Fertilizantes de Refugos, By P. H. Rolfs and C. Rolfs.

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Fertilizantes de Refugos, By P. H. Rolfs and C. Rolfs.
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Correspondence and Subject Files 1921-1943
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Agricultural extension work -- Florida.
Agriculture -- Florida -- Experimentation.
Agriculture -- Study and teaching -- Brazil -- Minas Gerais.
Agriculture -- Study and teaching -- Florida.
Citrus fruit industry -- Brazil.
Leprosy -- Research -- Brazil.
Minas Gerais (Brazil) -- Rural conditions.
Escola Superior de Agricultura e Veterinaria do Estado de Minas Gerais.
Florida Cooperative Extension Service.
University of Florida. Agricultural Experiment Station.
University of Florida. Herbarium.

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University of Florida
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4; '- 4 .





a* '
FEaTILIZANTES D RHEFU GOS

por
S"' P.R.Rolfs, I.S*. MeS., D. Sc.

; e
a

C. Rolfs, ,.S.



(Noticia aos leitores. No numero do ioletim, correspondent
ao mes de Fevereir-' de 1929, tratamoL, desse assumpto, e temos
tido mnito prazer em ouvir dos agricuitores acerca do emprego
dos methods descriptos. Alguns contaram-nos que encon-
traram alguma difficuldade no seu em-rego e corn o fin de
evitar que outros caiam nos mesmos e.ros a p&rra ajudar a
alguem que tenha ancontrado a mesa difficuldade, prepara-
mos o seguinte artigo.)



Dizem que na 'rarnga o credit dum agricultor no banco

e regulado pelo tamanho do monte de esterco na sus propriedade.

Sabemos serem os banqueiros Francezes tidos como os mals conser-

vad )res do mundo, sendo tamuem a agriculture Franceza famada por

ser estabelecida em base firma. As s'ias terras produziram colhei-

tas antes que Colombo descubrissa as Americas es ainda hoje d9o

mais productivas que antigamente. Dentro do Estawo de Minas-

Gerais encontram-se ruitns terras intrinsecamente mais productivas

do que as terras Francezas, porbi, deixam de ptuduzir tanto por

Shectare ou de recomoensar tgo fartamente o trabalho humano. A

razao principal disso 6 a falta de.materia orgpnica na terra.
-4 l
0 agricultor norte amaricano que produzia algodio, durante

os primairos tres-quartos do Seculo Dezenove, cortava as florestas

virgens, queimando as toras, para plantar -:lgodgo alguns annosp

ath que a terra nao produzia mats essa plant. Depois repetia-se
4
,4 o process, cortando novas florestas para o plantlo. Sob esse

system ruinoso, as terras tornaram-se sempre peiores a o agriculto

* .. -",1
seupre mais pobre. Antes da sclencia substitair a rotina, 0os

: processes agricolas empregados na parte mais productive do$ .'wa
So.3'* B, U, N, A. erasn ontre ps mats destruetiwo 'u O. eiL 1
4**. .... ..~'. A'1 -,

0,. .. P.. .,, .....4 r, i .. .
.f9 p,..* 'V.- :'. I,,.. .-- f :" ~;. A







-2-

em qualqusr parte do mundo. A5queimas frequentes destruiram toda a

material organize, perdendo a terra sua ftrtilidade, de modo que

tornaram-se inuteis as applicag5Ss de adubos chlmicos. Corn a

desn4da-Zo das terras pela destruigao das florastas, as enxurradas

levaram & fertilidade, sob a form de material soluvel, park os

rios, fazendo muitas vezes grandes cortes nas encostas dos morros.

A agriculture pelos methods scientificos modernos, tern convertido

tudo isto eficazmente. Continuando a'progredir como actualmente,

o Sul vira constituir a region mais productive da America do Norte,

hum future bastaFnte'proximo.

Os agricultores ae Minas podem bemrn aproveitar diversas

licgSes das experiencias do povo dessa reggi o dos f!.U.N.A., corn

o fim de evitar os m:smos erros e escapar 0 aos males de que foi

vitima. Por exemplo, ha menos de ura geragqo passada, as sementes

de algodao constituiam um refuge que interessava o a,.ricultor

apenas na media de se livrar dallas o mais ftcilmente possivel.

Jogava-as nos riosj amontoava-as e quetmava-as. Aos Dinmarquezes

foram dados &OJ4OJ carregamentos de grandes navios, de sementes

de algodio. Adoptava-se qualquer method para dispor-se dallas.

Hoje em dia esta muito mudado, pois as sementes de algodlo produ-

zidas por urn hectare valem tanto quanto a fibra. produzida por usa

area igual. Aproveita-se o oleo de modos os mais diversos, at&

mesmo para alimentaqgo humana. Antigamente emprsgava-se a torta

como adubo, tend actualmente grande valor con a sue applicaggo

h alimentaggo animal e humana. As cascas des sementes sgo provei-

tadas como forragem para o gado.

A histoaria se repeate. E temos a repetigio desse fato da

historic do algodao, ha historic do ca~g, pols a palha desta, e

outro refugo des usinas, ter grande valor vomo fertilizante e vea

sendo empregada em larga escala pelos agricultores de Minas.





V
-3p
icontra-se a difficuldade em fazer aplicago da palha

aos campos,tal como sahe das usinas, pois e tgo leve que quando

distribuida sobre a superficie da terra, os ventos e as chuvas a

levam facilm!nte, deposltando-a frequentemaite' onde n'o tern itt 1-

dade. Na sup-rficie da terrs, &dada a sua lenta aecomposig to os

seus effeitos s'o tao =emorados, que paSsam quasi despercebidos.

Quando a palha de cafi b espalhada no campo, e immeiatamente

incorpoeada terra por meio dum eredo, os ef'eitos sergo os nos-

mos que se obtbm comn a applicago da palha depois de curtlida. 0

fim. da PsT-rumeira a;enas concentrar o volume dc: material, modifi*

Scando a sua forMa, de pmodo que pode ser .proveitada immediatamente

pelas plants.



A FSTRUMBIRA

Como dissemos acima, o fire da estrumeira b converter

os datrltos orgaicos da fazenda, como palha de cafb e outra material

o-gtnni, p; ra urn forma de facil aproveitam nto pelas plantas,

facilitt&jdo ao mesmao tempo a sua aplicacgo pela reducqo do volume.

Tomamos mnedidas rigorosas de uma das primeiras estrumexras faitas

na L'co.la (oito annos passados), e verificamos que no fmi de doze

semanas a palha de cafe ficou reduzida a sete oitavos do seu volume.

Isto r, oito carrogadas de palha que vieram de.a usina ficaram cor.

o volume reduzido do urna. QUando o volume estb reduzido a Inais ou

menos uma sexta parte do seu tamanho inicial, como aconteceu no

monte da photographia que acompanha este artigo, JA esth o adubo

em eacellentes condicgSes para ser utillzado na lavoura.
9
APEN&S DUAS CONDI';OES NLC6SSARIAp

Ngo e difficil conseguir que a estrumeira funccione

de modo s-.tisfatorio, desde que se providanciem as seguintes con-

dit(,5es physicas: *). abundancia de agua, b). sufficiendia de ar

(oxygenio). Quando for insufficient a regs do monte, haver&

fermentag-o a secco, desmanchando-se .a material organic e permit,-

tindo que o alimento de maior valor para as plants se





-4-

em form de gaz. Qui-do o monte 6 conservado encharcado, reduzindo-

se o forneclmento de oxyganlo abaixo. do necassarlo ura parte da.

materia oogaznica sera tr&nsforrmada em nitritos, prejudiclaes as

plants. yuando a humidade do monte sufficient e ha sufficien-

cia de ar, formam-se nitratos, 'que s&o alimentos assimilados pelas

plantas. DuraLnte a fcrmenxitao, a cellulosa se'decompoe, formaido

humus, que incorporado ao solo, funcciona como urma esponja, absor-

vendo a hLumidade, evitanao deste mod3 que os alimentos soluveis

das'plantas, zejam lavados pelas.aguas. '

Quando & impe:'feita a ferment:93o encontram-se massas

seccas, esbraniui.idas, de diversos tama ihos. Estas demonstrate

ter havido fermeintagao sem bastante agua, corn rT-.siitante formagco

de adubo inferior.

Da discussao tcchnica acima, se .-erceberF immediatamente

a razao porque o uso da palha de cafb curtida nen sempre d& os

resultados que s. asperam. Comn L_ fnrmenta@Po na ausencia de bas-

tante agua, o nitrogenio evapora-se, ficando apenas a celulosa

que nao cop.-titue alimento para s plantas.


CENCO PASSOS PARA 0 EXITO

A c.-)nstricg'5o duma estrumeira que dara excellentes

resulic0dos corn palha de caf6 e relativemente simple, julgamos,

porbm, conrveniarte repetir aqui, muito resumidamente, as seguintee

in St, rucga eas:

1). Escolha-se urn local piano, e bern drenado.

2). Espalha-se urma camada de palha de caf& no chgo, corn a

altura de cincoenta centimetros. Achamos que cinco metros 6 iAa

largura excallente. 0 coimprimento sera conf6rma as conveniencias

do local, bern assim corn o volume da pialha disponivel.

3). A palha deve ser regada fr.rta e coplosamente. Nesse ponto

Sque se d ad maioria do's fracassos. 0 trabalhador inexperience'

Julgar& que us quarto da agua necessaria 6 mais do que sufficientes

deixando muitas manitas totalmente seccas. EDinpossivel appllcar

-se agua demais, a o exetso escoa-se levando apbnas ateria corantfe


1






-5-

e quasi nada de fertilidade. A rega pode ser feita mais eficazmente

corn uma mangubeire munida de bico de chuveiro. Durante a rega, 2

ou 3 trab&-lhacor-s devem .Dizar const'ntemwtaie am elma do monte,

send qua e sts cospressao fecilita a penetraggo mais igual da ague ..

no monte e maior absorpqgo pelas c:scas. Nas manchas seccas est&

9 mzior perigo pois nellas comega a fermentaqgao a sacco, qua depois
se
extendede a urma grande perte da palha, mesmo as /A que tenhan sido

sufficlentemente molhadas, reduzindo muito o seu valor.

4). Esm cima dessa camada ae cascas, espalha-se cutra, tratando
a do mesmo mode, continuando-se a addicionir camadas at6 qua o monte

alcance a altura de dois ou tres metros. Sendo bemrn feito o trabalho

de compresslo, serao necessarias pelo menos f' seia. c-madas para

dar a altura de dois metros.

5). Cobre-se todo o monte corn capim rocenterfaLte cortado,

sendo excellente o gordura. (Ver a photographia). Inicia-se a

cob-rtura do o6 do monte, fezendo-Ee um circulo ne sue base, con

menos de um metro, e dppois colocando-se outro circulo em cima.

dcste, continuando ate qua staja completamsnt- coberto. Esse

"tecto" evita que: a). o sol destrua os organismos uteisl b). as

chuvts laver as parties soluvels (nitratos) qua dever-o servir

pare alimentar as plantasl c). o calor se escape, levando comsigo

a humidade. Ests capim constltue ura especis de cobertor que

impede a said a d agua e do calor necessarios a decomposigio da

palha.

Seguindo cuidadosamente as instruc;oes contidas nos cinco

passes dados acima, produzir-se-& us dos melhores fertilizantesa

bemrn assim como um dos mais economics, que ,;e pode applidar aos

solos de linas. Pessoas pouco cuidadosas aolicarao a agua duna

mangueira ser bico, usando muito mals do qua b necessario, nuaw-

logargJemquanto qua outros permanegas demasiadamente seccos. 0

process de comprimir as camadas h laborioso e is vezes feito

irregularmente. Se ao exaninar o monte durante a primeira ou


.. .. .., .. . .. .:. :.







-6-

segunda sema.i,, vr.ficnr-se qua st& d3. ia "3me-lte secco, pode-se

aplic;.r rn.is -..- C so oe -diclton-r dn-iris, -te .ue algume se

escoe, haverg urn prejuizoinsi.rnific-.nte) pois dnr.-.)ite o primeiro

pei-'o, i de f--;rant&.}ao, contae-. princiP.I'jte m- triea corEnte

e pouco -limento de p.1ant&s. MF.-i t- rde, po:.'m, dools de curti-

do, nr-,nte dve ser cicmoe .'rotejldo contra a lc-vagem, pois

trAmvf perde.-de alimantos de plentas (nitratos).

Sob cgndiq5e! favor'zvels, crntro de doze semanas$ a

.alhi- dec c. f` star& em condioes ser a'.. roveitada. 0 tempo pode

ser muit'o reduzido, fazendo-se aplicsqgo de pequena quantldade de

esterco de curral secce e pulverisade em cire de cr,-dr camsda de

palha nteas da rega, sendo ditribuldo asrim o! germens por toda

nrte. Sm l-s.-4 uv: nmos stereoo d1 .urri'l,,a razo, de mais ou

menos 1/2 kilo por metro quadrado e-no fixm sels smanas a

J)-lha estava em condi'g.s de ser empregada como adubo,

btsde q-jue o monte esteja -)rotejido do sol e das aguas

pluviaes, pose-..... zrd"r o adUbo dur.-ite cnnos, sem haver

cipuciaeao. .

E YC _L rlTE ADUBOS PA }. T.TTIIITAS

Em 192.3 reali.f.aram-se nrsista E-cola um.s oxoperiencias corn

o -mpip--go de f-rtilL^z-ants na .p*,rducw-o deJ-:! &-tinhas. (VeJa a

Revsita Agricola, Comm.rcial,' e Industrial Mineira, Vol. II pag.

39-.7o46) iNstas e:-7p-riencias, I !cihza, -.ngue secco e palha de

Sca.e, demonsotraram o poder, n.o somante ds .ugmentar a quantidade

de bFat-ats comm.rciaes, m. s tambem de diminuir relativamente a

proporgo as b.-tatc-.:smalformadas".


OUTROS R&FUGOS OaGAIiICOS

Podem-se aprovI --.r quasi tcodos s refugos de origen

vegetal que e:;istam nss fazendas, para produc-o de adubos, por

este msfhodo,- todos os ramos podados de arvor-s ou arbustos,

folhas cahidas, hastes de milho, etc.,etc. Do rmesnio modo, toda a

matoria vegetal que se possa obter seran grande trabalho. Os prineip"
plos de prepare dessas estruseiras sao os *es6ws que para o preparo






.7-.

drs de p&.lha d? cv.fb.

Deve?-s evitsr o empr-g;o de serr.&tim Qt madeira nas

est-ci.eir-.s, ?ois consiste quasi s5 dc cellulose, de modo que de-

pois i- curtidt, n~o rtcta ;uasi ..enhum &limento p.:ra as plants.

.E'.-cis econoqico queiacr-ze s. scr-rgem a aproveitar as cinzas,

epOP:-cI,1.3.nt.. .s produzidas -ala qufjma dea maeitras duras, que

constituem um :dubp com rcial bemrn conhacido.

tnimregs mo''tos, ou. residues dills, devem ser rigorosa-

niente excluidos dEs estrumeiras, pois, a). em se decompondo desq.'

pr-ndeem urn cheiro altamenCte desagradcvel; b). algum.s molestias

contegdos?.s aos animaes conforme as autorid.,des mais abalizadas)

e mensmo pFre os homens, nho sEo dcstruidaz pelo process de curtir

os adubos, havendo por isso, possiwilidac-e de espalhal-as quando os

rastos dos eaimaes mortos entram nos adubos.

Os refugos de casas, lavage deas cosinhas, e especial-

mente das latrinas, devam ser rigora*eiente ey.vitades nas estru-

meiras5 pois os organismos que causam algumas molestias intestlnaes

dos hlmens podem ser disseminados por esse meio. Sabemos tambew

que os ovos do verme que casa a ankylostomia nos homes pode

passar pelo aparelho digesttvo dos porcos ou aves sem motrer.


ESTRUMEIaRA ARTIFICIAL

Muitas construcg5es de typoS divyrsos1 tem sido experi-

mentadas na Amrnrica do Norte a no -rasil. Seu fi;i de fermentar a

materia organica'e conserv&r o estrume. Quasi todas sao perfeitas

quanto aos seus principios, havendn geralmente dois defeitos seriom;

a)t Mais de metado das que temos visto estavam sendo empregadas

para outro fim ou estavam vasias, demonstrando assim n9o serean

pr.zticasj b). foram inteiramente inadequadas &s necessidades das

propriedades nas quaes se encontravam. Ne kuropa indubitEvelmente

sao estas construcg-es praticas, pois sao designadas principalments

para a conservago. do estrume. EBm Minas ngo ha necessidade de








estabular os animaes contra o tempo frio, nem e costume recolher

grand cu.nticadSs de forrcigem paSra o inverno, conforme se fez

n. Europa., de modo que nunca ha grande. accumulo de estrume.

Em Minas-Gerais E-:contram-se milhares Le hectf-res de

terrenos d;soccupados emquanto que.na huropa c..da metro de terreno

arf.vel t-rv alto valor pela sua p.roducco. So .6rasil.apro
eam escala extenzlva emquanto que na 'uropa f intensiva a as proprle-

dadc.s egricolas r-l w-tivimente peque*Liis. As e-t.rumelras sob a"s pianos

Auaropeos so demnasladamennte pequenas. para sE_,-em -r; ticas entire n6s.

O tr.--oalhadores europeos duranite centenas de nnos tiveram instrua-

ao rea t.ive a conservagc-o d-. matefra ,orci-nlca. Tamoem na 16uropa,

,provei-am-oe as estruameirame princQi1pa,.031tM -p, I r- o stereo que

j soffreu cpn-cr;i.' ^o pl process di._t~o do animal.

Mi-iasy.fi t Ala or;aaica que mais aprov-itevsl j. ra as estrumeiras,

como a pal:,.' .e c'-ft, tern i,-ifo 9olume0 .

Para uma e et;ueie-a satisfator-ia, "scsitamos apenas

, abundancia de -gKia e umn "tecto".. '- .S.A,, ca.il gbrdura vae

constituir o '"tecto". Dapois dd aiunzis mnlzas elle torna-se adubo,

oaga-no a3sim o custo dJ recolhel-o, pr ndo gratuiitamente o

ss:viQO >de co'o _;rtura.

Alguns dos agrioultor.3s em Jlinas, qurI., sgo mais adianrtados,

i'-.-ro v--i-tagens em constrijir telhauos exttnsos p;-,'-a as estrumeiras,

este.hel.cendo assim um dac, m..i e.'iici-dfites fabrics d!-, fertili-

;:ciLes que e conhlicida.







ESTABULO-ESTRUMEIRA PARS MUARiES

Numa das propriedades assucareiras mais adiantadas que temos

encontrado, os bois tern sido inteiramente substituidos pelos mueres

para os tr-bialhos de 5-rag-o e cultivo. E'relativemente simple e

muito economic construirem-se estabulos pEra proteger oS animaes do

tempo e quv eoncomittantemente serve de estrumeira, conservando o

estrume e convertendo materia organic em optimo fertilizante. 0 as-

tabulo- estrumeira na Usina Esther, num estado visinho, constitute

excellent model. .Os astabulos sao mutito simples, munidos cada us

de mangedoura e baia, cobertos com uB tecto samples. Sgo dispostos
em forms de quadrangulo, cabendo sob cada telhada, cincoenta muaresj
havendo vinte cinco logares em cada lado. 0 centro do quadrangulo b

constituido por ut terreiro, no qual encontram-se os bebedouros a

onde os animals podem fazer exercicloi
Nos estabulos, as balas e mangedouras para forragem estgo

no centro, nao havendo cancellas ou tranca alguma para prender os

animals que tuumbem nao sqo amarados. Que excellent arranjg I Depois

do trabalho do dia, os muarss sFo sol.tos no curral, podem beber a

vontade e dapois escolh&r um estabulo, onde encontram fertura de

alimento Ja prompto.
Durante o dia, os muares trabalham ou estgo no pasto, 0

durante est: tempo, os empregados fazem limepza rigorosa das baias

e mangedouras quae dspois sao chelas corn farta ragao para cada animal,

a em seguida colloca-se urma camada bastante espessa de palha em cada

estabulo, para servir de cama. Notara que nao faz part do programma
diario a limpeza dos estabulos ou recolhimento do estrume. Este flea

no estabulo, sendo coberto cada dia corn boa camada de palha. Isto &

correct do ponto ae vista de hygiene, bern assim como de economic. A
forragem varia conform o que for mais facll de se obter em cada &poca

do anno, sendo os principles o capim gordura e pontas de canna durante

a epoca de moagem.







-2-

Na occasilo de adubar os campos, o 2strume t retlrado dos

estabulo s e potr meio 'de estr;dr c.e ferro L vapor, transporta4o prsra

seu Csstino. Logo depois cA' espalhado na terra, interrado por meio

dum arado, cons!rvando assim o maximo do seu valor fertilizante.

Os muares na Usina Esther recebem c "a di.a alguma alimenta-

go de grfo, tendo por isso o fertilizante produzido do estrume bas-

tante mais valor como adubo, do.que quando os animals recebc-m apenas

forragam.






COURRAL-ESTRUMEIRA
Os bois constituem e contingArlo a constltuir durante bas-

tante tempo 44 ainda, o nosso xeio principal para puxar carrots

pezados nas fazendas, como no transport da cann, de cssucar, Todo
agricultor sabe que o estrume do boi constitute e:--.cellente adubo, havendo
porbm, difficuldade e obtek-o por meio conveniante e efficient, ea
quantidade sufficient para tornar proveitosa a sua aplicag"o. Parece-
nos cue na Usina Esther emprega um method que pode ser adaptado por
.muitas proprifdades agricolas mineiras. 0 Dr. Lafayette Alvaro nos
disse que corn o curral-estrumeira, na photographic, produzem aproxi-
madamente mil metros cubicos de excellent adubo todos os annos.
Este curral-esterqueira 6 de format circular, corn trinta
e tires metros d3 diametro, tendo et redor uma cerca orte, corn por-
telras convene _ntemente collocadas, de modo a facilitar a entrada *
sahida dos bois e vohiculos. Acomodam-se neste curral, corn toda folga,
cem.cabegas de bois.
Funccionamento do Curral-Estrumelira.
Menores \stabelecimentos, que tem, por e:.emplo, dez bois,

podem aproveitar igualmente o principio do curral-estrumeira, devundo
lembrar apenas que o curral deve ter format circular e proporcionar
a cada boi o espago de mats ou menos dez metros quadrados.
Na Usina Esther, empregam-se como forragem, os pontos da
canna de assucar e o capim gordura. Quando a usina funcciona, 6 facil
conseguir fartura de forragem. Depots de acabada a moagem, e ante.s do
captm gordura desenvolver-se bemrn, tome-se mats difficil.
Durante o dia, quando o gado est& no servigo ou no pasto,
trabalhadores cortam forragem que b transportada ao curral, a espalha-
da mais ou menos igualmente sobre a superficle, numa camada (quando
de gordura), de mais ou menos cincoenta centimetros,
Na hora de larger o servigo, os bols do past, bern assim os
do servigo, slo posts no curral, onde permanecem durante a noite.
Havendo sempre fartura de comida, nio ha competigao pelo alimento, e os

bOis conmem a descangan tio confortavelmente como no pasta. Antes da
sahida pela manhf, os animaes comprimiram a camada fresca de forragem,

i apenas alguns centimetros. Durante o deowrer dun anno, havero a


a






-. i *?


(CURRAL-ESTRUMEIRA) -2-

producgo de mais ou menos um metro de adubo-, conform a quantidade

ca forrngem forn-?cida.

A agua que serS absorvlda pel& estrume caUsar6 muita
*

admirag!o. 0 Dr. Alvaro nos disse que nro ha jscoamento, mesmo

corn as chuvas miais torrenciaes.

0 principal do curral-estrumeira tern sido utilizado durante

muits-. gera-5es pelos agricultores francezas, havendo a differenga

qua o agricultor brasileiro emprega o minimo de trabalho bragal,

aproveitando-se das machlnas agricolas mocamrnas, emquanto que o

francez corta n forragem a mwo e leva-a no hombro, aos animaes no

estabulo. khcontramos este costume laborioso entire alguns immigrantes

no Brasil, mesmo depois de estarem aqui muitos annos.

Temos -:- :!.m: Agricultor t.ncez p- U indijuEtrio-

sid:sde e paciencia. Pode e tern podido produzir assucar da beterraba

em competigao corn a Ctba, Java e outros paizes troplcaes que produzem

a canna de assucar. Muitas geragqes delles crearam para seu paiz

.um system agrlcola dos mais estaveis do mundo. A subida rapida da

Franga depois da sua derrota em 1873, tern constituida urma maravilha

para todo o mundo.


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Coffee Hulls


is saic that An -vrance a farmers credit at the dank varies

*
according to the size of h-is manure pAle. The Frgnch- farmers are


known to be the most rgae and trench agricuitura i4a world


renouned for its solid foundation. their land was producing crops


ueiore Columbus discovered America. Their farms continue to be


more productive than. ever before. Iiinas has a soil intrinsically


more proauctiVe than the French soil out it faLis -to %ive the


yield either counted per hectare or per days humaq labor expended.


The principal reason for this is the la* of organic matter.


The cotton farmer of 'orth america during the early
0

three quarters of the 19th century cut the virgin forests, burned
*

the trees and planted cotton as long as the lana would produce this


crop, then he would cut another forest and plant cotton there.


Under this. ruinous system the soil mamma became exhausted and
ram


the cotton farmer became poorer. before t rO e eam t i-


tute4 sy eas, the most benificent and productive portion of the


u. o. of i. A. laecame a scandal ini the pyes of the world. The con-


stant burning destroyed the organic patter satiftt the soil lost


itsffe444tty holding capacityTevenhapplications of commercial


tf-.s became useless. The denudation of the forests permitted


the water to run off in torrents, carrying with it the soluable

ALI: i'33
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A-_ t -if rb fl ** .- '. -- : *.^ 'J M ^ S


C -










the rivers and often made great gullies in the hill sides. Univer-


sal education and the application of the science of agriculture


nas ores.tly changed thi's. At the present rate of progress the


southh in another generationwill oe the post productive section


of i1orth America.J

j
Vve, in the Dtat-' of inas, should draw a lesson from their


errors and avoid the evils that befel them. Formerly, not a


generation ago, cotton seed was Ampi despised by them. It was


disposed of in thLe easiest was possible. it was thrown into rivers


it was piled up and- burned; it was given to the Danish who took it


away in gre-it shiploads,- anything to get rid of it. Today the seed


produced by an hectare planted to cotton is as valuable as the


lint. The oil has wide application. It is even used for human food.


h-Le cake -tortgiis made into animal amid a part into human food.


Shas become too valuable to be any longer used as a


fertilizer. The hulls~re Used for stock forage.


The story of the cotton seed has a very close parallel


in the coffee hulls in rrasil and other refuse from the usina de


cafe. The farmers of "inas sea quickly learning that these products,


formerly considered refuse, haVe a very high value as fertilizer.





^1

'Me -3 R54'* *** 1r.**






-0-
p

One difficulty in applyin, refuse from the usinas de/cae

is that the material is very light so that when scattered in a cafe-

zal or other c-ltivated fields, the winds, mmmmmm and rains move it

aoout and i'rae4uently deposits it where it is of no use as a ferti-

lizer. When deposited on the surface of the ground, 4ee resutsd-cay

for so long a time that ttrutrr effect passes unnoticed. If the dry

coffee hulls are scattered over the field and immediately plowed

under the total effect veu-d be equal to the application of the same

coffee hulJ.s after they Laa rotted. i'he estrumeira merely concen-

trates the bulk ana puts 1-yi-Y condition to be quickly available to

the crop.


I'wY



7


THE &bTRUMEILA

The purpose of the estrumeira is to convert the refuse of

the usina de cafe and other organic matter, into a form that is

quickly available as plant food. -Lt is also very tfl in reducing

the bulk of the adubos so that thle labor involved for applying it

is greatly reduced. Careful measurements were taken on one of the

firstrestrumeiras 8 years ago), made at the -scola, and it was

found that at the end of 12 weeks tbe coffee hulls had lost seven-

eights of their bulk. In other words, eight loads of dry coffee

hulls, arriving from the usina, had shrunk to the same bulk as

one load had occupied.


F :f.









To make an estrumeira function properly two physical


conditions only are necessary, a). a sufficient supply of moist

and b). a. sufficient supply of air (oxygen). If too little water


is supplied it mmmamm dry fermentation will take place,

disintegrating the organic matter and allowing valuable plant fooc

to escape iqie form of gas. If the pile iS ke4 water soaked to.

t.ae exclusion of air, some of the organic matter is changed into

nitrite which is poisonous to plants. If the' right amount of wat(

is used and .air allowed tp penetrate the pile, plant food (niitrat<

is formed. During fermentation the ceAlular matter .cellulose, etc

is disinte rated and the mass becomes humus. When incorporated wil

the soil this humus ,acts like a sponge, absprbing moisture and tht

prevent4oluable peant food fum being leached out. ...

SIf fermentation has been imperfect, one encounters dry,

grey masses of varying dimensions. This indicates. that dry fermez

... station has taken place,. resulting in an inferior quality of adubo.




4_ '' --------------------------


/ AH6l 2 ?La4t44d'} JV f'__




-#y------









The laying down of -a good estrumeira with coffee hulls

is a very simple matter, so simple indeed that it is quite superflu-

ous to many of our readers to ennumerate them.
N
1). Choose a level place that is so well drained that the

%.ater never collects on it ..


2). Spread the coffeh-huil.s ,n the ground to a depth of

5u cms. We Nave found five meters a very convenient bredth. The


length should conform to the location and the amotn of hulls to

be converted.

3). Completely wet ths slayer of coffee hulls. This is

where most failaces-are made., he ine3xppenced laborer will not

apply one-forth enough water. He will leave many parts totally dry.

If more water is applied than is necessary no harm is done, the


Ssupplus water will run off. But if areas are left with too little

Water or none at all, dry fermentation will set in and spread. The





-6- 6


the work has oeen well done it vill require about six layers;


that is a compression,$$0 due to soaking and tramping of about


one third.

5). Cover the entire-mound with freshly cut grass,


gordura is exceiJA (See photograph). Begin at the bottom of the


mound and place a circle less than a meter high, place on this a


second circle of grass, uontinu- until the top has been covered.


This "roof" prevents a). The sun from destroyingthe useful microbes;


b). I-t-jeveR ts 1?Aains from was-iing out soluble plant food (nitrates).


c). It forms a "blanket" to confine the heat produced in fermenta-


tion during the first weeks. The heat rising through the palha


carries with it much moisture.

,..
\^y------'---- th.-es five Btcpa cle'd,-iy in m-ind Line nood hace ao


Ia. nn s persons are likely


to fall into the error o 7h water from an open hose


and so apply too much water in one place and not enough to other


p&aa, occasioning dry fermentation and the loss of plant food.


Carrying water is too laborious and costly to prove economical for


a real farm estrumeira. Tramping the layers is hard work and
/

likely to b-e-irregularly done. This too is likely to result in


considerable dry fermLtation. Considerable dark liquid is likely


to run off during the first few days. No matter. This dark color-


S ing mamitihmm indicates the presence.of tannins t liuid has
.- r e o p o t ._n .nS .: '.t i... liqud-- -h.a .-..- .oi:
-- ,.'"..', :." ;:,o%! .'.'..... ...i...< ;.:. ,. ,.,'. -,7, k,,




6
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-7-

after fermentation will c-rry away much plant food nitratee.


Under favorable conditions it will take about twelve weeks


for coffee hulls to oe well-rotted. This time forL fermenLtLi-, can


be grea-tly reduced by applying stable manure on top of each layer


of coffee hulls. Ih di 1924 we used dried, pulverized curral


manu~re at the rate of about 1/, kilo per square meter, and in


-ix weeks time the coffee hulls were well rotted.


USEFUL FOR BATATINHAS


In 1923 the "scola conducted fertilizer experiments


on irish potatoes (See iievista Agr'l, Industrial e Commeraio, Vol


II, page 239-246). These experiments indicated that "cinza fresca,


sangue secco e casca de cafe manifestaram o poder, nio somente
I

de augmentar a quantidade de batatas commerciaes, mas tambem de


diminuir relativamente a proporgao das batatas malformadas."


OTHER ORGANIC MATTER
I

Almost all vegetable matter that occurs on the farm may


be employed in an estruimeira. All small branches, pruned from trees,


twigs from bushes, leaves, conustalks, etc., etc., In fact, almost

V
any vegetable matter' than can be obtained without the expenditure


of t much labor. The principles for preparing,such an estrumeira

*
are the same as for the palha de cafe.


Saw dust should be avoided. It is so nearly pure cellu-


Slose that after rotting almost nh plant food (nitra.e). remains. It
.: I .
-.. t '" *." ". ,.' .' .**'*' .

.. i ...smore economical, to incinerate ita .and the' eash*.H.Hrd.W.e.
O n" --.1'.":,
L j~ '.. .- .. .. i," ., ,' ', .;"'. '. ,: ''" :L : '.-: ,'..'',,, ," :.,.: .",," :" ... ",. .


W.'S












ashes is a staple rl ( n .... ..

their
ead animals, or ibli remains, should be avoided in an


estrumeira uecause,- a) ThiJ liberate a very disagreeable odor during
*

fermentation. b). bome diseases contagious to animals (according to the


highest authorities ) and even to man, are not destroyed by this fermen-


tation.

Ri^
Refuse y=s"dwellings, especially from toilets, should be


rigidly avoided. Organisms-which cause intestinal dimammsw and other


diseases are likely to be present and be dissemir*,ted. The. eggs of the

anklylostomia
worm tnat causes aaiklestemia have beai observed to pass thru tneliges-


tive system of nogs and poultry and be capable of hatching.


ARTIFICIAL ESTRUMEIRA


Many buildings of different types,-to serve as estrumeirasm


have been constructed both in Jorth America and in -1rasil. Their purposes
a

were to 4 ferment organic matter and to conserve estrumt. Nearly all of


them are perfect in principle but have two serious defects:-- a). More ?


than half of them are being madmiifl used for other purposes or are standing


idle. b). Their capacity is entirely too limited to be applicable to


farm conditions in '"inas. In Europe they are doubtless. practical as they


are used primarily for saving estrum. On the farms in Linas it is not


necessary to stable animals against cold nor is it customary to collect


Large quantities of forage for the winter months as in Europe, so we
-- .- --- .
**... .. .. : .. .





N. -

never have any large accumulation o estnume. -


Minas has thousands of hectares desoccupados while in

pu roses
iurope ev-ry meter oland is prized for productive pUESpees, hence the


incapacity of the -uropean type. Our laborers hatVe been taught in bther


lines while European laborers have oeen instructed in conserving


organic matter for hundreds of years. In burope the material to be


conserved, estrume, has been highly concentrated in the process of


digestion. In Minas the organic matter, palha, etc, is in tje crude


state.. All we need is pmm plenty of water and a roof. At the W.S.A.V


the roof is made of gordura which itself is a few months becomes adubo,


paying for its cost as adubo while its service as a roof is gratis.


Some of the farmers cf'inas who are conducting the most


advanced agriculture will find it economically advisable to construct


an extensive roof for fermenting organic matter. Thereby establishing


the most profitable fertilizer factory known.









ElbTRU i.IRA FOR MULL.S

un tlie most advanced s ugar cane farms the mules have


completely replaced the oxen as animals for plowing and cultivating.


In such cases it is a simple matter to construct shelters for them,


that at the same time conserve the estrume and shelter the animals.


At Usina '-'sther, in a nieghboring state, occurs a fine example. The


sheds are arranged in the form of a quadrangle. Each- shed has the


capacity of 5% mules. In the center of the quadrangle is a compound,


V;ith an abundance of fresh water and where the animals may exercise.


The stalls are arranged with the feed though and forage manger in


the middle. Each side has 25 stalls. There are no gates or bars to


confine the animals and no arrangement for tying the' animals into the


stalls. A splendid arrangement! After the day's work the mules are


turned loose and theu go for a drink and afterwards choose a stall
#
where they find a full meal already laid our for them.


During the day while the miles are either at work or


in the pasture, an attendant cleans our the troughs and mangers.


Later he supplies the proper amount of feed and forage for he.ach


stall; then he supplies the deep lawyer of bedding to each stall, and


they are ready_for the animals. It will be noticed that removal of

/
the manure is not on the daily program. 'It is left in the stall and


covered every dayS this is hygenically sound and economically cor-
.;>.

rect. The forage varies according to the period of the year, but "



*. -. -
V ...:... .., 4, ..:,:...:..xA..P: t?,i'N 4,~aa A a..- :.-






-2-


F are the main reliance.


when the fields, are ready to Ue fertilized, the manure


is-removed from the stalls and by steam railway delivered ti the


properlocation.'#mediately after being spread on the field it is


plowed under, thus conserving its fertilizing wualities to the


fullest extent.


These mules being fed on oart ration of grain, the manure


produced is much richer than that produced by 'animals fed on a


forage ration only.




















/
























N ..



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NEW hKW -
Unhat'- rrh dbv.iv, ,-ib


2he oxen is and will continue to 6e, our chief reliance for


moving heavy uurdeLns, such as sugar cane. very farmer knows that the cur-


ral produces a splendid fertilizer. The great difficulty has been that


te have no convenient was of securing in sufficient quantity to make its


application profitable- It seems to us that the Usina Esther employs a


methdd that is aplicable in linas. Dr. Lafayette Alvaro told us- that they


produced about a thousand cubic meters of esterco de curral per annum.


This curral-estrumeira (see the photograph), is circular in outline,


thirty three meters in diameter. It is surrounded by a strong fence with


sates so loc ated that unt'ance and exit by oxen and vehicles ca. be


effected easily and economically. A were told tha this curral easily


accomodated one hundred head of oxen.mmjmmdmTmmW


Functioning bWthd Estrumetva.


The principle is euqally adapted to those enterprises that have


only ten head of oxen. All that needs to be taken into consideration is


that far :ach ox thRe should be approximately ten square meters of space


and that the enclosure should be circular.


ThO organic material employed was capim gordura and the tops of


sugar cane folha dura) During the time when the uscina is running


the gathering of the forage is quite inexpensive. After that and be-


fore the gordura has grown tall, the collecting of sufficient forage is
4C
S. ~ more difficult- ." .


S. During the day the oxen are at work, or in. the palitur. and <
..% o . .. "* ;' ".;' '" ".,......."..."










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s~at this time men are hauling forage to the cuir.'l ano dumping it, so CS


to m,:e an even layer over the entire surface. this layer v.hen composed
*
of gfor.:iura is about fifty centimeters deep.


At "quitting time" trie oxen from the pasture and those that


have been working are herded into the curral ,her they remain, for the


niIht. As many times more forage .as been provided than the oxen can-


consume, there is no compet&tiidn fhr food but all feed as peaceably as


in a pasture, by vworktime in the m ringn, the movement of the animals


.will h,.ve compressed the layer of ,-ordura to oniy a few centimeters


thickness. 'n the course of a year the layer of manure will approximate


a meter in thickness, depending on the amount, of forage supplied.


The amount of water such a layer of manure ,ill absorb is quite


astonishing. Dr. Layayette Alvaro told us that even during the heaviest


rains no v.water ran off from the curral.


The principle involved here is the same as has been employed


by .0'rench farmers 'for generations. The ereat difference iles in that


thie -rasilian farmer uses a minimum of human labor and modern appli -


ances. The French farmer cuts the fora-ge with a cycle and carries it


on his shoulders to the animals in a stable. Some of the Muropean immi-


grants continue this practise even ater they have lived for years in
sp
OP
1rasil. out ve have no reason to laugh. The French peasant has -success-


fully produced sugar, from the beet against the sugar cane growing tropic'.!.
of tie world. The generations of industrious French farmers have made >,,
France one of the most economically stable countries of the world.. Her Q,
rapid recovery from her disastrous defeat in 1875 was a marvel to the


world.

-. ...:_w
-,: .. .* ... /. ...... -




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