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Escola Superior de Agricultura e Veterinaria do Estado de Minas Gerais - Citriculture, Course in.

UFLAC



ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURAL E VETERINARIA DO E. DE MINAS GERAES


Curso de citricultura


\-I SEIv NTEIRA
S1- -Escolha da seiente
S .-.--.---a) escolher Luma arvore sadia e muito productive.
b) escolher os maiores fructos e colhel-os no inicio
da maturacao.
c) lavar ben as sementeL e seccal-as a sombra.
d) Escolher e usar somente as senentes maiores e que
estejam bem cheias e em numiero no minirno de 5 ve-
zes o numero de enxertos que deseja produzir.
2 Semeadura
a) Serear en leito de areia ou terra muito pobre.
b) Usar 1.000 senentes por metro quadrado, collocan-
do as sementes a uy. centimetro de distancia e as
fileiras a 10 centimetros uma da outra.
c) Manter constantemente o leito convenientemente hu-
mido na parte correspondent & zona das pequenas
raizes. E' convenient espagar as regas o eecessa-
rio para manter seccos os dois primeiros centime-
tros de terra ou areia e facilitar os cultivos ne-
cessarios ao bor arejamento.
d) Manter perfeita vigilancia quanto ao apparecimento
de mudas doentes que deverao ser immediatamente.
arrancadas e queimadas e o leito completamente des-
infectado com fungicidas (calda bordaleza ou subli-
mado corrosive a 1 X 1000).
-II TRANSPLANTACAO
-...... Escolha das mudas
Quando as mudas tiverem alcangado na sementeira
uma altura de 15 a 20 centimetros
S.---.-a) Escolher as mudas mais desenvolvidas que mostrem
alto grAo de saude e vigor, despresando todas as
rachiticas e de crescimento lelnto.
b) Arrancar de modo a que nao se arrebentem aa raizes.
c) Despontar o pivot de cada muda e proteger suas rai-
zes contra o sol e o vento enquanto nao f6r plan-
tada.
d) Reduzir o numero de folhas, eliminando as folhas
mais novas que ainda nao estejam maduras.
2 Plantio das mudas
a) Plantar em fileiras previamente adubadas distantes
up metro entire si e as mudas a 40 ems. uma da outra.
b)' Evitar terminantemente que a ponta da raiz mestra
fique dobrada e que as outras raizes fiquem embola-
das em torno daquella.
c) Molhar convenientemente de modo que a raiz da muda
fique completamente mergulhada na terra humida.
d) Cultivar as fileiras constantemente e principalmen-
te depois de cada chuva, logo que o terreno permit-
ta a entrada da machina, sern outros prejuizos. ,
e) Fazer a desbrota durante o crescimento da muda dei-
xando apenas o broto terminal e isto qte que o
tronco da muda tenha a altura de um palmo do solo,
a grossura de um lapis; durante esse period fazer






os tratamentos necessarios contra pragas e doengas
afim de espurgar coimpletamente o viveiro para evi-
tar as possiveis infecgoes durante a enxertia.
III MULTIIiCX0O
1 Colheita das borbulhas
a) Colher as borbulhas de arvores sadias e de galhos
que deram boas fructas do typo desejavel.
b) Cortar as estacas de penultima brotacao e que te-
nham mais on menos 20 borbulhas maduras; as esta-
cas devem ser cortadas quando as arvores estive-
rem corn a. vesetacao porada,
c) Guardar as estaas dur.-nte 4 semarnas em terrigo
ou area !i.geirarmnte hurida.
2 Condilao do cavillo
Escolhido c typo do cavello mais convenience ao
terreno disponivel, a enxertia pode ser feita.
a) quando os cavallos attingirem a altura mais ou me-
nos de upi metro e o tronco a grossura de um lapis
medido a um palmo do solo.
b) Quando os cavallos apresentam brotos novos em
crescimento indic.ndo soltar a casca facilmente.
3 Enxertia
a) Eliminar primeiro os cavallos rachiticos ou de
crescimento defeituoso.
b) Usar o system de T invertido (1).
c) INao enxertar em dias chuvosos.
d) Enxertar con rapidez evitando que a borbulha de-
pois de cortada demore a ser collocada debaixo da
casca do cavallo.
e) Usar ur canivete proprio e bem afiado, devendo o
enxertador trazer sempre comsigo uma b8a pedra de
afiar.
f) Amarrar bem a borbulha de modo a nao ficar frouxa
e tao pouco estrangulada.
g) 20 dias depois de feito o enxerto, si a borbulha
estiver ainda completamente verde cortar de uma
vez o cavallo logo acima da borbulha.
4 Tratos cultures
a) Tirar toda a brotacao do cavallo.
b) Collocar tutores de baritbu logo que o enxerto te-
nha um palmo de altura, afim de evitar que, com o
vento, descolle do cavallo.
c) Tirar todos os brotos lateraes do enxerto ate que
o broto terminal attinja a um metro de altura,
quando por sua vez tambem se elimina afim de pro-
vocar aquella altura a primeira ramificacao do
tronco, tomando entao o enxerto a forma de peque-
na arvore, conm quatro rarnos no maximo.
iV PLANTIO DEFINITIVE
I Preparo 7- solo
a) aRoar e destocar.
b) Arar e gradear pelo menos 2 vezes
2 Ctva-ao
a) Marcar covas con 8 metros de distancia em todos
os sentidos para laranjas em geral e cor 6,metros
para tangerinas.
b) Abrir as covas con 80 cems. de .4gura e profun-
didade, um mez antes do plantio.
c) Nessa mesma occasiao adubar bem a terra e encher
outra vez a cova.
d) Arrancar a muda no viveiro quando o enxerto jA






tiver urn anno ou um anno e meio de idade, tendo-
se cuidado de arrancal-a con um bloco de terra
corn mais ou menos 25 cns. de diametro e 30 de al-
tura.
e) Plantar de modo a ,ue a muda nao fi.ue enterrada
e nem alta de .mais; a terra solta deve cobrir a
mesa altura do tronco que cobria no viteiro.
f) Ivlolhar bern a cova durante o plantio para evitar
que a muda mais tarde se profunde con o acamainen-
to da terra dentro da cova.
V INSECTS DANIipOS E jDOLEJ .S
1 Cochonilhas
2 La6artas
3 Brocas
4 -- Ioscas
5 Fungos diversos
VI -TRATAIEI TO E FREVENTIVOS
1 Insecticides
a) Emulsao de kerozene
b) Calda sulfo-calcica
2 Fungicidas
a) Calda bordaleza
b) bisulfureto de calcio
3 Pulverizadores
a) Manuaes
b) Sobre rodas
VII COLHEITA
1 Cuidados no pomar
a) Cortar a fructa coi, pendunculo bem curto usando
tezouras proprias e escadas convenientes.
b) Separar as fructas que cahem ao chao para serem
vendidas no mercado local.
2 Cuidados na embalager
a) Limpar a fructa lavando-a e enxugandoa cuidadosa-
rente.
b) Embrulhar cada fructa em papel proprio.
c) Usar caixa de madeira conform modelo mais gene-
ralizado.
VIII VaRIEDODES
1 Para exportc.ao
a) Bahia deve ter casca fina, umbigo muito.pequeno
ser redonda, ligeiramenteacida e do typo 176 a
200, isto e, cor 7 a 7 e meio cms. de diametro.
b) Pera -deve tomar c6r bem cedo, ser do typo 226 a
252, isto e, com 6 a 6 e meio cms. de diametro e
estar um tanto acida.
2 Para mercados interns
a) Bahia -deve ser bem doce, ter casca fina e umbigo
reduzido e ser do typo 150 a 176, mais ou menos,
com 7 e meio cms.'de diametro .
b) Selecta -deve ter casca fina e ser colhida madura
porem um tanto de vez.
c) Pera -deve ser bem tardia e do typo 216 a 226,
mais ou menos corn 6 e meio cms. de diametro.
d) Tangerinas;
variedades precoces; satsuma
variedades tardias:
tangerina do Rio
tangerina King








Os lavradores mirneiros lucrarao bastante si cuidarem da
citricultura cum o fito unico de abastecerem primeiro os
mercados interros,

Vigosa, 27 de Julho de 1930.



,liumberto Bruno
Chefe do Departamrento de Horti-Pom.










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Material Information

Title:
Escola Superior de Agricultura e Veterinaria do Estado de Minas Gerais - Citriculture, Course in.
Series Title:
Correspondence and Subject Files 1921-1943
Physical Description:
Unknown
Physical Location:
Box: 2
Divider: Subject Files
Folder: Escola Superior de Agricultura e Veterinaria do Estado de Minas Gerais - Citriculture, Course in.

Subjects

Subjects / Keywords:
Agricultural extension work -- Florida.
Agriculture -- Florida -- Experimentation.
Agriculture -- Study and teaching -- Brazil -- Minas Gerais.
Agriculture -- Study and teaching -- Florida.
Citrus fruit industry -- Brazil.
Leprosy -- Research -- Brazil.
Minas Gerais (Brazil) -- Rural conditions.
Escola Superior de Agricultura e Veterinaria do Estado de Minas Gerais.
Florida Cooperative Extension Service.
University of Florida. Agricultural Experiment Station.
University of Florida. Herbarium.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Rights Management:
All applicable rights reserved by the source institution and holding location.
System ID:
AA00000207:00038

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Escola Superior de Agricultura e Veterinaria do Estado de Minas Gerais - Citriculture, Course in.
Series Title:
Correspondence and Subject Files 1921-1943
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Unknown
Physical Location:
Box: 2
Divider: Subject Files
Folder: Escola Superior de Agricultura e Veterinaria do Estado de Minas Gerais - Citriculture, Course in.

Subjects

Subjects / Keywords:
Agricultural extension work -- Florida.
Agriculture -- Florida -- Experimentation.
Agriculture -- Study and teaching -- Brazil -- Minas Gerais.
Agriculture -- Study and teaching -- Florida.
Citrus fruit industry -- Brazil.
Leprosy -- Research -- Brazil.
Minas Gerais (Brazil) -- Rural conditions.
Escola Superior de Agricultura e Veterinaria do Estado de Minas Gerais.
Florida Cooperative Extension Service.
University of Florida. Agricultural Experiment Station.
University of Florida. Herbarium.

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University of Florida
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System ID:
AA00000207:00038

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!
I ESCOLA SUILkRIOR DE AGRICULTURE E VETERINARIA DO E. DE MINAS GERAES

Curso de citricultura

-I ..... E L I.RA
-_ -_ Escolha. da s:.imnte
..... ---a) escolher ujma arvore sadia e muito productive.
b) escolher os ,naiores fructos e colhel-os no inicio
da maturacao.
c) lavar bemias sementea e seccal-as a sombra.
d) Escolher e usar somente as senentes maiores e que
estejam bem cheias e em nu;lero no minimo de 5 ve-
zes o r:;.u!Ieo de enxertos que deseja produzir.
2 Semeadura
a) Semear en leito de area ou terra muito pobre.
b) Usar 1.000 sementes por metro quadrado, collocan-
do as serentea a un centimetro de distancia e as
fileiras a 10 centimetros uma da outra.
c) Manter constantemente o leito convenientemente hu-
mido na parte correspondent & zona das pequenas
raizes. 1' convenient espagar as regas o necessa-
rio para manter seccos os dois primeiros centime-
tros de terra ou areia e facilitar os cultivos ne-
cessarios ao bor arejamento.
d) Manter perfeita vigilencia quanto ao apparecimento
de mudas doentes que deverao ser imnediatamente
arrancadas e queimadas e o leito completamente des-
infectado com fungicidas (calda bordaleza ou subli-
mado corrosive a 1 X 1000).
S- Escolha das mudas
Quando as mudas tiverem alcangado na sementeira
uma altura de 15 a 20 centimetros
< .-a) Escolher as mudas mais desenvolvidas que mostrem
alto grdo de saude e vigor, despresando todas as
rachiticas e de crescimento lento.
b) Arrancar de modo a que nao se arrebentem as raizes.
c) Despontar o pivot de cada muda e protege suas rai-
zes contra o sol e o vento enquanto nao for plan-
tada.
d) Reduzir o numero de folhas, eliminando as folhas
mais novas que ainda nao estejam maduras.
2 Plantio das mudas
a) Plantar em fileiras previamente adubadas distantes
up metro entire si e as mudas a 40 cms. uma da outra.
b)Y Evitar terminantemente que a ponta da raiz mestra
fique dobrada e que as outras raizes fiquem embola-
das em torno da'~uella.
c) I.olhar convenienterente de modo que a raiz da muda
fique completamente mergulhada na terra humida.
d) Cultivar as fileiras constantemente e principalmen-
te depois de cada chuva, logo que o terreno permit-
ta a entrada da machina, sem outros prejuizos. ,
e) Fazer a desbrota durante o crescimento da muda dei-
xando apenas o broto terminal e isto qte que o
tronco da muda tenha a altura de um palmo do solo,
a grossura de um lapis; durante esse period fazer






os tratamentos necessarios contra pragas e doen-as
afirm de espurgar coipletamente o viveiro para evi-
tar as possiveis infecgoes durante a enxertia.
III MULTIiLICAC, Q0
1 Colheita das borbulhas
a) Colher as borbulhas de arvores sadias e de galhos
que deram boas fructas do typo desejavel.
b) Cortar as estacas de penultima brotagao e que te-
nham mais ou menos 20 borbulhas maduras; as esta-
ces devem ser cortedas quando as arvores estive-
renm con a ve -eta;ao poradOa
c) Guardar as estacas du.ranite 4 semanas em terrigo
ou area ligeiramcnte bumida.
2 Condigo do cavailo
Escolhi.io a typo do cavallo mais convenience ao
terreno disponivel, a enxartia pode ser feita.
a) quando os cavallos attingirem a altura mais ou me-
nos de up metro e o tronco a grossura de um lapis
medido a urn palr.r. do solo.
b) Quando os cavallos apresentam brotos novos em
crescimento indicando soltar a casca facilmente.
3 Enxertia
a) Eliminar primeiro os cavallos rachiticos ou de
crescimento defeituoso.
b) Usar o system de T invertido (C).
c) Nao enxertar em diae chuvosos.
d) Enxertar cor rapidez evitando que a borbulha de-
pois de cortada demore a ser collocada debaixo da
casca do cavallo.
e) Usar um canivete proprio e ber afiado, devendo o
enxertador trazer sempre comsigo uma b8a pedra de
afiar.
f) Amarrar bem a borbulha de modo a nao ficar frouxa
e tao pouco estrangulada.
g) 20 dias depois de feito o enxerto, si a borbulha
estiver aicnda completamente verde cortar de uma
vez o cavallo logo acima da borbulha.
4 Tratos cultures
a) Tirar toda a brotacao do cavallo.
b) Collocar tutores de barmbno logo que o enxerto te-
nha um palmo de altura, afim de evitar que, com o
vento. descolle do cavallo.
c) Tirar todos os brotos.lateraes do enxerto ate que
o broto terminal attinja a um metro de altura,
quando por sua vez tambem se elimina afim de pro-
vocar aquella altura a primeira ramificagao do
tronco, tomando entao o enxerto a forma de peque-
na arvore, con quatro ranos no maximo.
IV PLANTIO DEFINITiVO
T-~Trep ar o do solo
a) Rogar e destocar.
b) Arar e gradear pelo menos 2 vezes
2 Cvaga.o
a) Marcar covas com 8 metros de distancia er todos
os sentidos para laranjas em geral e com 6 metros
para tangerinas.
b) Abrir as covas com 80 cems. de al1gura e profun-
didade, um mez antes do plantio.e
c) Nessa mesma occasiao adubar bem a terra e encher
outra vez a cova.
d) Arrancar a muda no viveiro quando o enxerto ja






tiver umn anno ou um anno e meio de idade, tendo-
se cuidado de arrancal-a com um bloco de terra
con mais ou menos 25 crs. de diametro e 30 de al-
tura.
e) Flantar de modo a ,ue a muda nao fique enterrada
e nen alta de .mais; a terra solta deve cobrir a
mesa altura do tronco que cobria no viteiro.
f) Molhar bem a cova durante o plantio para evitar
que a muda mais tarde se profunde con o acamalnen-
to da terra dentro da cova.
V INSECTS D TJLIIJHOoS E DOEIS
1 Cochonilhas
2 Lagartas
3 Brocas
4 -- -oscas
5 Fungos diversos
VI TRATAKIETO E PREVENTIVOS
1 Insecticides
a) Emulsao de kerozene
b) Calda sulfo-calcica
2 Fungicidas
a) Calda bordaleza
b) bisulfureto de calcio
3 Pulverizadores
a) Manuaes
b) Sobre rodas
VII COLHEITA
1 Cuidados no pomar
a) Cortar a fructa coi. penrdu.nculo bem curto usando
tezouras proprias e escadas convenientes.
b) Separar as fructas que cahem ao chao para serem
vendidas no mercado local.
2 Cuidados na embalagem
a) Limpar a fructa lavando-a e enxugandoa cuidadosa-
mente.
b) Embrulhar cada fructa em papel proprio.
c) Usar caixa de madeira conform modelo mais gene-
ralizado.
VIII VARIEDADES
1 Para exportagao
a) Bahia deve ter casca final, umbigo muito-pequeno
ser redonda, ligeiramenteacida e do typo 176 a
200, isto e, con 7 a 7 e meio cms. de diametro.
b) Pera -deve tomar c8r bem cedo, ser do typo 226 a
252, isto e, com 6 a 6 e meio cms. de diametro e
estar um tanto acida.
2 Para mercados internos
a) Bahia -deve ser bem doce, ter casca fina e umbigo
reduzido e ser do typo 150 a 176, mais ou menos,
com 7 e meio cms.'de diametro .
b) Selecta -deve ter casca fina e ser colhida madura
porem um tanto de vez.
c) Pera -deve ser -ben tardia e do typo 216 a 226,
mais ou menos corm 6 e meio cms. de diametro.
d) Tangerinas:
variedades precoues; satsuma
variedades tardias:
tangerina do Rio
tangerina King






4



Os lavradores mineiros lucrarao bastante si cuidarem da
citricultura cUm o fito unico de abastecerem primeiro os
mercados interros,
Vigosa, 27 de Julho de 1930.


/Tuimfberto Bruno /
Chefe do Departamento de Horti-Pom.















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