Fructicultura.

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Fructicultura.
Series Title:
Correspondence and Subject Files 1921-1943
Physical Description:
Mixed Material
Physical Location:
Box: 4
Divider: Subject Files
Folder: Fructicultura.

Subjects

Subjects / Keywords:
Agricultural extension work -- Florida.
Agriculture -- Florida -- Experimentation.
Agriculture -- Study and teaching -- Brazil -- Minas Gerais.
Agriculture -- Study and teaching -- Florida.
Citrus fruit industry -- Brazil.
Leprosy -- Research -- Brazil.
Minas Gerais (Brazil) -- Rural conditions.
Escola Superior de Agricultura e Veterinaria do Estado de Minas Gerais.
Florida Cooperative Extension Service.
University of Florida. Agricultural Experiment Station.
University of Florida. Herbarium.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Rights Management:
All applicable rights reserved by the source institution and holding location.
System ID:
AA00000207:00062


This item is only available as the following downloads:


Full Text


V


1- CONGRESS NjCIONAL DE FRUCTICULTOBA

(PROGR!M GERM.L)





0 1 Congrosso Nacional de Fructicultura,promo-

vido pala Sociodadc Nacional de Agricultura, rQunir-so-a nes-

ta cidado do Rio do Janoiro,, ao decorrer do mez de_____

do 19Gi,o tomar6 cohhccimonto do todos os trabalhos quc forem,

opportuiamontcaprcsontados A Commissao Organizadoiaa rospoi'

to das qaostocs abaixo onumncradas o do outras de rolevancia
para a fructicultura, corrmnmorcio o indusiria do fructose no

paiz,'as-.im para o ostudo do doscnvolvimrionto dosse ramo da cco

nomia nacional,comno para a aprociagao do sou estado actual e

das necessidades a provor; orcupando-sc ,espocialmentcem ro-
r
later, dc modc rcsumido,G do discutir,sob forma de cc.hlusoes

praticasas thesoa propriamonte ditas,constantes do seguinto

programmed gcorals

T I T U L 0 1
ITULO

FRU.C T, CULTURAL .,PROPRI(

(PAP.TE AC-RICOL&)


1 Objocto ca pomicu"Lura---Sous limits theoricos 0 rlra.-
ticos-Classificagao pornolgiej dos fruct*.

2 Pomologia systematida do Brasil,
3 Pomicultura tropical-Suaa bascs,no Brasil.

4 Zonas fructicolas do paiz- --- Scus factors influonteso
Sua caracterisagao.

5 Do cnsino da pomicultura,cm s eus differcntes graus eo. m--
dalidadesw---Educagao da infancia.

6 Da experimentagaoom pomicultura- Seu estado actual
Dircctrizos a doterminar-- Accao dos poderes publi-
cos---Cccndurso do particular- -Pianos de trabalhos ox-
perimQnt.c S.

A "iA
,..., ...... :..... ..= .. :.:.. .
.,~~~~j j,:. ,,?.: ,I ,
.. ." a%-. -. 'C'"." :- .
..:. .. ., .











S2. -



7 Gcntica. -Ape.rfciqoaranto das actuacs c craacao do ,
vriodCLadcs i'orricoLn-s. -Aprovcitan tjo das OspociCs $ ..,..AL-L
silvo stroS. .

l -.AAteorolPgi. na pcniiti'uLtunar pAcqao dos podercs
I -- rx I nqjO~O
pub.ios. -Concurso deo particular -Dados Tcottoro-
log:Qco S

9 O:rgxnn.yoa c 'cfosa oconomiica f da fructiculturano
Brr.s il.
i0 Evcluqao da fructiculturano Brasil. -Causas do scu
retardanmonLto -lcios dC actival-a.

I Nomenclatura a torminologia. -Glossario.

12. Monographiapcmologica, das cssencias exploradascom-
prQhcndendoL -Histcrico. -Boteanica. -Climatologia.
-Agrologia. -Propa.gagao da plant. -Vivciro. -Planta-
qao. -Protocqao do pomar. -Adubaqao. -Irrigagao. -Cul-
tuiras intercallarcs. -Cuidados culturacs. Podas -
Molastias a insoctos,tratamento c defesa da plant. -Ac
cidontos metocricos. -Colheita. -Solecgao. -Escolha corn
morcial e embalagem do product. -C.oljocacao no morcado.
-Contnabilidado. -Obscrvagoo's.

13 Estudo dos factors qua influom no custo da producqao
fructicola a no prcgo dc vonda ao consumono sentido dc
scu baratcamento. Comparaqao corn as condiwocs dc ou-
tros pa4zes productorcs.

14 A irrigaqao na fructicultura. -Systemas reconminendavois.
-Installagao gfunccionarnonto ,casto. -Extensao ,actual,da
pratica irrigatoriagno Brasil. -Causas. -Providencias.

15 Systcmas c formulas do exploragao fructicola. -Suas
caracteristicas, -P3ssibilidados, no Brasil.

16 -A adubag5.o na fructicultura. -Rogras e praticas. -Re-
sultados do exporicncias,no Brasil,e sua significacao
real.

17 Propagagao das cssoncias fructicolas: -Scmontea -Mer-
lhia. -Estaca. -Enxcrto, -Vivoiros. -Sclccpao dos porta
garfos. -Estufas a ostufins. -Transplantagao.










- 3 -


1l Poda das plants fructicolas. Methodos. -Sys-
tomas. Modalidades. -Sua praticalno Brasil.

19 Parasitas vcgetacs da plants fructicolas. -Sua
dcs,-r'ipcao popular. Medidas de dcefesa Q corribate.

20 Parasitas animacs das plantas fructicolas. -Sua
descripqao popular. -Medidas de defesa e combat.

21 Fungicidas e insecticides, na fructicultura.-Seu
preparo,applicaqao a custo. -Legislacao respective.

22 Servigos publicos dc dcIfesa sanitaria vegetalgfode-
ral a estaddaG.s. -Sou ostado, actual, e meios de de-
scnvolvel-os. Legislagao respoctiva.

23 Pregos dc terras. Mao do obra. -Salariosna ftu-
dticultura. -Analyse.

24 -Os fructos trasileiros na alimantagao humana. -46ua
composigao Chimica. -Seu valor dietetico.

25 Enbalagom dos products fructicolass -Processos. -
Mothodos. 4ystemas. -Modolos,etc. -Padronagcm. -
Ka-coira o outras matcrias primas.

26 Contabilidade, em fructicultura. -Organizacao. -Pra-
tica. -Modelos. -A qucstao do proqo de unidado nas
avalia-accs puriciacs.

27 Organiz.acoos associativas,om fructicultura. -Sua in-
ccntivarao. -Credito.

2. Exposiiocs dc fructicultura. -Sua organizagao. -Furic-
cionamento. -Propaganda& -Preparo do product para
exposigao.

29 Estatistica da produccao fructicolano Brasildurante
o ultimo dbconnio. -Analyse.

30 Accao dos podoras Eublicos em favor da fructicultura.
-Premios. -Subvcngoes. -Auxilios diversos,otc. -Lc-
gislacao respcctiva.

31 0 logar dos poqucnos industriaes na fructicultura.
-Sou ostado actual. -Mcdidas que suggcro.

32 Construcgeosjcm fructicultura. -Dcsonhos. -Projoctos.
-Orqanmc ntos.















33 Ca.endario fructicola, para o Brasil.


34 VTTICJLT7TRAo A viticultura, no Brasil, -Zonas ma2s
ap~rop pri-das. -Variedde.:- (-e videiraa, mais raecornmiaenda-
vzis 4 J:rcodur.qao de uvis para r.asz e para vi-Lho. -he-
r, ua S ara vin-ho-Pe
suJ.tadIos cbtiJIos. -MdJic's necfssarias para nt erfei-
q*J:r' ( iin.tensificar a pr.:,iu.":.cA de uvas.

TITULO II.
T I T U L 0 IT1

I I D U S T R A


35 Industria de fructos seceosem calde.,em xaropeem
compotca, em gel4a,em massa,eristallizadosliccres.
vinhos,etc. Processos. -Machinaria. -Installaigao.
Orgamento.

36 Estado present e possibilidades da industrial de fru-
ctos, em suas wvariadas formas, no Brasil. -Medidas a
au'ggci.rir.

37 A chi-mica em suas applicacoos a industrial de fructos.
-Seu desenvolvimento

38 Sub-productos industries dos fructos. -Processos.
I-lachinaria. -Ins tallac:o -Qraament.os.

39 0 frio artificial na industrial a conservaqao dos fru-
ctos. Estudo technico e c.2cnomico.

40 Embalagcm dos products a sub-productos da industrial
dc fructos. -Technica. -Hygicne. -Matorias prJirfas cm-
pregadas.

41 Tachnologia. Formentos na indlustria de fructos.

42. Oanologia. -Medidas nacessarias para intensificar e
aperfei9oar a industrial vin'cula.

43 Da padronagom na industrial de fructos.

44 -Do cooperativismo na industrial do fructos. -Credito.

45 -Exposicqes do industrial de fructos. Organizacao. -
Funccionamnnto. -Propaganda. -Proparo. do product para
exposiao.

46 Contabilidade na industrial de fructos. -Technica de
organizagao a exocugaoo


47 Estatisticas da industrial de fructos. -Analyse.







5 -



48 -Acgco dos podros pi.ublicos am favor dca industria
do fructos. -Politica tributrria. -Mao co obra.
-Salarios. -Logislaqaa rcspactiva,complota.


T I T U L 0-1 I 1

CO IM IF.R C ICO

49 -Morcados extornos a intornos: -Organizago. -Rcqui-
sitos. -Eactorcs influoatos. -Provimento. -Systcmas
commorcifwes. -Falhas a ilfoitos. -Possibilidados.
-Modidcas a suggorir. -Cotagyos.

50 -NaoCossid(ao da promovor a assogurcr o consumo inter-
no do frvgctos nacionaos, Clo manoaira pratica e econo-
mica par, o consumidor.

51 -Conmmorcie do oxporta.o ct fructos. Lalhas c defcoitos.
-Mcddic:t a proper.
52Z -Causrs d doprociagao dos fluctos btasileiros nos mor-
cados o#urangGeiros. -Coma rsmovol-as.

53 -Fructos-quo convom oxportar. -Prcpar'o. -Escolha Em-
balagorp -Dofeitos a elimliar.
54 -Padrort4om commercial dos j-'ruQtos o das rospectivas -
mbaL'Sgns. -Rotulagorao a authntio.saco da procedoncia.
55 -Imposas que gravam a produc9o o o commorcio do fru-
ctos 4antro a fora do :aiiz. -odidas a indicar.
56 -Conn.rccio do vinhos do uva.

57 -Tr-anEorto dos fructos: -torrohro, fluvial o maritino.
-Tar.Cas,taxas a frotos. -Systoitha do ombarquc. -Entrc-
,post0 s c amazacns. -Falhas o docaitos.
58 -Oamaras frigorificas dCo transport a armazocn.monto do
frucnobs. -Roquisitos do instalLiaao -"Funccionamronto.
[odidas para a sua adopya.

59 -PaQIngk-Hou6c. .Importanc.a. Irstallagao. -Funccio-
neminto. -Custo,otc.

60 -Maeoria prima para, a confocgSo dos difforontes typos
do ombalagom. -Papel para acondicionamanto do fructo.
-Papbl colorido. Papolao. -Saccootc. -Sua producgao
Q caunto.












6-




61 -Distribuigao internal da producgao fructicola. -Com-
mercio a retalho. -0 melhor system em face do pro-
ductor e do consumidor.

6Z -Importa5ao de fructos estrangeiros. -Seu valor e
significagr-.o.

63 -Commercio dcs products o sub-productos da indus-
tria de fructos.

64 -Commercio de adubcs, insocticidas, fungicidas
(corn applicago na fructicultura), sementes a mu-
das do plants pomicolas. -Lois e Regulamontos.

65 -Materia fiscal e sanitaria no connorcio dc fructos.
-Faetos do contabilidado do commorcio de fructos.

66 -Estatistica da importag o, oxportagao o consufo in-
terno do fructos, no ultimo doccnnio. -Analyse.

67 -Legislagaoq brc.siloira. sobre o cormminrcio de fructos.
-Cornparagao corn a de outros paizos.

68 -I"Trusts" o valorizagoos crtificiaos.





















*'. '*
V




























I. ~, ~]LO~


1~L
v~- 1112 III

~I ~


m
m. .o


uir


ds^o, -,.; M, ......o '. .o. .. a tO



4O -,4: .'.. 4 ;3u 'b <. 1* 3 .' "i


.~m ~:.


do-a
p


U-- ,0


4~ -r


Vii


I-LL


-^ ....aM- Os ; 1


DrJ .


,


oC ui


p9 ,'.





.,srNAL D K N/ m' // / /2 r,/ ^
M-A-
44 ^ DieY^^ ../001 y^ a^<




.JA 14 Rio de Janeiro, 11 de Margo de 1931

LBMILM-


.) =


Sr. Prof. P. H., Rolfs,






Deve realizar-se, brevemente, nesta Capital, sob os

auspicios desta Sociedade, o 1i Congresso Nacional de Fruticul-
@
tura, para o que foi designada uma comnmissaopara elaborar urn

esbogo do respective programma, de cuja incumbencia se desem-.

penhou apresentando o trabalho que a este juntamos, por copia.

Trata-se de emprehendimento de grande importancia e

opportunidade, e esta Sociedade ficaria muito grata a V.S. se,

attentando para o mesmo, nos ministrasse suggestoes sobre modi-

ficagoes porventura julgadas de utilidade ou de interesse alli

introduzir, visando os fins que nos animaram a iniciativa.

Esta Sociedade conta comia sua preciosa collabora-
-Ko que desejariamosl, se possivel, ter em m"os at4 30 do cor-

rente.

Antecipando agradecimentos, reiteramos os nossos pro-

testos de cordial estima e distinct! cs.i eracQao,


Presid e












V "I I I 2 2M


IL ~ _


. -m UllP*"


:, .. ..r'1 ^Qio :. S il.ho, Di'.' "rto
'..,*'/i-; .@ i '-'m .. ti. e Jii.^.;
Mi. ,sbs:'io de :ia,. '.



VQ-, 3 S .. 3'
-*L .., '.1. In E:...!! i r .
.' 7 3 .ll i -s .. O r f i.
aVO.es ^ .usS srvio.o c.u s:s..%


< A- -~


t
~ Z.LL ~
- J
4,, t - t LA


_ ;r- 8. fi t ,. t t m). L.;u;; r

10 $ ., 3- vintr- me t '2 r s .
j .


s do T .-
L -4
*L r 4


.:,o.x.- c ]0 3 i d;. a; V d
dL.""i ^''H -tos .y ~ida .,'tr e:S;::. I":,


-' 0 .. v." 0 S ......
,^uc v,:m :j. V Ge ui ... .


.. eito : I,, o
-...c. ,. J d -.t -.imi-


, : ; --. > ,- ; :. c u L t u ,' c i d e

';"-o, w.is diU S aint s, a .-.s'r
' *; t e "b.. ..s d e .. -,- I
..:i'^ ,;o ,m "' >:.p:'ov if. ."' s
.l.,ema a, j.la .?
i~rn 2)1S


':" i mbr:: u a u .v i-._ .o c'->m V. G, ,ue ,/ actual-
m ^. e tr. ... .- Dir--;c.c.. C., d m '* nj a da .eo -Yr, f, -La ,
in .. tu L 1'.. ...Il' Cti t 1l '~ .W ).....*j1 ~
...um,..., u t:,t..do no,.: entlttrla.o "A PRJP.-.G, .
... .-. ....... .. .'i. o n o p : i : m & .:<.,. o 7. o s
2or.o-s .:; "cult res d-:, a;jm ini t o ufil pl"::tio.

,.::..- -o ic ->... i s .;ac ;:;:.. it- '3l vo urm '.cMto qua
tm 'o ilm st 1.o u 2 qizs scielti-
PL'.'". .-i ......uc.inu, :'e li., ::,dB:-.s nestc3 o ta~beler-im ..:fo. E"
.. .......me t.. o < Lesfato D ant2 ,

aue 8 n o m 3onstituidos &d mu..: -.x-r dt.. e .,:,m ior-
ulhas tiI -L s 'Lm r .:-m ," corn "- Igroe". Is.to C,
.... a .'-.ryo'..-m i", 7 *-... S-I _- tc s Zujo plec.-:t::grm ,e oleo


*. St
I t


II











.,t .imojogea tern .Lio p-".v.,do, por iLalyse cimica,
.r m elev.ida, e :u ella ,:?ja alt .mernte ..r)oductiva.

:tea pr.'ii.cipio cc stitue, po aem, r'gra Uasica em
muitcos outros pl..0tios, j m-i,m por mia.Io, ie d.m U ti-
".'ao (cpo pcan" :. mI t>... do sul dos i:-t:.'js Unidos.
:i:,.*Lm.j.te i. pr-.,u.h./ dLU '..,c tes t:'::Iu-, a urn:.
1 I.st. La apenas depois de .: iii ,1 a .I .t u.9 so de mudas
1nxe t f. *qu. '- u a bo'L." -.. o C. eM
-,*m ..onas, eixa am de i "lwar ;ui .',S vis_.-do 0 seu
mr.l .'rmento, e c- -.'.m par a o O.int_, ..,e s0 r..-aliz,.arm
p' uzasa ^ 'imazia 3: 1-Lui'-

m'1 I-- *ienti.L :-_ 'ilas no lr" sil, d:,v-mos
-'o.; it r. ".'. dura s li-*' -o dos no s so s p ._. .. 0 ri s Ce
urnM ou duas :.:ol .. :..... ; Os "L issez-faire" empre-
- -'-' o contfra a aomn, tLei...i da puc L..~U.I, os mn.smos crgu-
.... t .a "'o-_.- t L_.- )m vendrc
mentor: emp.- ,. .os p, vi' 3m vendor
mr das d.; p If,. ico, de .''-.:.: e 1- te, .Am&,..Lca do
N_, -. Ao,-a Z.
r' rte, bam as .im .c in. -, a g urn: *m .js expior _os
de Lor, .' Iguns poS p .:......m -, N .o am em
decc (o" -*Lt ,-.3.m t s novos e o3 i .1..- es, ? d- fn:'.;'n'l.qj-m
esse atf'..'1i- anti-prog- 1a .;ta.

Som u.vit.:-L o m.Lu orM mjlao vae ouvir muitos e
1 .i-sa'.ils .Liugm.i:tos co-itra a dom'sticafao da' S'..ucainia,
axefV-n...d.o :-.pci;.,Im;.,Ae a oolhAita d. fuct... nas mattas,
o_.m, .-i.. 'rro que elle _-'.o v- e ser '- t b' do corn i.-:so,
-tamente eu .^'.. estou, e encon.. de vez 3-m qua.ido quem
-.- ,e -.loo..--.--t eL-te -!-.-'posito antiquado o anti-
ec(. rnl'co,

.t.-.n.mo, muito ti,..-ito3, mr.Ato :-,L-atos ao Dr.
Tovc., por t-:. nos p,', jorcione-do tT0o ,elle nt o .)orttfi-
.. d apresentar os r:--ultfcdos tec-...icos de algumas das
,:,; expeienc' corn os plantios anti-lspricas, ..ios scien-
tist.,- ;...r'col .. Prest. L'im muita att-en'-So a .pr':.ent;.ao
tfc'iic-a e *-o ..,logi .. e talv um pouco didactica (dry)
..oS is iue tjmnz col'-._do corn tanto .,.oQ-qo.

..o.-me, om .l -v,.da 'stimL e consid,-.'" 'ao

m%. e 'admir.




P..-1i..'s, (onsultor Teclhnico de
;.g..'icultu. .o de ALi-s GI.-S.s.


-2-^





,^1^ MINISTER DA AGRICULTURE, 1HtDUSTRiA E COMlttERCI

'" ^^^ B\")pDlreclorla do Sernivo do Inspeocao a Fomento Agricoles I 2. '1.J/L- ^ 1




* J~4A4 ^fr- 6P

^-^-^t-C-t (. ^.L^ Q^ Lculr~g T


/^ ~~ / Ap--


'__ -' *
<-^-<-^Cfl-X-Q~-Y- ^ ij *-fiL_l- U.' Qc^C^ -=^
fl.M- 0^ ^n i ^^ ~ -^ J j ~ u^L i



~ It
-ga rtoI- ^ ^ /T- ^J ^ fn--0 ^fa --
/6-
^^^a-MLL^^<.zzt-p^a A=-.Ae-s


cbJl-ULr^y<^-r-^AABAt<">C^ V~JLi

^ex_ Q.< C -<--- S~ ^<- <-- -MA-'c'












f..



JL^Q ^AjLj^J~ffjlJ~9 /f-S*J<.C-- -F^~a~LJ^





/ ^ /



^Ae ~ ~-



-_ 0 ,

^te^^iJ'-^a /Prr~~ -e-4^- ^~yU'- cS-3










&-

p. r~4.J-. ~ p -A

-'~ ~Q4~ J~

~ ~ d~cA.Q(



-~w--~~---
P1














, /'' = :. .:. ...... ... -. ,,> o i- .:... l
J ^-.I ". .-, ". .'..,'.' : ', -. c .: C 1 -0 L 3 -.

,., ..-' ** .- '." u cr ^.l". t"--., c t ~ ^
4,-.". -.'






a r' ': ,:. ''t e') L t





.C- W"M Do i ,

z- .....s
U 2.: .4. .L
-i,.,: ..o *t,t O.....c -

,J J. ,

L?;-.. Cu .:'J L C U frn S t d, < '.-. fl 4-. -.


- LI


; ic ui-.


APWJJ'Ci S
- S ,b-' -5


-, 1 0 Zel jrS Lc',-J t l; l'
."- Lcl v-nh3- ::i er
JL..-;ti-IC-ILL u
a- VO'C]liI'aBrS ~'&ste
- --


i L.. I contr V. V .
i:',r'C!vemCf-L t .Z a.-, Lt .

Su.",;-,c i.Y3-M3-, ,..nz e1 v ,-CL. CStim e Col-
.. '- .'0 ,V,.

E- ;" 'c b^ ,T _


'. Fio-fo, Consultor Temchii.co
de iagr"icultrv..,, do E. de Min:: s
6'r
C. Rolf s


ij'.i ._ msji.' ,-- de .r,:ie.,: ... .;.iB J .:';..- j-.tea ,ent s, .e'fc r
t^-.- r;/ 'i u tio e J, ei-j :j -i "li J^^ ~ e il d
;-- -n ^i^. c- i *-.- & I B ( Rio
:.-" -. .;. ;-. ^oc~l ,, [o0. Li' ., Ll ] i-- .'0 _: Lj. j. _2.^".C( a: ,' .l -
C, i0 LL' .'.;L ...... .L 3y -r". e-


'. ,',- : ? : ^ ? o ? .,.c- o ^.". v :.."? ^-: L. L-,,_ < .. .: ;: o' c i e d ahd e
..-,. : "-* i.i "-.' *..-j -tegi L.cu tul^.,\i j. : -..^ ciol es ,a.'-s ?


>!,..i- -


















.' ..;
: ,. i "
':;








:',"

a"..-j f;.. .



it.-,''........*


"-,
-.Z ,!
..'.
..,t ,,".:^


: ^,.?



_~': .~=:-.

.. -; -', t,

. .. ... ..., ; -












S (ie Ag>-.;.t de 1, 31.




L]
'd-. .m ;' -.- ', -
D' ... 'o el -ol, c' et-.- o Geral,
.-.,. de i..i..l de .Kici I -u ,
i-Lo de Jan3l'Lo,


7s;-" : ., ....' meio deata a: ; "ecari, mobo ra. ..ia ;.I-=UB_
alt' 0 p e' : fav-. de ., i (J- .0Jl.'i), d-at -.io

ae 18 -de unlo 1;. a
=.-* 'c?:mo- a. ./. '. a .. *.,. "e.. a r j ei o .;S
It- :,3 do J- .s .e*;B o r U i, d e L eo p o l :. : ," ,-"^ .<
ji. ta] am nod, ,os archivos .:- re.l-. w ', cei
,oo;j;iv< l .qua , ..'".. t' b n s fcti.;.
*Iryda o,. :.0 de conhei esso. D- o D fc ior M -
i7OS C)AL, (L
,( ''I :: 3S d),J;i S .-' S D l a :L -X :.Q *. 'yQ t d


M V.J (A C1) :oz--. -do
..p1rofl.-. -.s t9: 1 ,jo pa"...... i u .Lw.1)p do :iz..do
..I.. ..... a CL1 .j. axita a -3.. -
r- ci-t, JO ...cional r i -.g, ie -U_ t?; dIuo 2'"' 1p _
m i tm n -r 'u S
Se ftm [d- ..!. 11.ciao jA oU o. Vaios 'i., -;';~o o o.-
3 ui.o -:..;;3ci,,l de 2..Lf ) irn '- -" __ .u for lla .;,i.uvulgada,
C) ;Ysi sl ... r~ wic;:. I ,., g .. l .gles. 10o ,sc -
ios a O- .I, ,. e "A L vMou e .."3 S ." P- Qu S
con: _ml :- ob0tel-o na b i.lio theec, 7.e- t. elecimoj.:to.

S.tf o de C : s.,',.. .... -eycios r -.eF,:-., da 4-Wpreasa
.... do.;cretc: .--: de t o, >.x -m : "eS Jum '
fo! c& t nos ^A Mu-.3. d< i' a as; txmr.to qUG .'ece-nos
[.: .&t:..t..-c: op .. .. r,-, Oon~ta mai.i .dsa ccm =t.. .s, s bastants .
~';r.. TeSOIIOS o p -, ? de. hi urn s>:-tripl.
1l ^us 5 2st .'jam ...... bido- ...

-* scremv--,n., corn ... v e;' : .c
DV" V 0_.
-TtL -'' tJ, .:








SP. *. iP,,-, ,.;. ul0tor TEc:mpico de

_r- ,.*... PHIs: G ^ g.i. uL tv'.-a du, d2 Min2as-Gerais
".,, t .'. ":-M
tj ....' .L-:.-, 'Il, 'to Qu ...... .4. .'e -n ,..j s







'" .. '...., .". .. .,. .:- .i..'o ,.q ...,.i .a., .. .-. ... ;-s. t a.n- .,.a :


Vigo wa, Mlnj -i-- a-is,










NEI Rio de Janeiro, 18 de Junho de 1931 4.j- /
LILI. -120 543

r d', .' -



S,. Prof. P. H. Rolfs,

DD, Director da Escola Superior de Agricultura e Veterinaria

Vi G o a M MNAS GE ES






Temos o prazer de passar as m'os de V.S.,~ em copia

.annexas,. o memorando e respectivo document que nos foi dirigi-

do pele firm A, Machado & Cia., de Leopoldina, Minas$ a propo-

sito dos estudos do prof, Antenor Machado sobre o oleo da Sa-

pucainha e, hem assim, al-muns prospects do product "Carpotre-
no"% de fabricago daquelles senhores e empregado, desde 1926,

no tratamento da lepra.

Tendo aido a comiunicag o em apreqo motivada pela pa-

lestra que aqui realizou o prezado consocio, julgamos do nosso
ever dar-the conhecimento da mesmag

Queira acceitar es nossos protests de cordial estima

e distinct considerahaos,







(&Secretaria Gea 1.






V











C 0 P IA


LABORATORIO CHIl-rICO LEOIOLDII-TENSE de A. Machndoc & Cia.-Productos
chimicos-Analyses chimicas, microscopicas e bacteriologicas-Tele
phone,87-Rua Santa Izabel Leopoldina-Estado de T.inas Geraes-Bra
oil---- Leopoldina, 8 de Junho de 1931.- 1iimo. Sr. President da
Sociedade lh:cional de Agricultura Rio de Janeiro Respeitosaf
saudagoes. Levando em conta o real ir:teresse que a Socie&:.aae ITa
cional de Agricultura, sob a sabia orientas5o de V.Excia., tem dis
pensado 6s pesquizaw sobre a sEpucirnha, viiica inforraer-lhe que o
Sr. Profe-cor Antenor ,racha.do, techinrco do Lat oratorio Chiniico Leo
poldinense, ha muito prrocedeu a. analyse do oleoc dessa preciosa plan
ta brasileira, identificando er sua composigao novos acdos dv se-
'-i' :l'rauTcoogrica.- 0 Laboratorio Chimico Lecpoldinense explora os
esteres do oleo da sapucainha sob o nome de "Carpotreno" para p tra
tamento da lepra, ;e&J* 1995.- A Conferencia que perante esa So-
ciedade o Sr. Dr. Rolf.- acabou de, realizar, prende-se, pois, a eatu
dos ja realizados pelo nosso technico, que, em 27 de Abril de 19267
expoz seus tra.balhc a resieJito A Sociedade de 1dedicina dessa Capi-
tal.- Incluso enviEmos-lhe prospects sobre o "Carpotreno" e copia
de uma carta que recebemom do Sr. Dr. Jesus Villamaim, de Agua de
Dioa, Relublica da Colombia, e infornaznos que tenos em nosEo archi-
vo nurnerosas cartas que attestam a afficacia do referido preparado.-
Apresentando a V.Excia. os nossos proteotos de elevada consideragao,
noi subscrevemos attenciosasuente.- Amigos, Atts. e obrgds.----
(Azsignaao) A. MACHIADO & CIA.)



CONIFER.L-CG-. ORIGI VISTO
Z N
Zc __ 1 &






I COPIA

REFUBLICA DE COLTCBIA Lazareto de Agua de Dios Servicio Medico Pri-
vado Agua de Dios, enero 10 de 1931 Senor Profesor D. Antenor Macha-
do Distinguido profesor: En mi calidad de medico oficiel del lazareto de
Agua de Dios, encargado del trstamiento de 500 enfermnos de lepra, con un
personal variado en las formats de la:- enfermidad en todos los perfodos,
desde la incipiente hasta la agrovada y de todas edades los enfermnnos, im-
pdberes, jdvenes y adultos y viejos, e interesado por todo em tratamiento
cientifico que ayude efica'znente a combatir este terrible flagelo que a
mas de constituir socialmente una calamidad public, es carga onerosa pa-
ra el Egtado, no vacilo en dirigirme #sted para oferecerle un camnpo ade-
cuado para la aplicaci6n de su tratnnmiento por ee Carpotreno y confinnar
las exelentes cualidades de su preparado, cientificainente analisadas y
comprovados por sus eruditos eti.lioes T'.n que pone de rnonifiesto la. present
cia de los acidos de la merit chamudlgrica, reconocida desde tiempo inmemo-
rial como benefica en el tratamiento de la lepra y quen su preparado tiene
los equivalentes con los acids carpotrochico y carpotrochimico, con au
reconocido powder 6ptico en alto grado sum cadenas laterales cortas e el nu
mero impar de carbon desfavorable a la hiperglicerr.ia que tento perjudica a
los enfermos. Tengo el gusto de significarle que de las pocas muestras
que llegaron a este Lazareto del Carpotreno, lo a.plique a una enferma cldni-
camente bien y con escasos bacilos en la linfa y despues de un ao de trata-
miento no se le encontr6 bacilo de Hanson, niv deapues de la renctiv'-i'%ne
corn el yoduro de potassio. Quiero confirmanr e.te resu tado, -exper;ntan-
dolo en casos selecciondos, convencido de obtener 4-ito Y-or sus magnificas
cualidaddes anotadas y las muy importantes tambien de no causar malester,
reacci6n general ni local, de facil absorci6n, pues ninguna inyecci6n se
enruistd ni se infect y el insignificant dolor al momuiento de la aplica-
cion desparece inmediatamente. Me inclino a career que el tratamiento de est
ta enfermidad debe ser eficaz y barato para que today pais lo pueda compaar
para todos los enfermos por crecido que sea el ndmero y por lo largo del tra-
tamixnPto. La historia clinica de la curada. con el Carpotreno se la puedo
remitir cuando lo exija y me agradaria enviarsela c A el resultado de la
nueva remeoa, pues confio que su espiritu cientificu gentil y bondadoso no
nos niegue el beneficio de conacer tan valioso medicmnento y que necesita-
mors comiprobar para exigir del gobierno la compra de tel medicacion si su- efi-
cacia correspond a nuestras aspiraciones. ITuy cordialmente lo felicito
y corn placer me pongo a sus ordenes. Afmo. e suguro servidor-(:. '..c)
_____(Assignado) DR. JESdS VILLAir.AIIf._____________


,A .VISTO ..-

Chefe da Secretiria







SOCID.iDE iL.CI-Y.'_ DE AGRICULTURE


Sede: Rua 1 de Marco 15, Caixa Postal 1245

Rio de Janeiro, 7 de Agosto de 1i31


914 3,9 1
94391

Sr. Dr. J. C. Bello Lisboa,
DD.- Director da Lm;cola .-Lierior de Agricultura e Veterinaria


A Directoria da Sociedade Nacional de Agricultura tern
o -:-~,er de apresentar-!he vivas felicitag5es pelo exito alcangado
corn a institui .o da "Semana dos Fazendeiros", a qual compareceram
cerca de 300 agricult res, 1-3 dos quaes se hospedaram nesse esta-
belecimento.

rrata-se de urma iniciativa pela prineira vez levada a
effeito entire n6s, em taes proporq5es, reveladora de alta compre-
hensao da finalidade de -ua .Escola de A-'ricultura, que nao p6de ser
aop s-i a de expedir diplomas, mas de mercerr c;-ao transformadora
em toda a regiao onde 7- E char loc-lizada, corn a diffusao de metho-
dos modernos de cultivar a terra.

Os moldes em que esta organizada essa t.scola, e a maneira
por que o seu programma de ensino vae sendo resoldido por essa admi-
nistraqao, digna continuadora do Prof. P.H.Rolfs, constituirao, em
breve prazo, a pedra de toque da transformagao de nossa mentalidade nc
modo de com.nrehender o encino aricoia e seu papel f :e:tal para
a prosperidade da agriculture no nrasil. ,

Cueira acceitar os nossos cordiaes protests de cordial
estima e distin'cta consid-er;.'_-).



(A) tArtiur Torres Filho

President.






'--



U.C^






















' 1 '. 1 U.


- -: .


m


. I1!


QjrN.





S1"


''I


p


I I


S... ..


. ( .. "L t'> m '


I. I-


- in tin


--- c t :f


'L V X 'g.


Lam


S, T *. I'!.1""
., .I-
'7 .J


,,, ._. .- ,:


C.. ,.,.i


'9.-


K


i ~ a


* A r


. '(I


4.


' }L '


. L ,,. ; .. -. !


,I ./,






.^SaWS-^ /* /t /d* atl


/x-Lp. ,^ ..,' 'K11r, >
Rio de Janeiro, 31 de Agosto de 1931

LM/LM

9463; 3r3



Sr. Prof. P.H.Rolfs,






A Sociedade Nacional de Agricultura empenhada, como

esta, no desenvolvimento da nossa fruticultura, faz muito em-

penho em conhecer a valiosa opinion de V.S., como conhecedor

que 4 da material, relativamente a cultural do abacateiro, em for-

ma de communicaqao f Directoria, podendo alcangar ate 4 paginas

dactylographadas.

Esse estudo deveria abranger o future que poderA ter

para o Brasil a cultural do abacateiro; as zonas preferiveis; me-

thodos de cultural a serem empregados; possibilidade de mercados

externos; processes aconselhaveis na embalagem, acondicionamento

e exportaqgao bemrn como as suggestoes que porventura occorram a

V.S. para o estabelecimento, entire nos, da exploragao dessa fruta.

Antecipando agradecimentos pela favoravel acolhida,apro-

veitamos o ensejo para reiterar-lhe as expresses de nossa cordial

estima e mui distinct consideraggo.


Fesien'te
/


-S
.9
At




Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID ESDGUOC50_NJCFHX INGEST_TIME 2014-04-01T19:05:46Z PACKAGE AA00000207_00062
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES