Fertilizantes de Fazenda: Sua Produccao e Utilizacao, P. H. Rolfs. 1929

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Fertilizantes de Fazenda: Sua Produccao e Utilizacao, P. H. Rolfs. 1929
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Agricultural extension work -- Florida.
Agriculture -- Florida -- Experimentation.
Agriculture -- Study and teaching -- Brazil -- Minas Gerais.
Agriculture -- Study and teaching -- Florida.
Citrus fruit industry -- Brazil.
Leprosy -- Research -- Brazil.
Minas Gerais (Brazil) -- Rural conditions.
Escola Superior de Agricultura e Veterinaria do Estado de Minas Gerais.
Florida Cooperative Extension Service.
University of Florida. Agricultural Experiment Station.
University of Florida. Herbarium.

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-~F~r;~ F-'r' .~-i-.~


1 i


FERTILIUIiATES DE FAZE-DA

Sua a e utilizagao

Por

F. H. Rolfs, Consultor Technico de Agricultura.


Depois de ter sido feita a distribuicao do iri':eiro Boletim

de Imprensa sobre "Palha de Cafe como aAdubo" (Dezerj-bro de 1926)

pela Escola Superior de Acricultura e Veterinaria do Estado de

RMinas, termos recebido, sobre o assuinpto, muitas carts de

agricultores interessados em nelhorar suas lavouras, por meio

da utilisagao da t,,ateria organic, geralm ente considerada como

refugo, convertida em fertilizante excellent.

D amos abaixo instr ucoes r.ara tres marieiras de o.roduzir

adubos nas fazendas, certos de que terao utilidades para os
-Srs. lavradores. Theoricamente nenbuma das tres maneiras d fse

proceder 6 perfeita, porem, praticamente ellas dao resultados

altamente satisfactorios, conforme attestam as experiencias de

muitos annos, sempre corn resultados bons.


S- Principios basics para construccao da esterqueira.


Para converter a jiateria organic era fertilizantes, sao

: ndispensaveis duas condigoes physicas-para que se tenha.bom

resultado. m i-primeiro logar, a material deve ser sufficiente-

S mente molhada para que apodreta com facilidade. Ficando dema-

i- adamnente secca, haverA formagKo de fungo ou mofo e grande'.

I,-. ptre do.-nitrogenio, a material de maior valor, escaparA para o
.ii'--. ..ar' emaoa de gaz. Geralmente 6 difficil corrigir .esta

.:g-. *':;-. ,b..aoo poise 0 aiofo., produs uena camada inais ou menos, impermeavel i.

i ai..a^.-:.... camiada..esta eque- deverd e-r to ,inente disfeita, para
.p. .tir quep todo -o monte fiquie bet Aithado. Evitsar oFtorta.i .
,.,: ,.. :o i

". -. ",. -,'
"M m" "2N'.J ::''. : 'r : ..." "" ,: ,.:J,' .w "!:


S fl -. -,WS





2




emprego da agua em abundancia na sua forrmacao, A de grande

importancia.

Em segundo logar 6 necessario marterAWu e,,uilibrio de

huidadeyevitaac que o monte flque exposto As chuvas torrenciaes

ou aos raios solares. Sendo necessario, poder-se-d cobrir a

estrumeira cojn folhas de paL reira, barbds vordes ou at6 como

fazemos aqui na Escola, cobrlndo os lados e a parte superior

do monte cor capim de rrodo a perrittir que a aLu.a da chuva

escoe sem se infilltrar. '.uando os montes ndo sao -.rotegidos

Scontra a actao das chuvas, perdc'n-se muitas substancias chimicas

soluveis, reduzindo de muito o valor do fertilizante,e quando

ao contrario, se deixa o nonte reseccar, a fermentaqao fica

paralizada e os germiens beneficos bastante prejudicados.


Estabulos de muares co;,o estrumeira.


SA inclusa photogaraphia mostra-nos um estabulo para 200

muares pertencente A Uzina Esther. Os animals ficeam nos esta-

bulos durante a note, recebendo milho e una forragem verde

convenient, de accord com a dpoca do anno, send que durante
a safra de canna, usam a olhadura e em outras occasioes o capim

gordura. Do lado opposto ao estabulo conforrne se ve na photo-

Sgraphia, os trilhos do caminho de ferro particular da fazenda

-. ; entraim noo urral e'por esse reio todo o aduboe transportado para

O: campos e depois distribuido aos canteiros por meio de carrots.

Os telheiros servem para jroteger os animals e o proprio

S estrumne, das chuvas; no centro do curral ficam collocados os

-. betbdouroa de cimento, restando espago sufficient nos dois

:, ;lados adeo abrigoa para deixar passar o vagao que recolhe o adubg

t,:.' i: t~ransporta para 0oe carros-do caminho de ferro., Os alimentos. "
.. .. .-j. ;-;,

,' of3e~.c:adoamatl bai.ln .dufant sa-horas de servito e antes

i .da de. auniaes~ .mna. vez findQo oa trabalhos do di

.. .. .. .... ....... ......... ... .
1 Y; ir i- 4.t.-






.. .



0 estrime 4 reimovido do- curral somente quando em quantidade

sufficiente que justifique os trabalh.e de remoqao. Enpregande-. .

muita fornagem ou palha no cho. evita-se a perda de urina...

..A estrumejira devia set collodada numa elevagao do terreno e

m Inulito bemI drenado, pana que dufante as chuvas fosse minima

Sa formagao. de lama..

".. 0 abrigo na photo.raphia pre. enche perfeitamnente os dois

fine em vista; prot ege-os -animaes de trabalho e ao mesmo tempo

constitute verdadeira fabricc" do m6lhor e mais economic fer-

tilizante que ha.- Eate estabulo-estrunieira constitute o melhor

que tonho visto no B rasil1 pois p d aos ania es a maximo de confort:

e liberdade e ao meamo tempo redua ao 'mnJnilo o trabaiho bragal.;

,.o. ha perigo de estragar-se o estrume pelofs fungos,.osu dry.

: rotting", nem haver perdas pelas aguas das chuvas, Deetro do.. :

t.. rral ha aespaqo suffiaente dpara se cons evat'r.o estrume. atd

;quekaja tempo a opportunidade--para approveital-o no amp

i ,e canna. 4 .

Curr-E strimei a..


N. fa tentda da UiflaEa. there. mprega tambemfinetiodoB muito
o',. .tlis e traba...p Tosa sabem que i ha nte eitUiaa- .



,M"K t., 7- qun t p !0hd o- lr" ,.st ra a bovinos p. r g.fA-olaenteu
;,." v,, ;44. 4- .
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dispondo cada.ananal deo mai ou menos, oito e meio metros .
quadrados de superficie.-

0 local do curral-"estrumeira 4 muito bem drenado natural-

Smente, e ainda protejido contra innundag5es por umn vallo f6ra

r'- -.'.i
Sdo eurral. Durante v dia quando o gado estd noo. past ou:

entao trabalhando uM. ou ma is ernpregados :trazem' para o curral,
.i forragem em quantidade 'dua-s.ou tree vezes r raor do quiie a neces- .,

:- -... earia para o gado comer, espalhando-a sobte today a area e

especialmente no centro, de modo. quue a palha que noa for consu-- ,- .-
: mida pelos animaes durante a noite, a41n de servir de cama

para b gado, servirg depois para absorver todos os liquidss,
0: Dr, Lafayette Alvaro disse-me que mesmo durante as chuvas..

M. .: : ais fortes, ,nao ha escoawento da estrumeira., occasionanido
-S'. L. : .* 0. -- ,
3:' perdas de fertiinxante., E' Ecla.w que:umai camada de miateria '

rganica pinpaent pncpa nte pala ou feano. con 'als oua enlosi moeo ;
: metri o de 'espssura -e cuaprimida. doilo pi sar canstanto ds anrimaesa,

-:.abs6.rver& ainde. q"ua tidaie ag

,..- .-. ate aw rala .strume.r. pro4us -maS n.. eno# ., i metro-. 0... $.

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re six qcurtqur aiiga Ya }Dosi*] eei e if sieel utdi-
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.L. l.".' ,, L ; 7 .. .. ., .
........









Preparada a primeira camada, espalha-se sobre esta, outra

corn a mesma espeasura, tendo-se o cuidado de regal-a e pisal-a .

como dantes; continua-se superpondo camadas at4 que o nonte
S attinja uma altura de um metro e meio a dois metros; a ultima

camada deve ser multo'bem molhada. Sendo possivel obter-se

': ;esterco animal, 6 de grande vantagem espalhar uma pequena camada .

;deste por elma de cada camada de palha de caf6. Ao molhar a

palha, escorre um liquid escuro que tern pouco valor como fer-'

tilizante, pois contem apenas, grande quanrtidade de material

.corante, Concluido o monte, 4 necessario cobril-o com capim,
Spar protegel-o das chuvas torrenciaes e do sol.

No fim de dols ou treat mezes, ter-se-4 um optimo adubo e

quando addiclonado de esterco animal, na nietade desse tempo
ter-se-a melhor product, Pode-se applicar na proporgao de dez

Smetros cubicos por hectare, ou mais para prPduzir melhor effeito,

0 process aciina descripto, produg o fertiiazante organico .

.: "mais conceentrado que 6 possivel numa fazenda, e. na occasion .de

,' usal-o, deve ser espalhado igualmente na superfiie da terra e -
: enterrado pelo cultivador od arado. E' tio concentr-ado que

-ide i:x:;.0. .cm e. i :(ontacto corn as raises das plantas,, 6 muito capas '

-e .es, malra des adubos chimicos. Temos tido aqui:;.-.
i -i,..:.'. :..di eras occast'ea de 1olserver esta queli adura, pr

4.lj: ; .:.i io de.s e,.tliti"antee.-gai. ;',





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applicagao. For isso, muitas vezes, temos de esperar occasiao

opportuna, emibora theoricamente isto seja menos efficient.
Os fertilizantes produzidos na estabulo-estrumeira e

curral-estrumeira sao especialmente bons iara as cultures dos
campos; o de palha de caf6 constitute bori element i:ara a produc-
gao de hortaligas, para porares e cafezaes. Los cafezaes, as
vezes emL.rega-se a palha nova, eimplesmente esLalhaiaa sobre a

superficie do terreno; 4 r elhor assim do que nao applical-a,
porgm sua efficiencia fica reduzida a nenos de 50 ;., pois

grande part de sua fertilidade levada relas chuvas. Outra
.: maneira, urn ijouco melhor 6 de enterrar alguis litros de palha

de caf6 jara cada cafeeiro e do lado mais alto do terreno; tem
o incoveniente de concentrar muito fertilizante em um unico -

: logar, Corn um pouc~-mais de trabalho, misturar-se-'bem a- -

palha corn a terra tirada do buraco enchendo-o de novo com a

'- mistura. Process ainda melhor 6 o de espalhar a palha em
Sredor do cafeeiro e enti.o mistural-a bem cor a-terra da super-
ficie por meio duma enxada, ou para.se obter nelhor serving, por.
Smeio de machine a traciao animal.


"uanto se deve empregar.

Em regra geral, 4 mais economic adubar bem um hectare

do que adubar pouco muitos hectares. Vinte metro cubicos pr
,. hectare constitue applicagao fraca. A applicagao de cincoenta. -
m.-:etros ::: ers cbicos de esterco do curral ou do estabulo per hectare,

:oe.:-S O r. ponsiderada razeaviel para muitas cultural dos campos,....:-,
i :._ -on
-Paret aguemas acuturas especializadaa., ipa localidadee onde-eata-
T., ^ : a. por proceesao maito. adiantadps, emiga-Se a-t :

tosi^ cubriat .oona-os mh nees t8-relu iataaaes. A' pax mdea


r"ro o i.. .. .. ....
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7




por igual na superficie e depois enterrado co,.- o cultivator,

em geral 4 o basLante 1.ara resultados excellentes.



Conclusao



Os tres methods descriptos acima para -.roduc.ao de

fertilizantes nas fazendas, tantLo serve iara a lavoura em

grande escala corao para a pecuena lavoura. Os principios sao

os nesrnos, tanto para u., corno i ar ccntenas de anii.iaes.

Abrigos custosos e cssternas comnplicsdos i.ara .roduccao

de fertilizantes de palh a do cXf6 ou de capia e outro refugo

vegetal, nao sao necessarios ou aconselhaveis, por serem

anti-econoinico em Iinas, deainte das condiqoes actuaes da

agriculture.

iHa falta de trabalhadores peritos, por6rn ha grande fartura

de material organic, que corn ur, pouco mais de trabalho, pode

ser convertida, cono vimos, era fortilizantes optimos.



Traducqao gentilhi-ente
corrigida pelo Prof. Briuo.


















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S.- .. .
<:!a. ..... ...






.. : I- .. .'

Estrumieira-curral para i 1I00 is, na U:ina Esthor.
Va-S a o Superint9nd.ente, ;inr. Lafay:,tto ,l.iv.ro,
(vsstido de oranco), eap3lic:.:ndo o mtio-l o aL pzaru
proddu-,, i-annualmente, -d. m.lls de mil metros difj i/4//
S- cubicos de fartilizantes




Estabule-e.rtrum.iAr-.: moderna p:;:a ;:'0' burroos, p..
Bslna Lsth-r. ?;roda- drnau.amente de mil te dois
mil metros .uciaos de .'c.r tiiz t e.







A :cola Ju'.erior dEi. Agri2ultur.i e Vete-i:in:,-ia ./roduz ftritan
abun.ainia de fe tili;..aints sn qu.K..luO abriia,. ou system
custo48o, io pr'im.ciro &lano v-se-a oa moites de dualha de cafe,
S. cZt'-r Os com '3lha. ,-:ih '. o. protegdr conitra sol, v-mto, e chuva.
lNo c-entrd ve-;e dols montes descobeiftos ';c; mao t;.' rl seu estdo
de curtimentn o Lcoij.leto (roaduzidos a.mai Au uemnos iuma ex.to do
volume. ori ainil). -!oG fLndo montes de ci.-.o, reagsa, e capital,
geralment-a des:.r-.aidos '.n.a fi.ena.s e nque "dopois duo Curtidos,
sao. exc. llea nts -tili' a i t1 cs.


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FSRTILIZATJiaS DR FAZWDA
8Sua APfl & ae utilisagao


,B< IbRolfa, Casmaltor Tecdteo de Agrlcultura.


S. ,,. I r. -. '.'.

P epol de ter sido felta a distribuivi. do.4p iaro Boletl
t presab so be "Paba d didf4 oma Adubo"* (dji.mb de 1926)
^Mi3 Bucola Superior d4 Agrigltur a VetM ia it$stad de
.fla, temos recelbdo, sobre o assuapto, anitqtfilr.tBA de




aefla.t..-..-,."..I
_^,gigrlt;ores iinteresoados a1 melharar suedi layOu^&5/p inO mo
,^:u;limaga da matq.rs organic, ger.a..ente la.ad. carom
._ ..o, 'onwverts a n.. .~.ir ia nt. e... ::~-.s. l,: .. "-
*^'"Zo--06one abasot instirag -piosra trese mianmticfarr
a' maczams, d .'et*i'de que tiai uitfql#rl os
^jt4 adorese. Thorlmimasnte nduoa dase t aisiras eas e
.^.s ider 6 pwfeolta, yo,^ pr.atissatao e fla l rsultadot
et@ ar8tiseftotd4 e6fr6n. attestasa --arfleas ka s

.. O, a.rM.-_io Ztdds b t .. ......
: c r. - '... .. -. tI .* ,,q ,..' ,.
jk-C- p-S l bas lacs para corAtruc:qo da e.t- ..qu." .

Para cowerte a naator organica e.a .e s s:
e"1^|pB8B.ftl.ia Gun0ea iqQ. pas q a .

-tad. ma prtm ilogar, ,a insteriat d etAic atenh ;'
&pwioanda part quo. aporega oag facfiiU wat deam
f1*144lit 4e fuw#. fb.iLm S s t
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.rprego da agua em abundancia va sua foniaagi, t grande

..Jportanca. .
an segunda logar 4 necessarlo zanr-tetoW "UU lo de

.evl que o m- que exposto do cia' torrenciaa
=Los -......e. S oGlaro6. Sa iecessa raLo 'poder-4 br. r a
*otrumeira corn folhai. 4aqsn.ra, bamb.s vqerKq gRatd cora
m aqui na Esacot aiS5i4@os loadno's pr perior
# 'iRto conm capim de mode a. permittir que a agmua, ahava


i ,, .a' tra a ac go das ch aiie wem-nse ruitae ls chimicas
Sluveis, redusino 4ii t valor do fe lit .ea quande
Sgotrario, se delia o monte reseccor, a erentgAo flea





-.' -.. ._.. .. .* #" .'.t i .^ ,.. -, _
p.. ai a eon germens aenficos bastante $prju3ij 4pscp.


Estflnos an emtoraa car estruneire




-....-W -
.- t4,.S

S1 .,S... lusa photogprabA p~ t-nos um -gt t lo para 200
marnro,. pertoncente & Ustna e ter. Os anlgpA~ij am nos esta.
S.e.. d.nrante a nolte, rees.Uqqo mUlo Wn .. i e vede
,s'acn-nte, do accordo com a..poc do awnno- .i4 fte durante
A..ara de carna5 us g aa em out.ran,g sg ;s o caplm







.n m e-r ?

__ g',.ura DDl ad a aio Uea" -oa"
-jor& a. Do .ade opp. o ..sotabulo confonoe Ot IT a photo-
.. trioa .dftB3iSd fero pitiieBifiz faztda
n scurral pora Pow o a-rbto to pared




t. 'f ,as se s st o tel .e deo C,-;

!I'a'.,-e .*'*"-i. .. I.iri -
".'"..., .. ,,., at. a '_.pa._r.a. ..M f ...A,.







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,qww as chuwas; "10 cerp do cun* ics' IAds- n

L ."" ... :"o -:-'iW
l'I..'. *I he aMUiM, pars Guiar passed *o Volape qgut?!SA& 0 adubui .1

a P m on attn Oo clSv on tft"S t4 alfmentt



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3
S.



-1.0
o estrUwe reRaovlt -do curral Bsnente quando e quantidade

euftlciente quo justiflqne os trabalhos de rewolgome .BapregaiLMft

4-gaWitta foragesm ou pals1. ap. chai evita-es a penAvre urina.

A struaetran devila er colleada aan elevagao o t.awgrreno e
'dr"



.,,",aag o ... m..... 1,. .

ig "a phog punch perfeitasaa e i dois
m A A do t. TI.

-j4,LSJ 9fldo en mec m."mu .








q uM spa. nt. i SO CS a
S vit U protgiir n s piiae rd ba3 e os tempo .:







t ..... ...,P ........ _,. .....*..iS.. *^-- ,.- .,.ie-' !.*-
nha "" i; wasaetravatea Wv n danielor e 8 Apico ret





oerde e a* meow sen d aso rnn-i-- a navS trragal.




perlgo do. Yetr"aI e e0t01a3me peal" m-u stary









rating aoient.a .paR do a. ptereo
:.. ..^ .. t .4 = .... .B ...... f ,,,.. _, ,., ...-af <-3:a -.. -- y|,O-,-. {--t.o .-.



..ab -hor. odaS ra q consej MiA.M e atli. -|


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1--" wS i- ---v"A~fi Jrti AtiB a-f a SL TalfC I
l^ ^ fi..i.. f.., .. ... '" '" : '".. J .i. '. -, -' .'
.,. .,ll~tlA-,.-s-











d;-speano cada animal ds, maIa ou maenos oits e .fbMe tros

quaddos doe Quperfajt ie .

,:...\ 0 local do curralj-estrvumir&a < adto bam dr-q t nslatural-

ea..lt,' a da pretei"' 9MUtra limncanes fpD aamSOlo fdra

.0 ciral. Duranke dulia quano gado esttO.aoseto on

mtao travbalhainot uva o-a aim empregcadoe troapea ,^M curral,

aga'm quantidaAe oa$ trees vezea saj. 4.40s a neces-
.- .L.,- ,,
pi'a part o gado comer, s palhando-a sobrp .Ioj 4 t8 8

.no center, idola que t qu a- pal.u .tpror canu- -

ij3^pelos aunamaee durantq a noite, .a3a de swvirif ca3&a d
'.. ,. : .' .,..+., .-.,
^ "^gado, nervi do4i4 jflpa aberver AtQ40 S AiUdoa. -

..' I z'i"ifaette Alvaro dine-me qua memoo ., i.,puvas

~,~-~rt~,,a o mao ha eaceamienst da eastrumaeira, oc.^gg nando
fbrteanic ha
$pd2La aaaa fertilinante. hcair que rnaa sanie^ai&steria

a- p,,r.ncsaicam pprintipalm l1ai ou eone, ea -s 6 meio

.iAeIspea-ur a e ?" ee$= pinr o .pi ansae,
'qug
-e S..,ri"'"e p saw u" ..us qaa..t .. -,on o






.-P"s tiquazlia a d.o4 col Wt.ddstd
'. qu e.' -. sto 0




uato trat_ aidadeZ
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Preparnda a primoira camada9 espa1ba-see sobre esta, outra
qQm a ream eapnaun, tendo-se a cuidato de regal-a e pieal-a
p1 dates contu; -on e-. Seprpod.o camadae t ,~que,. monte

.utam t ua altura 4d m rt e meto a llioa e is zq ,.a ultima

,, do ,. e. ar uite bW M. olhada. Seand puosvya. ter.-ae
F r anmal, 4 a ranae vntagea esspa lhe am, pIoquena camnda
-'.- '
i m or tna Gan aaf de pala. dti asd, aqselnar a
S.liia, eeeorre u llquIto qcuro quo tea pouc alercowo fer-

L .., antlq~, poe contem apc grande quantMade. steria

Sirantc Concluido EatQ., 9 neceasario cobr0i -p0 ,4 capin,
., -rotaegel-o. dab chavas torrenciae e do f ol2, ..

Sti' n de dais on trees mezea, ter-se, urm oQ l adubo e
ad 0addconam de atr animal, na *etWeS4?pa tempo

se4 m bielor rodWt,. Pode-e applicar p g ao de de
.. a cableco por hectare, .ou mal~e pang pr6lus Whor effeito.

Snproeao acitma daesorpto, produ a fe a organic

E '~ -. FB -,:
e: co "ntrado quo posii a ~, -masio doe
ylr daeve oer eap3hMdo pma3ate na BUPakf1f a terra e

d ,,sbitW o pals cultJ& ot arad0 E te concont tao qua
aentect..caM .. udsn,,sr. pdi. twit.. +,,d. ip___ ca"es
mmneA 'a ...... a,,-. C
-, .. a.d aqui




jir ...~ a obr-lm elas
A* .aa su t *'
'. C. **,A-i i,-Ii* -* -- h1'







|P"'- "c4$" fl" jg"l&f' 'aj* .... '- ": :|
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^ I. .1C. ...-. A ..










ire
"4. :,"' **- ..... .-a '. ,-. ^i,.
'..fm

C-.. -.r .- .:, ... ,4 .. ..;.,.4.




6




aFpp4c1,aato pr .sse,mailtas veseal temaos d eCperar occasIlo




-. ',.=1
ppportana exmbara thaprxoamoense ito ae ea imenoe eafggiente
Qa fertilisantes pro tB'Ee-a e espeglalmente bo paig aggara doe

apon)a; o sde pa3a do cfar copozztueu. bor se ii a produc-
ia ade hortalUas, pars pOEiare e cafteaes. m4o. states, as

rl tz3t^pegaq-sa a pthtiuiva,'l l aiumpleaten 'tM'fi ^ aesobre a
s .^Wefate tae rrfe T; A.oTi3r a.m do qu iiR pAca l-a

*- ".sa efficiencit fia rexdsida a noi d* &A. ,pois |
.,, "part.e do ama fi~tMi 4dae levada pei.. .r A aA Outra

w... tpifs um poua ise Z miair ntaerr asZ Z A alha

,,. 1,,.- .+ ril -+ :-+.,+ ,
.tA-&-'ra cada c"4- M fle laCe mis i &aa. o; le*Ao
i Xn o beiente doe -oii ..a.jto fertiliaitei unico
c joa u pow i .taaU, mit iW a*`.S m a

pg1.sM40rm a tesa tir'edm i eecbh d cam a

TX l Pro eeM o as.irairlibr 6 o de a em


Sr mte us an.a j' pare s obtEawvio, p ar
_s .,t. ~ano- a tr j at "' e
..-- +4 .e.a. ,-0 fl W A a -A n- super
r -.- -.. *. 2". .n & fP4L .k ...


*" .i 4rca' ,, 'Q u S,-.-"..r'.t- .''
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aotn uttn s aeatsr '


I-b Po 2*se 2;;*r 't ^ygaw fgdeaw t o sqpoir t



+.+ diiam conhrds waItn "-
L'S-Po. 4A--- .






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A; A
--+.+.. ... 1g.. .
"-' .' -.+..-+ ,,: +-, + = '_
+:,+.. ..:.: pot ... + n -a:
'::. ...:- .





7. -



por gual na superficie a depois enterrado corn o cultivator,
em geral 6 o bastante para resultados excellenten.


oncl us '


Os trees methodos descriptos ae ma pa~a prodc-. de
feitkflizantea nas fameni ,L tanto served paa a lavoira gm
grpme escala como para a pequen lavoura, Opioipo t.io
os mesmos, tanto para urmn, co par centensa o animles.
Abrigos cutomos e systwaee s complipcadd par dco

de fertilizantea de palha de caf ou deo capIm o.= s a refuge
v~ g al, nao &so necessar ia oi aconselhaveio ;. .Aem
.'tie nomico em Minas, &ant. da cond i ~t=A da


Ha telta do trabahadores peritos, pra -*b&O ade fartura
4.i mi taria oranca, que comr u pao u mais a i~h o, pode
4*erii~vertidas ce amimos, en fertiliandte opt e .jrQ



corr~t~Lda polo Prof. Brun..

. ~_.* .



















-. .f c l r .... ,,-;"..




)1 "I I,, ,' 1 'f


' .. r '.' --.* > -
'- .... *Estruaeiera-curral para 10V bois, na Usina sthe'r. .
Ve-se o *Superintendents, Snr. Lafayette Alv.aro, .a
S' (vestldo de bronco), explicando a method para -,
producgSo, annualmente, de mais de mil metros ~%ofZ // '."
cubicos de fertilizantes .'
,:.. ," ;.



*., Estabule-estrumieir- modern para 200 burros, nia
SBsina Esther. Produz annualmente -de mil at dois
mil metros cubicos da fertilizaznte.
.,
.. r t#

.. .. ,.
V,:.. ,. .;: ;

.A Escola Ouiperior de Agricultura e Veterinrria produz. fsnt ..
abundancia de fertilizante sem qualquer abrigo, Qu system
C ustoso. No priaiiro plano ve-se os montes de palha de. cafe ,
.. cobertos com palha para os preteger contra o sol, vato., e chuva.
No centro ve-se dois montes des.cobertos pera mostrar seu estado
I". :de curtimento coplieto .(reduzidos a mals ou. menos um sexto do
'" volume original). i~o fundo mortes do cisco, ramos, e capit, .
geralmente Jdespr eados nas fazendas a que deuois de curtidoS, -.




1!., ., ,, '."


'
"s.excellentes frt.lite ,
'.* .








Y1. .A,
:
... ... .* ..- ,*:/




SV W'. '. ,i





I.- ,
,:" .... 4 .?


rI",. .. ..
4 .. i ,w.-

': ', V -.y 5.."
.. ^ .. .. ,; ". *.. 1 :. -:




l^ ". ,' .



F' ertilizantes de Fazed;7d ..
3 ua Fabrieaa.; e Utiliz.o .



p. H. R.3ls 3 W il ..".s

SDe-cjis de feita a distribuiLi .o do dlietim da a 3,






Sm:.it~ fazz :.; sgri~u -A e int-er'adaos em me h:,r-r a- s su as

lavoyras, 3r" meiv ,Ja utiiz,:,_ dammtwmxt-mmam dmxmJi gg;imm
?dta materia orgSnicagera (ment.e cntsiderada ca refugo, converior d.-


'. em fertilizante exceilente. :.

Damos abaixo, instruc-des )ara trees moil s de-produzir adubos
Snas fazenda s, e-gri-a lt'es que seri uiteis aC s em meh.:'r-- r aP,- ss .s

sanhorEs lavrad o rgais. hegrimmente c :enhlmercdos trefug mo, con perfect .I
.a'sm feraatilicante eeil res s tis actoriaa
a .'' 'oacticamente ei'Qs dao res S aa. -s.tisactriaa

za i s e-i nda a virtue -de terem sidco *ovad'js durante armos,.

sempre com resultados bons
Principios '.asicos para ia~da ia Coristrucc.ao da .
'- V ~ Lsterqueira, .

TPara converter a materia-organica-em fertilizante da (

ominnmikimmsmttdm Zmbmam-fm, eond i-es :hysicks ,:',io"f' ind epesnsaveis.

Sparaons resu-ltados. ,

Em primeira logar a material 1 ise ser sufficientemrent molhada

; para que apodrece... Sendo-demasiadamrnte secce, havers formayio de

fungo, bu Diofo, e muito 4. nitrogenio -, a t i a de mais- alor,

.: 1 ewcaarparpara'o ar na forma de gaz. Beralm.ente -torna-se muito-

tr-abalhoso. corrigir esta condi.e4, is~~ais mmapinmmmmm no mofar
Sprouz-se. uma camada mais ou menos imoie-rmeavel a agua ,'que. deve-&a,-:.


: ier mU to bem disentregada, pars permittir quA ttodo o monte fiquei




.enregg i~o, abpndiancia stC guamaa o yute.
aga i. fbrm iar- b- ponte. -"


..' ... I .., -. -. -,
4.; A:. t . . t ." ..- .. .o, :- .' ".ci









evi-ando que ) monte seja ex.os,ta a chuvas torrenciaes ou a.:,s

rai.os salarea. .iuanij turnia-e niecessari, )D3:er cobrir a 'i

estrumeira com foihas de kmliras, bamboo cor as folhao, ou

-at%, cmo fazemos ciul na s l, cobrndo-se :_'s lados e finaimente
do meri
a t3p? ~mi- t coGm capim, de mod:' que a agua das ciuivas es.jo-se .

serm penetrare m1 .A i uandD os montes nao sao p-rotegidos
.-A<
contra a lav.gem ;e"L3s chuvas, 'ierda-:~s mulito, dos chimicaes

soluaveis, reduzindo muito :' valmr do ferti.izaate. anda:': Dei::ando ad

eamammammmmmmirmmmammmranmmn, : monte rese:-?ar, a fermenta.ao fica

.arada, e aus germens oenificoz saj Ii pA-. -c *.


strumaira .
ustabulo Muares '-'mo Lstrumieira.

I A photograiphia mostra as estabulos para duzentos muares,

na Usina Lsther4. Os animaes ficam n.js estabuljs durante a nooite,
a
recebendo miiho e/forragem verde x.u.namexxxa-axxxx mais conveniente

c.onforme h epaoa do qnno. Empregam-se os :umes da canna durante

a safra, e em outras accasises a namax cspim gordura, etc. riD iado

oposta do que se vi na phot-graphia, os trilhos da estrada de

ferro particular r da fazenda, entr.amWc irral, de m-xdo que as adubos

! vao aos cam-os por este meio, send le1.ois distribuidos aos canteiros

Sport mei d carrs.

S/ s telhadas sgrvam :'rara rrotegt-r s3 animals daSjhuvvas, bem

assam como a estru'me. bebedo:uras de .-iment'3, 4..w....r, t .

s.o cJllocados in-: center do .curral. Ha espa. o sufficient para nue

um VagD pjassa facilmente centre nad dois ladlos dos aorigos cara

K.colher as adubos 'src ieval-o aos carrots d estr.ada de ferro.

S" Durante as horas de trabaiho, coilocaW se as alinento anfes de

-. entraram os animals n- fim das horas de servi';o. estrume fica no .

.curral ate ajunta-se sufficient para justificar a trabalho de

l^':-. .' tiral-o. "mpregando muito -forragenm ou palha no .cho, nao .ha-




.i t .
V peida da u.ina. A es.trum.ira devia ser col cada numa eleva.o,,e ..
.."'". :..muito..bem dr--nado, para have, durante as chuvas, minima de .-%" ae








abrigo na photographiasa perfeitamente os dois fins Ae

protege, os animals de traoalho, e ao mesmo tempo constitute verda-

deira fabricc" parap. odr Ae do melhor fertilizante que ha, I

assi m-emem-.nr --rmano. Tste estabuio-estrumeira constitute

o melhor que tenho visto no brasil, pois d& aos animaes o maximo de

conforto e liberdade, e ao mesmo tempo reduz ao minimq o trabalho

S 4W bragal. Nao h& perigo da da&tfio d estrume/p meo-e-- "
fungos, ou "dry rotting", nem ha perdaapeias aguas das chuvas.

Dentro do curral ha espayo sufficient parayconservar o estrume atb

que haja tempo e opp rtunidade para approveital-o nos cam:pos. de canna.

SCurral strumeira. I
Na mesma Fazenda dq Usina Esther, empregam tambem method muito

moderno,t pratico paKax e scientific para approveitawente do I

uagamx esterco dos bois de trabalho. Todos saoem que nAo ha meihor

fertilizante do queyproduz 'p a bovino,, porgm, geralmente encontra-se1

Sdifficuldade em obtei-o zeam modo economic. 0 zethodo empregado

nesta Usina podera ser emprsgado q qualquer outro*Mamin bo inos.
A curral-estrumera veja a pho graphics, consist am-apenas

4 tuma cerca forte, e bastante altQv render o gade, mesmo-depois de

ela o .eu chao peo alguns centimetres de palha a processo a -
p so- apodrec e amammaxmaMt m zt diametro de trinta e tres
metros, C .i m-pproima dae oito centos e cincoenta ms.
o ma da(nizt -cincoennta ms
Squadrados. A experiencia temr m 1teii o qa este tamanho tam para

cem bois, p l-erii4*do mais ou menos Oito e meio metros quadrados dLa


0 local do curralt-estrumeira & muito bem..drenado naturalmente,
v-d?'; e ainda protejido contra innundao tperu um vallo f6ra do curral.

Durante o a gado no past ou irabalha e '4a
,'.. f "- ..i' j ) -. l
??. :-* -fad '-- 0i L.f ,"
Sinempregacdos trazem forragem, doat ou trez vezes maa& do
ILA O.4 ....!F
ue ga comer -sobe a area
,:- especialm.n nte nt o cenrtro i p haT i easevr dae Ocma para o gao,
b" l ." "v / "e .a- ..'. ".
:eabsb rve & Liquido s, ., 0..Dr. Laayett Alvaro: -di ssee- ue -meamo. I- ga,"
a .. ,,,. -. ..








-4-

E claro que uma camada de material organica, principalmente palha

ou feno, com mais ou menis meio metr' de e f-rmado corn

Spisa constant dg animals, absurvere grande quantidade de agua.

Sbste curral-estrumeira produz mais ou menos mii metros cubicos

de. adubos l ianno.


Fertilizante de Calha de -'afe.

tara st curtir a palha de cafe, ngo se pi-aisa de estrumeira

ou qualuer airigo. kj5 scoia temasx-. tem-se faito *u urtimanto,

lar&iu nt: durante quantro annos successivos, sempre ao ar iivre,

e corn resultados excellentes.

Escolha-se para o monte, terreno oem drenado e 'ue tenha a

dimensgo de cinco por cinCo metros, ou outra que seja convenient.

bspalha-se a4ji- uma camada de iFaiha de Lcafe corn 50 cms de altura,

e rega-se ate que tJda a paiha fique completamente moihada, fazeodo

se ainda uma segunda rega, d'v-e- os trabalhadores piza7 a palha

c eumprimii-a mais possii, 've1

SPreparada a primeira camada, espalha-se sore e4- outra corn

a mesma espessura, tendo-se cuidado de regal-c, e pesal-a como

dantes; cogtinutee superpondo camadas ate quue o monte tin de

ur metro e meio a dtis metrosa a ultima camada deve ser mmmJ atmm I

.mmthim ~sp aal4 Imnte bem molhada. Sendo possivel obter-se esterco

animal, d de grande vantage espalhar uma pequena camada deste por cir.

de cada catSdade paliha de caf&g Ao molhar a palha, 'am '


e
liquid escuro 4ue tern pouco valor como fertiiizante,do

eono-mmaterias c antes. Concluido o monte, e. ~s- ee corm capim,

para protegel-o das chuvas torrenciaes e do sol.

So fim de dois ou tres mezes, ter-be-& um optimo adbo- soe ,.

. c addicionaado esterco animal g na

-- ----e-- mia&eente. Pode-se applicar 4At- A

Sdezmetros cubicos pot he tare n -produzir melhor

effeito.


... ...........
A S K 4.,!





-5-.
0 process cirma roduz o fertilizante organic& mais concen-
trada que am' m mmn raram fazenda ":de r i-OduzPir. Quaeda.e n

emEag-do, devek-, er espalhadg igualmente na sujerficie da terra e .
rr&d-o? M cugv0r. E'tao concentrado que sa for pcrm-- ido
_7.hiaga ba;-. e6Lo
hakgE boaz eer as raizes das plantas, e muitj cap.-: de ,ueim..--asj ..

Stani~ ::. ri,.,u.-,.-; q as adubos chemical, ; I-msesui Temos
t 2}3i versas aam4riztca cs 4estsLqueimadura descuitdo dos ....

tra bel hado res .

ApliUcaiao dos tertilizantes Irganicos.
Para cultures como anmia, milho, algodio, etcl no ha .

necessidade de esperar teZ que a materia-organica f inteiramente

apodrecida. contrario, s melhores resultados sa-si as o -:;"
E- / .- .
S~a o estrume do estabulo ou curral o;r enterrado com o arado, .;

~m- mpn na fermentagio. rorbm, frequentemente nao e L aV e ,e

... psW outro trabalho ad-, ou .

1a terreno p Qar*se occupado corn uma cuitura que nao admitted

a sua applicago. Por isso, muitas vezes, temos de esperar occa- .

si8io opportune, embora theoreticamente S1&4U efficient.

SfeLrtilizantedproduzid. no estrbulo--estrumeira e curral-
estrumeira s&o especialmente bons para as -ulturas dos ca a s n 0s

lti-i'B G e de palha de cafe -c occialmnt. cam para -
producqio de hortaligas/ omares, e rs cafezaes '
poa..- ne- f",-
Sas vezes- palha nova% simplesmente espalha-.d42 sqbre a superficie

do terreno; de-ia q- lm- melhordo que no

applicai-a, ma rmenos de 5 .-

fertilizade da-lha e i6.vada pelas chuvas. 2fraXrszz ar x -utro mase& .i-.

Sum pouco melhor e de enterrar alguns litros de palha de cafe
^^%:_..*: ,.4 _O^ '-L, 1 Ot, .oa 1 O.& ( .2 ,-- :,. X ^ ,.9 .c. .ado de csi ,ma4iaf Tas.p ~FsL concentrate muito fertilizante":'

em un unico log'ar, as a um po uct rabaho +i*.[ll _1, a -P"c

'ee eg r misturar bem a palha com a terra tirada do buraco, ,itgp
"- ,. mm'immnminimnrnivnrnn ..n". 'ZLU m 't3a.a* -:
.. ,':-;-. .. .mammmmm q Fa.' '" o -~P0iou de novo com a mistura.

.-:. -nda melhor e6Vi .esphl.a:r a .palha em redor do cafeeiro, e .
e...: nt&o m.istrual-a bem c a4Dugrficie por meio dumkenxadoa "ssem

h rvie r ~er ra por meio de -machina




r ."^ 1 '
'' -
-- t


s~rrv vV


i 3uls&i--o. C "

'Js tres methodos descriptos acima oara oroducAo de fertilizantes :

'. nas fazendas paraYtavoura em f6. onie ..-

f:.. -tr- = m---a 6 ar., com i ieio duzia. de :: ;

l^,o ou. E b, c~l i' n fia cure,. j principios s5o os m Csmos,



. AbrigoQs .ustosos e systems complicados para pmn~xqiin-xdm

=. aonmdi knamitaxmatihxWtducal o de fertiiizantes de.palha de cafe ou
K''- "-..o ." z I n ""
de capim-e outro refuge' v tai, na8 sao nwoessarios ou aconselhveis

S'condi oes act aes d agricultura-
-. _.
T' u".. '-. T j. po-prieT eT-a co---a Tr--ra de material organic ,

.. to trabalades petoa
"", .. -.--I* ; : -* J :. ^ ^ i "* -i- ....
| ,%! _, .*.-' ..-_. y r- V .^ j.,e s ,B



Ijt- ll .T-9- '.
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I "'uanto se deve empregar.

btm regra geral, .e mais economic adubar bem um hectare do que
C-i~5 eLt.-tiO.'- AmaFa 14e.-tL-L-t.- ) t- --3 e s


Vinte metros cubicos, por hectare constitute applicacao ,

d..,incoenta metros cubicos paxne:zzs de esterco do curral ou do estabulo f.-.

pode ser consid eradolma 1 il. razoavel pare muitas culturas dos
A S ei.cP co-nCvi ~ff~ ; .
campos. Papa ai umas aU especiaizadas, -c oia-ni adea onde

m- -daf empregam-se ati duzentos al
.LA- camp e tam -n te .2
meWbs cubicos pna. os melhores resultados. Palha de caiTeurtida

e fertilizante muito mais concentrado do que o nstrEumB esterco ?a f-YL"Y

deve )Dbaapplicado E.p-oprprocionalmente s. Dez metros cubicos

por hecatre,xagppia espalhado- ina superficie e depois
ec, y *^-. a tnsfzs~i /^>L
entErrado com a cultivador, ;pb geralmite produzir desuitados -aas '

excellentes.














.. B.i 2R alo .C n-ultot ch- n .-. ..
'P.^ R:..k ,Conul '. d Agri'.ltu."|


De^pnia de -tfl a sido, feita aaistriWLu*gai Jitid 'eeIprez&


:"":; "Stny"irio r .de Agrikt.ura" : YetJ. riaa' do Bstado de I:i "naas, t_s 2 .-

S -retebidMe, soaro 0 a aasumio,muiitas cartas dq a rtcultores winter
IF .. c -o "
doa em m&eborar piuaas lavouras, per aieJlO. a Util ao da. matdetia"'K-
-. o gan, ger almnnte 'dh:-derada Comoa .:-gei ta B m v:erid mt i-
1.-.:' reee' .x zafl ,. .excelo ent-t a .*. .;- '. .** ;.;- .. e '*"/.*^

-.* ab..aix lstruc qe para :-es m s prdzi :u-
7' 0-- bee -ap fazendas, cetto t e.qu:teria utilidades- -pa 4.ws

.l a.- -o4a. .: .eaul. 4 Ai 6. ..1
.:; ; -. -. .... -- .. ,. .



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pr'-.c- -- ,',. .. o e-t.. ., ri;. ..: a .. t' W.-tt ioz ,a
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.i ."


SetOo necessario, poder-se-& cobrir a estrumeira com folhas de

palmeira, bambug verdes ou at6 eomo fazemos aqui-na Escola,

cobrindo os lados1 part superior do monte com capim de 46t modo "

que a agua dchaua -escOg semvinfiltrar. Quamdo os montes nio, sao.

protegidos contra a acgao das chuvas,perdem-se m.itas subkstanhiaC,

chimicas soluveis, redizindo de muito o valor do fertilizante -,

AO bontrario deixaj--M- oa monte resecear, a ferrmenta ao fica -

parali ada e os germens beneficos bastante- prejudicados.. .
.i ~


E ltabulos de amuafea comoestrumeira.


ii "-A inclusa photographic mostra-nos um estabulo para 200 uar.e

pertencente-4 Uzina. Esther. Os animals ficam nos egtabulos dur t

.a noite2,reeebendo milho e uma forragem -verde- coihniente de acEt'.

c ca a .poca do anno, aendo que :durante ai saaf- ae ceanna. u mai:. a .

e *aibara.e em,outras occasioes-o capimr gQrdf.a. Do' lado- pospdto
. ...,.- Catw .."A ,
a" o estabulib conform se vs m photographici, os 'trilhs da U.i ,.A
-' ,. "
~-t-
de ferro particular da fazenda entram- no curral .e pbt ;ese meio
,_e I .. -.

todo o adub' Asprtado a os campos e. :Cp sois -'s b

aos canteiros por' meio de. ar .. .

L Q. telheirdso arirein para pitbeger d.i teimnaes e 6 pe prio.

estrume, .re-:aclvas -no centro do curral ficam... to11- .o e ..a 0S
I ..A .. ._ .
:., .- bedeut .&. ijrmeito1 resta.nd s s.fficiente nos ado is._,lados

o* abrigvpara- ei3zar jpassar a'6 .o0 adue o

~.': i:n'p : 4,ara. :. arros do cam inho e err... Os -a a. a.&o.

.s..i- ...do t baa, durante as ihoras de t-..evigo. e antes aL.
A.- e 2no ..e d i a
: -- .. ,. .
In:-.. ., ) .'.. -. .

.: .. ,.,... .: ... .O ..
4 '-e",
; ".f: -';::'?" :, :..h..aaS .mr n.%e s or @ d: gg- .a.%eg ,;...amp


B'








I
O abrigo na photographia preenche perfeitamente oetdois fins

em vista: protege os animaes de trabalho e ao mesmo tempo cons-

titue verdadeira fabricc" do melhor e mais economic fertilizante. ;

que ha. Este estabulo-estrumeira constitute o melhor que tenho

visto no Brasil, pois dA aos animals o mapimo.de conforto e liber- '

dade e ao mesmo tempo reduz ao minimo o trabalho bracal. NRo ha .

perigo de estragar-se o estrume pelos fungos, ou "dry rotting",

nem haver perdas pelas aguas das chuvas. Dentro do curral ha espago:i

sufficient para se conservar o estrume at6 que haja tempo e oppor- .

tinidade para approveital-o nos campos de canna.


Curral-Estrumeira. ?'i


Na fazenda da Usina Esther, empregam tambem method muito

. mderno, pratico e scientific para approveitamente do esterco dos

bois de trabalho. Todos sabem que nao ha melhor fertilizante do

que o produzido com esterco bovino, por6m, geralmente encontra-se

difficuldade em obtel-o de modo economic. 0 method erapregado

nesta Usina poderA ser empregado em qualquer outro logar onde haja

bovines.

O curral-estrumeira kvejacalphotographia), 6 circular e con-

siste apenas numa cerca forte e bastante alta para prender o gado,

mesmo depois do accuwio no chao de alguns centimetros de palha

quepelo process usado, e destined. a apodrecer; tem o diametro

.de trinta e trees metros e portanto uma superficie dprdximada de

oito centos e concoenta ms. quadrade.. A experiencia tem demons- '

trado ser eateomelhor tamanho para cem bois, dispondo cada animal

e d9,mais ou menos, oito e meio metros quadrados de superficie.

O local do curral-estrumeira 6 muito bem drenado naturalmente,l

S e ainda. protejido contra innundacoes por um vallo f6ra do curial.- Lg

l' urante o dia quando o gado est& no past ou entao trabalhbando, -'

:::; U., .u maisempregados trazem para o curral forragem, em quantidad.

.....,. .. as o trees veges maior do que a necessaria- para o gasa comer, "

--esPa ado-a a:obt-odat .a area -e especia1_nente -no- r9efelz, 9e0sf
:.- .-... .. ; ,' '-
-: rim':-'-,
-- ... -- ... -... ..... .... .. .. ....... ... ........ .... .. ... .. .... ... .. .. ...... ..7.







*1

al6m de servir de cama para o gado, servirl depois para absorver

todos os liquidos. 0 Dr. Lafayette Alvaro disse-me que mesmo

durante as chuvas r.ais fortes, nao ha escoarnento da estrumeira,

occasionando perdas de fertilizante. L' claro que uina can.ada de

material ,-rganica, principalente palha ou feno, cor mais ou menos

meio metro de espessura., e com o pisar constant dos

animaes, absorvera grande quantidade de agua.

Este curral-estrumeira i.roduz mais ou menos mil metros cubicos .

de aduboo por anno.



Fertilizante de Falha de Caff.


Para se curtir a palha de caf6, nao se ter necessidade de

estrumjeira ou qualquer abrigo. La Escola tem-se feio o curtimento,

durante quatro annos successivos, sempre ao ar livre, e coj: resulta-

dos excdllentes.

Escolht-se para'eqmonte, terreno ber drenado e que tenha a

dimensao de cinco por cinco metros, ou outra que seja convenient.

Espalha-se nessa area urma camada de palha de caf6 cor 50 cms, de

altura, e rega-se ate que toda a palha fique completamente molhada,

fazendo-se ainda ura segunda rega, ao mesmo tempo que os trabalha-

dores pizam a palha para cumprimil-a o mais possivel.

Preparada a primeira camada, espalha-se sobre esta,outra corn

a mesma espessura, tendo-se o cuidado de regal-a e pisal-a como

dantes; continua-se superpondo camadas at6 que o monte attinja uma

altura de um metro e meio a dois metros; a ultima canada deve ser

muito bem molhada. Sendo possivel obter-se esterco animal, 6 de

grande vantage espalhar uma pequena camada deste por cima da cada

camada de palha de caf6. Ao molhar a palha, escorre um liquid ,

escuro que tem pouco valor como fertilizante~ per-se- tatar de

material corante$. Concluido o monte, 6 necessario cobril-o comr

capim, para protegel-o das chuvas torrenciaes e do sol.

Bo fim de dois ou res mezes, ter-se-A um optimo ad.ubo e -









quando addicionado de esterco animal, na metade desse tempo ter-

se-a melhor product. Fode-se applicar na proporao de dez metros *

cubicos por hectare, ou BL lmme mais para produzir melicr effeito.

O process deima descripto,. produz o fertilizante organico

mais concentrado que 6 possivel numa fazenda, e na occasiao de

usal-o,deve ser espalhado igualmente na superficie da terra e

enterrado pelo cultivador ou arado. E' tao concentrado que deixan-

do-e em contact com as raizes das plants, 6 muito capaz de queimal-:|

as, A maneira dos adubos chimicos. Temos tido aqui ha Escola

diversas occasioes de observer esta queirmaduria, por descuido dos

trabalhadores.


Applicagao dos Fertilizantes Organicos.


Para cultures como canna, milho, algodao, etc. nao ha necessi-

dade de se esperar que a material organica fique inteiramente apo-

drecida. Pelo contrario, obtem-se melhores -resultados quando o

estrume do estabulo ou curral 6 enterrado cor o arado, antes da

fermentacao. Por6m, frequenteriente nao 6 possivel essa pratica,

attendendo a outro trabalho .de mais urgencia, ou ao terreno estar

occupado com uma cultural que nao admitted a sua applicacao. Por isso

muitas vezes, temos de esperar occasiao oppprtuna, embora theorica-
A'>
mente, se.ia,'ptnos efficient.

Os fertilizantes produzidos no estabulo-estrumeira e curral-

estrumeira sao especialmente bons para as cultures dos campos; o

de palha de caf6 constitute bom element .ara a producgao de horta-

ligas,para pomares e cafezaes. Los cafesaes, as vezes emprega-se

a palha nova, simplesmente espalhada sobre a superficie do terreno; -s

6 melhor assim do que'ipplical-a ,? 7-Y. sua efficiencid)yeduzida ,

a menos de 50 %, pois grande parte de sua fertilidade 6 levada pela:":

chuvas. Outra maneira, um pouco melhor 6 de enterrar alguns litros s

de palha de caf4 para cada cafeeiro e do lado mais alto do terreno;

tem o incoveniente de concentrar muito fertilizante em um unico ;

logagrij&m um pouco mais de trabalho, misturar-ae-4 bem a palha

comn a terra tirada do burac.a enhendo-o de nowo cmr a misturqr 4

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Prodesso aipda melhor 4 o de espalhar a palha em redor do cafeeiro

e entao mistural-a bem com a terra da superficie por meio duma

enxada, ou, para se obter melhor servigo, por meio de machine a

tracqao animal. '"In


,Quanto se deve empregar.


3mi'egak geral, 4 mais economic adubar bemr um hectare do

que adubar pouco muitos hectares. Vinte metros cubicos por hectare

constitute applicagao fraca. A appliegao de cincoenta metros cubicom

de esterco do curral ou do estabulo por hectare, pode ser conside- --

/ rada razoavel para muitas cultures dos campos. Para algumas cultural

especializadas B l*nr>~ f L *-- :

empregam-se at4 duzentos metros cubicos com os melhores resultados.:

A palha de caf4 completamente curtida e fertilizante muito mais

concentrado do que o esterco, por conseguinte deve ser applicado

proporcionalmente em menop quantidade; dez metros cubidos por

-hectare, espalhados por igual na superficie e depois enterrado com :

o cultivador, em geral 6 o bastante para reaultabas exeellentes. "




Os trees methods descriptos acima par roducqao de fertilizan-:.:

tes' as fazendas, tanto serve~ a avoura em gTande escala como para:.

q pequena lavoura com-'me duz.- de-a -a Os principios sio os

mesmos, tanto para um, como para centenas de animaes.

Abrigos custosos e syatemas complicados para producgao de

fertilizantes de palha de cafe ou-de capim e utro refugo tegeta-l,

; nao wao necessarios ou aconselhaveis, por serem anti-ecopomico em

l .. Minas, deante das condigoes actuaeq da agriculture.

-Ha falta de trabalhadores peritos, porem ha grande fartura de

,o- material organic, que com umn pouco mais- de trabalho, pode. ser con--

^;. vertidai, como vimos, a.-a fertilizantes optimos.


.1 . .


(00z AQ NU




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