ESAV, Annual Report, 1927.

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ESAV, Annual Report, 1927.
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Correspondence and Subject Files 1921-1943
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University of Florida
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AA00000207:00119

Full Text







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Para o anno 1927


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1). Carta deJ Apresentaqgo 1
A'b..rtura das Aulas
Surgn~iza,'C Garal do Lstcbilecim.nto 3
4). Resumo L.S Aulas do bemestre die I1 de
Agosto at& o 15 de Dezemuro Ie 1SE7 5
5). Haorarios zemanass seguidos ..... ............ 8
6). Lists los Matriculados 8
7). nsino Moral, Uivico e h/gienico
8). Sade dos Alumns 10
Se. '-O so de Zootechnia
I ). Seca 'o da A rronomia............ .......... 13
11). Estbs-ado da Uons brucq3es e; i' a1' Janeiro 14
1 21). Ensino ?rimario aos J;erarios da Escola 15
1 ). Visitau ao .:st:-* obclcimento 16
14). Exhibic; i aizadsr na Escola 17
151. P.rtici.aq.o *&u Lscola ,na EKxposi-'1o
de S o r ulo.. .. . .. . . . . . ... 8
SaJr'resjandenja .:-3
17). roletins ds Immrensa n
18 eoletins
18, aauvas 41
PC .omar Ati-Leproso .. .. . .. ..... .. .-
21). Arborizaqo e nuas 44
2,2). Pomar de Acclimab:o 45
23). Pomar Permanaente 47
2A). Producq-o e Ea^ortat;o de Mudas de Citrus 49
29). Terra-as . ............................. 48
28). Lista do Estabelecimantos e Particu&iares
que receberam Mudas ae "itrus 51
27). Arroz 53
28). Mii ho 54
29) Canna de Assucar 55
30). Relatorio do Vice-Director................ 56
a). Secretaria 56
b). Pessoal 56
c). Alumnos 57
d). Disciplina 57
e). Refeitorio 57
f). Movimento Economico 57
g). Conclusgo 58
31). Relatorio Jo Professor Cathedcratico de
Zooteclimia ........................... ... .* 59
a). Construc Oes Lxiscentes na Occasido
de minha posse 59
b). Construcgtes attb 31 de bez. do 1927 61
c). Acquisig-o de Animaes 61
di. InstaIllago do Laboratorio no Predio 61
a). Ensino 61
f). Resumo dos Programmas do Ensino.........62
i). Zootechnia 62
ii). Zoologia 62
iii). Veterinaria 63
iv). Hygiene 83
g). System de Criaggo -63
h Estado Sanitatio dos Animaes. 63
i5. Producqao de eitte ................... 64
J). Movimmnto de Leite 64
k?. Movimento de Ghio Bovino 6&
1. Leiteira 65 ,
m. Suinos 5 05
n Movimento dos buino 66 ..
a o,. Consultos Veterinarias -66
.p) Viagens:" .. .... : .. 66 :
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S). Re.Latorij *: Pvo e 'e. r .. ..:...Dn.m........... 37




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ii) -..pA;;>; relT^.tn o -; ^ .-r" ,o ,-- nn ,_:-"g u.:", 74



i). L ,:,sbo lc ios Do>"' tm i-. ,u.>.J.- 75

g) \'.,urscSo e Vio.enz- 73
i) .A'_,iv. 'i, n-'snc. drt. 'I. -c s-,Cre : tudo
'- d'u. i rri ia 6mc. U.'.1,.. ..................... 76
ii). Tel -iras. stu,-3 ,;L: r. efi'i.i me-tj ,- '_ 77rr/
iii). C U L,'.{o 78
ii). (nsr^ -vsi ouaL L'. ctmrnLBSnto 78
*2 Lztru,'.s d9 'o-it.Zam- LsonLt Luu. :.J! b -:"ssrva"..n 78
j)e I i .i . . . . .i. . . .7
i) .atta .-t-e 78
ii). AIg dZ. 8J
iii) .. L. ',ut- D.);: ;.r. M-,..ma 8;
iv). C;-1.imai ,_phr.ns5 ot
v). C it .m rial . . . . . . . . .. . . 1
vi). Milho 82
V p 7ta 82
cattece ,C ,...U Z",u-o 8S
vii). Arror a 8a
i C : c. A L I u .: . . .. . 8. 8
.x). Jut L.s Caai-:.s 84
x). ojs 85
:t i) Ervil a 85
Si ).'a vas 86
ii). . . . . . . . . . . . . . . 87
xiii) anauas 87
Xiv). i-a.'.:oraS 87
3vv). Fumo 87
,xvi) Aio.ga:. 88
>.vii) Pinh.ir-os "I ParcLa . .. .... . . . . . 688
K). Sumentces Vs r.c'iis e ei;mrestad s 88
1). Productos ,Lricoa1s em '. losito 88



2). . . . . . . . . . . . . . 89














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?r.griduituL, t: Uus &ri; s TZrrA.s,
Vizai o e ijr ti ,r '. c.:)lEL-- .
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bauucaij3,c r- s~eit^s; s.


Tendio r .r. .."M ''. .r, c i.. :ia
ioite, t ji Uc ;ir",tor .i:-': ,-.'ola u. -.ncior
d.i Agri,..ultur V:.t'-rln.&.:'l- .. i Ln.,",:, Ae
^ijjnr 3;, Li&ro'>, u9..*-c.UL .'O-iLz.ZtC 1") Z.12LO Ut; TL9;7.

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r.3&r-c u=r Dor !Ler cixo. muito "u3. iiousamcnte
irYc.Lg'uJi';tdo o ensitto :".4?Drl: !nt:at '-it, .'=Lia

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de maaor im ?,r:_;-:i..: o .cn:)r-.i vo cia zsu.Di
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ABERTURA DAS AULAS




De accord corn a instruccao recebida do Exmg Snr.

Secretario, da Agricultura, realizou-se a abertura das

primeiras aulas dos Cursos Elementar e ;edio deste es-

tabelecimnento em 1Q de Agosto de 1927. Fizemos todo es-

forgo para que os alumnos nao fossem prejudicados deira-

siadamente pelas condigdes ainda muito rudes em que se

encontrava o Estabelecimento.

11o estando ainda o dormitorio em cor.dig8es de re-

ceber alumnos, foran approveitadas alguns dos commodos do

porao do predio principal como quartos. Esta providen-

cia reconhecemos era muito lounge de ser ideal, eslecial-

monte quanto a discipline. Nao 6 absolutamente aconse-

lhavel utilizar como dormitorio pormanente, o porao do

predio. Porem, por motive da vigilancia especial por

parte da Directoria, bem como a cooperagao do medico,

lm* nao tivemos nenhuma difficuldade quanto a sadde dos alum-
nos. a discipline tambem, se manteve corn rigor, tendo

sido registrados poucos casos de infracgaes series. (Ver

relatorio do Vice-Director, como encarregado da discipli-

na.)
















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0_RjiAvN I_Z_ASAO



CONSTRUC(OES E EXPEiIENCIAS Corn a chegada dos profes-
sores de Zootechnia e
Agronomia, iniciou-se o desenvolvimento active destes
departamnentos. Isto necessltou conferencias conistantes
entire o Director, Vice-Director e os Irofessores. Todos
os trabalhos mais importantes no camio, bem como todas
as coristrucgoes de qualquer natureza nos doepartuxnentos
sao discutidos em conferencias em conjuncto, e depois
de resolvido realizar o tra.balho ou construccao, o Vice-
Director, como Engenheiro Encarregado das Conristruc'oes,
continda corn a parte designada.,

0 trabalho, ou de construccao ou de experiencias,
em cada uepartamento, estA sempre sob a vigilancia a roe-
ponsabilidade direct do professor desse departamento.
lor este meio, teomos tentado conseguir naxima efficien-
cia, corn minima interferencia nos tra.balhos dos dci.ar-
tamentos,.

DISCILINA E ASSISTUiCIA INuS jULAS. A discipline tern
sido cornfiada in-
teiramente ds maos do Vice-Director, Elle 6 o responsa-
vel pelo born cor-iportanento dos alumnos emquanto se encon-
tram no estabelecimento, e tamnbenm 6 responsavel pelo corn-
pareciamento ds aulas. Os profesL ores tem dado leal cooie-
ragaoj para obter frequencia, semn o que nao se poderia,
em absolute, realizar os programmas de encino da Escola,

INSTRUC(,AO- Temos feito todo possivel para que a instruc-
gao seja ministrada em methods modernos e
praticos. Empregamos livros de texts sempre quo 6 pos-
sivel achal-os para a materia, nao seondo elles geralirien-
te, inteiroamente satisfactorlos.
'1. Na ausencia complete dum livro ic texto que sirva,
o ensino 6 feito por prelecqoes. Sabemos porm que os
curses constituidos de jrelecgoes sao inuito menos effi-
cases do que os emra que se empregram livros de textos,
mesmo seondo. estes defeituosos.

Em alguns casose foram necessarios cursos que nao
fizeram parte das cadeiras dos professors. Os 1rofes-
sores nunca tem deixado de auxiliar corn muita boa von-
tade, dando esta instrucgao conscienciosamente. Temos
sempre feito a divisao do trabalho para que o professor
mrais capaz na material a ministry.
INSTRUC(AO ACtIDEUICA- A instruccao em Jortuguez, Arithme-
tical Iistoria e Geographia, foi
no semestre passado, dada por assistentes, ou instructo-
res empregados apenas por algumas horas.

k1& geral a instrucrgao nao foi mal feita9 Consede- .
rando Q nurmero limltado de alumnos e a necessidade de
.economial foa provavelmente o nelhor method de dar
este ensino.

: .Por6m,rnrovaram ser Os alumnos muito deficientee
S" em inatrucga nestes. assumptos, sendo especialmenite
&s , eria a flta de ensleo em Portuguez e ILaibematica, am- '-
;,-. ^' ..* ... .. ,,.. ...,f, .'.-^4- -e .,o, max;^ necesidid^ papa -t fa*eiadeiro, moderno,.-, :. .,.,:,>.,:
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Verificamos, por6m nao serem satisfactorlos todos
os resultados de ensineo por estes instructors, send
mais economic para o estabelecimento, semr-re que for
possivel, o emprego dum Professor Auxiliar era vez de
instructores por pouco numero de horas.

HORn DE CREDITO Urma horaa de credit" (base geraLrnente
acceita para avaliacQao de estudos), con-
siste de 50 minutes de aula theorica, ou 110 minutes de
laboratorio, semanalmente, durante urn semestre. Sao ava-
liadas igualmente, una aula theorica de 50 minutes e urn
period de laboratories de 110 minutes, poise para o primei-
ro os alunmos necessitam de estudo fora do tempo em que
se acham na alla, emquanto -.ar.a o period de laboratorio,
neo 4 necessario mais estudo. Tanto quanto 6 possivel,
tanto nos }eriodos .raticos de labor:.torio Qoi., nas aulas
theoricas, trata-se do imesmo assumpto.

0 nugiero de : eriodos de laboratorio, sejam elles
realizados nos laboratories no predio pirincil.al, ou nos
campos, 6 restringido pelo tempo que os alumnos tern
disponivel. Em regra geral, podemos dizer que sao ap-
proiraadamente iguaes os nun.-ros de iperiodos de labora-
torio e de aulas theoricas.

No Curso ,;edio, os alumnos deven obter o ninimo de
21 horas credit por semestre. ia tabella acimra, nota-
se que no semestre realizado em 1927, os aluminos obti-
verea 33 horas credit numn semestre. I'iao 6 de se adimi-
rar9 pois os alumnos eramn melhores do que os clue se en-
contram geralr-aente para este turso. tldLuns ja tinham
bastante prepare para serern matriculados no Curso Supe-
rior., caso a Escola tivesse estado em condicoes de abrir
as aulas deste cursor, Alhm disso, os dois frofessores
(de Agronomia e Zootechnia), nao tendo outros alumnosa
podianm dedicar muito tempo ao adiantamento destes. Iao
A provavel que outra turma de. alumnos possa obter tantas
horas credit em urn semestre.

No Curao Elementar houve pouco numero de matricu-
lados. 0 trabalho feito foi satisfactorio considerando
o atrazo dos alumnos* Neste Curso, podem-se matricular
os rapazes que fizeram apenas o Curso Primario e que
ten 18 annos de edade.

A instrucg9ao comao 4 ministrada nos Cursos Elementa-
res e L.edig, A a mais necessaria para o desenvolvimento
rational e rapido da agriculture do Estado de Linas.
Quando estes mogos estavam na edade propria para estu-
dar em Grupos Escolares, poucos delles tinham opportuni-
daed .requentar estas Escolas,por serem poucas no Es-
tado. Qeralrnente a mentalidade dos alumnos em nosso
Curso Medio justifica classificagao no Curso Superior.
Faltam-lhes, porm&n o ensino basico que hoje estA send
ministrado pelos Grupos Escolares e Gymnasios.




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REbUMO DAS AULAS BO Lh-MM.TRE DE I2 DE AGJUTO


ATh 15 DE DL2LMiRJ DL 1i27


Dr. Mello
Agronomia
Lngenharia Rural
Litomologia


aulas LT .bora-
torio
Li
1 2
1 1


horas cradito


Dr. Rehaag
Zootectnria
Veterinarcia
Zoologia


Snr. Lellis
ArithmeftiiLa, Medio
", zlementcr
Geogra.a)1iaf& Llcm.ntbr
Ceomstria C iLsenho

Snm,. Es.irito Srato
?ortuguez &edio

ninr. Horta
Portuguez, iementar
liis i'b'ari Si^.jio


o ~ Fl ~2 LOS

Ii


TOTnL iUMERO IFORAS CI.izDITO MEDIO 1 33


II..


:aumero total de aulas oor semana


As!3um-to


Agronomia
Lngcnharia Rurul
Zltomologiq


I.i de
u. mum1o s


20
15


aulas -or
semana

5
3
2


total numz-
ro de ula1

105
60
30


Zootocehnia
Vet er in r i a
Zoologia

Arithmctica, Ledio
Arithmjtica, blormentLr
Gcoogra, hia, liementar

Portuguez Medio
-?ortuguez Elamentar
aistoria Medio


3eriodos
11

hlior as
ptriodos
horas


Aulas diumnas, semanalmente,
Aulas nocturnes, "


1$ 4 (.
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t% ..,'.:. ',t ... -i ..- ^. ,


1/4
1/4
1/4


2 1/4
4


45
24
48


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CHORARIO DAS AULA& DA E.-.LA SUPERIOR DE AGRICULTURE E VETERINARIAN DE W L"iIJA?. RA
------ egunda_ .. Tera__ _____uarta -----,Quint-a ......!Sexta_ --- IlSabbado---.---..--._----__
6 ,LLVANTAR
_630 ------------ ---------------------------------- ----------------------------------------------------
-------- -6_0 ____F_ ------------ F --- -------------I----.---------I-----------------
. '7 9 Zootechnia i Agronomia i Veterinaria Agronomia i Zootechnia Engenharia Rural
Rehaag Mello Rehaag Mello Rehaag Mello
<' Rehaa g Mel _I I

9" 10 Agronomia Zootechnia I Agronomia Zootechnia I Agronomia Zootechnia
-------Melo __ Rehaag.. I Melo LRehaag I Mello ,Rehaag_
10- -RE U N I A 0 E A L M o0 0----------------------------------------
1ii:30-12oO Eng. RuralI Entmoaogia IEntomologia I Eng.' Rural IVeterinariaogia
_Mell Mello
12:30-1:30 Veterinarial Zoologia 1 Mello Mello Rehaag
e Zoolagia Medio
SRehaag Rehaag I Rehaag
SMedio I Medio
- - - - - -- - - - - - - - - - - -
*-------------- -- --AF-E- -- -- -- -
{ 1.30 2 i C A F E'
---------------------------------------------------------------------------------
(2 3 Arith- I Arith Arith. Arith Portuguez Arithmetica
SLellis Lellis I Lellis Lellis E. Santo Lellis
L -------------- Medio I Medio I Medio IMedio _Medio ____Medio
3- 4 Historia Portuguez I Historic Portuguez Historia I Histori,
E. Santo, E. Santo E. Santo E. Santo E. Santo I E.Santo
-------------- Medio j edio Medio Medio I Medio Medio
I---------------------------.----------------------------------------------------
4 4"-.0 -
4;30- 6 J A N T A R E REC:EI
S6: 6:45 Portuguez I Geographia Portuguez I Geographia Portuguez Geographia
SHorta Lellis Horta Lellis Horta Lellis
SElementar I Elementar, Eleentar Elementarl E1omentar _Elementar
------- --------------- ----------- ------------------------------------------
Ii 645-730 Arith. Geom. e Des Arith. Gem. e De Arith.
'~Ge m Leei ,e Le-i ArLe lis Geom e Des.
Lell, Lellis Le!i Lellis Le li Lellis
T 0------------------------ ----------
3Oi.... Elementar i Elementar; -. '1mDa .. _l ... lO2ena .....L2m ar_
1'-7.30-8.45--- E 8 T U ---- I-mOtr
9-8 QO- -__------------------------------------------------
..........._ .I.... __ .. .. CJ HJ -_A - - ---------- --- - -- - -- - -
i'i
I: 9 -6 :REPOUS10
i ---- - -- - - -








HORARIO SUPPLEMENT2ARIO DA E; S; A; V.


__ Terga Quarta
L E- V AN7 T JTK-R
C A F E7'


SQuinta Sexta


I Sabbado


Zootechnia, S Zootech.b.l i Veterinaria Zootech.S 2 Zootech.S.l iEng. Ritral
Agronomia, S 1 Agronom.9.2 q Agronom.8 1 lAgronom.8.2


6-10 Agronomnia


10-& 11.30

11-30-12:30 Eng. Rural


Zootechnia
Rehaag

R E U N I A 0


Agronomia
M ello


;Zootechnia
SEehaag


Agronomia
iMello


Zootechnia
i Rehaag


A A L NI 0 (Q 0


SEntomologia


I Veterinarial Entomologia


12:30- 1:30

1:30-2


Vet.erinaria


Zoologi


Lntuimiologi.- Z olog a
Mello Rehaag
I Zoologia


C A F E'


2-3 Ari tinhmetica


Arithmetica Arithmetical


Arith


S Historia


i Arithmetica


Historia


Portuguez


Historia


4 Port.


I Port Historia


E 8 P 0 R T E S


S5:15-6:30

S6:30-7:15

7:15-8
8 8:45


JAN T A R .E R E

Portuguez E. Geographia E. Port.,

AritL. E. Geom e Ies. El. Arith.

E L T U D 0


CR. EI 0


E.

E.L


Geog. E. .1 Port.,E.

G.e Des.E Arith E


SGeog. E.

SGeom e Des. E


8:45-9:00-
t- 00-6 : 0 C
6100-6: 00


C Hi A'

R E P 0 U S 0


Segunda


6
6:30

S7-9


3-4


4-515


Mello


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2). Rimixoios, .Qi.rxuc Viosa

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J5). Jannuzzia z uiz (Dispensado)


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I1STRUCy;O MJRAL, CIVIC.A E IYGIL. IICA

Palestras Nas ReuniSes. Geraes.



Durante toda o semestre lectivo foram feitas, nos

dias uteis, palestras sobre hygiene, moral e civismo. Por

este meio foi ministrado ensino destes importantes assumnptos.

Todos os alumnos e prefe&sores se reuniram, e o Director,

Vice-Director, e Frofessores revezaram-se em fazer as pre-

leeqoes. Estas foram sempre curtas, de quinze a vinte

minutes, e de natureza pratica. Realizou-se uma prova

oscripta sobre a material destas palestras, para que os

alumnos prestascemn cuidadosa attenqao.

0 ensino dado nestas palestras 6 de maxima importancia

para os que seio, br-evemente, os "leaders" do Jstado.

Ficamos satisfeitos corn o melhoramento manifestado pelos

alumnos, e que foi, em grande parte, devido a estas pre-

leag6es.

Dividiram-se os assumtps, mais ou nenos, na seguinte

ordem;

Dr. Rolfs, Civismo geral, especialmente para

; ampliar as ideas dos alumnos.

Dr. Lisb6a, Civismo dos alumnos, mais restrict

aos seus deveres come membros do Corpo Dieente.

Dr. Rehaag, Saude e hygiene.

Dr. iello Ensino 'moral, especialmente corn relagp

aos esportes.













...
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Sa6ude dos utlumnos

Foi exiLido de todos os alunmos; n nnata icula,
uma certidao de saude, provando nao solfrerom de molestia
infecto-contagiosa, e terem sido vaccinados contra a var-
iola. !as primeiras semanas, foi cctda Lwn subniettido a
exame pelo :nodico da .scola, sondo csta mais minucioco, e
corn o fim de dcscobrir defeitos que deviam causar precau-
ca6oos especiaes jor part da scola, corn o fim de eoitar
quo os alunnos so prejudicassen cm esportes ou em trabalhos
manuaes.

sl&mi de out-ros pontos foi foito oetudo especial da
vaI-iaQao em peoo dc cada alumno c do peso quo lhe soria
mais certo, considerando a sua odade a altura.

Depols do organizados o cursos, todocs os interns
e algltns A externos, fizcram exame do anklystomia. i ouve
grand surpreza ao verificar-se que apenas um dos alumnos
mostrou nao soffrer de vermes intestines, divcrsos, por6m,
apresentaram indicagao de duas ou :.-a.s oesi-ccios. Dos 23
alumnos em frequcncia, dois externos e urn intern nao tomar-
ao o remedio (al&m do quo nao mostrava infecq:ao. PFor se
perceber consideravel desconfienca de quo o re-iedio lhes
podia prejudicar, foi olle primeirameonte to,.,:ado do Dire-
ctor \ice-Directore i professor do iksr'onomia,. .iversas
outras pessoas libadas ao estabelecimento tamnbem tomaram,
sem que se registrasse urn unico caso de inconvonicncia.
no contrario, notou-se immediate mclhoramento das notas
dos alum os, no seuaspecto physico, e sadde geral. L
notavel que os que nao se submetterarp ao trataraento sap
centre os que mostram menos vigor:, notas regulars ou
peores, e atrazo geral.

Em todo o semestre nao se registrou caso algum de
doenga grave, ou que causasse perda de mana do que poucos
dias de aulas. Pode se dizor que indubitavelmente a nossa
boa frequencia foi om grande parte dcvido a tercm sido
twvatadoE os alumnos contra anklystomia.

hecommendo que a ,.scola continue todo eezmestre reali-
zar estes exames e tratamento.





















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Zootechnia

No dia 27 de Margo de 1927, iniciou services na
Escola, como Professor Cathedratico de Zootechnia, o Dr.
Hermann Rehaag. Elle possue vorios diplomas e certifi-
cados de Escolas allemaes, tendo sido contractado para
vir ao Brasil corn o firm de ensinar os padres na Eiscola
Superior de agriculture e Veterinaria em Olinda, Estado
de Pernambuco. Reside a mais de doze annos no Brasil,
e tern publicado diversos artigos, sendo na maioria sobre
assumptos relacionados a Pecuaria. Tomou conta duma
fazenda de criagao em Japuhyba, Estado do Rio, onde
administrava a criavao de porcos, animaes de tracgao
e gado leiteira. A sua experiencia no trasil ten sido
em muitos logares diversos.

0 Dr. Rehaag entrou inmmnediatamente em trabalho
de estudar as installagoes para o seu departamento
nas suas varias divisoes. Todo este servigo foi
essencialmente novo para o Dr. Rehaag, apresentando
difficuldades, devido a impossibilidade de obter
models para as varias construcqoes e installaaes.

Foram attacados os trabalhos de construcgoes de
cercas, limpeza de pastos, e outros trabalhos absoluta-
mente indespensaveis antes de poder iniciar a instruc9ao.

A installaqao da leiteira, send a mais necessaria,
bern como a mis demorada, teve a preferencia sobre todas
os outros servigos. Por motive de nao entregar no jrazo
a Casa a que foi &onfiada a installagao, ficou muito
prejudicada a instrucqao de Zootechnia, no primeiro
semestre.

Como se ve da tabella de aulas, o Dr. Rehaag
ensinou a urea classes os elements de Veterinaria,
aiem dos.cursos propriamente pertencentes ao seu
departamento. Em regra geral os alunmos fizeram
Sprogresso bemrn rapido em Zootechnia e eterinaria.
Para mais informnages sobre o departamento, e u ensino
ministrado, ver o relatori0 do Professor de Zootechnia,
annex a este,

No fim do semestre, a Escola possuia urn rebanho
de vaccas leiteiras, bastante grande para iniciar o
ensino.ijette important ramo, bern como alguns suinos.
'Iavia"'rebanho os seguintes animals:
1 tour lollendez, Adolpho, importado, doado pela
Secretaria da Agricultura.
1 tour ichwitz, Czar, importado, doado pela Secre-
... taria da agriculture.
24 vaccas, mestigas Hollandezas, e 7 bezerros, do
4 Carmo da Mlatta, escolhidas polo Snr. Secretary.
3 vaccas sangue pura e seus bezerros, de Sao Paulo.
.. 4 vaccas mestigas Hollandezas, e seus bezerros, de
.So Paulo.
; i tour, Jean, puro sangue Hollandez, offerecido A
......: Escola pelo Dr Caroies 13otelh. ..
I^ 1 bezerra zebu, offereclda a Estela pelo Snr, Arce-.-
S ....... bispo de I.arianna "
puo: ....
'.- '*".:* .... "<1 portopuro sange Duroe-Jersdvy,: -. ... .
._. 3 porcas... ,. ".
,.,, Co.asc....,, ..: p..acoa2 p q'po rcass cou p. -a c.sny q.
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0 Professor de Agronomia, Dr. Diogo Alves do Mello,
chegou'4 Escola no dia 17 de IMaio de 1927. Elle 4 fornado
pelo Universidade de i'issouri, tendo estudado especialmente
a Agronomia. A14m deste curso, completou alumn trabalho
Spara obter um grAo mais alto. Ao todo, passou onze annos
nos Estados unidos, ou estudando, ou Lrabalhando nas fazendas,
; .ou ensinando nas escolas que mais ou menos correspondem aos
.. nossos gymnasios. Aesim estA em optimas condigoes de conhecer
os trabalhos das fazendas, e tambem os methods de ensino.
Al6m disso, seu pae 4 fazendeiro no Lstado de Rio de Janeiro,
per isto o Dr. MeIllo conhece bem as trabalhos agricolas bra-
sileiros.

0 Professor lello, logo que chegou, comegou no estudo
da meios para desenvolver o seu departamaento, especialmente
os campos, na secao pratica. Diversas cultures tinham side
iniciadas antes da sua ch:.gada, send as pincipaes: tree
variedades de batata doce, canna de assucar, diversas varie-
dades de A milho, Aiversas forragens, e alodao.

~Come ou tambem o trabalho de prgan&zagao de cursoe para
_. o ensino do primeiro semestre. Neste curso, bem como em todos
'. os outros cuasos scientificos ensinados na iscola, luctomos
com a difficuldade de nfao encontrar, em absolute, livros que
:. sirvam de textos. Sempre que se acha um livro util, inmesmo
em parte, 'imnmediatamente approveitado, pois o curse ensl inado
:, corn livro 4 muito mais efficient do que o ministrado apenas
per prelecqoes our-LJL.

:. 0 Dr. lAello ensinbu tuna classes em lntomologia Lconomica,
-: alm dos crusos pertencentes ao seu departamento. Este curse
foi muito pratico, send principalmente estudados os meios
de combatter as pragas mais importantes aos lavradores e faz-
:, endeiros.

. Por meio de trabalho concentrado, conseguimos adquirir
bastante machines agricolas e outro apparelhamentoe para que
;i 0/,.o professor pudesse ministrar um curso pratico e theorico
-aos alumnos nos Curses iedio e Elementar MTemos side satis-
.'-L feitos corn o adiantamento monistrado pelos alunnos nestes curses.

.,, ~No Relatorioe annexo achar-se-A mais detalhes sobre os
,curses ministrados;. bem como sobre o departamento em geral.


















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I ESTADO DAS COISTItUC9OES EM 12 DE JAI'UEIRO

,. DE 1928
4,44,44


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0 trabalho nas construc9ges tem progridido constante-

mente. Em emprehendtirento tio grande como o Estado inici-

ou aquli seria difficil3 se nao de todo imposslvel, comple-

tar todas as construcgoes dentro do prazo de 5 annos. Al4m

de ser muito difficil teria sido muito custoso, desde que

ninguem pode prophetizar quaes serio as necessidades da a-

gricultura do Estado, e em que ramo a Escola deve se desen-

volver mais rapidamente, Devido a falta absolute de carpin-

teiros e marcineiros habeis, o trabalho de apparelhamento dos

predios ternm sido mais vagaroso do que se esperava.

Dols dos laboratories (Zootechnia e Agronomia,) estao

sufficientemente comapletos para serem occupados pelos pro-

fessores.

Installaram-se temporariamente a cosinha e refeitorio,

para podermos iniciar as aulas em 12 de Agosto. Nem a co-

sinha nem o refeitorio ficaram completos, mas estavam em

estado de hygiene e sufficientemente acabados para forne-

cerem refeig5es aos alumnos. Ambas as dependencias neces-

sitam de bastante mais trabalho antes de ficarem em estado

permanent.

As primeiras secgoes do dormitorio foram cobertas em

principios de Janeiro.

Durante o anno ficaram corcluidas as residencias do

Vice-Director, dos professors de Zootechnia e de Agrono-

mia. As casas dos professors de Veterinaria, Hlorticultu-

ra e Pomiocultura estavam parcia.Uiente completes, faltando-

lhes principalmente os acabamentos interiores e izstalla-
.,es sanitarias e de eledtricidade. ,

Para mais detalhes pode referir-se ao relatorieo do

. .5 : i. 6 . ..t ii a t ru e. 05.
.' ". ,i ,.. ...........1.. ....' ,,. .. ,,,
...I. ..-. -, . .













"Coo ineiro, vae ficar satisfeito em saber os
bons resultados obtidos era no~iso trabaiho corn os operarios
a suas families, contra a anaiphabetismo.

Alguns mazes de~ ois do Dr ib~a entrar em sez'vigo
da iie;cola, corneqaros considerar a problema do eneino prd-
maria pax-a as tubaos dos trabaihadores. Diepois de vai-ios
contratempos a damoras, conseguidmos abrir urea Escala, diurna
para. 95 tubas dos ernpregados. No primeiro seinestre, a
professor era paga pela Caina Jeneficienta da J-scola.
Cada trabalbador cantribue corn urea pequena porcentagem, doO
seu ordenada (cerga de 3,5%,a 4 5)Para esta Caina. Depois
de bern estabelecida a curbb, a Estado narneou urea protessara.
,-Esta Escla continue a .unccionar.

Depois do Elemen tar dos Operarios da EscolaEscola
nocturna para os operarios. N'aquolla epoca tinhamos una.
400 at. 500 empreadro, S. Durvae fiar satisfeito em saber os








Sbon assistencia era de pouco mais no. o trabalho comai os ou mperarios
Se suas familiar, contra l, o analphabetismo.cento de anapha-
\' *' Alguns mezes de. ois do Ix~o. Lisboa entrar em service
bet.: da liscola comenamos e onsiderar o problenra do ensino prgadoi-
e maria 192 ficou reduzflhos do s trabalhadores. Depois, dest vaies
Scontratempos e demoquentaras, conse aulimos abrinocturnaa, scola diurnaneces-







sao, para p s filhos dos epregados, o proes rimeiro adjunemestreo. a
professor paga era pa prof pela Caixssorara asBeneficiente da scolade
principios de 1925.

Cada trabalhadornte 1927, muitos dos emapr pequen naaporcentagem dossistiarn
}i. ;S. 6eu ordenado (cer~a de 3,59oa 4 %') para esta Caixa. Depois
; ', de bem estabelecido o curso o Estado noineou uma professor.
as aulas nocturnas, ja tinham o de ensino superior afuncionar.
of Depois domeVintamos e t ree receberaoblema d diploma da Escola
... nocturna para os oper.a'ios. aquella epoca tinhaos una.

Fademos dizer que no inicio tlesta pequena exporiencia
em vfrd eneino primaria, miais ou menas 80 %) dos nossos
empeg 400 ads 500 emprear adosnaphabetos. Nte o primeir do anno seestre ad
: r. asistencia eraalist de pouco mais dphabetos existente.. mas ou menosola,
tend 5 atapenas 6 % do unumero total. sendo o porcento de aalpha-
:- betoso pelo dve pensar que todo loar85 % 0 no umerstado pssa
.,~,r em 1927duir ficou reduzidsmo a 15'mes mais ou p nosgo e destesigual









e mais que 8t gequentaram aque s qui tivemos xceltuaaentedo neces-opprtuni-
;::;: sario emipre~ar un segundo profei-Eor como adjuncto. 0








.' Estado para uesca professor emp.ara as aulas nocturnas desdeaho








quequalquerogar pode, co. igual esorgo e vontadeprincos de 1925.
;,-:"-- Durante 1927 mauitos dos empregados que nao assistirair
'"as aulas nocturnas, j tinham rao de ermine superior ao
.0.'. offerecido. Vinte e tree receberamn d diploma da Escola













-, ;:: nocturna.
'". Podemos dizer que no inicio ,iesta pequena experiencia
em i es^ ensino primario, maais ou menos 80 % dos nossos
faz empegados eraa analphabetos. No fem doez anno passado







IR r. Lisboa alistou todos analphabetos existentes na JLscola,
.7.1
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: ..- tendo achado apenas 6 ._ do numero total.
_" ,' .,-
1.... .o se deve pensar que todo logar no Estado possa
yyreduair o analphabetismo na mesma proporcao em igual


















y."'.. espaco de tempo, porque aqui tivemos excellent opportuni-
;.; dade para escolher os empr~egados actuaes. I}orem, acho
::l" que. qualquer_logar pode, corn igu/al esforco e vontade
': ae eucod30%ae4 ,: era dez annos."














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VlSITAS
V-1-S-1-T-A-S

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Para o Estado, tern provado ser perfeitarmente bem

escolmida a Zona para a sede da Escola. Estando ella
situada numa zona quasi exclusivamente agricola, e que
tern a maior populagao por unidade de su'erficie, tern si-
do muito mais leves, podendo dizer quasi inteirarnente
evitados, os trabalhos e despezas de propaganda.

Esta tern sido effectuada na maior jarte, pAr meio
das visits que tern sido recebidas, fe Jumio at6 Dczenm-
bro (inclusive) no anno passado, registrou o livro de
visItas, perto de mil pessoas, send muitas dellas ou
agricultores ou lavradores, ou de outro modo directa-
mente interessado na agriculture.

A ?xposiqao de Fructas, (descripta em secqao propria)
deu occasiao para que quasi 600 pessoas visitassem a
Escola. Todas estas pessoas foram bem recebidas e cada
uma deve ter levado da Escola,alurana informnacEo util ou
interessante. 0 Director, Vice-Director e os Professo-
res, tanto quanto possivel, dedicanm pessoalmente aos
visltantes"tem1.o que elles desejan, sempre respondendo
corn cuidado As consultas e fazendo especial esforqo
para mostrar a cada visitanteoque lhe interessa minais.

Per este modoos visitantes saem muito mais interes-
sados do que se fossem mostradas as mesmas coisas, corn
mais ideia de ostentagao do que de incutir conhecimen-
tos agricolas uteis. Raraimente passa uma semana sem ser
recebidq a vista de urn agricultor que procura a Escola
corn o fim de realizar o que 6 essencialriente, "Curso Bre-
ve" de um dia de estudo erm agriculture, em algruma ou
outra especialidade, de zootechnia, pomologia, horticul-
tura ou.agronomia.

Pelo modo que nos 6 possivel, estamos baio es-
tee departamentos para que, quando chegar um agTicultor,
elle possa approveitar as experiencias que estamos rea-
lizando.

Por meio destas visits tern a Escola espalhado
muitas "conhecimentos agricolas uteis", entire o povo
rural desta zona, seem elles perceberem que estao sendo
instruidos.

Consideramos o facto dos agricultores procurarem
a Escola, cn ed s v uma grande victoria para o estabe-
lecimento e seus methods.


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EJIX[HII OELS E, LI Zl:'AS .IIA -L.-&JLA


Corn o fim de a.ttr-.ihir maifs vistas & Escola, oem com opara
dar aos seus amigos occasiho c[t apreciar al10ins products ver-
dadeiramrnte escelientoes que tern sido :-roducidas pelo .ztabeie-
cimento, realizamos em 1927 duas peque-iias exposigoes.

Hxnoosic.?'o *Je Dahlias,

i,.tL ioi rferf'ida ligciramente no uLltimo r-eIlt-torio eoraseu-
tado : V. FL.ia. Foram aostas na saai muitc. lindas ex-,emo-lar-'s
desta bellissima flor. DOS resulta.dos -,Lidaa dois annos na
cultural c'as dahlias, poadEmas dizer- firmemente que n-o ha regie
em que o climax e solo se adaotam tho tber a estas flores. Mais
trLde, quando forem pj rfleicoados os/ meios de transaorte, serA
facil estaieUl-c-er urma imIdustr-ia grnicde a 1ucrativa, roriuzindo
estas flores e as e...or -ndo ar-a os maiores centros, com- o
Rio !o Janeiro.
Dahlias grandes, e de cor-,s melhoros so poem ser produ-
zidas em al.titudas altas, e onde o solo natur-lmente adequado
a -ua culture. Onde ha t.c.ssi-'-.-de dc muitc. aduoaq&o pc.ra
supurir o s6ol, nio s&o tbo lindas a g"'&mLes s flores.

izta pequeria Lxposiot'..o, ci.erta a'onas mio t.dia, foi
visitado or maits de du.eni-s 0Essoas.

Ex')osiq-o d i -'itrius,


Como
entire os j:
e foi muit(
certas ou
oastavam a
de modo a
da Escola.
as exp. ria,
strucyoes
cuIdaides,
/, citrus, e
-s..; ervigos m,

No dii
:" figurando
S. da tscola.
Sque form
., fructas or
!);' oeras muit


















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ja -ise-mos, o atrabaiho em iarcmjac-ultur foi iniciadd
rimeiros emnr-eheniimentos aqui no terrenao di; scol&,
o difficil nos prim oir-os an -s, qu-an-:o Iem havia
)utra protec.o quaiquer contra os03 animaees que
vontade no terreno .o s babelecimcnto. Lra .Leito
25o difficultar i-o traLho principal de constr-uLao
-s vezes era rn-&essario -sr- cl quasi abhan.ionadas
nicias torquee toda a vsr-ua cr;:.- e-igida norc. as con-
e .r:a abertura de estradas. %Uom todas estas diffi-
tb-mos obtida uma boa coieuc.o de v--ridaces de
que sencoi approveitsda scientificamente, Drestara
Aito valiosos A pomicultura 'o Lstado.

S8 d Jiiho, 19L7, aurimos a &'-:OosiO de Uitrus,
Clom-tcit- frucn qua ti;Iham siiDo prouuzidas no terrn-Ao
A lis.ta seguinte mostra as 88 variedaaes de citrus
exposftas, bern como numero conaidier:vel de outras
oduzidas iia -Lscola. Entre estas figuraram algumas
o oonitas.

Larai.j.- (..i 5.crus sineaf-is -J 5o6 )
.alia, 4 am str>a s-;m -utrt- ..":aninac.o.
BaLlina, "-"
zocetar, di an&otra
,acau, I amoscr':.
Chiina nrancs, 1 aIoszr
Har't' ^ata, 1 ano.st5c
Indepen'.onoia, I &--ostr72-
I anceta l, arisd Z a.

Diri, Lisa, I vari 0a c
Magnum oonum, 1 var-i. :aaac
Meilo, 1 varia.je
Para, 8 Vridaidea
?Pero, i vari-iade
Pera 0ernamiouao, I variaCad


wvq-




s~tJJ~

1:'.-..

~1W~







ii





1.


Iraei'rui (C trus rzrndi_., v.P.. I V.iujI-, ..
DuLiucal, v. r 6e1a'-- a
Mc Carty, i exia.
I' K'j'Jj J exh,


TaX1'-Lo, (Citrus franais x nolDi
Thornton, 1 -xh.


aumquat, ;: kivi. (FortgurJ.l' cr-- sLl-,i' ii_, J ".ing-I&)
Aumiu.t U eiwa, 1 esx'.

Cir (uitr'us meJic;., Linl.)
-Lidar .: exh.

Vrig:.- Mort% (Citrus ecami bcrgamia,Risso)
JV=3ga Eorte, 1 ex1h.

Limas e -imn-s (C"it' s imf.i.ia, uso ci:)
Lim'io d~ce, i varied ue
Limo gafllogo, 1 variL-aae
Limo Uenova, 1 .'riedade
Limgo a eda, 1 variedade.

Limas e Lim5es (Citrus aurantifoiia, At"i-gia-)
LiAma doce C. ersia, I variedacide
Limzo n3sa, exch.
Lim. :- muida, 12 eY.

Divers-sas (LCi'trus s )
Lime Pau1ist,- 1 varieaas
Lirm.o -arfJim, 1 varidciade
Tang'ur, vartbiajac.s
Lim.o 1n~zmrme, 1 variedauce.














..," : ,





,' .'- ': . i .' '.
.... ....:. . .... ....
~~~~~. . . . . .. .....,, ,: ,..:...;,.. ...-. ..-.... ...". .
,.e-.-,.Cbjy..... "CV%, : <4 .. C. ,.- ,' # -.= ..


Rosa, ivariedade
Solecta, 4 varieiadlcE
Mauidariin koa, I w-rie&de
Ta-ingerina Sanguinea, 1 varizdade

Tangerina Cravo,(Citrus naoll!i va'. ftliciosaU. Lntlg )
Tangrrinas, 7 vari:aa-eb.

To r aj? l-crs grandis J .)
fie;lS, 1. VIrixJcd

o :-E noe, 1 vari ;z












P.o. convi. do. r,,,iirc ''

;)o s.. 1, -,A mu o i
I~"-. -'.






.i", eartlcl ,aq go dea it-cola na Lx p o si,;, tCafo"e ira c-ie


flo PaemQ. -



Por convite do Yr. Ti2ct'i-ra r -'r iut-Ls, a
... tncarrF~g no .tS h o'struarin C ,) Latca dO te Sj-Inas Ueraes




:Jsao ci iiar nr. L-sLr2t.riU .-.gricuitura, &

Escola nmrticipou corn os 5egauirt~s eiementos:

.i) Urna amoliaigo iAX cotorica do Predio
*" 'Princi2lL, em .4uarJ ac u.o.

'/- ). 1-'bum -vistas dta

'). x -',m- i -I do hegularnenbo .ara distvibuicga

4). IP vista s escol!hid.s az colleccZo :ar&

fig_ ra rem. em quadro.

5). Vista -n,.oramica aL e i'as corn

a Lsio nos, funaos.




















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.74

kZ.-:.

I .w" 4
.'15 CA
'3 MxC',,












C 0 RR f L,' 0 o- D L B C I A


Urn do. moU.ol rmaish imortLmtots: jar-c: a "dlsseminago

do conhiec;iemtos ajricolns uteis" e oor meio da responder

as eonsultc, f'eita pelos agricultores. M-.is tarde, q uando

;-" foram bem conhecidos cm t.ooio o ists.do,, os names aos )ro-

dessores d& L30ola, muitt m.iis lonfsult., cr.o re-ceidas

quanto ao meth -lo sra mlhor.:.nt nCOliQOSs nas

fazendas, e d.c vi.ia rur-.1. Alm .d_ reton..Ier -s consult "s,

deve a tsc-la de vez. em quLado )uUiU.-r- idforma Ses soore

"-" EgrcuiturL.

Dur ...rt"i o a Lad, t=mas ti.lo muitas carti.s a res-

peoito auz. I.t'Ui:ul c-. ,iunnos. Temo3 rtuido cortac de

dive,-sos outros Lst,.-os, bam coma imuitas dlos resic.L-ntos

do Est.Ado uOe Mlinas G:re2. As car: s s io sempre rosond1-il

da corn o maxima Cui'caLd4o. Oail.irante sao w? 3soaS iLue

J3& tern o, Lst.ltutos, mas due :-.iesejacm alguma informir-Qo

especial a rezzeito dos curios. Por m-io de-tas c-rt-i,

temos evitado muitas lifficuld,.X-cs na mt-tricula dos alumnus.

,---t Dur-aite a arna., mais dc sotecentas carts form

expeSdidars por este gabinctJ, representando estas urn

trabaLho enorme, porque a maioria s~o tr-aduzidas. Mais

ou maos cen dests tr: t.vama de mtriculas na Escola,

e o resto outros assumptos diversos.

Forami remettidos 1.509 exemplcres dos fst:-tutos

da tscola. PFor este meio a maiori.i dos nossos alumnos

obtivsram seus primeiros conhecimentos exactos sobre

a Escola.











.. ". i.i. .;... :. .' ,




c -









































.4



C


.2.1


BOLETI.IS DA IMPRl2.JSA


'e vez em quando, & de muita Tr-ntagem :ara o Lstsdo, bern

como nara L. scola, e?-')alh;-.ref-so informac.5es breves a respeito

ae agriculture ;:ratica, ou de natureza mais tecinica, ou aiguma
noticia a r-es.:eito d. s-ola, :,ro;'riameLte ditIo Pcra este fim

temos feito )ubiicaq5es denominadas uol]stins d -Lm',)rensa&".
Alg nins so enviadcs ads cio.oc5,s ou .t'belejimaetos que

julgamos poderem capproici tal-os. Jutge,: s6o nnviados aos

jornaes do Jistado, 'ar'2 que eliea p0o'.am occasianalmnte uir

alguma notlcia da Escola..

As aginas seguinte. sto copias decte: -olatins, e f-07em

barte de-sb, 3e7storio.

(Liota. Goaias d- uoistlns 1, 2 L e 4 forest incluidas
corn o Relatorio do anno 1926.4


toletim i2

Boletin i,'

0oletin L2

Boletim -3

aoietim ,V

Boietim N23



Boletim L2

Boletim N2
Bole tim N ^


Boletim 72

3Boletim u -


iolotim j2


5, :ioticia sobre Abertura da-s aulas,
(enviados aos agricuiItores).
3, N ticia sobre Abertura dss Aulas.
(.Lspeciclam-nta -,ara os jornrles.)
7, Folhas de informapes sobre cindidatos
a matricula.
8, instrucqSes sobre a cultural do Amaryllii

9, Instucqaes marar Plantio de Mudas de
Citrus.
10. Lista D-scri-tiva de Variedades de
Citrus.
10rA, P;reos das Mu'as de Uitrus.

11. "A Mortendade dos Carneiros e Cabras."

12- ReDras para Visits a Ascola.

iS. Notas geraes sore a sscola,(para As
jornaes.)
14, '"Outros Cuidados corn as Mudas de 'itrus.

15- Fornecimento ade -ivros sobre assumntos
Agricolas.

16- Normas )ara Alimentago de Animases.
(Especialments proparedo pare os Alumv
nos.)


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^ E r
SVETERINARIA
-- DO--
Estado de Minas Geraes Vicosa, ?inas Geraes.
V 25 de ifaio de 1927
V29osA
r oaudaoes cordiaes.


Sabendo que V. o. se interesseL par este .stabeleci-
mernrto, tef.ios o prayer d- Ihe enviar junritamentc, uma exemplar
dc nossc i'R;-;ulaniento, uLtiraacrite publicado.

I.: - de Junho eIi diante, estara osta Escola aberta
para r, ceber visi-tantes que desejareii instruccao sobre assump-
tos agricolas; sao para isto especiorlmcnte convidados os
senhores fazcndeiros c- agricultares.

Pretenderamos abrir a matricula para os primciros
annos dos Cursos Elcmcntares c I.eodias em 1 de Julho, sc.ndo
a installagao das aulas em 1 de Agosto. Os Cursos Supurior-
es serao, provavelmcnte, iniciados eia I'arco vindouro.

No inicio dos cursos, par falta de alojamento, etc.,
s6 poderemos acceitar numero muito limitado de alumnos, por
este motive os candidates, espocialmente os que dosejam logar
no internato, nao deverao rotardar os seus pedidos do matricula,
devendo cnviar na'mesma occasiao o deposito de signal. ( aegu-
laraento pagina 18.)

Chamramos a attengao de V. S. para os nossos Cursos
Elomentarcs e Medics, que foaam especiialmcnte organizados
p-,ra faciitjr inatrucao a m:j.'tos mo~os, qu2 tendo p1rdido
a edade opportuna p"::a re instrui-or pc,"rii:--ecemi corn prepare
inufficiente pra c. lov&rerm as. posiqocofoci.aes que raereccm.
A ter edade adiantad-, e pouca instruc9go nao dc-vem conatituir
motive para nao seor procura'.da nossa EscoLu.


Comn oonsideraq-ao,



P. H. Rolf' Director.

PH." C :;BL







VETERINARIA /
DO
Estado de Minas Geraes

vi gosA ,Viq9goa, Minas Geraes

1- de Junho de 1927

Exm Snr. Redacto0,


Saudaqfes affectuosas.


Abrindb h6bje, este Estabelecimento, sUas portas para
ministrar ensinamentos sobre Agricultura e Veterinaria, a todos
que o procurarem, quer pessoalmente, quer por escripto, resolvi
tomar a liberdn.de de vos offerecer um exemplar do nosso Regula-
mento, na esperanga da conquistar vosso valioso apoio para a
meritoria obra que bra iniciamoo confiados no mais feliz exito.

Nossa miosao, senhor redactor, 4 instruir a populaao
agricola de lMinas (erees, corn a rnaiok dedicagao possivel, de
modo a torntal-a iri-Lis efficient e mrais feliz. Merece, pois,
alliados em toda part, e entire estec- damos posigao de especial
destaque ai imprensa, quo ema nosso paiz tern se evidenciado sempre
como propugnadora de grades ideas.

Ser-oS-ia miitissimo agrdecido si o vosso conceituadb
Journal fizesse uma aprzeoiagao aobre o Regulamento; isto o torna-
ria donhecido a mUitos intercssados. Pedimos ainda o especial
favor de nos remetter urn exemplar do Jornal em que for publicada
,a noticia.

Rogo ter fire em vossa mente, nao pertencer a nos
esta Escola. Ella foi ccnstruida e esta sendo sinceramente
dedicada polo Governo do Estadc de ,inas Geraes, a tcdos que
se interessarem pela economic national, e neste sentido, per-
t.euce maiis acs laborioscos agricultores e a seus filhes.

Esperwmcs abrir matricula para os:.primeiros annos
doe Cursos Elericmntares e Ilodios em 19 de Julho,. iniciando-se
as aulas em 1e de Agosto, As aulas do primeire anno dc Curso
Superior, provavelmente serao installadas no comego do proxi-
mo anno.

Agradecendo vossa consideragao,

Subsorevo-me, corn alta estima,

AmgQ att- e obg,




P. H. Rclfs, Director
PIHR:C:BL
B. i. ,,F 6









,E&COLA *SUTDTROR DE AGRITIJ.A :2 VETrR2-pARA DO E3TLADC

IDE MI2~i GERA\SS


Vi o'at E. F. Leopoldina


O; c.,didt'osc ai mitricula devera-o devolver
H j:re:.nt, iist:, d vi:'iaizette ini'ormf r d.a.


o :: d o c -i d. co . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

E .a .. ......... annos. (De L8 annos pelo -.enros para os Curscs
Elc:enta1-es e M. dios.)

e s id., nc i a .. . . . . .. . . . . .. . ? . . . .. .. . . .. . .. . . .

T x'riinnou o curso de Jsccla Primiaria ? ............................

Terminou o curso de Grupo -colar ? ............. ... ........... .

Qu, preparatorios tern 'Y ..........................................





E'. que curso pretense se r,,atricular ? Elementar ou Medio.

Va; .or Extcrnio ? Vac ser Sci.-inuterno "

Vuc st r Intc-rno Y' (Si pr-otendec fio-r interno, devera
cnviar noo priCi-ciro33 dias de Jul.ho,
o depoc it-o d.is: i a g L ae 50,COO.

D a ta ................ .............


(Ai;i natu, ra o pa e cu tutor, ou do aluno i 'r r.;


Taxas par semcs tre

Curso Elementar Curso iledio

Xxternato 0cp.000 6c, 0o

Sorri-Internato 450 000 460:,,o000

Inter.to 60o,,ooo000 660oo000

(AL' ua.; taxas acima, 0,000 de deposit de Zuwarantia.)

I T. 0TQ 7








ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURE E VETERINARIA DO ESTADO DE


M:II1TAS G E R A E S

AMARYLLIS HYBRIDOS
Estas indas fTores sao products das estufas tropicaes da
Europa, per meio da hybrida9ao o selecgao. Actualmente sao cultivadas
em quasi todos os prizes europeos. Sao tambem cultivadas na America
do Norte e cm outros paizes.

Sao e.-pcocial-rente proprias para o embellezamento de orlas,
jardins e pragas. IUa Europa e na America do Norte muitoZ milhares sao
plantadas em vasos para. embellezamento. Para ornamentagao dentro de
casa as flores podem ser cortadas e collocadas oem vases, ou os bulbos
podem ser plantados em vasos ou em caixas de madeira, que serao con-
scrvados na casa durante o period de floragao. Terminando este as
plantas podem ser tiradas dos vasos ou caixas e plantadas na horta pa-
- ra a prcducgao de bulbs.

No Brasil as casas commercials cobram de 5$000 at6 10-OOO
per bulbo. Depois de cinco annos de experiencia em Vigosa, sabemos
saer aqui o solo e o clima optimos para o desenvolvimento do amaryllis.

CULTIVO
0 logar para o plantio dos bulbos deve ser bem drenado. 0
canteiro dove ser preparado a 25 cms. de profundidade, e uma largura
de 30 cms.. Aduba-so bemn comrn esterco de curral completamente curtido.
Nos contros dos logaros adubados, colloca-se os bulbs, de 25 em 25'
centimotros.
Os mothedos cultures geralm.rnte disponsados as cebolas, na
horta, suo oxcelQ.nto.s para ostas pl-nta, *tanto pa,,ra floros, come pa-
ra produccao d.'bulbos para o comliorcio. Pa'ra produzir as melhores
floros, as plants procisam de abundancia de sol, o urn s6lo fertil.
ITao devem nunca ser plantadas na sombra.

PRAGAS
1). As sauvas devoram as folhas das plants o so nao forem
protogidas ellas cortarad todas as folhas e as plants morrerao.

2). Lagartas. Ha nesta zona polo menos uma ospecio de la-
gartas quo nao s6 destroem complotamente as folhas come tambem come
os bulbs. 0 unico meio de combator esta praga 6 apanhar as lagartas
e os ovos dooestruil-os. So ostas regras nao form cuidadosamente ob-
servadas, nao se podora contar corn a producgco do flores o do bulbos.

Apozar destes inimigos porigosos, quo nos toni causado a per-
da de muitos bulbs, temos conseguido grande producgao do flores e de
bulbos.


P. H. Rolfs, Director.
lb. I. No 8.
CI.






ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURE E VETERINU4RIA DO
ESTADO DE INTAS G SRA2S

CITRUS-Cuidados corn as mudas-.

0 solo e o clima da zona circumvizinha de Vigosa sao tao
perfeitos de quantos existed para a producqao de fruutas da
familiar citrus da mais alta qualidade. As variedades de que
estarmos vendendo mudas foramr experimentadas no pomnar da Z scola
Superior de Agricultura e Veterinaria. Sllas produzem fructas
eguaes as melhores produzidas no mundo. 0 success na produccao
de fructas de superior qualidade esta' inteiramente ao alcance
de todos que plantarem estas arvores. ^ inutil plantar arvores
das melhores variedades a nao ser que se escolha o logar proprio
e lhes dispense bons cuidados afim de se obter crescimento vigoro--
so*
Cuidado ao receber as mudas

Immediatamente depois de recebidas, as mudas deverm ser postas
nc. sombra. Urna hora expostas ao sol e bastante para que muitas mor-
rai.:. Pode-se applicar meio litro d'agua as raizes de cada muda, re-
gando-se urn pouco as folhas. De nenhum modo devem as raizes ser ex-
postas'a luz do sol. Quasi todas morrerao corn 15 minutes de exposi-
qao a luz do sol ou ao ar .

Logar. Escolhe-se uma varei.rn alta ou orla de umn morro. 1o
caso de se escolher uiia vargem, e absolutamente necessario urna dre-
nagem perfeita.

Plantio. Todas as mudas da lac.ranja redonda, grape fruit e
limao, devem ser plantadas do maneira a ter metros de distancia
em todos os sentidos, das outras arvores ou edificios. 0 grupo de
tangerines (mexericas) kurgmuats, limao rmiudo azedo e laranja cip6,
devem ter pelo menos .6 metros de distancia em todos os sentidos.

Covas. As covas devem ter pelo menos urn metro de diametro e
cincoenta centimetros de fundura. Devem ser feitas alguns dias ou
semanas antes do recebimento das plants para que a terra cruc. fi-
que bem arejada.

Plantio. As mudas devem ser collocadas nas covas exactamen-
te corn a mesma profundidade que tinham nos viveiros(A Natureza e o
nosso melhor mestre.) Enche-se as covas corn solo fertil, tirado da
superficie ao redor das mesmas. Corn o pe o trabalhador deve firmar
bem a terra nas covas para que nao haja abaixamento depois que as
mudas forem collocadas e rega-das. J Cltamente important nunca
firmar a terra depois de ter sido regada. Depois de collocada a
muda e a cov. quasi cheila, addiciona-se de 20 a 40 litros d'agua,
a qual deve ser absorvida polo solo solto na cova. Depois de absor-
vida a agua, poe-so cerca de cinco centimetros de terra solta e sec-
ca sobre toda a superficie molhada para evitar que a agua evapore
e se forme uma crosta. Se este trabalho for bem feito, durante duas
semanas as arvores nao precisarao ser regadas. Se o tempo continuar
muito secco, poe-se 10 litros d'agua do duas em duas semanas ate
que chova. A terra secca dove ser sempre addicionadac. para protege
a superficie.










Fls. 2.


SATIVAS

Contra as sauvoes deve haver protecg-o a.bsoluta, do contrario
c inutil tentar produzir as melhorer variedados de citrus. Deve-sc
fazer guerra constant c intelligent a esta praga.

f CULTIVO

0 cultivo e mais nocessario durante a estagao secca do que du-
rante a chuvosa. N18 estaao secca e necessario conservar a humidade,
emnquanto quo na chuvosa o solo recebe, ordinariamente, humiidade suf-
ficiente. A apenas necessario evitar que o matto prejudique o cros-
cimento das arvores. Um dos melhores cultivadores para o po.nar J o
cultivador de molas, dos quakes unm 6 vendido corn o nome de "Gee Whiz".
Outro born cultivador e o "Planet Jr.", ao qual se p6de adapter var-
redoros ou enxadinhaso A enxada serve, nmas o trabalho e inferior o
caro.

PODA

Quando as mudas sahem da Escola, sa.o devidarnente podadas e
promptas para seremi colloca.das nas covas. Depois de plantadas ellas
devem ser examinadas de 15 em 15 dias para se tirar os ladroes que
surge abaixo de 75 centimetros. Se deixarem-nos crescer durante
dois ou tres mezes, podemn matar a borbulha.

ots oo.o jso. 000-
SP. H. Rolf'sfDirector.


B. I. NQ 9.

Vigosa, 15/7/27.


PHR/D1VCI.






ESCOLA SUPERIOR RE AGRICULTURAL E VETERIIARIA

DO ASTADO DE MINAS GERAKS


Vi9osa, 20 de Agosto de 1927.

Saudagoes cordiaes.

Juntamente corn esta temos o prazer de enviar a
V. S. uma lista descriptive das qualidades de laranjas,
limas e limoes, das quaes esta Escola tern actualmente
algumas mudas para exportar. Nossas mudas foram produzidas
pelos methods mais modernos, e podemos affirmar que melho-
res nunca foram postas a venda no Brasil. Em verdade nao
vamos vender estas mudas. Os pregos que cobramos paga apenas
as despezas de arrancal-as do terreno e acondicional-a.s para
serem transportadas.

A produc9gao de fructas superiores exige muito nmais
cuidado e intelligencia do que a produc9ao de fructas ruins;
porem, estas mudas pagarao muitas vezes bom cuidado corn seu
plantio e cultivo.

Temos numero limitado de mudas, nao padendo satis-
fazer, em absolute, todos os pedidos que temos. Por isso,
pedimos a Vo S. devolver corn urgencic. a list inclusa, indi-
cando na jmoargem o numero de cada qualidade que deseja rece-
ber. Se nao nos for possivel enviar o numnero total pedido
por V. So, devolveremos a quantia correspondent.

Os preqos sao os seguintes: (por cada muda)

Laranjas .................. 4$000
(Knos Cipo, Cacau e Itaborahy.)
Mexerica.................. 4000
Taneelo... ................ 4Q000
Limao Doce ................ 69000
Limio Inherme............. 6000
Limao Marfim ..............6$000
Laranja Cipo c..............6$000
Laraonja Cacau ............. .6000
Laranj a Itaborahy ......... .6o000o

Pedimos o obsequio de remetter a importancia jun-
tarmente corn o pedido. Serao registrados os pedidos na ordem
em que forem recebidas as importancias respectivas.
Juntamos tambem breves instrucgoes para o cuidado
e plantio das mudas, para conveniencia de V. S..

Subscrevo-me, corn aprego,

AmgQ attQ e obgq,


PHR/BL/CI P. H. Rolfs, director.
B. I. INQ 10-A






ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURE E VETERINARIi-


DO ESTADO DE *MINAS GERAES


Lista descriptive das variedades de
citrus das quaes ha mudas disponiveis.


LARANJAS DE UMBIGOS (Citrus sinensis)

Ha muitas variedades de laranjas de umbigo chamadas
"Bahia", sendo a maioria sem valor .Algumas sao excellentes.

Bahia de ViQosa. Temos tirado borbulhas somente das arvores pro-
ductivas e que produzem fructos de tamanho medio, casca lisa e de
superior qualidade. Arvore mae recebida do finisterio em 1923.

Washington. Esta variedade foi primeiramente levada da Bahia para
Washington, e produziu 55 annos, de enxerto. Foi depois reintrodu-
zida no B-rasil pela Escola em 1925.


LARAITJAS DO .5DITERRAIEO (Citrus sinensis)

A maioria das variedades brasileiras pertencem a
este grupo.

Grupo Selecta ou do Meiado da Estagao.
SrEste grupo de laranjas madurecem mais tarde do que
a Serra d'Agua e conservam-se nas arvores por muito tempo.

Laranja Lisa. Arvores de tamanho medio, muito precoce, de grande
producgao. As fructas sao menores do que Magnum Bonum.
Arvore mae recebida do Ministerio em 1923.

Laranja Mognum Bonum. 0 uma das variedades mais prolificas; ama-
durece um pouco mais tarde do que a Lisa. As fructas sao de excel-
lente qualidade, cSr excellent, conservam-se por muito tempo.
Arvore mae recebida do Ministerio em 1923,

Laranja Pineapple.Da crescimento vigoroso e grande produccao.
. fructa e maior do que a Magnum Bonum e de cor mais viva e de
explondida qualidade. Introduzida da Florida pela Escola em 1925,

Larnja do Ceo ou Saude. Muito parecida com a TLgnum Bonum e Lisa.
itrvore mae recebida do Ministerio em 1923.

Laranja China Branca. Conforme o nome indica, a fructa quando
madura tem umo cotr pallida. Amadurece quasi ao mesmo tempo que a
Lisa o a Iagnum Bonum. Pructa de tamanho medio. irvore mac recebi-
da do Ministerio em 1923.

Laranja Melao. irvore de crescimonto vigoroso, fructo maior do que
LMagnum Bonum, casca um~pouco gross, fructa de boa qualidado.
,rvore mae recebida do MIinisterio em 1923.


'3 I.-10-1o





-2-

Grupo de Laranjas qeras ou Tordias.
Esta divisao das laranjas do !editerraneo differe
do grupo Selecta por terenm. muitas das variedades fructos
| oblongos em vez de esphericos. A este grupo pertencernm as
laranjas brasileiras mais tardias. Em condi9oes favoraveis
conservam-se nas arvores at' fim de Dezembro e principios
de Janeiro.

Laranja Pera. Fructo menor do tamanho medio, oblongo, muito doce
quando b.ed maduro, Deve-se cultival-a para vender no fim da
safra. Arvore mae reaebida do 12inisterio em 1923.

S Laranja Pera Pernambuco. Differe rmuito Uouco da Pera, mas parece
'ser uma estirpe especial. A arvore produz bem e e de taianlho
I medio. Arvore mae foi recebida do iTinisterio em 1923.

Laranja Perao. Differe da Pera por ser a arvore mais vigorosao
lFructos sao maiores, conforme indica o neme. A arvore mae foi
recebida do Ninisterio em 1923.

Laranja Hart's Late. Arvore de crescimento vigoroso, muito resis-
tente aos insects e molestias. Tern sido seleccionada e propa-
gada por mais de 40 annos. Fructos esphericos e de excellent
qualidade no fim da safra. ~oi produzida do typo oblongo por
meio de selec9ao. Arvore mae recebida do linisterio em 1923.

Laranja Valencia. Muito parecida corn Hart's Late, e considerada a
mesma variedade por algumas boas autoridades. i a maior favo-
rita na America do Norte para a producyao de fructas muito
tardias. Introduzida da Florida pela Escola em 1925-.


GRAPEFRUIT (Citrus maxima var. uvacarpa)

Esto familiar de citrus g pouco cultivada no Brasil,
mas esta se tornando muito popular. Fructas de tamanho
medio estavam sendo vendidas no mercado municipal do Rio
de Janeiro por 1"500 cada uma no mez de Julho deste anno.
Sao muito procuradas pelas companhias de vapores de luxo.
0 caldo da fructa tern effeito potente na digestao.
Grapefruit Foster. tUma das favorites da America do Horte. Produz
fructas cuja care tern uma cSr rose. Amadurece ea Agosto e
pormanece na arvore em bom estado ate Novembro. Introduzida
da Florida pela Escola em 1925.


TANGELO (Citrus maxima, var. uvacarpa x Citrus
nobolis, var. deliciosa.)

Conforme indica o nome, esta e urma verdadeira hybrida
entire a Grapefruit e a Tangerina da Florida. Evidentemente
a a primeira vez que produz no Brasil.

Tangelo Thornton. Amadurece muito tarde, mas comeqa a amarellecer
em Junho. Y muito azeda ate' o fim de Agosto ou Setembro. Este
Hybrido contem os caracteres da Grapefruit e da Tangerina.
Foi introduzida da Florida pela Escola em 1925.


B. I. -10-2






LITME, (Citrus sp.)

Limgo Doce. Arvore de crescimento vigoroso, fructo grande, casca fina,
fructa muito doce. Arvore mae recebida do Ministerio em 1923.

Limao Marfim. Arvore de tama.nho pequeno, produzindo fructos de cu6r de
rmarfm amarellaco, oblongos, tencto cerca de 4 a 5 cms. de cupri-
mento e 3 cms. de diametro. Gosta agrad-vel, acido doce muito *%
distinctive. A Arvore mae foi recebid.a do "iiteiro em 1923.

LimEo Inherme. A arvore e'muito po;recida corn a de i-4imo Marfim, no
crescimento. A f'ructa.6muito acida e de pequeno tamanho, tendo
cerca J.e 3 cms, de diamUtro c do forma achatada. A arvore made
foi recebida do) Ministerio em 195


"CUR.E".6ID-,,.L. (Citrus sinensis)

Laranja Cip6. lnma novidade muito disti-nctiva. A borbulha deve ser em-
xertada alto no cavallo. Produz ramos longos e parecidos corn
cio6. Muito ornamental, especialmente para quintaes e jardins,
As fructas sao de tamanho medio, c6r bonita, e de b6a qualidade
depois do primeiro de Agosto. Conservam-se nas arvores por muito
tempo. A arvore mae foi recebida do Ministerio em 1923.

Laranija Cacau. Produz fructas de formas interessantes, corn altas Z
rogosidades na superficie da casca. Quanidade regular. Arvore de
crescimento vigoroso. Produz moderamente. Lerve para curiosidade
mas de pequeno valor para o mercado. Recebida do Minist. em .L923.

Laranja itaborahy. Arvore de crescimento muito vigoroso, de forma
erecta, produzindo poucas fructas, algurmas das quaes nao podem
ser distinguidas oa Cacau. Recebida do -viinisterio em 1923.


i'.IL.- CAS 9 (Citrus nobolis)

Esto b o nome geralmente ap-licado as laranjas Chinezas
e Japonemas cultivadas no Brasil, sem se considerar a que
variedade ellas pertencem.

Satsuma. Nao 6 conhecida no -crasii. A nossa variedade 6 chamada
"Owari" na America do I'Torte e no Japao, sendco extensivamente
cultivada nestes paizes. Amaaurece mais cedo do que a Serra
d'Agua. Introduzida da Florida pela Escola em 1925.

Tangerina Cravo. A nossa estiLpe 6 de excellence qualidade. Arvore de
pequeno port, excessivamente productive, sendo os fructos de
mais excellent qualidade. Te-mos guardado fructas dbsta arvore,
em boas condi6es, novel semanas deoois de tiradas da arvore. A
arvore mae foi recebida do Ministerio em 1923.

Tangerina da Florida. Parecida corn a Tangerina Cravqo, except a c6r
que 6 mais viva, a casca mais lisa e muito melhorada por selec-
.:ao. Introduzida da Florida pela -Escola am 1925.

King. A mais tardia das Mexericas, amadurecendo tao tarde quanto as
Pras. As fructas sao muito maifores e de cascas mais grossas
que as Tangerinas. Os fructos quando bemrn desenvolvidas e comple-
tamonte inaduros sao os mais deliciosas de to.d.as as mexericas.Lo
nas maos de bons pomiculturistas esta variedado produz satis-
factoriamente. Introduzida da Florida pela Escola em 1925.


B.I. NI 10, p. 3, PHR/DAM/CI P. H1. Rolf Director
E. o. A. V., ViLosa, 18-VIII-27







ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULLTURA E VrTERINARI.
DE
MIlE IAS GR&LES


DA MORTANJDADE DOS CARj1-EIROS E DAS CABRAS.
vt

Em muitas cria9oea de cabras e carneiros, a nortandade dos
animaes e alta. Antes'de ocoupar o professorado de Zootechnia na
Escola Superior de Agricultura e Veterinaria de Minas Geraes,
tive occasiao de estudar diversas cria'oes destesanimaes no
Egtado da Bahia. Verifiquei que as pritcipaes causes das morteos
sao neste Estado as verminoses intestjnaes e o carbunculo verda-
deiro ou hematico.

I). Verminoges intestinaes'; Os animaes sao tristes, emagro-
cem pouco a pouco e morrem em algumas semi.nas.

II). 0 cc.rbunculo homatico ou verdadeiro mcntn os carneiros
e as cabras em geral. de ropontp:Ellos ficam co-m o olhnar esgazea-
do, 'bcrramn, comogam c. tremomer, cc.licm a morresn subitacmonto, dentro
do 1/2 a 1 hora.


Ensv.s molcstics podcm apprrocer em qualquer estaeqo do anno.
Ha.s as vorminosos mata=n mais enimzes no period da scocag
quando as forragens sCo esoassas e do ma quwlid.de; dovido a
2limentc.a.o insufficient, os animes n.o podom substituir Zs
substvncias alimentaros roib:as polas ccnton.s a milhv.res de
vormcs quo s3 onoontram nas tripas.

Tratamefito: Contra a veirminose appliquo-so:

Essoncia de tereboritinac 1/2 a 1 colher dcde oh.V,
Oleo de ricino 4 ac. 8 colhejoes das de sopa.
Conformo o peso dos =ni&.ces atacados.

0 cc.rbunoulo heu-actico grsoc. de preferencia alguni tempo
depois das chuvas, quando o totrcno esta affoctado golos germen5
quo subiram do subsolo eom a agua. subtrracnea.

Trttamonto. Ahimiaes Adoooidos nao podem ser curados.
IMas oxisto uma vaccine quo evitva o adoociriento dos animnaes.
0 ministorio da Agriculturc. a a Secrotaria da. Agrioultura do
Estado do Iinas Goraos vondem essa Vaccira par groqoo modicos.
A dose para umR. ca.bra ou uV carneiro ousta 25 rcis para os cria-
dorcs inscri'ptoz no "Rcgistro dos Crirdoroas", o 50 ryis para os
nao inscriptos.


HR CI.
B.I.N. II.
Fls.-i-.











FIs. 2




Vaccinnl. revontiva. Todo3 o; animr.cs devorm sor vaccinfdos,
c. v.ccin.9rcO) devce ser rcpctidn dce anno w. anno. dose- c dc 1/2
centi'eictro cubico. A vaccine c- :.p.l'd. ab.ixo dc. polc. 0 nelhor
lo.gar e a pa.rte ;ntorna dos .nombros postcriores, en que a poll u
fine. c cobortca so por o.bello3 fines c 03c.-ssos.


J;otc.- 0 cc.rbunculo he-rztic c.t-.cc. tail-bcrm os bovinos, cc.v-ll.s,
nuarus e os purcos. Wui fc.-ondc? .i quo se M.c-nifcsta.r a opizo a
nos c'rnjir'os nL,.s ca.bras, as cutras' bspecies dt anfl1ows 6B;veWi
ser ta-zbei vccinrc.dos annucli.nente. A d;j; .T. =':;3 u-.n-ma.e grandes
6 do 1 cen.ti-ctro cubico.
M.os.io os hocmens s~o a.ta-adzs pC' cL.rbounrulo ho.-i.tic.., e a
-pizootia 6 nellos quasi sompro nort-ol. Espocialiente sao expostos
a infecqao us homaons que tirz:!-.i as pollee de animnes carbunculcsos.
Uria forida superficial c basta par. c. ont:..ac.a dos corinons no
corpo.
Os aniurios nrortos dc cabbunculo hoinatico deven ser incinera-
dos 0o0n pcll. l






Professor do Zootechnia da.Escola
Superior de Agrioulturr. Veterinaria do
Minas Geracs.



Vigosa, 2 do Setembro de 1927.


B. I. N, 11.
HR:CI.
Fl3. -2-.













ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURE 3 VETERINARIA

DO ESTADO 1E )INAS GERAES

VIQOSA


Visitas


Para conveniencia dos nossos amigos, desejamos tornar
conhecidas as regras que regem as visits a este, estabelecimento.
Sempre temos nuito prazer em receber visits, especialmente dos
agricultores do Estado.
For lei do Estado, foi,estabelecido que a Escola podera
ser visitada nos dias uteis, das oito da manha as quatro da tarde.
Em outros dias ou horas, as visits so poderao ser feitas mediante
licenga do Director. Todas as visits a Escola deverao se dirigir
primeiramente 1 Portaria do Estabelecimento, onde aguardarao ordem
para penetrar nas outras dependencies.
Para maior facilidade dos visitantes, foi collocada uma
campanhia na entrada do predio principal (que da para o lado do
dormitorio). Pedimos especialmente aos Snrs. Chauffeurs o favor de
sempre dirigirem os seus carros para esta porta.
Visitas aos aposentos dos alumnos podem ser feitas apenas
em companhia dos Directores ou pessoa. por elles designada.
A Avenida principal da Escola ate a Estrada de Sao Miguel
constitute a unica part do Estabelecimento que 4 franqueada ao
publico. e para esta pedimos muito respoitosamente o auxilio de
todos para que se conserve em bom estado. A Avenida e os sous
passeios latteraes foram construidas para uso e nao para abuso.
Nao e permittido depois de 4 horas, passear pelo desvio
da Escola, e nas proximidades dos edifficios, visto estarem fora
da Avenida, que c, como ficou dito, a unrca parte pertencente a
Escola franqueada ao public, emquanto nao houver nisso serial
d64svantagem.
Desejamos muito receber o maior numero de visitantes
possivel dentro das normas do nosso Regulamento, aqui aguardamos
sua vinda.



B. I. ng 12.
PHR-BL-CI. P. H. Rolfs, director.
l-X-927.







ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURE E VETERIATRIA DO ESTADO

DE MIEAS GERAES



Facto Animador

A enorme acceitagao que tiveram as mudas de citrus
exportadas este anno pela Escola, constitue prova indiscutivel
de que a pomicultura do Estado esta' em franco estado de desen-
volvimento.
Foram exportadas cerca de mil mudas, as de qualida-
des mais uteis vendidas pelo prego de 4$000 cada uma, e as
outras para 6000 cada uma.
Os enxertos agradaram geralmente aos compradores,
por serem realmente perfeitos, de qualidades provadas e cuida-
dosamente embalados. Urni conhecedor profundo da questao, disse
nao ter visto melhores mudas no Brasil.
A segunda exportaao sera' provavelmente em Janeiro
vindouro.

Cultural Secca do Arroz

Ha quatro annos vem a Escola fazendo corn franco
success a cultural secca do arroz. As variedade plantadas sao:
Honduras, Japoneza, e no ultimo anno a denominada I&attao.
As vargens em que tem sido feitas as cultures sao
mais altas cerca de dez metros9 do que os corregoa mais proxi-
mos. Desde o prepare do terreno ate a colheita, sao somente
empregadas machines agricolas. A producg9ao por hectare:e de
4.500 a 5.000 litros, sendo o preqo de custom realmente baixo.-
Este method de cultural e muito superior ao antigo system dos
brejos.

Excursoes Scientificas

0 Rogulamento da Escola Superior de Agricultura e
Veterinaria exige a realizagao de excursoes scientifidas, por
seus alumnus. A primeira excursao realizada foi C Usina Assu-
careira "Vieira Itnrtins", em Anna Florencia, municipio de
Ponte Nova.
Tiveram os alumnus excursionistas occasiao de ver
funccionar uma das mais modernas usinas assucareiras do Estado
de Minaso

CriaQao de Porcos

A criaqao de porcos esta se desenvolvendo na Escola.
Foram escolhidos pelo Departamento de Zootechnia urn reproductor
e tres porcas puros "Duroc-Jersey", da criagao do Snro Dr.
Baeta Neves, em S. Paulo. Umao aas porcas jo deu 10 bons filhos.
Duas porcas communs, compradas na visinhan9a, deram
tambem filhos. Corn ellas pretendemos fazer experiencias no
cruzamento e na alimenta9ao.

Dormitorio

Entrou em phase de accabamento, o dormitorio, que
esta send construido em linha parallel ao Edificio Principal,
afastada de 120 metros.
A divisao do Edificio obedeceu as regras mais moder-
nas sobre o assumpto. A cada grupo de tres alumnos 0 destinado
urn quarto para dormir e uma sala para estudos. As installa9oes
*sanitarias e de banheiros sorvem a quatro apartamentos, ou seja
Suic, para doze alumnos.


Vi9osa, 3-X-27o
B. I. NQ 13.
CI.


3 Y









ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA E VETERINARIA DO ESTADO DE IVMNAS




Saudagoes cordiaes.

Como estao as mudas de citrus recentemente recebidas por
V. S. ? Esperamos terem pegado bem e que ja tenham feito algum
crescimento novo. Convem lembrar que as mudas permanecerao mais ou
menos fracas por muito tempo, havendo portanto, necessidade de maior
cuidado agora do que mais tarde. iuitas das mudas que foram planta-
das em Vi9osa ja tern algumas fructinhas. Na primeira safra, cada
arvore nao deve produzir mais que seis fructas. As fructas do 1i e
2Q anno sao inferiores as que as arvores produzirao depois de com-
pletamente recuperadas dos effeitos da transplantagao.

Ladroes
Tirar os ladroes e um cuidado muito important que se deve
ter corn as mudas de enxerto. Os ladroes sao brotos que sahem dos
cavallos corn muito vigor, abaixo dos galhos que tinham as mudas
quando foram recebidas. As vezes podem tambem rebentar acima do
enxerto. Esses ladroes tiram a forga do enxerto, enfraquecendo-lhe
os gaihos que vao ser os mais productivos. Deixando-os crescer,
poderao causar a morte do enxerto. Deve-se fazer,semanalmente, cuida-
dosa- inspec9ao das mudas afim de cortar, com canivete bemrn amolado,
todos os ladroes que apparecerem.

Irrigagao
As mudas estao ainda muito fracas corn a transplantagao e a
grande perda de raizes que soffreram. Caso haja uma secca de mais de
10 dias, 4 muito provavel que as mudas precisarao de agua. Se 1as
folhas se enrolam, parecendo seccas e sem brilho, convem applicar de
I1 a 20 litros dagua em cada muda, sendo necessario antes de regal-
as, afSfar a terra ao redor de cada muda num espa9o de um metro mais
ou menost fazendo ao mesmo tempo uma bacia ao redor da muda para que
a agua nao escorra para os lados e se perca. Applica-se agua e depois
de bem absorvida, poe-se uma camada de terra secca fina por cima da
superficie molhada para evitar a formagao de uma crosta e a evaporacao
da agua. A camada de terra secca e fina pode ser de mais ou menos um
centimetro.

Um Pedido
Nao achamos demais lhe pedir cuidados especiaes para estas
mudas. Queremos frizar que ellas sao todas de qualidades ja provadas
e por nos muito conhecidas. Sobre a qualidade das mudas temos a opi-
niao de uma autoridade no assumpto em Bello Horizonte. Essa autorida-
de nos disse serem estas mudas as melhores que elle tern visto no
Estado de hfinas. A ESCOLIA SE INITERESSA EM SERVIR DA IMLHOR 1A1NEIRA
POSSIVEL OS AGRICULTORES DO ESTADO. Os pregos que cobramos pagam
apenas as despezas de arrancar e acondicionar as mudas. 0 Estado
pagou as despezas de transport.
Esperamos quo V. S. dispensara as mudas os cuidados necessa-
rios afim de poder colher boas fructas, dentro de poucos annoso Caso
haja qualquer duvida sobre o trato das mudas, podera nos escrever e
teremos prazer em lhe prestar as instrucgoes possiveis.


B. I. NQ 14.
Vigosa, 12 de novembro de 1927.
CR/DAM/CI.








ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURE E VETERI3A-RIA DO ESTADO DE MiTTL-S


Fornecimento de Livros

Para facilitar aos ariiigos da Escola a compra de livros e
folhetos sobre a agricultural em diversos ramos, damos abaixo list
de obras que podem ser adquiridas na Secretaria do estabelecimento,
corn os precos correspondentes. Os livros offereci-dos temrn sido
especialrmente escolhidos pelos various professors como sendo os
melhores publicados emr portuguez que elles conhecem sobre as suas
especialidades.

Este estabelecimenIto nao deseja ter em absoluto, nenhum
lucro com a venda destas obras. Os pregos citados sao exactamente
os que fora>.-: pagos pelos livros. Sabemos serem elles de valor, e
para animar sua procura, a Escola contribute coflI as despezas do
rorreio.

0 Veterinario Brasileiro,por E. Viola, 302 pags ...... 8o000
Tratado de Lacticinios, por Labaletrier, 234 pags.... 7ip000
As Forragens e a Alimenta0ao dos Suinos, por
Athanassof,. 112 pags.. 5'100
Alimentaoao e Hygiene dos Reproductores Bovinos,
por Athanassof, 40 pags.. 2$100
0 Porco, por B. H. Hunnicutt, 63 pags ................ gratis
Guia Pratico do Criador de Animaes Domesticos, por pars
Cairo, 296 30OOO
1-anual do Algodao, por Day, 174 pags..... ........ 10$000
Cultura do Arroz, por Simoes Lopes, 115 pags........ 3O000
O.Livro da Canna de Assucar, por Cairo, 161 pags.... 6$000
Inforrnmcaoes Uteis Sobre a Cafeicultura, por
Queiroz, 257 pags.. 5$000
Elementos de Agricultura Especial, por Candido,
35'2 pags.. 7$000
Folhetos sobre Milho, 5 na collec-ao, corn 5 ate
12 pags., por B. Ho Hunnicutt ................ gratis
0 Milho, por B. H. Hunnicutt, 243 pags....... ....... 8D00
Instruccao para a Extindoao de Formiga Sauva, por
Costa, 18 pags. (Publ. Secret. Agriculture).. gratis
Insectos Nocivos e Uteis ao Algodoeiro, por
Inglesias. (Publ. Secretaria Agricultura) 75 pags. gratis

Folhetos Publicados pelo Ministerio de Agricultura dos E. U. A. H
para a Exposigao do Centenario;

Ensino e Pesquizas era Agricultura e Economia. Domestica
nos Estados Unidos, 47 paginas......... gratis
0 Bureau de Padroes dos Estados Unidos, 13 pa-gs ...... "
0 Servigo Florestal dos Estados Unidos, 25 pags...... "
Florestas e Silvicultura nos Estados Unidos, 19 pags. "
Industrial Mineira dos Estados Unidos, 66 pags........ "
0 Estudo de Silvicultura nos Estados Unidos, .l-.pags. "
Directoria de Estradas Publicas de Rodagem, seu
Mostruario, 7 pags...........
Directoria dos Servios -Meteorologicos dos Estados pngs
Unidos, 11i


B. I. NQ 15
Vi9osa, 18 de novembro de 1927.
CR/BL/CI.






E3COLA SUTPEIPR DE AGRICULTUTRA 1 V'TERIgtARIA DO ST;0 D 'DE, UITAS
"NORTAS FARA nJLlITTmspeiAO po i00S"d
Os animaes precisai par dia e por, 1000 kilis de peso vivo,


A) BOVIOS

1) ADULTS:

Bois em des-
oan9 o ..

Bois de engor-
da;
1 Io period
20
30 2 o
S3


Bois carreiros:
trab. leve
medio
forte

Touros:
period de
descan9o . o
period de
monta . .

Garrotes:
Speriodo de
S monta

Vaccas:
Sprenhes,nao
qando leite
Sleiteiras
dando leite
5 litros
10 "
15 "
20 "

-2) EM CRESCI-
M.IN'T 0
; a)ragas leitei-
ras e mixtas.
Bezerros
ate 3 inezes
de -6 "
S" 6-12 "
12-18 "
18-24 "



Fls. I.
B. I. NTQ 16
5/12/27
S HR/CI. -


1:ATERIA
SECCA


18,0



32,0
30,0
24,0


22,0
24,0
26,0



18,0

24,0



26,0



23,0


24,0
26,0
28,0
30,0






20,0
23,0
24,0
25,0
26,0


*t TLO 0C-tR2AS"
PRITCIPlOS ITUTRITIVOS DIGERIVEIS


Prots.


0,7



2,2
2,0
1,8


1,0
1,3
1,9



0,75


1,58

1,8



192


1,3
l1,
2v6
3,3






5,12
4,0
3,
2,'
2,0


lats.o
Graxas


0,15



0,70
0,70
o,6o


0,3
0,4
0,8


0,'4



0,4



0,3


0,4
0,
0,6
0,7






5,44
2,0
1,0
0,6
0,4


ITat s
Hydro-
carbona-
tadas


7,95



16,0
14,5
13,0


8,95
11,0
14,0



7,5

11,0



12,5



9,1


10,0
12,5
14,5
15,5






7,36
13,0
13,90
12,5
12,5'


Valor
nutriti-
vo


6,0


J-, D
13,5
12,5


7;1
10,2
15,5


6,0

10,2



11,0



8,3


8,5
10,5
12,5
14,5






24,1
19,0
15,0
12,5
11,5


Relagao
nutriti-
va


12,0



8,0
8,2
8,0


10,0
9,0
8,0



10,5 '





7,5.



8,0


8,4
7,2
6,2


5's


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T- i %


3,8
4,0
5,0
7,0
7,5


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Boletim 1.
Secretaria da Agricultura do Estado de Minas Geraes



ESTATUTOS

DA'

Escola Superior de Agricultura e Veterinaria

DO

Estado de Minas Geraes



SEDE EM VIQOSA


Approvados pela Congregac5io em 29 de Novembro de 1927


1927







Escola Superior de Agricultura e Veterinaria do Estado de Minas Geraes


VISTA GERAL















Estatutos da Escola Superior do Agrioultura e Voterinaria
do Estado do Minas Goraes, approvados pola Congroga-
gao em 29 de Novombro do 1927.


DA ESCOLA E SEUS FINS

A Escola Superior de Agricultura e Veterinaria do
Estado de Minas Geraes, com sede nas proximidades da
Cidade de Vigosa, e urn estabelecimento de ensino agro-
nomico, pertencente ao Governo de Minas Geraes, e tern
por firm adquirir e disseminar conhecimentos relatives
A economic rural, em todos os seus grios e modalidades.
Dedicada especialmente aos fazendeiros mineiros, visa
de modo especial, a educagdo agricola de seus filhos e o
augmento da riqueza das fazendas pela applicago dos
methods mechanics modernos, pelo aperfeigoamento
das cultures existentes e pela introduccdo de novas es-
pecies de plants e animaes. A Escola possue todos os
caracteristicos de um grande e modern estabelecimento
agricola: campos de cultural, edificag5es ruraes, animaes,
pastagens, etc.
TERRENOS
0 Estabelecimento tern cerca de 500 hectares de ter-
reno, de conformacgo propria para ensino. A linha do
centro da Estrada de Ferro Leopoldina, corta em linda
recta a propriedade numa extensao de 1.800 metros.

EDIFICIOS
Possue a Escola excellentes installac5es, dignas de fi-
gurar em qualquer paiz estrangeiro, de grande civilisa-









4

cdo. Cincoenta edificios, de typos agradaveis e construe-
ceo modern, ddo ao estabelecimento aspect singular.
Sao dignos de nota o Edificio Principal e o Dormitorio
dos Alumnos: o primeiro e um magestoso predio com
8.000 metros quadrados de area util, approximadamente,
sede da administrator, comprehend varias reparticfes,
aulas e laboratories, o segundo, e tambem um edificio de
bellas linhas e grande conforto. As residencias dos Dire-
cfores, professors e empregados, e os laboratories ru-
raes sao outras ndo menos excellentes construcg6es.

CLIMA

Muito concorreu para localizago da Escola em Vi-
gosa o saluberrimo clima da regido. Observem-se os
dados abaixo, correspondents ao anno de 1926, forne-
cidos pelo posto meteorologico do Estabelecimento: al-
tura acima do nivel do mar, 646ms; temperature media
do ar, 18,5; humidade, 77; chuva em mm., 1835.

REGIMEN ESCOLAR

0 ensino e orientado de modo que se exija dos
alumnos o maior trabalho util possivel. Ha aulas theo-
ricas e praticas: as primeiras sao ministradas no Edifi-
cio Principal, as outras sao dadas nos laboratories cen-
traes, em laboratories ruraes, nos campos e estabulos.
E' preoccupago maxima do Estabelecimento fazer que
seus alumnos tenham, verdadeira vida de campo, em-
penhados o mais possivel nos problems agricolas.
A frequencia e obrigatoria em todos os trabalhos
escolares, devendo comparecer A Directoria o alumno
que faltar a qualquer aula.

BOLETINS

Serdo enviados bimensalmente aos paes ou tutores
dos alumnos, boletins das medias obtidas durante esse
tempo e apuradas das notas de chamadas oraes, sabba-
tinas e provas escriptas mensaes.









5


DISCIPLINE

A Escola Superior de Agricultura e Veterinaria e
muito exigente em material de discipline, que e baseada
na responsabilidade pessoal dos alumnos. Os moos que
se sentirem incapazes de cumprir fielmente os deveres e
as exigencias da discipline, nao deverdo procurar o Es-
tabelecimnento, que tern o maximo empenho em afastar
do seu seio elements indesejaveis.

CUSTO DO ENSINO

As despezas de ensino nao sao cobradas dos alum-
nos: sao todas custeadas pelo Governo de Minas Geraes.
Foi seguido o systerna de cooperativismo entire os alum-
nos e a Escola: aquelles concorrem apenas corn os gas-
tos de propria manutencgo, esta Ihes ministry o ensino. :
Assim, ha obrigac5es de ambas as parties, sendo a prin-
cipal dos alumnos: a maior applicago possivel. Os .
alumnos que nao se manifestarem capazes de aprovei-
tamento, serdo afastados do Estabelecimento.

CURSO0 ELEMENTARY

Os Cursos Elementares de Agricultura e Veterinaria,
destinam-se a mogos que, tendo s6mente instruceo pri-'.
maria, desejam receber instrucdo pratica de agriculture'
ou veterinaria e desenvolver seus conhecimntos geraes..:

Ternm os seguintes caracteristicos: i

Durago: um anno, subdividido em dois semestres.;.i
Estudos: Agricultura, Criago dos animaes domes-'
ticos, Veterinaria, Horticultura, Pomicultura, Jardmno-"*
cultura, Portuguez, Arithmetica, Historia do Brasil, Geo-:
graphia especialmente do Brasil, e nog6es de Desenho'-
e Contabilidade Agricola.
Edade minima: dezoito annos completes.
Preparo necessario: diploma de instrucao prima-
ria, ou na falta desse diploma poderi o candidate pres-
tar na Escola exame de habilitagdo constant de: calli-







Escola Superior de Agricultura e Veterinaria do Estado de Minas Geraes


Trabalhos corn machines agricolas nos campos do Departamento de Agronomis









1 7


graphia, leitura e arithmetica (as quatro operag6es fun-
damentaes).
Promogao ao Curso Medio: o alumno que terminar
umn dos cursos elementares, poderd matricular-se no
curso medio.

CURSO MEDIO

Os Cursos Medios sao destinados especialmente aos
filhos dos senhores fazendeiros, e sao organizados de
modo a garantir aos seus diplomados grande efficiencia
nos trabalhos da lavoura.

Sao caracterizados por:

Duragdo: dois annos, subdivididos em quatro se-
mestres.

Estudos:

Nestes cursos serdo estudadas as materials seguin,
tes: botanica, zoologia, physical, molestias das plants,
agriculture, zootechnia, silvicultura, horticulture, pomi-
cultura, industries ruraes, machines agricolas, trabalhos
de engenharia rural, hygiene veterinaria, arithmetic e .
contabilidade agricola, algebra, geometria, portuguez e
historic do Brasil.
Edade minima: Dezoito annos completes.
Preparo necessario: Diploma de Grupo Escolar. Po-
derA o alumno na falta desse diploma prestar na Escola
exame de admiss0o constando de:
10, prova escripta de Portuguez.
2, prova escripta de arithmetica e nogoes de geo-
metria e desenho.
3, prova oral de nog6es de geographia, historic do
Brasil e educacao moral e civic.
Validez de Preparatorios: Os preparatorios estuda-
dos no Curso Medio sio validos para matricula no Curso
Superior.
Outros Preparatorios: Os alumnos do Curso Mdio
poderdo prestar no Estabelecimento os outros prepara-
torios necessarios A matricula no Curso Superior.









8

CURSO SUPERIOR

Os Cursos Superiores de Agricultura e Veterinaria
destinam-se a formaco de profissionaes de Agronomia
e Veterinaria corn ensinamento theorico-pratico integral
das materials indispensaveis A profissdo de agronomo ou
veterinaria.
Durago: quatro annos, subdivididos em oito se-
mestres..

Estudos do Curso de Agricultura:

Serao estudadas obrigatoria e systematicamente as
seguintes materials: agronomia agriculturea geral e es-
pecial); agrologia (geologia, mineralogia, s6lo); bota-
nica, zoologia (corn parasitologia e entomologia) e ge-
netica (animal e vegetal); microbiologia e phytopatho-
logia; zootechnia (geral e especial, comprehendendo
tambem anatomia, physiologia e exterior dos animaes
domesticos); chimica (geral, mineral, organic, analiti-
ca e agricola); physical, meteorologia e climatologia;
technologia das industries ruraes; engenharia rural,
comprehendendo topographia, estradas de rodagem, me-
chanica, machines, motors, hydraulica agricola, irriga-
9do e drenagem, construcg6es ruraes e desenho; silvi-
cultura; horticulture; pomicultura; hygiene; nog6es de
veterinaria; economic rural (legislagAo, direito e admi-
nistracao), mathematics; contabilidade e estatistica agri-
colas.

Estudos do Curso de Veterinaria:

Serao estudadas as seguintes materials: physical, chi-
mica mineral, organic e biological; botanica; zoologia;
microbiologia; parasitologia; anatomia dos animaes do-
mesticos descriptivea e regional); histologia e embryo-
logia; physiologia geral e dos animaes domesticos; ana-
tomia e physiologia pathologicas; zootechnia; noc6es de
agriculture; pharmacologia; therapeutic e toxicologia;
pathologia, propedeutica e clinics medical, cirurgicas e
obstetricas; molestias contagiosas e parasitarias dos
animaes domesticos; hygiene; policia sanitaria animal;
inspecgao e conservaqAo dos products alimentares.









9

Preparo necessario:

Para admissio aos cursos superiores o candidate
deverA apresentar certificados de approvagdo, em gym-
nasio equiparado ao Collegio Pedro II, nos seguintes pre-
paratorios:

Portuguez.
Uma lingua extrangeira modern.
Arithmetica.
Algebra.
Geometria e trigonometria
Geographia, chorographia e cosmographia.
Physica e chimica.
Historia natural.
Historia do Brasil.
Historia universal.

Matricula condicional: Os candidates a que faltar
s6mente urn preparatorio, poderao ter matricula condi-
cional.

CURSO DE ESPECIALIZAC(AO

Os Cursos de Especializaco serao organizados para
altos estudos e pesquizas sobre agriculture e veterinaria
e destinam-se aos alumnos que houverem concluido os
cursos superiores de Agriculfura e Veterinaria.
Duracao: Dois annos, subdivididos em quatro se-
mestres.
Estudos: A material escolhida para especializado
p6de ser qualquer das que compaem os cursos supe-
riores.
These: Para receber o titulo e necessario defesa de
these.

CURSOS FACULTATIVOS

Aos alumnos dos Cursos Superiores que se manifes-
tarem capazes de maiores estudos pelo real aproveita-
mento nas materials obrigatorias, serao permittidos es-
tudos facultativos de aperfeicoamento, de acc6rdo corn
as exigencias regulamentares. Os programmas geraes da








Escola Superior de Agricultura e Veterinaria do Estado de Minas Geraes

--


Laboratories ruraes e hospitals do* Departamentos de Veterinaria









11

Escola sao constituidos das parties indispensaveis A vida
pratica dos formados pela Escola; os Cursos Faculta-
tivos permittemn que os alumnos que tiverem predileccao
por qualquer material, recebam major instruceo.

INSTRUCQAO MORAL, CIVICA E HYGIENICA

0 Estabelecimento ministry aos seus alumnos ensi-
namentos sobre moral, civismo e hygiene. Para isto sao
realizadas pequenas conferencias pelos membros do
Corpo Docente ou por pessoas extranhas convidadas, em
reunites geraes dos alumnos e professors.

INSTRUC(AO MILITARY

A instrucco military e organizada de acc6rdo corn
os dispositivos do Ministerio da Guerra. Facilita a obten-
ao de cadernetas de reservistas do Exercito Nacional e
proporciona cursos mais adeantados aos candidates ao
officialato de reserve do Exereito.

SER\VI(;O DE SAUDE

A Escola organizou pelo system cooperative, o ser-
vigo de saude, entire seu pessoal e alumnos, que dA di-
reito a um exame dentario annual, e a services de me-
dico, pharmacia e enfermaria, em pequenas enfermi-
dades.
EDUCAQAO PHYSICAL

A Escola estimula a educaqco physical dos alunmos
procurando tornar-se realidade o exercicio de todos os
desportos, isto por considerar que s6 os homes physi-
camente fortes trnm aptidao para fazer, com vantagens,
a vida da lavoura.

ANNO LECTIVO

0 anno ,lectivo comega a primeiro de marco e ter-
mina a quinze de dezembro, corn interrupiao dos ulti-









12

mos quinze dias de julho que sao feriados. E' dividido
em dois semestres, de 1 de marco a quinze de julho e
de primeiro de agosto a quinze de dezembro.

MATRICULA

A matricula nos diversos cursos da Escola serA aberta
a 1 de fevereiro, encerrando-se no ultimo dia do mesmo
mez.
DOCUMENTS PARA MATRICULA

Nos diversos cursos da Escola, deverdo os candi-
datos apresentar a Secretaria da Escola os seguintes do-
cumentos:

1) Requerimento de proprio punho ao Director da
Escola, declarando o curso em que pretendem ser ma-
triculados.
2) Attestado de ndo soffrerem molestia infecto-
contagiosa nem repugnante e de terem sido vaccinados
contra a variola nos ultimos cinco annos.
3) Certidio de edade extrahida do Registro Civil.
4) Documento comprobatorio do preparo exigido
para matricula no curso a que se destinarem.
5) Recibo de pagamento das taxas.

TAXAS

O pagamento .de quaesquer taxas ou emolumentos
devidos A Escola devera realizar-se adeantadamente e
serA feito na Collectoria Estadoal de Vicosa, mediante
guia fornecida pela Secretaria da Escola.
Os diversos cursos sio sujeitos, no maximo, As taxas
abaixo, por semestre:
Intrnalo Semi-infernalo Externalo
Curso Elementar......... 650$000 450$000 50$000
Curso Medio............. 660$000 460$000 60$000
Curso Superior.......... 705$000, 505$000 105$000
Curso de Especializagdo.. 755$000 555$000 155$000









13


DEPOSIT DE SIGNAL

Os logares no internato serao reservados mediante o
deposit de 50$000 na Secretaria da Escola.
Os alumnos que ndo comparecerem A abertura dos
curses, perderao a taxa de signal e o logar no Internato.

DEPOSIT DE GARANTIA

Todo alumno e obrigado a ter depositado na Thesou-
raria a quantia de 50$000, da qual serao descontados os
valores correspondents a prejuizos causados ao Estabe-
lecimento pelos alumnos.

ABERTURA DOS CURSOS

Todos os alumnos sdo obrigados a iniciar os traba-
Ihos escolares nos dias primeiro de marco e primeiro de
agosto, data fixada para abertura dos cursos do primeiro
e segundo se mes t re, respectivamente.

EXAMES DE PRIMEIRA EPOCA

Os exames de primeira epoca, destinados aos alum-
nos matriculados, realisam-se semestralmente de 7 a 13
de julho e 7 a 13 de dezembro. Constam de uma prova
escripta em cada material, em que entra toda material
theorica e pratica dada no semestre. Inscripcao gratuita.

EXAME DE SEGUNDA EPOCA

Os exames de segunda epoca se realisam annual-
mente de 15 a 28 de fevereiro, e destinam-se aos alumnos
que houverem perdido a 1a epoca de exames, aos ouvin-
tes, e aos candidates extranhos ao Estabelecimento. Os
exames constam de tres provas: escripta, oral e pratica.
Inscripco: 10$000 por material.







Escola Superior de Agricultura e Veterinaria do Estado de Minas Geraes


Vaccas hollandezas pertencentes aqo Departalnentq de Zootechnia



I.


a00-









15

F1ARIAS

Os periods de quinze a trinta e um de julho e de
quinze de dezembro atW o ultimno dia de fevereiro sao
considerados de ferias, nao sendo convenient nenhum
alumnino residir, nesse tempo, no Estabelecimento.

OUVINTES

A criterio da Directoria, poderao ser admittidos como
ouvintes os candidates que nao tiverem alcancado a ma-
tricula, ou que nao preencherem todas as exigencias re-
gulamnientares.

INTERNATO

No internato dispoem os alumnos de confortaveis
acorn modac6es em apartamnentos corn cinco alumnos, no
maximno, em cada urn.
A alimnentacao, de superior qualidade e muito farta,
e servida em mezas de 10 alumnos cada uma, sendo
observado no refeitorio o regimen de hotel.
A taxa de 600$000 cobrada por alumno interno por
semnestre e loda applicada em sua alimentaco e conforto.

EXTERNATO

Os alumnos externos sao sujeitos A vigilancia da Di-
rectoria do Estabelecimnento e s6 poderao residir em casas
de familiar ou enim hlioteis e pensoes que offerecam com-
pletas garantias, quanto a hygiene e moralidade. A resi-
dencia nas chamadas republican nao e permittida.
A Direcloria do Estabelecimento poderA exigir a
transferencia de residencia de alumnos, por motive de
moralidade ou hygiene..

SEMI-INTERNATO

0 semi-internato foi organizado para os alumnos
que, tendo conveniencia em pernoitar f6ra do Estabele-







\
Escola Superior de Agricultura e Veterinaria do Estado de Minas Geraes


EDIFICIO PRINCIPAL









17


cimento, desejem, comtudo, applicar todo o dia aos tra-
balhos escolares.
DA direito a almoco, jantar e merenda, mediante a
contribuicao de 400$000, por semestre lectivo.
Quanto A residencia, sao tambem os semi-internos
sujeitos A vigilancia da Directoria do Estabelecimento,
que poderA exigir a mudanga de residencia de qualquer
alumno, por motive de moralidade ou hygiene.

ENXOVAL

Os alumnos inteinos deverdo trazer o seguinte en-
xoval: um terno de casemira escura, quatro ternos de
brim escuro ou kaki, seis camisas, seis pares de cerou-
las, tres pyjamas, doze lengos, seis guardanapos, doze
collarinhos, tres gravatas, um par de caleado fino, dois
pares de calgado grosseiro, um par de perneiras pretas,
um par de chinellos, tesourinha, escovas de dentes,
unhas e roupa, pentes grosso e fino, um cobertor, quatro
fronhas de 70x40 cms., quatro colchas brancas, quatro
leng6es e dois roup6es para banho.

TITULOS

A Escola conferirA aos que terminarem os seus
cursos, os seguintes titulos:

Capataz rural........... Curso Elementar.
Technico agricola....... Curso Medio.
Engenheiro Agronomo... .Curso Superior de Agricul-
tura.
Medico Veterinario...... Curso Superior de Veteri-
naria.
Doutor em Agronomia... Curso Especializado em ma-
teria de Agronomia.


Doutor em Veterinaria...


Curso Especializado em ma-
teria de Veterinaria.









18

OUTRAS INFORMAQ3ES

Serdo fornecidas corn maximo prazer e presteza
outras quaesquer informagSes, cujos pedidos deverdo
ser enderegados do seguinte modo:

Exmo. Sr. Director da Escola Superior de Agri-
cultura e Veterinaria do Estado de Minas Geraes Vi-
gosa E. F. L. I






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SAUVAS




0 trabalho de combate As sauvas tern continuado

durante o anno. rotamos que este anno o tempo e traba-

lho tern sido considerateos:iente diminuido, porem, ha de

ser continuado durante todos os annos, se a praLa nao

tomar conta doe campos que ora se acham praticamente li-

vre della.

A sauva 4 a mais destructive de todas as pragas

da lavoura. Na visinhanga da Escola, encontrou-se nu-

merosos formigueiros de muitos annos de edade, srondo

que recebemnos mi'liares de tanajuras annuahsiente dosses

formigueiros. Farece que os formnigueiros maiores nos

terrenos da Escola jA foram destruidos. 0 valor das

cultures que podemos produzir por nao se ter a praga,

paga muitas vezes mais o custo de seu combat. Os pe-

quenos formigueiros raramente causamn estragos de momen-

to, antes de serem destruidos.

No telatorio do professor de Agronomia, acham-se os

: resultados das experiencias na destrui9ao de sauvas, re-
.-
alizadas na aula de Entomologia Economica. Destas espe-

riencias podemos dizer que nao ha urn sauvacida que seja

melhor do que todos os outros. Conforme a localidade do

formingueiro, deve se emijregar a qualidade que for nmais

appropriada, e economic. Finalriente. o elememto mals
!A importante na desruiyao da sauva. 6 o element human.

A questao 4 se a fecundidade do insect vencera a persis-

tencia humana. E' certo que sem combatte forte e cons-

tante a esta praga, a agriculture nao 4 economic eom re-

i.J tiio tio infestada como esta regiao de Vigosa.



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II *.


POMAR ANTI LEPROSO



A Escola continue fazendo todos os esforgos possiveis

para adquirir o maior numero possivel de species de plants

que produzam o oleo de chalmoogrtt. Durante este anno, re-

cebemos do Director da Estagao de Pomicultura do Deodoro,

Dr. Felis.berto Cardoso de Camargo, oito pes de Oncoba spM-

nosa, que estao se des.nvolvendo optimamente, mostrando que

se dio bern corn o clima e solo desta regiao.

Dezenove pes de Oncoba echinata, recebidos do r.'iniste-

rio da Agricultura dos Estados Unidos, estao plantados nos

logares definitivos e dao toda indicacao do bom exito.

Os p6s de Chalmoogra (Taraktogonos Kurzii, Ling), es-

tao se desenvolvendo de roodo altamente satisfactorio, indi-

cando ser perfeituraente adaptados 4s condigoes daqui.

Temos presentemente 133 pes de Sapucainha (Carpotroche

brasilgAnsis), nos logares definitivos no ponar. Sao todos

de p4 franco, provenientes de sementes do p6 offcrecido 4

Escola pelo Sr. Alberto Pacheco. (Ver relatorio de 1927).

.(Ver photographia nQ ).
SEncontramos muita difficuldade em obter sementes da sa-

pucainha para fazer um pomar corn o tamanho que devia possuir

a Escola. As sementes geralmente nao nascem. Temos tentado

transplantar do matt pes mais desenvolvidos, sem, por6n ter

conseguido born exito.

0 pomar anti-leproso da Escola include representantes

de trees continents, (America do Sul, Africa e '4sia.) Niao
ha outro plantio de igual importancia humanitarian no Esta-
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.do9 visto ser muito elevado.o numero de doentes desta terri-

Svel molestia. Aldm da procura do oleo no Brazil, ha mer-

cado em outros paizes para este product.
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ARBORIZACAO E RUAS


A arborizacao da avenida principal da Escola, d de

algumas estradas no seu terreno, foi complete antes de

1927. Estas estradas ten sido conservadas e as arvores

para seu embellezamento estio se desenvolvendo bern.

Daqui ha uns annos virao a constituir uma das malores

attragoes do estabelecinento. rresentemnente causam mui-

tas exclamagoes de prazer aos visitantes.

0 crescimento dos coqueiros (Cocus plhumosa), na Ave-

n9da, justifica plenamente nossa confian,.a nesta qualida-

de native, o que 6 usada em grande escala para arborisagao

de estradas em outros paizes. 0 Pinlao de Parana (Auraca-

ria bras4 plantado na estrada principal do Valle Chaxa,

estA se desenvolvendo muito mais rapidamente do que se es-

perava, nio tendo resentido o transplantio, como algumas

visits antecij ararnm.

0 embellezwanento dos terrenos da Escola, que tern si-

de apenas iniciaao, conquista muitos amig-os para o estabe-

lecimento. Serve tambem, para constant inspiragao aos

alumnos. Desejamos registrar que os alumnos tern mostrado

apreciaggo pelas plants ornament es, nao as quebrando ou

maltratando.

Duas estradas novas9 foram construidas, uma de 600

metres, mais ou menos, no Departamento de Agronomia, cons-

trulda pelos alumnos do Curso Mledio 1, empregando machines

modernas, e sob a direcqao do Professor de Agronomia. A

segunda estrada vae A barragem, facilitando a chegada quan-

do for necessarily bom como i-ermittlndo aos alumnos chega-

rem mais facilmente quando vio alli para instrucq.o sobre os

principios de abastecimento de agua para fazendas.




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1.1





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POMLAR DE ACCLIMA0AO

4444*44*,.,





Este pomar tern sido continuado durante o

anno passado. Foram nelle realizadas pesquizas

de muito valor. 0 cuidado tern sido continuado

como ficou exposto no Relatorio de 1926.

Nesta secqao, desejamos incluir nota duma

qualidade de pecego especialmente valiosa, origi-

naria de Nova Zellanda, e importada por n6s sob o

numero b.P.I. 55813. Estes p6s produzem colheita

grande de fructas muito boas. Form, devido a pre-

senga da mosca de fructas (Anastrepha fraterculus),

nao nos tern sido possivel produzir fructas perfeitas.

A mosca de fructas constitute problemma muito

Sserio para os pomoculturistas brasileiros. Aldm

dos pecegos, ha diversas outras fructas atacadas.
r". rAntes desta zona produzir fructas boas e fi-

nas, serA necessarlo descobrir meios de combatter
a!'",. sia praga. C r .^-^ ^- L,_.--^ _- e .,q...,. i^ /y ^










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POMAR PERIIANENTE


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Continuainos corn o trabalho no pomar permanen-

te da Escola, cuidando devidamente os phs plantados

nos dois kilometros de terraqas que foram conclui-

das. Muitas das mudas plantadas ha um anno jA pro-

duziram flores, em 1928 dario numero consideravel de

fructas.

As quatro qualidades de grapefruit e uma de tan-

gelo, introduzidas dos Estados Unidos, estio muito

carregadas. Estas variedades tem provado serem bern

adaptadas ao clima e ao solo de Vivosa.

A Satsumra, qualidade Japoneza, estA produzindo

fructas muito grandes e promette ser de qualidade

superior. Parece ser especialmnente adaptada As al-

titudes mais altas, do que as que-geralmente encon-

tradas em regioes onde no inverno, a temperature ap-

proxima-se ao ponto de geada, ou em que ha urn pouco

de geada.

Algumas das mudas de Sataumna nas terragas es-

tio indicando uma precodidade extraordirjaria, al-

gumas plantadas em Novembro de 1926 estao corn mais

de 20 fructas cada uma.

0 crescimento destas mudas tem sido excepcional-

mente excellent. Ellas tim manifestado forte re-

sistencia contra molestias e insectoa.






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As terragas foram discutidas em detalhes, no rela-
torio annual de 1926. Ellas tri dado muito melhores re-
sultados, do que era esperado. Durante pouco tempo mT-Lisj
as arvores fructiferas plantadas nellas, estarao muito
productivas, tornando este pomar um dos pontos mais in-
teressantes e agradaveis da Escola. Dluitas dac mudad
de citrus plantadas em iLovemnbrd de 1927 carregiaram reyu-
larmente oste aino. listA plenamente justificada a cons-
trucqao de terragas paia pormares nesta parte do Esta.o.

A importancia econorAica da construccaio de terragas
6 indescutivel na Zona da Matta. As primeiras constru-
idas, em 1926, estao sendo usadas corm o caior proveito
e conveniencia.
UNo teros tido nenhuma difficuldade corn cahidas
de barreiras. Iha milbares de encostas de morro nesta
zona, ora jfrnecendo apenas past pobre, que podem ser
facilr.-iente empregados para po.,ares, por meio do terra-
gas.

Durante o period chuvoso, as aguas lavam dos mor-
ros sua fertilidade, levando a terra male fertile para
as grotas ou corregos. Tanto a alua comso a fertilidade,
perdem-se. A terra torna-se, de anno para anno, mnais
esteril e pobro. A natureza deixada s6 exige annos ou
atA seculos3 para corrigir esta condiqao de pobreza e
esterilidade da terra que corn alCum auxillo do home, tor-
na-se rapidamente productive e fertil.

A construcgao das terragas p-roduz duas modificag6es im-
portantes na terra das encostas. :-rimeiranente, retem a
materia organic produzida nos cumes dos moiros, e nos
lados para oaser utilizada corn as cultures nos anrios se-
guintes. JEm segundo logar, (sendo este de i.caal in-
portoncia ao outro), os cumes dos jorros e encostas por
meio das terragas, retem a humidade que lhes trazern as
". chuvas.

Das terragas construidas na Escola, rrovidas corn
optimas meios de drenagem, durante annos depois de fei-
tas1 nao se tern verificado escorrimento de nenhuma a-
gua. Toda agua tern sido absorvida pela tcora, sendo
facilmente utilisada pelas raizes das plants.

Sao estes dois pontos de imiorttncia fundamental
para augmentar a producqao na Zona da Ilatta. (t ex-
cusado referencia ao fogo1 porque todo agricultor adi-
antado, j6 reconhece ha muito, os effeitos desastrosos
do fogo). As terracas effectivam ente remediaram as
duas causes principals da infertilidade de grande parte
da terra desta zonal que sao:

1) A erosao, e perda subsequent da camada fertile da
superficie da terra, pelas aguas das chuvas.

2) A falta de agua durante a secca, que Inhibe cresci-
mento das plants durante grande parte do anno.


4

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Citrus- Producgao e Lxportaqao de iMudas.


0 viveiro 6 a unica base sobre a equal so pode fundar
um pomar lucrative. Em Pomicultura, a& elle assegura t3JU
pleno exito. ieconheceu a uscola que para o Estado de
lFinas estabelecer exportcao (especialmente de laranjas)
permanent e rendosa, se tornava, antes de tudo, indes-
pensavel serem propagadas nos.viveiros nao somente as
variedades que sao exigidas, e que servem para a exporta-
cqao, como ainda escolher para a vulgarizagao apenas
mudas cujas arvores makes sao de qualdidade superior, e
produzem todosd X os annos boas colheitas.

Para que Minas possa competir corn outros Estados
em fructicultura, ha de comegar polo viveiro. A Escola
esta4 empregando os methods mais modernos, bem como mais
praticos e efficientes para producgao de mudas de citrus,
que, uma vez plantadas polos agricultores, lhes dario
resultados p&&nameite satisfactorios.

A primeira experiencia que realizou a Escola, na
citricultura, foi para determinar quaes "cavallos" seriam
meolhor para as condigoes de clima e solo que encontramos
aqui. Catisfeita essa question, restava3 em segundo lugar,
descobrir o method mais economic de cultivar e cuidar
das mudas, e final, em terceito logar, o mais important
de todos, obter borbulhas de pds que tivessem produzido
regularmente fructos de superior qualidade e safras
abundantes. Nao vale coisa alguma produzir mudas de
optima apparencia, mas que produzam poucas fructas ou
fructas de qu&lidade inferior.

Ios poucos anmos &e experiencia temos feito muito
progresso na resolugao destes trees pontos importantissimos
e exportamos em 1927 mais ou menos 1,200 mudas, todas
enxertadas em Limio today. Esta variedade tern pelo menos
dezoito nomes diversos em varias regiSes. Adoptamos, porrm,
o nome que se usa no Ministerio da Agrieultura para aquella
especie.

As borbulhas para as mudas acima referidas, f6ram
tiradas das arvores no terreno da Escola, as quaes jA
tinham produzido fructos. Todas as mudas que mostraram
pouco crescimento foram rejeitadas; apenas as boas mudas
foram exportadas.


Vendemos as mudas ao prego de 4$000 ou 6$000, cada umna
conforme a quwlidade e o tamanho. 0 transport se fez por..
conta do Estado, emquanto as despezas de producoao, cult ',
arrancamento e acondicionamento para transports ficaram "
por conta da Escola. E' muito mais preferivel vender as
mudas por pregos modicos aos que desejarem fornar uM pomar '
: .. ~do que distribuil-as gratuitamente. 0 custo do acondi- :
;.', cionamento e transport das mudas 6 superior a importancia *"'
cobrada. Se o agricultor, pordm, comprar as mudas por '.
; preqo razoavel, dt-lhes, certamente, melhor trato, ao pass
que ai ae as mesmas lhe sao fornecidas gratuitamente, rebebel.
Spouco ou nenhum cuidado na maioria das vezes. ..'


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-2-

L;ecebemos pedidos para trees ou quatro vezos mais o numero
de mudas que tinhamos para vendor, acontecendo mesmo virem
diversos pedidos accompanhados do dinheiro quo, nao podendo
ser satisfeitos, devolvemnos.

A Eecola nao produz mudas corn a idea de concorrer corn
os particulares que as fornecem. Fel-o primeirar:ente, corn
fins scientificas, e secundariamento, par-a fins de instruc-
9ao. ivuito necessitam os jovons brapileiros de inftrucgao
na producgao de b8as mudas. Atd a present data, trinta
pessoas, mais ou menos, foSram ensinadas a fazer enxertia por
min,pessoalmente.

Ifo deve a Estado se preoccupar corn a producgao de
mudas, a qual deveria star nas maosA de articulares.
Para melhoramento, por6m, da tomicultura do .stado, e para
protecgao dos habitantes do histado contra exploracao,
convem ao Estado demonstrar o que sao b8as mudas e comno
6 que as pode produzir. S6 boas mudas, de qualidadee
provadas, produzirao fructas economicamente.

A Escola recebeu de fonte commercial cinco mudas corn
o mesmo nome, que ao fructificarerm, provaram ser de trees
qualidades beorm diversas, Renhuma industrial em takes condi-
goes de incerteza pode ir adiante. -ste condiq-ao de coisas
nao pode ser corrigido "por decreto", mas sim ensinando
ao povo o que constitute hoas mudas, facilitando a obtengao
das mesmas at6 que os fornecedores particulares aL rendem
os meios de fornecer a qualidade do mudas que melhor convem
ao povo.

Liuitas difficuldades tem-se- nos defrontado, como,
por exemplo, o caso acima referido, em quo uma qualidade
6 conhecido por 19 nomes differences. Peor ainda 6 o facto
de si/VdfS serem tamberm, divor.,as qualidades conhccidas
pelo mesmo nome, em localidades differences.

lemons feito todo o esforgo para que as mudas exporta-
das pela Lscola, sahiam corn os nomes que lhes parocem mais
communev

Foram exportadas mudas .as seguintes qualidades:


1). Perio
2). Valencia
3). iHart's Late
4), Pera
5). Bahia
6). Washington
7) PMagnum Benum
f 8). China Eranca
9). Laranja do Ceo
10). Pineapple
11), Mala. .
12.. Lisa
13), Cipd
14). Cacau
15). Itaborahy
16),q Satsuma
17). Tangerina Cravo
18). Tangerina da Ilorida
19). Laranja Ling
20). Grapefruit Foster
1 21), Giapefruit Marsh
\' .,.*.* ., 22), Grapefruit Duncan
A.2 3?) ) ..a)" Tangelo. Thornton .
... .. a a a .


25). Kumquat Neiwa
26). Limao Doce
27). Limio InhermA
28 Limao uarfim.












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Mudas do Qitrus Exportadas pela Secgao de Pomicultura


Mudas de citrus, Servico Cooperativo
Mezes de Agosto, Setembro e Outubro de 1927


NQ Muc
1) Escola Agricola Luiz de Queiroz,Piraci- 6
caba, S. Paulo
2) Estagao Geral de Experinentagao, Barrei- 18
3) Institute Evange- ros,Pernanbuco
lico de Lavras, Minas 36
4) Sr. Arce-Bispo, Iarianna 30
5) HORTO FLORESTALM j Bello Horizonte 162
6) Dr. Raoul de Caux, S. Domingos do Prata 6
7) Usina Vieira Martins, Anna Florencia 6
8) Senador Passos Maia, Villa Guap4,(Experien- 6
cia)
9) Sr. Alvaro IHenriques de LUendongap Tombos 6
de Carangola
10) Dr. Arthur Bernardes, Vigosa 30
11) Padre Jos6 de nlvarenga, Utarianna 1


1)
2)
3)
4)
5)
6)
7)
8)
9)
10)
11)
12)
13)
14)
15)
16)
15)
18)
19)
20)
21)
22)
23)


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Mudas, 307 Cxs.


Mudas de Citrus Vendidas
INezes de Agosto, Setembro e Outubro de 1927

II Q 1udas
Sr. Jos4 Carlos Abreu e Silva, Penha Lonrja 7
Sr. Manoel Jos4 da Cruz, Vau-Assu 7
D. Cecilia Cruz, Ponte Nova 6
Sr. Enuperie-Henriques, Astolpho Dutra 28
Sr. Andr4 Justen, Petropolis 14
Sr. Celso Coelho, Coimbra 4
Sr. Jos6 Frederico, Coimbra 16
Sr. E. Pereira de lendongaj Ub& 8
Sr. Arnaldo Dias, Cajury 19
Sr. Pedro Dutra Nicacio, Cataguazes 84
Sr. Francisco Ponna, Cajury 24
IMr. G6o Chalmers, Sr., Morro Velho 53
Sr. Sebastiao da Cunha, Herval 13
Senador Josa Cupertino Rio Casca 52
Sr. Antonio Lanna e Silva, Rio Casca 14
Sr. Arnaldo Diasq 2t remessa, Cajury 12
Sr. Josd Felippe Freitas Castro, P. Nova 7
Sr. Francisco Agofto dos Santos, Ub1 7
Sr. Manoel Furtado de Lellori Visc. do Inmb32
Sr. Jos6 Riboiro Guimaraes, Amp. do C6o 10
Sr. Camillo Avellar, Raul Soares 20
Sr. Marcos de Paulo Rodrigues, Catuguazes 52
Sr. Galdino Faria Alvim, Uba 6
Mudas, 496 cx'


las Cxs
.-1


Valor
.32$00- 0


3 72$000


152$000
128$000
710$000
24$000
26$000
26$000


S.


1 24$000

... 140$000
... 4$000
437 1:338$000
Valor



Cxs Valor
1 32$000
1 32$000
1 28$000
5 118$000
2 561000
1 16$000
2 66$000
1 34$000
3 84$000
12 356$000
4 88$000
8 2124000
2 60$000
8 200$000
2 68$000
2 50$000
1 28$000
1 32$000
4 120$000
1 44$000
4 100$000
8 212$000
a 24$000
75 2:060$000
Valor


t.. .
* *'. -~ A *. .
At ~. *** ~ILt7 ~


. 1
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Sr.
Sr.
Sr.
Sr.
Sr.
Sr.
Sr.
Sr.
Sr.


Sr.
Sr.

Sr.
Sr.
Sr.
Sr.
Sr.
Sr.


Joao de issumpgqo
Juiz Lopes Gomes
Geo. Lehner, Colonia Vaz de Ihello
Otto Gerlach, Colonia Vaz de Uiello
Josd rloreira Barros, Faz. do Paraizo
Francisco Pereira, S. Miguel do .Anta
Firmino Lopes Valente, Chanaan
Adolpho Barroso
Joventino d'. ,i-


Antonio Rozzikil. Col. Vaz de hello
Hermann Keufner, " "
. "-, '. ,H 1 li 11 II
Kirt Gerlack " "
Antoftelli Bhering
Raymundo Albino Moreira, Pyranga
Jos6 Thom4
Lucio Ramoa
Albino de Paulo


4
6
12
8
11
12
2
55
52
13
10
7
20
2
3
30
21
2
2
4
274


124000
l8w`OO
18$0oo
3V$000
18oo000
41$000
36$000
6$000
157$000
162$000
40$000
30$000
215O00
60$000
6$000
9$000
102$000
72$000
6$000
6$000
145000
853$000


Sommas


NQ total de mudas exportadas da Escola..... 1077

Ng total de caixas usadas................. 118

Total Valor das mudas exportadas.......... 4:251$000


I,,
-'I.
I *1
I.-
It~tI.'.'4i'r -.


PO LM I C U L T U RA



Mudas de citrus vendidas localmente

Mezes de Agosto, Setembro e Outubro do 1927.

1I Iiudas


10)
11)

12)
13)
14)
15)
16)
17)


Valor


I






I













J1 o. 0 Z



Continuawos as ocperionclis corn o ilantio do

arroz em varLens rltaoS corn rocultados uniformnemen-

te bonds. Late anmo oi plantada multo rnaior area,

sondo o totul quai dole hectares. Ficou clErjiente

demonstrado que corn os nethiodoa convenientes de cul-

tura main simple, a culturu do arroz podc cor feita
maini oconomicounonto am varjens altas do que pelos ou-

tros iaethodos geraLmfoite ompregados. ;1o dizo:ios qua

oada p6 produza tantos Lraos co::o sob irrigaio, po-

r6mn, goralnento & irrigag5o impossivel jaran on a-

gricultoros desta I-orte de i;LIna, a nro ser para pe-

quenoc plantios que n5o produzem osufficionto para

o gasto na prolriododo. Onde ha abundancia de ajua

para irrliago, o terreno 6 de tal natureza quo o

custo de nivoleaento para um system de irrigagFo 6
dcPetdioso demaisn, No apeuias para o present, mas

para muito, annos vindouros, os lavradores do ILinas

dovem confiar & aragao profunda, e cultivos frequon-

tea para a producgao economic do arzo. Corn o pre-

sante numeoro de trLbalhadoroo ruraeos a zona da Lat-

ta poderia produzir arrozs por prcgos ijguaes ou mo-

nores do que os paizes do Oriente.














.- *. ,% -, ; .. ..' .. . ....
, ^. ..... ,.. / ........ ." .., :. ..." ,." . '.. ... ., ". " ... . .. . ...... ., ."."'.









L-_I_L_H_0



Durante os annos de 1925 e 26 experienci&s foram
realizadas corn varia:s qualidades de milho, sendo o fim
principal o de deterimninar qual dellas se prestasse me-
lhor para esta parte de ,inas. Obtivemos scmentes do
casts puras de milho Cattete, Crystal e Golden Dent,
do Campo de Sementes do Sao Si-miao, por gentileza do
Director, Dr. Henrique Lobbe. Sementes de ..uarentao
foram offerecidas 4 Escola pelo Sr. Fabio Vieira
Martins.

i area plantada foi de urn quinto hectare, acndo
esta sufficient para obtermos inforzmaqoes cortas sobro
as qualidacdes. Foi notado que porcenta.em pequena dos
pes produziam duas espigas de milho. Estatisticas cui-
dadosas ildicaram qiue em urna das qualidades apenas
18 % doe p6s produziu duas espigas. irL quantidade de fo-
lhas e o vigor de crescimerito, indicaram claramente que,
corn as tres qualidades referidcs em itrif.eiro lorar, acima,
-. os p6s podiamn facil]'ente produzir tres ou quatro espigas
boas

Excplica-se o facto de tao reduzida porcentagem dos
pes produziren duas espigas, por tor sido a seleccqao
sempre feita depois de estar o milho no paiol. Os 1-ds
,que produzem apenas urma es.iga, naturalnente dao espi-
gas maiores, por6m menor ..uantidade de milho. Pelo
modo simples de escolher o milho no camio, aiida nos
pes, tirando apenas as espigas dos ;.6s pue produziram
duas ou mais boas ospigas, con a seleccao de urnm anno
s6 (1926), obtivemos cultural em que rnais do dobro de
pes, produziram duas espigas. Ap mesmo tempo, aungmento
da porcentsgeom do i&s que produzirsarn tres espigas boas
e algumas i.roduziram at.6 quatro esl igas bcas.

Pelo simples expediente de escolher, na roca, as
;: espigas dos pls que produzem duas ou mais, pode qual-
: "quer agricultor na sua lavoura, obter augnento de
?.,,100 % na renda, corn nenhum augmento de trabalho alin
da selecqao.

FPor continuac-o deste process, em dez annos, elle
pode obter uma estirpe de milho que produzir4 quasi
sempre duas ou mais espigas. 0 fazendeiro que conhece
as regras scientificas do nelhormnento de plants, lode
conseguir o :n.esmo resultado em quatro annos, co:r, apenas
urn pouco mais trabalho.

Corn o simples trabalho de tirar o pendao de todos
os p6s que mostrarem ura espiga s6d elle pode conseguir
facilmente- urma estirpe de milho que daria mais de 90 %
de pes corn duas ou mais espigas, em qmuatro amnos.





; .
.; . *-' .. ,
^ ^ - ." :. *, ...














A CANNA DE ASSUCAR




Por gentileza do Sr. Secretario, obtivemos

este anno remessa de algurnas toneladas de canna

de assucar, P. 0. J. 213, para plantio. Esta

qualidade, nao 4 resistente ao mosaico, mas o to-

lera, Flantamol-a corn o fim especial de produzir

sementes para extender o plantio aqui na Escola, e

tambem corn o firm de distribuir sementes para os a-

gricultores que pedirenm.

No anno anterior, consideravel area foi plan-

tada, em experiencia, de canna de assucar, de Bar-

bados. Esta, porrm, tornou-se tio infestada comn o
Mosaico que ficaram sem effeitos as experiencias.

Quasi na totalidade era infestada corm o aosaico, e

por isso, foi utilizada para alimentaqEo do gado.

Temos plantado mais de dois hectares de canna

cavallo, corn o fim especial de fornecer forragem

para o gado leiteiro. A maior parte foi plantada ao

lado da Estrada de Ferro, para servir de demonstra-

gao dum method pouco conhecido por aqui, o de per-

mittir o gado comer a canna cavallo nos campos, sen-

do usados revesadamente os pequenos pastes, corn o fim

de permittir constantemente o crescimento da cari-o-

Geralmente emprega-se o methodo muito custoso

de cortar a canna e leval-a ao gado por forga hurma-

na. 0 method indicado acima 4 muito mais economi-

co em tempo e trabalho.



+,. .-




A *; .



,-.'* --


Venho vos relatar os principles factos occorridos durante

o primeiro semestre lectivo do Estabeleciniento, verificado de 1Q

de Agosto a 15 de Dezembro de 1927, e que dizem respeito d minha

atuaqao coma Vice-Director.

SECRETARIA
SNao tendo sido nomeado o secretario da Escola, superintendi

aos trabalhos da Secretaria. Par falta de impressos e livros apro-

priados, tornou-se o trabalho muito penoso e irregular; foram entre-

tan compossivel urgencia todos os registros de notas, e faltas

de alumnos bem como a correspondencia affect d Secretaria.

Foi aberta par mim proprio, a escripta commercial, pelo

system de partidas dobradas, a qual nos presta corn bastante rigor,

informagaes do movimento commercial do Estabelecimrento.

PESSOAL

No dia 1% de Agosto foram transferidos da Construegicao para
a Escola 38 empregados, quasi todos corn boa antiguidade. 0 traba-
Iho do pesaoal jornaleiro 6 relttivamente bom, e minha observagao
indica que os que siao escalados para trabalhos agricolas adptam-
se perfeitamente a elles, conforme provam os diversos que jA mane-
jam algumas machines agricolas.

0 porteiro e serventes estio desempeihando corn regularida-
de suas attribuiqoes, corn excepqao de um servente que se afastou do
emprego, par motive se ser reprehendido quando foi encontrado em
acto de verdadeira indolencia, teondo sido antes, muitas vezes adver-
tido.

Considero muito acertado o criteria de se ter exigido para
cargo de perteire, conhecimentes de agriculture, conferme tem o
actual detentor do cargo.

0 pessoal da cosinha vae desempenhando satisfatoriamente
: as obrigagoes que lha sia incu*bidas; basta citar que no livro de
Reclamacoes do refeitorioa, niao figure nenhuma reclamagio de is-,
S" portancia.





., . .
,4 ...-
a -...:: .', ... ,., .


Excellentissimo Senhor Doutor P. H. Rolfs

DD. Director da Escola Superior de Agricultura e Veterimaria do

Estado de Minas Geraes.










0 trabalho de discipline de todo pessoal 4 affect A Vice-
Directoria eIemlcomo adLissio e demissao. Registro, corn prazer,
o fietwrde nao se ter verificadn nenhum incident entire a Vice-
Directoria e qualquer dos professors que superintenderam directa-
mente a parte technical do trabalho.
ALUMNOS

Tenho o dever de elogiar o pr&cedimento em geral dos alum-
neos. Nio tiveram elles acommodagaes perfeitas, o que poderia con-
tribuir para a indisciplina, mesmo assim a discipline, durante o
semestre foi muito satisfactoria. Apenas dous casos devem ser men-
cionados: o de um alumno que, por creangada, tentou se tornar urn
leader Bolchevista entire seus colleges e o de outro que se tornou
responsavel pelo assalto ao buffet organizado para as festas offe-
recidas pela Escola aos alumnos, no fim do semestre. Em ambos os
casos ficou patent o arrependimento dos infractores e compromisso
' de correcqao, pelo que naik houve desvantagem em contiruarem os mes-
: mos no Estabelecimento.

DISCIPLIVA
SlMantida cornam rigor e baseada na responsabilidade pessoal
dos alunos, orientada de modo a se despertar ou desenvolver em
cada um o sentiment do bom proceder por forga de character, sem te-
mores e sen constrangimnento, evitando a todo transe rebaixar os
alumnoas, mas eleval-os, combatendo corn rigor o fingimento e a Iy-
pocrisia que tantos males fazem aos internatos, vae dando a disci-
plina as melhores fructos. Parece ser este o imico method de
discipline aconselhavel e pratico para um internato superior, mor-
mente, si se eonsidera o grande numero de alumnos que em future te-
rA forgosamente de ter a nossa instituiqao. Devemos continuar a
ter discipline "pelo character e nao pela forga".
REFEITORIO

Conforme j4 mencionei o servijo de refeitorio e cosinha foi
relativamente bornm, apezar de ser inteiramente novo para todo pes-
soal. Foi arrecadada a importancia de 10:193800, pelas taxas de
pensao e internato; a despeza total attingiu a 8:343$150, verifi-
cando-se um lucro de 1:850$250. Foram servidas durante o semestre
5.885 refeiq6es e 16.525 cafes, pao e manteiga.

Posso afirmar que o tratamento no refeitorio, 6 bern melhor
do que o dos heteis no interior, havendo preoccupacao cornm a lim-
peza, qualidade dos alimentos e principalmente boa variagao, corn o
fim de fornecer aos alumnos as substancias exigidas por seus organis-
mos em formagao.

Em visto do success firnanceiro na questao do refeitorio, 6
meu pensamento melhorar ainda mais, no proximo anno lectivo, o tra-
tamento dos alumnos, evitando apparecer lucros, nests conta.

MOVIMETO ECONOMIC

Para melhores esclarecimentos pass a dar as despezas veri-
ficadas em diversos titulos da escripta:









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:,' s, ..g.7 ^. ; ;" ;:.:.; *'!- . '' ". . .'.?.' : . * :" ., .. ** *











Corpo Docente
Hygiene
Servigos Cooperativos
Portaria
Campo Experimental
Propaganda
Expediente
Internato, Custeio
Zootechnia
*Secretaria
Agronomia


21: 273$00oo
675$900
124$400
7e 361$980
13:649$480
3:808$000
4:680$630
8:343$150
10:845$570
2:797$000
5: ;302$770


CONCLUSAO


Mis observaq6es sobre os poucos alumnos que tivemos no

primeiro semestre, alias todos de que ptdiamos cuidar conveniente-

mente, levam a crer que o Eptabelecimento, pelos methods de ensino

adoptados e especialmente pela dedicagio do professorado, segura-

mente orientado pela Directoria, prestarI ao Estado de Minas e ao

Brazil relevantes servigos. Attesta esta affirmaqio o espirito ver-

dadeiramente agricola que manifestaram os nossos primeiros alum-

nos, ap6s somrente quatro e meio mezes de trabalhos lectivos.


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4i:"
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Z 0 0 T C -il I A

R-lcatorio Annual de 1927, a.)resentado ao Snr. Director]

aa Escola Su-_erior de Agricultura e Veterin.-_ria do

EStado de Mina&s Geraes, 3elo Professor Cf.thedrctico de


Zootechnlia,. Pr :l:rrnia-3 t-iag.


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c'," ^:2, .-:- w a, '. -wf A'.W-^ _-*,' < ".'*.i. "!> ,* *(" '


bnr. Director;

De posse da Cadceira de eootechnia, como Professor
Cathedratico, na Escola superior de igricultura e Vhteri-
naria do Estado de Minas Gera s, em 27 de Marco &e 1927,
comeqamios immeiciatamente o serviqo, iustallando .-,stos e
estabulos p*ara bovinos e suinos, escolhando e adquirindo
machines e apprelhos oar-a a .eiteiLra e a criag'o, bem
como de livros para o ensino,/de m.tarial destinado Ai
installaZo dos laboratories.

As construcq-es exiLtentes no De')artamento de Zoo-
tecmhnia n'aquella data, eram:
1). Urn predio de 20 ms x 10-.ms .)Lra as installa-
5es cda leiteira e estabulo de vaccas.
2). Urn ostabulo 9ara bezerros, de 8 ms x 4 ms,
dividido em quarto boxes.
E). 6 estcabulos para jorcos, de construcgao
solid, cada urn corn a area de 6ms x 3 ms,
e communicando-se corn dois pastos de 500 ms.
quadrados, cada urn provide do respective
banheiro.
4). Vma cocheira para 3 animaes de traoalho,
corn deposit para arreice e alinmentos.
5). Um abrigo para feno, de 6 ms x 6 ms.
SUm abrigo para deposit, de 15 ms x 10 ms..



.... .. .... 4'. r...: _. .. : ^- ''. : ". "... .. ,'









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.s,...A'~. 3
3. 3.


CONTRUC2'0i3

IForam construidos, durante o anmo 'e il-7

i). Os corncadis e a instailgiao da agua e esgotemento
no estabulo de vaccas.

2). Urn estatulo p:ara touro, de 4 ms x 4 ms, corn umn b:ete
de cobertura e 1 pa.to de 40 ms .x L'3 ms.

). o reddio da lIireira foram installados.

a). A.o ;arellhos para o Leneficiamnto de leite, send
1 caldeira
1 esterilisador de vasilhamnes
1i pastEutrizados
1 rcfrigorador
1 t.,ngue com agua fria
1 t-nqbe corn ins talia.ao 3c e v:r.or.
b) i Fabrica do manteiga, contando:
1 ,-.esnatadeira
1 exnremneadeir
1 ba tadcir a
1 caixa ... -.rmnt;;o :o creme.
C) -F''brice Qe galo corn a Iorouccu de 50 kilos nor
hora.
d). Tres c&maras fri3.s, servindo urma ar-pa o cite,
sOus jroductos, una f'.r cat- ne, e outra .-ar,.
a consarva,-ao aie ructas.
e). Laooratorio a.r-.'- -xaminar c da.sid-.e, s :orcentat.-
goa de gordura o acidL doa leite.

4). Foram cercados:
pascos x Lara vcc-coas, corn a .r- e adro;imaLacmer:c
2j hecta'.es e 5 hectares, res;.,e3tivamarnte.
1 asto oom mais ou manos 5 hectares .r. beLerros
e vaccas :ranhas.
5 rLstos ?4equeCos c-rm a-pr-xlim.daImente 1 hectare, }ue
servem pra curral, .&..to do tujciro, animr--es novos)
se -rvemi sp ra .. ,P .
e x:ira soara}tao ae animals doentes.


ACQUi Ig-1o Di AYIMAL3

Send os ramos de criac)o mais iamtortc.ntes em Minas
Geraes os de bovinos e suinos, ficou resolvido, pc'a o
comego, a organiza-ao de rebanhos destas duas esOecies.

BOVINOS. Em -,4 as Maio chegaram dois touros que foram
doa.-dos a Escola palo Snr. Dr. Djalma rinheiro Chagas,
Digno Secretario ca Agricultura do Lstado de hminas Geraes.

0 touro "Adolpho IV", da raga hollanueza, nasceu em
30 de h.aio de 1925, na liollanda e tern pedigree do "Het
Friasch Rundvee-Stnmboek" (Registro do gdcio "Frisia") em
Leeuwarden.

0 tour "Zar" nasceu em 29 de Maio de 1925, na
Suissa; tern pedigree da"Viehzuchtgenossenschiaft" (Socie-
dade de Criadores) em Steinerberg-Roessli.

Em 16 de Agosto recebemos 26 vaccas e 9 bezerros,
todos mestigos holiandezes, comprados do Snr. Cel Olintho :'
Diniz, em Carmo da Matta, que foram escolhidos pessoal- f
mente pelo bnr. Secrstu:rio da Agricultura.

. 3 .
.. 3 ,
".'" -." .,. 3.'.
,' ;, ': :. ,. . * " . .. .. .. -_.:.'*'










iLm de d utuct'o chegarum o tour, vaccas a 7
be:.erros que fora.m ascolhidos Delo repr.escnt-.nto do nr.
Lec.etari .:r- Agricuitura no t.i'Lmeado reoanho do Snr. Dr.
-'larlos 1-oteilo, de o L'-.ulo.o 0 touro "Jainl' de sangue
,uro hoilc.ic:ez, constituc um _resente LUue o aro Dr.
-Tr'los nubStlho gentilmerte 'fez a Escoia. Trc-z uaccas e
algumaci b-.os bezerros s-ao de .c ,.o jr-- hOi dS, 0
r-cto cdos -:nim.e;._ ttem alta recentt. LCm q Srngue .,a mesma
rac-a.

A L-cola receb'iu outro _r-es"nte, do L-im;' Snr3 D. Iel-
vecio UGmeI- D, Uiivtira, MC. 1' L"- e.l. o Ge MMrtUiaa, a
dadiva du. nre b-o.sr-ra 1('.ub" com alguLmc.s mete- de idE.ue.


SJIi 0S. t J j i.io E. .. -.i ..ram 1 re;.:.sodoctor e
tras T orJ.., corn ii mezee- de rIdtd, d-i, r-u;,-- "Duroc-Jursey"
cue .ecolhimos .i que form 2ctmd0o5. e o rc--=--eEntante_.
do Siir. -Se...Let..'io .a r-ri'.ultura, do -.nr. D o acta-e
evS, em "~o c-ui.

LQo co '_,..o ce L.tUl-;ro ';om-r: nos 1 'u ,: ..,o de Viosa,
du .s .orc, 't "ru-'hasQ c Pi': comrinu-"


i T T.LLA Jt AlJ -AjIRIT JU10

Albm do li 'or-)torio .-ie ieite, u Que jL ifla-nos,
ii.t _i l.mos no0 :'rcdio .rmci.-,i um 1i borc.torio simles :,vra
o ensino .o' Lilfmnos., Dis)omos dum rui.rosco:io 7Leitz",
du'ma balc.n ;, -.- n .- .).ra ios ;: 'a hi._.toligia, autopzia, e
or.r. o tr--ato cirurgico siml Ies d.js -ninmaes, CLSsim como
videos .u ut.A.ilios .ra- guacdar agc:: a-n-.tomiicas.. Temos
os seguintezs -2qu--1letos humanao, d- c.-viio, bovino, cachor'
ro, guto e gaiinliha, bern L., ".i':I l-, . r'-'; *: 'os :ara demon
abaayes de ::natom3Ea e deaa-ias animaea, quadros demonstra-
tivos da eoologia e iarasitologia.

.Pr-:es.- rvamos, scm;.r'et- qua hoLIve O'c2'asiF-o, varies eqas
aniiatomicas, e j9 dis.omos de 1-Ura coiiec-.;o pequena dos
Vermes m.is zommunui. em todas as es.)ecies de aniimes domes-
ticos.




Em 1i do Agosto teve inicio o rrimeiro semestrs dos
Oursos .Slementar c Meadio. Ensinamos a3 seguintes materials:
Zoot-clcnia. Zoologica e V:terinaria, e ementos de 1lygeine,'
a ultima nas rozunioas gcraes. As minfias aulas foram fre-
quentadas -or 17 alumnos.

Sendo o fire aos gursos zlementar e Maedio a educaq-ao
de futuros faTzandeiros .3 admlnitracioees de fazendas, o
ensino foi, alhm de theorico, essencialmente oratico.
Foram leccionad.s semaniialmente:

M, terias Aulas Thuoricas Aulas traticas
Zootect iuia 5 horas 4 horas
Zoologia 2 horas 2 horas


veterinarla
'Desde o con
Desde a con


ran
3k
th


Zoot achnia fo
.::.. que tivemos 1I
,:- media ,de tres
.. ..... . .. '-5
.2' .


2 mnias 2 noras
Coal 7 horas 8 horas

aego de Outubro, as aulas praticas de
1 leccionadas em duas turmas, de maodo
aoras por semana corn os alumnus, ou uraea' '-
>ras por dia.. "
,. .,*' . ..
* -**,. ," : '" . . .. ..*. . "' . . Y ; S "
... .;. . . ."...2.. . . .... '. ., ... .. . .. .5'.
..g, .4s . ..,.:.,...& ~ .S... "::5 ,.'z- ",.; t.-' . W. t!'r









') numero de aulas dciadas, foi.


Material Aulas lhoor- uia_ Pr&a- Total de haras
icas ticas -,te
Schi___uas hor as______
Zootechrla 50 55 160
Zoologia 34 18 70
Vet -ririan 34- 4 17 ?68
Total 118 90 a98

,ANs aulas tieoricas, n.bs )rim.Ai.-os I0 minutes os alu-
mnos forc.m examintidos souro a matari.- a.: ;-ula anterior;
JUrLi.nte 5J minutes Foi leccion.ia mat.Avia nova a qual foi
ro.Catida 11o6 Iltimos lu minutes da aula.

As aulas uraticas foram dadas na maioria nos estabulos,
c&.mpos, mna l4iteira,. C -1a sac.o de vetcri:nri&, sendo a
outi'.t 2arte ldada nos laborctorios no Drsdio. Foram e.x:li-
.cados e demorbtri.dos os trJa-.[alhos e em seguida eaecutados,
em mpior porte, oulos )roprios alumnos. Lm duas viagens
quo izemos -o muiiici>,io dCS Vijosai., una )a.' eax.:aminar
animatcs doentes, e outrEa .-: C. c.om--rar jorc as communs,
fomo0 d&comffpCilados, cLa.a vez., or um alumrio.

Io fim de u:-:-a m-L htuve em ua.:-a, materia uma .)r-ova
escripta, soUr-e os s.Sumptos ensinados nas aulas theoricas
e 'rLticas do mdio mez e no fim do oemestre UmLre nrova es-
cripta soorc todas as inat-air-- lieccinandas no semestre.


R&$UMOE Dci ?ROGRJ-sLE DbL tdSIS-.

Zoo technia.
En.si t.eoro.Moaos do criacgo e de meliaor.rmento de
rebanhos; influencia do terreno, Uo clima, da alimentay o e
de e-; rcicio dos orgaos. BiwzdJiib.3nJL.-de, geneaiogia-
exterirDo e ra. as dos animals.

Composig o c-liimica, digestibiiidade e valor ces diver-
sas fo.r-cigens- rdlago nutritiv.. vJ.)r nuti4itiva, calcula
._,_ das rac5oes, preuaro uas i'orragenis.

Ordenha, asseio a manipula.C.o do ieite. Uomposiggo
chimica, fLrmentos, OLCterias e vitaminas do leibe. Fer-
menbayZo do creme e )reprcro dCa manteiga.

alsLi-o ,eratico: Construcq.o e hygiene dos estabulos-
co'?Ditructi3o dCe curi'esC cercas, banheiros,- hygiene e
meaigao dos pastos- alimentago los ourcos e uovinosi
espeuialmeniite o aliAtamento artificial dos bezerros-
ordenha, maniolulagiAo e exame do iKite- tr-ato da; vaccas e
dos bezerros. depois do part.

Zoologia.
Foram ensinados esoecialmente os assumotos que teem
valor -ratico oara os fazendeiros, isto &, anatomia, phy-
siologia e poEasitologia do home e dos animaes domesticos.

Ensino theorico: Loges sobre a cdiiula e os tecidos-
anatomia e physiologia do home e dos animals domestlcos-
systema zoologico-:protosoarios, vermes, molluscos. -

Ensino pratico: Demonstra'5es sobre a morphologia e
a biologia dos carrapatos, bernes, moscas, sarnasj e verm"s:'
parasitarios. DbmorstraroSes anatomicas em autopsias de.:
bovinos, porcos, cachorros, gatos, gallinhas*e cobras. ,

...... r ,at
... *'. .- '..' .: .* ,-* '.' ** -7 i: ,: o ' *' ,. ^**: ^ :* ....' .- '*' * *i: <' ...' ./ .... .. . -** .. .. ^ ^ ,. . ,






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Vetarinaria
A aescsip o e j tr-to .os animaej n.uo .oriam s-r
muito :-,ofuidos, fvorquc o rim do curso n.2'.o era. former vet-
erin-:ri:os. Fodnrisinado sua-rficilalm-nt.c a. -ocnqas .5os
orgSos, e mats tempo derixado e hygiene e L :ropnylaxia,
que tern mras va-Lor s,:..z7 os fuzenieiros ac 4up- cura.
insiLno tCt:orico: hygienee e -ro_iah:-_a_.ia-.a *"cnas a para-
it.as c- :elie- fe.riJas-_,-Bemovrl i.s-fri:irasl-ulceras-
oicheircs-obrnes- c.rr.jJ- srs- i sos assumtos
-3i s :.cn_; .rr a-)atO& i ~ fa E, L.': 3 O su 2o
siuor- as >c-nQa .is org .s .igetivos e resoir titrios.
iLusino jrazica. 1rato .C Lri.- .rA s, freLr';., aosee'.sss,
c.ich.irs, &arnas- c mbat-t a.s a'Lf'lcs e cr'T.- ;->.tos- appii-
2-,'2-', ..C. rc-"-dji.); n! CiiVSIF::S c':-'---ei_- ,wie aniinzz.'e'ST oxamfie
,-" l,-. aninmaes Lioentes- V-.LOciLIajCo '- bc.erros- -xt;a -
,Po das sec.t-idinas, lavwgem co Litro -:-.: vagin--.

.lC ..os &nita . *.tA usolaS tiVeLUX.) na cli-iia divrcEsos
ari'mtA.s .erntes 6.iu no. foram manrcl .'s .eios zri.ujreS uos
mUrtiCliios visinhos.

hygiene
Tratamosa "yie e ri j ,'a 1 : &1.axia V&-'._ 1 a na
'fazexia, Th'c:ci:lm.LLe :.urz' C. "r,:hryli"ia e ooenas
tran;smissiveis ao I-mei &i)3- anirniL-aes.


Mat.:r--ia 1 nfin5-. nas. iygiexie g-_'r.-i na caa una faz,-ailaT
MoSqUi tDS, malaria, feore amarr-la0 ,piiaqgo, varminoses
tr-37.i"Miv.S s .Z hI:men zSoios anifhtes comesticas. Tuoerculosi
raivoL .nrL'cuxlo ha.vm tico, -._ :'."toca, v. rioia tiu.'.ra. Perigo
e )r:) hylaxia dos doewu venGrCiLs.





QISET LIA L.L G CHIA.0


bjUVIL!o6. Pratend.-mos ex...rcer o regimen ue maia-esta-
bulAt,:o e de aieitamento artificial dos
bezerc'os. NnZ .)uiamos realizar este -lano de-,ma s6 vez,
JDr-quC :. v?.cc::s .._*rovsnientes _-a Carmo ua Datta foram
acustomadas F vi:la dck pasts e escondiam o ieite, se nao
m.mEEarern os Dezefros. As vaccas comc-radas do oo caulo e
as qge :.-riram squi, sa3 ordenhadas auaIs Dezes ,or ui a, sem
mammarem os bezsrruZ, em eatabulo onue r.ciebem uma ragao
comerlermentay de fub&, f l _'o de trigo, farelo de aigodao,
as vezes crpim clepih'ante, canzuia, e raizes. ,o fime do annmo
anterior foram rtr.tttuos 17 vaccas -or _.f.t-s regimen. 'm
2aoueos metes, toJ]-s as vuceas rcwe2eri3 o mesmo tr'.to.


hezerros. Como ja foi txlic..udo, o aleitamento artiw-
ficial n"o -.odia ser faito com os ouzerros
crovenientes ,eo Carmo da 'utta. .s comprados de Sao taulo
:.'I. e os nascuidjs aqui ruceUbem o lite em baldes. Soore o trato
Sdos oezerros no noss.) rceanho, fLoi escripto urn artigo que
em orove wLr,- puolicado no )oletim d. becrctaria .ALa Agricul-
tura.
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":;; .L. ZSTLO SAEITABi0 W0S BOVINOS

;' Os animaes compardos em Carmo da Matta chegeram aqui
em mau estado, devido ao transoorte long. Eram magras,
,.".. tinham muitas feridas e: bicheiras. nim consequencia das
'",,' 1. fadtgpas oocasi-pnadas galo transoorte, verificaram-se nos.
':'-.- .' prf.i ros nQzes,-diverSoS abertos. AS vaecas que parira
^^. C'-2m ; :. ,; . ..; ,* ...., ..- ,. .. .. "' * .. .. .;.' .. ";v : .:. : .- .., '
..2 .." '....," ::' :.' .. ' ". ." ...' "": .- " : .: ,. ...' ' '.; . .. .": _...;." ,
.&t ^ & 3 ^ '*:il*'* ".. :.' ... ...-- ". ^ *." -."---.i-JA ^: ^^.''-;.'. .^. ,. .' .-.: 1;&:< -;_& :-- ..-.


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aqui, solffreram, no comeqo, 4 /i/ quasi sem excepgao, de
retenqo das secundinas e de uatarrho do utero. Duas vaccas
mocreram em cinsequencia do parto.

As vaccas vindss de Sao Paulo que Itl foram tratados em
estawcuios, soffrram / io comog:o corn .* nDsso regimen de
_:,'-to e mei., -estabuiaiSo; .*:-.;oi accustomadas a este regime,
*n o xhorrara.

0 besenvolvimen.l... -o bezerros aqui nasciAos & satis-
fl:ct~rio. Tivemos algunis corn ligeirai cdiarrhea, que foram
c'Lir:i'os cm quatrz, atE oito dias. Lj3-rr.u urn 'aste3 bezerr s
com eti.s dits SO i3.-de eor tr nascido fr:-1co donte.

Dos bezerr'tm vincios de S;o daulo, morrci um de gcstro-
cntcrito, e gunss outros cot.r`erv r.m-s.s fracos. Attr,.buo
isso a long viagem e a alim~nt.&o irregular durante o
tr.....orte. Lstes anima S n ap'-fe i .oos nb raLimen
alim.ntur, nt. resistiram tm a .dtrs altcr:q'3ds brutes be
nutri^o.

E-cc..to oerireatos *occasi-:..-.s o algumas p,..rturbat3es
g-tit'icas, ano tlvsmo., outr.us daeniga- a eopiiemias. So6 entire
)s C'ezerros mais EJultos, encfntr.m--;.. :l-ig-rs corn varminose
-e.. oronchial, ajeZ&r do ser o :;ast.5 beum limpo e livre de agua
cst-g_,.Ua.


POBDU C'2.,


DL LIITh


A ,roduyo nao foi muito lta, ;jr.juc a area de astos
era r.-l:t.ivamu nte :- uaena 4 n1o iis uilihamos :',e feno e ensi-
iagem o que .odermos preparar so no anno corre-te quando l
&Za serto tambem augmentadas e molhor,-..os os pastos. Algumas
vacCa. my tit-.s hoilandecas tiveram umn- nroducg`o inicial
dai 10 atc L2 litro-; *e leitc -or dia, apezar dp soTffrerem -
dE c-"tafrho do utero. Sm alzdns animals, a produccao nos i
primeiros J *ies da lteo f.ci -,.c- W-j k-los, isto e mais/,
8 kiloa, por diea, na media. A --rodtcgFo de leite e'sempre
rigorosamente fiscaliza&a, c.nforme a copia de alguns quadro-
de ;roducgao, que sao usados na %cola. ul.a oagina seguida,
encontr.-se-a uins dclestes quadros.

a major zarte do leite foi oamsumidu a d elos bezerros,
oatra xamat pcqucna parte pealos porcos. 0 resto foi vendida
& cosinha do intarna.to a..iC scola,, aos empregados e trabalha-
uoros da mesa, p0eio rego de 50j rs. :3r litro.
con sumo
Secuansumo pelos bezertos foi bern alto, porque a fabric'
de manteiga ainda nto estava installed. Faltando o leite
desnatcado, os bezerros alimentar;L-m-se mais de leite puro.
Em Janairo iniciamos a fabriaaqTo d- manteiga, e os bezerros:
DIasaram a ser alimentados corn laite desndtmdo, de modo quea
o c',.nsumo Je leite puro palos ms-3mos diminiu demais de
mete ^de.


L &JVILNTJ L., LhITE (am kilos.) ,

*.Mzs Proulucq5o Consumido Consumido Leite "
,, total 0o r otos V.endido :
.bezerros oorcos ,..-
$etembro 845,0. 4S4,0 1.0,0 251,0 0
Outubro S.,055,1. l,.t,4 it,? 735,0 .
(Ver' nota). .
ovembo 249,0 '1445,0 --- 70,0 :.
*Dtzmbro 2.43S.5 1. 77,5 ---65.' '"
.. ..' ... . ."Total,.. 7 482,6 5.066,9 119,p7 7 .L .,0 -.
'(k.. ta r 1 do -itubro augmentou :o rabanho -or "

06' '" e' .e ..
..%,.,.. ., .. ... .: . .; > ,* .:. ..: .-, :.. ::i* v a t f s '..:..- :. .:..;, .-. :) .: -,..' -;.. :," %. .4; -',^
.... .-- . ',- .., .. .. : . ..- : i '. ...,- . i 'v .. -. .. .
.A . . : ',. i", ..t . . .. .. .. . . :


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A) LnLtaDZos
i*o/'"-]."'- i*L-0. [L^.',.| "'**fZindA DdleO


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* ? r-Tz;nt- *i1o :n^- .-l --I* -
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1?2 Cto a uLir3 :,ialu JL_ rt..tiO ElD4&fjJ L


LLITivI R. : .,

}i in.b:.iia .. *n ici t l it di ctLLe Ti;)uri-
IC rEa:iltcga ,-2' U.crrniI1,,- an ivo v-muro

-'aric. g .o .'ic .. ccg.,ui r3 n te. s elo e as
cUiLK -rfa. .eiav- _oI"mit Lm L maIL .:ia,:o Jr gielic;: do creme,
a cors^rv^..-..,o Ge !cite o mnteiga. Ven--.mas gelo em olocos
-". a ciL.a._- L- Vi->i'i e sos mr"wa r a. dcr, iscoia. A v:nd
,r,;-. em


Lovemb ro


i1.l kilos
" .jh5 kilos.


L-uri.N.c.L .u maantsiga ,me',ou em J.neiro is 1S28.

in-tal" ,-'a d2 wil-fiLiamenito de leitc niao ode-
unccionar a.ir-ti.:.-n t-;, .*r.'A :a :.* c'Jcqa ,. leitc e
r-ci.ttv~mentc )quena, 3sa-jj a maijor rtbe ~ile cons:omido
elos ;o&jarros, ,ua ac-.7 itc mu.ti.-r o L itc cr.i. L.m toco
.) r.soi, ~3ULob *3J3n1ina1r .~:s 3aiurU1S :rLrtic.mnte este
or.cTjaso, q'ae ^ JA "t.-. Lazoft -iia ecrnJ.mica :.-ra a indus
trial LI.z 1..:cticinios uz LJtiIdo. A i. ris tLLl;:1 o e Via :or
:-,,rmltto 0 LssOio riLoroso 0 o tr- c6 h,".inico 1"'5 vdo .iinha
zmos e .c a mz-hina .;ue s c. :r,.t:rLLitL0dos tod.0S3 os ias.


EiI'.^3S

Js corcos tern L. dis..iosiqjo, am rduor cj 3 pocilgos,
dm ,:ato .ae an pro:im-iy,-mante L.uJ3 m6. quadracos, dividi-
dos Cm ju..s rta- &:&a .?C..-tc' tern Lun banheiro. As forrc-
Lnc 1'fzcue r' c-cbcm ss-.o ub&, f. r'2lo..i trigo e raizes.

..as 9orjas "Duroc-J.rsey" jL J,-ram crias. Gom ;.s oor
ccs *-i ra.'.;a commnIU e as fiihos Jc1-as prctendemos fazer
ex-crieucias S cruzamento. Os fihos serso Cngordsados e
&c.ti'os iara studios e exeia ci.. A carne seria aoppro-
veitadca na cosinha do inctjrnato :.:_ bscola. 0 desenvolvi-
mento dos Dorcos & satisf.t.ctorio, n1'o tendo havido doengcas
mem epizootias nis chiqueiros..

... -.- ...'... ..... .... ......


'J;. 2-.L S b2 ,.C rvO









/, VIMI-. TI O LOL Sli-L 1_',-


..... .i D;U 1'O,:-a-'
f' -ro.-:ie C'rt;i>. :.ir"-E. ,'-,,.i--


l," & Co muni
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U a.: .SI 3 n Ic :.ffida!,& _,-:.etIv,:m-'n5t ,- o- l.it3-:v
C )U tfl 1.1 :'1 z'i a'


vrz Lt .1m.


*... eLn- -. (J Q t c- 3.3..,.- X., t., ..' c ... L s '-t o Co 'UC j1U: Lt5, C Jo'r.e
j t, . nt ;. .i-t ,' 1 : ..L::. i ". c.;m tiUZ: Li : .?riic n n i -

.:.?f' -.L ,i t, ..: *!,) ;i:i.: a z, e::aarr ru. i :,, 'aimi l0 -- UZ S
zrc-.:a,'.iioi ,C 3t, i. i.;i s vit i'.I.io4 ".. ihr..: m vu cinau cont2'L
C. ::j-,ci.Iio syr.'torly tio que rE'rnttwr!s.
uiU vi..s'; fl -. M urn t L -i-i a L -zii :io .e
i s-i :).. .<* C fml i->'.r flc & L- ji_ 2)t.'.. J.2 .,Otvi .,1 ',.die ,acrifi-
.* :,. L-,' z rfL ':i;_. en: B! : m iitos .-.nhl'^ -.' ^ o c,_,.e _,t;". .n']c, ,Lur lifo
.:* t c 3 _, d -, .t .. c i v -m ;- .. -... ;, x 'i i ,.:- .: j L.:-! s. =: .:-3 -c u: raJgm s
S..'.C -R o ii. nc,., t r i :u ot c r
t7mr ,I t5:mf1. C--c :ltflJt :7-,o K.n Ai) eU aID



Viv. a L'. S

- 7r-,fUc-sctr ,uc .'ot,_-,::'fii& retli:.*,t a' C U .;'guii t:i vii gens:


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Virxem aD 11i d% "Ilro -a, :.!'-1oih
machixas tc. Leit: u .L g i c ... .... a- ,
mat -- :- ~. ... ,f..t iD
Ei ^'if *:.. .,a 1:{,^.i.';,=t~ri i S
V- m-; o :'." r: lc CC .. col0im :orc. s.
Viigem a Et..2 Rim. .: tomer ,ritt nos
-,.>L.3..2 Cmk.Ir.'.-LL.Th u Sm o .u',.
i,:::i-ffl & Coimb;,. 2;... oc'aminL-r g.' o -oente.
Vi :;m & "eieo it*'ijicbt t 3&ar timar -arte
_i::, "-^' -'i :i.' ; 'rtarl. .'r o_ -;o i,^no ..o '-. .",
VJ..- r'-n a Pont& N]/rt- :: tor.r 'co t'- .aos
..J.. i z J - L.,a r,.: ,.) .Lf :.aa,: f -tta.
Viace ,.u!'t "io-i .)" r:-. t1 m.-f cotit. u.js
'*ovi.'j LZaiI'. C x.. em .-o ',:U-o.
VLl.g'c. n ao J:..z:iro1 b-a.; esc-Qiii rr
be-W ....t"" d&e ^c,.y o e ut-& ii. _c.' c .. b r. torio,
j Ur. ... t"": .h..rm..i ',SC o JQ2 i


Agr a: c ime ntos
Linosso ,Jav3r' .1:-gra.';.:ar a;o ouar. 1.. DjaElma z inheiro
Cha .-i ', M L. Jout ..' rio d. Az1iult-urw L ,o "L.;._. de din s.
Gtr'. ,'s, int.t.u.y.. .u mc-trou uilo ,:2S.lnvolvimento da
r. '-p tt;o e t7 Zaootec'.nia e. -.Dlas muiti',:las ajulas, esp::-
ci..lm..nte na acquisi,'o e J- nI animaes, cujo escoliha foi,
em Vgrr-i.-o .arte, fel t& :SSoalmnat .
Aos cirs. D. liolvacio Uomes Oliveira, L'ig io Arcebispo ,
c.e / riuna, e Dr. Carlos botelo, agradecemos os valiosos
aiLm.t .]ue :,znmtIlmente pr-s zntearam est. ,'sco7a.


Sals e fr t-rni.:Ie,


Proferssor '-'athe-dratico de :
Zootecbnia. ,,
. .. . .-" .


Vi~ 2s3~


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A G R 0 N 0 M' I A


RELATORIO ANNUAL DE 1)27, APRESJMTADO AO

S11R. DIRECTOR DA ESCOLA SUPaIRIOR DE AGIICUL

WURA E VETERINARIA DO ESTADO DE UIINAS GERAES,

PELO PROFESSOR DE AGRONOMIA, DIOGO ALVES DO I'LLO,


Snr Director:

Passo ds vossas maos o relatorio dos trabalhos reali-
zados de 17 de Maio de 1927 a 31 de Dezembro do mesmo anno,
na Secgao de 4gronomia, sob minha direcgao.

Iniciei meus trabalhos nesta iscola no dia 17 de L.aio
de 1927, epoca em que se fazia a batedura do arroz e se
iniciava o prepare do a6lo para as cultures da primavera,


PREPARO DE TERRiENO -- Abertura de novos
campos.

Como ha relativamente poucas cultures noc campos, de
LIao a Agosto, para se cuidar, a maior parte desse tempo
foi utilizada no j.reparo dos campos jA abertos e na aber-
tura de campos novos, para as cultures a serem feitas de
Agosto em diante. JA havia, noa carmpos de Agrononmia,
approximadamente 5 ha. em cultures ou promptos para cul-
turas; essa area foi mais queoduplicada corn a abertura
de novos camrpos, para a eate.ngao das experiencias. Os
terrenos abertos estavam todos cobertos de capoeiras finals.
e capins, notadamente o gordura. Foi feito o destocamento
de todo esse terreno. 0 destocamento 6 muito necessario
para o trabalho corn as machines agricolas e 6 mais barato
do que o cultivo pelo process rotineiro.


PREPARANDO PAPA 0 ENMSINO

Como a abertura da Escola estava marcada para o dia
12 de Agosto, parte do rnmez de Julho foi empregado na
organizagao do trabalho escolar a ser iniciado, como
esbogo dos cursos a serem ensinados, obtengao de livros,
materials a apparelhos necessarios aos trabalhos dos
alumnos, e organizagao de horarios.


ABERTURA DA ESCOLA -- Classes enslnadas.

No dia primeiro de Agosto foram iniciadas as primeiras
aulas na Escola, corn os Cursos Elementar e Iedio, Al6m&n
do Curso de Agronomia ensinei os cursos de Entomologia
Agrlcola e Engenharia Rural. As aulas dos Cursos Elementar
e Medio foram dadas em conjuncto por serem poucos os alum-
nos do Curso Elementar.









ABRONOMIA

Havia neste curso 21 alumnos e para conveniencia do
ensino a aula pratica foi dividida em duas secgoes, tendo
cada secgao duas aulas por semana de duas horas cada aula.
As aulas theoricas foram dadas em conjuncto e eram em
numero de trees por semana.

Assumptos Estudados. 1). Cultura do MLlilho
2). Cultura da batata doce.
3). Cultura do arroz
4). Cultura da canna de assucar.
5). Cultura do algodao.
6). Cultura do fumo (comego
apenas.)
Por conveniencia de occasiao foram ainda dadas ins-
trucvoes detalhadas aos alumnos sobre os seguintes assumptos
1). Cultura da aboboras, morangas, etc.
2), Cultura da bananeira
j3). Plantio de bambO.

Estas l1c4oes foram dadas devido i occasiao opportuna
e especialmente como licgao do approveitamento, nas fazen-
das, do logares geralmente desprezadas, onde os solos sao
quasi sempre ps melhores e que podem corn pouco trabalho
e grande vantage serem aproveitados corn essas plants
que sempre produzem ahi muito, concorrendb para a maior
riqueza e fartura das fazendas, do Estado e da ITaco em
geral.

CAPINS. Foram estudadas as segulntes plants forra-
geiras:
Capim Elephante (Panisetum purpureum)
Capim Imperial (Baspalum scoparum, J.H.)
Estas forrageiras foram estudadas por terem chegado
as mudas durante o tempo das aulas e o trabalho de plantio
ter sido feito pelos alumnos.
LEGUAIINOSAS. Por ter de ser feito o plantio na epoca
das aulas e como o trabalho foi feito pelos alumnos, apro-
veitei a opportunidade para lhes dar instrucgoes ainda
sobre: algumas variedades de:
Ervilha de vacca
Soja s(Soia Mgax)
Feijao de porco (Canavalia ensiformis)

Estas leguminosas foram estudadas especialmJente sob
o ponto de vista de adubagao verde e algumas, como as
sojas poderao servir para fenagao, constitulndo urnm-sub-.
stdtuta regular da alfalfa, que nao produz bem no Estado.

DESTOCAIJiTOS E QUEIIA. Foram feitos trabalhos
praticos sobre e destocamento, e prelecgoes sobre a queima.


Esbogos para Aensino sobre as varias cultural.
Os pontos seguidos no estudo de cada cultural variam .-'.
segundo a natureza da cultural, mas ha mesme assim bastante.
similaridade nos pontos seguidos e por isso darei aqul u..n
resume dos pontos estudados na cultural do milho, pentos -
estes feitos para o Curso Medio, mas que poderao ser ri-'-,
sumidos ou ampliados para es Cursos Elementar e Superior!,.M.
Darel os pontos seguidos na cultural do milho, per ser oe.t
plant largamente cultivada no Estado de JMinas aiem qma. .
todo o Brasil. "


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ESBOO PARA ESTUDO DO MILIO

Programma de ensino para as aulas theoricas.

1). PRODUCCAO- a). mo Brasil, b). nos outros paizes, c).
nos estados, d). em Minas.
2). HISTOHICO- a). origem, b). classificagao, c). descrip-
gao botanica (raizes, gastes, folhas, flores, espigas,
grao habitos, reproducgao.
3). SOLOS a). typos de s6los, b). fertilidade, c), exi-
gencias,
4). CLIIvi a). typose de clima, b), chuvas, c). humidade,
d). exigencias, e). acclimagao:, f. agua necessaria
As plants.

5). VARIEDADES a). variedades mais cultivadas no !irasil,
b). variedades mais cultivadas na Zona da IMatta, c).
vantagens e desvantagens de diversas variedades, e),
descripgao das variedades, f). variedades extrangeiras
que nos conv6m cultivar,

6), MELHOIAIIEINTO a). methods empregados no moelhoramento
do milho (selecgao e cruzamento), b). process usada
na cultural do milho para evitar o cruzamento das varie-
dades, c.. resistentia ao caruncho.
7). SELECtAO DAS VARIEDADES PAMU IREIDILEINTO ILiAIOR.-a).phs
de dois ou mais espigas, b). cobertura corn a palha,
c). tamanhe das espigas d). posigao das espigas ao
amadurecer (deve ponder), e), altura das espigas nos
p6s, (1 m a 150 cms do chao), f). circumferencia da
espiga, g), enchimento nas pontas, h). proporgao de
milhe e'sabuge (84%5 milho),i). uniformidade dos caro-
gos, j). distancia entire as carreiras nos sabugos,
k). cor dos carogos, 1). cor dp sabugo, m), pureza
das variedades ou conformagao ao typo em questao.

8), PREPARO DO SOLO, a), quando se deve arar, b), quando se
deve gradear, c), a que profundidade se deve arar os
differences .ypos de s6los, d). vantage de se arar
cedo, e), disvantagem da aradura tardia, f). vantagens
e desvantagens da aradura raza ou funda, g), machines
empregados no prepare do sd6lo, h). typos de machines
que podem ser adaptadas corn mais vantagens aos different,
tes typos de solos, localidades e topoSraghias.

9). FLANTIO- a), methods de plantar, b). vantagens ou
des desvantagens de cada urn, c). tempo, d), distancia, e),
quantidade de semnentes, f), profundidade, g). escolha
das sementes, h). prova da germina9gao antes do plantio,
i). variedades que se devflantar, j). replanta- como
deve ser feita suas disvantagens, k). machines usadas,

10). CULTIVO- a). regras geraes para as cultivagaes, b)
desbaste quando 4 necessario fazel-o, c) typos de
cultivadores,

11). ADUBOS- a). adubo organic quando e quanto de deve
empregar. b). adubo verde, quanto e quando se deve
empregar, c). adubo chimico, quanto e quando se dove
empregar (formulas.).

12). CLHBEITA- a). quando deve ser feita, b) methodoB
machines uada.s, c). utillzagio das differentes parts.
da planta. -,
** : *' ',. ': . *.* > '* *. '. **' ;'*" e '' '. .;. ii:-..1. .^ ,-








13). BENEFICIAMEMTO- a). machines usadas, typos e marcas,
b). quando deve ser feito.
14/. RMIDAICO DE ALGUMAS VARIEDADES. Cormparagio.

15). CELLEIRO- a). onde e como deve ser construido, b)
considerag6es geraes.

16). CONSERVACAO0 a). como deve ser o milho cohservado,
b). methods de expurgo, c). regras geraes para a
conservagao do milho, dj. prevencao contra animaes
damninhos.

17). DESPEZAS a). preparo do s6lo, b). plantio, c). cul-
tivo, d). colheiba, ea. comparagao de despezas e
lucros, corn outras colheitas.

18). PALGAS a). animaes e passaros como evital-os e
combatel-os, b). insects, mesmos pontos, c). fungos,
mesmos pontos.

19). COMMERCIO DE MILHO a) preparo do milho para o com-
mercio, b). exportaqao e importagao, c). despeza de
transport, d). armazenarmento para aguardar melhores
pregos vantagens e dtsvantagens, ea. outras con-
sideragoes.

20). USO DO MILHO a). composigao e valor nutritivo das
differences parties da plant, b). comparagao corn
outrosproductos, c importancia do milho na ali-
mentagao animal e humana, d). usos differences do
milho.

21). SILOS E E2SILAGENS a). vantagens dos silos, b).
explicago dos principios de ensilagem, c). plantacao
do milho para ensilagem tempo, variedade, distancia,
quantidade de sementes, associado ou nao, d). quando
deve ser cortado, e), enchimento de silos- e). pro-
cessos e machines empregadas.
22). JULGAMENTO. a). pontos a se considerar no ,julgamento
do milho formaa da espiga, cor e pureza dos graos, confor-
magao corn typo.)
23). ROTAYAO0 PARA MILHO. a). vantagens da rotagio, b)
adaptagcao e differentes regioes, c.. cultures usadas
na rotagao, d). quando e como deve ser feita a rotagao.

24). PRODUC(AO POR HA. a). producgao comparada. b). Com-
paragao das despezas na producgao do milho pelos
processes rotineiros e modernos.

(Nota; Quasi todos os pontos acima referidos, foram
estudados em aulas theoricas e praticas.)

TRABALHO DOS ALUMNOS.
Quasi todos os pontos estudados foram seguidos de
exercicios de laboratorio que consiittam de trabalhos de
campo. Os alumnos assistiram a ajudaram no prepare do
s6lo, desde a queima e destocamento, trabalhos estes que
ficaram bem gravados nas mentes dos estudantes, at4 o
plantio e cultivo. Foram-lhes dadas instruco6es. assistiram.
e ajudaram a preparar terrenos, a plantar e cultivar as
seguintes plantas: milho, batata doce, arroz, canna de
assucar, e algodio, Fizeram e trataram todbs os viveiros -.:
'..-.. de fumo at4 as mudiMhas -crescerem, tazendo ellee La. do o









trabalho de limpeza, adubagao e puiverizacoes. Plantaram
aboboras, morangas e melan.cias que produziram em grande
abundancia. Plantaram bananeiras, bambus, capim elephant,
capim imperial, oito variedades de sojas, oito de ervilha
de vacca, uma de feijao de porco, e varias qualidades de
favas.

Antes de irem para suas casas gozar as ferias, tiveram
a opportunidade de apreciar o esplendido fructo dos seus
trabalhos, fazer comparagoes corn as cultures visinhas. Em
outras palavras, aprenderam, fizeram, e viram as grandee
vantagens das mauhinas aqgricolas no bomrn prepare do s61o
e na economic da producgao, a selecgao de sementes, de
boas mudas, ficando assim convencidos de que aquillo que
lhes disse o professor nao era mdra theoria, como geral-
mente acreditam os nossoa lavradorese corn muita razao.

IAETHODO DE ENSINO

Devido d grande falta ainda de bonds livros nos assum-
ptos referentes 4 lavoura, fol empregado o method de pre-
lecgoes, tomando notas os alumnos. Quando possivel foram
empregados livros corn a amplicqgao de alguns capitulos e
substitiagao de outros, conform a necessidade. Havia
interrogagao de alumneos todos os dias sobre a licgio
passada, pelo professor, a eram dadas notas que figuravam
na media mensal e finalmente na semestral. Uma vez por
semana ou de duas em duas semanas (conforme a material ,
eram dadas provas escriptas corn a durarao de 10 a 20
minutes, sem aviso prdvio, sobre a licgao do dia ou os
trabalhos da semana, entrando as notas nas medias mensaes
e semestraes. Este system nao s6d 644 bom para se dar
notas aos alumnus, como tambem para estimulal-os a
estudar as licg6oes todos os dias, pois nao ha dias mem
assumptos marcadas para takes provas. No fim de cada mez
era dada uma prova mensal corn a duragao de 30 a 50 minutes
figurando as notas nas medias semestraes. Nessas provas
entravam toda a material ensInada durante o mez.

OS ALUMtNOS

A primeira classes da Escola foi exceptionalmente
composta de bonds alumnos, quasi todos filhos de agriculi
tores e criadores, intelligentes, trabalhadores e muito
interessados nos methods modernos de producgao, A maioria
delles, corn o pouco tempo de permanencila na Escola, apren-
deram bastante e foram as ferias grande enthusiasts da
agriculture. Alguns desses alumnos, mesmo que nao voltase
sem mais & Escola, jd tern conhecimento bastante e estao
sufficlentemente interessados na agriculture para se tor-
narem bons agricultores e por conseguinte factors poder-
osos na vida do Estado. Sel de alguns que empregaram
as ferias trabalhando nas fazendas dos seus paea, fazendo
experiencias, combatendo as sadvas e escrevendo artigos
nos jornaes locaes sobre a agricultura,

Para que um homes alcance success na sua profissio
sao necessarias duas coisas-: 1), que elle gosto e tenho
o maximo interests, e, 2). que conhega beorn a profissao
que abragou. Sobre o primeiro ponto muito fLz e cemr .
bastante praser posso dizer que ompseguel interessar a
maioria dos alwmos na vida agricola, mnostrando-lhes os
encantos da roga. Sobre o segundo pantoal fiz-lhea ver
a necessidade ,que Qada urn tern de conhecer bern a su"
carreira e qoa qutoahirem formados beta .sJ4a., 4dever -:
Sde cata-um i sabr Rt ^SBk" **&. :..-!t:
-" .-I"L ; i* . i;......* '. "' ; ''J -?';... ..' ;. .... .'.. '.'


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Outro ponto que muito frizei foi sobre o trabalho corn
as machines agricolas, j:rovando que emquanto nao emprega-
mos os processes modernos e scientificos de trabalhar na
lavoura, nao podemos produzir muito, nao podendo, portanto,
concorrer corn as naqoes que produzem muito e economicamente,
empregando machines. U o cuyto de producqao por unidade
que matta a nossa producgao agricola.

Demonstrei aos alumnos frequentemente corn estatisti-
cas quanto umn home 6 capaz de produzir corn machines e
pelo process rotineiro. Ninguem gosta de trabalhar na
roga pelo method rotineiro, mas todos gostam de trabalhar
corn as machines modernas, trabalho esse muito mais suave
e agradavel. Todos gostam de ver as cultures se desen-
volverem exhuberantemente num s6lo bern preparado.

APPARLHAMEONTO PARA 0 ENSINO

Esta secgiao pessue campoe de tamanho regular e muitas
cultures para o trabalho dos alumnos, assim como possue
a maioria das machines agricolas necessarias para uma
lavoura scientific e modern. Ia various typos de arados,
de grades, de semeadeiras, de cultivadores, e um tractor
"Fordson" corn arado e grade de discos.

ANIiAES. Possue tree burros arreiados que prestam
grande servigo nos cultivadores, no levantamento de leiras
para o plantlo de batata doce, na cegadkara e na carroga.
Seis juntas de bois, send tres juntas de animaes
grande, novos e muito bons: as outras tries juntas sao de
bois mais velhas, menores, mas tem prestado e continual a
prestar bom servigo, especialmente nas machines mais leves.
CONSTRUC0OES. Tam seis construcg es assim distribui-
das: 1i). Casa para o assentawente de machines de beneficiary
e armazenamento de products agricolas, 2). abrigo das
machinas,3). abrigo dos animals de trabalho, 4). abrigo
para guardar arroz na palha, feijao por batter, palha e
feno, 5). camera de expurgo e armazezam dos products
agricolas destinados ao plantio, 6) abrigo para aarrogas
e apertrechos para bois.






















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1).

2).


3).
4).
5).
6).

7).
8).

9).

10).


11).

12).


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ESBO1O DO PROGRAMJA SEGUIDO NO 1Q UEMESTRE.
Parque devemos estudar e combater as insects damninhos
As plantas, aos animals e aos products armnazenados.
Nogoes geraes sobre as prejuimos causados pelos insec-
tos As cultures, aos animaes e aos products armazen-
adds.
Nogoes sabre a anatomia dod insects.
Ordens dos Insectos.
Insectos uteis, insects predadores, insects parasites.
Methodos geralmente empregados no combat aos insects9
meios dtpPegade-Be-e-mbate-aes-iaseete de evital-as.
Appai ues usados no combat aos insects.
Insecticidas de varias species, como preparal-os e
applical-os.
Estudo da vida e meios de combat da sadva (trabalho
demorado sabre este ponto.
* agas das seguintes culturas:- milho, arroz, feijao,
canna de assucar, algodaa, ifumo, batata doce, batatint.
ha e cafe.
SPragas dos products armazenados, especialmento do
milho, feijao, arroz e cafr6
SModos de expurget dos products armazenados e come :
evitar a infestagao dos insects damninhos nos cellel-.'
ros.
SInsectes nocivos'Ls fructas (laranja*; taogeriza,.
pecego%, maga, goiaba, fructa de conde e fig . ;;
S3Bracas das arvoree fructiferas em geral. :
SAs cochonilhas e puRges maiS perigosos das noaa . :
fructerias. : "
Pragas das hortillgaes.. '' .:
Pragas.. de alguwas plants .rnamentOe.i qmo ros.iraE .
Pragas das cucurbitacam (&boberas, 'rMlg
... .. .>- i l l.. . .. ., .. ...*:: W,
: .- ,. : ' .S.i:h,.


ENTOMOLOGIA


Este curso consistia de urma aula theorica por semana
e de uma ou is vezes duas aulas praticas de duas horas
cada. Havia neste cursor 21 alumnos.

0 curso fbi de natureza puito pratica, considerando
que os alumnos eram dos Cursos Elementar e Medio. Tratou-
se das pragas mqis communs e perigosas de nossas lavouras,
assim coma de algumas molestias mais prejudiciaes. Gas-
tou-se bastante tempo corn a 46 estudo e combat das
sauvas, (Atta sexdens), tendo sida empregados tree formna-
cidas em oito formigueiras, trabalho todo feito pelos
alumnos e cam optimos resultados. E' necessario aprender-
se a cambater a peil das nossas pragas, nao s6 porque
6 a sadva o peiar flagello das nossas plants, como tarnm-
bem devido ao desanimo reinante no seu combat, mais por
falta de conhecimentos precisos sobre os methods usados.
Feaem--felee
Foram feitos trabalhos corn o prepare e uso da emulsao
de sabao e kerosene, tendo os alumnos pulverisado muitas
arvores fructiferas contra algumas species perigosas de
cochanilhas coma Lepidosaphes beckii, Hemichionaspes
aspedistrae, Cdccus hesperldum. Fizeram e eml-regaram a
calda bardaleza (sulfato de eobre e cal) contra fungos
da mangueira e dos viveiros de fumo.

No estudo de cada praga seguio-se as pontos seguintes;
1). origem, 2), modo de vida, 3). como se propaga, 4).
plants atacadas e estragos causados, 5j. como se alimenta,
6). meioas de combat.











20). Outras formigas aldm da sadva.
21). Baratas, percevejos, pulgas, moscas, mosquitos.
22). Cupins.
23). Alguns maribondos e abelhas, especialmente a cachorra,
90. que causa, As vezes, bastav'te prejuiza d algumas
plants.
24). Collecqao e identificacao de alguns insects mais
perigosos as plants.
25). Estudo e combat de algumas molestias mais preju-
diciaes As plants, como o "mosaico".

A4PnRAL}AMENTO. Nesta secqao exi-te o apparelha-
mento necessario ao trabalho pratico dos alumnos. Para
o combat a aadva existem machines e insecticides, ha
tambem various pulverizadores, insecticides e fungicidas.




r


ENGENHARIA RURAL

Havia na classes 19 alumnos. Foi dada umra alkia
theorica por semana e umra e As vezes duas aulas Z}$i5iOl
praticas de duas horas cada.

ESBOO DOS PONTOS ESTUDADOS DU. iNTE 0 UEIL'sJTRE.

1). Vantagens das machines agricolas sobre os processes
rotineiros de agriculture.
2). A machines agricolas essenciaes numa lavoura racional.
3). Estudo complete de arados, grarides, semeadelras e
cultivadores.
4). Estudo de ventiladores e classificadores de gRaos.
5). Estudo de destocador e cavadeiras.
6). Estudo.de arreios adaptados aos trabalhos da
fazenda-- Concerto de arreios.
7). Tragado e construcgao de estradas de rodagem. Concerto
e conserve pelo method da Escola.
8). Machines empregadas na conserve e construeiao de
C estuddas de rodagem (nivelador, quadrado, triangiulo,
arado.)
9). Conservaqao das machines agricolas e de outras
machines.
10). Medicao de campos corn o emprego da corrente de
agrimensor, trena e balisas.
11). Drenagem (pouco trabalho sobre este ponto).
12). Trabalho pgira amolar e encavar as varias ferramentas
empregadas nas fazendas.
13). Nogoes sobre terragos para evitar a erosao das terras,
14). Distribuigao de arvores fructiferas num dado terreno.
15). Trabalhos na repreza da Escola.
16). Comego do estudo de motors A explosao.



APPARELHAMENTO. Ha a maioria das machines agricolas
essenciaes para uma lavoura mechanic, apparelhos para
agrimensura4 e machines para estradas. Como alguns dos
trabalhos desta classes sao feitos em obras j4 concluidos
ou em construcgao, na Escola, nao houve grande difficul-
dade em dar instruccao pratica nestes pontos.








EXCURSOES .E VIAGEhNS

A Usina Anna Florencia
1). Corn dez alumnos dos mamis adeantados do Curso Medio,
geala foi realizada em Setembro, uma viagem a Uzina
Assucareira Anna Florencia, afim de estudar a fabricaqao
de assucar, do alcohol, e alguma coisa sobre canna e o
apparelhamento da Uzina, que'6 uma das maiores e mais
bern montadas do Estado de linas.

Passamos algumas horaa percorrendo as varias secqoes
da Uzina, guiados pelo seu Gerente, perito no assumpto,
pelo Chimico, e pelo Engenheiro. Cada um a seu tempo,
dando explicagoes detalhadas sobre todo o process da
fabricagao de assucar, alcohol e seus sub products; os
machinismos, funccionamento e a chimica da toda essa
industrial foram explicados de tal"iBVaque os alumnos
comprehenderam e muito aprenderam. Desta viagen todos
os alumnos fizeram relatorios que foram entregues ao pro-
fessor.
Os pontos seguintes ftram explicados e observados e
entraram nos relatoriosf.

1). Pesagem: Os carros sao postos na plataforma da balanga,
deduzindo-se a tara da corro (que j4 4 conhe-
cida, do pezo total do carro e canna, tendo
se entao o pezo liquid da canna.
2). Descarregamento dos car'ros.
a). Methodo empregado. 0 descarregairento 6 tudo
feito A mao e para esse serviqo sao empresados
30 homes, descarregando cada um uma dzdia de uma
tonelada por hora, ou sejam 20 toneladas por hora.
b). Tempo necessario para o descariegamento de um
carro. Urma hora para os carros de 20 toneladas
e menos para ou outros menores.
3). A Moagem daqcanna.
a). Descripqao da canna. Ila varias esi-ecies da
canna, send as principles: Port Mackay, Luzier,
Canna de Barbados, Crystalina, Canna Cayana, Roxa
ou Listrada. A Port Mackay constitdu a maior
parte da canna cultivada e moida na Uzina.
b). Moendas. Um jogo de esmagadures e 4 jogos de
moendas accionadas todas por motors electricos.
A canna 6 descarregada numa bica sem fim que
automaticawente alimenta as moendas. A canna passa
primeriamente pelos esmagadores e successivamente
pelas moendas que contem telas mais finals e se
acbam mais apertadas para espremer todo o caldo
da canna.
c). Quantidade de canna qie p6de ser moida em 24
horas. 500 toneladas de e$$ um continue sup.
primento de canna.
d).Quantidade de caldo produzldo. 0 caldo 4 pezado
em balangas automaticas. Uma tonelada de canna
produz em media 770 kilos de caldo ou seja 77 %.
Em 24 horas, 385000 kilos de calda.
4). Preparagao do caldo.
a). Ralos. 0 caldo passa primeiro num ralo metallic
de tala fina.
b). Clarificacao.- 0 caldo depois de pesado
"sulfitado" (oxido de enxofre9e depois 4 addicloa
nado leite de cal para a clarificagao de gamapa.t.
E' depols fervifa decantada ou espumada e filtra-
i da. Todo este trabalho 4 feito em taaques proprios,
Sc). Evapor&gAo. Feita em quadruplos onde entra con
83 % de agua e sahe com 40 %a 45%. Toda feita
S... a vapor.