Rejuvenescimento das Aruores de Citrus.

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Rejuvenescimento das Aruores de Citrus.
Series Title:
Correspondence and Subject Files 1921-1943
Physical Description:
Mixed Material
Physical Location:
Box: 5
Divider: Subject Files
Folder: Rejuvenescimento das Aruores de Citrus.

Subjects

Subjects / Keywords:
Agricultural extension work -- Florida.
Agriculture -- Florida -- Experimentation.
Agriculture -- Study and teaching -- Brazil -- Minas Gerais.
Agriculture -- Study and teaching -- Florida.
Citrus fruit industry -- Brazil.
Leprosy -- Research -- Brazil.
Minas Gerais (Brazil) -- Rural conditions.
Escola Superior de Agricultura e Veterinaria do Estado de Minas Gerais.
Florida Cooperative Extension Service.
University of Florida. Agricultural Experiment Station.
University of Florida. Herbarium.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Rights Management:
All applicable rights reserved by the source institution and holding location.
System ID:
AA00000207:00087


This item is only available as the following downloads:


Full Text
S I r-.q u Y-, nY~b


RIEJUYRSCIINETO DABS ARVOIS I., OCTITRUT;


F. I. Rolfs e C. Rolfs
0 .arecal para 3.A.Z.V.)

tnoontramin-se em u"Inas Gerais ce-t enas, de idlhares cld, rv.-res de di-

versas especles de citrus, na grande naioria laranjeiras clue nao apre-
sentami, no seu
Scorn o auxilio :. e poder magico, virirtm a constituir o6' produtivos, de es-
pecles apreciadtas, per'eitamente possivel conseguir tal tr nsformaqao,

aproveitando-nos dos servcos da boa fada' "Cieticia", sempre rrontn para
auxiliar os bons agricultores, quando estos ped-em seus auxilios. .iatural-
mente a Ciencia, por si s6, nada pode oonseguir. A Ciencia tom de recor-
rer ao nuxtlio de mais duas fadas* o "oenso Pratico" e o "Trabalho" Bem
a presenga de6ssEs bens servidores, rud s e humildes, a Cior.:cia ica coMrn

as as3s tolhid;r.s, ,uerendo ajudarl, _mas sem iada poder realicar.
Doixemos agora de faldr de figiras. ) fato o oue nerr- t11, outra ea-

pecie aceita to 'tcilmentoe o process de "reformai" como a ."-:.ranjeira.
,3abendo jor em pratioa gsse process, poCLe o :o-ricnltor re.?onritr uin la-

ranljal serm valor corn arvores rac.uiticas, cheias de pragas e doengas,
provavelmente ta:rnando os ramos a terra comnplotariunte aos riios solares,

produzindo poucas trutas, ou r ch'..7min, que m ao 3ervem a outro fir a nao
ser o de criar mais pragas -- e arvores perfeitaimente produtivas, Uma
arvore, ina cbacara ou umn pomar nesbas oonLi(Loes Srr-. crnv.erbido on um
prayer 6 un ontoo d e rendt.

PO JUE R:EFOR MAR 0 POMAR
Pode ser tambem que as Arvores sejam de unia variodadc que o mer-

cado nao aceite facilmente. Alcangando a laranja Bafa o preco absurdo
.. de umn nil reis cadla fruta, enquanto a laranja Seleta 6 vendlda a tres

Jl por..tost.o, e logioo que o agricultor dcve agir no sentldo de suprir
o mercado, coD a menor J emora possivel, corn laranjas Bala. Hotamos,

em loda part do Brasll, que se paga urm prego relativamente exagerado
por ura fruta bonita, enquanto que outras frutas, talvez igualmente

.. .. .. .. .
....:. i $,, .... 4 4"




4w0 s i '


boas on sunrc jr1; -.;. ,n :)o.(- 2".jS.. 'rs X3 ..i3 lo J.C -o. t '2-O ou "2 c. .-odorcs,

Sis a radzo -;or uc no :lei -o 'ciloos o s r:sbtc' oov sryltno.e-'te, [eoe qeo
cetarou fO .nnil, >r;olo oj;.:au:.",'crto arm;io los Ton_-re' '&nr:'ono tenos

er. Q-artura .aloL e ar AuMtan- pouoo.. D-.t.&n ?c.iro o po.sivol :.,-a. .ue
as i')aFr" oirM.as r,,iU'2T3 '.ut a raiu l0.onltaU, qcu o Do. Vorao por preeno
.. '** MasO "
nOS
luoratlvo. .r.e.' viar Miarlia(L 3-ae veo ,c akrltit.e, o r;ea',enuoca-
S**on' '.me ,"rn.yo ;ar't-e do valor? rtirrn Jlax'nrj r-;iti ~a. Sirt aTc!,h'NoCla.
( '. tj *- ri' .n. n' : '' -3^ -''1 "1'' r O ,.1.3 r aj'.,- O.Ua -... 0 ar"

vm-.'rc- :,.OUU;;0o anL-.oCt O oo';-..lco in or'tant_. Ponoos rc. r".o'.o3 0o' h..ooril3
,_.ttL..o mr,"Q h "oor :-io so ouil a'. :("o3( 6as i.""1iv.f'lalr c.".to Uanl .6 (lo-

ve c0rr.0jtltV!. ".nr tl-,!l.a1e, 19729 o (sta 10 o d5 itnno: '"-:S .033111 so@ia

1.465. '.". :;:'6s i. o.l.ris (Ver "-aisl" i-lutorio .c .%'IeL.tna e eo-
v'.rc:io,} l0A)). ...A norcrntirm., r.... o rC. lur ida, dnQon', r tifs... : .rn-

*ch.w..l.o oclb:. It:-:. r' ..;'T.ra... -," b,.-.'i.. 1.6as, rt.'o tcrr-a c 3 co 2"-",ot~adias

do ..istr'ito clermi .-n ... j.a.Jn.s no 1 r vo'.!.erM- 1 n .m loPia .Ic :.oj. l"orlron-
Ace n. -to. c: E. I ,. caa ".1 u- I -, ...
to a 6t .' o &>' a c .a orqiro r'.. as 'i..cs Cotao7sa local. aloan-
.. .. .. .. 4i cO- 3!6 .'. -U i .L q tie
.r...... ,nr' : X, a 4,. ]c,5is a d.u',,a. ,.ir.u :,os -lo .Oa f*;' to A ue

osto "Lso e(132 a.s r.OhOr,..j la ra aj rroi(aJ a wi.izzyt a ca-

Oki, O a c l norcu j&or 2[iKt.'; e S 0ZtX, o ucc-Ato, !i u :i4vaQfl.. oncrlras,

f. rmis i ,.ertllo.-o c*rotusi..r tfsl :t'nit. :""nit.a, C pcrr,..:.*ca, mTPI urrier .ona

some a frz)ta olst, pronto a m agr Gnmerosjment.e polo W os.o0o3 a.r nriito

Ponll pos3sf 5 4il1:l.a'de ada e t01 rprowfu Ac da Cio ;tao u' riores, ezqnaj-te ha
semr'2W sw~fjc-.--)3Rei]x': vrnA& o.- n -or :a rn q uo n.w.' dm V. oS deos-

pesaas At col'ieit8. c .io0liolorT&mcnto.

.9,- -. : -.'0ro ontro 1W, lf"jU.l vol".'., 0o r.ormtrlo 0ien-
sa so:r .?, ar voroo ntlts~., cue ropirorer.,, 'nOucas (.tasa. o t0,.e ie"ll co- ,
S
lhoita. 0 prirnciro pacso,9 n Drovamvo;T.nte o mals ,iJtL o t"o lo3,

aT.IO a noosa Cora(;on 003e1 au L1as moo (o WrOVzVocltOA gjC&1 ncL l'OO-5
- rio tnanlar1a a. o(a cp oas %-sassar urns s'crnnas :a casa m1n 0vs rue, (at6

qUO cozpletetXou o trw'nalho). 3orao arranoa(las tfodas. as atrVO.' -0 \ hOQ
tiverom terwsiafjaiente .proxi.rxo urn A outraq, dei-amlo sre o espago

de o aito motros om cada sent.ido, ao minimio, serio prof'erivel o oaspa90

d.e dez metros en waa sentido. (s p s restantes sorao oortados a mais


i. .i.,,




"-* ..." =.-..;. .. ... ,: .. "'" ". ': :' -.,.^ ,, .
'. .... ..h .... .... ... *.. .. ,.




.o rienos n ?r nrtro do o.o, e, do0'o n.no u, p.refcrl elnontf, l n. rIlCo
Tpor caaa 3-16.


e 4 -





* 'I ______________.


.. *-, |-\: *-I' J. .,. ... .
*t '"*-3~c rc-'bonton f rt,3 .o lo t oon bom eOa

t~ado 7,parn, 7--:o'Gro' 1. lrinos '.- manoros Ic 1lols anou, o aoAlurGe
oer,, !,rUt-n~s S 16.9t pooaopy~c conucgulr nuc Wi. 1(I ou im Omr,

vell.o, aUJas frutas ro 'tman 5r<..i vI.1crB r-,rAuza fYutai .z., quali-
dade preferida.rt,



f *;''actc s~~c' 9orr to tronco, n@ sorft.. a o c6rtc,;) gc:rA :74l.-t .la con

alsgL flntttcitico, como par cxcnplo, creollrna ou tyr boa t .nta, e
sabsEc1we.nt-......nte o troc.o0 toTo I..VA m urA aplicaq.o ban "a oil Ta Cie tinta
do cal e Prtore. (7cr "A r';u-'a oc, :k.ia, 171) iorta-'ma.. os P-

rmrihoxj dca 1eCrila oZo-a3, J para ;UCJ'Li dtuta u)o .'.ac 'a cost *Adzpois
de oonveriontormniite soca. Talos 03 roZ s,O) rw-jilos c NJas:?; ,,-ro ouid-

daalosa"nte" rooolbi.Aoe ( a ":- 'In urns da po cas vcrnz3 cm In 00e
rec-3iohma a luc-diia, ent.2ao.iito ctao c vI2&utc qliZ. oLchtf' u& ';zoic lcanon
livro eS ? ca?:'e d'.. rloria .s. ;:aue r ,lci..ias qu,.o c ac.,,o so enoon-
trran s Paols, j.... c trK.tfoC'oU,
LAy rnodllr''.l ( ric~r~cnt;ia$ para o cio dii rofor-n 2 oo pomr, isto

(6, o deosbatc o i. cav.,it.r& o elos :.ks rcztzntcz, dear uera:aira -e diuran-
te o perlodt h hcrcal 3o rcOrruso vcj-etatlvo, prcriv&-ciQ.tc io0 prin-

86 -lrios de tn-;crno, et" Vigotag (lu--knimt o rif t e Jmnho. le.oa:;itago

durante o desemrolvimrento vigoroso 4ow pes enfmraueoea-os Pao'-".rente,

toranilo os rebentos fracas e raquitioos e diflcultardo, asin&o impos-
albl.itando* a nrxrtla subsequenteo.
'A
__^^^^J tf^^ B-
'^H r *^ 'i




- 4-


31-, ''^oa, ~oci*i.--oi~ ao tii.r-,ti 10o 00o 0 noo .-mo rt--^c-tAO se
o'icontra La posziro o1tato, ihor o (teb.',t.ro r,'alol Jf :'c'aliwlo, o -ra-
,to uco avica (pIa(sr, to. alrm \1_- cul.'L'-x;eo "ov!iran .._ ,.o, qn-.iti..jlQ

2c x,iV'os lator-&is o sn.,c riia. s Un.o s o oncont ran, Yo:rois f. n, ram.o,
Ol ,.'7 1-s.;g O tl.l g,.r. ,.O do .'s11,joos amr .._ :.tl tar a tCont rtns n _iro, ON..OB"

tao, i3tw as bv": ow Inns ;T'anas, a tornl len! so tL'1lrlnor"lo :.io.n.Tto-
.Ci.tt rtra n", ..t.:!r? a sc.'.5 ."ia arcar o, 0a zn eoc. e s r It.'!o 0 T. ',.-,'n. r-jar lr

a U n b-i;3 .A*j" SmVTG.'' dat ,.<~ OfLTJ, i':ot,'1 -: eAtc ato : .3 S 5 r.aI ari .o-a. CmIL-
E7 -3 Mta 1-
V *flivenio.; ot ucfl.l.oju *.i.attti'as;- tn-tor'oralnrrf';."yrrscp-ntar a JocG.rr!'tnm-'un rio
k p
rou..r :-t; lrtu,. J rr a fr ao,.o"i ;.olo, xtvc no hintkT"ornaco .'.... ., s.,i .O- n :'f.r .


tier qu c n. ... _.,.,,;nto aoo30cl3-avca n'oato scrti o 6 ai _,ilan-

cr ,c -ent ... ..r-%'
t.lo, pra crO ,.o ,0r-!.cu'to 3.ir..-t ,-tcrti o"'rt'sv), {hxrn r iLtuot .t;:'a.vn ar-iuwq'i. o ver-

do, sc.Jo a sOja provavolneInto a rtlhor1 a-, oesar rie, dl -'lcl obtonnno*
a plnti-s Oittlms sonicineor':oradas ? tIeTe, mB ipri-.plos 'la Aa

i.oe-so co-'. sor'dr :-so %"l lnontr-, pasasAno 1ra pr)do *(I *.soos ,a:mr

da (TUitW"2 la yfri't tthfl,.a-;to vorlc. ) ors'20 2O79t :o.o (iS '0 .t0r25,0 Ao wrjlj
dIe urn, L,0:X1, eu Atruas, a Ccztde (r !.oos orra da o i-ilo 0orar
erade "10 ,D ( '-". ...... a LA .O t1 o or. -
pcr.mcriular as ftlcims. 1!eomorln~io losso n&.o n iwitcriar orst,Thai d
term.. -sta rtr oin 1i'onl 0icla olo SO or 3lo Ois'o;, n"3clo o prir-3r'iro
0 lornec!inrto de nitroeronto arat al.mrnntaeao clas pilnrCtns, o a ortmalo
o -oroan'lrnt o 1Ie hRnL nuO oonuorv a tirl.-a3.o rirnto a 3sca, contir-"

buin.].o ta.rl)erm paran nntcr a 0ola ecr outaolo aLn.vveil ats mIr'"e 'T-l s plan-
tab.,





2otoo ramfia ng 3





i, 3). Inttcrior la .Arvoro vista 0m1 n 'I.

As.L borbullas forarn enxorcadas con 4u, 501) e 60) eomas. do ei.aog

'' '




.5*



era ?Pc,: 'oiro de 1924 (Ver a lo.onla ade Yoto wwnia nQ i). 2-
19 Ic jullho tle 1932, estc-varn cor, rc i:eottivanoute, 14, 12 e
I as. do diaaotro, on trees troneos. A (iroita, na nator ?.I-
viso, p nota-so clalraente o no-to do indon aao On borbuha. A
-.0o01a indioa o ontoo rle i nJ."ao io cavalo o o0 lao.
,-*, '(2:.J.A,V. 19-VII-32).



.2 t Am.__ o_ procosso one e rtia nos ro ontos n o mono quo
oQ erprcrga para. os cavaloi3 noU vivoiro., (Thin urn dosortr'ao :lotaha-

da, veja-so "A ?Iula 1o Oitrus"# pa.-inas 435-52p que soe aoha venrita o-
la 4rctorla do 'stati.utica In. Jooretarla la 1Aw cafl.oultti) 5
A dj{V^. &1- Naturalnnntc- a arvoro iw'&W-it 'Dlf por rot Co et a
,.:ut.itA nelhores laran)as, polo clw.-lrs -ato deri, tor sofrio a enxor-
tia. T eos e d riprm, r ao mor ouidado, rrinnlii rnrrnte, gi )'-oomha Mcs,'A
varledade, que devo ".or ism do os-eoial preferenclU no rcmroIo, sm se-
gindo locar, *nla eatirpo, poiaS (lontro tran-so 'a' .ee si .
tra-so s veoes estirpes superiores, o iwluronto, estir.p'" co valor,
onquanto a m loral 6 regular. ior eoxr.ilo, ha tanta va:rtaeo ontre as
laranjas -iaa,qua o anom servo apoenas para Irrlcar quo a fniuta ton m-
bigo c goralmonte nso ten soronteos. muando, pormi, eacolhenos utr 0s-
tierp da laranja -.Ala que temi silo suiPmetida a lonos annos dle oscolha
rigorosa e cienlti-.ica coso par excn-ilo a gton" ent~o etaTms falandio dumia coisa mttlto mais corta. 1aa possue,
oaraotorlstioamentoe, m,.bigo peq,.ueno, ds voaos pouoo visivel, ramnon-
te somientesoasoa .fina o lisa, e bclinsi c6r alaranjarn, con. tons
vernoelhos.
kas a oscoiba nro tode parar mnndo teoas roorlvido a estirpe, pois
- ntro um estirpe exoelente podoenos oncontrar arvoros oem valor, omo
em faznilia b6a enoontra-sefis voees0 um neibro quo nao cst4 na altira
dos seus parents* A pessoa inexperiente, urm arvore irouoo produtiva
apreaentarM apahnoia melhor depl ois doae wris anos do produw.ao, p to quo
ura que se oerrega abundantenmete. Sstuna-se bom os prs individwinlmem-




" 6


te, antes quo so esoolha a "anrvore e" do -fPutituo ponar. Er. voho pomar,
as arvores mls produntivas sIo do tarmho nedio poio gastaran suam forga
a eneria na p4y.lan o do "rutas enq-anto as arvores malores convarteram
a fortiliadc (ia terra era nadeira quo nmo oaprostnta o valor eoonormioo
quo t&n as riutas.
n;' airla nmis, cn quarto lucar, teos do estuaar oc proprios ramos
J dos qualms cortawos as estacan cla e bobuia Lastinanvlnont, irn nuita ....

prp.ilagao polo ogprego do borhulhas do "ladrAes", rebentos rftes e
\ vi.corosos, quo partcam doe .*ualuer part &o Tp6 groralmontc do proprio
t3onco, o que nereoem bem o nono, pols roubamn dLos raaos produtivos a
solrva, o Sgelralmente nmo prouizen frutas boas, oaraoteristicas da arvoro,
A citricultura visa a produqao do frutas a no do leniha.
tAs estaoas do borbulha sorSo cortadas dle ranos nue estao prodririn-
d.o abumlantemente Ifrutas do tlpo padrSo. 3tlta-se o aeprgo do estacas
S
de borulhas que oontbn esplxhos. A tendonoia S produgao de edrinhos
constitute ira roversao da arvor ao ipo oelvagcm ou nelo-selvagen,
"r T'rT"T" v'-, -"-- .. "* f'/r- -p"' T' 1 P '-i^ T W

,' 7,JIT)">."1 losnitro do nuatro ou ..ni sor naos, conforne as cornd",Lcces

do teor.o, have. I a 3?rouqao de nurnorosos rebontos do tronco velho, como
se ve na fotou:rEafia ni 2. Deven-se tiLur toaos os fraoos, dieixanftlo qua-
tro ou cinco dos ais fortes, o qao ostejar r n oo3hores posio'os. Em
cada rbebmto, introduizeorn-se duas ou tres lborbial'as, sepois disso, os
rebentos deve-ro ser sogurados --,or u.i 'oarbante forte ou flo do arame
love, passadao en reodor do tolos eles, amis ou nenos no noio da san al-
tura, pois oon o seu desernvolvimenito mauito rapid so muito mjeitos
a se quebrarem, ou pelo proprlo p0so ou por: qualquer vento ou ohuva for
te, seilo as vezes aconselhavel o erpgrego do tutors ou ostacoas finoa-
dals no ohao para protege-los.
0 modo de forgar o desenvolvimento das borbulhas reoem-aolooadas
6 o mesamo que se segue no viveiro. (Yfoe "A Mula do Citrut").
Todos oas demals rebeintos que edo ve em quarnao masoeem do tronoo,
adevoro senr retirados quanto ante, pois ubtlo roubnarAo as botbulhaa
a selia, at.raano seu desenrovlsimento. c.

( ~ : '. J B




- 7 4


daerpoi& dan rproadLpo <1o alguran corn onniS necesaarto ill. protoiao9
para que os rc-,oor2tos nro partanm do tronco, no )onto cm iuo (M arsm.
.-enots doe w 0 an"o ou oisd iicl.ar,.o "-,, u"....t.o" ao tror,-c oi ao ou.tros
rebobetosN que polcrno ta .porar con se, a 'llo .' jmn.o a .nxortia for
iealirada e act>m',bro au outu..ro a oopa proia-ila p.la b orb.xlhaa fa-
r& boa flomea',o o. julho oi, a:-no..t,, do ano .1.Dc.n 't -aa .ose
\,
ou talven if al.ot sGCO-S aoon.:OlLQVCl 'lar now o 4.o tint,. ao troGco,

d~vr-n1.0 Sex' cota o2Ypooial.jtetc Thc. reita na Iyarte do c6rtc o0r21.r-AnE1l.
Oorl dois ou tros anci i..ia's, LLB ,.n aooilct.,r'ote Goborto con cOseO,
)A^ AAf! 4qlc t 'CnGi doc po~rar' ttC'VC3 QP 9vl) flilot aorQ0 SoF 0naso-r-
critorlo o o21i. A arfi~a paradna qzurinto al cmu lias tflan liW4 P IratIto
as r r.s .,.roua,,, qiuoe abosev7cr o 0.. .t....to a terra. AP lavTrens eta
terra pclas c.,nzTaiiau tflveen .,lve02r2 s crr .itaias a today cu&Ato .t ter-
reno8 nreenos Inoliaosis, uin c'altura para' a .ua.:-.o voral.c creaoencio Ldu-
arnte aa olf'uvw, e :.lantadn m Picirrau c.c; I .io a ourva Ik rl ap da(-

IM excolc"nt e rozsultado, b toxrcnos ,Kono t'incllnat'.oa, a iorriK^o do
terracao "raGnunap ou il- lran mr -.i, rdosolvora o 1rollOma. o pon"0noa0
(Ie sa-icos pleo arato, Llar(os e ranoo, se.rcUinao a civa (do nivol, evi-
tarA nTdto -,-':iaicntio e eroso n 1 _ialquer ca0o, tod oo 03 cultivos

sao nemr-e rc limadoop sogutlo a crarva (lo nivol.
QU.LCyO Natur-ilront.eo esta Cn.toernldo corn antenoedsnia que tolos
oS mortivos no ponar sorno sQ3Epe realimOa[oa e-.olusivon.'T'Ac por noeio
de rPou_.as ptnxaIas per ardra. ,Mcilhmw agricu-ltor pod o'-amrr-oc de
progrossista st ainda oiroDp ar Qa endia tios l.ranja sa Cgmstitueo a en-
xada o si-ebolo de trabaLho rotineiro, do atrazo e d(c-g;.at.ao de ag.-
cultura, e ainda mis, o peior do todos os inl.id.-os dA l;ranjoira, pois
oertanento corm ala fQ.rird a oasoa dos troncos ou raipep 'mioroos for-
necendo pertfelta entrada, sirao exatancnte a lnoculatorAoo do. gerrmms
do doencas, tais oono .mal-di-gorn c podridao das ra$,eS,.
ISo estgo ainda bem oopreoalidos emn inas os b.mnoaeolos quo os
aultivos frequentes trazem A terra, pole visam estes ratjto mals do
quo simplosmente lirar a terra das hervas danrLhas Que por acaso oresa-
gam. im prilniro lugar, as rmies noeaesitam do aburlanoia de ar. Quamn.

'. '.. ,.,i,




a 8 *


d.o falta e:,tc9 ou por soTr a ,tcra encharrca'a con ?l..a, ci por ser endu-
r.:cj".a _or abuso, a p'lan-ltas sofz'. :t'l La cdo art ., o e cerI.o 1,ceonrol-
vct' lmoil.' c i-xt.. .aU iuanto as c.-ocas u, c\aO a .n..r.i.o ia ter,
cz.taL cu.'eeia a qi vai ::ro >or atrar-o ca.iiLaria, I-e-
E P" flor (a Ilo.tert e est4i adboa'rviL no tar, Sc-tio dAf:cs-r1 gada ylelos
elraios wolareo. yvarr, por m a cariawh.ilra rpnca tin terma 6 ALvorla
r" a ac' o c" ar. .c-ut. r-tani'nla, .o vtnlo aa $i..rl Le r s-
.3 t. QOPconarv;I^ na tor-ra, 3Gn.o faoilm nto aprovel tadO roclacs rrd7oms li-
'. l.rosau, as munlcas corn o i-,ler ';e abuorver nutri- c- lO CIO 0oto

do sistc-r-,. railcul0r- daj rma'ioo dam arvoreor one aPompu pa)1 co)=ir
-;I r term. Sbsorvla ola. rairos $gbrosas, ei font a ni La !'O aprove4-
tavel "plrta, ,nra o t.-prnco, ,,o o n ,, co,.,'la A .r:s, ouja
^iitSoc corrierto-iiu m rn-;terla niuoritiva a i^Lsft'as.

_*,'-'L'*.-/*:l',! !,.. .-. :....

Ter s obaervalo os rcsaIltadoo (to rejuvenese'ilnnto ae oentenas de

milhareos dc arvores do citu a r :.'lo-ri.a-"; e7. Inas?" porwunta o la-
vrador rinciro ,cs-eitanos mil.to esmc- ^''rg.;..ta7 que actados altamente
razorvel. iara riponrit-!a vanoos ar, .o3 dalos oartosjt mar os po' n3
lvosaoalontegt duIm p4, cujau frutas cent-.w.as dos ..oiso, nnlglos j6 axreoia-
ram (Vexr a foto;ratfia rn ).
2, 26 de feverelzo a. 1924 oooanos, cornm nossas propri s eos,
borbiulIbmas do grapefruit, ea rebentos (do ue m o de lidn3o rosa, P-iteima-
mente saem valor, o q.ue soi onoontr r no prequeano horto ondo Iniolams os
nossos r:beoljos pratloos doe ponioultumra, nm .;oola, Crosc r dI anmiravel-
nEnte bern aB bortbulhas. Wr fevereiro doe 1926 o p4 estava corn 5 notros doe
altura e ma agosto daquele ano fizemos a primoiram oolheitna de frutas. -7o-
S ram as priEeimras gr.pefruits pro&uidaes rm .ioola,
iAurante todos os anos sWouintes, tern sido neoesanrio colocar esoo-
a Sfrtutap
rans debaixo Qoi p4 pra p vieltr quqwVXtfW/toquon no &go e quo oz
ramos mals altos as quebrem oom o pmo drniuelas. Na fotografia nO 1p ti-
rada am 1928$ notam-se mnis do que mela dwiva do eseorase
I* setmbro a.r 1932v o p imnha 4 meto do altulra e 6 O G /2 do
Caaetro da oopa. Polhema no M. referlAo, mS fratas (P. /2




-9 4


Gaixas pndr;o). uantiride dessas frutas eorroes on lente a 10 caixs fol
apnnhrsda go aloannoe do colhedor no oho, Isso represent ponto do r nde
mereoimento.
Todoos s anos, d-qpois da colheita, eortnam-se 0o rakaos mis baixos
que o piso Was frutas quasi ohega n. lovar aco oho realtnldo-se ostt

poda do tal m-L-cira1 quo as folhas mis baixns floepj dit-antes tUi motro
S ou mis, do clio. is&t mnao havo4d bo, vontilaga"o evltnnmdo-se tambma
o wmal-di-gora. -odam-se tanbem todos os ranmos ftanoos ou adoentalos, abrin-
.do-se o oentro co p6 &i rxqio bonofcloa os raios solares. (Ver fotografia
no 3).
zusm nrdAu. irut n s ido citrus visando resultados eo onor.-ccs deve se
lembrar que os p6s misais luorativos s-ao os de pouca altura, cujas frutas
esato, q -tai todfis, ao aloanoe do colhodor, sam quo este tenha necessida-
Oc i(: trepar i arvore oa em outro qumlquer objeto.
'ar a produqao de t.iitas doe citrus do pricoirna mqulida1 o e que "l-
canoen os noel ores prIqos, os p6s noecstaRn espap d.e ter e1 grande
abundanoia9p ara nue as rifes poss,-In absorver n sificiente nutriggo. Ne-
cesuitam tambo de crwano ab-mxanola de rf.los solares, no mdvendao fica
dnurnmte owlquer part do diAj a sorbr,. un do outro. ielJ. c4eo dos raios
solares qaue a natciri -?bsorvidr4 polats raises fibrosis so oonvorte em
forma utilizavel peln platta. parn- o s eu escnvolvimento e iais tarde pa-
ra a proadugo de i-ssucar mas frutns. Os pe. precise ', e 6astante ventila-
qao, ,rara ini.bir o dosenvolvimnto do molestAls,
:m toaos os mmnicipios e tarrs CGer-iris enoontrvm-se mtlhr.-' s do e
beotares 4f vargrLn inotltrs que prociui, inm otimas lran-jas, I s d,'-A.OS
meteorologicos obtidos nn ,...A.V, durmnte oe ultimos olto anos, nostram
quo a-.ui ha falta do horas 6e insolaqo ou da saol forte, bn oomo de u-
iAddade relativawmento elovada, oontribdinfto esses dois fatotes a difiiul-
V tar a produogo das fnx-uatas mais .bonitas. ZIstaims informados por6i, de
que larmnjas Baa, estire "Waashington !avel"d"stestabeleoim3n og foram
vendidas ha algumas s emanas passadas, em na lojai de 3elo Horimnte, peC
los pregos doe $800, l$000 e atd a 21$200 cada fruta. Nos msos lass as
frutas ds tipo ordinario, podiam s or oaaradas a tres por tostao. ACha-
mors abMwdo que trinta a quareta frutas sejas vwetAga elo prego de
MIS*, 4jU9 ae lo exttord.lnarl@ do valor eoomomioo da auallda a 0elm da




a -. *=.-:q.* **- y -: ^


e


4

S.


*. *. ". *"*;* '. .. .,. .... .. '
:. '.,.*_ _. ." .'* *. ; .L '; :' :.'. **.*'*.' ... lA : .* S
** *if ,,: -: ... '.'-* i'**'.; -. :* .*;;;;::;::A*:;i *;L-** **'*- ^ '*^ ^ i^ ^ y.'^ M S ~ ^ '*'S


.'' ". '. .-':::


-l0e


4jjd/fl4 juantiaaoeZ

Cam o auxilio da "lenoia"k cobinuado Gco "Uwso pratioo" eo

"TrbLho1", poad rcsos produoiir laranrjas tCo bonitas e tao luorativas co.*

W 011 qe LaIuer oUte im'te.





-.a.......-A-- L a--.,.




Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EMDQ5NWFX_7LHIHQ INGEST_TIME 2014-04-09T21:56:04Z PACKAGE AA00000207_00087
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES