

Doutor em Agronomia ou Ve terinar'ia.

6). cooperar na acbninistrac.o da -acuL"., suggeui"ionando

a que convier a bern do ensino e discipline.

7). Suggescion.ri ao D)izector as modificagoes e desenvolvi-

mento nosa progrcUmtaas de ensino, a serem feitas de anno

para o.nno, conservando os ideaes de melhorar a agri-

cultura LL .stado e de dar ensinimento agricola a

alumnos couL qualquer grao do instruccao.

8). Impor as penalidades de auspensao e expulsao aos
alumnos, tratadoe neste regulame1to-




-40-

9). Adoptar annualmente livros de texto para a Esoola.

10). Animar a publicaqao de livros de texto e outras

public:, iQ.. es de Valor a agriculture.

11) iResolver casos oraissos nest iegulamento.

12)' Fixar annuin:Lente o nume.,.-uo de altumnos do estabeleci-
mento.

13). Votar annu..Imente a ordem a ser seguida nos trabalhos

das reanloes.


Capitulo XX.

Do Corpo JDocente.

Arttgo 1409.

0 Gorpo Docente da ,,scola ser.4 constituido pelos Professor-

es Cathedraticos, Professores uxiliares, e Assistentes de Ensino


Artigo 1419.

Ao Corpo Docente incumbe:

1). uumprir co rn regularidade os deveres impostor po -e ste

regulamentoi pelos contracts, pelo legimento Interno,

pela Congrega ao ou. pelo Director.
2). Facilitar encontrar-se o mats possivel corn os alumnos,

vis!>]do orient-l-os para sua melhor mentalidade a

moralidade.

3). Deverao dedicar todo seu te.apo aos trab Ihos da Escola.

nao podumtido occupar outro eLiprego remAneratico | nem

leccionijr particularruernte materia dos pio'Lrammas da

: iscola.

4) Dlos deplO't.nUeL-At os de A4;rx'icultura e Veter'iniria, oB Pror

fcasores devemn dar- em media 15 (quinze) periodos por

semana. NOs outros departamentos devem dar em media
20 (vinte) periods por semana.





-41-

5). Deverao organisar annualmente os detalhes de seus pro-

grammas, que deverao ser appresentados a Congregag'ao

numa das ultimas reunioes do anno.

6). Us professors serao obrigados a dar untegralmente os

seaus programmas em cada semestre, podendo dar mais

material, sendo possivel, mediante licenga do Director.

7). Fazer o ensino nos Cursos Breves e assembleas dos

mestres de oultura ambulantes, para que forem designa-

dos pelo Director da Escola.

8 Dar instrucgao agricola a fazendeiros e outros visi-

tantes quando form indicados ou solicitados.

9). Fazer o ensino nos Cursos Facultaticos qqu form

designados, por ordem do Director.
10). Sempre que for possivel, assistir as reunites geraes

dos alumnos e fazer preleoges quando designados.

II). Deverao realizar Ouidadosamente as experimentagoes e

pesquizas origniaes, de accord corn programma

excripto approvado pelo Director.

12). Os professors cathedraticos e auxiliares deverao dar

no minima 6 seiss) horas diarlos de trabalho a Escola,

os assistentes 8 (olto) horas.

Artigo 142Q.

Aos professorew cathedraticos incumbe:

1) Orientar o ensino de seus departamentos.

2). Suplointender a secgao pratica do departamento.

3), Manter todas as repartigoes do departamento em boa

ordem e discipline.

4). Fazer o ensino que lhes for designado pelo Direct;
da Escola, aos alumnos doe cursos de especiallzacao.





-42-


5) Responder o:rtas e fazer consultas sobre questoes

agricolas relatives aos seus departamentos.

6). Pedir ao Director ampliagao dos servigos e das instal-

lagoes de seus departamentos, caso se verifique nota-

vel saldo ou desenvolvimento no firm do anno.

Artigo 143B.

Aos professors auxiliares cumpre encarregar-se das partel

dum programma oU duma secgo dum departnamento, que lhes forem

confiadas, ficando sempre subordinados ao Cathedratico do

Departamento.


Artigo 1449.

Aos assistentes cumpre prestar servigos aos departamentos

para que forem nomeados, encarregando-se do trabaLho e ensino

que Ihes form destinados pelos Cathedraticos, de accord corn

o Director.

unico. Os assistentes de preferencia se occuparao corn

os trabalhos praticos dos departamentos.


Artigo 145%.

As nomeaqoes de Professores Cathedraticos e Auxiliares

deverao recahir sobre especialistas de reconhecida competencia

e serao feitas por contract annual.


Artigo 146a.

As nomeagoes de Professores Cathedraticos e Auxiliares
serao feitas pelo Presidente do Estado de Xinas Geraes, depois
de approvado pelo Secretario da Agricultura o contract ajust-

ado centre o Director da E.scola e o candidate.




-43-


tA43-v Artigo VA")

Os professors Cathedraticos e Professores Auxiliares dos

Departamenton de estudos agricolas deverao ser formados em

agriculture e ter especialidade nos assumptos que deverao XdAh

leccionar.


Artigo 1482.

Para o Departamento de Veterinaria, os rrofessores Cath-

edr~tico e Auxiliares deverao ser formados em Veterinaria.


Artigo 149.

Os Professores Cathedraticos e rrofessores Auxiliares doe

Departamentos de kedacgao Agricola, iathemati oas, e Legislagao

Rural deverao ser especialistas nestes assumptos.


Capitulo XXI.

Das Commissoes.

Artigo 150o.

Os trabalhos relatives a entrada, matricula e exames

dos almwinos,e outros de importancia, serao confiados

commissoes eleitos pela Congregagao.


Artigo 1519.

Serao eleitos annualmente as commissoes de admissao,

matrioula e exames.

1). Compete a Commissao de Admissao examiner e julgar

Stodos os documents relativos a entrada de novos

alumnos, e guias de transferencia.

2). Compete a Commissao de M.1tricula estudar e decidar
sobre a matricula nos diversos cursou da JWscola

e sobre as materials qye poderao ser estudadas




-44-
por cada alumno. Determinara o numero de horas

facultativos permittido a am alumno.

S3- Compete aOConmisslagde Exames examiner ou presidir

os exames para que forem eleitas.


Artigo 1529.

Outras commissoes poderao ser eleitas a juizo da

Congregagao.


Capitulo XXII
TDas Faltas dos rofessores e Empregados da EBcola.

Artigo 153Q.

As faltas ao trabalho dos professors e empregados em

exericico na Jscola serao:

1). abonadas.
,2). justificadas.
3). toleradas.

Artigo 1540.

Abonadas serao as faltas por motivo:

a). de luto, ate o setimo dia por morte de paes ou conjuges.

b). de luto, ate p terceiro dla, por morte de filhos ou
sogros.
a). de nupcias, ste 0 setimo dia.

d). de aerviQo estadoal obrigatorio.

e). por enfermidade grave do funccionario.


Artigo 5.
SJustificadas eerao as faltas pelos motives seguintes:

1). Enfermidado do funcoionakto.

2). Uonveniencia da hygeine da Escola.

Artigo 1569.

Toleradas serao as faltas commetidas:
1j. por conveniencia particular.
2. por motivo Vgente sem tempo de communicar ao0 _






Artigo 1579.
As faltas obonadas dao direito aos vencimentos integrates,
as justificadas dao direito a 50 % dos vencimentos, e as toler-

adas nao dao direito a vencimento algum.

Artigo i582.

0 Director terg poder para abonar ate 7 (sete) faltas e

Justificar ate 3 trees ) faltas num mez.

Artigo 159g.

Abono e justificagao de numero de faltas superiores a
sete e a tree, reppectivamente, nnzm mez, deverd ser pedido ao

Secretario da Agricultura corn informagao do Director da Escola.

Artigo I600.

Para abono e justifica9ao de faltas poderao ser exigidos

documents comprobatorios.

Artigo 161.

As faltas toleradas nao poderao ser mais do que duas em
seguida e trees num mez.

Artigo 162B2.

Nenhum funccionario poderA interrumper o exercioio do
cargo ou deixar de prestar servigos a que sao obrigado sem

pedido de licenga.

Artigo 1630.
As licengaa correspondentes As faltas abonadas ate 7
(sete) dias e as faltae justificadas ate 3 (tree) dias, e ate
30 (trinta) dias por outros motivos sem vencimentos, serao
concedidas pelo Director da Escola.





-46-


Artigo 1640,
As licengae aos membros do corpo docente e ao pessoal

nomeado da Escola poderao ser concedidas por motive de molestia

ou por outro motive que imposslbillite 0 professor ou empregado

a prestar servigos a Escola.

Artigo 1659.

As licengas por motive de molestila darao direito a 75 %

dos venoimentos du funocionario, serao conoedidaspelo Secretario

da Agriculcura, corn informagio do Director da Escola, si o prazo

for superior a 3 (tree) dias.

unico. Os pedidos de licenga por motivo de molestia

deterao ser accompanhados de attestado medico.

Artigo 1669.

As licengas por motive different da sadde to funccionario

nao darao direito a nunhum remuneragao a serao concedidas pelo

Secre&ario da Alricultura si o prazo for superior a 30 (trinta)

dias.


Capitulo XXIII

Das Substituigoee.

Artigo 1679.

Ao Director da JEscola compete nomear substitutes para on

logares da Escola ;i d vagos por motive de licenga, nos

seguintes casos:

1). Quando a substituigao for at4p3O (trinta) dias sendo

o funocionario nomeado pelo Presidente de Minas Geraes

ou pelo Secretario da Agricultura.

2). Quando o empregado for de sua nomeagaodurante qualquer

tempo.




-47-


Artigo 169g.

Ex caso de impediment do Virector e Vice-Director da

Escola, a Directoria recahirA sobre ps ProfesBores Cathedraticos

de accord corn o malor numero de dias de servigo prtstados a

Escola.

Capitulo XXIV

A Dos Pagamentos.

Artigo 1702.

Ac peesoal mensal da Escola os pagamentos serao feitos

rno segundo dia util do mez seguinte ao vencido na Thesouraria

da Escola.


Artigo 1712.

Ao pessoal diaristo os pagamentos serao de preferencia

semanaes, e feitas na Thesouraria da Escola.

Capitulo XXV.

Das Ferias.

Artigo 172Q

0 Director, Vice-Director, e Professores Cathedraticos

dos Departamentos de Agricultura e Veterinaria, terao direito a

30 (trinta) dias du ferias durante o anno.


Artigo 1731.

Os Cathedraticos dos Departamentos de Mathematica, Legis-

lagao Rural, Hedacgao Agricola, os Professores Auxiliares,

assistentes, e o pessoal de nomeagao terao direito a 15 (quinze)

dias de ferias annuaes.


Artigo 1742.
As ferias serao concedidas pelo Director, podendo ser




-48-

gozadas onde o empregado desejar, sendo preferivel fora da

sede da Esoola.


Artigo 17.

As ferias do Director serno concedidas pelo Secretario

da Agriculture.


Capitulo XXVI.

Dos Contractos.

Artigo 176g,

Os contraotos dos funccionarios da t'.cola deverao center

os seguintes pontos:

i). A duragao do contract deverd ser por doze mezes no
maximo.

2). Indlcar, em linhas geraes, quaes os servigos que 0
candldato devera prestar.

3). Indicar que o candidate prestara serving exolusivamente

para a Escola, nao podendo accumular qualquer outro

servigo remunerativo.

4). Indicar si 0 candidate deverA ou nao residir na
, estabelecimento.

^). Indicar a data do inicio de servigo.

6). Sendo convenient para a Escola para o funocionariom

o contract poder' serrenovado annualmente. No segundo

e terceiro annos, os contractantes receberao augmentos

de 10 A do primeiro vencimento, indicado na tabella de

vencimentos annexa a esta regulamento.

7). Os pontos omissos nos contracts serao regidos pelo

regulamento ou regimento interno. Em casos de omissao
testes, deverao ser despachados pelo Seoretarlo de Agri-
cultura, por consulta do Director da Esoola.
8). IIao ser contrario ao regulamento da Escola.





"49"R
Artigo 177g.

Os contracts dos membros do Corpo Docente, alem dos pontos

acima, deverao ficar de accord cmorn os segulntes clausulas:

1). 0 ensinamento ministrado sero de accord corn os ideas

que presidiram a fundagao da bscola.

2). Os Professores dos Departamentos de Agricultura a

Veterinaria serao contraotados durante 12 (doze) mezes.

3). Os rrofessores dos Departamentos de Leglslagao Rural,

Mathematicas, e iRedacqgo Agricola, serao contractados

duraite 10 (dez) mezes do anno.

4). Em cazo de ser encarregado urn professor auxiliar da

ohefia dum departamento, recebera addigao de 10 % dos

vencimentos mensaes da tabella.

5). Ao juizo do Director, os Assistentes de Campo e de

Laboratorio serao contractados por dez ou doze mezes.


Capitulo XXVII

Trabalhos de Experienclas, Demonstragoes *

Acclimagao de Plantas a Animaes.

Artigo 178B.

flos dcpartamentos adequados da Escola se realizarao exper-

imentagoes sobre plants e animaes, e estudos e pesquizas origi-

nes, a ar flm de descobrirem verdades basicas uteis a agricul-

tura a pecuaria do Estado, e produzirem novas species e

Variedades de valor,por hybridagao, selecgao a outros methods.
derao 'ealizadas tambem pesquizas sobre pragas de plants

e animals, adubacago de-plantas, alimentagio de animals, e outros

estudos e pesquizas de valor economic para a Agricultura e

pequaria do Estado.






Artigo 1799.

Nos departamentos adequados da Esoola, serao feitos

trabalhos para '4,WAd4;AR6 demonstrar do valor economic de

novas culturasj mth'e-'o modernos de cultura, e de tratamento

e criagao recionaes de animals domestifos.


Artigo l8u0.

Na Fasenda da BEscola, serao feitas as cultures em grande

escala, tendo muito importahcia a parte economic, com rn fim

de seremn induzidos os fazendeiros a melhorar suas cultural *

aniwmes, applicando os mehtodos modernos praticados e aconselha-

dos pela Escola.


Artigo 181B,

Os trabalhos de acclimagao se reallzarao do eeguinte modo:

a). lie departamentos adequados da-sscola, serao estudadam

variedades cultural estrangeiras, q4o form con-

sideradas mais ou menos adaptaveis as condigoes do
Estado. Ieste canpo serao plantadas provlioriamente

todas as plants iuportadas, tendo por fim recuperarem

o born estado de vegetagao e serem observadas quanto

a pragas e molestias.

b), Nos depairtamentos de Veterinaria e Zootechnia se

ren.lizara-o os trabalhos do acclimagao e observagao de

animaes importados do estrangeiro ou de outros

estados.

Capitulo XXVIII

Do Posto Zooteahnico, Fornecimento do Productos da Escola,

Deposito de Machinas Akrioolas.

Artigo 182; s
0 Posto Zootechnico da Escola temn por ftm a criagao


"50-




,~~~~ 1n

* destrlbuigao de anim.es de sangue puro, visando o apuramiento

das ragas de animnaes do Estado. Serao vendidos, quando convier,

mediante pagamento adiantado.


Artigo 163U.

A Escola farS forneclmento de animaes, mudas, a sementes

do plants outros products do estabelecimento, quando lhe

ccnvier, e mediqnte pagahento adiantado de prego mSdico.


Artigo 154Q.

A Escola mantera uma armazemr de cpnsignagao'para forne-

cimento de mnachinas, instruments e utensilios agrarioB, corn

o fim de faclil&ar a sua acquisigo por parts das fazendeiros

da Zona da Matta.


Capitulo XXIX

Das Publicagoes da Escola.

Artigo 1859

A Escola publicarg annualmente no minimo quatro boletims

agricolas em que serao descriptos somente estudos uteis a

agrioultura e pecuaria do Estado, ftbEalizados na Escola.


Artigo 186Q.

No fim de cada anno lectivo, a Sscola publicara Um

annuario do estabelecimento, onde serao publicados nomee dpa

alumnos matriculados nos 'diversos cursos o a relagao dos qua
concluirem cursos.

Artigo 16d7.

Is 61,01j, boletims agricolas e os annuarios serao enviados,

gratuitamente a todos fazendeiros quo pedirem otu qua tiverem

seus nomes rcgistrados na Escola.




-52-
Artigo 188i.

A Escola fara publicagoes de propaganda a de monograjhias

agricolas.

Capitulo XXX.

Dispose igoes Geraes.

Artigo 185.

0 numero total de alumnos no estabelecimento nao podera

excederA a 20 (vinte) por cada membro do Corpo Docente.


Artigo 190O.

0 nolmero de alumnos sera determinado annualmente pela

Congrega(qao, de accord com as possibilidades da insta lagao

da Escola.

Artigo 1919.

PYjkeA/p/4%/fl^tx iA MNenhum alumni devera ter em seu poder
no estabeleclmento objects de valor, ou quantias de dinhflro

superior a 50$000 (cincoenta mail reis.).

unico. A Escola nao se responsabilizari por dinheiro

ou objects de valor desaparecidos dos alumnos ou

empregados.

Artigo 1929.

A qualquer alumno ou empregado sera vedado o uso da

armas prohibidas.


Artigo 1939.

A Escola podera Ser visitada pelas pessoas que desejaram,

qualquer dia util, das 8 de manha ate" as 4 de tardu. Em outros

dias ou horas, as vtsitas sc poderao ser feitas mediante

licenga do Director.






53-
unico. Todas as visitaa devem ser conduzidas primeira-

mente d Directoria da Escola.

Artigo 1940.

Serao feriados na Escola, as segaintes dias:

a), Us domingos.

b). Primeiro dia de uInto official.

c). Os seguintes dias de festa national, ettadoal, e
santificados:

1). Dia de Anno Bom, 1 de Janeiro.
.- 2). Dia dos jeis, 6 de Janeiro.
3). Constituiqao da Iepublica, 24 de Fevereiro.
4). Quarta-feira de Uinzas.
5, 6,7). Quinta, seista e sabbado de Semana Santa.
8). Dia de Tiradentes, 21 de Abril.
9,. Commemoragao Geral do Trabalho, 1 de 1oio.
10. DescobEimento do Srasil, 3 de Maio.
11). Aboli2ao da k;scravatura, 13 de MAaio.
12).Ascen9ao do Senhor.
13). Dia de Cgrpo de Deus.
14). Dia de SaoPedro e aahlo, 29 de Junho.
15). Conrmnemoracao da Repulbica, Independencia e Liber-
dade doe rovos Americanos, 14 de Julho.
16). Assumpqao de Nossa senhora, 15 de Agosto.
17). Independencia do Brasil, 7 de Setembro.
18). Jlescobrimento da America, 12 de Outubro,
19), Dia de Todos oa S.ntos, 1 de Novembro.
20). Dia de Finados, 2 de 1ovembro.
21). Proclamgago da Republica, 15 de lovembro.
22). Oonceigao de fiossa Senhora, 8 de Dezembro.
23), :T4tal, 25 de Dezerabbo.

1). IJo havern aulas nas quintas feiras.
2). Havendo outro feriado numa semana, fora deste artigg

havera aula nas quintas feiras, em substltui9ao,


Artigo 195a.
A Escola dard a acceitara guias de transferencia de

alumnos.

unico. S5 serao acceitas guias de transferenacia passad
por estabelecimentos cotn mesmo grio de ensino, A
juizo da Cormmissao de Admissao.







Artlgo 196".

'1'odas operagoes commerciaes da Esoola deverao ser

esoripturadas, sendo adoptado o system de partidas dobradas.


Artigo 19$9.

Cada Departamento deverS ter titulos da escripta geral

da Bscola. onde serao regist-adas a receita, despeza e renda.


Artigo 198g.
As rendas dos departamentos serao os seguintes:

1). De Agronomia, procedera de products de experienciau

o demonstrates agricolas que eejam approvatatmig, e

de veada de mudas de plants, ou semrestea de quali-

dades superiores.

2). De Zootechnia,
a). de leite e outros products laoticinios.
b). de bezerros. .
c). de leitoes pura criagao epara patanga.
d). de ovos e aveSe para oriagao e para coneumo.
e). de outros products do departamento.

3), De Horticultura e oinomicultura:

a), de fructas e hortaligas.
de mudas a sementes.

4). 9a Fazenda.

a), da lenha para conBumo da cosinha.
b. past para animals de trabaLho.
c milho e outros products de lavoura.


-54-







Capitulo XXXI.

Disposigoes Transitorias.

Artigo 1999.

U ensino da Escola fica dAvidido nos doze seguintes

departamentos;

1.) Agronomia.
2). Zooteohnia.
3) Horticiultura e vomicultura.
4). ihytopathologia e Entoinologia Economlca.
5) Engenharia Rural.
6). Chimica Agricola.
/,) Veterinaria.
8). 6los e Adubos.
9,. Silvicultura.
10) Mathemiatica e Contabilidade Agricola.,:
11ii). Hedacgao Agricola.
12). Economia Rural, hiistoria, e Legislagao Rural.

Artigo 2;'O.,

Para o primeiro anno de funocionamento da Escola, serao

nomeados os Professores para os departamentos de Zootechnia,

de Horticultura 6 iomicultura, de Agronomia, de Hedocgao Agri-

cola, de Legislaqto Rural, e de Mathematica.


Artigo 2011.

Para o segundo anno de funcoionamento da Escola, serao

nomeados professors para os Departamentos de Phytopathologia a

Entomologia Economica, de Veterinaria a do Chimica Agricola.


Artigo 2029.

'ara o terceiro anno de funccionamento da Escola serao

nomeados professors para os Departamentos de Engenharia Rural,

S610os e Adubos, e Jilvicultura.


Artigo 2032.

Em caso de difficuldade para contractor algua dos profes-
Bores na ordem estabelecida, poderA ser esta alterada.




-56-
Artigo 204.
Os progra*as e distribuigqo de ensino, annexos a este

regulamento, ficar'ao sujeitos a modifioagoes ate que sejam

nomeado todo o Corpo Docente.


Artigo 205G.

Nos primeiros annos de funocionamento da EsoOlao. 0

Vloe-Director accumular4 os trabalhos de Thesoureiro da

Escola, e urn professor o de Bibliothecarlo, Bem acouwnulagao

de vencimentos.


Artigo 206g.

No primeiro anno de funccionamento da Escola, o numero

de &lumnos internos nao exoeder4 a 60 (sessenta) e o de

externos, a j0 (o*t9eSanta).







Appendice W4 I
Tabella de Venoimentos do 12 Anno do Uontracto

dos Funccionarios da Escola Superior de Agri-

cultura e Veterinaria do Estado de Minas,
..... R f Tmfov l t v, f%. T-,


a3.nrno


S1)irector.......,j a oontrqctado)
2). Vice-Dijector........ .,......

3). CAthedaticos de A'gronomia, Veter-

inaria, Zootechnia, e Chimica

Agriclla. .. 9 9 9 9 99 9 9 9

4). Cathedraticos de outros estudos
agricolas.. o.. ...... .. ...o ..

C), Oattiedraticos de Legislaao Ru-

ral, Iathematicas, e Iedacgao

Agricola.*...* .....9 ,.9. ... ,.

6) Thesoureiro. .,. .......

7). Professores Auxiliares dos De-

partamentos de Agricultura.....

8). Secretario e Bibliothecario....

9). Professores Auxiliares doe

Outros Departame tos...,......

10). Assistentes de Campo ou L:.bora-

tor io.. ., .. . .. .. .,, ...

11). Official da Directoria........

12). Official da Secretaria e

Almoxarife- '..ontad or......,..

13)* Porteiro ......


1: 500000




1:250ooo000


ls ooo$ooo

1:000$000




8(-.,oooo


7oo i ooo

7 ,o.,i ooo

700o000




7.o)0o000

404000



32o0ooo
20o$000


L8: 000o000o




1 0ooo0o000


12:0005000




10:00041, 000

9: 600oo000o


8:4ooOO0

8:40040000


7: ooo0o00

(.6: (:,ooyooo
: ooo0000ooo00

4:8oo.pooo


4:200$000
2: 400oo000


0 vencimento do pessoal nomeado e contractado da Escola ter&
para a primeira renovagao, um augmento de 10%, e para a segunda
renovagao, augmento de 20 % do venoimento marcado na tabella
acima. Depois da segunda renovagao, sera fixa a quantia.


r






Appendice II.

Tabella das Taxas dos Alumnos

A. Taxas,

1) Taxa de admissao

a). Para Os alumnos. do estado
11. doa curse breves.... ..,... .....2 000
2) dos cursos elementares..,...5,.., 10$000
3). dos cursps mediose*,,..,..,...,.. i10000
4); dos cursos superiores.,..,0... 10000
5). dos cursos de especializagao..... lQ9000


b). Para alumnos de outros estados
2)* dos cursos breveso,,, ,,cOe ,,o ,
2). dos #; outros cursos........


5%000
50o000


2). Taxas


de frequencia
1), para os cursos breves, de 2@000 at4920g000,
conforme o ourso
2). Cursos elementares, maximo,por.aem,150 000
3) Cursos medics,
Primeiro anno, maxima, par sem,.2$ 000
Segundo anno,maximo# por sem,.. 504000
4). Cursoas superiores,
Para os primeiros tree annos,
.no cursos obrigatorios, nao
excederao, par semestre, a..., 0f000O
..o quarto anno, para os
cursos obri;,atorios, nao
excederao, par semestre,.., 60000
). Para Sualquer curso facultative,
nao excedere, par semestre.... 30$'00
6). Cursos de especializagqao, conform
0 cursor.


3). De exames
a), Exames da primeira epoca............... gratuita
b). Exames da segunda epoca,.por.cada exarne, 10$000


4). Taxa de internato, por semestre.....,.....

5). Taxa de pensao,
Por semestre..............., ...
P eot
6e)m .T ., d u 6dim. e..t#. ...,,, ...
6). Taxa d saude,.Bor aemestre.... ..... .......


5000$000


450o000
100$000

25o000


B. Deposits


1). De Signal, por emestre........

2). De Guarantia .............. .09 a...... ...


5000ooo

500000oooo














P 9 0 G R A P f A S



do.

0180 EILMNTAE, MEDIO, SUPEIOR

de


AGR IC U LT U RA










a u a a 0









Amronomia

SHort icutu r e t
POMIoulttUt

\ ootoechnia-

Vortuguez

Geographia

Historia do
__ Brael1.
Arithmetica -

Io09es de Geom
etria e Desert


E L E I TM NI T AR D E

A C P. I C TJ L T U R A





10 seroestro 2 seamestre

Agro. "a", 2 aulan, Agwi. "b"
.... 3 laboraftoa.. 3lab, 4u1l
V 1'Poricultura, Horticiultura *"
a 3 lab. 1 Jard.,2 lab.,

Geral, "a", 2 saulau, Bofovloe 2
SPorcos,Oavallouo, 2 lab. aulas,3 leb.
4 ieriodoe. 4 periodS
.. ..- -. ... . .. .. ^ .. -
3 periodos 3 pieriodom'

4 perlpdoas


4 periodoe 4 perlodos


4 pertiodos.


ho ,


-4-


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~ I ~ ~ ~s-jtT~-t,~ ~ '-A- ~ tC~~





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t I.







C U R B00 ELE M E N T A R


Tempo do curso..... .............. 1 anno.

Edade minima ..................... 18 annos.

Preparo ncessarlo,............,. ler e *screve, saber a-
quatro operagoes fundamen-
taeag

Parte Academias

1. Arithmetica, estudo pr&aLico,. loges de esoripturagaa.

2, Pormuguez, gramatila elementar.(Let eeacrever oa facill-
dade.)

3. Geographia do Brasil, elementos. Nogoes de geographSa geral.

4. Hisftla do Brasil, Elementos.

5. io90ea de Geometria e Dcsenho Linear.

(Noe curts acima, sera seguido o programma dos Grupoa
Elscolares do Estado de 1&nas Geraes, adaptado para a
vida ru-al. As aulas serao nocurnasu partial ou
completanente. Os alumnoo serao obrigados a assuetir
as reunioes geraes, nag qiaes serd dada Instrucgao
moral, civlia e hygenica.)


Parte Agricola.

Agronomia "a",

(1o samiestre, 2 aulas e 3 lab, taxa, %000)

1. Arreiamento dos animals para o trabalho agrioola.
2. VAntagena do trabalhto agrioola feito corn iiachlnas.
3. Metohoaos proprios e improprios de arreiar e atrelar anilaOa
4. Preparo do terreno cora machinas.
> Trabalho corn diversos typos de arados.
6. Gradeariento corn m-ichinas.
7. Ceifadura e oolheita com maohinas.
8. 'Funccionamento das machines de beneficlar.
9. Coiheita, armazenamento e produatos do milho.
10. flethodos de defesa contra molestias, insectos, e
animals nocivos.
11. Colhelta e beneficiamEntu do arroz.
12. Foznmagao de novos cannaviaes.
13. Culcura da ov na de asaucar.
14. Cultivo, adubagao e replantio dos cafezaes.
1%j Colheita convenient do caid.
16. Pragas nos oafezaes. Doenga nas rain.
17. Benefliaamento do cafev








18. Cultivo doe algodoaes.
19. Olciheita e beneficiamento do algod2o.
2 Colheita do fumro.
21. Preparo das folhas do fumo pa.'a os diverseos fins.
22. Fahrica.ao do fumo era corda e oomprimido.


Agronomia "b".

(22 sem., 1I aula, 3 lab., taxa 5,0CC0)

1. Plantag.o mechanica.
2, Cultlvo corn machines.
3' Aduba.ao )_atioa.
4. L:xtermlnlo das sauvas.
5. CL-sses de mihio.
6. Variedades brasilelrae do milho.
7. Escolha de semaeutee de milho.
8* I..elhorea inethodos de Qlantio do Milho e seu cultivo.
9. V'triedades coamuns de a.roz.
10. Culture socca do arroz.
11. i:stolhL do feijap para planta-ao.
12. Cultura do feiJbo.
13.. 3enefici 'mento e expurgo do feij1o.
14. 'oIwgem de canna de aosucar.
lie Sabritoaq Lo de assuar e alcohol.
1 I.Tnimig dou cannaviaes.
1 P Formagao de lavourai de cao.
1. bthodos convenientes de plantagao de cafJ.
19. Sementelra3 e vivetroa.
20. Clawoes e rariedades de algodao.
21. Preparo do terreno e plantio do algodao & maohina.
221 irledades de fd u no.
23. Culture do fumo.
24. Con-iderayio do outraz. Lulturas, por sutgestao dosu.alumhm.,


:gootechnia
Teral, Crlagao e 2ngorda de fjorcos, a Cxvallos, Muraeaj
e Asnos.
(I1 semestre, 2 1nulas c 2 laboratoriou.)
^Tcm-a, 17 er'C.)
''" Ceral.

.. ConformagZo geral czterna dos .niiw;,es doraeutioos.
2. Lequeletos des aniimacs domeaticos.
3. Esttido summario do appatelho digestivo doe animals domeati-

4. Modo da vida do brerne e wtliodos pratiao. para oombatel-o.
'J odo ca vida do carrapato e methodos praticoe para combatel-o.
6. Methodoe praticos para tratamento de ferirentos, pisaduras,
Inchaqoes e outras doencas communs aos arilmaea de trabalho,


Tb", Criagzo e Engorda de Porcoe.






b", COrlaIo e Engolda de Porooa.


1. Classes de poroos.
2. Ragas brasileira.e de porcos.
3. Oriagao dos porcos de sangue puro.
4. Velhoramento e cruzamento dos poroos.
5. Pastaaena propriaa para poroou.
6. Alimentos pama cevar poroos,
S6lhoramento dau mangas e aevae existentes nas fasendas.
Hygiene pratica doe poroos.

"a", Cavallos, .Zuraes e Asnos.

1, 'agas de cavallos e muarea.
P. Porraget propriaa parac cavallos e 'amrea.
3, Adestramaonto dos anitmaes pa.-a wohimns agrioolas.
4. Satudo d-ia patas dos oavallos, nuares, e bovinos, e method
dos dte ferraf;eram.
5. Hygiene e tratamento geral doe animaes domestlcos.


Zooteokrnia.

Gado, e Gallirnhas.

129 benestre, 2 aulas, e 3 laboratorloa.)
(Taxa. 5ooo.)
1d" Gado.

1. Classes de gado exisatentee no 2;.aeiI.
2. Racsae paia corte.
3. Ra-gas para leite.
4. Ragas mixtas.
j ;"ethoilos de ordenha.
6 Cuidados necess-arios ao leite.
SFabrica-Rao de manteiga.d
d Yethoalos pnra aonservaqao e formacao de pastagens.
9. Productao de forragen- verdea.
10. Hyigeue iratica do gado. Tratamento dos bezerros.
U. Curraes e estabuloe. ,elhoramento daa installagoes
dass faz endas.

"e' dallinhas.

1. Criagao rmtural e artificial de gallinhas.
2. Praticoa nos parques de gallinooultura.
3. Gallinheios hkygienicoa.
4. A.isnt ntIo nt i a aliinhsa.
5, P.-oducoao e acondioionaniento dos ovos para o rmenado local
e d is tante.
6. Acondioionamento das gallinhas para exportagiao.
7. Yethodos de riclhorauento daa gallinhas nas fdaendas.







Pomioultura e Hortioultuira.

"( "ci Pemcric ltu-.bora. orio tag
(1 '-encGetre, 3 lz.'boratorjioa, taxa, 5Q000.)


I. Cl:sses de citrus.
2. Varieda.des de lar&nJas.
3. rInxertia por: a) borbulhia; b), garfagem; c) encostla.
4. Lacolha e cons rvar;ao de borbulhmas e eataca para enxertia.
P, Cavalloe (estoques pzop'ios e ;;eu vnlor.
6. Trabalhos na seiienteira u viveiro; a) eacolm de semnrates;
b)heameadura; c) escolha de mudahl d) transplantlo; e).
oltlivos.
7. Solos lropioe Lara a laranjeira.
8. :rulest i.as e pragas geralkente c .onLzadaa nas A .laranjeirao.
9 .ccndicion0uento de laraujciras 3ara expovrtagao.
10. Acoutdioionamento de rmudaLs para Lransporte par estrada do
fe rro.
11. Vrliedudes mais comaraun do ,nauflx. bananras.
12. C il.tura e lavoura de bananas.
13. l3 mbillia:gecmda banana para exportagao.
14. iztx.-ibuitao d outras fCructas.
1. '!otcc s sobre a fcrn. ,qc de porua-es do lari-ijeiras, peae-
gueiroz, mangueircs, abacateiros, Etc,
16. Principio0 :.plicados n conservasgao cde fruotasm.

Horticulture,. e Pluntas Crnamentaes.

(2 seimestre, 1 aula, 2 laboratories, tsxa, iOOO.)


"b", L Hrticultura.


1. -'retlaro de sementeiras. 'Deeadura a Malo B a miachina.
2. iscolhi de 3enerntes e verifica-o de sua vitalidade.
3. Prepayo do solo para hliortalias.
4. Transplc.ntio da. liorLali.-s.
itivo ~ai l;;iiortailta, corn ;tradu .aaual.
32ortai-ao de hortalijal. C-sixwa proplriaa.
SCultivos corn achinaz a tracgao ani!:al.
6: Ioleasti-.s gerlaente eGc.intradas ias hortas.
9. Insectcs nocivoas cQimiusfs ina hortas.
10. Bsc.,l'a c c -ni;ervaao de tubercWulos xdCa ypopagagao.
11. Esoolhaz de x-'aios c raizas para proi.uajaaao e sua oonsermagwo.
"c" '"L.tiu *,rna:ataes.

1. ".ethocos de cortar e enaizar rud.,s i.e roaeiras.
2. znxertia da-- roceiras.
3. Lethod10aa de podar a roeira.
4. Produagao de cravoeiros de semientes.
5. "ethiodus par'a eturAizar inmtdai de cravoeiros, e tranesplantlo
das mudae.
6. tesbroto e outros culdadoe necesearioe aoc cravoetrma.


- .1'




4f6


7. Plantas ornamentaes que crescem de sementes em breve tempo,
como chagau, beijoa, etc.
8. Flantas ornamentaes que se fonm faoilmnte de mudas,
como diversos typos de f olh-lem,
9. i.ethodois pratiaos par, crescimento de palmelram nmB fazenda




Up
CURS 0 MED I O


Preparo riccessaridl ................ Curso de Grupo Escolar.

Edade minima ....................... 168 nnos.

Titulo............................. A.gricultor.

Curso ................... .......... 2 anujos.

1Io primeiro anno todos os alumnos estudarao:

,,ootechhia
Ar ro i; ozia
-.'oriicLultuLr- e Aortici Itun
Hy.ie!ije e :X.to]nia dos Anii-,ei Jomestitos.
e Yeche i a i col : e Lach i n.-,.s Agr' i colas.
-rithMjetica e ilgeora.
:-is toria
Portugluez

(' "eiaere entendido oue qualtquer- alu:ano que tiver feito
U r'e':,e'rtuio, ou que rcE.t..Tse o exam;e equivalent na iscola,
n- o rec.etir! ess5, .i.teria, i.-17 e0.-u r-1 r o cure e-2 seguido da
mesa rnateri4.,- ;endo issue cotnvenien be.- .in outro caso, escolherd
onubr,- m-ter :i.ceuli:i.-r, corn a .)prov?.:..o da omJrcnissao de Cursos.)

,o; se gundlo anno tolo-j3 os -rLu;nnos estud--1r.o:

Ureom.etria i-k-ne e no .Lsavo.
Portuguez
Lrnl 'U08oa .'Lr pos se.,iulti es:

i). >*..;rooniomia, 0'o.lo, iJ).vicultura, Chimica ou
i.,.,icy .iit.,loiu-ir1 -.co :"joiqica. e L-ole:ti-as de
.e I- it &u.3

'J. iio..'t ultul e -ol ~ ,icLI L ula, .- Dlo0 Silvicultura,
Jhimica ou -,hysica, i.ntomologia, e .ole tias
U's. P1&nt ,..s.

3). Zooteca 'nbri, .:i. uno,,^ L.' Lerirn.,'i2, 'ntoraologia,



i~i. C li' uuccL~~.. io o c.Zaiii de rhysica para
t.r 0 U L ., i' "a '- ',
AiLt LLtCutlt ",Ub L .crUi.,. )







ZOOTECHNIA


I. Curso Geral.

(i semesbre, 3 p)eriodos, taxa, 5$000)

1. Iugqes preliminar'es de 1-ooteohnia.
2. Breve curso de Zoolo61a.
3. Estutdo da conformagao externa dos animaes domesticos.
4. Estudo do esqueleto dos animaes domesticos.
. Etudo do :pparelho digestivo dos animaes domiesticos.
6. Alimentaqao e tratamento dos animaes domesticos.

II. Suinocultura e III. Avicultura.

(2g semestre, taxa, 5000)

II. Suinocultura

(2. periodss)

i. Estudo daa diverdas raagas de porcos, propolas para ac rne, para
toucinho, e toucinho iuaado.
2. Installagoes necessarias para cria-ao e engorda de porcos,
nas fazendas.
3. Estudo comparative do valor de p.rcos sommuns, de sangue puro, e
mesti os.
4. Criagao de porcos de sanLiue puro.
5. Alimentagao de porcos.
6. Pastes proprios para porcos.
7. Saneamento das pocilgas e pastes.
8. Estudo pratico sobre os Tpontos principles a serem considerados
na compra de porcos.
9. Uatuaga e corte de poc'cos.
III. .vilsultura

(30. eriodo.)

1. Estudo das raqas de gallinhas tendo em vista principalmente o flm
a que se destinam.
2. Consideraqoes sobre instaLiagoes proprias pata avicultura nas
tazendas.
3. Incubagao artificial de galLinhas.
4. Estudo compararilo das vantagens da incubagao artificiaL e
natural.
5. Alimentacao de gallinhas.
6. 6riagao de pintos e frangos.
7. Acondicionamento de aves y;ara exporta~ao.
8. Producqao e acondicionamento de ovos para o mercado local e
dietaute.
9. Estudo da hygiene pratica das waves.
10. Principaes vontos a serem considerados na compra de ayes para
criagao.
11. Consideragoes sobre as ragas, criagao e exportagao de outraB
ayes oommuns nas fazendas.




(pi

IV. Cavallos, Uuares e outros Aniraaes -Domestioos, e
V., Ragas de Buvinos.
(3D semestre,)

IV. Cavallos, Muares1 e O-ttros Anit-mes Dornesticos,

(2 ,eriodos.)

1. Zl tudo geral das ra^as de cavallos e asnrios.
2. Adestraaiento dos animues puua machines agricolas.
3. N&goes sobre a criagao de cmimn:es de tracgao.
4. Nogoes sobre a criagao de animaes de sell.
5. TrAtanento especi-L pr-r. os .nimnaes de seila.
6. Tr ta.iento dos aniinanes n'is coclheiras.
7. PuEtageris para cavallos e muaros.
8. Lbo,'oe sobre ou pontos s ace,- cc ns.ideraeo na ccmpra dan
an i mal.
9. '-.ctudo dris rtaac. de ca.rinosa e noqoes de Es3U cclagao.
10. Lttudo das raas dce ouL.vinos e nouoes de sua criagao.
11. Jstudo das &ivera; rao; s du cases, c SCU tratanento.
12. Cousidera^ues subrc outrios aniL,,.es, a pedido dos alumnos.

V. iL.as de i3ovino.

(2 pediodoo.)

1. Estitudo ; c_,o.as do g:tCo .-,.r.- cca-te.
2. Estudo -a -._La zebL.
3. tiStudo dia roduc ;,it' de mertio.s e seu valor.
4. Principle i ra,1as pau'a i:r-oduckJ u de t-oite.
L. j'itudo do g_;.tdo niixto .
6. MelhorLMeento de i.je r..
7. Modo dca vida do c,.J',':Lij-.bo e berLie, 1 uie',iodos pr--iticos pa'a
combatel-os.
8. Abatim'-ento de 'ezes. Cor.te do c,-arne.
9. Salga e 3scca C'o, cour'os.
10. Xarqueadas.

VI. Lacticinios.

(-!.Q seuestre, 3 P'e. Uria os, '5, "jl'* ,0.

1. Jyotem: de ueia-estabulay..
2. Alimenta.ao de vaccas leitciras.
3. Pasta-ens t.-:tifidaes 1arc c tc ,;,o zccco.
4. Criayao do ,:'tdo 'oill-anezw
5. Physiologia dq producGao do Icite.
6. etihou.os dL .:-j-de:iha.
7. Cuidados necessarios ao3 bezerros.
8. Hygiene do ieitu.
9. Venda do leite emri mercados M'oxin os.
10. Prepiarayao do leite a-ara exportacao.
11. Exportagao do creiae.
12. Fabricagao da manteiga.
13. Babriaagao de queijoAe Minas.
14. Fabricagao de requeijao.






AGEONOXIA

Agronomis I.

(1P sernestre, 2 periodon.)

1. Estudo do sdlo.
2. E studo summario dos mambribs das plants.
3. Estudo pratico da semente.
4. Estudo geral das prinoipaeu cultures das fazendas.
3. Arreiamento de animaes para machines agricolas.
6. Iachinas para prepare do terreno.
ColheiteL e beneficiamento do milho.
SEsoolha de semnentes de milho para plantagao.
9. Colheita e beneficiamento do arroz.
10. Colheita e beneficiamento do feijao.
11. Eacolha de sermentes de feijao para plantagao.
12. Expurgo e deposit do milho, feijao e arroz.
13. Cultivo dos cafezaes.
14. Colhcita e beneficia-mento dc cafe.
13. Method pratico para curtir a palha de cafd em seis semanan.

Agronomia II

(29 seiaeslre, 3 peiiodos..)

1. lIachlnas agricolas para planboqao.
2. IMachinas awricolas pLra cultivo.
3. Methods praticos para conservacao da fertilidade e humidade
do soLo.
4. Estudo dos principios e vantagenz da rotazaode culturas.
5. Preparo dos 2dubos da f:-zenda.
6. Experiimentaqao corn adubos da fzenda.
7. Cultivo, repiaritio, e peda dad cafezass.
3. Experiientau,:o coru--Lar '.ttiva entre cultivo feito a imnachina e a
xx enx.-.Ada.
9. Verifica.ao ,.a vita.lid..de de sementes.
10. Planta:..o e cultivo do rmilho.
11. Culture secca do arros.
12. Consideracoes sobre as diversas variedades de milho, feijao
e arroz.
13. Cultural de outros cereals.
14. Plantio du cunna de assucar.
15. Cultural do algodao.

Agronomla III.

(30 sen estre, 4 periodos, taxa, 3.,-000.)

1. eIffethodos geraes para melhoraviento das plants agricolas.
2. Eotudo das vriedades e mnelhora.:unento do caf6.
3. Cultivos dos canr?.viaes.
4. Derivados do milhe.
5. Derivados da mandioca.
o. Golheita do algodao.
7. Colheita e fabricaQao do fumo.
8. Pratica corn as rachinas de ceifrar.
9. Yenagao &ealimantta para animaes.






Agronomla IV.
(40 sune-,tire, 4 periods, taxa, 000.)

1. Safra da carna de assucar.
2, Fabrlcacao de products cda cauria de aBsucar.
3. Formag-ao de novos cafezaes. -lec-hodos de plautio.
4. Adubagao doe cafezaes.
5. Varledades de fumo.
6. zlantio e cultivo do fumo.
7. Tultura da mandioca e da bataza doce.
3. Outras culturas'3 de intet'esse especial aos alwnnos.
9. 'studo dos Inercados dos p'oductos de agronornia. VAethodce de venda.


Agionoioiia V.

Produccao de Aiimentos para Animaes -Domesticos.

(42 seuiesLte, 3 pji'iodos.)

1. .elhor..uientos das _,sBaugefs existenteri naa fizendas.
2. Forma ,,o e ttiliza.ao doe novai piastagens.
3. Pratica corn as machinag de ueifar .
4. Fena;ao de atimentos para ani3.]LeS doruesticos.
5. Experiencias co;.ipaj'atitas corn diveirsas quElidades de milho.
6. Experienucias comnjarativas L3ci'e uiverS'S s iodoa de Lazer a cultural
do iiiho,
7. lantio de diver-sjs c-iins ptir.'.a iuoraim verde no teLipo secco.
8. nsilagemi. i'ylpos si ,i 'Les ie silos.
9. Culturas1;_ro,3rias ujar-: ensii.tgeui.
I1.). Prduccao de turta de Lgod-uo e seu 11o cL.iS alimiento de
a~niiaiaes acjidciticos.
11. .rLvoducico de torta de ua.na.i de assuc:ir p.-a alirmento de anirniaes
domes tic os.
12, Oultura cia. oact'.. utce, aiendui.ii, iaiiLdiucj., r.Uobora, etc., para
alimentac-.o do .i,,im. es dojiesticok.




'11

Pomicultura e Hortioultura

Pomicultura I.

(1Q semestre, 1 periodo)

Estudo da Botanica Geral.


Pomicultura 1.

(lI semestre, 3 periods, taxa, 5000.)

1. Classes de citrus.
2. Varid.d-des de lar.anjas.
3. Enxertia por: a) borbulhia; b) garfagem; c). encostia.
4. Cavallos (estoques) proprlos e seu v. or.
5. Preparo dum viveiro. a) Escolha de sementes; b) semeadura; c).
esclha de mudas; d). Plantio; e). cultivo.
6. Solo proprios para a laranrjeira.
7. Acondicionamnento de laranjas para exportagao.
8. Principaes mole stias e pragas das larm jeirae.
9. Acondicionaaeuto de mucias panra traiisporte por estrada de ferro.
10. Variedades imis crmn-a.ns de b,.-nanas.
11. Cultura e lavoura da bananeira.
12. iJmballagemn d- banan-r paia exportacao.
13. Estudo de dcliversas outras ILuctas comBauis.
14. Distribuicao de pequenes mrnonog:rahias sobre a cultural de outras
fractas.
15. Principios da CLnsec-vac.o de fructas.

Haort icultura III
(2 semiestre, 1 periodo)

1. Continua..ou de botCeic.a geral.
2. Experiencia. co:.jr rAtiv.s con senientes d, diversas qualldades f
e de divers:-os )rocedencias, dca mesiuahlort.alia.
3. Estudo theorico dos principios da conservaca.o de vegetaes em
latas e vidros.

Horticultura IV.

(29 senmestre, 3 periods, taxa, ...C000.)

1. Preparo de sementeiras.
2. Semeadura a mao e a wnchina.
3. Transplantic daw$ hortalig=s-
4. Use do cultivador manual na hort;-.
5. Exportagao da hortalig9s. Uaixas e balaios proprios.
6. Cultivos corn machines a track ao animal.
.Vrincipaes molcstias da3 bortas.
SPrincipaes insects nocivos 4s nortas.






Horticul i.ura V.

(3Q semestre, 2 periodss)

Pratioa corn chaves p ica cl^ak3ificaao dle plantas.


Horticultural VI.

(39 semestre, 2 peraiodos, 5 semestre, 1 periodo,taxa,5O0O0.)

1. Escollma dc- s ementes LaL-a -rojaga-9ao.
2. Vexrificayao da vitalidade de seunentes.
3. iscclha e cun3ervacao de tuberculos paI'a propagaggo.
4. >scoliia de tiud.-s e raizes destinadas a propagaeao e sua
con erv&-,' ao.
5. ."scol-a e conserva-au de borbulhas e estacas para enxertia.
6. Construccao e uso de d eieenteiraB.
7. Formcaaao e cultural nus viveiroa.
8. Transplantio dac mudas, exigencias das diversat species, como
citrus, aib-cateiro'os, mauguiciras, paLmeiras, etc.
9. l'orraiaFo dos poruales de laradijeiras, pecegueiros, mangueiras,
abncu.te iros, etc.

iHu]ticultura VII

42) ..s-ieotre, 2 eriodos.)

1. -o.oa .uob c _.LL 1 Lu(jic da ..Laui t .
2. l0o:'oes sob.. utentilios e Liulin-- us.'Jdas nuad horLas e pomares.
3 Uoo" e rtiLi tteja., c ,uiil.iiea e 'liu a-ienridaa, nas hortas e
p OIi:ues.
p~ilA~Vill.
-Ol.hntas Urcnasae :itaes, VIIi.

(4? sc.,:eztre, 1 gcAiodu, tax.., )J.,uuu.)

1. L:.etl Lodos de coj'tac e .n'aiiar euu;s e diu rsei'as.
2. Enxertia da5 roocri..,s.
3. Me thodop de podar .' oseic'a.
4. Producao dc ciravoeiros 4. po. seuentes.
5. rethddos de preparar lluai:s dc cravoeiros.
6. Transolanritio dt iacJLs.
7. Desbroto e ouLtos cuia-doa cum carvoueiros.
8. Planitas ornu.iientaez 1 ,ue crea-cer de .eiientes en brave temrpo,
comO chagas, beiecs, etc.
P. PlanLas oru-u:entaes que se ifU..L..li %.iciliwjirte de estacas, coimo
diversos tyrpos de folI,.CLL.
10. Lethodos praticos para crescimrcnoo dC paLmeiraa nas fazendas.






Y T IH M '1 T I C A S

I. rith-ie r.ic. 5 -scripturauo.

(1 seme-] I re, T ._iricd,,Z.)

1. ievis3.'..o dca .'!ritreitic a Blr.e-nt :. il. eeinoto ., quatro operagoes,
dirisj.bili.j.. dc e, i1.:xJirJao divis. COiLLTin, :.-ju ro multiple coWIimun,
numerous pjj!ii.,Los, ri.c,(-.s c..-d ..r.. i-.-., fr'..c.oees decimaes, razoes
e prco.'. o. .
'. tegra de tires. Lren"er.t.,:eL.
--. zyst e'.wa- xiwc.'oloico5.
<4-. Calculo scbfu a. &1iVev'a.i, formas de fertilizantes.
j. ,CU.. l o .;>c, 'e ': 1 ,oCS E. uiL ibr-..duL a dcoa CLi.LL.es dciiesticos.
6. -Coei-cia L C Lie&1Z.
74. Jito. e coo t.ii:,ocs.
S _,iVis.o proporci an.ni.
9. C0..,'ilbio e 1 y':mic -'s &uU' .. C iocd-as.
l0. -\etj^:< d e ...ih t u .'--;,
It. I-1c',roe- indes ens. tve i. LG e scrip iUuru.Ao 10 _ricoLa.



Q s .. 3 ..,- io.u o.L.)

1. 1 -leuient dO. t..cifi ca c.i;C e.-380 ..h Lie i :L i .i -.

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4. VLraicuot..-. ^>LJ'I:^
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l,'. isouQL.; ", o a u ;.;, i ..o gr"o..
16. '\nalyse LiIdett.t' ljin d-2L d o i.-Ci c ,Ui. ..' .
17. ,- .- 1 .... e' i t.lu,.'-.t t i tca.
13u. > C .1. C wLj- .1.1u ii..L^
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ITII. C"CO.u2...i I a..
2 U r r c C .

(S 0 ;::L. l I "r -' ..-

1. L'CiU' .ii (.2 t t!. _t. .3 ^..2Ct- .L.i s252..
2. LinliL-. e angulco.
3. .'e-'r,.ns icJ ie. e .,'hi.u .
4. Triangulos.
5. Igualdade dc t riangulnE.
a







6. Parallelas.
7. Polygonos.
8. Circumferencia.
9. *,edida dos angulos.
10. Polygonos regulates.
11. Linhas proporcionaes.
12. Semelhanga.
13. itebagao numeric das linhas do triangulo, circulo, e
po lygono regular r.
14. Nogoes sobre TT.
15. 2,vaLia.ao e relaqao d'as areas.

IV. Georetria no Eapago.

(4Q seriiestre, 3 periodos.)

1. Linhas e pianos.
2. Ingulos diedros e solidos.
3. Nocoes sobre polyedros .
4. Sistudo do prisma.
5. Estudo da pyramlde.
6. Estudo do cylindro.
7. Lstudo do cone.
J. Estudo dos troncos.
9. Polyedros sernelhantes.
10. Superficies esphericas.
11. Volumes esphericos.




75"


HISTOR1IA

I. Hiseatta do -rasil.

(i selstfe, 4 pcriodos.)

1. Dcucobrimpieuto e povcs nativos.
2. oloniz,. :;o.
3. CaprdAnias.
4. Governos geraes.
6. Inrvasoes estrangeir-s.
6. Devassamento e povoamenerto.
7. Fornnaao da nacionalidade. Inconfidencia mineira.

8. Transmaigiatao da familiar real uotugueza para o Brasil.
9. Regencia de D. iAedro.
10. Indepe udencia.
11. jQ '-einado.
12. _Regen ia.
13. 0 2 .Aeinado.
14. Aboligao.
1%. roclamnaao ciu. L .puulicL.
16. Governbo provisorio.
17. Aesemblesa constituentes.
18. Jovernos joe ,ublica os.
19. Tempo aocernos, CLIL-t 6 po-esente.






PQRTUGUEZ;


I. Grammatica Expositiva.

(IA semaestre, 3 periods, 2a semestre, 3 periodss)

1. Leitura e interpretaqao de autores sobre agriculture.
2. Copia de m;onographias agricolas implies.
3. Iloyoes preliminares grarumnaticaes.
4. Lexeolojia.
5. Phonologia.
6. Phonetica.
7. vrosodia.
8. Orthogranhia.
9. ':or-)holo-ia.
1i. Taxeonomia.
1i1. Dictado ooure i3sumptos agricois.
12'. Etymologia.
13. Analyse grammnntical.
14. Exercicios systematicas soUbee terniinologia scientific
agri coia.


II/. Grymin.tica ..xpositiva.

(3Q sEcaesLre, 3 periodss)

1. CJyntaxe.
2. Analyse syntactica.
3. Composi9oes versando sobre '-,ricultura.
4. Hiist.ri lijtira d : Lingua portugueza.


III. Litteratura ,,ricola ,rasileira.

1. ;. t.udo comjparativo dats divers s 'eviTLnZ "-riculas brasileiras,
quanto sua atilidclde ao fazendeiro praLico.
2. biscuss-mu ae articob agLicoLb-o publicados nos jornaes e
revistae.
3. Fins da., divers.s asjocia:oes gzricolzs e valor de ser seu socio
4. Publicagoes agricolas d- governor estadoai e federal.
5. rrincipaes autures brasileiros sobce a&'icoltura e suas obtas.







V E T E R I N A R IA

HyGiene e Anatomia
(20 .craeetre, Taxa, 5,-,OOU.)

I. Hygiene.
(2 e iuestre, 2 periodss)

1. tatado de saude djos CLtiLiaes dor.e-sBLicos nas fazendas.
2. Lacolha de IocL.s >c-,a construcgoes rur.aes, corsiderando-se o
onto de vita Lygienico.
3. i.vgierie dcG ezLabuloc, cocheira e pocilgas.
4. Agua como vehiculo da molcztias de aliinm:-es.
. Irupurezas inorganricaa das aguas.
6. Ziest auica; ds anirmace maortos.
7. L.et.oods convenieites para afast;i ento das varreduras e
detritos d.., _fsfzendas.
J. LLitnodou praticoz para combater o berne e carrapzto.
9. J.atLanqa e retalho de bois e pc1cos.

II. Anatoaia.
(29 semestre, 2 ,e -iodos.)

1. Introducao a,- ebtudo de An.toAmia, zeu objecto.
2. Conforuraacao gera L exterut, dos aiuir-.es cdomesticos.
3. Esqueletos dos naiores animtes donicsticos.
4. Estudo dos org%% externos dos aimaes domrsticos.
5. Lstudo dos$/ orgt@8 intcrnos acz ani-.res doaesticos.
6. Estudo do ppparelho digestivo dos animals downesticos.
7. Jstudo dob sentidios dosi anirjaes :lotacSticos.
8. ELs tudo l-'. locomo.C4o dos anirni.es dom-sticos.


II I, J. L, Clinica
(30 suxe:ctre, 2 periodoz, 4Q semnestre, 3 pei odos.)

(.ixa., 10io:0o)0 por serniestre.)

1. Exaae clinico de anirnkeds doentes.
2. Reconhieciniento cte diversos envenenarentos.
3. Tratarnento de ferimentors e;:ternas.
4. Funccion meuto do~appartlho digestivo e ;Juaes principaes doengas.
5. Pratica das incisoes, .uturas, punccoes e sangrias.
6. Effeitos de envenenarnento sobre diversos orgaos.
7. Principaeo molestias de cavaLloz e muireo e seu tratamento.
8. Principals molestias de bovinos e seu rratamento.
9. 'rinci aeo raolvutias cs-xciaes des bezerros e seu tratamento.
10. Principals amolestias de porcos e seu tratamento.
11. Principaes moleoti- das :Lves e seu tr-atamento.







ENTOMOLOGIA E T MOLESTIAS DAS PLA1NITAS.


I. Entomologia

(3 seiectr'e, 3 periods, taxa, 10$000.)

1. Consideo'aroes sobre os daninos coasados por ineectos aos
products ala: fazendas.
2. Estudo e tratawento doa isnectos nocivos roedores.
3. Estudo e tvatamento dos, insectos nocivos sugadores.
4. Eszudo e t'aLaIuentu de outros insects nocivoa.
5. Preparo e apjlicayao de insecticides de acgao por envenenamento
e contact.
6. A applicaq-ao do cdl or cumo inriecticida.
7. Inoectos e outros animaes uxnigos das plantaqoes.
8. Estudo dos veries nocivos As plaiLas e aniiaes.
9. Eetudo do cyclo de vida do berne.
10. Estudo do cyclo 'Ja vida do ca-rrapatc.
11. ]}studo da sauva.
12. Nocoeu sobre insectos que attack, resicdenciLeJ.
13. il9goes sobre apicultura.
14. Ioqoes sobre sericicltura.


II. Lioiestias de Piintas.

(42 semestr'e, 3,per'icdos, tasa, :O.OCUO.)

1. 3io9oes sobre plants cyyptogamiicas.
2. >loqoes sobre microbios.
3. Prepara;ao de fungicides.
4. Uso de pulverizadores.
5. vppllicagao doz inmecticidas ci. p .
6. Tr tnmento de sement2s .ara preven.,o de moLectias.
7. Molestias geraimeite enccntra;idas lras hortas e pomares.
8. Toleset as -eralmente eincontradas n.,s lavouras.







E N G E IT H A R I A RU R AL

I. Trabalhos nas Officinas.

(1Q somestre, 2 periods, taxa, 104000.)
*
1. Trabalhos na serraria.
2. Trabalhos n.n carpintaria.
3. -imA,,wM'& e carpintaria nas fazendas.
z J.'r., iiind s i .i L. :. i ..:i-t-. ri.a ; ... f ,. .lc .
5'. abriaacaq de caixas rusticas patra trabalhos nas fazendas.
6. K-.'.b.'icanao de caixas padroes pt-.ra emballagem de ayes,
'' fructas, hvrtaliqas e outros production das fazendas.
7. ir.balhlios da forja.
6. Trabalhos da bancada.
-9. Trabalhos corn :ua.chinas de f errarin7.
10. Trabalhos corn tubos de ferro.
11 :old;,. e trabalhos coin folha de Flandres.
STic.;oes sobre areis,. pedra, cal e cimento.
13'.- T..bricaao de tijolos e telhas rns fazendas.
14 Emprego do concrete n.-s fazendas.
15. Pequenos abasticirnentos dagua potavel. tsgottos simples.

II. Iaclininis Agricolas e Nog5es de Estradas de
Rodagem.

(2 semiestre, 2 periods, taxa~, iO.OOO.)

1. InrtriLmentos igrnrios, cabos proprios, trabalhos de ancabar,
Uao e conserva:cao.
2. Classificacao das machines agricolas.
3. unriccionamenrito, conserva.-ao e reparagao dos .arados.
4. Funccioriamento, conservacao e i-epara,c.ao das grades.
5. Sunccionamento, conserva-..ao e r-eparatao das plantadciras.
6. 1unccionaraento, conservaao e re,:,Lraqiao das ceifadeiras.
7. YunccionalU!Lin o, conservg.ao e reparagao de outras machines
agric olas.
8. Uttlidade dos auto-caminhoes. nas fmzeadas.
9. Manejo e reparacoes samples do auto-camiriliau.
10. Elements do estudo de estradas de rodagem.
11. Conoerva tio QILs estrada de rodagema
12. Consideragoes sobre transport nas fazenidas.
13. iEmprego dos trictores em trajalhos agricolas.


III. Plysica .'gricola Eieiamentax.

(32 seniestre, 3 periods, 42 semestre, 3 periodss)
(Taxa, I>,,00 por semestre.)

1. Noqgoes preliminares.
2. logoes de mechanic.
3. Gravidade.
4. L:Jechanica dos liquidos.
5. Mechanica dos gazes.
6. :4achlnas simples e compostas.
7. Esatudo dos principios applicados nos instruments agrarios.







8. Estudo doe principios applicados nas machiunas agricolas simple.
9. Bo de diversos typos de bombs.
10. Nogoes sobre desenho linear e a mao livre.
11. Calor.
12. Acustica.
13. Optica.
14. Electric id:de.
15. Mleteorologia.


IV. E'ngrenharia Rural.

(3L saaestre, 3 periudos, 4Q se'.estre, 3 periodss)
(T-.ix.a, 3'dC0 per se:istc-tre.)

1. Inrst'niu6bntus simpl-s usados e-w azrilniiensura.
2. Locagao )pratic das estradas de rodageii.
3. ITocoes dce te.,raplanagem.
4. Cunstrucrao e eorrervagao ca.- estradts de rodagem.
5. Execugao de obras d'lrte samples usadas nas fazendas.
6. zva].ia^ao ^r.'ticna da potencia du'iia queda, dagua.
7. ,ilstalla-auo dagua potavel nzs fazendas.
8. studioo dwna irL3nl:.lan~ eLcctzica pro3pria para uma fazenda.
9. Applica.-;oes vir.-zticas de electr-icidade nas ifazendas.
10. Estudp e conetrucn?.o *.a terraces.
11. K'otores de utilicide nos fazendas.
12. Rodas dagua, bomib.s, e rnioinh.Lts de fub5.
13. 3?-'.tica cor tractores,
14. Conm.truccao de hanhos catrraaticidas.
15. Estu.do surnmrrio ',.e -iteriaes de construc.-ao.
16. No.-oes sobre .?. ni-icne das diversrs construogoes da fazenda.
17. Sxecuc.o de condtrucioes siplc.s n.s fazendas.
18. Utilid.'de e prLaticct. simple de cimecnto armado.

S rV. clarcenaria

C(3Q 8t3et2, 2 period.s, 4Q sercestre, 2 periodss)
LT.-.;'n, l.yOC'O po:: 3e;4:ctre.)

1. Typos de nioveis de i' cil construiaQo n.-.s fazendas.
2. Desenho de -.eas a sere ccrntruidas pelos alumnos.
3. Lscol.hz -e i:.,leira ._:.,a diver-as moveis. Considera.oes geraes
sobre nadeira parn divErsos fins.
4. Apparelharientjo da madeira.
'. Ferrawcentas de rnarcenariia, selu uso e conservacao.
6. !Jcntag eiae moveis. Goll:'sB, tintas, vernizes, ferragens,ete.
7. Reparat;ao e conzervacao de moveis.
8. Molduras e ferros TroDrilios-





CHIMICA

I. Wnimica tlementar.

(30 sen-estre, 3 peribdos, 40 seriestre, 1 periodo)

(T.sxa, 20,,00,C.)

1. Introducs'o.
2. -'t.tudo dos gazes.
3. Hydrogenio.
4. Olxygenio.
5. Composigao da '_gua. &acluao.
6. Atoamo e niolecullas.
7. Thloro c acido chlilorhydrico.
8. Coiposi.ao molecui;.
9. -i-'eso .-atomico, e m-olecular.
10.ioriaulas ciLinmicas e noirenclatura.
11. t',quasoes e calculos c-imlcos.
12. *,odio e potassio.
13. 2o njoozto., de sodio e potassio.
14. /waoifre e seus comiapoLjtos.
15. Azoto a a atraosphiera.
16. orompoLos do azoto.
17. l'hosplhoro, arsenico, antimonio, e bismutho,
18. Halogeneos.
19. Carbono.
20. Oxydo de Carbono.
21. Silicio e boro.
22. Calcio e oeus compostos.
23. Itgnesio, ziUco ,iLercurio.
24. E-crr; a seus coiposto3. o."
25. Cobre e seas compoutos.
26. ratULL, ouro e platiria.
27. Alumlinlo 2 seus coipostos;.
28. Chumbo e estarilio.
29. Manganez, cobiito e nickel.
30. Lei periodic.

II. Doc;oes de Chimica Org'anica e Agricola.

(2 .istre, 2:riodos, tara, 2COOO.)

I. Composi'r;ocs de c:.rl)ono ccm hydrogenio,
2. Alcooes.
3. Acidos organicos.
4. Gorduras, oleos e sa -ez.
5. fydratoosde cJirbono.
6. Comrposioes organicos do -;?.zto,
7. Composi',no das ..Lantas.
8. Chimica d.- ve'et..'--o .-.S rlnt3 s.
9. Enzymos, digestao e fermnentacao.
10. Principios de nutricao.
11. Alimenta;ao dos animnaes da fazenda.
12. Alimentos lihuwanos.
13. Agentes de fermentagao.









14. Preservacao dos alumentos.
15. .Estudc dos aritie-cticos e desinfcctantes.








Li6los e Adubos.

I.
(39 semie stre, 2 periodoa, 4Q semestre, 2 perlodes.)

1. Forviaao do solo.
2. Jiversos typos de solos.

3. .leIa&,3.o entte o s>lo e planttit.

4. .'u ao a61io.

5. Considera(1i.a soLrc o suibsjlo.
- 6. CLultivos.

7. Corse-vao;o da nLumidadc do s6lo.

8. Conrierva;ao do boia estado lo s-io.

9. L-teria organic do solo.

10. Eota-ao das calturas.

11. Adubos da izezdd..

12. AduboZ cooagorciaes.

13. Adubos compostos.






SULVICULTURA

I .

(3Q sernestre, 2 periodos, 49 semestre, 2 periodss)

(T;-xa, 5,;OOO por semestre.)

1. Seu object.
2. V-riedadeo de rradeira. iesistencia contra molestias e
insects nccivos.
3. TJadeiras de lei proprias para con-truc;oes, dormehtes,
mobilias, etc.
4. 'scolha de variedades de eucalyptus pa-i'a pequenas construcaqeu,
pontes, moiroes e lenha.
5. Preparo de sementeiras e viveiros.
6. Transplantio dats mudas de eucalyptus.
7. Terrenos baluios e seu. mpproveitamento coin plantagago do
Seucalcy-tus.
b. Formayao de planta.oes extensivas de eucalyptus.
9. species florestaes nacionares de facial propagagao.
10. Pr',pagaqo te ex,)loraqao de ouLras especits uatlvas.
11. E'r.loraqao convenient d--..- florestas existentes nas fazendas.
12. ATethodoe Laaa rel orestarne nto.
13. Consernvaa-o de miideira po02 !ieio de ariutisepticos.


II.

(3o semestre, 2 periods, 42 sernestre, 2 periodos.)

(T..,xa, 5.,OCO poi- seni estre.)

1. Estudo C'IaV mradJeira.
2. Estuc.o ligeiro cte deriat'olo'gia.
'- 3. V'ntr.gens das florestns.
4. Estriuctuira. dia madeira.
5. 2esdobraxmento da made ira.
6. Prep:ragaso d.- rm-', ira paia carpintltrias.
7. Preservaao da madeira.
8. Exportagao da n tdcra,.
9. Preparaqao do oarvao.
10. Joroes sabre dest illaqao da ia.Lr ira.
11. Estudo comparatiVo dt species convenientes para
re'florestamiento.
12. Formagao de florestas cumo eopecics tw.cionaes.
13. LspeTcies naciotaed proprias pa;ra e traccaoo ie oleos, resinas,
goinmms, etc.
14. Mont;giem das serrariaa fixa-s e moveig.
15. Oubagein 6 .iadeira, derrubada e eri e.
16. Organiza',^o ae tra-baolldo florestaes.










Programs don JZstudos


do


Curso Superior ie Agrioultura do


tSCOLA SUPE].IOR


DE AGRICULTUBIA E VETERINARIA







Z OOTE CHN IA


A. Zootechnia Geral, e Inicio de Suinocultura.
A
(i semestre, 2 periodss)

1. Introduogao ao estudo de Zootechnia.
2. (Zoologia). Revlsao geral do estudo dos animaes vertebrados.
3. Estado detalhado dos animaes d. wwiL.ct-ndt / 1- .A
4. Estudo geial sobre qs ragqas de porcos.
5. Estudo das nagas nacionaes de pbrcos.
-6% Estudo das ragas importadas de porcos.
7. Hygiene pratica dos porcos.
*
B. Zootechnia, e Suinocultura.

S(20 semestre, 3 per.)

1. Conformagao geral externa dos animaes domesticoas,
2. Estudo comparative do apparelho digestive dos animals domes-
ticos.
3. Principaes basicos da criagao, alimentagao e trataannto doe
animals domestics.
4. Estudos basicos para formagao e melhoramento das pastagens.
5. Alimentos e forragens, a seu valor nutritive.
6. Estudo da criagac de porcos espiecialmente proprios para: a).
care e toucinho; b). oarne gorda para preparagao de "bacon".
7. Estudo de criagao de porcos em grande esoala.
8. Pf,/fA Estudo de criagco de porcos de sangue puro destinadom
a reproducgao.
9. Formagao de pastagens proprias para porcos; como de aveia,
alfalfa, feijoea do campo, amendoim, milho verde, etc.
10.;Ragoes eguilibradas para criagao e engorda de porcos.
11. Fabricagao de products suinos, como linguiga, salame, present
banho, etc.
12. Preparagao de porcos para Exposigoes.
13. Estudo pratici sobre os pontos principles a serem considerados'
na escolha de porcos para reproductores.
14. Estudo pratico do julgamento de porcos em exposigoes.


C. Gado para Leite.

(3 semestre., 4 per.)

1. Historia das ragas principals de gado leiteiro existentes em
Minas Geraes, como, Hollandezes, Suissos, Inglezas, Francbzas,
AllemaeB, e Indtanas.
2. Estudo da priagao e cruzamento de gado leiteiro.
3. Estudo da criagao do gado mixto.
4. Methodos praticos para evitar molestias e insects prejudiciaes.
ao gado leiteiro, pelo uso dos banhos carrapaticidas, etc.
5. Melhoramento de pastagens nativas para o gado leiteiro.
6. Estudo da produoagao de pastes artififciaes para o tempo seQco.
7. Producgao de forragens verdes.







8. Silos e seu uso.
9. Cultures proprias para ensilagem.
10. Ragoes equilibradas para gado lelteiro.
11. Tratamento do gado, visando maior producgao de lite.
12. Methodos de ordenha e conservagao do leite.
13. Estudo detalhado da exportagao do leite.
14. Estudo ohimioo, pkyeico e microscopico do leite.
15. Fabrioagao da manteiga.
16. Fabricagao de diversos typos de queijo.
17. Estudo detalhado daa principaes congeladeiraa e fabrics
de lacticinios de Minas Geraes.
18. Estudo da fabricacao do gelo e eeu emprego em lacticinios.
-C. ae a C.a.-ezv ALt. tL'b w L
DJ. Gado para Camre.

(49 semestre, 1 periodo)
b-a 1.
1. Historia das ragas de gado para care.
2. Estudo detalhado e historiao das prinripaes ragas naoionaee,
como Caracu, Crioula, etc.
3. Estudo da criagao de gado em escala extensive, e sou
melhoramento.
4. Historia e desenvolvimento do zebd no Brasil, especialmente
em Minas Geraes.
5. Historia e desenvolvimento das ragas puras europeas para
carrie, introduzidas no Brasil.
6. Methodos de desenvolvimento e melhoramento dm5 grande campus
para criagao extensive, de accord corn as neceisidades das
diversas ragas.
7. Mejshodos praticos para evitar molestias e insects prejudi-
claes, e sua disseminagao nos rebanhom de criagao extensive.
8. (Genetica Animal). Estudo detalhado dos effeitos do cruza-
mento e intercruzamento de varias ragas de gado para care.


E. Avioultura.

(49 semestre, 1 periodo)

1. Classificagao das aves domesticas.
2. Estudo eoonomico e estaftistico da producgao domestic de
gallinhas no paiz e no estddo.
3. Estudo e pratica sobre as ragas de gallinhas para producgao
de ovos.
4. Estudo e pratica sobre as ragas de gallinhas para produogao
de care.
5. Locago, construogao e administragao dos parques para
criagao de aves domesticas.
6. Allmentagao e ragoes equilibradas para gallinhas: a).
peedeiras, b). para care.
C.riagaonatural de gallinhas.
.Incubagao e criagao artificial de gallinhas.
9. Commeroio de pintos.
10. Producgao industrial de frangos.
11. Estudo da criagao de outras aves domesticas.
12. Preparo das aves para o mercado e sua emballagem.






13. Acondicignamento dos ovoe para exportag;o.
14. Preparagao de ayes para exportagao.
15. (Genetica Animal). Estudo pratico sobre pogtos principals a
serem considerados na escolha de ayes para reproductoras e
no seu julgamento em exposigoes.
16. Hygiene pratica das aves. Principals doengas e pragas
de aves, communes no Estado de Minas Geraes.

F. Estudo dos Cavallares, Muares e Asinios.

(5o semestre, 1 periodo)

1. Historia geral das ragas de cavallos e asnos.
2. Estudo da criagao de cavallos para sella, especialmente o
Arabe, o Inglez "Thorough-bred", etc.
3. Estudo da criagao de cavallos para tracoao, como o Percheron,
etc.
4. Estudo da criagao de muares para sella.
5. Estudo da criagao de mares para traogao.
6. Estudo da oriagao de jumentoes.
7. Fazendas de criago de muares em grand esoala.
8. Estudo das forragens proprias para cavallos e muares.
9. Ragoes equilibradas para animaes to sella e de tracgao.
10. Adestramento dos animaes para machines agricolas.


G. Diversos Animaes Domesticos.
(5a semestre, 1 periodo)
1. Estudo das ragas de caprinos e sua utilidade.
2. Estudo da criagao industrial dos caprinos.
3. Criagao de cabras de Angora.
4. Pastagens e outros alimentos proprios para caprinos.
5. Estudp das ragas de carnelros e sua utilidade.
6. Estabelecimento da criagao industrial dos carneiros.
7. Producgao de laS.
8. Pastagens e outros alimentos proprios para os carneiros.
9. Estudo das ragas prinoipaes e dos elements da oriagao dos
cases.
10. Estudo de outros animaes domesticos, por suggestao dos
alumnos.
11. Estudo systematic de genetic animal.

CURSOS FACULTATIVOS IS ZOOTECHNIA
Conservas de
H. Fakricagao nas FazendasedelCarne e Outros Productos
Animaes. (49 semestre, 3 periodss)
I. Estudo Extensivo de Avicultura. (40 semestre, 3 periodss)
.T. Dietetica Animal. (69 semestre, 2 periodss)
K. Bases Scientificas para Obtengao e Ftxa;ao de Ragas
Puras de Animaes. (89e semestre, 2 periodos.)




-% 4


AGRONOMIA

A. Part Geral de Agronomia e Milho.

(ia semestre, 2 periodoQ)

1. Estudo summario do s61o.
2. Escolha, dettocamento e preparo do terreno.
3. Estudo dos membros das plants.
4. Estudo pratico da semente.
5. Estudo geral das cultures principles das fazendas.
6. Prinoipios basicos que regem o cultivo corn machines.
7. Pratica corn machines agricolas.
8. Methodos para melhoramento das plants agricolas.
9. Methodos para conservagao da fertilidade e humidade do solo.
10. Estudo dos principios e vant4gens da rotagao de cultures.
11. Immunizagao a preservagao dab colheitas.
12. Estudo e cultural do milho. Deriyados do milho.
13. Melhoramento do milho por seleogao e cruzamento.
14. Combat ds prinolpaes pragas a molestlas do milho.
15. Armazenamento e beneficiamento do milho.
4
B. Estudo dos Outros Cereaes e da Canna de Assucar.

(29 semestre, 2 periodoa.)
1. Estudo, cultura, melhoramento e beneficiamento do arroz.
2. Estudo, cultural, melhoramento e benefitciamento do teijao.
3. Estudo a cultural de outros cereaes, takes oomo, trigo, aveia,
centeio, cevada, sorgho, etc.
4. Methodos de combat as prinolpaes pragas e molestias dos
cereaes.
5. Zonas assucareiras no Brasil.
6. Estudo das especies e variedades de canna de assucar.
7. Cultura da canna de assucar.
8. Melhoramento da canna de assusar.
9. Fabricagao nas fazemdas de assucar batido, de forma, a
rapadura.
10. Fabricagao do alcool nas fazendas.
11. Bases para fixagao dos typos conmmerciaes de assucar.
12. Combat as'principaes pragas e molestias da canna de asaucan


C. Cafe
(30 semestre, 2 periodss)

1. Estudo das variedades e melhoramento do cafe.
2. Preparo das sementeiras para cafd a seu uso.
3. Escolba e preparo do terrent para cultural do care.
4. Plantio, transplantio, e cultivo do cafe.
5. Adubagao e replantio dos cafezaes.
6. Colheita a beneficiamento do carf.
7. Classifioago, emballagem, e exportagao do cafd.
8. Pragas e molestias mats importantes do cafd.






D. Forragens e Diversas Culturas.
(4. semestre, 2 perlodos.)
1. Estudo e cultural da alfafa.
2. Estudo e oultura de outras leguninosas empregadas para graos,
para forragens, au para adubos verdes.
3. Estudo detalhado dos capins forrageiros.
4. Estudo detalhado de outras plantax forrageiras.
5. Fenagao, deposit, e enfardamento de diversas forragens.
6. Estudo das principles plants oleaginosas e seus products,
como, a mamona, o babassud, etc.,
7. Principaes basicos da produogao extensiva de plants que
produzem raizes, tubersulos, e rhizomas de valor economic.
8. Cultura e melhoramento da mandioca.
9. Estudo e fabrico de divereas farinhas e polvilhos.
10. Estudo e cultural da batata doce.
11. Estudo e cultural de plants fibrosas, except o algodo .
12. Estudo de outras culturas, por pedido dos alumnos.


E. Algodao e Fumo.
(59 semeatre, 2 periodss)

1. Classificago botanica das species e variedades 0do algodao.
2. Cultura do algodao.
3. Producgao de sementes de casta pura.
4. Colheita, descarrogamento e emballagem do algodao.
5. Classificagao commercial da fibra do algodao.
6. Preparo e uso dos subproductos da semente do algodao.
7. Estudo das priLncipaes pragas e molestias do atgodao.
8. Estudo de variedades de fumo proprias para diversas fins.
9. Cultural do fumo de diversos typos.
10. Propagagao de sementes de casta pura.
11. Preparo do fumo de rolo e em folhas seccas.
12. Producgao a prepare de folhas para charutos.
13. Principals pragas e molestlas do fumo.


F. Genetica.

(89 semestre, 2 periodss)
1. Mechanismo da hybridagao de plants.
2. Theoria de Mendel, e sua applicagao.
3. Estudo de Genes, polydeterminantes.
4. Determinaqao do sexo.
5. Chromozomios e hybridos de enxerto.
6. Somatogenesis.
Linhas puras e biometria.
Theoria de Darwin, mutagao e caracteres adquiridos.
9 Genetica applicada ao Homem.
10. Genetica applicada a diversas cultures.
11. Desoobertas recentes de Genetica.








CUhiLOS YACULTAT IVW It, AGWIOC'MIA


0. Varleda4ee de o anm de asaucoar resiotentes a molestlas.
Produogao de novas variedadoe doe cann Aedo aasucar.
(30 emmbetre, 2 iriodo..)
H. Betudo botanloo do oafs. ClaesnifolIgo systematitoa dan
oupeclem a v:nrtedades do oafdE. Variedades resietentem
a molestlas, (49 semestre, 2 liertodou.)
I. Correlatividade agrtoola. Escooh de oulturas sonvenienles
sabre ponto de viata oonimerei a da mao de obra. sucoeosoes
vattajosas a denvantajomas de -tutturuu (6a seriestre. 2
periodss)
J. Estudo eoonoalco do oaf6, Oammdes mecadou. Ulasiflioaqo
aommt eal.l do cafg. MeUhoramento doe typos de cai'v (7 derm-
amtre, 3 perlodos.)








HO T I C U L T U R A E POM I C U L T U R A

A. Geral.
(iJ semeatre, 3 periodos.)

1. Anatomia vegetal.
2. Morphologia vegetal.
3. Physiologia vegetal.
4. Representagao por desenho a mao livre das diversas parties
das plants.
5. Estudo detalhado dos Phanerogamos.

B. Horticultura.
^ (20 semeatre, 2 periodos, 8 39 semestre, 1 periodo)

1. Estudo e preparo das soementeiras.
2. Preparo do solo para hortaligas.
3. Transplantlo das hortaligas.
4. Cultivo das hortaligas.
5. Colheita, prepare e emballagem das hortaligas para exportagac
6. Cultural de hortaligas productoraes de folhas, taes como, acel-
ga, aipo, alface, repolho, couve, etc.
7. Czltura de hortaligas productoras de tuberculos: batata doce,
batatinha, oenoura, beterraba, nabo, cebola, rabanete,
mangarito, etc.
8. Bultura das hortaligas productoras de sementes; ervilhas,
feij.oes, milho doce, amendoim, etc.
9. Cultural de plants para fruotas, takes como: tomate, berin-
gela, chuchu, quiabo, abobora, etc.
10. Cultura de plants condimentares.
- ll.ProduCgao oonservagao de sementes de hortaligas para
propuagato.
12. Melhoramento das hortaligas, por seleagao e hybridagao;
(Genetlca.)
13. Construogao e utilidade dos ripados.
14. Utensilios e machines usados naa hortas.
15. Methods preventivos contra insecton nocivos e molestiys
dasplantas nas hortas.
16. Nogoes sobre irrigagao e drenagem nas hortas.
17. Uso de fertilizantes commerciaes, verdes e das fazendas,
nas hortas.
18. Preparagao de conservas de vegetaes em latas e vidros.

C. Pomicultura
(3 saerm., 1 per., 4. sern., 2 periodos.)
1. Pomicultura geral.
2. Preparo e uso das sementeiras.
3. Estudo da escolha do local, e preparo do viveiro.
4. Methods empregados nos viveiros.
5. Propagagao por enxertia.
6. Propagagao por estacas.




q 0


7. Reproducgao por sementes.
8. Eetudo comparative da reproduogao e propagagao dae arvores
fructiferas por diverseos methods.
9. Estudo da escolha do local, prepare do terreno e plantagao
do pomar.
10. Estudo e pratica da poda.
11. Estudo detalhado da propagagao e cultural em escala extensive
de divereas fructas, como: laranja, banana, manga, abacate,
etc.
12. Methodos geraes de fazer colheitas e acondioionar fructas
para o mercado.
13. Historia a qualidades das fructas male importantes.
14. Estudo detalhado das fruotas nacionaes, pomaceas, bagas,
drupaceasA a secoaa.
15. Preservagao de fructas em conservas e seooas.
16. iiethodca preventivos contra insects a molestias nos pomarer
17. Mtlhoramento das plantas fructiferas por selecgao e hybrida-
gao.
18. Construcgao a atilidade d6s ripados.
19. Utensilios e machinas usadas nos pomareas.
20. logoes sobre brrigagao e drenagem nos pomares.
21. Uso de fertilizantes, verdes,,4 das fazendas, e commeroiaem,
nos pomares.


D. Plantas Ornamentaese.
(49 semestre, 1 periodo)

1. Estudo a oultura das plants ornamentaes herbaceaes, arbustis
e arvores.
2. Cultural de algumas species de flores.
3. Arborizasgo de ruas, avenidas estradas.
4. Estudo dos principles e methods do plantio de Jardine e
parques.
5. Estudo dos priocipios e methods de ornamentagao por platas,
de edificios e residencias.
6. Desenho de plants para Jardines, parquea a pragas.

CURSOS FACULTATIVOS DE HORTICULTURE E POMICULTURA

E. Botanica das Hortas e Pomarer (29 semestre, 2 periodoe.)

F. Hietologia Vegetal. (30 semestre, 2 periodss)

G. Estudo do Cacauzeiro a seus products. (40 sem., 2 periods.

H. Producgao e fixagao de novas variedades de fructas e
hortaligas por: at. hybridagao;t ). selecgao; c). mutagao.
(5o semeetre, 3 periodom.)

I. Fructitultura national. Estudo detalhado a systematioo dae
fruotas brasileiras, sua producgao, melhoramento e exportagai
(69 semestre, 3 periodon.)







KATHEMAT ICAS


A. Revisao de Mathermatica.
(1i semestre, 3 periodss)

1. Fraogoes ordinaes.
2. *Fracoaes deoimaes.
3. Potenoias e raizgs.
4. Razoes e proprogoes.
5. Regra de tres.
Systems metrologicos.
7. Juros, commissoes, e percentage.
8. Equacoeu do 12 grao.
9. Systems de equagoes do i1 grao.
10. Equagoes do 22 grao.
11. Systemas de equagoes do 29 grao.
- 12. LogarithAmos.
13. Juros compostos, annuidades e amortizagoes.
14. Nogoes de maximos e minimos.
15. Egualdade de triangulos.
16. Semelhanga de triangulos.
17. Polygonos regulars.
18. Estudo das areas.
19. Superfiole e volume do prisma, cylindro, pyramid, cone,
tronoos, e eaphera.
20. Tragadoee estudo da elipse, hyperbole, e parabola.
21. Resolugao trigonometrica doe triangulos e reotanaulos.
22. Resolugao trigonometrica dos triangulos obliquangulao.
23. Resolugao trigonometrica dos polygonos.

B. Contabilidade Agricola.
(5 serm., 2 per., 69 sem., 3 periodoe.)

1. Contabilidade, elements, dtfinigges e importancia.
2. Grande utilidade da contabilidade agricola. Nogoes
preliminaree.
3. Estudo e movimento das contaa agricolas.
4. Funcagao das contas. Debito e credit.
5. Livros conmmerciaes e agricolas.
6. Registros agricolas.
7 Organizagao das partidas e sua Partidas dobradas.
SSociedades e emprezas agricolas.
9. Sociedaaes oommerciaes.
10. Operagoes meroantis em geral.
11. Calculos agricolas.
12. Abertura da esoripta agriacola.
13. Inventgrio. Bens. Capital.
14. Esoripturagao agricola.
15. Conferencia da escripta. Balancette.
16. Balango.
17. Encerranmento da escripta agricola.
If.Escripturagao geral das cooperatives agricolas.









19. Credito agricola e commercial.
20. Titulos commercials.
21. Importanoia dos bancos.
22. Estatistica elementary agricola.
23. Redaoqao commercial.
24. Organizagio de escriptorios praticos para fazendas.
25. Organizagao de escriptorios de sociedades e emprezas
agricolas.


CURSOS FACULTATIVOS DE

C. Algebra Superior (2 semestre, 3

D. Geometria Atalytica. (3D semestre, 3

E. Geometria Deacriptiva. (49 semestre,

F. Calculo Infinitesimal. (59 semestre,


KATHEMATICAS.

periodss)

periodss)

3 periodss)

3 periodss)







H I S T 0 R I A, EC 0 N 0 M I A R U R A L,

E LEGISLA QAO RUHAL.

A. Historia da CivilizaqZo do Bras il.

(29 semestre, 2 periodos.)

1. Introducgo ao estudo da civilizagao brasileira.
2. Estado do povo Portuguez.
3. Estudo da populagao indigent brasileira.
4. Estudo da raga negra.
5. Composigao do povo brasileiro e caracteres dos mestizos.
6. Raga brasileira.
Desenvolvimento social do Brasil.
Political brasileira durante o period colonial.
9 Politica brasileira durante o 1 imperio.
10. Political brasileira durante o 29 imperio.
11. Politica brasileira durante a republican.
12. Brasileiros notaveis, e suas realizagoes.

B. Historia da IUivillzagio Universal.
(30 semestre, 3 periodss)
*C
a). Historia antiga.
1. Edades prehistoricas.
2. Grandes divisoes de historic.,
3. Fontre de historic da antiguidade.
4. Nogoes sobre a historic e civiliszgao egypcia, assyria,
chaldea, babylonia, aryana, indianaA mongolia, 6 persa.
Nogoes sobre a historic e oivilizagao dos hebreus.
6. Nojaes sobre a historic e civilizagao do Phoenicia e Carthago.
7.Nogoes sobre a historic e civilizagao da Grecia, Macedonia,
e Roma.
8. Conttibuigoes das civilizagoes antlgas para a civilizagao
modern.
b). Edade media.
1. InvWasoee dos barbaros.
2. 0 Christianismo.
3q 0 Islamismo.
4. Carlos Magno.
5. Feudalismo e Cruzadas.
6. Magna Carta da Inglaterra.
C
a). Tempos Modernos.
1. $A W(A "*. Renascengav
2. As grandee invengoes e descobertop maritimas e geographlcas.
3. Espanha e Portugal. Descoberta da America d do Brasil.
4. Tratado doe negros.
5. Progresso do poder real.
6. Renascenja das lettras e daa artes.
7. Monarchia absolute na Franga.
8. Revolugao Ingleza.
9 .,A Reforma.




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