Escola Superior de Agricultura e Veterinaria do Estado de Minas Gerais - Annual Report. 1926

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Escola Superior de Agricultura e Veterinaria do Estado de Minas Gerais - Annual Report. 1926
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Correspondence and Subject Files 1921-1943
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Folder: Escola Superior de Agricultura e Veterinaria do Estado de Minas Gerais - Annual Report. 1926

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Subjects / Keywords:
Agricultural extension work -- Florida.
Agriculture -- Florida -- Experimentation.
Agriculture -- Study and teaching -- Brazil -- Minas Gerais.
Agriculture -- Study and teaching -- Florida.
Citrus fruit industry -- Brazil.
Leprosy -- Research -- Brazil.
Minas Gerais (Brazil) -- Rural conditions.
Escola Superior de Agricultura e Veterinaria do Estado de Minas Gerais.
Florida Cooperative Extension Service.
University of Florida. Agricultural Experiment Station.
University of Florida. Herbarium.

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University of Florida
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System ID:
AA00000207:00032

Full Text


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India.


Carta di Aprasentago ........ ......... *......... .1

ImlUgurago, do Predio Prinoipal..................... 2

ViLag aon Estadou Unidos pera o Govemo Federal.... 4 ,

EstSdo das ConMtruogees em 1A do Brgo .. .. .... 6 .....

Coatinuagito de Prepare doe Terranos ......,......... 7

Bibliothece do Director ............. ........ .. 8 -

Correspondencia.. .... ....... 9
lt
Boletins daimpreaaa .............................. 0 10

Coabats is Sauvas ................................ 14

Arboritagio aa scala, sut Aveaida Esitr&dae .... 16

Plantio Anti-Leproso............... .. .......... 1. .

Pasquimas Conduxidas na. Jirdi ....................26... -

0 Viveiro a o Enagin jn realizado e.... ... 3S5 .
Poaar do Aollmago........ : ............ 40 '

E0. t sa ................. ".." 50- +: ...
....j odw ......... ,. ....... 4 ..




i-* ps*e~t~nsjascoaaS Batat*'d~' fijug.da A* ut......4..... 509-.* .-... "
.ro ds Q uatro. .da ss...... ,.... ,. .. ... .........++....'. 5 .. 59.
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S tuDista .cia. pti ta e a s ............... 50..


-QuisE2 o as Doa ColBaitr a ta aDose o..... .... 51 -
Proya do Quatro idds59
Distancia Optic an-tre agPo..... 60
Nan&d; .go DoveD Colimr IT Bat."ata c ... .. 6]......
Plantio do Tabernulo ou ds BRamu.......... 64
Valor Coqarativ da Batata Doce nozo AI.lento..... a8
Cultural da. Bataa Doos pelo lbfthodo da Esoola ...... 69 .


Xr. <" ..r, .
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A.




Officio 1'1 35




Eloola Tuperior doe Aricultura a VeterinRria do Eiptedo do linas CGer-ea




Ao Illia Snr.

Dr. Djalma Pirpiro Chafris, ". D. lecrettirio dL Agricultura, Industriasa

Terrms, VingLn, "ibras Puhlicas.

'u e respeitnsns.


Tebnho a honrai de apro3ontr.r a V. i[xoia o i:el' uorlo do

Director d HaoLa Suporior de AgricuLui-n a VotariitLria do at3tdo

de !?,ina C-eraea, qua inaoue especirnlm rte oa trabalhos agricolas
do ahIure- scientifica realizados pelo eitabeiecijcrto .t6 o

12 do l9aro do 1927.

Subsarvo-zme, sampre e.o ittirun dispor do ,. *^cl&,

Aaiq& a admtr.


P, 'H. Lolfa. :'Direcl.
0/




l. go.a, 7ttrn s'raes.
S.1) de Junho de 1927












Inauguragqo Official do Predio Principal.
Nao seria complete o relatorio do Director da Escola, Sea

reoordar a Inaugaragao Official do Predio Principal do Eatabeleoi-

mente, que se realizou no dia 28 de Agosto, corn a presenga daB mals

altas autoridades da Naglo A do Estado.

Revestiu-se de alta *olemnidade a inauguragao, desde a ohegada

do especial (ds 8:30 da manha), oom as Tisitas de honra, ate sua

. partida, As onse horaa. u Presidente da Reputblica, Dr. Arthur da

Silva Bernardes, preaidiu peasoalmente a sesamo solemne lnaugurativa

fazendo notavel disourso nessa oeoasiao.

0 Ministro da Viagao, Dr. Francisco S, assentou-se ao lado

direito do Dr. Arthur Bernardes, floando o Presidente de Minas, Dr.

Fernando Mello Vianna, no outro. Alim destes, eentaram-se na mesa

as senhoras Arthur Bernardes e Franoisco Sa, Dr. Daniel de'Carvalho,

Deputados Francisoo Valladares, Fidells Reis, Emilio Jardim e Oscar

Loureiro, General Santa Cruz, Commandante Edgard Melle, Dr. Noraldini

Lima, Coroal. Vieira Christo, Dr. Olegario Bernardes, Dts.Washington

Vas de Mello & Capltio J. Gabriel Marques. Assistiram a oeremonia

elevado numero de outras peseoas de destaque nos governos Federaes,

Estadoaes e lunioipaes.

Aberta a sessao, o Seoretario da Agrioultura proferiu u1 dis-

ourso substanoioso. Em seguida o Director da Esoola fez breve dis-

ourso, sendo oeguido pelo Enenheiro Enoarregado da Construogao

deedede Dezembro de 1922), que apresentou, em long disourso, dados

sobre as despezas feitas ate este ponto, desmentindo preconoeltos de

algun. presented, que tinham sidos Informados erradamente a este

respeito. Affirmou o Snr. Engenheiro que a quantia total gasta ate

fins do Agosto ficaram am 3:054 oontos de reis, sendo disso 1:350

contos de reis no predio principal, e o resto devidido entire outras

oonstruagoes, bueiro., a avenida, estradas, maohinas, preparo de

campos, experienoias agricola, ppmmoal.














Au viaitqs offiolaes partiramn para Ponte hora, no dia
Beguinte voltanam para a ball inaugural, offereoido pela Canara

Municipal, aos Dra. Rolfs e Bello Lisbfa, e que se realizan no

salao nobre Aa Escola.

I
Am festas oorreraM oo0 a maior oordialidade e amizade. Foramn

ourvidas mu4tas expressoes de prazer mobre a apparencia do predio.

Tendo mido recebida a notiioa official da data da inauguragao apenam

no nolte do dia 24, (sendo realizada na manha do dia 28), om

preparatilvos form feitos oomr uam pressa exqgarada.

De accordo corn o espirito de simplioidade de evitar Inteira.'

mente qualquer gasto desrasoavel do dinheiro do Estado, como tern aid1

sempre observado no estabelecimento, as feztam realizadas foram 004A

feitas oom muito eoonomia. Todas as despezas naio se elevaram a

quantia de oinoo oontos de reis.


*












Viagem aos E mtadon Unidos, para o Governo Federal

Em Fevereiro do anno p. findo, recebeu o Director da ELcola,

a vista dum representgnte d9 Ministerio da Agricultura, que veiu lhe

apresentar o pedido de fazer uma viagem aos Estados Unidos, com o fim de

verificar a possibilidade de melhorar a situagao do Brasil naquella

epoca, quanto a exportagao de fruotas, send eapecialmente desejad-o

keabrir-se o meroado da Argentina, que se tinha fechado, devido a uma

piraa existence no Brasil, que ro existe nos Lstados, que nao sabiai

existir na Argentina. Por causa desta praga no Brasll, a Argentina tiiha

feohadoaas suas portas, para poder continuar a exportax& fructas de

mesa para o meroado muito lucrative dos Eatados Unidos.

0 Director da Eacola, fez ver que aua ausencia naquella epoca

atrazaria muito a organizagao deste esabelecimento, e responded qh .|

poderia ir, caso o governd Estadoal consentilse. Por este motive, ,-

Ministro da Agricultura enoaminhou podido, pelo vresIdente da Republica,

ao President do Estado, pedindo floar o Director a djsposigao do Govern
V i;
Federal pelo tempo necessarlo. .

E:, 18 de Abrll embarcou no Kio de Janeiro, no vapor "Vagyke",

sendo aocompanhado de eua filha, como Seoretaria da Commisuao, sua

esposa, e do Dr. Dellsberto Cardoso de Camar o, Director da nsta9ao de

Pomiculturd de Deodoro, como outro membro da Commissao.

Na oidade de Washington, capital dos Estados Unidos, a Commisai

obteve o grande successo da alertura dos portow da Argentina para as

fruotas do Brasil, e *.inda em tempo para os productirem luararem pela

exportaa'o no anno paaaado. Continuam abortos oan porton da Argentina

para nossas fruotan.
Ganho o objective principal da viagen, fol realizado visit
de pouoos dias (7 pa:.a ser exacto, ao Estado da Florida, antes de

embarcnmcs de novo, no dia 12 de Junho, desembarcando no Ktio de Janeiro

do dia 28 do mesmo.














0 Relatorto da viagem, preparado duraote a volta, foi

apresentado ao ExmQ bnr. Linistci da Agricultura no dia 30 do

memo mez. Reasaw-ii direagaoiieata scola no dia 1 do Junho.
Esta vi4eem prejudicou miuito a Escola Superior do

Agriculture e Veterinaria do 'Ttado.











ESTADO DAS CONSTRUCES EW If4 do MARCO.

Naa varias onstrucqoes, oozo V. Excia sabe do ralatorio do

Engenhairo C4bfe Enoarregado das Construcgoes, tern sido feito algum

progress durante o anno concluido nesta data.

No edificlo principal, nose t res departarentos que queremos

Inaugurar primeiramente, ja estao postas as cadeiras e raesas, faltando

em absolute apparelhos scientificos, e outras necessidades para o ensino

Estao em varlos eatados de Iniclo as casaB determinadas para

on professors das seoegoes de Zootechnia, Veterinaria, Agronomia e

Horticultura e Pomicultura, bem como a do Vice-Director da Escola. Serao

necessarias pelo menos tree ou quatro meses, conform disse o Snr. Engen

hero, ate podem ser concluidas as casas referidas aoima,

Durante o anno findo foram construidas dez casas para operarlo

sendo sete nurn grupo e tree em outro. Cada casa consiste de uma varanda

wuma. B&la, cosinha, dois quartos para dormir, e um alpendre. Hao tern

sido posaivel ainda conseguir qualquer conveniencias sanitarias para

estes grupos de casas, sendo Isto lamentavel, porque o terreno em que

se acham as casas ficoara oompletamente impregnado corn ovoe de anklysto-

nia, tornado o local muito insaudavel.

Nas outraa oonstrucgoes e predlos, nao tern sido reallzado qualquer

desenvolvimento desde ha dois annos passados, em que epoca era apresen-

tado relatorio minuoaosa $este respeito. Por isso nao repetimos aqui.

Foi oollocada, no dia 21 de Janeiro p. find, a primeira pedra nae

alioeroes do dormhtorio. A plant deste edificio, approvado pelo Gover.

no de Minas, esta verdadeiramente modelar, e tern sido muito appreotada

por todos on educadores que JA o visitaram. Tern ainda a vantagem d*

poder ser oonoluido una seogao ou duas secgoes, e ellas postal em uso,

antes de serem muito adiantadas as outras. Depois de conclAido o pre-

dio, elle offerecera acoomodagoes optimos para 120 alumnose, sendo o

refreitorio collocado no porao, na extrermidade do dormitorio, ornom a

cosinha annex.












Preparo do Terreno----- Continuagao do

DuLaute o arno find.o tern havido algur progresso no prepare

dos terrenos da ;scola. 0 malor progress tern sido no Valle Chaxa,

na Secyao de -.g.orioznia, cnde foraji laitados, em escala compqravel ao

.eu plaritio nas lazencas, avvuz Honiduras, arroz Japonez, arrozs Mattao,

e batata doce. Da batata dcce forau. pla2.tadas diversas qualidades.

Em menor eocala te i sido plaantadam as seguintes:

S, 1). Algodao Russell
2) Canna de Assuoar dos Barbados.
3). Xudzu
4). Milho, para poduogao de memente.
&). Golden Dent
b). (u-arentao.

o Valle de Chaxa appresenta muito melhor terreno para oulturan

do que ae aaha no valle principal da Escola, por isso estA altaments

proprio para as oulturas desta tao important secgao.

Causa admiragao muito geral entire Om fazendeirom da Zona da

Matta, que visitam os campos, o arroz crescendo vlgorosamenje em vargem

muito alta, ornde nao ha posmabilidade de irrigagao. ENte method de

oultura do arros est6 send empregado em Sao Paulo. lfesta sona de Hinas

a oultura 4 mempre feita nom brejos, exigindo muito trabalho bragal.

Terragas

A oonstruoao cias terregaa, embora faltando muito para ser

completado, fol julgado sufficientemente adiantada para pernittir sou

plantio. Por este melo temom feito addigqo de approximadaniente main dois

hectares aos terrenos do eatbeleci.iento, o ctuprimento total ji plantado

send de 2,200 metros













Bibliotheca do Director.

14 Novembro de 1926, effeotua-ae xudani9a do g.-blnete do

Director da Escola, pa'a o A4 i1MA,% co-inodo cleatlnadc para

seu uso no predio principal. Ate esta dfat& tinha o gabinete Tunccionado

nun pequeno predio, tenipo'ario, conjtruido por este fim ha quatro

annou passados, e que esta sendo approveltado metado coBo garage, *

outro metaddd para guardar ferramentas, saeintea, etc. nececoarios para

uso no pequeno jardim experimental ao lado do p&rdio pequeno.

A bibliotheoa patioular do Di'eotow (trazida doe

E:tadoB Unidoe da Auerloa do iorte), tem sido de valor incalculavel

em seu trabalho para o estabelcoimento.

Ha quinze ainos pussadoa, ura Comiapanhi.A de Segurom avallou

xzrtx seus livros em 4 3.OuO,00 treess mil dollars), sendo as sua*

avaliagoes** sempre modioos. Desde este tempo ten sido augmentado

consideravelmente, em aledia de 0 100.00 por anno. Assim eleva-se o

valor da bibliotheca de 35;:O0$00OO ate 40:000C000, em calculo minima.

Uma Sas ooleco..es de livros soientificas, no original allemao (Juste

Centralblate), ae venderia facilmente pela quantia de 2:0003000 no

meroado de livros.

Sao recebidas rjensalmetite 15 revistas eecriLtaa em Inglez.

duas no i.upunhol, e oito Ao iortuguez, sendo estas tcdas teohnloas

ou meto teLohniams.












Corrempo~denuo ia

Tentamos responder as cartas recebldas, corn a maxima prompti-

dano ue nos fol rpossivel. DTrante o anno de 1926, oalculamos que

foram envindos do gablnete do Director mais de 500'cai'tas. Estam

repesentan trnbalho ex.erndo, pela necessidade de ser mulitas

dellas esoriptas no Tnr-lez, traduzidas ao Portuguese, feltas am

coreoroes, e denotis --ineBdas a llmpo, sendo asslx o trabalho trees

vezes o que seria necessario case tivesse auxiliar capaz de eacre-

ver as oartas direotamente.


Corn o auxilio do "Ximeographo" foi posslvel divulgar

quatro folhas oom informacoes cue jul.armos dignas de serem espalha-

d:s. A primeira foli espalhada* a imprensa nos dias antes da Inauguw

raao deste estabelecirmento, oom notau a respeito da festa. N2 2
fol epalhiada um pouco depois de festa, corn notas tambem para

imprensa, especialmente para os pequenos jornaes deata zona.

NO 3 trata do uwo de palha de cafe GcoeO fertilizante

econoialoo. 11 4 era espalhada na occasiao cda 'Sx.iosiqao de Dahlias"

aqul na ,scola, coin informagoes para cultural desta belissima flor.

Hosso deedjo e organisar uma deestas folhas, que tratamos

de "Bolletim de Imprensa" (por falta de terrao mais approprlado),

mais ou menos mrensaliaente. Poren, isso nao nos tern sido possivel.

,Seguem juntameute, exemplares dos quatro BJoletims da linprensa

a que nos referimos acinm.


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Pages
Missing
or
Unavailable




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Combat asa Sauvam

A sauva estS atonsiderada oomo aendo de todon os Isieotom

destruativou e maim destruotivo.
Quando primeirarnente estatamno osone derando aconmelhar ao
Estado a eoapra dos jerrenos aotualmnente oocupadon pelo estabeleainento,

algunm homes bern intencionados na oldade de Vi9gosa, nos aoonmelharaq

em particular, neo comprarmos dates terrenas, dizendo que elles s6

preetavamr para oresoimento de sauvas e aroeira. Quanto as cultural,

V. Excia pods Julgar, depols da visit feita ao Estabelecimento. Quanto

as sauvam, fioou olaro que o terreno prestava-se admiravelmento para a.t

sua producgao. Corn combats oontinuada vamos venoendo. Mais de 300

formigueiros de tananho medio ou grandee tern sido mortom, milharem

de menores pqquenom.

Pordm, eutamnos firxmi eam dizer que a combat Ags sauvas so

pode ser efficient, se for feito oontinuadamente effioientemente,

sendo iato muito main economioo do que amiimnentar, anno 9 anno,

grades numerous doe auvas.
4:o
Durante oa oinoo annoa que eatamoa oombatendo as aauvam, temos

gasto mis de 100 kilos de arsenioo, o igual quantidade ea malphureto
en p6. Quando dizemos oombate constant, nao queremos dizer que sao

necessarios on servigom duma turma exclutivamente para atar formigas.

Augmentamom a forga %&o. "mata formitgoas" nas mesas imwediatamente antes
- de inioiar as ohuvas, oom o fim de exterminar tanto quanto poasivel an

tanajuram antes dellas sahiram para formaram novow oolonlaw. Quando

outros mervigos mao mais urgent, e niata fornniga" escalado em outro

trabalho, sempre voltando a tratar dos formigusiros quando ha folga.

Tenow achadr de muito valor, o wimples expedient de mandar Ad
o feitor do turma que esta rogando o paste, ter comoigo quantidade de

papel forte de embrulho, Qualquer dos trabalhadorea que ache um formi-

gueLro, avisa a feitor, que aorta uma estaoa, que d finoada no ohao,

com tum pedago de papel em olms. AsAim,, o "mata formiga." quo deve pasmar

sn dias depois, podia faoilmente achar todas aa forniguelras a





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tratal-os corn ,uumto m-nos perdA de tempo do quite mendo neoeseario elle

descobril-os prtmiiraante. A bandeira, comoO tratamom a estaca corn
papel, porL'iiance ijara qu elle joasa vollar depoi- de pasoadoe quatro

ou cinco dias, ou wuaa semana. Nao observando signal de vida no

for-,igueiro, pode uer julgado aorto. B" alta.uente neoeessarlo a

segunda e as vezes a teroeira visit, para aoabar corn a formigueiro

qaquanto eata' efraquecido pelo priLmairo tratamento.












Arborilzago a Escola, Sa Avenida e Estradas.

Durante o anno proxto findo, fizemos muito progress na

arborizaao permanent de diversas eatradas da Escola, de alguns outros

pontom, bean oomo oompletamos a arborizagao da avenida principal.

Beta ultima conatitue preseritemente, o uelhor paaselo para

automoveis neste munlcipio, tendo uma recta de mis de urn kilometro,

sendo arborizada corn duas fileiras de Cocua plumosa, mends as fileiras

collooadas antre a estrada e o passeio para Dedestres. Na outra beirada

da oada peeseio, foram plantadas fileiras de Iagnolia Amarella .

A plameira Cooua plumosa 5 nat iva do Minas, endo muito pouco

appreoiada e pouco plantada no Brasil. E' um arvore dam melhores para

arborizagao, sendo produzido ao milhares em outro. Paines para fins de

embellezamento. Caar estiveasem nos Es1ados Unidos, bta Florida, as 300

palmetfas da nossa Avenida, vd # valeiram pelo menos o /%4 /jf/4/

NAAAW^/M//%XA//1W% 25:000$000 ate 30:0004000. lodas as mudau
utilizada, na avenida, propriamente dita, foram obtidas de sementes,

aqui no terreno da Escola, tendo sida as despezas muito reduzidaa.

Dar palmeiras plantadam na avenida principal, foram substitul-

dam approximadamente 4 %. Duas foram quebradas por pessoas inabilitadam

para guiar automoveis, e diveruas mortar pelos animaes estranhom ao

estabeleoimento,. Dar magnolias amarellam, tern sido subatituidas tambem

poroentagem muita reduzida.

A Estrada que penetra no Valle Chaxa, mervindo as Seco9es de

Veterinaria e Agronomia, fol plantada corn inho de iarand. Estas arvores

sempre attrahem muito atteniao, por serem diffdrentes dam outras em seu

format e porter. Desta., pede moa main ou menos Actualmente me

aoham corn 1 1/2 ate 2 metro de altura, em media.

A parte da estrada de Vigosa ate S. kiguel do Anta, que se

acha dentro dos terrenon da Escola, foi arborizado corn a muito oonhecida

arvore Paina, sendo natcvel que nenhum dos 285 pem plantados morrem. As

arvores ae aohain postas sempre um metro dentro do terreno da Esoola,

medido do eixo forneoldo pelo Snr. Fransisoo S.ant'Anna, Ingenhejro do












Estado, para que no futuro nao pidesse nunoa haver questai sobre as

arvores eerem propriedade do estabeleoimento.

Diversou outros trechos curtoB tern sido plantadas, como 1),

o treohf ligando a Estrada de 3ao ffiguel oa0 a do Valle de Chaxi;

2). o treoho que serve a seogao de Zootechnia; 3). o que penetre no

Camnpo de Expdrienoias, partindo da Avelida principal.

3m redor do edificiao principal, foramr plantadas palmeiras,
aendo esoolhidom para este logar especimenes especialmente borm. Nos

dtversou pequenos enlargamentos do terreno, ao lado da Avenida princi-

pal, foram plaiitadas arvorea de diversas qualidades, do estrangeiro a

nat ivas.

Damos em seguida lista das arvores plJantadas para embellezaamet

ato, oom d/fi indioagao do logar o6ide foraii plantadas.

Em enlargamentos na atenida, (Numero)
( u ero)
Blighia mapida (produz fructas oomestiveis)....... 3

Cassia fistula (para embellezamento apenas)......34

Cassia grandia ....... 7

)arkhamia p... *....10

Spathodia nilotioa .......10

Tamareiras ...... 6

Triparis ounringhnmia .. ...... 25
Na Avenida principal

Magnolia amarella ............ .... .............225

(As pnlmeiram foram plaritadas no anno anterior.)

No Valle dos Barbados (Estrada para S. ';iiguel.)

Pa ineira... .......... ........................... 285
No Valle de Chaxa
Pinho de Parand... 226

Entrada do Valle de Cbxa'

Coous.plumo .a ..................................... 23

Entrada I.trada de Sao Miguel

Cocum plumosa................................... 18






/V









































o a r-i A n passou :les 'rebic. e-no i-.e 1lur-naF3
a .cola ioral de i s, 1a~l.nio a rvore 'ij.a Auxilia-
dora' na Avenida da i S. A. '.












Rua da Seogao de Zooteohnia

Cocus plumosa ... ....................... ... 40

Rua do Campo Ex.perimental

Coou plumoa. ........... ...... ...... ...... 40

Ao redor predio principal

Cocu; plumosa.. ........................ ... 26



Total 978

Cornservagao dam Estradau

A Avenida principal da Bscola tern sido conservado em born

estado durante o anno proximo findo, corn excepgao dos primeirou mezes

de 1926, quando foram as chuvas f6ra da regra, e a estrada muito nova.

0 aervigo tem sido feito quasi enteiramente cora duas machinas simple

de madeira, oonetruidas na carpinteira da Esoola. Corn o triangulo se

limpam concertan as sargetas, e corn o quadrado effectuam-se os concer-

tos na superficle, e conwerva a camada superior. Assim temos constuate-

mente dad6 aou moradores neuta sona, demorstraao pratica da possabili-

dade de se manner boas estradas de barro, cornom pequenas despezai.

Durante oa doias mezes findos iniciamos o uso duia maohina
"Nivelador de Estradas Little Winner", sendo ella optim para estradas

de barro. !











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PlantIo Anti-Leproeo.

Conforme dimseramr diversom Jornaes nacionaeu, o numero de

leprosom no Estado de Minas, eleva-se a 10,000 pessoam. Parece-me ser

aum exagero este nmnero, man decade que tam sido affiramdo sob autori-

dade de profisao media, e nao ten sido desmentida, temoe de acore-

ditar que existem neste estado numero tao elevado de doentes oom esta

horrivel e repugnante molestia.

Tern sido provado terminantemeente, em diveraos paixems tropoieaeas,

onde exiltem .os lepromorios mais aperfeigoadas, que o oleo da chal-

moogra ourou a morphea em centenae de cason, e diminue on moffrementou

em quasi todos os casos. Deade quo existem tantos leprosoa em Minas,

ao ever de cada cidadao esforgar e o atis possivTel para obter tao

rapidamente quanto possivel, remedio contra o rmal de Lazaro. A Eucola,

empecialmente, devia enforgar-ae para proAuzir um born pomar de plantain

que sao conhecidas ono sendo anti-leprosam, e de outras que estao

ainda em prova neste reepeito.

Nao podemos eitar satisfeitos aom as mementes que vem das (f

florestas para produoago deste tao preoioso oleo. A quantidade

insuffiolente s eempre inoerta. As experienolam na Zsools tern pi vado

a impossibilidade de se obter quantidade mufficiente de sementem da

empeole nativa ao Brasil (Carpotroohe bramiliensais), para plantar.

Gastamos muito tempo e energia em emforgom para obter sementes desta

espeoie durante mate dum anno, mas ate a data presented, obtivemos

meno. de que 1,000 mementes.

Von muitas outras qualidades de plantain, tern sido)oTvadas as

grande vantagens de ae plantarem pomare corn especies nativam. 0

oultivo da cinchona augmentou a producgao de quinina de modo a nao

ser main neoessario, o method primitlvo de ir buscal-o nas flovestam.

A borraoha, plantada em pomarem, produs main e muito mls barato do

que na exploragao florestal. Temom innumerom outros exemplos, mai

estes dois devem bastar pmra indioar as posmibilidades oommerolaes











do plantio de pomaremanit-leprosom, No future podem ivlr a constttuir

uan emprego muito luoratioo, e merem a fbnte principal deste tao

preoioso remedio.

AteJ o present tempo, o remedio e feito das mementes colhidas pas

fZrestais no interior da Aata. Sendo a qum tidade muito pequena multo
pr-ourada, o prejo I muito elevado, Por isso, enoontram se camos de

adulterago ou ati falsiflcagao, sendo a qualldade do produoto commer-

cial um tanto incerto.

Logo qae subemos ser a hobaulmoogra espeolfica contra a lepro oa

Director do estabeleoimento ae esforgou para adquirir eBpecimenes deute

especie. 0 primeiro pe vein da grande Expoalglao do Centennarto, sendo

plantado nn terreno da Esoola no dia 4 de Janeiro de 1923. Era provavel-

mente o primeiro a ser plantado no America do Sul, e indisoutavelmente

4 a primaeiro plantado em Minas Geraem. Presentemente tern maits de dois

metro de altura, cobrlndo amos seus ramos espago de dois metro, em

oremoimento vigoroso. Em 1925, o Director trouxe come.lgo, oomo present

do Ministerio da Agrioultura doa Estados Unido., 100 mudas deste empeole

cornm maim on menom 40 cmn. de altura. Foran plantadas em nossao lonar de

Acolimagao, para se recuperaram da viagem, quando foram Julgadom

suffiotentemente fortes p:ara supportatem as difficuldades do campo,

foram transplantados, ao pomar, part sobre Terraqa "A" e o resto perto

desta. Do. 100 p$m pequenom recebido ema 1925, 9 foram offerecidom ao

Ministerio da Agrioultura, sendo plafadas em Deodoro. 71 pn existama

na Esoola, crescendo muito bem algunas, e outroa mals devagar. Immo era

de se esperar, oonslderando ser esta a primeira ves que e a ohalmoogra

plantada em form de pomar. Sempre se enoontra muita Tariagaoo no pie

de qualquer especlea que se tira direotamente dam fitrestas.

Temoma reoebido muLtos pedidom destas arvores, Bna o Director tem

Julgado ser melhor oultival-am aqui, oora todo carinho, onde Ja sabemosr

que oresoem bern, do que espalhal-as por maultoe logares, mendo duvidoso

me seriam ouidadas devldamente, caso mupportasmem a segunda mudanga.

Cremom, tambem, que a Esoola eso aha habli44a para oulidar melhor











o prime iro pomar antl-leproso do Que qualquer outra pessoa ou

nrwtituto do pal s. n.
sapucainha ( 1-4^i p -

Im Margo de 1926 foi non indoicado existir uma arrore de
Sapucainha (Carpotroche bramileinris) perto aos terrenos da Escola.

Todas as sementes foram culdadosamnente oolhidas e preparadas para

-plantio. Approximadamente mil sementes foram obtidase. Deetas 250

namoeram, e mais ou menoa igual numero e capaz de nasoer ainda. Dur-

ante mais de onze mezes ellas estao em condi *es proprias parea

Serminagao. Das mudas, foramn plantadas 133 na Terraga*B*. As outran

qua nauoeram foram fraoa. demais para aupportaramn o transplantio, ou

morraram nna sementaira. Nunoa se pode emperar nascer maim do quo e0 %

das sementes de qual~uer eupeole recentemente selvagem. Amsim, naeo

plantio deu resultado medio. Dieem nos ser a arvore mae muito prp-

duotiva. Em toda empecie na selvagem, a produacao i muito menor do

que pode ser obtida depois de oresoidas as arvores an formal de
pomar, e culdadonamente eseolhida. as que produzem melhor.

Onooba Echinata.
Esta espeole veiu em .1925, por present do Ministerio da Agr-
culturea dos Estadoe Unidos. Logo que ohegaram a Vigosa, foram postal

em nonso pomar de Aelimagao. g6 agora me mostram sufficientemente

reouperados para Justifloar serem plantadas em logares definitive,

na Terraga "A", Divisao "B". Temos 23 plantam.

Poi offerecida umamdestau =udaa, ao Ministerio da Agrioultura.

Dr. Areene Putteinana tern provado que estaeas deste arbusto po-

dem ser faoilmente enraizadam, por Isso, esperamom possuir numero
malor della quando outros mervigoo imperatiwo. no. permittir o
tempo para fazer eate trabalho.















Do que l1emos aciza, verifica que nos terrenos da Eacola

tenon 3 espeoies anti-leprosau; uma especie nativo ea Minas Geraes

(e aslm representante da America do Sul), uma procedente da Asia,

e a outra (Onooba echlnata), nativa da Africa.

Eaperamom oontinuar a fazer o possivel para adiantarmos o

mais possivel esta oultura, quo nos annos u4indouroa poderd trazer

esperanga a talvez saude e felicidade a uma clause de doentes ora

serm sorte e abandonadoa a morrer com padecimontos horriTeis.































l," arvore no chaub-noogral. ImportAa eti 192 corn 40 cmns.
Photogra:,hia Lirada em principals 'de 1927, corn urn metro de altura.
-






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::h;lrntrlIhii (Ca,-i)oltroahe br -.-i liei is,) Jt .rta brasile ir.
af. -. (i ItJ o t. '.7 auutni to ,I. l div,,''.a .. L a d. pelle. .
:42.1 i i'O u;> i a ct) iil t .2 .L.. ez.'X (f\i. .- p"












Jnrdim

Em 1922 foi oercado ium iVequeno trehoi de terreno de mais

ou menos 30 metros quadradoe, par:a plantio de sopecics comn indioios

de born future, e das plants que erg$ nccea.aria plantar antes de

star outre logar cercadc aproprlado no terreno da .scola. No Aia

28 de Novembro, .4oi feito o primeiro plantio. Lfaitas das arvores

ultimamente plantadas noe logares definitivos, para arborizqao do

terreno do estaib3lecimcnto, nascaram neste jj-'dim, quaai todas tendo

sldo semeadas pelos m7os do proprio director. Tcws sido feitas mais

de 600 experiencias neste peuieno trecho de teirrenio. Damos em

seguida ligeira inforwaa-: sob.e alEuL.-as dellas,

Alexi.., foray. plainutadas no 41a 2 dc Dezerabr'o de 1922, sendo

ellas as primcirae arvoc'eL pla tad:s nr scola.(Technilcmeite t sa"o

Litchi chinensi, Sonn.) Apn ce.,entes fc-ram obtidas eni Bello Horl-

.onte, onde germinarai,i, e foram crencid:'s na casa do Director ate

attingirain alturs de 10 cos.

iE&ta frubta uirece muito iais attenqao, porque 4 capaz de

produzir bem em variaa partes deste .'Ytado. A China.j sob oondigoes

politicaes normaes, expjorta annualrieute esta fructa, seooa, no valor

de vil1'.reL- de contos de rele. Purece ser a fructa muito appreolada

no Brasil, maB ninda no tc-m. Eido feito plarntio em esoala commercial,

Temos encontrrda arvores e',, divei'cas cidadcs no 1i-tado, mostrando

que bon- qunlid-"es nerecem pla.ntlo extensiVo. Seriam uma fonte

conitante de renda ao Estado.

AnaryRlli Quando chegamos de Bello .orizonte, no comego

do servi.-o, trouxemos 17 batatas de amaryllis hybrido, que tinham

nido obtidam dum especlallsta na oriapo destas plantas, no Eltado

da floride. 1I' Europn a e na Pme.idc. do P'orte estas flores aao muito

appreciodas. Tnmbcmrn no Rio de JTvneiLo e 3a, Paulo, vendeim se faoil-

riente ae batatas por 6,.,oCO cada ui. )a 17 batatas originals

terou crescido muitas, e texros diutribuido alumas centenam dellas.
Quasi sempre ellas tem manifestado satLsfaotorlas, appreoladaa.
-*& f"(\~- e I k^ )^**


































.1-^.. .
?. '*-. .. *. o

Amaryllij hOhridoz. Beta flor tern alcancado
grani-le succesao, lncs 235tados de -.iu ., Rio -.e
Janeiro, e 3"o Paulo. NJ (


(:., )PJ' 1 '.n tUL Qu O .,,. io u .i.) ..
7,7'l, !1ov:] 'l 1 .0.. at-.o


'J u, ; '
4 ---


+* --.





























realizada pela -ucol i, no ;Uc 1^ ;-c ,:. ^ix-o
de ia'."7, .a sial. e _. ,s. tes. ~t cia
.Jc la~ic2 ae 2'( 3 .o*..3. ^^r. .,


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I':hlla Weltfri ,cui, a i aiis boiii a

--__- "J. ) _.)___________













Zephyranthes.. Outra planta de batata de nosea propria intro-

duogao a Zehyrantiies carinuta,({erb.). Estas tern provado serem

mulito boas para o Brasil, embora Saja.i rativas ao norte do iEquador.

3ao apreciadoe porque corn um. pibuco ce ouidado, pode-,e fazer flor-

eBoer em qualquer epoca do anno, azsim fornecendo floree num tempo

do antio quando ha falta. C -P

Ciaulnioogra, No dia 4 de Jriueedro de 1923, plahta.ios a pri-

meiro pe de ohalnmoogra no terreno da 2ocola (Taraktoyenos kurzil,

King). Sem duvida este fol o primeiro desta e.,ecle plantado em

Minas Geraes, e provavelmaente o primeiro plantado na America do

Sul. Pertencia a rewessa trazlda gr-inde .LxposlVao do Centennarlo

Brasileiro. Depois de eonoluido seu fim alli, as autoridadee encir-

regadau da exhibigac de waude publioa do:3 Lktados UnidoB daa erioa

do 11ortem mnuito gentilmente nos cedeu esta planta. Chegou em

Vi'oea quasi riorta, corn 4 folhas apenau e 20 oMs. de altura. Reco-

nheoendo o alto valor dehia especie para cura da morpheq, temos

cercado este prirmepiro pe coinI to melhores culdados. Pai.sarem quasi

seil mezes antee delle mnostrar oijnal de reouperaqao. Presentemente

a arvore attinrAiu nltura de mnais de dois metros, e ol seum ramos

extendein-se sobre una areas de mais de dots mretros. Provavelmente 4

a maior de;.ta eapecie no 'Lasil.

Dahlias. Uwi, born aiigo da Esuola, 33nr. Jnao Dierbcreer, de 8ao
I
Paulo, emi 1925 nos offereoeu oollecmao de tuberoulos de dahlias de

qualidades superiores. ljtas floree tern dado o melhor resultado.

jLm 1926 elle nos distinguiu mais uia vee, com outra colecgao. Nin-

guem nesta regiao tern tido dahlias que podaasem se oomparar corn as

noasas. A dahlia 0 native da America do lorte, do Mexico. Voi

levada A Europa pelos primeiros exploradores, onde foi aperfeigoada,

e depois trasida de novo para a America, muito melhorada.

Mamao. Temos feito uma experience mutto intereesante do

valor, no Jardim, em provar diversas qualidaden de mamao, algumas
























































j. I yc p,


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deste local, outrou de PFrnanbuoo, e outros de fruotaa boas oompra-

das no diio. Os resultados mostramn que o mamao 4 logo influenoiado

pela selec;ao e born trata iento. I'auiuenti teuio -rovwdo que co, o o liza

e eleva-ao de Vi,;Qsa, as qualid adea du fructas eno;.mes, tern para

nos pouco valor. 0 mamao 'nelao e o de Pernambuco sau bisexuaes,

emqumpto a qualidade geralmente oresoida aqul e monoaexuai..(V I-

"Ora-ro-nobias" Eata 4 wna especie natiVa de Pereakia, quo

se enoontra de vez em quando em :.iiaaBs Uom nosaos reiultadoa no

Jardim, mostra que serviria multo bej_ para ce'oas vivas. Durante

uua paite do anno fica cobertu oom floe.'es. C P" 3 -. ')

RosaS. Din Axperlenicias imperfeitds que tciios :ealizado oom as

roaaa, fioa der-on..trado ser er3ta re&,iao muito bern ada.tAido para

cultural desta tao a:)reciada flor. 0 gruoo de iaultiflora* dao flore

durante quasi o anno inteiro. Crescemn beiu, zea ouidacdo especiaes,

e marecem ser muito mais plantadas do que sao. As rosas mais aper'-

feigoadam tambem orescem bern, e ppoduzem flores bonitas. Muitan

que sao geralriente enxt'tadas por borbulha ou por encostila oresacemi

aqul perfeitamweiate em eLas propriaz. r&izes.

Tomate. Wma serie de experiericias que temoa reilizada quasi

continuadamente decade o inioio ao jaLcaila, foi para indigar porque.

nao se encontram bons tormates aesta reLiao. Terios j" descoberto

dois cauuar fundamneLataea prara fracaasos na sua cLultura, 0 primeiro

a grande falta de wateria organaioa e eaweciabxenite de nitrogenio

na terra. 0 segundo 4 que o tomato oultivado e muito attaoado por

ul fungo pertencente ao genus '"oeptoria"t A ;i'riiacira dlfflcouldade

pode se veneer pelo emprego de quantidade sufficiente de material

orgaiiica ja apodreclda, esrecialietite estecco do curral. 1' pro-

vavel que a outra difficuildade, a do fungo, pode ser venoida pele

emjrego da calda Bordbleza. Este trdtL.iitnto nao team ido bern pro-

vado, mas decade quo J tern provado efficaz em outrbs paizes oontra

molcestias da imeama natureza, poa-mou eujpcrar que tera resultado



















uemelhante aqui. Corn o emprego de qualtiducie liberal de

fertillzantea organicos, pode zer produzida quantidade

consideravel de tomatee de primeira qualidade, embora eeteja

presente o iungo.























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~. viw 1c -~ ~
1. LLUAL1C ~1 ~ C ( ~Oi L

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33


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Experienoia corn .iaface. .eL1'sijtes Seleocioad-ias
a a.perfeicoacdas. Fileiras 1 e 2, a esquerda,
Sda "Big Boston", Fileira 3. iew York., Fileira

* YV *t S w A ),tX' y \A. '%(- e" i*^ -w ,y L9^( *Ar~-,f -c / A ~
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0 Viveiro -


Julgamon quo o nub-produoto maits important de uossos tra-

balhos no pequeno viveiro, estabelecido para produzir mudas para

plantio no terreno da escola, 46 o facto d.e divepsos mogos j& term

aprendido mais ou menos bern oe princlpios d pratica neste important

ramo da agrioultura. 1-rovavelmente nao ha outro ramo em que o Xstado

de Minas podera',ttao proveitosamente faser progresso, como na pro-

duago e distribuiao de boas mudas fructiferas. Cite ou dez mogoe

J4 adquiriram mali ou menoes pratica na arte da producao de boam

mudas enxertadas. Esta instruo
a oapaoidade nata de cada um. Unp naturalmente tern inclinaao para

esta form de servigo, emquanto outros nao tern facllidade ou vontade

part; apprender trabalho tao delicado e ao mesmo temipo monotono.

Umn dos nossoo primeiros estudos neste ramo foi o do provar

diversas qualidades de citrus para determinar qual delles serviria

inelhoi pars eavallos. E'Rntre as qualidadeB provadas sao: Limao

Grosso, Laranja Dooe, Laranja Amarga Dace, Trngerina, Toranja, f

Lino Rosaa.

Limo Grosso. Parece qae este oit Lus nunca tern sido provado no

Brasil como oavallb. Foram encontradas algumas fruotas no meroado

municipal do R&o, e oompradas para semvntes. Depois -loi enoontrada

um arvore da mosa qualidade em Deodoro. Na Florida, e ells muito

usado, raratrente na California, e na Africa db Sul tern provado sor

uma das melhores, espeoialmnente pelo motivo de viver muitos annom.

A.gumas das arvores ja tern 80 annos de edade o eotao ainda vigoro-

man e em fructifioagao. Em noesso viveiro esta qualidade oresos

muito ma'is depressa do qua qualquer outra. Tern ainda a- vantagem de

ser muito resistente ao Mal-di-Domrna. Cresoe fao ilmiete, e produz

borqn viveiro ema menos tempo do que qualquer das outran qualidades.













Limao Doce, tambemr tern aido usado corno cavallo em regioes de

citroultura. Tern dois defeitos seritos. 0 pri.ncliro 6 quc 64 muito

attaoedo pelo Mi 'l-di-Goima, e o saegLiido 4 qge ciesce mais ou menos

devagam. INao e pi'cova/el oue esta especie prevar-ze-A dcle qualidade

tao satisfactoria oormo nigumas outraE psva ecee fire.

Amarxgo Doce. E.i.ta qualidade 4 iaulto u3t:'.da e in nIgur:is regi`es de

citricultura, onde a I-i.1-di-Coiarnla copecial-mriente serio, por ser

quasi iwnune A a elle. Tew o defeito, porem, de ser de orescimento

muif lento, e 4 Berianento afi'ectada pela verrugosa (CitrUs scab.)

Commnunmente se tr.ta eetz, qualidade como "Lc,!,anja da Terra". Pode

ser facilmente distinguido dae outras qualid'des chamadas pelo m1Bmo

norme por eer as f,-ructas sem mcido, e corn goato aenargo. Em outro

aspccto a fructa asserielha-se muito a Uelecta e a diversas outras

qualiladea deas laranjas redondae, corn a differenga de ser de cor

maals c:-. rreada.

Tangeri na. 3st-i qualidrde foi pl.-ntad i. .ara saber seu creaci-
wetito e possibilid:des covo cavallos para Kunimqu-ts e outran litrus

menoreB. Seu erescimento, pore' i tao vagaroeo que na0 serve para

este fim. Em dots annos, os peas fizerarmn menos de 25 do oresoalmento

de L.rarinji- Ariarga Doce, e da Laranja Doce.

Torw__a_ P.irece que esta qualidade nunca foi einpr.egada como

oav'llos CLi >i'Inas, A Toranja a que referimos s a especie ohamad n&

llteratura Franceza e Iingleza "Pummelans", ou outra denomlnagao

semelhante. Nao se devo confundil-a *om a outra fructa ohamada no

Iringlez "Pumelo", que 4 exact nente synorayno para "gr-yeffuit".

Technicamente esta ultima se chama Citrus maxima, var uvacarpa",

emquanto a toranja e "Citrus Maximum". Einha attenao foi attrahida

parn esta qualidade porque vi diversas arvores crescendo, no logar

chaenado"Piao# (Fazenda dos Vieira IMartinsj, hum plantio muito velho,

onde os oltrus de outras especies estavam soffrendo muito com

molestlas, e por cause da secca, emquanto as toranjas eram bern





319


carrL'egadas e oresoerndo vignroaalente. quasi todas as outros citrus

plantadoz w, meamo teipo, mats ou menuos 40 annoa pis.-ados, estavam

co3ipletaLnente mortos, CLu reduz1idos a troncoF.

Limao 1,osa. Parecc cer esta a quaslide predileeta no Brasil

para cav,1lloa. u.-i distribuiquo geral, e importninoia 4 indicado pelo

fact dR teJ.'u.,J encontr.,do 18 no!..es outroc par ella. X muito resls-

tante a vcriau i.iolestiiB, '.endo geralente a ultima especie para

mo'.er <;ui.uo wi, i..1-ir esta abnndoiLo'da. Geralmente as arvores sago90

moi Lo '.**.,d.ctiv-B, e a f Quctns contem, em regra, numerosas sementes.

O3 b'ubL1 l h'. Cijn; f.cillente, no:i c-.valloni desta oualidade, eSou
o
0
c.-'Ucix.ento i;. ".1 ol, fci rnenoa ra-ldo do ,'ue/da Toranja e Limao

.'roBso. P-rece r(ie el1..- p--vve s-r a melhor oa,'a opvallos no Brasil,

ie o Lim.o (1-osso na-i pr.vr dqAotqr-se mais facilmente as diversas



Cavallos ou Ports Enxertoe.

Nai regien do undoo onide a pouiicultura scientific sa aoha

1T4l8 adiant:idn-, cooio na 4frien do Sul, na Florida, na California, *

ut \uztralia, '-d'n sldo muito estudada a Belecg&Lo durrag especie para

ci-fallo& ou stouk. NWo patzes onde a arts da pomicultura conhecida

a muitos .nnos, e a soienoia ta sido pouco estudada, como na India,

Chirvx, e nn Fran,'a, a eeleoago dos cavallos tern sido mais por con-

veniencia do oue por estudo tochnico ouidadoso. Wenhiura espeoli

seria capaz de ser a melhor para todos os logares e regioes. Pore*,

sCrido a esecile do oivallo qual for, ha alguns princlpios basioos

qua sao Invnriaveis no mrundo Intelro. Algunri destee principios sao

b)eni conhecidos e eatudados ocn 05 pomloulturiLstas adiantadas, outros

s:o ainda deBconheoidos.

iementee. Tanto quanto tern sido possivel, J.s sementes para

noFBeos cLvallo:, toern sido tiradas de fruotas produsidas em arvores

velhas, que tern resistldo molestias duratite annos, emquanto as 0a1fa

outras plantadas so memo tempo, ja acabaram. Especialmente temoas
observado este oon as sementes de Ltnmo Rosa e Toranja. Depois doe













tirar as cenentes des fructas, sao sempre rejeitas codas as sementes

menores, e malformadaB, tnttio quanto 4 o i deterninar a olho nd.

I'm seguida sao plantadai as teiieretes no ripado, em arela pura, lavada.

Esta substuncla e boa e uniformne )a.a v.crL.Liin.,o e.'s 2erentea e ores-

ciincrito das viuda:j ,.,queriny.

As .',ucias. Depois de attir+ireia a-.pox].ad:.a'ente 10 crs., Sao

todas tiradas das ,4erieriteiras. aZo eLi srtfiid-i divididas em tres

claBJes, de auoooLdo ooia o seu de.ivnvolrimenaito. :.tejeitam-se todas qu*

estao na cl<,33e di. pequenras, em que gere.lniete se anc1-.m de 25 at4

40 % das mtidas. An miories e as de tamanho medio ao plantadas em

cznteiras separados. Por este medo, quasi todas as mudas mais fracas

Iao rejeitas sere o trabalho e despezas de culidar durante multo

terapo de poroentagem elevada de riudae q ue nunca terao utilidade.

0 viveiro. !o viveiro as mudas aao plantadas de 30O em 30 am.*

em fileiras dtstntes um metro ua da outra. Depois de attingirem a

altura de 43 ate 60 eie. sa*o em geral sufficlenterente grandee para

podareia ser enxertadas facilraente. N1esta epoca se faz outra seleogao,

sendo os borbulhas poetas apenas rms mudas que sao fortes ou pelo

menos de desenvolviimento medio, t)uando as mudaB teri sido enxertadas

sels at-e nove mriezee, ellau BslO era boas co(idioeas para serem postal

nos seuB lo,,],ces definitivoa, e ,ieuta occasiao deve se fazer outra

eseolhT ainda.

Por este rw thodo do selecyau constante, podem se obter mudan

bem perfeitas. CniltenaD de iuilhikres, se nao milhoes de fracassos

tern sido devido ao habito geral do ,jaiz de se approvcitar qualquer

muda, seja forte ou seja fi.aoa, para porta-enxerto ou cavallo. Nao

se deve esperar boa rendsa de arvores fructigeras que nao sao muito

vigorosas e produotivas8

Tern side i ovado por experienclas rigorosas, conduaidas dur-

ante mais de 40 annos, e com. milhares de arvores, que os pds que

eao mais vigorosos no viveiro produzem males froutas no pomar. Nao













me deve pensar que de vez em quando um arvore fraoa, e rachltloa nao

darg boa colheita. korem, quando se consider nmilhares dc arvores, a

produacao media das arvores Ti-urosas e muito maie do que as arvores

fraoas ou media. A prod5.ucqco media do poranor varia exaotmnernte eom o

cresoimento da arvore to viveiro. Por isso, deve se abandonar o

habito muito mao de aproveitar mudas fracas e de pouco vigor, porque
iao
Oom o0 ouldados a ellas,/de3pesadoa muito tempo e dinheiro, sem

nenhum resultado.



Na Esoola temos ensinado estes principioa a alguns dos

nossos mogos, e a algune dos homens maim velhoique de vez em

quando nos visitam.






9/0


Pomar de Acol imaagio

Urn pequerno treoho de terreno, main ou menos 20 par 40 metro n

atras do Ripado, foi esoolhido para nosso Ponmar de Acolimaqgao. Quasi to,

das as plants, logo depots de reoebidas, sao nelle plantadas, pars

poderem receber ouidados especiaes, e recuperaram depots de Tiagem, ante4

de terem de supporter as condigoee mais difficlis nos logaree definitivoq

Qmundo foi recebida a grande remessa dos Estados Unidos, o tempo era tao

se6co que teria mido imposslivel salvar muitas dam mudas caso fossem plan-

tadas duma vez no pomar. Depots de serer cuidadas especialfiente durante

urn anno, pode-se Julgar se estao isentas de pragas ie insectos ou moles-

tian, Rate canpo tern sido multo valioso para nos, porque algumas ilantai

eepeidalmente dos citrus, recebidas de fontes Brasileiras, tern side multo

infeotadas corn lal-di-gomma, e outras corn uma molestia tratada de "Lagri-

mas". A ultima tern aido serio ao onto de matar alguns dos per's mai

affectados.

Outroa citrus no pomar de aaolinagao tern side affectados par

ooahonillhas. Demde gue estas se encontrarm. geralmente em todom oa pomarem

no Brasil, Dao Julgamom ser necessario a queima destes p4m.

Outro valor deste pomar temporario 4 que se pode saber se ums

empeole ou uan qualidade vae crescer bemr neets regiao ou nae, asmim

evitando muito trabalho, bem como muitas falhas no pomar permanent. At

especiem ou qualidades que me mostram fracas sob as condigoes optimas

e melhores ouldados que podemos dar, nao merecem logar no grande pomar.

Durante o anno passado muitas arvoree fructiferas e Ie embelle-

zamento,d foram tiradam do pomar de aoolimagao plantadam nosa seus

lonres permanentes.

Outro flm muite o important do pomar referido 4 que aqul podemom

apurar os nomes que sao reoebidas nas diversas espeices. Sepecialmente

nos lcitrus produzidos no Brasil temos verifioado esta difficuldade. I'

difficil dizer-se como me priginaram estes errors. Par exexnplo, um dam

plants com nome de "Limao Dose", depois de produzir fruotam, prorou ner







4/


"Limao Azeda". Outro erro muito evidence ao conhecedor do assumpto,

era que ohegaram pea de "Shaddook" corn none do "Grapefruit". Errors
deata natureza podem ser corrigida. facilmente depois de produzidan

fructas, e a arvore plantada definitivamente corn clasificagao acertada.

OutraL quest, e ainda main important, 4 que corn as condl-
goes neste pequeno poiar, as arvores produsem fruotas corn maeor

rapidez. Assim podemos provar a qalidade das fructas, bern orno verbfi-

oar 1M a arvore 4 produotora de boa. quantidade de fructas ou nao. S6
depois de saber definitlvamente estes does pontom, Tale a pena comegar

fazer muiton enxertos de qualquer arvore. Dis citrus recebidog de

dentro do Brasil, menos do que 25 % tern provado mercer propagagao. A

qualidade de "Caoau. que recebemos, por exemplo, produz fruotam ner
caldo. Distribuir mudae enxertadas destam arvoree eeria fazer distribul-

gao de ua qualldade inteiramente sem valor. Outro exemplo, e que de

vinte pea de "Tangerina Cravo", verifioamos que tree sao sufficientement
produotivam para mereoerem propagagao. Bstes facto. a0o oonhecidom
muito communmente entire on WEZiXXt pomioulturistas que mao ao menno
tempo soientistaa, mas os pomiculturista. praticas (assim chamados), nao

sabem estes principios fundamentaem, escolhem on borbulhos dos pes

mais vigorisos e main bonitos, eom abundarncia de estacam de borbulhas,
desprezando os pea que sao muito main fruotiferom, e que produzem

fruota. de melhor qualidade. Corn o auxillo deste pomar, podemoe

determinar a produotividade dos pe, bemrn oomo si as arvores produzem

bMyzxz=Itaztizxat fruotas de boa qualidade.







92-








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Pomar da Euoola

TemoL oontinuadn o pl.ntio do pomar da E..cola, do modo que o

te:reno teni s ido posto eii estado que o permittiria. 0 pomar do estabe-

lecimento deve cwaprir tree fins berm diversos. Em priiweiro logar, om

alLunino, especielfienite os de .ormiicu&tura, devem aonhliecer tantas qvAl-

idndes de arvores iructiferas quantas for possivel cultivar aqul,

e tambem o maior numero possivel de outra's qualidades de arvorem.

No pomnr deve se provr maultas species de diver'3is qualidades de

fruotam. Por isso, temos plantado mrauitam qualidades de df;ejipV

citrus (Laranjeiras), de uaceiras, de pereiras de 'eoeaueiras, etc.

Neste ponto temos sido immensBnente auxiliados pelo Dinisterio da

Agi-icultura dos Est9dos Unidos du America do NTorte, que nos offereoeu

gratuitanrmeate, unma ooleonao valiossirnma de plantas. Em teroeiro logar,

deve produzir, no future, fructau pnra consumo dos alumnos. Sendo

a f ucta de muito mi-ior valor na alimnentagao do que geralrente eso

acredlta mo Brasil, devemoe nos preoccupar *orn a produogao doe parte

da quantidade que deveri ser cjm dwzz oonsumida no refeitorio do

estabeleoilmento, pelos aluminos.

Tem Cido feltas innumeram experiencias neste eatado cornm

plantio de macieiram introduzidas da Europa. Constantemente ouve-se

que um regiao ou outra em Mfinas Geraee 4 productora de magaB.

Temos observado sempre nas visitaa a esses logares, serem as arvorem

quasi mortars cora doengas, ou em camo de estarem corn fruotas, serem

estas tao azedas de riodo a se prestarem somente para coslnha. Por

isso no- consideramos muito felizes em ter obtido, na oolleocao

referida aoim, do Ministerio da Agrioultura dos ]Hutados Unidos,

diversas qualidades de maoieiras que, tendo ori;em m paiazes

tropicaes, sao oapaae, de ser empeaialmente appropriadam para erta

re6iao. De pleno acoordo coii as noseas esperangas, temom colhido

maga doess, oheirosas, e altar mente bonijas. ]B]ram um pouco paquenas,

aendo isto provaveliaente devido a serem oz pe's plantada rn. Esoola












ha meno. do que dois annos passados.

PR1.:'a .,m1e V. rxcia jorsa apPreciar o rnurnero de qualidadem

de fructas que temos pl:,!jtado ate eiita data, damns a baixo a

li ta*

acateIr-i (P.rc.... :.uiericana, RllI)...... .. 35
eceego, (Aneodallas persica) ..... ........36
heeixclras (Arunns. -,p. diveri.ia.) .......... 29
Anis ........... .. ....... ... 1. .


12~i nverau n:,s s
Fzucta da Condesi.:a (:{ollinia aelicioa,. 3afford)..l9
n.-ucta de Conde (Anon. .....'I,iosa, L. *...... *. .18
Cherimolia, (Anona cherimolia, VIMill)............ 2
Anona daver3ifolia, ;...fford .............. ........23
Araqa asou (Psidium op.) ..................... 1
Br.naneiras Yusa sp.)
AnTa .................................... 10
Coco ................................... 3
TOuro ................................. 14
Prat-a. .............. ........... ..... 19
Ys-iT a .................................. 9
Terra,.da .... .... ........................ 1
SL.- Thome ....... ............. ...... 4
Cnamlphoreirn (Eaurua cm:rhora)............... 1
Canelleira (Lourus cinnzamaum) .............. 1
Citrus (7o Incluidos os plantados nas terEragas)
Tangerinas ............................ 53
S..tsuma. ........................... .. .. 29
Grapefruit FojL er..................... 11
Granefruit Marsh....................... 11
Oi-.ief.."uit Duncan..................... 11
(Grapefruit ?'c C nrty.................. 11
Gra.Efruit 'utana Uf franeo) ........ 30
Grapefruit Dr. Caire, (Pd franco)..... 5
Tangelo Thornton .......... ........... 11
Figos,(Ficu c.arioa) ........................ 8
Jabotlcabelrad (:.Iyrciaria sp)............... 10O
TC:nkseiroe (Dioepyros kakli, L)..............
3aacittras (Walus sylveatris, ,I.iil) ......... 17
lTrmelleiroa (Cydonia sinensis WVf EKoehRe) 9
Nectarinas (l'runus Persica, Tar iucipersica. 6chneid).. 49
Pereiras (Prunue serotina, var. cult, 4tehd)
Oarbe r................. .......... ...* 3
Keifer.............................. 3
Le Conte .............................. 3
Schniidt .......... ..................... 3
iltangueiraa (Eugenia uniflora, L).......... 10
Pimenteiras ................ ..........0 0....... 5
VIdeirai (Vitis p) ........................ 10

Corn o fim de approveitar o espago entire as fileiras
das arvoreB. do pomar, tern sido feitos diverso. plantiom. 0
terreno eata melhorado corn os cultivos continuous, que ao memo
tempo, served para oonservar limpos de hervas damninhas os
espaiOB.













A proporgao que as arvores vao crescendo e empalhando

as suas raizes, J de summa importanola diminuir on plantios entire

as fileiras, em finrl, depois de orescidas an arvores, serao

deixados oompletamente llvrei on espalos.

Temou feitos On sekuintes planting, de natureza temporaria
entree as fileiras das ,rvures no pomar:

1). Algodao
Day's i'edigree
re bber
Lxprenso
C&weland
Delphos 631

2). Batata Doce
NO 14
No 16
Na 181
NO 182
NB IV3B
Q IV 3 C

3).dAatata Cenoura.

4). ;&angarlto

). Hilho Boce
Crosby
Late lamouth
Golden Green
3antam evergreen
THarrow Grained Lvergreen
3towell 's Evergreen
Orange Sweet.

6). ,ilho Duro
White Flint

7)- Pala Imperial, 1433 mudas pequenan.

8). Palmeiras, LivinBtonla ohinensiL,R.Br. 500 mudas pequenai.













Terragas

Pait a on. d : Jta ie sI'L",:.'- .'in ortt'_ ist sorei arl.proveil ados

on lados don norros. ic-tS -site, ersmi :Li:;,os 4esten plant.?.dos a cafe ou

mama de asuucar, &o' Altaa. Ade Uon,.-V-.i-,o dr. -t,;',nmc, trat-r. inrto racional

des cultural, e -or- oul f Jo ..o..jeLiaaU, Ly.LtL'i uodas ei,3ts oultur'as tam side

abandonacdaz. Ui. do-., i.',lu.'. proi.;..Las desta z nla e irnv.-ntar modos ecenomi-

cOB para utiliiznu.r.o Jdus iorros ...crL irooducquo jit..-.-irinente dc oultuarB. 95m

parte, estat queLi.-o se ;.'.it.. r'esolvid& pelo pGIiioL de pomares de arvores

fruotiferas em terra-'a..g.o 1' indespenoavel que seja possivel pissarem

vehiculos e instru.iLientos agro'rios antre as arvores. Seem quo sej&m .m

arVores protejidas, quundo oe verefioa necesBidade de agir contra iriseotos

* molestias a fruztioultura aera IU fvaaouo, cono tem sido em totlios pal-

zes onde se tentary c '..r..w esta oultura sob taes coi-r.- ioes, ITgb.lente,

Sirport;..eC CUI.-; -'v;~.tr a Lrodu'L Lv dade do terreno.

Co:. o fim ie.. 'ir este iodo, isto e, a;.rovc.itar p lado dos dos

morros conjtrultoos 2.2CC metroCs ,ie terr,-:.8 ,LUs n-o ast.no ain-da em con-

digoes fines pra-: cult'..a:, mo je.-..; se elloe -*,rfr-,i-et' 3eite adi-

antadas i:pLr per, ittirei p.L" tio (;c aivore 3 Aj i-'octriad-:,ente, as teira-

gus qu.Ce ..-oabai.os dJo 1onsi Uir, re.,e::iaen:ta rea de 'ais 0a (.4,is hect.resl

Sendo .i.r .i. ...s r os t. ,.'.r 1 .L cotjO ,...vi ae ,,i. t t6.du, a .rea Ar

quasi o co'-.'o t' wlculo. arvojes ...*.. pL.tI-deP de .odo -u., os C..r-

ros leaves, ,-aclinp.os, : veris. .l]ur'as e outra., :',achi, 3 a4rz-rias poas.-4.. ps-

Bar entreo alado do ilorro e os t;s, .' +.c .os C ...5s-.o cultivri.oros sobre

today a aret, planttda.@

0 proble,;.e serio rr s:u:uid.- :nn devc'mos resolver, o de desco-

brir um, cultural que produzir.&. adubos verdes economioaUente.

Im seguida d'.ios linta dos pl..nt.ios JrL fcitos tihas terraqasy

Terraga TO 1, 36 pes Thngerina Cr.vo, enxorta'.o3 covi borbulhat

tirades do. arvore r-is productive recebida do ..inisterio da Agricultura.


S
4





7




35 pis de latsauma, borbulhoi das arvores ir-ortadas da Florida.

Terraga NO 2. LarLnjas tardi.Lstypo conimumnnente trL,.tadas de
"Pera". 2O pa de ihart's Late, 10 pea de Perao, 5 pea de .elaoo. borbulhos

do pea reL;biaooB uo J:iniaterio da AFricultura.

Terraga i!Q 3. Lar&.njas qua madurecern cedo. Select 10 pea, Bahia
5 pes, Lari.njL do Ceo 5 pea6s, Larunja Lima 5 pes; China Branca, 5 pe', Ita-
borahy $ pea6, iL-cut, 5 peas. Iagnun Bonui, 8 pea. Borbulhos 6e ]tS do Minis-
terio.
Terra.- 1J. 4. Tcingerija, 11 pis; L-ing, 6 pe's Valuncia 12 pes;
Washington 12 peas Pinea.pple 12 pes. J3orbulhos tigados de arvores iii-orta-

das da xioridu.
lerraga 14 9. Tangelo Tkhornton, 10 pes; Grapefruit foster 12
pes; Grpeiruit .arash 12 pes; (rapefzruit DLnc..n 6 pe; rpeuit IC Carty
6 peas. Borbalihoa L.iauo de arvorea iiaportadas d.-l1orida.
Terraga "A" e luaoa desta terra9a. 71 p's de chaul ;.orra (Tarakto-
genoua 1C'zii,kZin.) uo Dcrtanto de Atricultura dos 4.stados Unidos.

Terraaa "B" 134 juu.dau de Sapucainha (Carpotroche orasileinsis. )
jIerraa "U"# iiLiao Oa0 5 peas; Limao Lanceta, 6 pe's; Llo Genoa,
P, Is, L :,Lo Genoa,

10; Linao Doce, 10 peas Peru de lernarubaco 10 pea; Lavanja Cipo, 20 pes;
Tangerine Cravo, 20 p6ea; Limn Azeda, 5 p6Sa; Liina Inerme 6 p6sj Liia Varflim
6 pes; Tangeriita VLedute 'Uilho, 20 pes; borbuihos degte forz. tirados dos
pea enviadiu pjelo sliniaterio, ,ienos o ultiio que e duia qualidade desta
visirnhanga, es0;Ccic-1.,u1Ute boa.

Terraga "Ii" esta planted, de pea francos >'.ra fin.- de estudo
de v;uria oas das Ludad de seentes, e pura notar as virtudes de diversas
qualidcdes cuju cavallos. .i'stas se.ie.iLes for&." ttecu1hidjs e pl^nt.das corn
raeuL cuiaado peasoal, e per i~ao BLsO uertos os saeus nowes. Toranja (Pome*@]

12 pe'; Li;jao ,.OWa, ii p', LUaranja dL terra 10 pes; Lijiao Grosso 10 pe;

Grapefruit,10 pea; Laravja doue (Grupo de Lerra dugua) Ia ; Tangerina 20

pea; Cidra, 20 pe's.




. w


0 numero total do pes de "citrus" pla--ntados nas terraias eleva-se

a 462. Destes, 122 sao de'pe franco, pa'a stadu do variaqoes. Oa bor-

bulhos paxa os pe3 enxertados fora',I tirado: de trv,.',es de i.Je ja eramn 00o-

nhecid&s as fductaa.

Temos nza turra;.-. rrt. .e:.;i ..bes d qs tidLra Joitriu. 0

grupo mais iJnportw.te a a d:L laranja reu.,dri, treat. "1.'. .t].s bota.cld.'.s

coi io Uitr.'s sinen~ i., (sCsbxk). D este Lt'it O temos i6 q.ia.ltlk. 0

gapt sezundo grapo, or,. imjJortarncla, xkx.x-t;.x 4 0 corihecido aoG

botaxii3tas corno "Citrus nobilis, Louir. CoAi,.nuuriente, se t-'ata alguns dos

repre;.rntaxntes deste grupo ccmo "i:,e:eric3as". ic1ija temios ciico quali-
dades. A.u g'upo dos Oraoefruit (Citrus triaa uvatit'.r'.a, i"errill)j te.ios

quatro qualidades. De Tnc.gelo (Citrus si1,ansi's x Citrus :-;cxina, uvac,.;;.a,

Yerrill) te-nos 1a qalidade. As outras des qualidj.de.3 sno diversas

citrus, como limas, limioes, e outros de minor ir.ro''ttnoi., commercial.

Assli pode vor V. 2xcia, que ternos faito -regresso consideravel

no plx.itio d. por:,'--* da,i cola. A i.aioria da. _udas tera sido produzidas

aqui no terreno da Eacola.












Serial Molestia de Canna de Asaucar.

Podemos oonsiderar como verdadeiramente alarmante a situagao

aotualmente existente em Miinas Geraes da canna de assucar. De muitas

seoaoes do Estado reoebemos notioias de cnom esti grassando a molestia

tratado de "mosiaco". As grandee usinals estao verifioando diminuigao

de m.is ou menos metade de sua produoao, de cinco annos para oic. E'

difficil dizer qual sera a termninagao do problemma. Em outroas paize.

assucareiros, o momaoio tean ide estudado durante muitos annos, sendo

oonsiderado molestia de primeira irnportancla.

Em prinoipios de Novembro passado, por inmistenola de diverso.

interessados. corn autorizagao do entao Secretario da Agrioultura,

ExmQ Snr. Dr. Augusto Vlanna Castello, realize ura. viagem a doua dam

estagoeu experimentaes mais important do Brasil, de cultural da

canna de assucar.

Primeiramente fui a Deodoro, Estado do Rio, onde o 9overno

Federal tern feito algum progremso em eatudo do mosaicoo.

Depoi segul para Sao Paulo, e para a cidade de Campinas, com

o fim de visitor a muito eonhecida Estagao Experimental alli exietente

Nas duas estagoes fui recebido corn a maior gentileza por seus direo-

toreo a subalternos. Tambem nas usinas de aeeucar, visitadas durante a

viagem., ful empre muito bern recebido, encontrando sempre muito

interesse no estabeleoimento de que tenho a honra de ner preBentemente

o Director.

Os estudos feitos nessa viagem levaram-me a conolusao se quo a

molentia constitue problem muito eerio, em tdda. as regiOes visita-

das. Em outras viageno, nesta zona, tenho notado signaes da molestia,

3' de tal modo eeria que mereoe on melhores ouidadom doo governor

munloipaes, estadoaem e nacionaes, para que a industrial de ahmuoar

nao fique perdida no pais.
















Devemos nos preocoupar' experimental diveruas qualidades de

canna, para verificamo. quaes sao menos prejudicadas pelo mosaico,

que ao mesmo tempo produzam assucar mais eoonomioamente. 1Mao foi

verificada ainda nenhuma qualidade que seja imnmune ao attaque da

molestia, mas as qualidades variam muito no grao em que soffrem, sendo

uitas qualidades mortar ou invalidadas en pouco tempo, e outros mais

resistentes.































Jj3Eiu:m luito c tC A jirE ta, Lu~: -.Iidade
1r2:4ialeute~ I.l. dQL. Uj ii ..if i
raidt 1.-( tin (>."*pifl a, ;. uae ~... rai'tL .i













Arros

0 arrox 0 no Brasil urn dos alimentos mais oommuns na diet de

todos, dos mais rioos aos mais pobres. Felizmente para a saude do

povo, ainda nao esta introduzido o modo de polir o arroz, oomo e neo-

essario nos paizes onde os paladarem sao mais exigentes. As camadas
superficiaes do arros onitem mae. mineraes muito necessarion para

crescimento e para saude. Quando os graos mao polidos, pars om tornarem

pwrfeitamente branoos, perda-se quasi oompletarnente estes saes.

Send o arros tao important na oomida de toda dia, devemom nos

preoocupar em determinar os methodos mnais effiolaentes para a sua eul-

tura, pars se saber quaes sao a. melhores qualidades, as melhores

epocam do anno para realizar seu plantio, e miitit&de de outros pontos
elementares, antes de entrarmos no estudo mais especializado da suam

molestias om inseotos que o destroem.

Os methodos de cultural geralmente usados sao dois: cultural no.

brejos, e oultura nos terreno minais altas, ou cultura som irrigagao

natural ou artloifla4X, e cultural sem irrigagao. A oultura nos brejos

Smulto coramunmente pratioada nesta zona. Este modo, que exige quo

todo o trabalho seja bragsal, a oolheita 6 mais ou unos incerta,

podendo ser oompletamente perdida oom as chuvas que casamn innunda- t

goes do brejo durante alguna diam. Por trees annos temosa feito esta

oultura, sempre am terreno alto, sem o menor tentative de irrigagao,

e oomn resultados uniformamente bonds, A producao diK nao Z6 tao

elevado quanto podia ser corm todas as faoilidades para irrigagao.

Porim, send o trabalho exclusivamente de machinas, ate ohegar ao

ponto de colher o arros, Jd cortado, para levar aoB abrigos, a cultural

4 feitan muito eoonomicamnente.
Termoma experimentado oomn duas qualidades, Honduras Japones,

durante quatro annom, e este anno estamos provando ainda umajterceira

qualidade, o Mattao, de que receb6mos am sementes do Inspeotor
Agricola Regional.













Pa.na est:. regiao, tem. sido mielhor .3emear o arroz durante as

duas prireiras semanas de Novembro. NoBso plantio em 1925, comegado

no dia 14 e co. ipletado no dia 16 de Novemrbro, provou aer um pouco

t arde.

yoi colhido an meladoo de Junho, e depots de limrpas as
sementes, verfficado producqao de 920 litros nos dois decimon de

heotare plantadas corn arroz .Japonez, ou na razao cle 4,600 litbkos

por Uectare. 0 Honduras, plantado ea terrerjo muito aeinelha te,

produziu na razao de 4,800 litros por hectare.

Para melhor provar eate mnethodo, em escala maior, sob

condioes mile semelhantes as que se encontrari nas fa-endas, temos

aotualmente em orescimento uMljiectare de cada um. das tree qualid.-des

referidas acinm, na part do terreno que esta dedicada a secgao de

Agronomia. Alem deste# bsr-lieAa, plantamnoe dois decimos dum

hectare corn cada uma dz:s trees qualidades, no Campo Experimental

da Escola, sendo e,;tca oanteiros em plens. vista dos pasBag*ros

da Istrada de Ferro.













Experlenolas cormn Milho em 1926

0 Estado de Minas Geraes produz mais do que 5 ,' de todo o milhh

do Brasil, e o Brasil ocoupa o 20 loga entire as naoes prnductorea de

milho, no mundo intdiro. Duraote algunu annos, o vwlor do milho debate

Estado, fluotua entire duzentoa e olnooeuta mil ate trezentos mil oontos

de reis. Neste calculo, nao se considera f qnns.ntidade 6asta corn a alimen-

tagao de poxrco e outrou .tniiaties dormesticos, nas fazendas. Indirectamentf

por isao, o valor total da oolheita de ,iilbo augr.:enta ijais a prosperidade

do estnd:d do :'iLIe e itndicctdo p.elij valoreo cit-.dos. App:.rerntelmente, 0

cafe prodz.7 r.ii.s valor emi diniheiro, poieri, esta colheita esta nas maos

de mer.or nuwaero de froductores relativsaente, e por isso au;,nenta menos

o bern eatar g-ral do eatado.

U millho e MAtivo da Aiicrioa do Sul, sendo er.contrado pelos primelroo

.urope' .uc aqui .LoI't.'LJ al.i. uL indigencBs is sabiam culdar das sementen

de wun anno _... i.i .o, mas uao tirnia chegado ao ponto de tkatar do

melhovIr'.i,..Ito d';.. quCULiAdca. Du-axL.rite oa ultimos cincoenta annos, o milho

ten i'do iajir..eii.L curfeioado, devido a constant selec'9ao e "breed-

ing". .e!a.i*ido iguito ezteidida a i-r'eu em.i .ue se Iode piodittzir o mille,

iela sdleocoU ueiraiiIito e qualidades capazes de reslstir condl-

goes a ei'oaa do clims.

..eUta zoa a de i,. o, a 6'aude uiloria dos plarftadcres de mllho nao

jjrocur'vaiia obtLr uc.Ilhores.va'ieUad -i, ou, poA simples selecgao, melhorar

as qualld. d's i-L.C tcrLf. 0.i cultivos, SLI.;elhainteneL.te, sau feitos, quasl

intcirai.i -njtc, pelcs i.ethiodos ruutinueiros, pela enxaaXt.

Tewoo provado uLle antiio, .ue corn lLuiai attenm.ao ao preparo do solo,

o L'uendti.o poue ;-.U1 ULoular a sua colheita, e au mesmo tempo, reduzir o

nuuiro de br.-vu. ,tuiLaLit'iou pa Aa e$La oultuka. TaLabEtLA, :Alguma attengao

na csuulha da ,iuilid.de quc. se V.-e pl&iitar, escolha de seiientes para o

plantic, e sua preseev., .o eim i-odo oonvenienrce, rauawara augmento de 25 %
ate' Icc. po-.-cento, na prodluanao per hectare do uillio, sea augmento

perceptivel uo ousto.




I-, 1 1! P


Para saber quaea eram as qualidades on ragas de milho oapazes

de produzirem a maior quantidade de alimento para o trabalho, foram

plantadas, ea fo' a de experienoia, no anno passado, quatro qualidades

de milho. 1stas reprcsentam as das r.,-af de milho do campo, send

a). representante do .nilho minolte ou firinhentoo, e b), 3 representan-

tea de milho duxo, o rnais Alantado em .!iLas. 0 "Golden l)entd represen-

toa a primeirn classe. zeta q-,al.id.ade tern oavantagem de ter sido esoo-
Ihido a apcr'fei'oado dui.ite muitos annrmos, sendo notavel pela produo-

gao elevada. TPTdurece em ijO cdis, ajpi-,roxiradauente.

Do rilho duro, fora plantadao a4 q',l idade branca e duas

amarellae. 0 "Crystal" que foi premindo em, prdmeiro logar na aemana ido

Milho emi .-Loato de 1925 ema .31-- inulo, repie~entou a classe branca. Rste

leva lju dias p S".lusrentao" corio representantes do milho duro amrrello. 0 prlmeiro

Spreferido pelos fazendelros desta zona, e 4 muito plantado. Madurede

em 140 dias. 0 segundo ten a vanta,.em de rnadurece em 110 a 130 dias,
'por isso .4 preferido em aluns logare&.

As sementes do "..uarentao" forEJ.L obtidas por Dr. ..ello Lisboa

do Snr. Fabio Vieira hLMrtlns, de Poute Nova, que tern plantado esta

qualidade alguns annos. Provlram ser serienteo excellentes, produsindo
%
milho muito igual, e de valor em today respeito. Is qementeo das outran

tree qualidades forama obtldas do Campo de 6emcntes Sao Simao (Director,

Dr. Henricque'Lobbe), E. de 6ao Paulo. Durante 'Iguns annos, o Governo
- Federal esta fazendo experieucias em "breeding" e esoolhiwiento de raga.

puras de milho neste aaipo. As iementeo recebidas justificame o trabalho

feito neste estabeleoiniento. ( j2.-, '. ,)

jr.e'i.ro do Terreno.
0 terreno esooihido para a experlencia so aoha nuiia vargem

alta, ao luido da Esitrada de Verro LIeo-'oldina. Cada oanteiro continha

P4i, A,4 #,1 2.$ w.A deoima heotare. Em 1922. o terreno fol

destocado completwaiente e arado a profundidade de 20 ate 25 orams.

Culturas annuaes tern sido feltas nested memo terreno.












No inicio do tempo das chuvas de 1925, o terreno fol bern

revolvido ccm um arc'.do "Chattanooga", de disco reversivel. akis tarde

fol passada a grade para tornal-o tgo igual quanto possivel, e em born

estado pava plantio. lTo foi nsad&o lienhwua addubo.

Pln-ntio.

Antes do plantio, todas as quali'd.dc de sementee foram

cuidado3:--nmente provadas, mi-rr traddo ellas poder 6erm&n&tivo exceilente,

mais do que 9: .

Vtu-' se'neadeira ",'GrerlIs Lulu" foi u:3ada j-,'.ra o plantio. As

fileiras foram feitas um metru una 2.i outra. De c;-da qualidade plantair

ram cinco c-nteiros de un,. decint. hectare ci.-a ura, ou ou total de melo

heotare de ocdE. qualidCI.re. .ssiim houve Sufficieite area para afastar

difficildides e irexactidoes que se iinifestarian 4dA si fosse plantada

arca reduzida de cacti qua Lidade.

Cultivo

Os cultivos se fez -'or machine -',ricolas levee, de accordo

com as condi.ocs do terrr-io ni epoca do cultivo, seado observado espe-

cial cuirdhdo pi.,ur nio realiza:r qrualquer servigo no terreno, quando este

estave.. demasi.dr nte nmollihdo parn floar cornprlmido,. Devido ae chutas

freque'ntes, que senipre se manlfestain duA" n.te o verao, os intervallos

entire os oultivos forni,i variaveis, rras se"-pre se cultivaram todas as
Squatro qualidades no inesiio ternpo. Corn o trabalho de um e rmeio a dois

dias, rum home corn una machine "Planet Jr" e um animal, fez 0 oultiOe

dos dois heotires.

!olheita. (/~ r'

-.,ua.rentio, na razao de 1.952 kilos ou 130,1 arrobas per hec-
tarc
.-ystal, 2.094 od 139,6 per hectare.

,Iattete, 2.641 on 162,7 .

Golden Dent, 3,717 ou 247, .












Observagoes

A oolIaeita foi feita lepois de estarem todas as hastes bern

scocas, e as espigas tao seccuas oomo ,cmaittiram as condiVoes olimato-
logicas. 0 iailho fol -jcsicdo nas cuplgaL, descascadae. A produciab veri-

ficada devia ser pouco iaior, devido a pequens. quantida-de que foi des-

truida pelos pasj.:;ro.; e outros ani.Liaes; Algwuaa parte tambema se perdel

por causa da dchuvas excessivas. Todo o escolhimento, pezagens, notas

sobre os canteiros foranu realizaZia, sob a divec;ao do 3nr. Manoel

Maximo Barbosa.

A colheita nao foi wuito grande, enrub..AIto elevouvse ao dobro

que se espera geralie1ite, e quatro bezes a produ'I.ao jiaedia calculada

nesta zona. Ate o trabaLhp de quebvanento nmo foi feito o menor trabalho

bragal nas caiteiros. Foi tudo feito coIn iachilnas*'agri'oas, inluindo

as capinas, a enxada nao fol -er.-ittida entj.-ar no ctv .o.

]os resultados desta c-- :iencila, julgamos que o Crystal deu

oito p-oorcento mais rilho na esiiga do que i.uarentao. 0 Cattete deu,

augmento de 35" sobre o ?u.\rentao, e auaionto de 26 sobe'e o Crystal.

0 Golden Dent deu aut;inenuo de 70 -' sobre o Qtuarentao, quasi 78 sobre

o Crystal, X o 40 ,' sob.e o Caittete. Deve ae lembrar que o Golden Dent

4 uilho farinhento, e por issO e' muito mais appreciatido pelos animaes

dornestieoos,bein come p&Ios inseotos darninhos, do que as outras quali-

dadea.

Em oonipoBisgo o nilho duro tern ciais tires dociraos em jroteina.

do cque o mulle, e dois porcento wienos de hiydratoes de carbouot a relasao

nutritiva para o milho molle e do 1:10,4 emrquanto a do duro d de

1:9,9 Os nutrients digestivos do molle e de 85,7 % emquauto nos duros
des-
1 84,2 A. j'vsntagem do molle 6 ser muito mis attacado por Insectos

dur.atte o armazenamento. Todos elles sao tao ricos ema hydrates de oar-

bono que se deve dar aos animaes algui outro alimento que contenlha

bastante protein.



























A edirueida uara diirelta, Ko).^n Deit, Cvystal,
e CGLLet~. C ^^ ) Lfh -

r^ v-s/? r ^< ^ -"^^^ ~ -
L I Sl~ v^^^^--2-


Eti p provar proadctivi :. :lIa
re.va e c I ., a!L .P-dLue, .o
de iumc Ce ..'L'..iio jiez Lui. em cm u












Batati Doce Prova de Quotro Qualidades

Ha centenas, sl nao mtilh-,res, de qualtdades de batata dooe

em 1Jinas Ceraes. !"Littas deltas qualld:-de3 tei.i nores differcntes nosa

lorares diversos. Preuuentemente, nos diversos logares, se applica o

meu.o no-m.' a qL-Lid- a'cC differ-en-'es. '.1 .rciola, temos sii.aplifioado a

nomei-oclatura, pelo micdo de tratar c **J>.. quUiJ de, por umr numero.
,i ",'in-s Ceraes, p~t.oe que LIuinca foi feito estudo corn o. flm

de escolher -m, qualitdes me Ll.uoee e as -,.p:rfeigoar. rm a cral, as qual-

idades raiis s-tisu.itorl .s sao aa v iuu (w didu.cce.. em ieaos ticipo, e que

produxen iniAor :wnui.cro de tuberculos, de tamahlio medio, isto 6, ;3 que

peziui de um quarto ate trcus --*uartos dum kilo. uitas d p1 q aL idades

prodae. ui batata LI :j'ie, e diversas muito :pequ.s -..t3 s taw anhos

sao mauito ,uos deoej -" is p.:r.t uo iL coviTAias, ou para alimenitar

ani.i es. A veril:.JE3r:, prova uima qual il-."e o nuiaero de tuberculos

de t. ,-, mndio L..0e. c-,I; p _"duz
r- quidro se,:iinte ,io.;tra a : I,.'JIoLao de cad.a urnaa daa quatro

quall'.)dcs que exper.imentamos este anno, tendo toxido nossa variedade

NO 14 coro fpdrfo. F, wI lid '.de provou ser a melboi- das quatro sob

o ponto de vis.ta de i;rodiuc.-.), de conscrva;. ., e -, c u.to. Esta qual-

idade teir a vcntagem de ter sido sujelta, iur..ite mais de trinta aanos,

a rloro.0o "breeding' coj0.mo fix du aperfaeioar as

q'ualid des aicl'qa.

O.ualldade Couiur.rciaeo S-andes PECkucn s Estrai-adas Total
gs. kg ligs Ks kgs

xg 181 9i 43 38 2 183
Q 14 72 oo 15 o 87
NO 182 74 18 19 0 111
IT: 14 64 00 13 o 77
NO IV-3B 4 18 9 6 78
NO 14 54 00 12 0 66
14 IV-30 88 20 11 1 120
NO 14 51 00 13 0 4
N 16 13 7 4 1 25
n 14 50 00 14 0 64













Distancla 2.ntre ot Psa de Batata Doce.

Temoes plt.nt-ia a b-itat ,ra t.ce en fileiras corn um metho de ditaneuia

u.va da outra, porCue Ce I.t iatancia permitted a fcr&-4ao de boau leirala

e pcr.iitte depois o pasaJnimento dox oultivadores a stragar demausla-

da~ente as planitas. Tabemia, d untn a iettancin. geraltente empregada

na produc.ao da b itata J'-,ce e coala Clevada. \ diawcandla do pd em

P4 tern dido de 50 c'is, porque Q esta t-n.oerm a distancta empregada

nos g-rande plantioe. Tambem R b.se Vt'.aui'para te fazerem os calculo
Nesta experiencla, quizemos provar se era, cu nao~a aistazioa de J0

cmau. a optima sob o ponto de vi:-ta da produocaor

0 quadro, en tiecuidna, mnstra os resultados doa- piantiou coam dis-

.ancia de 25 cTrnm, 5( on,, e 100 o de pe am ped, tus fileiras. Par-

ce bayer muito ,ouco differen.a entra a produce_. das fileiras a quo

o0 pie fooa'n de 2' cna., de urn :ara o4tro, e os de 5.' one. de distan-
cia. Isso i, provavelmernte, twais oua ieao3 iccideital1, torque so on-

contra seis differenja entire cts VLa4-ia filelr-s.a IL.-.ntadas aorm 50

crn-. de diut.:ncia, do (,ue entire as prmnt'd-as coi.. L,) c..,., e co* 50
.Ja,-. u n: 1.7 r ,' p, r foram, de ua retro de ui. pr-'ra outro, hourve cOn-
i3de -:avel edL:o;'.n na qur-ntid de tic b-.,ti.t7a d e t::iA maedlo, bcm

COn o nf _rcduc.Ao0 total,
-- -- e-- nfl
ir.tt-,cita de oru:, 'rciaes C.a'.idcs Pequenas Total
Canteiro p4 cm '. kilogra faol k;us. kg I4

Plot XLI:3 50 eos 13t 00O 22 152
Plot XLI:4 1(7 0 "1" 30 138
S :5 5o 97 0ooo 318,5 "

S :6 :c5 98 g 24,5 122,9

: 7 1(,o ,-oo 18 l18
:8 i'. 72 : 11 83

:9 0o 9? (., 18 1139
:0 100 4B (000 11 59












Quando se Deve Colher a Batata Doce ?

Eate anno temos tent-ado ctermina-, por exz.erienoiq, a influ-

encia do tempo que a batata duce pej'muianece no terreno, sobrc a produc-

9Uo. Tnm cLInpo ltendo zpproxiruad'a.,ente trei decimos d*.a-tare fol re-

servado para este fim. TinhL sideo iplatitado corn i udas, em 3etemibro de

1925, corn o fiinr de produzir uuiaB para as no,-:-a exipe'rienclas no anno

1926. A oolliAta geral ener-ta zona, fioou denronstrado, deve ,-er feito

depois de pass-.'do o meio do invxno.
''a experlencia, foi arrancaa a fileira de batatas, mais

ou mencs semanaliiente, e a producoao cuidado-atiente dividida entire as

classes de oouri[erciaes, pequenas, grn-des, e estragadas. As vezes,

devldo a outro trabalho rais import',rite, nao foi poesivel reqllzar a.

oolhelta seiinaal. iiutas colieltas parciaes extenderamn de 30 do Atiil

de 1926 ate Janeiro de 1l'27.

(is resultados desta experience sao muito Interessante o

instructivos. .ostrar que dej.ols de 30 de Abril, nao houve augmento

notavel no pezo de batat;is produzidae, ate a data de 12 de Janeiro,

Tambemn, send -lantadas er Seterabro, esta cn.o tinlha toda a verec

,ara crescer, mas a producv.-o regular ils ou inenos corn a dos canteirom

plantados em Jr.1nciro. IjLii':!'te o cUlor e CI'LIVat do ver-3o, foram prD-

duzidos miuitos ramos e folhas, wias pouco quantidade de t uberculos.

Asslm ficou confiriiado uam e.xe riencia nn.-sa, em l.lantar as mudas

suocessivaiaento durakte 9s i dec .dovemiibro, DeozeIbro, J.neiro e

Pevereiro. SaLndo der-ionutrado que a produogao dob c:nteiror p1atados

em Janeiro e p.incipios de Fevereiro 6 Igual a produc..a-o das plantadoe

maii cedo. jata experiencia fol em esc.l: pequena, Julgado nao

mereoer publiczLo at4 que ftc.3se coni'rmnada.
intevaTesRa-i1?u.d:9 eq d u 4 t Tmenfe. no yevela todos os pontoe
WU. o as tubcrculos, depois de Paesado

o meio do tempo das colheitas prvciaei, apodreoerdjr no Lorreno,

assima nao podiaW entrar nau notas. Outro elewmento iortante 4 qu

a porcentagem de batatas attacadaa por Inseocos augmentou











gradativamente, desde quCe fol arrancada a primeira fileIrajm Janeiro,

100 % das bahttaas comnErcii.es for.wm attacadaas, e oompleta.uente improprias

para Veilder. P ca uLo domestico, provavelmen.te 40 i, podwlai ter sido
-- approveitados, ou j.i;'tes ie].Lts. 60 J dao batatas de twanu-*iho cozim'ercial,

todas as g.aidea, foram att c .:!aL a ponto de nao prest:e-a reals para

gasto .-, casa. Todas podiai tor si.lo us.idas p1)L'a zAimerfiL.ao de animiea

domestinos, po1rdii, saio do i:enoi valor sevido bichadaes, deque .luando

estao 3Z.B.

Lata experieioia dcivouwtra olaar nte -,,uc o co-tauie ger1al de con-
oervar a batata. dooe no terrano po2 tic.o3 indef .iuiii-Ldo, e de c',-,ninuar

SU,4 CUltL.ra aami-o 0.\.oiB de zt:ffio tiO aesio t110<.io, ou -i., te.cl'eno proximo,

Sao muito i.ic-judici :,es a pro'dujL.,o. .De.,ion..u Aiu ae, wclo iinos em nosso

cseo, no houve auIi..:nto razo vcl no lu o daa coio.Lita dac batatas comner-

olaes, Ceipoi; de 10 -e Julho. Houve decresiiwo a.?. rente ,444.( depois

I1 de 1.-tembro. .ro7.velmsnte fol ,aio appiicnte do _ue vt.rdadeira, deede

que a i te :0o t-rreno i,-',ca3o _ui' ultimo e .,.Cuoa fertile do 4ue a

outra pcite.
S-, --'"1 U
JL 'L :..i o dos 'so:. da ca issues aAa bJtatu. does colhlidaaS

i a3 vinLc e cinco ccc-isiOes differentei, corn icii1aiaqLo da data.


B3ate.ta "Docu, D).:tJa CDa COljLeias PLrci;ies.

Data Tedinas G canes eo.u nas Apoderov idas
:-^S kv ko kg's

fO-Ab ri l-<,j f ** 6 1161
4.Maio 118 ... 17,.
12- 96 ... 21
19- I 98 12 17.5 ..
2- 62 16.5 20.5
-Junh o 90 12 28
10- 102 16 29.5
17- 100 122 ..
25- 110 22.5 20
2-Julho 100 20 21
9- 72 32 29
16- 118 21 36
22- 120 36 29
31- 125 23.5 25 ..
6-Agosto 103 12 20 2
14- 0 143 26.5 20 ...
21- 1 135 27 25.5 #


Total
kgs
128
135.5
ll7
127.5
99
130
147.5
130
152.5
141
133
175
185
173.5
137
189.5
187.5,




.E ---


L*3





quadro (Conutinuaao.)
Data Medias Grandee Pequenas Apodrecidas Total
kga kgs gs kga k
3 de Jet'bro 100 21 24 ... 14$
11 95 20 I ..1 132
18- 74 8 29 111
25- 78 12.5 27 ... 117.5
21 de Dezembro 64 27 27 10 128
3 'de JanEiro 31 2U 13 18 132
12 de 5 "4 15, 35 9 112.5
29 de 61 12 27 13 133












Tuberoulos ou Ramos para Plantlo ?
Em algumas parties de Minas 4 geral o costume de plantar on tubercu+

los de batata doce, em Setembro, Outubro ou Novembro, para produxir
batatas. .Para provar este tiathodo, e estabeleoer suas virtudes e

defeitos, inioiamaos un experiencia. Duas qualidades de batata does
foram jpl;-.nt-das, LQ 14 e i 16. .or-ar escolhidos bone tuberoulos,

pezando de 250 gaw. at4 750 gmas e plantados do inesmo mode em que

foram pl.itadoa os raiaoo. Gs tube.ouloB foram plantado8 em Outubro

e os rmaos e-n i ios de Jaaeiro.

N1i phutograbiia ( .A.,...) junta ,d6 esta,da pdoduocao daB

fileiras plantadas corn tube rculos is batatas ir.iides demnais. e as

p.trcialmente apodrecidas, estao no monte indlcado por %"P, 0 moute

indicado "B" ount.an as pequenas (pezando menaS do que 250 gmas). 0

indioado jor "C" oontern Us que c;tao boas, e pezamn de 2'0 ate 750

Na phoogz'ahie N ,. .-
Na photogra, hia ., o monte indicado "D" con-em as
batatas pequenics, o Indicado pjor "E" conteri as gratilee, e o indicado

per "Yf" cobtem as dei tiCxaitho coie)rocial, e que sao sas. Todaa

nerte photograyhia foram p'oduzidas pai fileirae plantadas comiwaama

A colheita total duo. fileiras lioittadas oo tuberculos foi
consideravelmente iaior uo que nas fileiras plantad:.s corn raima.
1t-ordm, a quantid de de battaas 0omrerciaes produzida por estas fol

mais de duas vezes a quantidilde p-odujzida por aquellaB. Quando

foram plai tados os tuberculos, a quarint idade de batatas E:r'ande1B

das atacadas por molestias, e bichadas foi quasi igual a quantldade

ae boas produzida. Rr3 outras palavea quando foram empregados cB
tuberoulos para plantar, perdeu--e 66 % da colheita, eriquanto a
media de muitas fileiras plantadas corn raena e de 13 'a e em nehuima

fileira attinguiu 18 P.
Pode ser facilmente explidada a razao de tanta perda, send

plantados Os tuberouloo. Primeirwnente, enoontra-se a batata dooe

emquasi todos os logares. Ate pareoe selvagem, e contlnua veetand



























Bat.AL. .oce, .1., t. LU... Alube).'&uloa .vt 1.)l':.io.
A esque .0.., ,as tubecu os ,.i iteite jtL'e-
oiaob, .';uito ,.-0ande' e biciLauo. t.' tu,
tuberculos [, ._enos deriaiB a v.ler. t direita
tube'r iouloa oo-.irci.es, 0a ;.e Qeza'i de 2I'( I be
75c iia ,r./ i


T,.'ta: t Doce i< 14. Pcodt..idas corn olantio
de ped,,c.os de -.- A esueuja, tuberculos
dcui' aiE,:i .,Lnte peouenas (menoa de 230 gi;ms)
No oentro os.. uc.-cc.ivamitinte g;raiides e
rac'Cia5. aA direita, tLibercvulos e tdc anho
coommerdda de 2 ti gois. qte 750 gins ... .....
--i^













alguns annos depois de abandonada. Por isso os ineectos e molestias

da batata doce e dos ramos sap PempreA presented. Plantando tuber-

culos, ao mesmo tempo, plantamn-se os inueetos e molestiae que be
-" encontrwaii nelles, meurso send a escoiha o miala cuidadosa posslTels

Segundariamente, o te.ipo do planritio ate a oolheita e tao grand

do .iodo a fornece opportuniCkide a-a estragos do apenas por

inrectoo que por acabo foram plantados corn os tuberculoo, mas tam-

berm 1ar uinectos preertes no local, que atacawm ov tuberculos noTOBI

.riLpr j:,ando-se rama, o plantio se faz em Jnneiro, preferivelment

em meiados. lste erraitte cads p6 produzir maias ou menos um kilo,

de Oattass. -ji i.. 14, 8 .., ou ziais das batatas produzidas por

ramoj platitaCla8 em Janeiro forai de tuaaanho comiaerciai qua t todam

ellas fo-'a-., livres de :.ioletias, e muito pouco attacadas por

insects.

Outra desvantLgein em pjliantar os tuberculos e' que se emprega

quantidade exagerada de imaterial que podia ser empre!ado como all-

mento. Si plantar 'oLleute as batatas demais pequcnas para vender,

inevitavelmnerite se de.eierar. a qualidc-de. Plantando-se os tuberga-

loa, e da mais alti imiortancia emipregarem-se apenas batatas sam,

e de tauenho commercial. Cs fa..:endeirob etm .cral sabeiii que a qual-

idide das bc.tatas peiora'-se de anno ,.ara anno, mas eiles naGo enten-

dec, a r:Luzu. U ia oolheita nunca serd de qualidade superior as

cementes. Par:, melliorar a qualidade das batatas, deve de anno para

anno, escolherem-se os pees ais rendosas para fornecerer rama para

plantio no anno seguinte.

Para se plantar um -hect re oom tuberculos, sera necessarlo de

quatro dte' ztnco ramil kilos, ou approximadamente 2- ,' da oolheita

que Be pode esjerar. A unica vaiakagem em seu emprego ei que nao

necesoario 4e ouidar corm atteoeddncia de plantar uaw-Wseuenteira.

Para produzir rama sufficiente -ara plantar urn hectare, serao
sufficientes quinhentos kilos de batatas, pezando maie ou menos















250 grai.ios c,ida ma.

S-photor'iphia juntA moatra seis *pes de uma cint' o

planttado oov rt .a da qualidride OQ 14. Esta qualid.dre tern sido

mnelhorado duC ;nte oifie de 30 annos por seleogao constante.












Valor Comparativo da Bateta Doce oomo Alimento.

Parece existir uma rolsma geral contra o use em grande esoala

de batata doce para altmentaciao hurinno. Isso p.ovavel]eiite ae
Sorifinou porque a batata doce i pobta a venda nos raeroados era mao

estado. De outro modo, a batata Ingleza, ou batatinlia, 6 muito estli

rmada coino alimento, e se vcnde por jjrego muito elevado em copaaraqo

corn e sea werdadeiro valor nutritivo. A batata doce contem 25,8 %

de inateria digestivel, eRLIquaIIto a batattirnh conte apenas 17,1 %.

Disto, pod ..o0 Conoluir LL12 quando a batatatinha e vendido por

800 reis o 7'ilo, a batata dice devia, propationalineaite, se vender
por. 1.,200 o kilo. batata dcce pode sei .re, aada z ira mesa-.de

tantos moeso differentes coM o a batatinha, porrm, %A 4//1%d if

pre ,arada sorwiite assada ou cooida.

Teiio.. atclI.do tambemri, scismii ctijtra o erm-rego da batata doce

jiira alimentar anirames doriesticos. FPequenriteiente comrapra-se o

rmilho por prego elevy,do, eiiquanito a/ batata doce pode seC comprada
por preco relativmanente muito ;iais baixo, Llilho, dcbL.lhado contem

na ;.qedia, 10,4 )' protein, 709 f hydratos de carbono, ,0 % gor-

aura. A batata doce, oi, media, contem 1,8 % protein, 27,7.%
hydrazoe de carbono, e 0,6 % uia.eria ;raxa. Dn j;eso tttak, 84,2 %
do railho e dieestivel, ejqualto, cowIO dizemos aiLma, da batata doce

Sapenaa 25,8 /s. Assir e e que em tree kilos de batata doce,

faltam apenas 1,1 do valor de um kilo de milho para fins de
alinentaqao. Corn qualquer destea alimentos, os zmimiaes necessitam

abundaicia de forrnagem verde pi'a que Auimer.tamn o iqais rapidamente

o seu peso. Ct--indo o railho for vendido por 600 reis o kilo, a

batata dooe valePO :ePis o kilo, iaea aliaentaoo de porcos on

vaccas de leite.
Um hectare de batata doce deve pxoduzir riaiu ou ienos. 20.000

kilos. Urn hectare de miio ernlzientf nao produz pai..'-44 do que
3.-'00 kgs. Assim ficn demon, trado que um hectare plantado de

batata doos, deve produzir duas e doie decimos yeses o valor'
nutritilvo que e produzido It Im.. a y%4 ....












METHODO DA ESCOLA
Nos quatro annos que temos geito experiencias cornm a batata

doce na Escola, temos deeenrvolvido un method de cultural qje per-

mitte o emprego de maohinas agrioolas simple e ao mesmo tempo.
consegue-se poupar de 80 % at' 90 % do trabalho a tempo geralmente

gaetos corn a cultura desta plant.

Prepara-se bern o terreno durante a ultima quinzena de Dezembzo

on primeira aemrana eml Janeiro, sendo preferivel o tempo prime ra-

mente indicado. Assim qs tumbae ficarao fires antes de serem

plantadas, necessitando menos agua. Temos f elito caloulo muito

oerto das mudas perdidas polo methliodo que passamos a descrever

abaixo, e o numero *e falhas e tao reduazido que nao merece nmnsao.

ES certo que nao se podem deixar as trabalhadoree cormnuns serm

fiscalisasao para fazerem o plantio, porque se descuidarao, occa-

slonando perda de muitas plants. Em Janeiro de 1924, foram planta-

das Auas mill plants por este method, sem ter morrido unm unica

plant. Pouoo riais tarde foram plantadaB 1.600 plants, perdendo-

se apenase olto. L'a 1927, foraV plantad(as 3.100 plants, morreido

somente quatro. Uxaminando para condhecer a razao dellas nao

pegarem, verificou-se que a trabalhador as tinhamn deixado pouco

abaixo da superfiole, em vez de enterral-as bern no Bolo. Estas

3.100 mudas foramn plantadas serem emprego dagua. Destes dados pods

so ver que o method da Escola 4 tao perfeito oomio se pods desejar,

sob o onto de vista de aproveitamento das mudas.

Sementeira. Obtivemos os pedagoa de razna para plantio pol

dois met~odos differences. 0 primeiro conesistiu am guarder-se a

rama dtua oampo em que se fez oolheita de tuberculos e guardal-a

na sombra atd o tempo comveniente. para fe plantar a seme nteira,

devendo se escolher a rama das plants mUis forte. 0 segundo

method 6 o de plantar tuberculos nunma sementeira pars produogao

de ramos. Esoolhem-s +uberoulou de 2$0 ati ,500 grammos, e de





























P iUntio dIa batait uoc, Jiu 1- c e oc, zocca.

^a o* i'O c~onsJttriJi '.;, 0 ) 2leva.7~o d-e'*.
C0L^ ^o~ 4* 2-~!3 .; 1; oetr. C Al 20.-~cio 0o tuacI1 1eet-
dor cor Uii at3 iJtodV.. o t
..e' 2. uns 1) .r. c ; r

t7r o L7b -Ith


Seis bo-u. pccai de bWat doe Q 3. A
p'l:n mais de 2 i-ilos. celiu;!i Luberculo e' 6.emas-
ifc ;''c ( 'I.C' -'; i c ,. rieia C u' ar"-..-' i.- .c,, ,r.-ci e j..., tic, .lO (
IroduLiidoL cop1 pLnntio :e ,ud:-:nos de qai-a.
J0- ... --.- ..^r


17-


. 19, ^I ^-. ". I ,W













formal apparernoila desejarel. Arzauenam-se os tuberoulos esoolhidos

ouidadosamente, separados do resto da colheita ate o tempo do

plantio da seulenteira.

Epooa de Plantio da Saementeira. Frin. de Setembro ou principlos

de Dutubro, 4 a epoca propria ,)ara plantar a rama on tuberculos

para producyao de ramos que serao plantados no Janeiro seguinte.

A photographic Junta ( .....) moatra o plantIo doe ramos para

samenteira. Achanios que o arado "Planet, Jr", oom aveicam, urna

das melhores machinas para se empregar. l-eevam-se as leirase at

altura de 30 ate 40 cirB., deixando urn sulco pequeno no meio da

leira, como se ve na photogra-l.hia. Derois de feitas as leiras, m

trabalhador passa ooia Wua bravado de pedagos de rama, deixando eahir,

atravesoado na leira, um de 50 em 50 qus. Logo em seguido o segundo

trabalhador paesa corn ura eataca propria, e enterra o centro de o ada

pedago de rai& no terreno mais ou menoa 15 ams. Send necessario o

ampeego de agua, o terceiro hormaem pa sa oomn regador, e a cada plants

apylica melo litro de agua, a fiea feito o plantio, Em caso de ser

o terreno molhado, pode se despensar a agua, poupando-se asaim 0

aervigo de urn trabalhador.

Quatro trabalhadores, corn umn burro e um oultivador "Planet

Jr" podem preparar e plantar de 1.600 ate 2.000 plantae em =t dia:

'luando se eulpregam tuberculoe para a saoukteira, o process

o memo, mas nao sera neoeseario applicagao dLagua. Os tuberoulos

sao postos no pequeno sulco, eapagados de 40 ou 50 onms. Entao pass

o oultivador para os oobrii. corn terra atd profundidade de 15 cms.

Quantidade de rama produzida. Quando se empregam pedayoo do

rama para plantar a sernenteira pode se esperar, na media, 5

pedagos de rare. para cada pedago plantado, e o campo pcde pro-

duzir eni iuedia de 10 a l5 pedaqos, si for d&ixado ate meiadoe de

Janeiro. Quando se empregam tuberculos na sementeira, para pro-

du3ooo de rama para o plantio, a media pode ser des pedagom












paor tuberoulo, ou pode elevar-se ate vinte oinoo por tuberoulo. 0

numeV- varia corn as oondioee do olim e qualidade do terreno da

seine nteira.

Corte da Rama. quando se e3tiver em condigoes para se inilciar

o plantio no cainpo, um trabalhador, dos melhorea, passa na semen-

teira, oortando os pedagos de rana, que devem ter comprimento de

38 ate 40 ems. Emprefa-se somente rama sa e forte. 0 trabalhador

os oonservara no brago ate quando tjver oinooenta. Attingindo este

nuxmero, deposit o brqgado ao lado da sementeira. Quaando tern all

ou mais pedacos oortados, coavem leval-as todas a um logar sombrio.

para evitar que as folbas murchem demasiadamente. Prefirimous plania

tar os 1E dagos de rama no mesmo dia em que sao cortados ou no dia

seguinte, mas os temos guardado ate uma semana se.i perder maie do

que uima muda em mil, depois de plantadas. Porem, sendo plantadaa

no mesmo dia, formam raizes muito rnais depressa, e nao pdrdem as

folhis. Sendo guardadoas inais tempo, murchaia as folhas, sendo

necesBario entao i planta produzir mais folhas. Um homen pods

cortar e guardar 2.000 peda9os de rama e.m urn dia.

Plantio no Campo. Nste se realize exactaruente oomo plantlo

da sawmateira. E' necessario umn poaco mais ouidado so enterrar on

oentros dospedagoa no terreno, porqae em Janeiro as plantas sao

mais aguosas, send capazes de se quebrarem facilmente. Sendo o

trabalhador desouidadoso, durante o enterraiento, partira muitos

pedagoo de rama em duas metados, o que prejudica o plantio, porque

as partes funocionam como dois pes separados, competindo 00n oom

o outro, no cresciraento. Sendo o pedayo de rama dobrada, os dois

fins funocionam oomo um pe s6, produzindo iiaior numero de tuber-

culos de tamanho medio. Send eiii dois j edauos, 4 quasi oerto a

producgao de um tuberoulo graiide e diversou pequenoas por aada pe'.

Ver a photograij.hia (NQ. .LS.) de seis pencas de batata dooe NO 14.

Os centros dos pedagos de rama devem ser enterrados ate 15
am,. debaixo da sunerficie &a leira.












Sendo feito o plantio em Janeiro, depots da seoaca continuada,

s1 nao forem feitas as leiras antes de pararem as chuvas, sera neoes-

sarlo emjregar pequena quantidade dagua, no modo indicado para a

sementeira.

CultiTos. 0 primeiro oultivo deve ser feita dentro da primeira

semeLja ou dez dias depois do plantlo, Virando as aveicas do culti-

vador, pode se Jog-ar rmis terra sobre as leiras ja feitas, conoer-

tando qualquer damnio catsado durarite o plantio. Ao mesmo tempo o

oultivo misturarR mais ar comrn a/ terra, bern cQmo destruira as hervas

damninhas recem nacidas. Cultivou frequented eervem para capinar o

campo e ainda tern a funcgao de rmelhorar consideravelmiente o terreno.

Por isso, deve se pasar' o cultivador corn mais frequencia do que 4

necesitado pelas hervas. Durante os quatro arnnos que oultivamon

a batata doce, nunca temos aeClado convenient ou necessario, permit-

tir o uso da enxada no campo.

Colheifta.

Durante nossas experienclas, temos desenvolvido method muito

simples e muito pratico pata conseguir a eolheita dos tuberculos.
primeira
/Tolhelta foi feita pelo modo oominun, sob direoao do feitor d6s

trabalhadores, homes muito experimentado nosm mrethodos geralmente

empregados nas fazendas. Elle fez a colheita usando a enxada, sendo

primeirawaente cortados os raemos. Por este method, foram feridos de

18 ate 28 % dos tuberculoe. Os trabalhadores foram conatantemente

admoestados para uao ferir as batatas. Crescendo os tuberculoa da

variedade plantada inuito perto dos psee, menor porcentagem fol

cortada do que se fossem cultiWadas qualidcades eor~muns, que produzen
VatataB masle espalhadas. Urn home, em umn dia, nao podia oolher mals
do que 50 ate 100 kilos de batata doce.

0 method que empregames no anno passado esta illustrado na

photographia Junta. (li.P...). rm fileiras alternas foi pasada o

arrancador d.e ba~itam, puxado por uma Junta de bole. Os trabalhadore4






































do a ic e;. bi .^~ io a ',d c ta .~u.s

a vista, CO'. ,j. 1. Uci;,i.
-(. u ia :,< ti, ja s ae 'u. ou ''- *cr ; u .' .l rei ,
e .,io. LB ,^, O"3 C IS I",

















Jes 1eui e ;yio ". 3)bi
C L; 'S~L TI,

















L" it. xo v';^~~ I)Oi Lta V1i () bi~ ...-a

dCoe. (*. J, f -t
Co_ t_ ^ [ **. ___ _...... -


i -












colheram OB tuberouloo de tamanho commercial em cestos, amontoando-
os depots em logar conveniente. Foram colhidos em seguida os tuber-

culos demasiadainente grades, e na terceira upassagem, os pequenoso.

i:te jetUiodo de fazer a prirnLeira escolha no carpo tern provado ser

muito vantajoso. quando forera todos os tuberculos amontoados em un

s6 monte, e neceasario mRais tarde fazer-8e oeparagao doliaicrese,

pequenos, e de tanianho commercial. Esta separagao involve main

trabalhio, e oiferece .:xrigo de feiineuto das batatas. Sendo a sepa-

ragao feita durante a colhoifa, o feitor pode observer multo mais

facilmente os trabalhadores, para evitar que os tuberculos sejam

tratados inconvenientemente.

Depoiu de colhidos todos os tuberculos das fileiras alternas,

o axrancador 4 passado nas fileiras reot'.ntes, eendo as btatasta em

seguido escolhidas e a ,ontoddlas. or este methodo, cada trabalhador

oo&he faciLnente ewi media de 300 kilos de batatas ei Wum dia, quando

a producgao foi de quinze ate vinte mil kilos por hectare.

Para facilitar a colheita, emprejamos pequenas cestas, nas quaes

cabem approxiinadancnte 15 kilos. Lstas sao muito main economicasB o

que as maiores, ei que oabem 4QAWK trinta kiclos. As maiores fioam

tao jezadas-quando oheias quo os trabalhadores muitas vezee causam

ferinentos nas batatas no oolhel-as. A photographia junta mostra uma

cesta okhhia d bLatas uniformes, e per feitas. ( v '

Niosso methodo de oolher as batatas reduz muito o numero de bata-

tas que sao feridas. Bo anno passado, depois de felta a oolheita,

foi passed( o arado, e gradeado o caiiipo, para descobrir tordos os

tuberculos que forani deixados no caiapo na pri'ieria colheita. Verift-

camusa que wenos do que 2 foraw deixadaB no oapo. Por conta direct,

verificamuios que menoi do que meio de um por cento dos tuberculoB foraa

feridos polo arrancador na operayao do arraaicaniento. Assim so pode Ter

que o emprego das machinfiB nao apenas .oupa muito trabalho bragal,

como tambem result em maior produo9ao e menor porcentagem de perda
na oolhelta. E' certo que ae for plantado mu hectare de batata doce,













a economic effectuada pelo e 1.i-.-ego de kachinas, em un anno so,

p3.,..'ia o custo das machines siLqples que temos aconselhado.


Seccamento das Batatks.

Depois de arrancadas, as batatas sao cheias dagua, embora a

colheita se realize durante o te,..io secco do anno. A casca e muito

fina e tenra, e rqu-lquer ferimento ou arranhadua permitted a entrada

dos germens que causam apodrecimrento. Para evitar, tanto quanto pos-

sivel, esta difficuldade, sao as batatas espc.lh-d&s no c...o, de

modo que o monte nao tenha enm qualquer logar, altura de mais de

)': clms ... epoca da colheita as chuvas nao sao frequentes. 0 sol

tambem nao 6 bastante forte para queimal-as. A atmosphere secca

corn o sol brando permiitte a evaporiza o de quantidade consideravel

de humidade da casca- i>o.em ficar no c:..;..)o durante urea ate tres

semanas -... effectuar seccamento born, sem ser necessario proteg,-

as contra os raios solares.


A 'L-i.,.azenamento ( U
De-pois de bern seccas, os log..res' feridos serao cicatrizados,

e as batatas podem ser armazenadas. Pode se .,proveitar geralmente

qualquer abrigo desde que offerega protec,..ao contra chuva e hIIrLIiJad.

lo armazenaie.nto da batata doce, convem lembrar que sao necessarias

Scondig$es quasi exactamente oppostas as condigoes e-:ijidas para

conserva-ao da batatinlia. ..stas exigem tmiiperatura baixa, e humnida.

Aquellas >se conseiram meihor em temperature mais ou menos alta, e

muito secca. Por isso, deve se conservar abertas as portas e

janellas do abrigo durante o dia, para puirmittir o esc-..meito da

humidade e au(.i.^Lito da temp.eratura. 4/ Denbite, dLI-.tIJte chuvs,

e 'dias muito humidos, conservam-se bern fechliadas as janellas e portal

A photo,.y.*',hia junta mostra o interior do -.Liiaseim de batata

doce no anno atrazado. Foram colhidos os tuberculos em Setembro de'

1924, e conservados ate .- ovembro semr perda notavel por insectos ou












por apodreoimento. Em 1925 fomo; menos felizes em oonservar as bata-

tas, porque houve infestagao several COLI u brooa. Em 1926 fli

neceuirjir.Arraazenar as batatas oom pouco tempo para aeccar (deride

is chuva. muito cedar, e foraTL poztau directai ientrno cliho do abrigo.

lMuito rmaior portentagemri foi 1,erdida por apodreoimento do que quando

-,at ellas ,'o3taB n.,s pratileiras propias. ('a estragos pela broa

foran imuito iinenos severos do ,iue no anno anterior.

A oonstrucc:au das pratileiras para arr:Lazenaiiento das batatas 4

muito simple. .-.o apenas estrados feito.: de ripas, tendo as ripas

de 8 a 10 ans de laigura, e espapmdas o umis possivel para dar o

maior oirculaqao de ar se:a que ao batatas caiar.i entire allas. A

distancia entire as pratileiras e nitis ou netios de 60 mes. Durante

o enchiriento com as baitatis, delxa-.ae cspi.5o de pelo menos 10 oms

das batatao mais altas ate' a pratileira aocid, 'i'ia ciroulacao do

ar, Conm este arranjo CiF-les, o ar ciroula litrq iente entire os

t beroulos, letando a huraidade que cllas exhalain.

Mate anno o total produc,;o de bat:-Itas co'LierciaeB pela Esoola

elevou-se a mais de 300 arrobas. Esta quantia foi produsilda na

esperanga de terms alumnos prara consumil-a. Y:o teado alumnoa,

vendcmos as batatas, sendo animadora sua acoeitaqao no meroado.

Todas as batatas ociamerciaes foram vendidas, e aei duvido podiamou

ter vendido quantidade maior comn facilidade.





































































Ariaweniira2to ia J3atata Duce. DenoiD de .Lrrirnc.idas, os
tu'oerculo3 fic.?raia no sol, IIa seccarA:iA, lduante 'liuas
bemaiss. Poiara conserv ',.d.j eM -1,j.irto secco e quente.
A cornervacnog da batata uxiLg-at esLa crudicoes. O ulAb. r-
culo.-i for.'-; veiillidos no fim -'],: tre. ii^.-s.; Oa *i. dis pei)itten
livre cir'ouci -7:,0 do ar, .i 3j iL1tn .lj.i&o "(.hur:1;l ..to dos
iube,:culos. (S
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