Escola Agricola de Bahia, Reforma de Reglamento - 1st Annual Report. 1925

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Escola Agricola de Bahia, Reforma de Reglamento - 1st Annual Report. 1925
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Correspondence and Subject Files 1921-1943
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Folder: Escola Agricola de Bahia, Reforma de Reglamento - 1st Annual Report. 1925

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Subjects / Keywords:
Agricultural extension work -- Florida.
Agriculture -- Florida -- Experimentation.
Agriculture -- Study and teaching -- Brazil -- Minas Gerais.
Agriculture -- Study and teaching -- Florida.
Citrus fruit industry -- Brazil.
Leprosy -- Research -- Brazil.
Minas Gerais (Brazil) -- Rural conditions.
Escola Superior de Agricultura e Veterinaria do Estado de Minas Gerais.
Florida Cooperative Extension Service.
University of Florida. Agricultural Experiment Station.
University of Florida. Herbarium.

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University of Florida
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OCTAVIO PERES


RESUME DO DISCURSO


PROFERIDO NA ABERTURA
DOS CORSOS DA ESCOLA
AGRICOLA, NO MEZ DE
MARCO Di 1932.














IMPRBNSA OFFICIAL DO RSTADO
Praga Rio Branco
BAHIA-1932
























Introduccde


A' falla de melhores raz6es que expli-
quem minha escolha como interpreted da
palavra official nesta solemnidade, en-
contro sua justificativa na generosidade
do meus colleges de Congregageo, e no
facto do ter eu sido um dos autores do
piano da reforma que ora entra em exe-
cuCyo nesta Escola.
Embora a ultima razlo, que entrevejo,
dO a entender vontade de que seja feita
a apreciaoio dessa reform, fujo a tat
imperalivo por julgar que nao seria ho-
nesto entrar nessa material, quando nao
sLeri permittido se fizessem ouvir, em
iiiseido do critical, as opini6es porventu-
ra disoordantes.
Direi, somente, que havendo a Secre-
taria da Agricultura solicitado os pare-
ceres de diversas autoridades no assum-
pto, as resposlas atd entlo recebidas sio
do molded a inspirar confianga nos resul-
tados do trabalho que se projcctou e que
estd cm andamento.







2 DISCURSO

Entre outros, permitti que eu me re-
fira aquelle do Director da Escola Agri-
cola de Piracicaba, competent technico,
corn estudos de especialisagco na Alie-
manha, que reputa de modelar, podendo
servir de padrdo a outros Estados, o
piano traQado pela actual administragZi
bahiana para esta casa de ensino.
Ndo e fora de proposito acrescentar,
aqui, haver o mesmo piano se inspirado
no desejo de meehor servir aos interes-.
ses da Bahia, pesadas as responsabilida-
des desta Escola por quem, como t
actual Secretario da Agricultura, sabe
pesal-as, criteriosa e conscientemente,
visto ser um bom cidaddo e um bom te-
chnico, segundo o just conceito de que
gosa em nosso meio e no seio da sua
classes, a qual sendo por si elevada, ele-
vard, ainda mais, a si proprio.

0 Ensino e a grandeza das Nawrcs

Quando a Europa sahia do cataclisma
da grande guerra de 1914-18, encarando
o tremendo problema da reconstrucg o,
langou o partido trabalhista inglez conmo
uma das pedras fundamentals de seu
programma a idda da criagio de um sys-
tema national de educagco capaz de per.-
mittir a todos os cidaddos britanicos,
sem distincoao de sexo, idade e classes so-
cial, a opportunidade de se instruirem,
de accord corn a capacidade individual.
Referindo-se a ideal tdo grande, que se
assemelha a. uma quasi utopia, ter o
IP of. Kenyon Butterfield,em sua ma-
gnTfti4n lra Tn1rand The New







OCTAVIO PERES 3

Day", esse magistral commentario: "A
oducaglo 6 o sangue vital das democra-
cias; a ignorancia o germen lethal da
autocracia e suas. forgas destruidoras".
Por democracia nao devemos ,ntender
aqui a parlapatice e a demagogia, pordm
o alto espirito de democracia 3onstru-
ctiva que coordena as energies moraes.
mentaes e physical d6s povos, no senLido
da resultante fecunda do soerguimento
social e material, bases do progress e
da estabilidade das nUi.-es. Por autocra--
cia entende-se justamente o opposto, isto
6, a falta de aproveitamento ou o des-
perdicio das energies humans criado-
ras, e sua consequente subordinagio aos
vicios de toda sorte, gerados pela igno-
rancia.
Em nosso Paiz o conceito do Prol.
Butterfield encontra varias applicaC6es,
podendo-se talvez, de um modo gerai,
admittir que a causa primacial de nos
sograndes males resi a ignorancia
in !ssas. OU, em ouu
ros ue o air'ero de nossos
governor, fonte dos demais erros, tern
sido aquelle de nao encararem o proble-
ma da educaclo como problema nacio-
nal, em sua mais lata expressao.
Possuimos uma elite intellectual, em-
bora pouco numerosa, que honraria qual-
quer paiz, segundo opinam autoridades
insuspeitas.
Nao 6 exaggero, todavia, dizer que a
essa mesma elite abarcado todo o
Brasil falta qualquer cousa que de-
fina, que consolide, que oriented, que es-
timule, que fixe a mentalidade brasi
leira.
Ahi esta o exemplo doloroso desse







4 DISCURSO

pruritlo de separatismo, ao qual ndo fal-
tam suggest6es de brasileiros de grande
responsabilidade, envenenados pelas pai-
xoes political e pelo regionalismo taca-
nho.
Para esse mal incipiente, o remealo
unico e o tonico mental da educagdo, em
um system que fortalega o espirito, -r
civismo e a capacidade realizadora da
maioria dos brasileiros.
A formago das nacionalidades forte&
tcm algo semelhante a formasgo de cer-
tas rochas. Vdde um banco de areia que,
sob a forma de um deposit marinho,
fluvial ou eolico, vive ao sabor dos mo-
vimentos que constantemente Ihe altb-
ram o aspect. Se um element aggluti-
nante Ihe une as particular, nasce a co-
hesao; a area solta se transform no
arenito, friAvel a comeco, para depois
adquirir grande consistencia e solidez
Assim sio as nagSes: solidificam-se, for-
talecem-se, enrijam-se, imp6em-se como
rochas firmes e estaveis, sob a influen-
cia agglutinante ou cimentadora da ins-
trucco e do civismo.


Difficuldades a veneer

A vastiddo de nosso Paiz, a pequena
densidade de sua populapio e as difficul-
dades economics de toda sorte, sio obs-
taculos tremendous que se antepiem a ra-
pida evolugo de nossa mentalidade edu-
cativa. As vontades mais firmes ficam
perplexas diante da complexidade do pro-
blema.







OCTAVIO PERES 5


Junte-se a isso a falta de continuidade-
administrativa e o indifferentismo das
classes mais favorecidas, que o problema
se torna ainda mais apavorante.
Somente o ensino superior, de cara-
cter professional, por ser concentrado
nas capitaes, offerece indices mais ani-
madores e sua integral efficiencia ser6
alcangada no dia em que conseguirmos a
"extensao" universitaria, o q rue p ida
ser-nhra de Doucos annos.
0 mesmo nao se pode, infelizmente,
dizer do ensino technico, jd p,;r ser a
elle avesso o espirito de nossa gente,
mesmo a mais culta, jA pela incompre-
hensdo de sua utilidade, e, aind., pelas
grandes difficuldades materials que se
Ihe antolham.
Em tal caso se enquadra, especialmen-
te, o ensino agricola, que, para aleanCar
sua complete finalidade, precisaria at-
tender as necessidades de mi!hies de
brasileiros que fazem sua profissio ex-
plorando as industries derivadas do
s6lo.
Dir-se-a que neo d possivel eacarar
a questao sob este aspect, e que deve-
mos atacal-a neo pela base, e sim do
alto. Em outros termos, que para come-
ca gr or5a reuos preparar os
arice ostechln ^ s O m.s
Q eraQ..e de dirigi-a. E' forioso con-
cirddar. Mas, aijda 'assim,b nos- ncontra-
mos em posigo de lamentavel mferiori-
dade.
Senao vejamos, fazendo um confront
de. dados estatisticos compilados pelo De-
partamento Nacional de Estatistica e en-
feixados em seu valioso trabalho. "Esta-
tistica ntellTectual do Brasil".







6 DISCURSO












I -ccz M C















bo :





C 0





Fagamos tuna ligeira compara.o dess3
quadr, corn os dados relatives aos Esta-
dos Tnidos, segundo statistical por mini
r O2
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Facmo inalieia copr.'ods'
dos~~~~~~~ Lnds eud sttsiaprmn






OCTAVIO PERES 7

compilada em 1920, e referento ao anuo
de 1916: ,

N. de N. de N. de
escolas matricu- diploma-
lados dos
Medicine .. 92 14.764 3.436
Direito ... 124 22.933 M3.323
Theologia.. 169 12.057 -t.090
Odontologia 48 10.715 1.852
Pharmacia 71 6.034 1.796
Medicine
Ve erinaria 22 3.064 759
(*) (**)
AGRICULTURA 83 16.008 2.873


N. de N. de
Engenharia matricu- diploma-
lados dos
geral ........ 5.485 163
tivil ....... 7.251 1.236
electric .... 7.091 1.098
mechanic ... 7.700 1.164
chimica ..... 2.777 237
minas .... .. 1.705 237

32.006 4.338

(*) Collegios de Agricultura, inclu-
indo 17 para rapazes de c6r. Ensina-se
ainda agriculture em dez classes de insti-
tuig6es, n'um total de 3.500 estabeleci-
mentos.
(**) Esse numero 6 o dos estudantes
matriculados nos oursoa regulars, de 4
annos.






DISCURSO


Incluindo as matriculas nos cursos de
1, 2 e 3 annos, sobe o total a 43.451 es-
tudantes. Deve-se, ainda, adcrescentar os
estudantes dos demais estabelecimcntos
ensinando agriculture, no total de 74.124.
SPelos dados acima vA-se quo, na fami-
lia aristocratic do ensino superior no
Brasil, o ensino agricola pode ser tido
como o irmao menor, a que se dA pouca
importancia e de quem se diz muita vez:
"esse menino nao da para nada".
Por sua expressao numerica, elle 6, de
facto, o irmio menor, para o qual o chefe
de familiar que, no caso, 6 o Governo
Federal nio chegou ainda a olhar cor
uma portinha de interesse.
Pois, 6 incrivel que a Unido mantenha
uma s5 Escola, e essa mesa ambulante,
como t&o bem defigiu_. Prof Rolfs tendoQ
mudado do s6de quatro vez-e- e j enca-
rando a mudanga mais uma vezI
SDe lal sorte, nio 6 de adniirar que um
secretario de important Estado brasilei-
ro tenha, certa occasido, feito este re-
paro definidor de sua falta de visio:
"para plantar batatas nao 6 precise es-
tudar".
0 sentido pejorative da expressfo re-
futa-se vantajosamente cor o parecer
de economists e sociologos cor Warren,
e Carver; de scientists come Bailey e
Hopkins: de estadistas como Lincoln.
E o seu sentido anti-economico .de-
monstra-se, facilmente, coin o que acon-
tece io Sul, em Sdo Paulo, onde os japo-
nezes por "saberem plantar batatas" em
pouco tempo enriquem, construem casas
eonfortaveis, educam os filhos.







OCTAVIO PERES 9

E' melhor saber plantar batatas que s6
saber comel-as.


A carreira agricola

A dignidade, elevacgo e inlpqrtancia da
carreira agricola acham-se magnifica-
mente definidas nesses trechos de um
discurso de Lincoln, esse super-homem
que manteve a unidade national de sua
patria, ap6s cinco annos da mais encar-
nicada guerra civil que a historic re-
gistra: "Nenhuma outra occupagvo hu-
mana, mais que a Agricultura. apresenta
campo tdo vasto para uma proveitosa e
agradavel combinagio do traalho cor o
cultivo da intelligencia... Nenhuma
communidade agricola conhecedor:a de
sua arte, jamais poderA ser victim de
oppressio sob qualquer forma".
Ahi encontram, os que desejem abra-
car a carreira agricola, estimulo seguro,
como aconteceu cor aquelle jovem nor-
te-americano, Percy Johnston, persona-
gem da obra do Prof. Cyril Hopkins
"The Story of The Soil". Filho de agri-
cultor, criado pela mIe viuva, atravez
das'maiores difficuldades, ao chegar A
adolescencia quiz seguii o curso de Agro-
nomia para poder melhorar a situacgo
de seus concidaddos e impedir o empo-
brecimento das terras de seu Paiz; em-
fim, para trabalhar pela organisaC.io de
um systems permanent de agriculture,
capaz de assegurar a prosperidade e a
grandeza de sua patria.
0 que ndo poderdo idealisar os nossos







DISCURSO


jovens que buscarem o seio desta Escola,
quando tudo entire n6s esti por fazer em
material de agriculture scientific?
SNossos processes de trabalho silo ro-
tineiros e empiricos; nosso rendinmento
cultural em geral baixissimo: nossa pro-
ducglo per capital, insignificant.
Mau grado a sentimental cancio do
"porque me ufano do meu paiz", quasi
todos os nossos indices denotam pohre-
za, desanimo, falta de ambicio e de ideal.
Nio ha coragem para as iniciativas re-
novadoras. A vida social e economic pa-
recem querer estagnar.
Cumpre-nos reagir, quanto antes, para
que a nossa geradio possa tambem ter
a sua parcella de conforto, bem star e
felicidade.
SPara isso precise, antes de tudo, que
as vistas de nossa gente o de nossos go-
vernos se voltem para os problems te-
clhnicos e economics da terra, fortale-
cendo a fonte basic de nossa riqueza,
que 6 a Agricultura.
E nella, por certo, encontrarao oppor-
tunidade todos aquelles que se prepararem
para trabalhar muito e trabalhar beni.
Maxim6 os filhos de agricultores e fazen-
deiros, que precisam continuar a obra
dos paes, alias corn o dever de amplial-a
o aperfeigoal-a, pois 6 este o "motto" da
civilisaCio.
Muita cousa, ou quasi tudo estA por
fazer na agriculture de nosso Estado,
porque o que hoje possuimos, em mate-
ria de organisaCio agricola, pouco repre-
senta em relacio aquillo que poderemos
vir a ter dentro de 20 ou 30 annos.







OCTAVIO PERES 11


0 que estd acontecendo com a indus-
tria de lacticinios 6 um exemplo fri-
sante.
Assim, talvez seja dado a present ge-
racao assistir essa brilhante transforma-
cio. E aos jovens esperanga radios
da geraCio que comega sera dado co-
Ilier fructos opimos de seu trabalho.

Homenagem a duas grandes entidades
agricolas

Devo terminal dentro em pouco, para
que possamos, todos n6s, a convite dos
calouros que hoje sao recebidos pelos
veterans, nesta Casa, prestar nossas ho-
homenagcn a duas grandes entidades
que bem alto tim elevado o nome da Ba-
hia agricola: a laranja do Cabula e a
canna de Santo Amaro.
Essa homenagem, symbolic, seri
concretisada na offerta, pelos calouros,
de succo de laranja e caldo de canna, aos a
seus colleges veterans e as illustres vi-
sitas que nos honram com as suas pre-
sencas.
E' a mesma expressive a just, pois
que a laranja do Cabula aldm de mereccr
honrarias especiaes na California 6 con-
siderada, pelo Prof. Coit, tao extraordi-
naria que tern, posta pela 1Natureza, u'a
marca registrada que nao se pode imitar
- "o umbigo" -; e a canna de Santj
Amaro, ha mais de 400 annos, sustenta
a civilisaCio do Reconcavo bahiano, ber-
Co das maiores glorias de nosso passado,
das paginas mais brilhantes de nossa
formacio historic.







12 DISCURSO

FINAL

As muralhas de Esparta

Li, algures, relate, nio sei se histori-
co ou lendario, dos tempos heroicos da
antiguidade.
Mandara Athenas um embaixador a
Esparta.
Em la chegando, admira-se o emissa-
rio da ausencia de muralhas que defen-
dcssem a cidade.
E nao pode calar sua admirac.o.
No dia seguinte, o grande espart-no
Lycurgo conduz o atheniense ao cimo do
uma collina para lhe mostrar as mura-
lhas invisiveis que, diss6ra na vespdra,
Esparta possuia.
E de lA do alto, em gesto nobre, lhe
aponta, na planicie, os exercitos esparta-
nos em attitude de sentido. E lhe diz:
"eis, ali, as muralhas de Esparta; cada
home 6 um tijolo".
Sirva-nos este exemplo, Sr. Secreta-
rio da Agricultura, Srs. membros do Con-
selho Directivo, Srs. Pt''rfessores e Srs.
Alumnos da Escola Agricola da Bahia,
come um symbol de f6 e de coragem.
E quando alguem nos perguntar pelas
muralhas desta Escola, isto 6, pelos seus
baluartes de defeza, respondamos cor fir-
meza: eil-os aqui a nossa boa vonta-
de, o nosso firiie propositc de zelar os
interesses da Instituicao; de trabalhar
leal e sinceramente pelo seu engrandeci-
mento.



















N. 34.318

Imprensa Oficial do Estado

BAHIA

















c^







Secrelria do Agricullura, 1nlusifiO, Gommreilo, VIuGUD e Ohms Pullicos
















mento publicado no Diario ticial do que junto ves envie un
1 ^ 8













exemplar, muito estimaria conhecer vosea opiniao a respeito
da orientae;o seguida nesse plano de reform
Outrosim, seriam recebidas can a maxima satisfagao Wee-
see luzes sobre a organisagao dos programs de ensino a coimp
sig'o dae eadeiras, pare os quals foram elaborate sugestoea,
tambem publicados no Diario uficial ujo exemplar peso, e-
gualmente, Ag vossas mooa .
'o vosso espirito esclarecido, a apresentagao da material
dispenser coimentarios outros, alm& dos expresses na~ publica-
goes que vos sao enviadas a
.ntecipo-vos os meus sinceros agradecimentos pela vossa
resposta, confio em que esta chegarS ao meu poder corn a pos-
sivel brevidade.
Sirvo-me do ensejo para apresentar-vos os meus protests
de ditinta considerasao e aprego.



(.lvaro Navarro Ramos)
Secretario de Agriculture





(r- K -


Illm n. n, .

Ramos, Secretario de g-^gricultura

BAHIA

Your letter with enclosures of the Diario Official for

December 31, .191 and Jan 8, 1952, have been received and carefully

noted.

I couirjatulate you on attacking such an important problem

as agricult'-ral education for a gri t and populous state. A state

*larger, richer and more populous than many of the South American
nations. Your statesmen and orators h::.4- magnified her good qualities,

v being neither a statesmen nor an orator, I'll leave this great- nd

glorious woth to them. (I am personally very fond of Bahia, because

she produces the best ihLrs that I have smoked in Brasil).
I realize, Snr. Secretary, and you also should realize, that

in the short time that a Setretary of agriculture is allowed to serve

his state, he cannot work miracles, Education has -been neglected'

in Bahia since its foundation. Her isolation tas left her far behind

some other tropical countries. The fact t'.t she has produced nation-

ally famous men, men even internationally noted, shows that the

Bahian, by inheritance, are a r-- t people.. The state, however,

has failed to produce sufficient instrAction to keep the average

man equal to her topical competitors. 1 griculbure has been so

parasitized on that a-day's dibjr Has descended to a very low effi-

ciency, when compared with that encountered in some of the more

advanced tropical countries, populated by the Europeaianl .A-*

Agriculture has been her gold mine. She has mined this

witW.out looking for new deposits (Imarting new v:.cieties and dis-

cowering new crops, etc.) She has continued tt use the obsolete

pan method of mining in place of introducing the biammaimmmmim

hydrolic and cyanide method for the recoVery of her precious metal.

(Her Exp'eriment Station is not equal to that of Cuba-. Her pomicul--

tur al science ia not e?%cl-to that of _. Zealand nor that of. Jouth

Africa. Java coffee sells for te-~ot'price on the world's markets)

A .







To change the figure of ,-Lach.- All .that the bnrc .ecre-

tary can hope to do is to rescue the greatmma m and :.-nDTerous vessel

(Lgricultural education), from the breakers that are 'destroying her

and steer her.into a safe and cralm channel. All that I can hope to do

is to point out to-the L :-i w in becret-rio, the hidden -rocks on

which other great-vessels have been wrecked a point out the shoals

on fhich other .rLcL t vessels l.-AWe remaindc stranded for years, com-

pelling their passengers,(the rural people' do die of starvation and

diseases.

A desire for an agricultural education is of very slow

growth. In the first lace, the actual f; rmars have been deceived so

-many times by the c orators that they have lost confidence.

(This is equally true in Florida)., You aire attem ting to erect an-

institution in which they Awill have confidence. Their confidence once

lost, I know from personal experience, is very difficult- to be rees-

tablished. It is of the highest im.:ortance that Bahia begin her

institution with correct iaeals and then maintain them.

The following pages have been written in the belief that the

bnr secretary is looking for information and mmmtm not for laudation

which might truthfully be uttered. I lay no Mlaim to mental superiority,

imAmimamri pver thousands of fellow workers in 'inas but I have had

far greater experience in studying agricultural eaftation 42 years,

eleven of which have been in Minas. The iUr th American Secretary of

itate would not' indicate anyone without successful experience. The

State of inos .would not have renewed my contract two successive times

without practical

If the,-nr. secretary can establish a modern agricultural

College he will have a lasting monument to which future generations

will link his name with pride.

The cry of"no finds" is made the "scape goat"' for btb dA

"laisser fire" policy". Espirito Santo is finding the finds. Minas

t the funds. In 1902 Cuba was a newly born nation. Chehad

but receirtly emerged from the horrors of insurrection and bloodshed.

Her. canefields 'and usinas had gone up in smoke. Her q-liant men haJ

perished in 'war. A leading educator told me in March of that year that






-3-


Cuba was devoting 90 of her revenue to education 'ad to investiga-

tions in agriculture. Today, though only one fourth of the size of

Bahia -hl about half t;t -population, she is one of the world's big

sugar exporters, and is said to be exporting more citrus fruits than

all of Dra-sil. Even the iE U.N.A. had to acknowledge Uer-inferiort-

ity; by placing a tariff on Cu..n sugar, .citrus fruits and vegetables .


Isolation.

Japan with one of the. most advanced *ivilizations, isolated

herself from the rest of the world for 1600 years. When she mnmmm

opened her doors she fund herself to be one of. the most backward.

During the last eighty years she had mdde marvelous progress. This pro-

gress has been due to the introduction of foreign educators and to

sending her own students to foreign countries.

During $l.very 'times,, Bahia tould easily be considered

one of the most luxurious and opulent agricultural region in the

tropical world. ,'ith the changed social conditions and changed ocean

travel, Bahia E e- isolated. &e statesmen and politicians, either

ignored or were ignorant of the fact that the tropical world was pro-

gresSing- That educationally and, aCgriculturally-Bahia was not pro-

gressing as'rapidly as Cuba, Java, South Africa etc. Her /politi-

tians orated about her past glory, keeping her people oblivious of

bhamm~mmsa the future misery that was awaiting them

EDUCATIuHIWL ISOL;.TIOI]. Let us examine her educational

isolation statistically. North America is known the world'over as the

greatest experiment in democratization of education. During the present

scholastic year, there are one million students in attendance on her

colleges and universities. Of this number 9961 are from foreign coun-

tries. Canada leads with 1313, China follows'with 1306, Japan with

987, Russia has 475, India has 195. Let us compare ;.rasil with nations

of more or less the same population and relatively the same intel-

lectual basis are competing with .rasik in supplying food materiAi4

for the world. Great Britain (England, Ireland, Scotland and Wales)





-4-

leads with 615 students in attendance; Germany is second with 415;

Mexico with 325; Ita ly with 170; Cuba with 150,? France with 143;

Brasil way donna the list with only 36. Think of it, less than one

person per million inhabitants We do not know how many of these.

36 students are from Bahia. You will find it interesting to compare

the number of:Bahians studying in the E.U.N.A. with the number from

some of the South American countries with-a'population of comparable

number.. 'Peru has 47 students; Bolivia 44. Both of these countries

have a population more or less that of Bahial They have the added

burden of having to m..iLa:in foreign ,diplomats and trade relations

which Bhid shares (fortunately) with her sister states.

It is high time that 'the statesmen of Bahia, and she has

statesmen e:ual to the best in Brasil, awaken and inform the people

that they are progressing iesLrapidly in education and in agricul-

tural production than some of their competitors. Most politicians

and nearly all visitors have deluded the people of Bahia with fla-

tery and praise. The people in a republic must learn to discriminate

bet eern truth and flattery. Here allow me to-quote the statesman

and educator, Dr. Arthur Torres Filho /-Last paragraph on page 36_7.

TRANSPORTATION ISOLATION; Bahia is still isolated from the

rest of Brasil for want of railroad communication. She has fallen

behind 1io de Janeiro, Sao Paulo a d Rio Cr.:nde do Sul in steam-

ship transportation. The letters we have received from Bahia

-re normally thirty days in transit to Vifosa. This is about the

same time as it takes a letter to arrive from San Francisc or from

.Cairo, Egypt. Your letter, not dated, but enclosing.a Diario Offi-

cial for Jan. 8th, reached .s about Feb. 6th.

Bahia now has the best location in r..-il for the new era

aM transportation, the airv..y. J.ill her present day statesmen foster

this opportunity for economic evolution or :.ill they live on the

past glories and continue their policy of magnificent isolation ?






-5- (
THi RIGHT AND THE WRONG IDEAL

The pofpose of an Agricultural College is to educate the

rural people to produce more crops-and better crops at a lower ms8~t

per capita cost in human labor.

To attain this -result the Acgricultural college must be so

organized and operated thdVthe existing agricultural people can com-

prehen~d its teaching and profit there-by- Agriculture is a amm mode rf

life, just as is medicine; as is law; and as is the ministry,- each

differing from the other. An agricultural education is a failure

unless it makes farm life more wholesome and more remunerative.

Bahia vith her tens of thousands of intelligent but unin-

strtucted young men, batya-?n the agas of 20- and 25 years could well

afford to spend all-her money and give all her energy to educating

these young.men.

This is the foundation upon which the Minas esc*la was-

erected. It must however, be riembered that in 1920, the leading

statesman of Minas, saw clearly that she must improve her c-griculture

and also improve her industries. This leader saw clearly th:- t the

leadership for this education must come from the out-side. It was

perfectly natural therefore that he lo.oke5 to A'rth America for assis-

tance in agriculture and to Germany for assistance in: thndustries.

The cablegEi.n to the North American Secretaiy of jtate was a petition

for someone to locate, organize and conduct an agricultural Collnse

on the North American plan. The cablegram to Gerimony was probably

similar. The institutions were erected simultaneously. The E.S.A.V.

was established with the above ideal as a foundation; i.e., to make

rural life more wholesome and to reduce the per capital cost of crop

Production. The Chemical Engineering College was established on the

strictly European ideal, that is, it was an institution to educate

the favored? few who already had 6 high degree of -instruction and

secondarily for im:_:ing scientific discoveries. That institution ignored

entirely the many nascent industries located right at its doors in
belo-Horizontel disdained to notice the men who wee struJgling to






-6-

establish and maintain small enterprises that w'r:. using native pro-

ducts; e. g. palm Seeds, castor oil seeds, tanning establishments, ete t

SResult., a). In 1951 the Coll-ege of er engineering

closed her doors for want Of students and Wiant of verba. b). In 1932

the '.S.A.V- wa ve v l'loaded ith students coming from sixteen different

sta tesan/ a r geign country. he was virtually a national institution.
The Uirector, Dr. Belo-Lisboa, informs me that for want of professors

and equipment, forty students had to be refused admission. 'hat a
c...:mo !!! Forty young men of a great nation petitioning for an educa-

tion and have to be denied( it! Yet a great nation experts her young

men to be patriotic. How can they be patriotic when the country has

taxed their fathers (agriculturists) severely -and has left 60 to 80

of their fathers illiterate. And now when they petition,for an

education, the state informs them tfmmit thatthere are"no funds."!!

S PAULO. Probably the oldest agricultural College in

Brasil is located at Piridcicab. as functioning as early as 1891.

The oscola g'icola "Luiz de %ueiroz" in 1931 had a verba of four
11 students (Abril 1531).
thousand contos and a ma t :jtc: tion of maemmmr i maimmmmilmrmit.mari s.

She is avowedly an institution # .making scientists, not agricul-

turists. Here w.a have. a Cr t-: t ricul ur 1 state; some say that the

-r .test and most progresssive in Brasil. Her population is nearly

Sto that of Bahia, and yet than 150 young men out of thm

her millions of people, attend the a:-ricultural college. Among her

professors are the i blest and most renousned in this whole great land.

Why ? An illustration will Og the question. I 1977,
Paulista
while I.was Director of the m.S.A.V., a fine young mmmmby the name

of Medeiros press t-d himself at my desk and ",l'yd for admission to

our curses. I asked him preemptorily who he was not att:-nlig: the

Escola "Luiz de --ueiroz". He replied that he did not have the ten
"preparatorios That he has' sought admission in other-Paulista

institutions without success. Finally he applied to Dr. Theodureto

de Camargo, Director
Reciting his tribulations at not being able to fi-d :..::' institution

where he could ecure instruct

., r -t: instructs .
- : ._ '_ _.__ __ ..7".. .e r i.-4-:,, -







him to seek t-thlie i.S.A.V. -He took a heavy course of study here.

and-later brought'a younger borhter. He is now one of the most prop-

perous young r.uraerymen i jtr tate of Ao Paulo. -ie writes-regular-

-ly to the Diredtor, Dr. Belo-Lisb6a, enclosing photogra:ha of his

enterprise. Question. To what state and to which institution does

this boy's heart turn ?

The trouble at iirp-icaba is a fundamental one. In'the.

first place, they have assumed thqt instruction in the fundamental

sciences constituted an agricultural education. In the second place

only a portion of the departments'have adapted their instrAction to

the needs of the. state.

It is being said t:. t SMo Paulo is about to eA her

agricultural instruction to make it conform to the needs of the State.

(Zhe has already reformed it four times since 1891). That vill take

time and encounter mmm innumerable difficulties. It is far easier And

takes less time to erect a new institution on- correct .basis than to

reform one that has ben.i established oh a wrong basis. I have had

experience in both and have knowledge of a dozen others It is a heart

breaking and th lesss job.







S-8-
G4 BERAl CRITICISM .


The first and most important st., in establishing an

Agricultural education for the otats of Bahia is to get the confidence

of the rural people. These unlettered people, (not cut linas)

have been deceived -j many times that they are extremely sceptical of

anything that is fostered. by state or federal government.

,This confidence -will ::::ress itself a)l By frequent visits to

'the field operates ~Ca te most advei\turous spirit among the far-

mers. b). By atte=-ni:.ce of students from the pfral -districts. c).

-y purchJsiL-!i suplOs products, seed4~mudas and animals/ S**dL

W L.-IJK1 I I L_

1). V organization as manifested in the Diario Offi-
Scial is political. rPIc-L r than educational Sao Paulo as early as

1891 called iugene Direnport to be principal in an agricultural

institution (sscola de -i'.iJrnLmi.) at Piracicaba. At the end of a

yAar he was "permitted to return to i"orth "merica. In 1895 he was

made Dean of the llinois grcicu~fur'al College where he served until

he '.:. superannuated. It is izteresUt to note that Davenport

became one of the mdot eminent agricultural educators in .that-vast

country. About 1907 Dr. Clinton i. smith, one of the most able of
the most American agriculturall educators was called to riracicaba.

About 1909 he was-dismissed. '-.in the state manifested a preference

for political agricultural over educational agriculture. Bahia should

avoid the mistakes made by Sao Paulo.- With such a recjVd for Sio

Paul is it any wonder that the great l0o0th Ameri -_a goverr.ment had

to seek for the third man \myself) in order to comply with the pati-

tion from Minas ? Indirectly Bahia is suffering from the mis-adven-

tures f 1ao Paulo. If SSo Paulo ha adopted thexcourse of agricultural

education, thirty five years ago, Bahia could now obt:.tn hund.lred.s of

'e*u--ciators and scientists to help her.








2). It has no-directing hea. It 'is like an ocean

liner st-.rting out without a captain.or other head officer and the

one in charge never having made the voyage. Minas pays her Director

three contos de reis per month and he is easily worth six. (He does.

no teaching whatever). He simply directs a great enterprise that

the state estimates to be worth sixty to eighty thousand cpntos

S(the verbal is six to eight hundred contos per an~hj. Which represents

the interest at ten percent on sixty to eighty thousand conto#. Bahia

expects speat service and ability for .-oo~3 gratificat por

month. This would make it appear that she appreciates more the

services of the Secretary- portairo and zealadgr, than that

of executive ability. For the former she I.ys 400D300 per month and

for. the latter only 33....;i. /


3). The law and the Junta. Ap;-relitly Bahia assumes

that because the state has a law providing a Junta Administrative,

therefore she has agricultural s-n cation. Nothing could be further frol

the truth. The framers of the-bahia law were afraid-of theArural

people, hence they left the ultimate authority with the president of

the Otate and SecretLc.y of '-*,iculture. Apparently the frxmirs of the-

law thought that the president could not find the requisite number of

patriotic and altrulitic citizens that could be trusted with the

development of a* Agricultural education. (They oughh to know, I do

not believe it.) This Junta must submit its acts and nominations to

the "resident and Secretary of "gricultura~r approval. If they are

independent thinkers this will be vary discouraging. The-politicians

on such a Junta will find out before -an,> what the '-'resident and

Secretary desire and do that. If it turns out well, they will cl-1im

all the credit. If it turns out badly, a:1 .i I blame the .Ji

'mirni:-.tratig^. This is not a EsBhin prerogative, North Americans

practised thi': form of government for agricultural colleges eighty

*o a hundred year-s ago. All the North ''--.mrican state Agricultural

Colleges (64 in number, one for each of the 48 -states and in the 16

southern states an additional one for the negroes), were and are

directejy a Junta.
'-. .*.5




d


S -10- .
A ogr:.t many different methods for securing such a Junta have been

-tried. Over four fifths of the states have tried more than one metb:,

In Iowa the Junta is elected by the people. The most economical and

an efficient method present is the linditation by the Governor

*(President) and election by the state senate, usually a small number

ranging from five to nine men

Florida has reformed her Junta four times in less than

twenty-five years. -The first Junta was a self perpetuating one.

The President of the state appointed the original members and as

vacancy $ on the Junta occurred, the other members elected the man

to fill the vacancy. /Results failure, Junta abolished. The 'second

Junta was composed oa the President, Secretary of Agriculture, f

Education and four citizens appointed by the President. Result,

failure efn(he Junt| ianblabolished by the State Congress. The third

Junta was composed of five private citizens indicated by the Presi-

dent,. Result, failure, Junta abolis-hed. In 1905, the State Congress

created a new law copied almost entirely from other and more pro-

gressive states. The Juntao i ve men under the new law meets every

mo'th and functions quite independently They are indicated by the

president, and r)minrat-:l by the State ienite. Results, marvelous

growth'" Attein'-rice in 1905 was 104; in 1932 over 2000 and o'er

one thousand five hundred on farmers' eek. Florida is only about

one fourth the size of Bahia and has a population of a million six

hundred thou sand/

Bahia by avoiding the mistakes made in SEo Paulo, Flbrida

and many North American states will gair, immensely in prestige; save

much money and finally advance agricultural production immensely.
The weakness of the Regulamento, as I see it, is that it%

.Fails to provide for an education in Agricultural Science.

b). It stresses instruction in sciences related to agriculture
without practical immtm application.

c). It divides the functions of the Director among the Presi-
dent,aiflmflbn Secretary of ^gricultura,(both of whom by force of cir-
cumstances must be politicians) the Junta Administrativa, and the
strongest politician on the Faculty.

d). It attempts to substitute "visual instruction" for actual

experience.







ORi--MENTO L

Having had thirty years espe ience in the preparation of-

orgamentos, 10 years as head of a dep.'-rtment, twenty years as head of

the institution, I can probably evaluate an orcamento more accurately

than I vfjJid without having had that experience.

The or amentos in North America-are carried out much more

rigorously than i ^inas. The efficiency of the North American systemjis

she I due to, the strict adherence on it. The functionary4 signing. the

orgamento is held me~msm oint- for its completemess and accuracy,

The functionary who permits expenditures for items not included in the

orcamento is severely pmmm punished. No part of the amount mentioned for

any item is transferable to any other item. If there is an unexpended

balance on any item it-reverts to the general tre:.ury.

/These explanations are necessary for the Snr. Secretario to

understi:Li my criticisms. It is probable that the Bahia government will

hold the oecretariDregpon ible only in case the expenditure exceeds the

total amount.In that case. radical changes are )ssible.

1). Salary of professors is only equal to that paid by private

enterprise to m:-me of our graduates frbm the "Curso Medio".

This shows-that their practical value is too low for them.

to be leaders in Bahian agriculture.

2). r" rtifica"goo a irectort The total salary allowed is less

than Minas pays for professors whose executive ability

has not been proved. It is also below what Piracicaba

pays her professors.

3). Th non education items are far too coom j

vith the educational 145 contos to 179 contos.
-4). There is no item thich permits the acquisition of plant

material, imp:lements, se'ls, mudas, etc. Nor adequate

provision for maintenance of pr-,ctical work by any of the

professors. Not one of them can demonstrate his ability

to promote your agriculture. You may have on your faculty

one of the best professors in.Brasil, but he cannot

demonstrate it. His department must"die of starvation".He",

;ill be condemned and the institution disgraced.
~ ~ ~~\ '






-12-,

5). THE ORgAMENTO as published in the Diario Official,

page 959, if carried out would result AnlXy in disappointment. You
are not "alone" in this company". Scores of North American Colleges
have tried it and every one has made a failure of it. The great
State oaSiina had a splendidly apparelled College of Chemical nigi-
neering, professored by gen of-high ability, yet the Assucareira
Vieira -artins had to send to North America for a sugar chemist,
who w a Phillipino. (Be worked one or two summers inan usina,

either in Pernambuco or Bahia). The- Escola de EGhmica Industrial
de Minas, "while looking at the lories of the rainbow, fell into

the ditch". She was spending her time and energy with an eye on
the distant future (hunting radium), neglecting the many stbendid

opportunities in the immediate present Your program calls for
genetics, a subject that requires expect ability anm higher.
mathematics and a fundamental knowledge of "plant breelingP
(heredity).

AN IDEAL FOR BAHIA

1. 7 .." .1..!);). TH:: DIRECTOR
-The most important step of all is to secure the ablest
Director possible.

a). He must have .an unquenchable desire to elevate the status
of the rural population.

b). He must have a sympathetic leaning toward the uneducated
rural man.

c). He must be an able executive.

d). He must be an able scholar sothat he may know what progress
is being made in foreign countries and in other states.

e). He must ne given large discretionary powers-.
S0 Estado de Minas pays the Pirector of the E.S.A.V. thres

contos per month and furnishes, a commodious residence, the eqj&k
of which would cost at least half a conto per month. He has made a
voyate around the world. He had one-and a half years experience as
Vice-Director and four years as Chief engineer before he was


"nominated.







e or amen)a published in th Diario'Official p_ 5,

if carried-out would result only in dis appointment. You are not

& alone in this corn any".< The 'gr-.t s ate of Minas- had a splendidly

aparelled Lollege of -hemical n irn ering; professored by ImTn of high,

ability, yet the Assucartera Viai wa .rtins had to send..to North

marica for a sugar chemist, wh w~ns;-h_lli.in.. (He has worked one

or-.two summers aMiBBain an us na, either in Pernambuco or Bahia.) The

Minas Escola "while looking at the glories f the rainbow fell into the

ditch". She was spending her time and energy vh an eye on the distant

S. future, neglecting the many splendid opportunities in the itmml-:?i te






*' ..



*^/

























r **






-13-

'He does not reach a single class add yet he is the busiest
man at the ,scola. He has 25 to 30 professors and encarregados,
- over 200 students; many farmeBs meetings beside the Semana do
Fazendeiro (attendance last year more than 300). He holds daily
(6 times a week) assemblies of the whole student body and profes-
sors at which lectures are delivered oA .hygiene, patriotism and
morality. Hr also gives attention snd much time to delegations and-
educators from ether states (in which is included Bahia), so they
may carry wnay some inspiration -from Minas. National and state
educationul.ass&ciations petition for his lecre s1arly a hundred
educators from% the national association spent two days at our
Escola.No professor Oathedratico which we have could perform tuch
service 'k t
.I In short, he is the most valuable agricultural educator

in Minas and probably i" Brasil. He is not-an accidentj(l! He is
-the product of a carefully worked out system of education. That
system is a resume'of more than an hundred years of experimentation
in the Western Hemisphere and the expenditure of untold wealth.
Bahia is privileges to accept it or +to reject it. She future
generations will measure the present day statesmen by the success
or-failure of her educational system.


2). TB8 FACULTY.
The greatest care must be exercised in the seAection of
the Faculty,.The members are indicated by the Director and nomi-
nated by the Junta. If the Junta fails to nominate the man indi-
cated by the Director, he simply indicates some one else. While I
served as Director, every professor was indicated by me and nomi-
nated by.-the Secretary of Agirulture .
Our professors Cathedraticos and extraordinarios are
contracted for three years. Their salaries are respectively a conto
twoa hundred and two eontos per month and residence. If at the end
of the hthreeyears either the Aseola or the professor is not satis-

fied, the contract is not renewed} .,The professors below the Cathe-
dratico are men with less experlenaeeand are nominated for one
year or for one semester only.







During the short existence of the E.S.A.V. more professors I"iav

"sought employment elsewhere" than we have professors on the present

faculty. One of these was a Lathedratico. The principal cause of lack of

success has been a failure to adapt themselves to our type of instruc-

tion. A very few for moral obliquity, though previous inquiry in

this respect was very rigid. Scarcely none or probably ngne at all for

deficiency in their education.

During 1927 and up to 1, 129 ({ from the beginning of

classes until 9gvea.up the 1ir,-ctbrship), we had 21 candidates for the

chair of Veterinary Medi.cine- French mostly, Brasilians a number, and

one or two Germans .Not one was indicated. All were high grade special

ists, but not one could di. gn-se diseases of animals nor had any. incli-

nation or desire to teach and demonstrate farm sanitation. In other

words they were high grade specialists from the i-.ropean laboratories.

From the foregoing discussion it is clear that if we had been

boringg under the Bahia hegulamento one half of our professors would

ti by nature useless or worse than useless and some.of those that are
A
now useful would have degenerated. More than half of those who "sought

employment elsewhere" were iineirans. Some of theme high cr' 'en-

tials as gymnasium professors.

If such are the results obtained in :ii:i. by one who has had

years of successful experience as an executives what can you expect of

a director whose mental equipment entitles him to one-half of the

salary. of on;of our professors ? It is politically add physically

impossible for the President or Secretary to make a.just selection and

the concurso, while good as far as it goes, is extremely 111s.4 &- fa.tory.


3). THE STUD iT '; ul be 2 or more years old. Preference should

be given to those that want practice farm work. These will return to
after
their properties min,iimma semest-er or two and kut their instruction

into practical- application. Thus returning interest to the state on her

investment in-two years time. This course is for men who can pass the

examination from the elementary schools.-On graduation they should be

able to operate all the implements that can'be economically employed in

Bahia 73a5 be :-le to read, write legibly and to ke_- rim-le

farm accounts. -








A second group of students should be composed of men.of 18

years of rae, vhjDse educational attainmentO are equal to the average

ymnar..iium student. In two years time these may be graduated.

Mina.: started '(1927), with 27 such men and three very able'

professors. A r:;utes from our "curso medio" are all mr.io;red. Two are

working 4 one conto and.one canto .two hundred per month, respectively,

for private ente;~r-ize A- neighboring state has employed four of

these jir';u,; tes, as "leaders" in agricultural education. Thi- could not

have happened if he had exahusted our energies and resources on youths

16 years old.

Bahia should wait tith her "curso superior" for two to

four years. By that time the able professors will have learned much

about Bahian agriculture and will also have learned-a great deal about'

how to teach- Bahian agriculture. By that time your professor of Agronomy

can have demonstrated that he can grow more kilos of corn-for a day's

labor than any I:.hi-. farmer. The same. with rice, sugar cane, etc. The

professor of pomiculturecan demonstrate that he can produce better

citrus mudas than an-ther viveirista in Bahia. That he can produce

laranja Bahia acceptable to London and Berlim. He must -also demonstrate

that they can be sold at a highly reumneratide price. The specimens I

bought from lojas in your city in 19C9 would not have paid for boxing

and transportation if sold on a lur:pean fruit miareet.

In short, your college has to demonstrate that her professors

possess an ability superior to that of' the farmers, then 'the farmers

will have confidence in your institution. ,And with a hundred to two

hundred thousand agricultural enterprises in Balia, there is unlimited

room for your graduates. "

Scores of if not hundreds are seeking employment *

without success in Bru~-.ii. Their education was such "that in time-of

depression they are useless. One of our recent formados had two places

competing for his services at mfmm salary that would'have. pleased

many a i'doctor".






S14- 14

4). ETHi H vDUIPMT'r must be modern and ample. It :huuld-be slightly-in
advance of what is found on the farm. The institution should produce all
the fruits and vegetables,its students and professed need. It should
A
produce all the staple farm crops needed and all of the feed and
forage needed., In fct the institution-should be as nearly as possible
a self deeding concern.
-All plusls should be sold, not given away. The self respect-
ing Minas farmer feels embarrass-ed to accept gratuCties. They paya
higher price.for what the L.S.A.V. sells them thap private individuals
would charge.







CONCLU SIOiJ

i). The Snr. Secretario has propounded to me a technical question.

The reply must be given in a technical manner.

The Snr. Secretario being responsible to the great state of Bahia,

it is his mmmmmfi moral duty 'to secure the best information aVailable..

It is my moral duty,mm in this national crisis, to give sAch

technical assistance as my experience and limited mental ability will

permit. (Words of praise, mapy of vhich might be truthfPi -uttered,

would be a moral sin againstt a great people struggling upward. )


2). The very common argument that such a type of education is
incompatible with the "rasilian racial composition is contrary to the

facts;. t is usually uttered by the uninformed or for selfish purposes.

It is merely a verbal narcotic.

Z). The mnmrmm argument that this type of instruction is not

acceptable to BraSilian students is completely refuted by the E.S.A.V.

She has lman re resentatives from seventeen states, a Bahia

from the Federal District and four from Paraguay.

4j. The statement that this type of instruction does not educate

was exploded in North America fifty years ago. In ~rme educational

circles in -rasil the work of a "routineiro" is substituted for educa-

tion, failure results.

5). The agricultural educator is rarely a statesman. He is almost

never a politician. On the other hand there are very few statesmen

(both in.Brasil and.North -merica) who dedicate themselves to the

advancement of agricultural education. In North America the politi-

tian was the greatest obstacle that had to be overcome.


6). It is the duty-of the true statesman to know the basket

principles of an agricultural education and then eRact those princi-

ples into a law. (The immortal North American statesman, Morrill,

Hatch, Smith and Leverm used the information furnished them by

educators. )






-18.-

7).. Please do not assume that I consider the 6.S.A. *. perfect.

I have known personally scores of Agricultural Colleges and have not

seen one without defects. The E. S. A. V. has many short comings. Her

Director has had relatively short-experience in agricultural education.

The faculty members have had relatiVely ess experience than the Directo:

In ten or twelve years more, unless she "goes to sleep Qn her

Laurelss, her instructional efficiency should be two or three times

that of today. On the other hand, it is entirely possible, even probable
that some other state agricultural College modeled on the E.'J.A.V.

principles, will have advanced to first plafea This had happened

repeatedly in iorth Ameripa.







.) APPENDIX

The remarks on Annexo No 1 and the Regulamento are intended

to give specific examples for illucidating the general remarks made

on the previous,pages.
It is the moral duty of the Snr. Secretary as a statesman to

obtain the best information available on agricultural edition. Then
to modify or change the laws'so as to maKe such an education possible.
It is my moral duty to aid the Snr. Secretary in obtaining such infor-
mation, no matter how antagonistic the information may bee to a pre-
co4nceived Ideal. There is a venerated saying thatrbatter than 99

friends to flatter you is to have'the hundredth frietb who has the
courage to point out faults in a clear and unmistakable language.
The Annexo and Regulamento as ptblushed in the Diarih Offi-

iL are more or less political documents, designed to secure the

popular approval,- a laudable undertaking- They have in them however,
some radically woong precepts. Tf these precepts are made- the platform

of the 6scola, great injury will result tithe popularization of

agricultural education.
They show clearly that your ideal is strongly pro-European

and anti-North American. The clearest exposition of the difference

in the type of education that 1 have read was made by Raymond Gerard,
a frenchman, in L'Echo des Sportes, in 1927. A small portion of what
he said is here copied in AEnglish. He said:

/_Copy as in Arthur-Torres letter_7

The Europegn ideal was (it has changed greatly ifthe last ten

years) to make high grade specialists to become servants of industries
or of the governments. The liorth American ideal is and has been, to

make leaders who know the sciences and can organize mm enterprises,

great or small. In almost eery country, including Russia, you will

find North American leaders educated in her Land Grant Lolleges.
(Bahia by self-isolation appears to-reject the modern ideal.) The

European education was designed to make high grade "routineiros" in

sciences; the North American to make independent thinkers,- both were

successful in their aims.






-B \


it is easier to follow an old worn out road than to construe

a new and better one. The statesman of Minas demonstrated ttr courage
and wisdom of constructing a new and motarn road leading to Mmrammmam

Agricultural prosperity. The other states habe contented themselves

by mending the old worn out roads.

A. Anexo N 1.
Diario Official Dez. 31, 1931, paginas 884-887

fYour course of study as outlined is weaker in practical
agriculture than the Agricultural High Schools of North America (the
Smith-Lever High Schools), or than the German high schools, *Hoch
schule fur Ackerbau.). Yet your students, when they are men will have
to compete with the whale world in the production of food material.
BahiA no longerjhas a monopoly on any important agricultural crop.
Sugar production has already extended itself to colder regions. Cacao

is produced more economically in many other tropical countries. Java

already produces higher priced coffee,- in short, the young Brasilian

formados will have to compete with the whole world,- typical sub-

tropical and temperate.

New Zeland, Suth Africa, Argentine, Spain and California

market fruit at Belo-Horizonte. Some of these countries even pene-

trate to Vigosa. I have never seen Bahian fruits even in Rio. Their

claims that they raise the finest fruits in the world is not suffi-

cient to attract the thousands of contos de reis that are annually
exported for fruit. The Mineiran must have this fruit or fall victim
to diseases.
You can easily deceive your youths and make them believe
that they are getting a college education lou can easily
the fathers and mothers into believing that their sons are wonder-
fully intelligent. That is a laudable parental fault.. The world's

market does not ask who grew the kilo of coffee, nor t'h~ telligence

of the man who grew the.Bahia orange; the world pays for the nmammmh

quality of the product. If your formados can deliver the best oranges

to the European market, the South African and Californians will have to

retire. If your formados can deliver the best coffee to the aew





--C-

York market, the avanese will have to take second place.
Let me digress long enough t) illustrate how anti-educatio

al brasil and *ahia r lly are.
About ten ars ago, Dr. Ca los Moreira, an eminent Brasil

ian scientist prepare an excellent bt letin oh Economic Lntomology,
SIt was a credit to asilian science I know from personal

experience that the bu letin is accura e and trustworthy. It was pub-
lished when a great staesmen from Bahi was Minister of Agriculture,
and the edition limited to three thous d !! Think of it !I A great
nation with forty million people whos principal industry is agri-
culture, Bahia alone ffhould have dist bbuted twenty thousand. Minas
had
Nnot less than an hundrd and fifty th sand "emprezas agricolas"
and yet the E.S.A.V.w* unable to bub r beg enough copies to supply

AiL her class in ento, logy. What a waste of money The great
scientist spent years in preparing th work and getting it into
print. The type had 1 been set up ad three thousand run off.
the added thousands would have cost o ly slightly more than the price

of the paper. Our st tesmen could de se not more certain plan to
discourage the scien ist iw a bette plant to keep fer agricultural
population in ganignorance.
Such culp ility is not th sin of the Federal Government

alone. Minas is doi g likewise. Nor America1 did the same thing

80 years ago.
-Bahia has one of the best entomologists in "rasil, but he is
preventeA from teach ng the iF rs -is excellent bulletins, a little
crude as to mechani al execution, a e printed in so small editions
that not one farmer out of a thous d sees one. The bulletins show
clearly that the has been repared at considerable personal'
sacrifice.


One of t foremost sciei

mented that neither Prasil noWy Ain
intelligent young m afford t*pe

no future for his rk ?

i ere id o apparent fu
of study, like the ulistas they


ists of "inas ten years ago leL-
sfostered science. How can any
d years in preparation when there is


re for the formados from your course

rllry politics i.n order to live.





I


REGULAMENTO

Pagina 958, Item 1, paragapho 4. You cannot be successful

by copying the curriculum and especializations of present day North

American Agricultural Colleges. 'he fundamental organization should

be adopted and then adapted. Fundamenthe curriculum in Florida

of 20 years ago would sminamo serve quite well for -ahia today. Today

there are hundreds of scientists among the farmers of Fkorida who know

more about agricultural science than did the professors of 25 years

ago, so the courses now must be much more highly specialized and the

professors much more highly educated.

-Paragraphb 5. My experience, asA a result of having

examined scores of candidates for professorships in Minas, is that

the educated men of Brasil have too, greatly accentuates "specializa-

tion" and know almost nothing about production agriculture.

Pagina 958, Item, Paragrapho 6. This statement explains

your whole difficulty !I Your ideal is that the graduate must submit

himself to become a servant of someone else, the defect which has prove

so disastrous to agriculture education in Brasil. The North American

.ideal is exactly the opposite. They hold that tii.an agriculturist

must first of all become a self supporting individual.

Pagina 958m Item 1, paragaphoa 3, from the bottom. This is a

very excellent statement of the duties of the Escola. It should have

been placed as the first paragraph of the "Iaem". Unfortunately the

Orgamento is too small and makes no provision fm r it,. Consequently

it remains as a pleasant gesture of what'you would like to do. Most

Agricultural Colleges have failed in this because there was no one

*mt at the College prepared for this, Extension work, It is the most

difficult of all agricultural instruction and requires the maximum

preparation.

Artle 2, pagina 959,) Will fail completely. You have only

one professor to. teach the Agronomy, Pomoculture, Horttuulture, amam

etc. Your college has no equipment to teach entomology, phytopathology,

and the appliedtion$ of farm implements,, The rurl people will disrc-






-II-


your instruction because you have made it impossible for your pro-

fessors to demonstrate their superior, ability. Before there was a

single professor'at the.E.S.A.V. I produced mbre4kilos of a super-

ior variety of sweet potatoes and more kilos of a superior variety

of corn than any f:.rmer in this zone. I produced the finest

citrus mudas ever seen in Minas and sold them for 40000 each, when

the mudas at Be~s-Horizonte were off -rer at iJ500. All done with

Minas labor. This and much other similar work made -the agricultores.

have conid nce in the Escola. If your professor of entomology

cannot show by demonstrating it, that his remedies are effective,

no farmer will have confidence either in him or in the Lscola.
Etc. Etc.


Art. 16, 5. do require the student to pay for the

medical service is bad in principle. In effect the student goes to

the most lenient medico, pnalizin-Z the more conscientious meticos.

The Ecola should employ the medico.


Art. 17. b).. Very inadvisable. Our Escola is a cooperative

contract. The state pays the professor andle7uiiment. The student

gives the most precious' of all elements, his time. If the student

wastes either his time or that of the professor, the rt

as ll-el e and the--e iu4==r has no more rights at the Escola. I have

heard the Director say repeatedly that .e students hIp are never

chastised. (h e^< *


Art. 19. Ehtitles only the. specially favor.i students to

attend. This is' entirely undemocratic. Tie state has negActed to

provide instruction for the rural class and *3 refuses them an
opportunity to advance their .rofessionr-agriculture. The great

state of 6ao Paulo uses the same method and in April 1931 had'

S112 students only, and she began agricultural instruction in 1891.

There were only 12 students in dte fourth year. Think of it, only

12 students per annum, to elevate the great industry of agriculture;

for a whole great state!!!





-4, :/


SIII

Art. 27. Is certain t: be abused. The responsible'

official will have ,to give passes-to many who do,.'hot deserve them.


Art. 33. Slnl-LiiJ i:ea. It-has one defect, it will not

work. It Svtn dCegererates into pensioning certain favorite indi-

viduals at the expense of the Escola.


S .rt. 37. A beautiful sentiment. But where will Bahia

find the men who will work for one half of what they may obtain

els ev.'her ?.?

2,e 3. This will be impracticable as long as the Escola

is located in the city.


Art. 40. Ten hours a week is entirely too small an amount

This invited loafing;, it also. assures that the professors will en-

-gage in other iaterprizes t an a ricultu l education. At the

E.S.A.V. the professors a*-e ,( sted tj give six hours a day for

six days in the :.k. 36 hours .ialst ten. In other word ne of

our ,professors does as much work ,or the -cola as three and six

tenths professors in Bahia. You have n& reason for complaining
about want of money when you pay your professors a conto per month

for only two Iours work a day. Our professors have very light

.courses and work 3.6 times that much.

The "part time" professor is a nuisance and a very

expensive luxury. The NYational Agricultural College has proved

this. I have been told that they a-veraged in 1931, about one and

teo thirds students per professor.


Art. 41. Same defect. .


iArt. 42, paragraph Unico. Opens the gates to dis-

honest practises and am~r favoritisims. Had better be

avoided.








Art. 44. This s .similar to oarth American practise ex-

cepting tha the Director indicates the candidate. Concursos for

College professorships are never employed. It is the duty of the

Directors to find 'the best man that the salary can attract. In my

fourteen years as Director in Florida not a single man was nominated

by the Conselho Directivo intil after I had indicated him.
Florida and many other states tried the life tenure system

for professors and had to abolish it. It fastens the indolent and
6mmmrpmamm unprogressive to an institution. Nearly all life tenure

professors conduct their departments independently of the institu-

tion and often to the detriment of it. Add $h $hst $he "part time"

employment to your institution ahd you have degenerated to the lowest

form of academic efficiency

The most common method now employed is nomination for one

year. If a professor is a good man for the position his reelection

is certain. If he 'turns out to be inferior, his contract terminates

before he has greatly harmed the institution. After all the insti-

tution is of greater importance than the man. If the Conselho

Directivo are politicians no Regulamento can safe guard your

instruction.

Art. 44, 1. I have memmmYand&nma repeatedly as Director

indicated men whose salary was higher than my own and they did

splendid work. They caused lesg trouble to the Conselho and Director

than did the cheaper ones in similar positions.

Art. 44, 2. Very unwise. Too slow in action.

Art. 45. Very undesriable. The Conselo cannot be special-

ists in all lines so are not competent judges.

Art. 45,, 1. When the professors were elected for life

tenure, in North America, they became scientifically laze and were

likely to run off into unproductive branches. (There are similar

tendencies noticeable in Brasil).







Art. 46. This article admits that Bahia expects her gradua-

tes till be inferior and must be protected by the regulamento. What

Bahia needs more than anything else is mm a lot of ideas from other

stares hrd foreign countries.

It would-be better if the Regulamento prohibited the employ

ment of her own graduates for at least four years from the time of
graduation and then only i~ the~ had spent that time outside of the

state. Florida owes her phenomenal growth in education and economics

since 1905, to the large number of mma non-Florida educators employed.

I doubt if five per cent of the professors in the Universsty of

Florida are native iloridians. No Floridian is employed unless he has

had experience with some other educational institution.

It is the general experience in North America that 90 % of

the Directors (Presidents) elected from their own states are failures.

The experience of the E.S.A.V, is quite similar. The

greatest number of failures and the most dismal failures-have been

made by the mineirans entrusted with a professorship. Your fegula-

mento admits that graduates from your tscola are too weak to compete

with other "rasilians. A rather embarrassing admission.

Art, 47. This throws it right-back into politics. Just the

thing that you tried to avoid by creating a Conselho Administrativo-.

If you iake them really a wonselho Administrativo they will do

their work conscientiously. If the President knows that he will be

responsible for the good judgement of the Conselho, he will use the

utmost caution in selecting the Conselho. If he knows that the Con-

selho can do nothing without his approval, he will appoint those

who would be flattered by the recognition.

In Florida the newvConselho Administrativo (Board of

Control), has been functioning since 1905. They meet every month

and in the 14 years; during *which I served them, they missed only

one meeting- They receive no compensation, and are reimbursed

for their actua. expenses. Their constructive work has done more

for the education and for agriculture than any other agency. Surely

in the great State of ah ith more than three times the


e p







V

Art. 46. This article admits that Bahia expects her graduates will

be








/







































.-





..VI

population of 'loridam there msuh exist-six patriotic self sacrifi-

cing citizens equal to the five men iammm in Florida.

Art. 57. The surest qay to failure, because the ablest

politician on the facultyy will secure the position. You have a

conselho Administrativo but do not allow it to function. Certa inly

the President and the Senate of the state can nominate 6 men among

...... million who will perform this detailed and ungrateful service.

No matter who is nominated, the other aspirants on the Faculty will

do all they dare to do to make his administration a failure in otder

that another may take his place. North Americans tried the idea of

having a professor elevated to the Directorship and have completely

abandoned it- The University of Virginia and Johns hopkins were

the last.to abandon it.

Art. 66. unico. Inglez, The'orgamento a lows 500$000

per month. That salary will prove to be extremely expensive. Such

a man cannot know wither agriculture or Inglish. Not being an agri-

cultural scientist his translations, if he should attempt them, would

be worse than useless. (I know from experience.)

Art. 67. Looks very fine on paper and will probably delude

many Bahianians who are trusting to your #ood judgement. It has

about the same educative value to the science of agriculture that

a visit to the Jardim. otanico in Rio has to the study of the science

of Botany. It simply amounts to the Escola giving an honorarium to

the higher functionaries for a pleasant visit to the establishment.

You eill find similar advertisements in the Regulamentos of some

other 6scolas.


Art. 67, 3. This is destined to involve the Escola

in scandal and prevent the professor from taking up investigational

work.




.*" ", "'- --. ....


Art. 69. Fine idea. Buit you, scola. is .composed oEf 1 inde-

pendent units, each one jealous of the other and all against the

Director.

SBefore the "scola can cooperate she must be able to give '

something to these other institutions. You have attacked the problem,

from the wrong end. The cooperation must begin at 'the bottom and work

upward. After yo r professors habe learned how to cooperate with one-

another, then they can be trusted to cooperate with an out-side

organization. The whole government of Bahia is so highly centralized

that real cooperation is extremely difficult. You must make a begin-

ning. It is better do make a failure than to leave off trying.

Art. 70.Badly stared and if carried out literally will result in

ill will only.

Art. 70. unico. Reads much better but the services will

be very inefficient and expensive.


Art. 71. Is also better and really a cooperative idea.


Art. 75. The formulators of these Segulamentos are extremely
distrustful of their fellow men. The Conselho is not trusted to call

in such council and help in their deliberations as they may need

but must have them mentioned in the Regulamento. It is interesting

to note that the Conselho Administrative (Board of Control) in Florida

has functioned since 1905 and has always met in "open session".

Anybody, male or femals, white or black, can attend. As a matter

of fact, the daily journals announced the meeting before hand so

that anyone might be present to. present protests or advocate policies
for the Conselho tp act on.All the previous Conselhos which I men-

tioned as having been abolished had their sessions "behind closed

doors"

Art. 81. 1. This sectbn is very pernicious. The profes-

Ssor of low *oral stamina will abuse the privilege. The students be-

lieving that their professors are dishonest will lower their moral
standards,- finally any dishonesty will be condones so long as it

is not legally proven.

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lit L.'da1ucqo ..*.. rr **,*.**.. 1s-4

Spart; io da 8thia.....*..-.<...., 4

Educagtonals... ,>* .,..... *,*.* 5
Vias de Traicipo orte...^ ..* 6

0 Ideal Ac etado ou Zrrao.... ........ 7

Exemplos Concetos............... 7
UmBB Aprecig *a'.3..o4 a***a..... 10


Pontos rrecoe................... IXL

1)3 Orgo~nizio..;o........... IX
2) Fa1Ja de 3i4gente...... 12
) A Let es Junta......... 1
4. Frasuwz.s do RoguL.- mntfo 124

0 0rc.nesito ......... ................ 15

Um Ido&l ;ra a B1ahia................. 17
1). Direc Tor.7.... ... ..... 7
1. 0 Corpo ecent~e............. 1
3). 0 Corpo Disc ............****. 20
4u. A pre lhm ~**to.* .. .... ..*.. 21

ConaJluste se... 0.* a ...s ,. *... a.... ac C


Appendi ce

Anexo i$ 1, Diario ULricial 13-eII-e3 1

R(Higul Bi en to... 4.... .. ...a............***


















Dr.. Alvaro Ramos, D, Secretario. da Agricultura,
B A H I A. *
Saudag3es.
,Accuso o recebi ebto, do, prezadd favor doe S.,
capeando os 'Diarios Officiaes de,31.d .Dezembro 8 de Janeiro.
De accord ob.ao honroso pedde do V, 8'. era aditb.jnto a
minha c.rta de 4 do mez p. Pdy, pasSo hoje &s meos do V. 8.
Meu parae or sobre a pro3jectp.d .ensiftoo a gricola patr sm.
grande Astad
,* '
Desejo congratularxe. ceon 7. 8. por querer sa*freatar
ua problems~ de toi rnagnia importancia, como. o ensino agricola
O EstOrdo deoV. S. taais rico, malor .mais oonuloso do quea
uaitas nagses Sa l Americanas. No vei tecer.elogias ae vosso
Estado porque alhse o tUdo na sou nsa oraddip, nos estadistap
deixo isso para os quoei ; ihor di que eu, te habilidade part
tal mister (Pessoalmente tenho grand sympathia pelo Estado
deo Bihia pois dahi recebo os melhores charutos que tenho

fuedo no Brasil.)
Comprehando, Onr, .ecretario de. Agricultura e VY S8
sea duvida tambem admitted, quo no curtc praeo es quo a us
Secretario de Agricultura 6 permittido servir sou Estado, nsa
b possivel realizar milagres., 0 ensino ea quasi todas sias
modalidades, tea sido descur'ad na Bahia ComPo e todo o Brasil
desde os tempos $ % ms renobos. 0 ,isolauento doste Estade,
ten contribuido para mantel atras, durante oadiant;mento
que so ter realizado em alguns outros paizes tropicaes. 0 fat:
de ter a Bahia produzido, apezar deste obstaculoa est-1distas.
de fama nacional e international preova trreftarvel enste ue oa








-2-
Bahianos sl, de heranga, au pov muito superior. Ha rais de cea
annos (1814) a Balia demonstrou set um "leader" a agriculture
tropical, pela fundag'o dum curso de ensino agricola. 0 Estado,
porsb, nuo 'ten Ido devidamento ao encontro dos desejos de sou povo,
deoxando de facilitar a instrucqSo a todos, de modo que o.homen
djig (average mran), ngo tae progredido "pari passu" coon seus
congeneres de outros logares tropioles. A Agricultura tet sido to.
parasitada que a efficiiecia d dia de trabalho na lavoura t
muito reduzido, comparada com a de outros paizos tropicaes, q,4
tiveram a mesa colonizaqgo iEropea.
A Agriculture fti seapre, considered come constituindo as
minas de oufro de Bahia, das quakes te se extrahido o metal precious1
sease ouIdar de desoobrir noves depositos.(Pela importa;.o de novas
vartedades e procura do novas cultural.) Conttnuam a ser exploradas
as minas polos methods mals antigos, esa vs do introdfzir os
methodos modernos do bydraulica- e cyanide, paa obtenSo do ouro.
(A Estagso Experliental do Bahia nSo so compare orn a de Cuba,
a scle eia de pomicultura ahl ngo .igual de Rova Ze"anda, neB
da Africa do Su I 0 cafT do Java obtap, nos mercados mundiaes,
prego.superior ao alcangado polo cafe doe NahUi
Euhdando de metaphorai 0 snr. Secretario nSo poderh ter
maBor aspiragso do que a de desviar a barca (4qU represent o ensino
agrtcola), das ondas do mar que arrebentax sobre os rechedo~, e
dirigil-a para uaa passages saur a a calma. lu, por minha parte,
nao posso quarter realiaar aais do quo indicar alguns dos rochedos
mais perigosos, sobre os quakes outras grsndes barcas (estabeleci-
mentos do ensino agricola) tes naufragado, e indicar as barras
de area sobre as quaes outras bqrcas ficaram prezas durante longos
annos# amitas vsezs at6 seus passageiros (0 povo agricola) morrersa
de fome e molestias, antes da qualquer soccoros.






-5-
E'de conveniencia para o ensino agricola us desenvolvi-
mento devagar, carecendb no principio do mais carinhoso cuidado.
Thnnueras vezes os lavr:Jdores ta sido onganados ,.elos oradores
e politicos e por isto elles s po sampre desconfiados-, e con today
razao. (0 mesmo se deautambea na Florida.) V. S. estk Idealizande
.un estabelociAma to no qual os lavradores possam confiar, sea ava-
liar talvez que a confianqa dos agricultores constitute via conquista
mais difficil do ensino agricola. Uuia vez abusada esta oonfianga,
s6 com grades difficlidades b qu e sestabeleta de novo, Por
isso, 6 da mais elevada importancia.qe a Bahia inicie soe esta-
belecimeato cor ideas verdadeir6os,. antendo-*s depois rigorosa-
mento. 8i o idepl do estabelacimento projectzcdo oor V. 8. 6
ajudar aos agricultores e former alumnos capazes de elevnr a aagri-
cultura estadoal, possoe he adudar e toho o maximo prazesr em lhe
sar util. Se, por outro lado, o ideal $or o de foraar agrononmoa
'typo de gabinete", e ter usa ssqo1a de Ariculltura para constituir
brinquedo dos politicos, umn passeio agtadava~ para OS visitantes
dessa linda capital, entEo nao vale a pena continuar na leitura
das '.-ginas que segment .
Prepare esta these, certo 4e queV. *S. est& seriamente
procurando informqSaes a auxilio. Encontram-se no Regulamento
apresentado muitos bone pontos, e sobYe elles eu podefia escrever
numero igual de paginas comr o fLto do adular V, S. Porba, deixo
essa occupago matis agradavel para os outros. N96 tenho a pretengao
d'uaa intelligencia superior a milhares de colleges d* linms, mas
consider apenas o fate de que durante muitos annos, mais de 42,
tenho te dedicdo ao ensino agricola, tendo onze annos de pratico
am Minas-G0rais e onde as oondi;:es, a aeu ver, nao sgo radical- *
mente differences das condigCes d'ahi. 0 Ministro do Exterior dos
Estados Unidos nao teria indicado panc vir ao EstAdo de Minas, la
pessoa que neo tivesse tid"o 4to nos servigos pelo messo executa-
dos anteriortaente. Tabea o Estado doe inas n5o teria exigido a
continuaggo de inha presenza aqui si meus servigos nso serecessea
O devido valor.









8e o 8ar. Secretrario conseguir fundar urms Nscola Agricola
modern ter& erguido para si um maonumento douradouro, q:ue per-
petauna'entre as geragSes furutas, sou nome e. com grand tccclamaqo.
0 gritoa ft de dinheiro' se emprega muitas vezes,
Como o "bode expiatorio" afia de desoutpar a prctica dtuma orien-
tagio de~1aisser faireO, 0 Sstado de ispirito Santo, imuito manor
Oa uuilte rn-nos prospero que o da Bahia, jk inaugurou e esti desen-
volvendo galhardamente, excellent system para o adiontamento da
sua agriculture; est& conseguindo o dinheiro necessario. Do mesmo
mod o a stado de Minas est& conseguindo o dinheiro para o ensino
agricolao Quando ha vontade sufficient, difficuldades monetariam
nto consituea obstaculo serio*. 1902 Cub era ura ua nag&o nova,
receanascida, tendo passado pelo aniquilamenfo da insurreiglo a
derrame de sangue. Seus canniviaes e suas .usinas, quasi todas tinham
sido jueimadasij seus filhos mais nobres tinha~ perecidos na
guerra. us edueadorp Cubano me informou em Margo daquieUll anno que
sus nag5o estava dedic a esquizas e agrialtur
mals do que 90 (noventa porcento) da sua renda.. Cuba ten apenasa
uaa quart parte da extenslo de Bahia e metade da poprulagao ,(appro-
ziadamente), a hoje cons.titue us dos maiores productores de a
assuc-r do munido. Dizi qe ealla export mais citrus do quo todo
o Brasil. Os proprios *stados Unidos tiveram de confessar sua
inferioridade na barraira que pregenderama rguor contra as frutas
citricas, o assucar e hortaligas de Cuba.

SMPARAgl0
Suits
0.JapSo, ha/seculos, orgulhava-se de ter uma cililisa0lo
das mais adiantadas do mundo, por ,sts segregou-se durante cerca
de 1600 annos. Quando acordou, co grande surprez. descobrtu.que-
popr todo rests -do mndao era consideraddi como sendo (coMo de
fato), ura aas nages maims atrazadas. Durante os ultir'os oitenta
annoas porfar reelisou una progress verdadeiramiete maravilhoso,
principalaente devido I introducgio de educadores estranjeiros,
bea coma ao process de aeviar Muitos filhos aos paizes estranw
Jeiros para estadar.








Durante os tempos de escravid"o, a Bahia constituia ulm
das regises mais opulentas do mundo, notado pelo luxo da sua vida
aristocratic. Com a mudanga havida aas condigges sociaes, s o
grande melhoramento do trafego oceanic, a Bahia tera soffrido
muito mais como resultado da sua separaglo geographic das outras
unidades do paizs Seus estadistas e politicos, ou por ignorancia,
ou porque quizerama deixarea passar desapercebido, a progress
radical que se realizava em multas parties do mundo tropical. Quan1W
ao ensino e quanto & sua agriculture, a Bahia ndo tae progredido
conforae se deu ea Cuba, Java, Africa do ul, etc. Seus politicos
discursaram longamente sobre suas glorias passadas, hallucinando o
povo, de mode a que este nio percebesse a miseria future que certa-
mente lhsesesperava.
SEPARAQLO0 EDUCACIONAL. Veaos examiner os dados quanto
o prepare no e:tranjeiro de "leaders' futures, que a Bahia est&
realizando actualmente. Nos E.U.N.A., come do dominio publioo,
estgo se reallzando e tea side realizadas, as matores experiencias
a pesquizas jamais realizadas sobre a democratizaggo do ansino.
Durante o anno de 1951 quasi um mnilhlo do alumnos frequentaraa
suas escolas e universidades. Deste numerous conform os dados
do ""International Institute of Education", 9961 slo de paizes
estranjeoros. Do Canada tom 1815, da Uhina 1506, do Japlo 987,
da Russia 475, da India 195 e do Brasil apenas 36.
Comparando-se o numero de alumnos no E.U.N.A.,do Brasil,
com o numero do outras nag es con approximadamente a mesa extensl*e
populagao a relativemente a mesa base intellectual, e cor as
quaes o Brasil otra ea competig&o nos mercados mundiaes, encon-
tramos os seguintes comparag8est da GrAo Bretanha (incluido. ngla-
terra, Irlanda, Escocia e Galles), teo 615 aiiumno no LEU.WA;
da Allemanha, i%, 4151 do Kexico 31S25 d tiaItalia 170; da Cuba
150I da #rrnga 145; e do brasil apenas 36, menos do que usa pessoa
para cada mtlhlo de habitantes. Nao sabemos quantos destes al mnos
sao Bahianos. V. 8. achar& interessante comparar o numero d4
aluanos Bahianos, presenteamasr nos E.U.N.A., comr numero cor-
respondente a alguns dos pattes Sul America nos o40 populag~l iaap






ou menos igual & 4a Bahia 0~ erfi toa all 47 4alumnos e Bolisda
44-. Bstas nagSes,, aLt de4 ndo serea ais populoaas quo a Bahia$
tea ainda a desvantagen de serem obrigadas a sustentar diploOatas
no astrangeiro, governor federaesp e manter relages coAmerciaes
coo outros paizes, despozas estas qu a Bahiaj elizsente, pode
repartir eao osa demaisiunidades da Federaglo Brasileira.
Os nobres estadistas da Bahia, de hoje# e slo elies
tEo boas quanto os que possivel encontrar ma qualques parts
deste grandioso p& 4i devem aproveitar a opportunidade aura q'w
tea para levai ao conhaekimito do povo, corn toda franqueoa, a
lamentavel atrazo que elle tem soffride relativwmente ao' ensino
e As culturas mais importantes, comparado cor os Seus competidores
Os politfcos e os que visit a Bahia adulam o pvo#, escondendo-lhe
o estado actual das eoisas a t quando nao ha mais remedio. 0 povo
duaa republican deve aprender a pensar e fazer distincego entire a
verdade e adulagoo.-Neste ponto, pego licenga para citar umas
palavras do Ex Shir Dr. Arthur -orres Filho, eminent bstadtsta
e educador agriola# no seu esclarecidO artigo entitulado *A ~W/
Influenzca da Escola e as Aptidbes Profissionaesy dissew
"No Brasil, com sats de oit milhbes de kilometros
-quadrados, amr o sl6o 6 tales a melhor maneira de se
amar a Patria, e 1sn; 'er& as mais valiosa collaboragSo
Gcm q*e possamos concorrer para a sua independence
oconomLica e political (Hiearraehia, Anno I, pagina 36,
Janeiro 1952.)

VIA8 DE TRANSPORTE. A Bahia nSo esat ainda 1.gada as
rested do Brasil, per via ferrea. Os portos de 0to de Janetro,
Santos a Porto Alegre gozam do superiors ~antagens quanto aos
servigos de vapores. As cartas que tebos recebidos da Bahia geral-
wents levaram trinta dias p a rhegar, mais ou menos merso
para
terpo6 ig uaa carta vir de 8ao Francisco, California oi do Cairo,
3rtor A carts de V S. n ~o estava datada, porua, capeava .
Mearto Official d ddia de Janeiro sando natural que fosse
remattide ua ou dots dias depois e aquit chegou no dia 8 de Fever
rei ro'.






7-
A Bahia occupaj: posig3o astbategica no Brasil, para cozn-
seguir ueia evolugho surprehendente cpao o transport de hoje ea dia,
por via 'area. Riesta para as seus estadistas escolhet se vUo ou
nap patrocinar essa opportunidade que ti* para o dosenvolvimento
economic do Estido ou so praferms viver das glorias do passadob a
continuar no regimen de "segregaSo aageificente" (magnificen .
isolation) .

0 IDEAL ACERTADO OU ERRADO
0 fI duma 'sc^la Superior de Agriculure aeve. ser do
instruir e educar a povo rural, para produzir malores cotheitas,
aais rendosas, e con menos trabi~i huainao ("per capital cost,
i, e., reducSo do numfero de dias de trabalho humane necessario
para produsir Una unidade de products a=gricolas de -cceitaglo
commercial),
Para conseguir esse resultado, a 4scoila Superior de Agri-
cuitura tes de ser orgganizada e dirigida de tel modo que o poVw
actualmente ampregado na lavoura possa comprehender os seUs ensina*
mentos a delles tirar proveitDo A Agricultura constitute Ut melo de.
vida, una arofnssSo, exactaieafe como a advocacia, o sacerdocio,
a majesterio, a medicina,- cada e U differ do outro, tendo sea
modo especial de pensar. 0 iaisin agricola fracassa quando Oa
endinamentoo nio tornar a vida da lavoura reas saudavel, aalsr
agradavei a nzo, contribute para tirar dos trabalhoiNs aieores
lucros4,
0 Estado de Bahia que cota com dezenas de mailhares de
Llh0os intelligntes, pork, con pouca ou nenhuma instrucggo, na
edade de 20 at 825 anno9 'poderia aor extraordinario resuItado, dedi4
car toda sua renda e t~da sua nergia, & instrucqo a edncago
destes mogos.

EXEMPLOS CONTRETOS, 0 Estado deo inas fiudou sau Escola
Sup:.rior de Agricultura sobre esse principio basic .de tornar mais
rendosa a lavoura. Deve-se frizar, partm, qquo qu i ter havido va
desenvolvinntbo vagaroso e prolongado todava constantbe a con tinuoe









"Fogo de pallha na instrucgo vale pouco, e custa suito. Antes de
1920, o estadista principal de Minas, percebendo que o sal Estado
carecia de melhoraaentos sa agriculture e nas industrlasi 'compre-
hendeu ,'quo para progredir satisfatoriaaente, precisava alsaentos
forasteiros. Tendo conhecimentos largos da capacidade de outras
nagaes, esse "leader" lancou suas vistas para.Aserica do Norte
es.-busca do auxlio para a Agricuatura e relativamente & industries#
diglgiu-se & Allemanha. 0 cabograama enviado ao Ministro do Ex-
terior dos Lsttdos Unidos pediaa indtoago de um espediallsta quo
fosse capaz de ,loca.liar, organizer e dirigir" uaa. Escola Superior
de Agricuttura nos moldes dos estabelectmentos congeneres Norte '
AoMrtcanos'. Provavelmente o cabograsma enviado & Allemanha foi
redigido em tarmos samelhantes. Os trabalhos dos dols est-bele -?
mentos iniciaram-se simultaneamente. Os da E.*.A.V. iniciaram-se
com os Ideaes acima indlcados, i. e,# cor o fTim de ministrar use

Um ensino que contribuisse para tornar a vida agricola mals saudavel-
a mais agradavel a redAk* se a despoza di producco 'per capital na -
lavoura. A Escola de Chiaica Industrial se eotrbbilecu cosn os
ideas da Europa antiga, propond*e-se a ministrar' nsino do alto
e
grao a pequeno paemr qU*a adquirio excellent prep'rop/a realizar
pesquizas sencitificas, ,Nunca se encarregou aquelle estabelecisent
do estudar aetos de ausxliar as pequenas industrias, alguaasidas
quaes tertda torado vualto consideravel A convenientem. nto auxiliados
Desprezou per complete os 0 industries humiildes, que carecian tan t
dza pouco do auililo, e que pellejavam galhardarnento na direcgo,
sea conhecamentos technicos .ndespensaveis, e sem meios de obter
takes ensinamentbos de ceatenas de pequenas' eprezas relacionadas co"
a chiBiica industrial, como por e~.:emplbo, extracq1o do oleo deo
seaentes -d palaetras de oleo de ricino e curtimeiito de pelles.

Resultadoas a)* a 1951 a Esoola de Chimica Industrial
fechou-se suaa portas por falta de alunos e falte de verba. b),
a 1932,, a .S.A*t* esti suogrlotada ,e alubnos, proententas de
14 Estados (incuicindo Bahia), Uistrictbo Federal e un pais estraa-

jsiro, con stitindo verdadeiramente uo Escola naclonal. 0 eminent








Director, Dr. Belo-Lisb8a, ae ifhorma que, devido a nfo tr: numere
sufficient de professoore ou apparelhamento adequadoj rdcuseu-
se matricula a pelo menos quarenta alumnos* Que tristeza Hit Q uar-
anta mogos duma grande naqgo pedindo instruco seam poder recebel-al
A nag~o deseja que os seus filhos sejam p-7triotas, Como o pode
serj s., a na;go imp5e taxas ea mais taxas sobre os seus agricultoresa
e ainda nega instruclo a uitess dos seus filhos, allegando falta
de dinheiro para. a instrucqgU

80. PAULO. Provavelaente a bscola Superior de Agricultura
mais vebha no Brasil, a doe iracicaba, poi&s au collegio as encon-
trava funccionando alli no anno 1891. A Escola Agricola "Luiz de
Quelroz* es 1951 (informaram nos) tinha verba de quatro oall contosp
EB Abiil daquelle annom a matricua era de 112 alumnos. 'declara-
damente urn estabel cimento para formag o do scientists, nSo para
q formaqio de agric atores, Um grand estado agricola', muitocs
considerkacomo send o mator e mals progressista do Brasil, populagbO
provavelmette mals ou menos igual A da Bahia, a entretanto, memos.
de 150 mogos, entiree as tlhares existentes,p que frequentan{ a
Esoala Supeaior da Agricultura. kntre seus professors, contam-se
os elhores e mais estimados do paiz,
Porque ba frequencta tSo reduzlda ? Um exemplo responder&
a essa pergunta*. k 1927, quando ainda era Director da E*S.A.,V.
appesentou-se-me urn miogo, de nose iedeiros, doe 4o aulo, pedindo
matricula em nossos cursos. Perguntei-lhe porque n'o se m triculara
em Piracicaba, e respondeu-me dnito triste, que nto tinha o numero
necessario de preparatoriosi que tantou aatricular-se na Escola
*Luiz de Cueiroz'" mas sea success. Afinal, apresentou-se ao
Director do Insttituto Agranomio6 do Campinas, Dr* Theodureto do
Camargo, pedindo usa collocaqgl para trabalhar, com o fim de apre4der.
Indagado torque queria trabalhar, ua mopo assai ban vestido, conbou
suas difficuldades, sendo aconse hade polo Dr. 'Thodureto que pro-.
curasse os* estabelchment. 0 aogo fez. eceillnFte curso aqui, tra-
zendodepois uar iraio mais. aogo. Act.aleinte, explore Va dos
ianhor e Tlvkiroe no Estado dae o Paulo, send uito prospero,







-10-
* attM no adiantamento da agriculture de saua zona1 Escreve **-

pguarmento as DIrector desta "scola, Dr. Beio.oisb 6a, o termos da
daior gratidBo, atlvando photographlas para confi.rear o qua easier
oe a raspeito dos seui emprehendimentos. Perguanta para qual,
estado a qual estabslecimento ds cnsino ter& este mogo mator affeiqal
A difficaldade em Piracicaabu fundamental. Primeiraametem
Julga quo insftrucSSo nas sciencias relaetonadas & agriculture1 aft
stitue o ensino agrtoola. lt segmudo logar -apanas alguns dos deMr*
tamentos adaptea saeus enasinrimetos hs necesicdades sactuses d
estaba4
E.stc os ouvindo algua4 coisa a respelto duma reform da
instiuc q5o agricola eat Pirapcic.ba, -ara crue attend mHis is neces-
sidades do Estzdo. (J$ tem sofrfido quatro reforms desde 1891.)
Reforms em snaiTo sempre despe'rdigam aiteo tFepo sAo cares Ir
muito mals efficiente estr.aelecer o enino am bases seguras 4&, quo
reformar usm system eirrsdo. Tanho tido experiencias pessoaes soM
essen reforms, nconheclatatos dae 4tveraso out moa estabeleetmentos
queo soffreram reforms, por isso com'preh4mdo as difficalded4as
magoas excessivas encontrades.
iUMA APRSCIAhO, Damoeam seguido a expresallo do Exit
,aW. Dr. Jost kil;..o oraiss, Director dia ~ -c-: i Agricola de Sko
Pau'lo, a ros)eito da 4.,A.V. Durante isitos anna elaX se dedica
as easlno 6gricolap send alta.menbe competence pai-a emittir opinilo.







-10-

e ativa no adiantamento da agriculture de sua zona. Escreve re-

gularmente ao Director desta 'scola, Dr. Belo-Lisb8a, em tErmos da

maior gratidao, enviando photographias para confirmar o que escre-

ve a respeito dos seus emprehendimentos. Pergunta: para equal

estado e equal estabelecimento db ensino ter. este mogo maior affeiga4

A difficuldade em Piracicaba 6 fundamental. Primeiramente,

juigam que instrucEao nas sciencias relacionadas a agriculture, con-

stitue o ensino agricola. Em segundo logar, apenas alguns dos depar-

tamentos adaptaram seus ensinamentos' As necessidades actuaes do

estado..

Estamos ouvindo alguma coisa a respeito duma reform da

instrucgio agricola. em Piracicaba, para que-attenda mais as neces-

sidades do Estado. (Ja-tem soffrido quatro reforms desde 1891.)

Reformas em ensino sempre desperdigam muito tempo e sao cars. E'

muito mais efficient estabelecer o ensino em bases seguras do que

reformer um system errado. Tenho tido experiencias pessoaes com

essas reforms, e conhecimentos de diversos outras estabelecimentos

qua.' soffreram reform, e por isso comprehend as difficuldades e

magoas excessivas encontradas.
UMA APRECIAQO. Damos em seguido a expressEo do ExmQ

Snr. Dr. Jose Mello Moraes, Director da Escola Agricola de Sao

Paulo, a respeito da E.S.A.V.'Durante muitos annos elle se dedica

ao ensino agricola, sendo altamente competent para emittir opiniEo.
,! "~








CaITICAS GOERAWS.
0 prilairo pisso f6 o ais taportante# e estabelecer 0
eslino .o grist.Aoaa. no -3tiji oa d obt a oonfi o d oO o anga do poVi
rucal SEata ga a n8iaf3tlfeta 'ta sido t.o engnado (certamaente no
.6 a 1in-1us )que rcncbeir e d noadfiado ( e com toda razso) qualquer
proposal do goarxnio, saja wa.:_doal ou fOdcral.
A confia'n. as domorstra sor differtents formast a) visl-
tas frequento ao Ps caupoS d wIltur's da .rcol :1, >slos mais atirades
doe i&vtL-.4oros b).. ssisti cia d rlutos ds zonos ruraes. e)
moMr de produtos que a ascola offig ennda# 'mudcs,4 seaentes B
animaes produzidos pelo e ;tabeletAimito qu! ultrapwassua suas pro-
priao neces:' sidad, s.

?):PONT FRACOS. 1). A organizag"o, como delineada ao Diari
OffLcial, visa mais a politiea do que o enaino. 0 Presidente do
ESt:,do o o ecretario de Aggicultura da Bahia ej est5q ruito sobre-
carregados cor seus devErea offices s tudo quazto os obrigar a
acceitar outros deveres aals tor& moom resultado enfraqu-ecer muito
seus mandatos. Outros gstadoe no Brasil j& proveram que esas plane
asooinistra satisfatorianente o ansno agricola. Por sexemr pl Sa
Paulo en 12891 chaott o Dr. Sfugen Daamport para dirigir un estabale
cimento do enaino agricola (iSaola do Agronomia) ea Piracicaba. No
fil do amno foL detasdo a wltar aos .sctados Unidos. e 1895 foi
elie eleito DeSo da Escolp. superior de Ag-olturad do istado de
Xllinois, permanecendo nests collocagl6 att quo se 4posentoU, tendo'
se torn.do Ua dis mais conceituados educadores agricolas neaq-uelle
vast~ paiz. EM 1907 o Dr, Clinton D* miith, um dos educadores Wgrl-
colma rai4 hiabeis nos 4.U.N.A. foi chamado a Piracicaba, send do-
a.ttido sn 19e9. (NSo estou Intrtrament caerto quan 5 is datas#
p)orbi, lembro-me ter palestrado com qll, a de fter assistido sua
confe:.-ncia es juai Adscutiu os me.,thodos Paulistas do dirigtr xa
Escola Sueorio' de Agricultura, perante a Associaqo Norte Americana
de Ecolas Su.eriores d' Agricultura.) 0 Eatado de so Paulo demon-
strou assiin, por duas avezes. que preferia o ansino agrioMas amoldado.

Sexigencias da politiea do qus h& da agricultural. 0 Estado da







Bahia pode e deve .vvitiar eera arro a nSo ser quo queira favorecer
a poitica na ves do ansino agricola. Ha 6 do admiral que tendo
am vista Co facts 40e So Pauloe o liMnistro do exterior dos ata-
dos Unidos fosse forgado a pedir ao terceito technico (eu)# antes
qus encontmrsse a n ue consentiu a ancrificar-se pelo emprobendi-
mCant -de Lnas, IndirLetr.ienites bes comoa dir.ctBmaints, a Eahia
Soffre pelos frac=ssos doe i Paulou -oli so Squelle Estsdo t Uesa


seguido runo acertado no enstno agricola, ha trinta annoa, presented
iantd a Bi~hia poderia escoQlier aeas technicoo entire contends de
educ.dor&s e sctentistas agricolas. 0 desenvolviamnto agricola do
aiz sert& cuaolet.montf diTferaen d do 'ctuil.

). A orgaSiszfio conforme acontece no Diarto Official
no tea ninguem ara dirigll-a. Sert como um vapor transatlantics
que part do por se capitft u ou tro official superior e ams ter
quest est& tentando dirigl-a realizada a prirairn vlagwe 0 batdo
de kinas paga ao Director da absela trees contos de raes por alo% 9
elle vale O dobro ou mais. (ilea nbo ns~ina nenhumo aula,) )Dirge
este grande empreheadlmentO, que o astedo avalta am sessenta a
ottanta all contos de raise. (A werba annual de sets a oitoeen-
tos contos de rels, send io eos juros a des porcente, sobre
sessenta a oitonta mil contos.) 0 Estado de Bahia certamente nto
ato meditado dovidomente sobre este ponto, pois nSa & razoaval
esperar obter grande habilidade a serviqo dedicado, por muse great
fica-o* doe B W f /W W33Sw5 por ams, Par.ce qule estima matS OS
servigos de Escripturaro-datilographo, porteiro e sealadors do
quee/ habilidade exeouti~ak Polo primelro ella eata prompt a pagas
400$000 por mes polo ulttio apenas 5354535.

3), A let : a Junts. A Bri aa et aiad quo use '"z
eado us lei asttabel--c3ndo uma Junta Administrativas, coo par mi0i
grPe tuda corrarh optimamentsa e e alls tar ensino agricola or f-
ciente. NTda pode haver que mats so distncle da verdade. Quea
formulou 9 proecto desta let, ngo comprehsndea, n absolute, as
funcc8es dua verdadeire Canselho Superior DireatioeT s1 poi







outro ladop f sIgy 8a d ea tragar ua pouo do powder nas mals *d pow
rural inst-uido, fDetaram toda a autoridadea nas mlos do PreAsidste
do Estado a Sec etrlto do Agricultura. Pnrocs que as que fomunwara
a lei, duvidarea pwdesse a Presidente do Estado obter as seorsyv
dlu numem sufficient de cidadaos patrioticos e altruisticos, a
quiind pudesse confiar o desenvolvimento do nasino agricola.(Os
Bhianos devem saber a verdade ou nzo dest. conrisslo, port, as&
duvido que seja verdadira esta situat~Io.) 0 Conselho sends obriga-
do a submbtter todos seaS actors nomeaqges ao president a Seore
tario doe -gricultura, para &provaguop nTo oozsue powder alpB. SG
form verdadsiramente patriotiasic, empenbados no desenvoltvi a
do casino agricolas esse process os enverganhbrs& desaipnlar
Os elementos boas largarto a Conselbo, deixando-o aos politicos
quga nunca agirCo seo saber priBmero a vontsde do Presidents
S3cr e t'rlo. So por acaso, obtmnba eio e mo r- solu-So &toad&4 os.
politicos .tomareo ipara a todass as bonrcs; as porFIs fracassar
culp-rlo log. os principals admrnistradores estcdoaes* Iago DlaS
& exclusividthde da nabla, soiis be Norte Americanos experimnbtaram
est- forma de governor ,ara ass =scalas Superiores de Agricultufts ha'
oltenta a cesm annos Actualaents, todos estes ostb'elccitentos
(04 aw rnumero, un .para cada ta dos 48 esta os c a oadse .sdos 14
Ezstados do sul mats us pura .os photos)# ten sido durnte bastaate
tempo a contimuam.a str dirigidos por Junta Administr-ticas. Te8
sido experimentados auitos dtversos plnnos oara a escotha dos
membros dos Consalhos ou Juntas. *a mais de quatro-quintos (4/5)
dos estados, foi tantsao mais do ums piano. No Stado de ,Ion a
Junta b .ei1en palo pon. 0 modo mats ecconoico o efficiente,
por ea M da indicaiSo pelo Preseidante do Est:do eleigSo peaL
Senedo estadoal. A Junta l grel nwts composto de pequeno numero.
de cinco a naove a.bros.
0 Estado de floridaa j rformou sua Junta quatro voses
durants ecnos dl 25 annos. A pri1aeira Junta so perpetuWav, e Preai-
dente do i.tado nomeo os primairos ma'bros e quando havia PVra agm
as restantes escolhirep o oabro para preenchel-a. O 0 ren lted fbi
fracassar, aboliado-se a Justa. A segunda 4a compost do PreAdants








do A5tado,. Secretarto do Agriculura, Secret-rio de laucaG5A, S
quatro eldadots nomeados pelo Presdente. Result&do, fracasall a
Junta, send dozittUda pelo Congresso Esadoal. A torestra Junta
fai composta de cico cidadios, indicados pelo Prasldente do
Estado. Outra vr fracassouo tendo sio demttfidos todos os Sm!'
bros. bt 1905, o Congresso Mstadoal crwou uea nova leit baseada
quasi excluslvaente oas let s 1 exptrimentadas por outroS estados
stal progresaistais. A.jranta (Board of Control) osmposta do
cinoo aroSbros reoaa-so me3n&salente, funcclonando qiaesi qS
indAepndeateoento do qualquer outro powder. S~o indieedou na a-*
bros pslo Presidenta do ~ atEdo a .-lei0tos pelo Senado Sstadoafa
Desse systnea esultE ua desenvolviwento ma-ravllhoso. Na Onl vr
sidcde de tlorldasasslsta sa as dots a01 l al a Mos, a S Semaa
do Pazendeiro, no anno P assado aats do aue dil quinhantas pessoes.
O EStado 4u Florida team ;is on menos a pqrte sdo ~,nanbo
sda' ahia cor ;o .-ulaqs o de uMt miliho sisscentos aill
&hia, evitando oa~s Os do "go Paulo, Florida e amulos
outros st:-dos, poder& gainhar imensammn&tes )restigeo, sopioat:
sur muito 8m tsepo a dinheLrs, e* o ue 1 maos imprtr.nte 4s to4do
melhorar mutto sun e*nmomias gricola.

4). s pontos mat s fracos do Regulasaato,. coanirre -Lnha
opiniSo, s.o sanifestadas porque:
a). Dei.a de providenecla verdadeira instruca;mo ae agricltur.
b). DL importauci& deasada La s cenc~,s r.lacinadaa (I
agriculture, sSa provAder.neas a Isu; applicaggo practice.
c). Divride as funcgq3e3s de tr:eter entire o residentss da
EstAdo, Scrctartio do A4ricultu:, (sando que todos os
dois sg S Ja milto s'ibroc~i'rgedos cor devrses importantes
a Jutas Atdmni8stra iv&a o maior -oliticoo o orpo Docen
Td). Tent substituir ave lanstructqgo visual, o trabalba
ver-d..Cir






-15-


Durante mais d totnta a.nnos, te no tido experiencia no
prepare do orgamentos~ dez anaos como CFithedr tico encarregado do
depart: ento, e viate er-nos cmo Director do estabe.c iaento Assi g
posso provavelmante aquilatar'te -o maLs acerto dtum orgameato do
que ae no tierse tido se ta experitencia prolongada.
Os orgamenwts na America do aorte so obedecidos mitoa sala
rigorosaemmte do-qu.a a Enlasp, sndo que grande psrte da eft.ciencia
do system note americano de aisino agricola b provavelaZts d8e-
vido a esse fato. Que assigns o oraen o(rnto Director) respon-
savel p tla ada cospleta e *bbs organizaglio, a sert severamente castt-
gado, at perm-ttir gastos nlo previstos* Nsnuma quanta pode sew
aprovaitada para outro fia a nb set o es;pecificado.. '4ualque
rested quo ficar ae qutlquer itt, reverted para o A. testhur
gaea do bstada.
Estas explicag5es ea$ necessarias, a tif de quoe Cir.
Secretrorio aossa araltar a e.sencic do ainhas crittcas .tFprobarel
que o governor de Bahia levntari duvida somente no crso dos gastos
t'taes excederae mnuto a quantia destain.d-a a assa rerba. eando
assla podea-se fazer imovtfcages radicae?, de modB- que o sertigo
adapte-se mats is nccessiadbs do Estd4o.

1). ORDE EADOS DOS ?PfO0~&i-ftS. Algmns dos nossop formados do
Curao Medio (dc dola annaos), as epreb-ndimentos particularefs
est"o ruceblngdo ordenados iguaes ao proposto para os f$Md~S #
professors dahl. IXsa indica que o valor pratico dos professors
que V. 8. prretm.ndo uapregar, 6 t6o reduAido quc nunea virto a con-
sutatir verdadairons leaders naa agriculture estadoal.

), GORTIFCAQZ;O 0 DIRaCRTOR. 0 ordenad, total am nor do qua
paga
o Astado de Minas ppgg ws proseaserose, ujo tino eecutio ala tae
uido p pado, Tambas manor do quo os professors perdebes to
Pi racicaba.


* '






-16- :
3). A PARTS NOI-K-OlDUCATI. esSpota usa proporglo darasiada cos-
parvda coa as despezas educativas, 145 contos contra 179.

4). EXPSRIENCIA8. 1So encontre nenhuma proviso para a compra de,
plants, maquinas agricolas, animaes, semsentes ae udas. Nea para a/
manutengt"o de trabalhos prnticoa por part dos professors. Ne nhUna
facilidade para o professor poder deopnstrar sua superiortdade no
adiantamento da agriculture. Poder& ter o melhor comicultor d. Brasil
oas so nio lhe esrmitte demonstrar sua habilidade, ninguaea acre-
ditart, asa instruc$So so torna improficua e osu deparrmaento
sBorror&i' de foume' 811e ficark condemnado e o estnbelecinaeto
onvergonhado.

5), 0 RZiAYESTq, sendo fielmente obedecido, On so ncountra
no o Daro Of-cial, trarl nrpan s mas i;uccesso. Vs. Ss. ~iS s*o as
primairos a sfffreJ efst docepggo, pos muintas Escolas Supert-aos
dti 'griculture 1-ro Ameriecanas l frTata~~ aesse plano, e f'r
cassaram. 0 ELsta de MiL:s, COB ns fIr.sfriteto do ChimicaI cOi
excollastes profsspores, nlo p;&e fornecer a Assucareira Viltre
ICrtins uml chi. ico a.uncai .i'ro, A Usina refterida mandou wir vs
Phillipino forrnS o nas 0.*A. (i5ae trsba.lharal us ou d10vos verses
nite 6sinao da ?q-.aertnsuL ou ahA&). Infte tutode Chisiea ecqua't
"con #tmalava as glorias do arco-irs do fu turo, cahin na sargeta'
Gastanu uito tapo a .;nergita a; pesqui s scientifteas do teportan-
eia mui-o no fu4tro (procuranda radio), deix.endo de cuidar das
opportunidC des do p'rentst l -toa ..e aElica~- o ir~mediata. ,0
aattgo Dirauto .&quslia scr,1e quaeiou. se smits com miao, pelo fata
do govea~.o de oinra no ~ f ute.s:-r oa tr!bilh-s "'pr.lttcoFs ue oa pro-
fejsores quariam roal anr.
0 pogrrasi trimado por V,. Ssa include a gncetica, assuaptl
que e.- ge grand. habilid'Jds e treln a mntcumr.tica supaerlr, e conl
cininitos ur i-'nd ~a.1 s de. "pl;..tlt c yd anim-tl breeding* (criabto
emp rim-antal de plnat-s e zismaes), seO providencia meoofa para a
acquisiqVo desses co.h:.':cln t s prnv.os.








0 ID XAL PARA A BAHIA

1). 0 DIRECTOR
0 pass. mais iaportante de todos os outros, $ o do
obter ses medir daspezas, q melhor Director que possam escolhsr,
a). 0 Director deve tar desejo erdante de melhorar aS
condigSes do pow rural.
b). Deve ter grande sympethia para o homean a lavoura,
sn instrucSo.
c). Dove possuir poderes superiores come administrator 0
executante.
4). Dove ser home ben informado no cssumpto a =msant sa-
conhecieantos ao par d4 evolug8o sendo observsad em
paizes ssrrajaeros ben como em outros estados.
e).B'absoluitamente Indespeasvel que elle tMnha larI s
poderes discricionarios.
O Estadc doe anas paga ao Director da B.S.A.V. tries contoi
de reis por mes, a aindao fornece reside cin ezxcelletei q~ nF .
pelo genoe quinhentos il rats por mez. ale j' realizou asa.viaogt
so redor do mundo. Tove quatro arnos de experiencia coom sngenOhare
cnearregado des ConstrucgSoe da kecola, a um% e meteo annos cwO VtfY
Director, antes do ser nomeado Director.
fo i4 aulas, einda assla s o homea mais occupado na
Sscola. Tea para dirigir 25 a zP profossores 4e enearregadoa, mais
de 200 alunos, auitas reunlies de fazendelros ff diversos lorgreas
falib da S6eana a do azndeiro (es 1951 esta SemaLna tow A asEsisten-
cia de 305 fazesadiros.) Realiza diariamente us reunite oea todos
as alumnos e professors cama fim de m'nistrar a instrucqto civiea
moral e bygienica. Dodica tambma iu4ta tttengto a carinho aos vi.e
tantes a commisstas de outros logares a out ros estEdos (inclusies
a represeotnttoes da B kha), iLcutindo-lhes tauto quanto possival
as ideaes e sethodos desta Escola. Associia5es estiudoass e naclonaen









estSo const:'nteienate solicitando conferencias por elle* Sa Dezabro
passado, recebewos a vista de quasi coa educadores que tomara
parts na Quarta Confo.tr cia da Assocla-to Brasiloira de I'ducago.'
Em Mareo find, fomos honrados com a visited do Director da Escola
Superior de Agricultulr de rao Paulo, concorme mencionamoa aci a.
iEk ha nenhum Professor Cathedratio (e temos excellantes), nesta
sacola que podesbe executasr sa&tsfa Btteamente tantos diversos
deveres, .,ue chba ao Director.
&a braves palavras, o Director desta Eccola S a oducador
agricola doe ais valor am Mtnas a provavelmonte no Brasil. Elle,
entret. nto niB Wnasceu assime. ~'produto de cui.i:doan curso dp
educacto cesnto dos principtos verdadeiros do easin agricola, raale
ndo os resultsdos de rais de ten azmos dr pesquizas no Hsaispherto
Occidental que despenderaw riquezas fabulosos. A Bahia tE~ a oppor-
tunidede de aproveitar on reosar os resultados dessas experienazas
e ainds mais, dos resultados caC s=a ddaptas.o Is condi~8es tineiras.
As garagSes do futuro medirSo os stadtstas de h3oe, coo B6s de
hoje estc.mos julgndo os frscassos dos est'.distas pessados,' pelo
exito -ou fracassos do systems educstive e~ st.beel-eid a patrocitnae.

8). J COR Po o LOC2T.
0 maior escrupulo Mta$ sersi sufficainte ana sc'-Qha do
profaesorado. Qs fi alnt*s devt ser .i.dicadns pelo Director v
nomeados pela J -uniAk Administrativa. 1S a Junrta n~ao nomea o inda-.
caoo polo iArectorp ezitc vlp;yzleamv ts -in.tic uLr outro csndidsato.. -
Dureanbe f mha sCtUt t:o cao 1iretor die. .S.AV.Y todco irofessor
indicado pox' ai, oi nor;.e:.d2 ;eb '.creLt:.rio ~ A.grf lt ura e U*a
hum a fo paer lndicaaro do octrL qwUl.;.uar pes-coa. I8so expliea em.

grands part c exito at& a ;%outo p:"toate, rttingido par esft Esoola.
s06 0oh PrG;oc ;rC s CeLthedr.ticoe e e;trordtinrtos s8a
contractEdos por trL'es c.:csO, t- iro ox ordepti-.dos, rvsp.ctivm.mnta,
de ur onto duizentos e dols cntos :or mer e resnideocia. So tie do
trcs arnos, e a S.ic la on a L rofo~rTr ano ficar satiafeitoy nles
me remova o contract. Os profes1sors de categoria inferior L de
Cathbdratico posset aass ex weriancia e sto nomaea po&o prei






-19-
do u anno on &i vezes, de ut seoseStre.
Durante a curta existeacia da E.S.A.V, mati professors
do qua t=mos actualment s, tta sido aoonselh',dos a "procurar servigo
em autro logar"0 entire allows u ou outro C;thedr.tico. A Ceasa prin-
cipal dos fraccsssoz ten sido a falta de ,wont de no se adaptarsa
ao typo de instrucg~bo miuistrcda p.lo est:.bel iamento. AlXgss por
raz3es de mori~, apu-ar e ter sido frgorosa a pesquiza anterior
neste onto. ,uasi. n.nb.uas, ou podemos dizer nenhum, par deficiencia
da instruc-so.
Durante 1927, l928 e at6 Janeiro de 1929 (desde o iniclo
das alas at* entreguei o cargo de director, tiveaos 21 candidates
para a cad-irs de ASedicina Veterinarlaj ses que aparecesse uI untmi
que aprasentcssL competencia pare o bnsino conforme devia ser ainis-
trado .qui. Algmns eram FrPnceses alguias Brasileiros, us ou outro
alleamo. Todos eram especial istas de elevasda instruqeSo e excellentes
recomnanda-3es, mas nolhum poude diagnosticar solestlas nins vacca
loente a nnhuma manifestava qualuer: inclinago ou habilidade -,ara
demonstrar e ensinar os fundiaentos Ad hygiene dos animals dosesti-
cos nas f?:endas. Ah outras palavras, erand eapocialistas dos labo-
ratorios Europeos, que n-o sabifm new desejarab adapter seus enaL-
namentos Is necessidades qctuaes, das proprede-des agricolas tinetras.
Do exposteo naeta podc-se wal que ti est*vamoa trabalhando
sujitos ao Regulamento da ;ihdap m.atsa do rnot-.de dos nossos profese.
soras acriam, preosantm~iafte sea utilidade ou ainda pirr algims
dos que a pinclpio eram uteia, teriais retrocedido. Mais de aetade
dos que foram convidados a "procurar emprego em outro logar* era
constituldo de Mineiros, alguns recsmmendadis como optimos profes-
sores 4a gyanasloa.
Se estesa si os resultndos obtidos ai RKwsm pa r Di-
retores bor treinados, o quo % possivel esterar na Bahia coB am
Director cujo prepare the justifics apenas metade do ordenade do
iam dos nossos melhores ptofessores t .borna-se impossivel ao Presl-
dnte do Istr.do ot Scrotarto de ^gricultura obter os sebvi~os da
homea competent para eas collocago. 0 system de caneurso, alite
bon a alguns pontos, nSoe efficient na pratict.








53) 0 COP-O MDIUC-rS,
Um gru.po de. alumnos d. ve ser de mogos Cou vinte ht awLs
ar&.os de Wadde dasdo pl-ferencie aos que desojam aprander oe
trr.balhos ,r;. tcos da lIvoura. Estea voltarSo as suas proprie-
dades depoLs d,: Um ou dois a~mestres, e iniciendo logo a pratica do
que aproadorema serSo d.avolvidos ao -Astad cor a mtinima dmora,
jurors sabre o capital invPfrtido, fsta instruc1so ssrri minsttard
.so alumnos que 2osslem instrucgflo igu&l & ministrada nas escolas
prlmarias, e dtapois d' formado~, deves s.er cr.pazee de s preoar
todas as a aquinao agricol1as econom.ice~mnte arapeegsdais na lavoura
Babi Anas"- i'evem ?..ixbr lfr facilmente, e91crevr legivelett ate 0
t'ager oscripteao simaples.
Sacgu;do grjupo do al'mnos dece ser constituido e~a as di
18 annos dJ; -ads, cujas .cauisi Sa3 SCdu.uuCtivs .12o isudeS a05
sabaidos dumi gymn.as.o. ti.tes fur'ao usm cur.n de dots eanos.
O Et,tD doe Jin&t (sa 1.7) cc)r'Ou cOm 27 OlumBno, ass
aandif3os dos dots gr;i.pas scaima, a trot prf-tssores exe'lletes.
Os formeios do o r.oCso zrn, 1rdio est.o toCos e sr. agrie dos. UO qe
e..st trab 1hando para itsa epzrezia prt-iular recatbe ut conto d4
reis por mes e outr (dizen-nos) 'recebe aam conto tlinhfactos. ti
estado visirjo empprgrr jUt"o c't.Ls forim.dos bes ;sstir coma sg
do nosso so -Curso C rLor, Zles 290o rlj 'lters ea efrie.no agrlcols.
at tiveei3&lmo dispa- .si u f 3i edo=3s energies v recursos ecol g0eos
.de 618 uraiUO .'ai podi&aos ter rtoduaido em to 1oucoL tEfIpo, numierOM
d.. orm edos to Loncs w'o O, rov-o :;.', : (1 *5-
0 Eltt..lo d: a l..a one O ber t.- e .tr!!h ea n Iidr o sU tCurse
Cuperiori pra:'a rCicl dZia ;U quetPo ':.:.on. At6 equilla speoce Aaf-fla
rItsorea LprandOi;o TI StLo mais a rnM.;to !Efe agriculture Basbiima *
oa ma1ihores priocessos a sortW erx'."?cg:idos no ensino rgricolt. 0
ProfeLsor don 4&rgocitEI t43qrt &reontr! -dn.1 -q3 d "imxrWzir mais
kilos d_- alhot m'or':y.porndtLe *-o trr'lhlr dini hIaeB2 por tu diun
tdo quae qut alque e nce. n thii, E mem. 'se dar o. 0 arrosf
a canna ds assucar ;tc. 0 ProFeaow.r de Pomicultura ter* deaaonstra






-21-
que podo produzir allhla-es mtulas tie etrus do que qualquer 4i-
veiriata na Bahiah. i iue pode produzir laranjas qua a~ei gara~d S a
melho;res proeos nos imercaos de Londrms e 3orli2 quo seja
remuneratitis a citriculture sob sua orientagio. As larnwjas que .en-
prei nas lojas dessm, cidade, aam teriam ganho prego sufficient
nos mercados eurcpeos paa pagar siqufr as de Pspza.s de man colhoeit
a acondicioneiaento# para nalo fallr do trawseorte.
m b -eves ptilarus, a vs Lsoo r Cuperior de Agricultura-
precisa dzaatmtrar qut seas profozsores posacsm conhecilentos
superiores e que aseszu oiectiscns, nquando applicados na praticat
produze ris.ultadoa superiores ats dos faz.end-'ros. Entlo 0 lanvr
dor er& confiaangr no ;st-beleci-mnto. Corn ca a duzentos ll '
urpr-tas airiL3ola na I1ai a, ha opportiAdIAde sea fim pcra os
diplomados an'lu vsrdeiarlo ICurao E-dio~*
Datzenas de "lagrenj3irros Agrono;r.s' aiZia ccntenasp estto
prWuarando emprego. o8 anitlo t -:1 sattisfitos cam sLus emnpregos
actuaes. Sua ins&tru4 io fol tal que ae epoc; de cris (depresat)
snUs sSirvigos bat pCOe eotij30. 2lito r -er.*r.Emnte mi dos nosso3
formados estEwa cona &'i. captgos optJImos :..ro-: escolher t os words
nados teriaL n ,L.tif itO a mzitos "doctcrIs",

4). 0 APPASELJHAENTO DA 8SCQLA deve ser modern e adequate
Deve ser mals adiantsdo um pouce do que as ecoantra nas melbores
fazendas. 0 bst.belecimento deve produzir fartura de frutas hort-
ligas parm osa al os a professors, ensinado desse modo que habi
tos correctos do alimentagso conaervam saude a deo prosperidade.
Deve produzs, tables tnnto quanto possjvel o que necesesita eaS
aYros e fjilo a todas as forr gens e feno para os anifaesa. Do fats
a estabelocimento tento quanto possively deve abastecer-se a at


Todo oa quo tot produsido al do st do gast do estabelecimtun
dave ser vendido, ~l gag 0 agricultor iaeiro sante-se rebeixado
ao accei'.ar ua caridade. Tudo que a i~scola tea offereeido a ved
ta enoontrado accetta;go facil per prego aor(par rser superior
o producte, as qu e pagari4 nos mercados.






-P2-


1.* 0 Tnr, D-crOt:rio r: fezs tiara ?orgunta tachnica. A res-

posta tambes tern sido technic. Cabe a V. 8, cno rsoponsavel p.lo
ensino agricola do grande Astadl da "ehia, a ever moral dG pro-
curar obter e aproveitbr as melhores informagies disponivaes a
ao sai alcanco.
A cim cbt-. o faver morel, n.sts actual cruise national a
intornacionsloo prester o mssom- posstvel de nuxilio techimoo9 4d
accord coa que mrola expertaneta long e llmictada habilidade senate
pomntttem. (Cons3diro que ,'Erie urw falta mpral limitar-se apense 4P
palasvrs da louwtr cur-nl-o ao deerrto tut bmittido a aou julgamento,
pois podoria com todrS. ;;rdrad indi;iar iuitos .tuntos bnas dos quaes
ttnho deslado de f:l! ;-rr no i "~"ex'-,sdr mir.s esrte p?~rcesr. 0 pow
da 3 hic. "zt, lu-ctando 'iarn'. el .rvr-se., a nr. ro inteitr tea per .lle
viva ~mipathia, de es pmrtrnto auxilial-o nestas luete

2). A supposiqeo de que o tpo de ensino que tenho delie
needo nZo t ccpatitvel cor a r.ag brasfleira vas do enconatro -a o
pratico. fEesse us r-rugmento dos Sal informrdos ou dos que deaejas
por interesse proprio, tproveitel-o. Constitute apenas tB narootic
verbal.

),* a ~l'.r,.:' nt .r. s s.lumImAJ s tn".;f sleeL'os t o acceitarau
ssa.ii frLt d2 istfCQ? eit!; povittivemesr- nAgEo na E.S.ALV*
cni. c' s ,a-ut ersute ;a.ao riumnos de 17 &Ert-dos (incluido a Bahia)
de Dls ricta F'.: rtl % qutstro do ?ar~uisay

4). 0 argument qu, s sa fortea do instrucqlo nfo educa
foi desmentido na America do Norte ua cincoata anios. s a&lgI s
circulos d i educago no brasil, tents considerar a trabalho du*
'routinliroa* c vrdadiro rda air no, resuiltando disato a respective
fracasso.






-23.
5. 0 ieduc&dor agricola #e raramento us e.stadisfe e quasi
nunca um politioe. Igualmance, sko raros sos estcdstas (tanto no
Biasil como noa -"ricu do Nortao, que se de dican o adiantamento
do ensino agricola. Os politicos constituiafm o malor obataculo
G(a %meric& do lorta) quo tivesoa de vencer.

6). E*d.ver do verd~adeiro estnlrdite cornhecer ow 'principios
'basicos do ensino agrlcola e incorporel-os numa lot. (O. estrdtetas
imsartass Norte Aumeicanos, Vorrill, Hatch, Smith e Levrv, fory- '
larat decretos sobre bases fornecidos pelos educadores agricolasa.)

7). P No n!o pensar uta zomeinto siquar que consider a
.&fSA.V. aumi instituig o perfeita. Teho fdo a onhecimantos intiaos
pessoas de de ddcse eaeolas Supcer-ores de AgriculturEa e& eto

parse. encontrar a pietatra sew defeitos. A LS.A.Vp,. tea suitioe
defel ts. 0 saeq bdec~ p toa experitcea relativemente curta Ia
ensino egricola e os emabros d Covpo A3cente menOS do qua o
director. Daqui a mJls una e d oze aUnoe s, a nio ser que estS
bscola fique "domindo sobre Os louros actuaes*, a efficiency a d.
sae ensino ever& ser dCpla ou tripla. Ipecrfeitamensit possiveXl
e at& provevel, que alguma outra ^isooa Superior de Agriculturas
baseada noes esmos principios, conquiste o primeiro loEgar hbo
occupado pela 18.SA.V. Isso ten as dado frequennente nos
Estados Unidos da America do Norte Ser& que a Escola &zpeplor
de ~gricultura de "aia vae conseguir tirar-nos do priaeiro lgwar








APPI E NDI C
Os cammentarios em Annexo NO 1 e na SecS o entitulada
"Reguaamento" destlnam-se a apresentagao do exeaplos especificol
para illuoidar as observag6es geraes encontradas nas ppginas
anterioresa
E^o deer moral do Snr. Seoretario, como estadista, obter
as finformag5as ielhores que ihe 6 possivel sobre o ensino agricola.
8'o meu ever moral auxiliar ao Bar. Secretarto para obter essays
informag5es, embors sejam exactaiente contrarios &s ideas J&
estabel cidas na sua amnteo, He;um dizor muito velho a muits veiera-
do "aelhor do quo 99 p3ssons para adular, I o centesiBm que tems
a coragsm de indicar suas faltas am linguagem clara e .comprehn-
5ivele.
0 Annexo e o Regulameato, encontrades no Diatio Offitial
S3o mais ou senoa doeurentos destinados aos politicos para obter
a aprovaao popular,- emprehendiimento louvavel, Contem algaus pre-
ceitos muito errados, as quaes send postos em pratica, prejudi-
cariam radicaleente a popularizaglo do ensino agricola.
Estes .receitos errados dnmonstrna ser a inclinagso de
V. 8. para a forma de instrucego Buropea, a nao Americana* A melhor
descripglo da differenga entre as duas f3rmas quo tanho encontradal
foi por Raymond Oerard, un PirFeaes, em I gc i Sportea. am 1927.
Citamos em saguido usa paquena parts no Inglesa, lle disset
"There is a world of difference between the shaping
of minds in France and the preparattinh for life in
America. French education is an affair of classes, of
'lessons of studies during which we pitchfork into the
mind of the studeM the innumerable matters of school
curriculuRs. The brain of a French higk-school pupil is
like a teamer trunk into 'tich one packs a lot of widely
different articles without regard to the destination of
the tourist.
American education is not at all like that. Before
setting a big pile of books before the AJA pupil,
the teacher asks himself "Where are we going What is
the ideal to be attained? The Ureeks sought happiness
through beauty. Modern nations seek to dominate by force.
All right I Force is not obtained through books, For one
sage we have ten men of action. Science can help, but the
source of energy lies in chEracter."







0 ideal de Juropa era (tan soffrido m itas modificaqsea
nos ultimos des annos) de former especialistas oom alta grSo do
instrucglo, para serviram dq funecionarios publicoso ou empregados
nas industries. 0 ideal norte amOricano e ten sido, o defornar
"leaders' que conhegam as scienclas e poden organizer os empreheni
dimentos, sejam estes grades ou pequenos. Fn quasi todos os.paizesg
incluindo a Russia, encontrar-se-ob"leEders" formados nas Escolas .
Superiores do Systama Land-Grant dos Estados Unidos. (A Bahia, por
seu isolamente, parece ter recusado esse ideal.) 0 ensino do Europa
visava a formag9o de "routineiros" de alta qualidads nas scienciass
e o notte americano visava former pensadores independetes. Todos
os dois conseguiram o que visaram.
S'saapre imbaansamate mais fail seguir urm cainho velhb
e ben batido do qua idealizar, abrir e construir ua novo melhor.
Os est.distas de kinas demonstraram sua coragem e alta in elligen-
cia se conseguir mua estrada nova e modern, visando a prosperidade.
agricola. Os outros Zstados, at6 o presehte, ten ficados satisfeitos
comr alguns concertos nos cninhos velhos e entiquados.

A, AUKM BI i.
Diario Official Dez, l, 1951, psginas 884-887.
Os programs de instrucgao da scola' de Bahia, oonforms
fic&a'I descriptoss Sera~ muito mais fracos quanto & agricultural
verdadeira do que os das "Agricultural nigh Schools (The Saith-Lever
High Schools) da America do Norte, ou dos gyinasios agricolas da
Allsmanha (Hochscbule dur AckereaU). Ma seus- formados, quando na
vida pratica, terlo de Competir aom os formados de todo o munda na
producq*o de material rima comestivel. A Bahia nEo possue actualaamit
o monopollo de qualquer cultural agricola important* A producglo do
assucar est.c se estendendo ks regiaesj mtais frias. 0 acaoCe est
sendo produzido mets econowcaamente me outras regi3Ss ropicaes,
Java produzs aeas acdnomiLcamente o eafb qu. alcange prego meihor do
qpe o Brasileiro. Resumidarte, a recamformado Brasileiro tea de
enfrentar todo o mundo tropical. sub-tropical e do clisa temperado.






II"
Nova Zelandti Aftrica do "il, Argentina, Hesprnha e Cali-
fornia vendea frutos ca ,elo-Horizontej send que frutos de alguns
dresses paizes chegam atS am Vigosa, Nunea tenho visto & venda no
Rio frutos da Bahia. Dizem-nos que ahi se pode produztr as welhores
frutos ,da mundo, nao send sufficient, por mn esta affirr i a l
substaleoe o fato, ou serve do attrahir parts oonsideravel dos
milhares da contos d~ reit exportados anmualmente para a importago.
de frutos. Para. manter sua saidep o ineiro necessita de todoo
fruto importado hojee muuito rmas airda.
NLo difficil illudir os alumnos, fazendo-os rero qui
estlo 3ecebendo excellente instrueglo. Pode-se tambei enganar ot
soes pass pois os paes s9o sa8pre promptos a adiar que.os seus
filhos sto os melhoresl que existed. Nos mercadoc mundlaes, poart"
ninguem ifporta com a intelligencia, verdadeira o de famaij o O
saber quem produziu o cafT, nea done vet a laranja Bahia, desde
que seja de 'qualidade preferid ae por prego razoavel. 0 mniud4 paga
pela qualidade do products. Si os formados da Bahia produzep malhLo'*
res laranjas, e por prego mais razoavel do que os outros fornse-e
dored dos mercados Suropeos,. anto a Africa do Sul a California
terto de ccmpetir cor a Bahia. Se os saus oaormados podea ftorneeer
aelhor caff. e por prego menor, no mercado de Nova Xork, Java ter&
do acceitar o segundo logar.







REGULAMENiO
'" Pagina 958, Item 1 paragraph 4. No: poderh haver exit*#

adoptando as prograias e specializag5es das Ascolas Superiores de
Agricultural norte americanas de hoje em diac A organiszago funda-
mental pode ser adoptada ento adaptada.Qs prograwsas usados na
Florida, ha into annos, serviriai ben como base para a Bahia de
hoje*r Na blorida encontra-se actual ente entire os fazendeiros,
muitos quo sabea mais sctencias agricolas que os proprios profes-
sores de ha 25 annos, Depots de todo este desenvolvimento, os pro-
grammas de hoje am dia devem ser especializados e os professors
devem ser especialistas de prfameira ordem.

Pagina 958, Item 1, paragapbo 5. Sinha experiencia, depois
de examiner dezenas de candidates para as cadeiras deste estabele-
cimento, quo ha Swmls especializaglo centre os melhores educadores
ajricolas
'Wde Minas, por isso que exquanto sao especia nada de egricultura productive.

Pagina 958, Item 1 paragraphs 6, Isso explica toda a
difficuldade de V. S, II Est& com oa/ ideal de que o formado deve
ser ou eraPregado ou servXdor de outro, defeito esse que tea caused
muitos fracassos no ensino agricola no irasil. 0 ideal norte ameri-
cano B (e creei qcue tambea deva ser para o Brasil), exactamentae
opposto. 0 formaeo pelo estabelacimento deve ser, am primeiro logar#
Um individuo capaz de so sustentar sem favors e sem defender de
emprego public ou dos outros..

Pagina 958, Item 1, paragraph 3, do fim da.pagina. E'
excellent esta e;-pressao dos deverens da scola, devendo ter constit
tuido o primaero paragraph do "Item"a Infelizsente, o Orgam-rnto f
tio reduzido qua* -nlo ha possibilidade de o cumpriri assim perna-
necendo como ur bonito gestn do que seria desejavel fazer. Muitas
Escolas Agricolas fraeassarai nested ponto pooque ndo houve no
estabel cimento ninguem habilitado para ministrar este enainos,
aais difficil de todoo ensino agricola, a "Bxtension Work". Para
haver exit, I necessario ter elements corn maximo de prepare.








Artigp 2, pagina 9%5. Frncassar kcompletamente. Corn apenas
us professor para o ensino da -gronammia, Pomiculturap AIorticultura,
etc., .etc., nto pode haver verdadeira instrucyo agrieola. N1o est&
apparellada a Iscola para o ensino da eotomologia, phytopathologia,
ou 4o uso de maquinas agricolas. 0 povo rural desacredttarA todo
o osnlno pela impossibilidade dos professors demonstrarem sua Oa-
pacidade verdadeiramente realisadora, nos trabalhos agricolas.
Antes de ter us unico. professor nesta I'scola, 3& haviamos tido a
macior produc o por/i hectare de batata doce, do superior qcuali*
dade, e a maior producgao de milho do que qualquer fazendeiro nest
zona. Proidui as meihores midas de citrus que exis.tia na zonaw
e vendi-as a 4000 cada usam emquanto pelas pudas produzida's e
outros logares, cobrava-se apenas 1$500. Isso ft tudo feito com os
t:rbalhadores regulars deste local, e foi o que comegou a crear
confianga no astabelecamento. Si a6 Professor de ntocmologia n l
for concedido a opportunidade de demons trar que os remedios que
recommend sao efficazes, nehina lavrador ter& confianga an quo
elle oit, ou na Pscola.. Podiamos dar exemplos sew fi para confir-
maao desse ,onto da nossa crltica.

Art. 16 | 5. 0 principio de exigir que o aluMsO pague
pelo servigo aedico o rrado, pots todos procuraroo a medioo atis
barata, xeralmente o manos criterion., prejudicando desse modo
nao somente os medicos mais dignos de confianga, como tacmbem a
propria spcoia.

Art. T1. b. guit desaoonselhavel. A nossa scola repre-
senta um verdadeiro exemplo de cooperaglo5 o Estado paga Os Pro-
fessores e fornece o apparelhamento, e os alumaos contribute com
o mais precioso do todos os elements, seu tempo. Si o alumni
desperdiga sou tempo, ou o tempo do professor, entso elle anhula
0 contract, perdendo seus direitos para corn estabel .cimento.
Tanho ouvido o Director desta Escola dizer frequentenente, qu6

aqut nlo se sastigam os alus s. Quando 1a de monstra que, por







qualquer razao, nao esth se interessando mais pelo que a ascela
offerega, 6 convidado a se reiirar, cam or fisa de n5o prejudicar
outros quo desejaa trabalhar. (JA sabeaos que este plano no
daria bons resultados cor mogos de menor edade. Aqui recebenos
apenas hoaens, e os tratamos como homess)

Artiga 19. Isso facility a assistancia aos favorecidos 9
apenas, send muito anti-deabcratio@. 0 Estado descuidou da ins-
trucglo do povo rural e agora Ihes nega instrucq~o eae agriculture
porque nao pessumn certo grio de adiantamaentor 0 grande -do deo
69o Paulo expregou o aesmo method, e em Abril de 1931, contavc
apenas 112 aluanos na kscola Agricola, tendo iniciado o ensino i
agricola ea 1891. No anno passado, tiveras apenas 12 alumnos no
quarto anno. Pense nisao II Cor arenas 12 formados por anneo qorL
ngo sera a denora em elevar a agriculture daquelle grande 'stado?

Artigo 27. Certamente haver& abuso disso. 0 funccionario
responsavel sera forgado a dar passes lives a suitos que n.o os
mereces ou necessitam.

Artigo 33. Idea excellente Tea apenas o defeito de n|o
ser pratico na applicag5o. Degenerarg rapidamente ate consistir eo
sustentar algus favorecidos, & custos do estabelecimento.

Artigo 37. Pensamento bellissimo, pornm, impraticavel.
Como que a -ahia vae encontrar, profissionasea Xabeis e coapeten-
tes, que traba2harlo pela aetade do que podem obter an outros
logares ?

j 2 e 3I Isso ser& impraticavel eaquanto que a -scola
estiver localizada dentro duaa cidade, ounas suas proximidades.

Artigo 40. Exigir apenas dez horas de trabjlho sewi3al-
aente 8 absurd, pois cxnvida avadiage'e d&'eN teoza 4e que o
professor so preoceupe com outros eaprehendcAentos particulars tU
publicos, alam do magesterio agricola. Na t.S.A.V. empi-egaaos desde





VII


.o inicio, o aysteas de "full-tiue*, corn o minimo de sets horas de
trabalho por dta durante seis dias da semana, por p.arte dos pro-
.fessores. 38 horas aqui contra des na ~ahia* E oS bons professores
dso multo mais horas. i? outras palavras, um dos nossos profea-
sores prosta aO estabeleciments tanto trabalho como tres a sets
decimos professores na bahia. V. S. certamante nSo pode reoel4ar
fqlta de dinheiro emquanto pagar an onto de rels por mez para
menos de duas horas de trabalbo por dia. Os nossos professors
trabalhaa 5*6 vezes Isso e os programmas estso uitto menos aperta-
dos do que idPE *J.
0 professor que dedica apenas urna p-quena parte do sou
tempo ao estabelecimento, usi elemento amito dispendioso e nunca
satisfatorio. Desejando provas disaso pode obtel-as com fartura
estudando os relatorios da Zscola Superior de Agricultura a Medi-
cina Vpterinaria da Aepublica. Fu informado de que em 1931, houve
ura media de 1 2/5 l.umos para cada professor.

Artigo 41. 0 mesmo defeito*

Artigo 42' Paragrapho Unico. Facility habitos deshonestos
e preferencias pessoaes. Dove ser evitado.

Arti~g 44.* sso ;?I semelhante ao system seguide nos S.U.
N.A., exceptuando-se o ponto am que o Director indica o candidate.
Os concursos tea daeonstrado nao serae efficazes para a escolha de
professors para Escolas Superiores. B'dever do Director procurer
a achar a melhor pessoa posslval para o ordenado que estA autorizadc
a offerecer. Durante os meus quartorze annos como Director da
Florida, nenhuma pess8a foi noaeada pelo Vonselho Administratio sqi
qut tivesse sido indicado priteitro por mim.
Na florida, como ea multos outros Estados, experimentou-si
o system vitalicio para professorea, sendo necessario abolil-o.
Este system d1 enseao aos professors indolentes a nonprogressistai
de so callocar na bscolao see aer possivel ao estabeleoimanto so
l1vrar delles. Os professores vitaliicos quasi sempre oenduzea os
s us departfisentos confora. deseoa; ano cooperando com as outros







departamentos a frequentemamte prejudicando estes, Si ao system
vita]Ucio, se addicionar ainda o' ao syste na de professors *part-
time%, ter-se-ha un eneino tSo degenerado que nunca poderl ter 0
velor destj adoo
0 system mais comumanteat seguido nos EU.U.,Aw agora, &
o de nomea;3o por us anno apeaas. Sendo o professor.bon, a sua .re-
olei~go 6 certa. 8 for inferior' o contrato terminal antes gqe sue
possa prejudicar mauito o estabelecimento. APj de tudo, o estabele-
cimento d de amuitO maior importancia que o individuo. Be o Cobselho
Adainistrativo for compost de politicos, n&o ha aegulamento quo
possa protege o ensino agricola.

Art. ~ 44, i 1. Per diversas vezes, quando Director, tvle
occasion de empregar profissionaes comr ordenados maiores do qUe
meu proirio' sempre com os melhores resultados. Profissionaes do
categoria elevada causam mruito menos difficuldadss ao Conselho e
ao Director do que causax os de ordeaados redusidos, quando as post-
gq5s sem2lhantes*

Artigo 44# 2. Contraproducente. De vagar demais na acqge.

Artigo 45. Muito indesejavel. u Conselho nso pode ser con-
stituido de especialistas em todos os ramos do ensino agricolanlo
podendo ser, por isso, competates no vulgar.

Artigo 45, 14 Quzando os professors sao itealicios,
tornan-se preguigosos scientificamente, ou por outro lado, interes-
sam-se por determinados ramos de seus assumptos, nulitas vezesO so
relaglo com a agriculture verdadeira. (Nota-se inclinaglo semuelhanto
no brasil.)

Artigo 46. Este artigo confessa que o Estado de bahia acha
serea os formados pela sua Escola de Agrioultura inferioreas neces-
sitando de protea o n o Regulamento. 0 que a Bahia necessity, maia
do que qualquer outra ooisa, 6 da importaglo de muitas ideas a do
conhecimento de.(sitos outros Estados paizes estranjeiroso






IX
Seria muito melhor para o ensino, si o egulamento
prohibisse emprego dos formados pelo estacbeleclmento, pelo menos
dentro dos primeiros quatro annos, e depois desse prazo con a condi-

g2o deo term passado esse tempo f6ra do istado. 0 Estado de Florida
deve o sou desenvolviranto phshomenal no ansino a na economiai
desde 1905, ao numero grande de educadores de f6ra do staddV que
form chamados. Acredito que nea cinco porcento dos professors
na Universidade de Ilorida saej filhos daquelle Estado*. unca as
eaprega alli ur formado palo estabelecimento si nko depois que
teaha trabawlhado sa outro estabelecimento.
Tem constituido regra nos w*U.NA. o fato de que mais oU
menos 90 % dos Diret *res (Presidentes) de Escolas Superiores de
Agricultural fracassaraP e quando filhos do mesmo Estado,
Tet acontecldo mals ou lenos o mesmo na u .S.A,~ o maior
numero de fracassos a dos peiorea deu-se com os professors Hineti,
ros, aos quaes foram confiados cadeiros. 0 .egulamiento da Escola
de Agriculture da Baht admitted francamentO que seus formados nSo
podes competir coar os formados por outras bscolas Superiores de
Agriculture& o quo nio pode deixar de envergonhar os proprios
fornados.

Artigo 47. Este Artigo colloca a Sscola novamente sob 9
regime da political* gendo isso exact-me ete o que se procuraO
evitar pela creaglo do Conselho Administrativo. Deade quo ha us
verd~dairo Conselho Admrinistrativo, este far& seu trabalho seria-
mente e com escrupulos. Si o Presidentp do bstado sabe quo sergo
confiado s os membros do Conselho, poderes importantes, elle escol-
her& os membras coa o maior cuidado; de outro modo, sabendo que
9 obnselbo no pode agir sea sua aprovagoo, nomeari Os que utili-
zarro dos poucos powdered que tea, para adiantamente do Presidente
sob o ponto de vista politico.
Na Florida, o novo Conselho Administrativo (Board of Con-
trol), funcciona desde 1905. Reune-se mensalmente, a nos 14 annos
am qua trabalhei sob sua direcq9o, apenas ama unica Ve a reuniao
deixou de se realisar. Nio percebas re=neraago, apenas sSo







indemnizados das despezas de Viagens. Os trabalhos constructivos
qUe o realizaram, mais do que qualquer outro fator9 tan Causado
um maior desenvolvimento no ensinb agricola. Sear duvida que n
grande -stado da BJ.hia, corn tres vezas a populaglo da Olorida,
encontrer-se-lo seis cidadlos abnegados e tSo competenstes quanto
Os amembros do Conselho na florida.

Artigo 57. 'iassO a manteir mais certa de condusir as
frecasso, por.que quem for, no Corpo Docentez o masior politico,
obter& a nomicoaqo de Uirector. Teora Conselho Administratico
em nome apenas9 nao permittindo seu funccionamentD4 Certamenae,
o kresidente do- stadd$ e o S&cado descubrir o entire mais de tres
allh5es de habitantes, seis que posse desempenhar leal e honeste-
monte esta servigo eomplicado a ingrato. 81 o Director fr escol-
hido entire os Frofessores, *seOa qual for o escolhido, os outros
professors fargo tudo que estiver ao alcance para que sue ad-
ministrarSo fracasse, r.fim d'um outGo poderar-se do logar* Ef I-tf#
algumas Escolas e Universidades dos EU.N.A. seguiu-se durante
muitos arnos este system, de eleger a Director entire os ProBes-
sores, porTb foi isto abolido am todas, inclusive as universidades
de Virginia e de Johns topkins (notavelmente conservadoras) que a
aban.onaram por ultimo. E'isto razoavel, pois seria difficil
rsunir am uaa passoa, todas as qualidadZs necessarias Ium borl
Director e ao mesio tempo os conhecimvantos sciqntificos e o tfa-
peramento dum bom Profess'or.

Artigo 68. Paragrapho Unioo. Inglez. 0 orgamient permitted
apenaS 500$000 de ordenado mensall, o que vae oontribuir para maiore
despendios no future, UDa pessoa quo se emprega por esse ordenado
nao pode saber bes nea o Inglez neo a agriculture. Nao conhecendo
a agrioultura scientific, suas traducq8es sergo peiores do que
nenhuma. Set is s do muitas experiencias com 0o traductores leigos.

Artigp 67 Zuitho bonito sa papelp o preoavelmente *-t

S' .:S Ter re .. ahiano a esa re e c..or..
/ Ter& mals ou aMnos a mesa relaglo educative atV




1Z


a sciencia da agriculture, como -tern um vista ao Jardia Botaniee na
Rio de raneiro Par para o estudo da botanica. Eapenas wm systena
polo qual a rscola dA uara gratificago aos funccion.rios estranhos
depots duma visit agradavel ao estabelecimento. Eincatrar& "an-
nuncios" seselhantes nos ^egulaa oes dee As outras tscolas.

Artigo 67, 3 Isso contribuira para involved o estabele-
ciento em escandolos, difflcultando, sinao de todo obstruindo, pes-
quizas scientificos por parte dos professors.

Artigo 68. Excellent idea, mas a sua bscola sera corm-
posta de doze unidades independentes, cada quoa com ciures da
outra# e todos se esforgando em trabalhar contra a tlrectoria.
Antes que a 1soola possa cooperar, deve possuir algunsa
coisa de valor para offerecer aos outros estabelecirantos Per-
aitta-me a liberdade de dizer que V. S. esta iniciand e pro-
bleama pelo avesso. Pols ae cooperaq1o erdadeira comeaa no fundop
humildem ate, sobe gradattvamante. Depois dos professors
aprenderem a cooperar *a com o outro, entSo poder& cooperar comr os
estabel'ciamentos alhei. Porbm isso sera multo difficUl, p*cs
o governor da Bahia esta teo contralizado que a verdadeira coopera-
.go, digna deste nome, 6 quasi impossivel. Tea de haver Um incio*
E'melhor trabalhaf e $er fracasso do que ndo azsor nada.

Artigo 70. Muito mal post, a se for seguido A resca,
produzir& muito mao resultfdo.

Artigo 70# paragrapho Unico, Malhor que o anterior#
porit, o servigo ser& IneffLcas e dispendioso.

Artigo 71. Isso b6 als until, constituindo usa idea OLeda
deiramente de cooperaglo*

Artigo 75. Os organizadores do Regulamento daixaram patent
que tin medo .0$ de seus conoidad'os. Nern del.gagam poderes ao
Cons eho Administrativo para chamar os especiilistas de que peces-
sitaleam, para ajudar nas suas delib6eragesp est& tudo previste
no Regulamenbt. 'interessante notar que o Conselho AdministratU'i





XII


(Board of eontrol)s na Florida, desde 1905 unceiona abertawste
podendo asslstir hs suas sessSes quest quizep branch ou prete#
home ou mulher; os aornaes annunciam as reunites do Conselhoe corn
antecedencia* de sodo que quea quizer assisttir, pode estar presented
para apresenthr queaia on advogar orientag3es do messmo Todos os
Conselhos anteriores, aos quakes J& me refer, na Florida, reuniag
am segredo.
Artigo 81, 1. Esta secSo 6 muito perniciosa. 0 pro-
fessor de baixa moral abusar& do privilegio e os alumnos desxi-
brindo logo que os professors smgL*deshonestos, baixarlo teabea s~i
moral, at$ naqu depois qualquer deshonestidade ser& licita, desd@
que ndo for legalmente provada.

*2 % El i .

Fagamos votos que estas pagines sErvirZo para eselarecer
para V. S. alguns pontos qus estamos certos, ndo ten sido ben com-
prehendidos. 0 nosso unico desdejo & de prestar o possivel auxilio
am prole do melhora~ento da gricultura e do melhoramento do estado
do povo agricola, que tanto merecom as nossos melhores esforgos.
#l#J# Apreciaemos a grande trabalho sendo'prestado por V, .
ao Estado da iahia, reconhecendo que o progress esti sendo feito
ea face e muitos obstaculos. Anticiparniente, offerecemos as
nossas desculpas por qualquer palavras que podiam offender a V.S.
Temos usado, provavelsate abusado# da frtnqueza, mas confiamos
na bondade de V. S. em acreditar que nosso unico intuito do
auAiliar.
Pediaos o especial obsequio que nio seja permittido quo
qualquea part do parecer incluse seaj divulgado & imprensa, pois
tea sido preparado para V, 8. pessoalmente a nb para leitores
geraes.
Subscrevo-me comr aletvda estifa e consideraqlo,

Ao Prof. Humberto Bruno, AmiL as ordens,
agrad'camos o trahalho de
ter corrigida 4% linguagus. .tor e i
P.H.Rolfsr Consultor Technico de
Agricul tur a




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1 L
i .


DIARID


ESTADO DA BAHIA


OFFICIAL


.ESTADOS UNIDOS DO BRASIL,


CIDADE DO SALVADOR


Ano XVll 43 da Republica N. 54 Sexla-reira, 8 de Janeiro de 1932
x _..


Edi.o de hoje 32 oaginas 8"' r UTo1
00""" j U 6M+4


Assinaturas do "Diario Oficial" para
o ano de 1932
As assinaturas (cujo pagamento 6 adean-
tado) que nio forem renovadas ate 31 de Janei-
ro de 1932 sergo definitivamente suspensas, a
partir de 1." de Fevereiro vindouro.
Para que nio haja, pois, interrupgdo na re-
messa do "Diario Oficial", conv6m que os par-
,ticulares e funcionarios publicos providenciem
)quanto a reform de suas assinaturas, que deve
ser feita por period que termine sempre em 30
de Junho ou 31 de Dezembro. -
Aqueles que tem direito a redugao no preqo
'i'as assinaturas, mas que nio as descontam em
olha (coletores, escrivies, etc.),devem fazer o
pagamento adeantado de, pelo menos, seis me-
ses, remetendo as respectivas importancias di-
tetamente a Imprensa Oficial.
As renovag5es para os funcionarios s6 se-
rao atendidas, mediante novos atestados com-
provantes dos cargos que exercem. Os assi-
iantes que descontam em folha, embora anti-
gos, ficam tambem obrizados a esta formali-
dade.


SUMARIO
'Ato do Poder Executivo Decretos
Diversas Nolicias.
Passagens fornecidas.
Secretaria do Interior Porlaria Diretorla 1e
'AdmioistracAo Muaniceipal Diretoria Geral do Irisltri-i.
Diretoria de Saiide Publica Portaria Hospicio S.
Joao de Deus iServipo de Socorros de Urgen.ia.
Secretaria da Policia Portarias Apoitila -
ForCa Publica Inspeloria da Guarda Civil.
Seeretarin da Agricultura Di-retoria dos Servios
Oeograficoe, Geologicos e Meteorologicos.
Secretaria da Fozenda Pnagdoria Tesouro do
.EsLado Imprensa Oficial Recebedoria das Rendas da
paital.
Parte Cornercial.

Anuscoei.
u a Capita
Aiilib Ii 7fce.. .,


DECRETOS
DECRETO N. 7.877, DE L2 DE DEZEMBRO DE 1931 (*)
Apro'a a reform do Regolamento
da Escola Agri'ola da Bahia, que com
o present baisa.
O Interventor Federal no Estado da Bahia, usando
das suas atribuiqdes e atendendo a necessidade de reorga-
nizar o ensino agricola no Estado, em bases tecnicas moder-
nas, que satisfaqain a sua alta finalidade como fator de
progress da Agricultura baiana, resolve aprovar a re-
forma do Regulamento da Escola Agricola da Bahia, que
cor o present baixa, assinado pelo Secretario da Agri-
cultura, Industria, Comercio, Viaqao e Obras Publicas.
Palacio do Governo do Estado da Bahia, 21 de De-
zembro de 1931. (Assinados)-JuRAcy MA. M.AGALHAES
- AlIaro N. Ramos.
Secretaria da Agrieultu.ra, Industria, Comer'io, Vicao
e Obras Publicas Gabinete do Seerelario Bahia, it
de Dezembro de 1931.
N. 2.164
Ao Excelentis-imno Senhor Tenente Jur3cy M. Maga-
lihies, dignissimo Inlerventor Federal no Estado da Balua.
Exmro. Sr. Interventor:
Comn a present exposiiq3 de montivos subnmteo i con-
sideraiao de V. Exa. o projelo de reorganizai:5o da Escola
Agricola da Bahia, compreendendo o rnodelo do, Regila-
niento a ser adolado e as sug stlis, em anPxos ns. I e 2,
para delimitac.o rlas oadeiras P programs dos curios.
Esse trabalho foi -laborado pelo agronomo Octavio
Peres, corn a colaboraiio do direlor da Escoli e minha
audiencia.
Deixandlo A mnarqern ponto sepciindari3l, qilee' chanIar
as i99 t3s dr- V. Ex.. pir-, o4 p-nlo eanrll?'li p'ior onde _
traGam os novos horizontes da Instilui>ao. Sjo elqs:
1.') Lji\ i.,''- dos i .ur'>, e dveisifica,;iio d.is ani'i-
dades da Escola;
2.) Adocio do titulo de agronomo para os diplo-
mados nos cursos regulares:
3.*) Aproveilamento de elemenlos allieios a Eicola.
para aumento de suas facilidades de ensino:
4.1) Instituic5o do Conselho Superior Diretivo.
Ai estlo aprecia\'vis inovfaqces eujns vanlagens pareep
facil demonstrar, e que por ce to bern ecdo conquish[riio
Sr-''" r l,,,lirn.
('j Reproduzido por ter salio com incorrecees.


.0 ". .- I .


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P -


958 .Sexta-'ror., o


DJAIWQ F-IA-E


Jan,:irj de 1933


A crilic a que &so lhis psesa TazIr, come seedq moder.
nismos pu sisteiea ijaadaptaveig ao nsso n1ioD, n~ao i4
coitrAwt 6d0 no osDirdi de quem exarrine a queeflo A lug
dos flows a omr igengiie 4e apirno.
Si o projelo ntio visasse antes de tulo a adaptacAo As
eondiies locaii, muito long toria ido npoiar-pe 9 all.
cprce da refornla, v.g. propondo a institulgto imedlata
de ur solid patrirnonio (sob a firmna :do doaQio de titu-
los da divida publiaq e e Lexrras devolulas, do 'gralfdg V x
to) para oasegurar o engrandecimento rapidLo do estabele-
clmento; recomendnndo desde JA a reginemn do tempo in-
tegral paia o pessoal didatico; sugerindo a cenlralizali
na 1 ':caln do toJos as servi\ios oliciai; de Agricultura,
mainlido, polo E',Oda d,-scaito cqpiandosae integral-
iio.nflcr Ihadl1rli- doli; nloicOia dio a.i epll r'a 11rle-ain 'ri-
cinos. Verifica4no-?e a impossibilida4 da execuc-o, 11n
Tmriijin?!to., 1do tais niedidos, foram as meemnas deixadas nm
esIindo 13lente 11 nir i,., ,is dil'po irL'os5 gerf is e transito-'

Q,.Ia[lo Ia Ldiio) raise que estabelece o projeto, parece
pofrifetarenrne exequivel, oportuno e ulil. E, em relagio
dos itens aeima indieados, passemos a apreciar:
Item n. 1) A divisio dos curses regulars e a di-
versific.ia'o das atividados da Escola plo de gra e vanta-
gem para o ensipo agricola e para a proprii Escola.
IIoje em dia nio 6 po.ssivel adniilir ensno ttweuoo Sem
specializaq6o, n al! I iin enm todcos oa raises odiao*
tadae e mpsma em alguns 'qu siip tiodp f6r~i gg salontg.
Em vez de -.:.ii:;All.zufif.o i":cessila ppm aplpa1o0 imras
Bliata, pnrrce nuip hiver duvidi gag Yaniiaps de uma
orienta.lio Itili[aria do enslno, seja dnndo-lle cunho re-
gional, seja perrriltindo Bg et(udanle conbeoimentos maft
profundos daquilo a qua se p6de Ghamar "grupoa ebonloI*-
coa" u i de apilcai;.5o ditfg iipr hciauliivel Ai vid pratica.
E' eess 4 co americanos, alguns dos quais, dada a muluiplicidade dap
.exigenclas do meio, clhgari ate a permitir vinte e duas
pefitalizgyees em epS cirsso. EL, p6de-se diaer q ue nela
tOmmbem ge lirlda a idea da crgiO de instittop eapecia-
:izados, de quo temos exemplos em ossso paiik.
Infedizmento no Brasil tem-se eombatido, ou antes
ignorado, a importancia da espeicializagio, e p resullado
iesea abitude reflete-se sobre o poueo oredito de que go2a
1i i-irino Agricola entle a6s.
IS' iripp:.lcindii\el qute o dipluniado em agrijcultjra
leixe a E-cola conhecLiido mals a fund wrg dos grupos
u ramos oconomicos em que tera oportunidades de ga-
hAr a yid crih aluccessp,, qer vd trabalhpr por ponta
trouiia, par, trOeeirOs ou pora 0 Govere,..
Vh r,.as ri colas blasileiiris paree rer- tai~ p'upas Qs
ap'o'llr los1 nPo i',r'ji-lp, com as modifieagoi gO v qu Wm
.er wcopillhad5asi pelps oondibies espe igls de Cada region.
'J'l'alirl, agora, dr diver-iflcayfio dgs itividades da
EIM,.jla, em logar de sula funiL5 r'Lxlu-ivi'a atual de gra.
luar peq'rciis turmas de alunos -- dove-se ompregar os
p]rrinsr.iifc t@enicos d e P i l dipora' eltabLieclinent. para
Sdifusia do enr-.ialn rlicl'Jla no Est.adio, sob a, fdrtlm de
cursoi de peqruena durji o qu de foriag, ctrp0s reaio.jn.is
semii-rtlihilnl,:.-, estudos de problems e qui..lics d.e
interesse para a Agrtiultura, c:'rig eg'r.lho s jnteressa.os,
I ll ltj SuJII~SL .1:, 'eoila f6u r lla, li i,.' it.l,-lndil( ai con-
sulLas, etc.
S6mnento assim se cu 'lil; .Ilj a in-[illi,.io cion-
quisto as sirmpatias e 0 apoiq do inciu rUrIal, iadqiiirlpdQ
nome i r, l'a li;-'io.
ini,"d; .r;.-imi SS e(i" glifF ii i a ci i.i di uJla, nova
moilalliilado ,,,' n. .r-ll.- 1 Ilrlla 0 altos i, -inii iiS do Tnk.
sino ag'icola e da Escola,. para quo osta, opm ve *lde sor
enearadn conmo so fira umia especie :de p-lll.l ;it,-rna de
fSafncto iSarrsJa e0 mti ju, 1-, ,,li;.II. Ips-a assumir sau
v.erdaduliro j.p.' ip de crgPAo nildlauno 0'oi ,.-ii;,io educativo


4 iolnonmico do Estadp e io pciea 3as classes agricolaji. so
bre anbos ?xercendJo, e do ambos lecehenido, rnati:res ahfu
tares e estimulos dinarnir'jor-es,
Itemi n. $)* A 0do10Ro g (ituiio de aGdronoro.,. e
substitAigio ao atual de of-Iienliei.o-an!-onomo, alim de ra.
ies p9s Pod4'jam ser invocadas buseando exemplos com-
parali'.os em oulras escolas do pafs, so inmp6e n3erq di: mo-
tivo bas-ico, iniperioso, qual se.ja aique le d dfirt'i o do es-
irite da eiease ou -da earirirt agrieola, para iae ela as
integre em sua eleyada finalidade. Sem iso eonti oaremos,
a valilar sobre equal seja o vtdadiclho papel do agrouomo,
ista 6, do professional em piencias l alieadas (i Agricultura,
desencaminhandg-se, por outra, o ensino agricola em outras
diroeges, o aplaBdo a sq iinclir am sOeu prograipas o es-
tadto de estradas do ferro (como acrRteoia am osBsa Es-
eola) e a se proper titulo de engenhoiro-topografo depoi.
do tewirpo oa do ourg ,'coma asoonteaeu ha piueo, Se-
gundo publicaram os jornaes, em abaixo assinado dirtgidd
ao Governor do Esi-.do, onde figuriavmr at6 assinaturas de
ilustres educadores).
Agronorio, giJpples agroanaom 6 titul quae nIlS m i.er*
gonlbara, sntes pelo cbnfrarlo, enobrecor& S Qat leg aiv dc
f1to tiverem voeacfio pela carreira, agricola, Sem a vaidadf
do, conquisla de um diploma de eienlhelro.
Deve-se, toWbvia, ri~pit.lar as direitos indquiridos pelos
r 1tdprl do ltitol de eigenht1iro-agarono:mo ati entid
eonce4dido pela ~cofia.
ItSv n, 3) 0 aprovelameouil de elementos allieioa
4 E.'ola, coma a colahnira,-co doi teeni-i-'c dos eEsab-eleci-
Oientos agrieolas oficinis e paeliculasa e a utilizageo das
faoilidndes eitentet em lais eisabelsoirlenlos, 4 medlda'
aoonselhavel e unica, or aondiiOes de suPrir a fglta deO
reFwOpoi pare 004 19ptat at~ lllae d4i Iseola. Adrniais,
teo-gs ao msa iilataL a da Lual prabifa das excuraoes, I
qpal pg deseja iJr oficiencia P amplitude compative eOi
*e e.igenclas dos novos cni'r~.
Aeresce a aereunstal ia de have toda convenrineiai
arm apipveitar elrmerntus disperses ouja reimni-o ea umn a4
onto, memo arn abundafift de rerdsri, ela im. posivet
dad4 a diver\idee das nossas condifps !naturnis e eco

Ttem n. 4) A creaofo do Conselho 5u.peri-r Dired
tivo 6 uma saluter providencia dafensiva dos futurrs ina
tersep daO Eoa e de tudo que dissor reApelo o s enstna
agricola no slado.
Sua idealizaggo obedece, em linhas geraas, ao p~'Jrdl
dos "Board of Trustees" e "Board of Directors", des insti-
tuiges edueaLivas ndrte-americanas, que representam uma'
das pedras aTrgulares de prorpi'rUQl.dc destas.

ISera a Consellip a trago de uuiao e~tre a AseO1 e
meio rural, ao mesmo tempo que farA a political da insti-,
tuigco, acobertando-a das surpresas da politiaa artidariai
e dos inconvenientes resultantes do isolannnto,
Nio tendo interesses diretos na Escola e possuindo
grand repongabHildade moral, emi fUingio d seu o1evado
m~IIIdn o, os mrnbros do Oopselho tf40g eminpr$ vat atlvat
Dara falap juunto cBeatividude am geral e oos ag ultutoreS
em particular, on bena1tiat da institutlro, e Junto aoPs peo
dcres publlcos m sum defe;a.
.Resla, ainda, urma explicil;o qabre a c(qYly anIuia d16
confiar a organi/aqio dt ilitiive dates caldeiraa e d4 O, CIsos.
iunflorlm3i slG4it6rea dos aneoxs ns. e 2, A Oongregaeio do
E.cotila. Pretendg-ae, assim, conseguir um estudo mja es rw
feito, s6 possivel mediante audiencia 'de .odo a profeTsso-
rado, sem o que se incorreria no grave erro quo paog so-
bre as nossas reformaa educativas.
Dove-se notar que na divisfio das oadeiras foi Lanibemi
encarado o oriterio utilitario em benteWilco ditg 4do Es-
tadoe .o o s6niente da EsCola. ocmo no easo da iet1ra d'


ri


- ~*-U.~--.r..YL ----II- ----- ~--~~P-TPI.---















I -i a DIRI A J


lilei;i;C: e IlldJl'iralIS .lIirnOfii, ruja oreaILo 6 mais qua
rrcmioLnr'nila\el, dlinnli. drlo r illlo .itlrrpremndente (embora
d'?or,.I.i',i>ll q4u.l e a! (Inlilnlldo a indo-Lria di leile e seus
[der'i\ % i. rii Bulna

T 'i n.idol L'.): dUi..r a V. E:ai quiet julgo o projelo
l-'rn ,.i ,u cap. tic alen'l,:r da inrllhor Ih'rma aos intere..-es
Ii]o Il-. ,l abi inl'-- e limri noI' a i a 'i vida da Escola A_\ri-
(uii J;i Balial. c'.iji rnollp con \'rm Lorerir, 6 coniervade
em 'ninllnringenl 3 isladi(r;-6e fie sou pasiado, posLo que I


fossa pe~iamieniLo aub~aiti-lo p)Ir ouLro mais propro.
qual seja o de "Eceola do Agrioiillura Ja Balia".
Pero a V. Exa pjra oLberiar que a r,.forma aqul
projetada 6 felta is mi major' fii dc \erba sobre o oran-
menlo anlt.ior. hb.endo, alis, una peqiiena rieduitao de
dosp;'as, como p'Oderda -r \ilf, p.lo ex:m:n di ormarn2nto
apresenldito aira 1932.
V'alho-'ne do eansjo para reiteiar a V. Eia. r]eiusi
pr'ol.4fo:,s de :onsiderar.i)5. e sul.idlo apr'r,.o (a., A. .'iCar
N. Rnmos,, Se'L'elario da Agr:icultura


(.OIRI1ENTO PARA 0 EXERO0IC 1 DE 1'32


Pfir o"il didlri icu:


Prolc.4 oreB a ................. ...
Prop. rtpelidoret a ......... ...,
Chofe de culluras .............. ,
Pr.-,i.t-sor de desenho .. ...........
Profr-mor de inglEs .. ..........1
Dif. de venclmelnfo do professor de
deehlilo ... .. .............. .


I:000o000
500000
600$000
7001000
50013000


1?:000*000O
6:0100(000


Pcason! A(dmi/ in Iinlivo


OraliricatCio an Diretor ............
'I Seore'arlo .. ..................
I Escrilurario dnlilugralo .. ........
p[ Porteiro ... ...................
IB Ealador .........,..........
l COti~f dia Srciraria .............
it Berlenleg.. .. ............
pralirion)Qo to attlual Economo. q(ia
Vme betVir corno zelador-bibliole-
Carlo .. .......... .. ..

P'easool uaratvel:

iara Diaristas de conservagqo dOs edi-
ficiot da Esel a e dependencies

peS0a tfnaitvo ...................

dOitonas ... .......................


3338333
8568000
400.OOO
400$000
4001000
350$000
2.0)000


Pessoal fdra da Escola:


.k professor primario em disponibili-
dad ........... .... ....
SInspetor de alunos, (encarragado do
zelar S. Bento das Lages) ......


Material:


Para despezas de escurFpies, diarian
6 e.draordiuarlos .. ............
Para 4quisicio de material didatioo,
de expediente e de laboralorio....i


Total .. .. ..............


RELFOH.MA DO REGULiLAMENTO DA ESOOLA
AGRICOLA DA IBAHIA l

CAPITULO I .

Da Estola e setUs fitns
Art. 1. A Escola Agrioola da Bahia, ooni idkl Z oQ
iriso. i na Capital do Estado, tom por fim ministrar -i
Instli ,.,'i prCtss:lnal aplicada A Agriculture, em seot


i6 :000000o

30:0001000

336:338*t 9


grande ramos econoamcls: lavoura, criacao e indu-trirs
rurals.
A&t. 2.* Os prograias de onsino ter5o cunho re-
gional, visando preparar teenioos conhecedores dos proces-
Wos para racionalizag&o da agriculture do Esti.do, emr suan
ezplora95es eoonomicas atuais e outras que se adaptem
ts oondicps do melo.
ArL 3." Ao lado dos cursos regulars, procurari
I Escola promover estudos em outros cureos ou por meio


3


/'


fi I :0004wot,
18:000$000

8: 40a0000
6 :.'10i000

I :87.$000


179:4720OUu


3 :999)S9lS
10. 72'O50fk)
4 :8001000
4:8001000
4:800r000
4:200000g
* :530$000


2:800s000


4:80r 00)$t


*4i9:19119j


2':0001f00U

14 :.380100

l;8141i0d


6:UOiOWL000

i :480$000


12:180000


DIARIO OFICZAJ


Janeiro ac 19. 2 o.b


b'-X iJ1-TePl'.I, o0















9t10 St-f~ a, 8. D!R' OFi _A Jan'h do_ 19:1?~-. ----


do con erenria e i.unihes, delirinndo-pe Iaii :,l4rI\tades
i aerv!r o. inlereeses daqueles que nbo posan, 2l'equentar
as 'rferiJos curses regular.
A I. 4." A Escola serd o contlr d.: rnoot lena;iio do
erHirio agricola no Estldo, compelindo-llr. iron 1i carter,
oiganizar frmn de sua sdJe cursos praiicos sobre agricul-
tura, pnr intprmnMio de seus professores e dos luncionarios
teenicos da Secreftria da Agrirultura com funcnes no
interior do Es!tdo.

ITULO 11
Dos iursos e suaa atLmuresn
Ari. 5." Os eursos regulars, cor a durai;o de
qualo nuos, cn-mpteenderAo uma pirte geral, conium, e
ouira orienlada no seni]do da especiali/iavo cm um dos
ase J'nile gr Uloa economnios:
n' Agi rnomia e produCio vpgetal;
i) Zooltcnma e producao animal;
c' fQ iirnia Agricola e tecnologia rural.
Arl. 6.' Os curses regulaTes, que sei go divididos em
ienesitres on periods, darao direito so tilulo de Agrononeo,
'tliin este que definirA o 'erdadeiro espirito da classes.
I 4: Do diploma constlra a natureza da especiall-
zagob seu]ids.
Art. 7." No limits das possibilidades, organizara a
Escolta,.em sua sade, oursos de pequena duragio, especial-
i.ente no period das Jerias de lim tie ano, para pesstas
.Interessndas no conhecimenLo de problenins de agriculture
pratiea e industries correlatas, e para proressores publi-
aos das zonas rurais, sendo os programs aprovados pela
Congregagao.
S1. -- As pess6as que frequentarem tais curses, com
pro ,lifn, serd fornecido Am certifioado consignando a'na-
turezr da aprendizagem feitf,
S2." Os cursos para professors publicos serlo
cri a n ilo' em cnlaboraRio com a Diretoria de Instrug8l
Publiea.

CAPITULO I

Da forma de ensino
Art. 8. 0 ensino, qua serA to.-ic-o, pratico, obede-
cerA a metodos intuitivos, \isando o desenvolvimento das
faculdadcs de raciocinio e d a do estulante para a b6a
coDnpreensAo e aplicaaco das disciplines professadas.
SArt. 9., As auls teoricas oonsistirio em exposip6es
ou prelec6es claras sobre. os pontos dos programs aptio-
vados pela CongregaC~o, devendo destes consiar a indica-
rlo da bibliografia por onde possa o assunto ser melbor
estudado.
Art. 10 O ensino pratico cnnsistird em trabalhos
de llIl.orn'.rio, de oficinas e de campo, feilos nas depen-
dencias da Escola ou em excurs6es e est-gios em estabele-
cimentos agricolas, pastoris,e irndustriais, obedecendo a
programs aprovados na forma do artigo anterior.
Art. 11 As aulas teoricas durario 50 minutes efe-
fivos e o sen numero por semana obedecerA As exigenclas
de cad% dijciplina.
Art. 12 As-aulas praticas abrangerao o espago mi-
nimo de 2 briias, quando nos laboratorios,-e fdra deles
podenro se alongnr, de acbrdo com a natureza dos tra-
balhos.
i li:c', A As alulas praticas ter0lo cn~,iler objetivo
e nio r r.'::.i. solb pretext algum, ser lra isformoadas em
Saulas teorieao .
CAPTTULO IV :

D)o reim'iii;n, esqrnlar
A 'l. 13" 0 rro ;lorn ,In P'r ..-,[ ~ o r..nF"ato. comn
fr'equ.n.i:I ol.nig lmria As arrnl; (%er, icans, p .prTii.ios e fra-
pahllos i'inLioos ..


: 1.* EIitre OF exerriciio estfo ceomprepndidos oR mi-

Ait. 14. Todas as atividades escolares obedecerao aos
progriam:Il e hnr.q'ioa esthbelecidos pela GongregaCito a
mandados eunjrrir pela DireLoria..
ArL i5. 0 ano leltio serA divjdido em dois periidos,
sendo o primeiro de I." de Marco a 15 de Junho e o e@iignd
de 15 de Julbo a 15 de No'vembro.
Art. 1~. 0 aproveilarieoto dos alunos pura proimollhi
de um period para outfo e de dado ann para o subset
quenle, serA determinado em funcao dos seguinles fatores.,
a) mtdia de duas provas escrilas parciai, leoricas,
feitas perante o professor da cadeira;
b) media de duas provas pralicas, especialment- or-
gnizradas papa tal tim;
c, nola de umm prova oral no fim do period, sobrai
tl)da a material explicada, peraute bancis examinadoras;
d) media geral das nolas didas aos trabalhos de labo-
ratorio, nas cadeiras onde estes absorvam grande tempo;
el nola ou coeficiente de fr .queocia.
1. Corn os tres ou quatro primeiros fatores sero,
Ipara cada materia, tirada a media geral, A-qual eerA feilal
aplioacio do coeficiepte de frequencia,, considerando-se
aprovados os estudantes que tenham grau igual a quatrq
e meio (4,5) ou superior, e reprovados os estudantes que
lenham abaixo de quatro e meio (4,5).
2.- Os graus de aprovago tergo a seguinte gradacAo:
4,5 a 5,99, simplesmenle; 6,0 a 8,99, plenamente; 9 -
10, disting(o.

V 3.' A nota on ooeficiente de frequeneia serf tomadqf
com o fim de tornar 'tma' peildade a h'equenoia obriga.
toria, obedecendo ao beguinte criteria: ate cinco (5) faltag
no period em eada material, serio relevadas; de seis (6)i
faltas acima, nd period, cada falta obrigara uma reducgl
de ill de ponto na inddia geral. Aoima de 12Ifaltas lia
sera permitida a profnovio.
4. Para ef#ito do que dispfle o paragrafo anterior,
bompreendem-se as faltas nao justificadas e a parole na4d
abonada das demais faltas.
5.0 A justificapoo de faltas ed poderd ser feita quand.i
cometidas por motive de forca maior ou molestia, devendlt
o estudante dar ciencia A Diretoria logo que se fagam sen.
tir tais motives, pard que estl prlriidva a averifioacio ne*'
cessaria, Inclusive o exame medico que serA pago polo esm
tudante, .... .. ..

6. As faltas justifliadas serio abonadas pela me-
tade.
7." O estudante que faltar As provas escritas e pra *
ticas, sem motivo justificado, te i'nota 0. '
Art. 17. O estudante que for aprovado em todas ad
materials de ambos os perlodos, exceto em uma, poderg
prestar exame perante banca especial, antes do inioin do
ano letivo imediato.

Art. 18. AleI mda observancia aos deveres escolares
6 o estudante obrigado a observer todas as disposioies ali-
nenles A discipline inlerna da 1esoola, e a zelar pelo boni
nome desta, sob pena de inoorrer nas punic6es regula-
mentares:

a) oensura verbal, reservadu;
b) oensura verbal, publioa;
c) censura escrita;
d) suspenslo atd dez (10) dias;
e) suspensao por tempo indeterminado, com perda dl
ano;
f) expulsro da Escola.
S i.' Essas penalidades serho empregadas enm carter
prarljtivo, send a'Bede leras a, h d d nfrihniic5o do Di-
reloria e ao de let.ras e f de al ilbiii.:to

DIARTO OFTL.TA'


Janeiro de 19:13


960 Sexto-fcli .a, 8














$txl-f~ia 8_ DIARI OFIt janirodo193 G


CA.PIL'[1il.) v

D o roitnl ii c puro i ninlririIl e g rflnai rdo. e (/dJ prelii',s

Art. 19. A n litrtil ip i r[)riissao i no; c .' o- r.gu-
larP-i daI EseIla seli f;'I r'a nledinarte n cnindii:'5,. s*.muinles:
.; Idade minima de 16 ant,;. priovadrl pnr Ic'rtiliJo ou0
do'U'r.-iento equivall ntle:
S2 Atestado de vaciia contra varioln;
I Alesirndo de que nao 6 porlador do mnile.lia ci.n-
ilgi .,.r.:
11 Prona de idJentdade, em arre Pnlt,'1o de pessba
idon-T.i. crn fiirma recouhecida;
ai Cerlificado de apro\'anSo, nos C;inr.oi-:ls oficiais e
equiparados, dos exams dos srgiuintes preplih norio"s -
Portugus, Frant s, Inglhs. ou Alernm~, Geogrnfra, Hislo-
rio do Brasil, Aiilnlmlica, Geomctria Plnna q Algonra al6
'equar6es do i." grnu, inclusive.
i." Na falta do .rtlificadt. a que se rrefic o n. 5.
/era preslado eyame de ndmissiio das materias menio-
aadas. em banes especial, req lisitada ao Ginasio da Ba-
oia.
2., Aos esludantes do interior do Eslado, onde 6 di-
licil o estudo de linguas, bem assim dquelhs da capital
loom aprovacves plenas em Lodas as demals materias, sera
Ipermilida a malrirula em c.aso de falta de cerLificado ou
rpeprovacao em uma das linguas exigidas, cor a condiiao
.e ser preslado exame da mesma no fim do 1i. ano.
Art. 20. A malricula nos anos subsequenles dos cur-
s.os cegulares sera feila mediante certificados extraidos
poels Secretarin, dos quais oonstarao as respectivas media
Igeru i?.
Art. 21. Nos cursos de pequena durar-ao a que su
tefe:e o arligo 7.", podergo so inscrever quaisquer pes-
B6as inleressadas, exceuuadas aouelas que a Diretoria jul-
uise jIp born aviso vedar a entrada na Escula por motive
oe bigiene, discipline ou morslidade.
I s 1-* A inscric.o far-se-a mediante simples pedido es-
Xrito, isento de taxas.
2.* Na inscricfo de professors publicos terso pro-
6erencia os designados pela Diretoria de Instr.uao Pu-
plic?
3." Os cursos dar.o direito a um oertific-ado aqueles
ue revelarem bom aproveitamento, firmado pelo Diretor
a Escola, ap6s informaclo dos encarregados dos cursos
I do pagamento das taxas devidas polo interessado.
Art. 22. A graduacs o nos oursos regulars serA con-
eguida medianle a promocao em lodos os anos, cumprindo
o graduando, para fazer j6s ao titulo, apresentar um re-
aorio final sobre os assuntos designados pela Congro-
caov, de acordo corn a natureza da especializac5o seguida.
Art. 23. Aos ostudantes diplomados ap6s cursos dis-
ntos serlo concedidos premios, havendo cada ano um
rimeiro e um segundo premio para cada espeojalizac~o,
um total de sells premios, sendo 3 primeiros e 3 se-
ndoe.

l.o Os primeiros premios lerlo valor do tres condos
ld reis (3:0005000) cada, a os segundos de um conto e
uinbentos mil rdls ( :500$000) cada, e serio dados pre-
;erentemente para auxillo de despesas de viogens de estudo
j6ra do Estado, s6 podendo, por6m, os promlados recebe-los,
tara fal fim, nas seguintes condic6es:
n., Lerem pratica de pelo menos dois anos em trabalhos
sun especializacio fdra da Escola;
i b) aceitare.m programs de estudos a escolha do local
doe execut4-los, por indica; o da Escola;
c) comipromelerem-se a apresen-tar uni relatorio dela-
1iado dos pontos teenicos por si estudados do interesse
jpara o meto agricola local. .
2,. Ao diplomado que iseije r&eober seu premio logo
a sal fti da Eql poArie r feiS a & o lOrpg do. mosmoI


U ol. '' 1l!1 dit' i li),i:.c, do arlas il tL!!i r dp.olulns, ma-
qillin.l r.-'r' i,,. nrparelhns de laboratlrio e aninni4 de
r.a%-,. i ,..il, r orrrrepoiJn an prenmli, conm a obrliga io
de se3;e' 0 : U ri.-nmos iililizados r,elo preriiiado.

C.\PITULO VI

Dal b.ilos es5'.iorei
A.rt 21. N'o? ,i.iil o'. regulars serir :obr.a:las do es-
tuldasi!l?. an!u:lmenle., as : i. i uintes taxas :
a' [3axi. de m.tricula. de c:nri mil rnis 100 $O'JOI, e1t
diin; pi::l;i;u5:-s iie lns. 50O.iiO no :rinDCir o de cala pe-.
r'odo;
bj tlan dc inscriiiio rpra pexme Je adnmiks5o, de Cin.
cocn ia mil ii; I' O50 00i0 1.
I'aragrafo uni'o. Pelas pro\as prel.adas pnernle banc-
esppe ,ial si'or cul't.da a taxa do cCne mil rtir ; 1 10i.O000'
Art. 25. Serio rnantidos: 8 logares gratuiti:s, dois eir
cnda ano, p:a-' rapazes pobres, dandlo--e pre.[er,?ncia ao
filho s de agricultores.
S1.' A indi:.afio pira os logares gratuitos :er: fo.itl
pelo Consellho SllSuperior Diretivo.
2.o 0 aluno aLraLuilo repro'.ado em ex-mire ferderi
direito ao lc-ar.
Art. 26 Pars os trabalhos de ljboralorio e ojtros em
que receba material da Escola, lerA o estudante que de-
positar na SecreLaria uma taxa ou fund de garantia, ar-
bilrada pelo Professor da cadeirn, do qual Ihb' sera devol-
vido o saldo no termino do period, descoalada a part
relaliTa ao material eltrjgado.
Art. 27. Para as exiirsdes e estagis a Esicola ,:usteiarA
as desptsas de transporte, correndo todas as dernais pot
conta do estrudante.
CAPITULO VII

Dos na!iidades acndenrihas

Art. 28. A Escola procurara, pelos nmeios ao seu al.
chance, croar ambient fisico, moral e intellectual destinada
a desenvolver a personalitade do estudante. Os desportos,
o espirito associative e de sdo cole.,uismo, os torneios aca-
demicos para estudos e diiscuss6es de assuntos agronomicos,
a harmonia entire mestres e discipulos, serao objeto da con-
tinuada atencio da Diretoria, em colaboraigo corn as asso-
cia'6es estudanLinas.
Art. 29. A Escola ministrarA instrurau nulitar e Cflisa
sos estudantes, come disyriplina obrigaloria dos cu sos re-
gulares, para isso havendo um deparlamnento especial a
cargo de instrutor military.

CAPITULO VInF

Do pesoal didalico

Art. 30. 0 peasoal didatico seri composfo de prores-
sorado e dos auxiliares de ensino.
Art. 31. O professarado se dividira em duas categories
regular e colaborador.
Art. 32. O professorado regular serA constiluido pelos
professors cathdraticos, regents das c.adeiras em que se
agruparn as disciplines rnitisLradas na Escola, e em seu
conjunto formard a Congirega-ao.
ArL 33. Os professors colaboradores seroo os espe-
cialistas e Iccnicos enCpregados orn esstabelecimentos agri-
Colas olfiiais ou particulars onde sejam realizados os es-
Ludos de especializac Lo dos aursos.
i.odP contrato dos services de laJs professor ser.
feilo quaudo nio seja pos.ivel- aos professores regulars
aconypanharom Ifra da scola todos os trnbalhos e estudos
e eosprcializaaa&q


Sex.id-l'ira, 3


DIA\RIO CP~iCL-%-L


Janeiro de 1932 961


I |













9d2 ~ Lr,~;1 Dl iilU [ICL


2" A :pini; o *, i'rofr?; oi;. -.: ,! i,,:lra3 Jol's sCrd o0l-
.id.a prjl Congretr,,i.5o e p1'ia Dill.,ti d, da E~ola,- ara a
moi..i pFleriita oiw anizf2,o dos cui'so U de quei os mesrios
ie ei ic arrv-^'irca).
.\rl. 3 0. i. nxiliaves de crisiaa seri. a professor d'
dcr irilho, :, p i.-Ill .:lldorl. -li ,:l i,_Jres e os auxiliaries do,?
i'-, j- ':- di :. ip. ,? i:, '.r:.lecrnia.
i 1.' i.,:, 'ri illoi Lii u ,:r.,~'; does nas seguintes ea-
dtelra_ :
l-rjli l." ccdJiii3
1- nj I. c.:,-i, a


I i.I
2. ." l:.O um a.ijxiiar de camp ou ebefe
]e ..i ii ti I j
S. .\s ., It.' e II. id'C-lisra8s ti-rlo um auxiliar de
:',,, ,'l 1.1 : '., t r iniriir i .
.i." A l .' a.,iie a n ,: Iia ii a xiliar.
.\t. :..". 0. pi :pird.il 'i-i'ip3{idohres a (s ohefes de
r:,rp, ,? ,:,,i:t,...:n b.l tl itjir.,o o~L professors em case de
Jni-ri n-diil:nli pr r desiia.ilo da Diretoria, quando se
'.ihlil-n ro dJ: ,:cn',i,'pnh,: de t:ais fuWtBes tero direito a
a-sl nrl n.:i C...ri',:,a;. i: j \n6 ilttagens ectuniarias de-
:'Trrenls da silJitnl,; hi
Paragrafo unico. Na cadeira dL S. Economicas e So-
siais a substituico sera feta per umn professor, mediante
esig r, cao da Diretoria.
Art 36. 0 professor de di.ienho ficard subordinado a
V." eadeira, tendo tambem obr i tio de executar trabalhos
(desenhos A mao Iivre e aquarela-de planthf a sues par-.
tes, dia;ram',i economics, etc.) requialtades poles nnwet*
professors.
CAPITULO IX

Dos direitos e deveres do -pessoal didatico
Art. 37. Os pro:fessrr."i regulates eou eatedraticos se-
rao obrigados a empregar todo seu esforo afim de elevar
o nivel do ensino. das suas disciplinaa. e de rear uma aiesi-
tia agricola de apli,:.i,.o local.
Si.o Para elevar o nivel do, easiao, oa plufessores
ser~e obrigados a dar cor re~uhridJde tades os pontos
theories c pratieos dos programas.a provados pela GCowng e

2.0 Para rear uni4 oiencia agri.ola de a~glieaoa le-
cal, todos os professors deverlo se orientar no seuti4d do
sompilar estudos feitos alhures que tenhamn a4liciao di-
reta .:a nossoe meio; de amumular roateriia al obserzva fa4
tos e fenomenos locais, para di.morjn'lia;,ies e exerplifi.
cacto; do realizar pesquizas sobre os features liatuais, eco-
nomioos e sociais sob cuja inflnenofa se process a nossa
vida agricola.
Art. 38. Al6m dos trabalhos nos curses regulars, os
professors serao obrigados a pir:l. iL seus services aos our-
sos de ferias, de acordo com os pilCiamonis para os mesmos
organizados; e a tender a consultas sobre suas especia-
lidades, miediante tlie;t,:iri da Dirrtnrin da Escola.
Art. 39. Os auxiliares de ensino serao obrigados a
cumrni a as determina qes que thes forem dadias pelos-pro-
fessores catedraticos a que se achem s.ibordinados, esfor-
ando,-se do iual sorte no fsonid. de darem a maior efT-
cienFia & sAau; a040e etn beneftcia; 'dea cursoqe. '
Art. 40. s; pro-fessores eate fratieos teio- obrigai"lo
de lel'lIl.r semanalmente at4 10 boras de s-ervico A E0se01a,
distrib~Eido- esse- temes entre saul teeriese: e pratieas, eon-
fornie as e.xgeasoi~S do prwgramaas dSa cursos regulares
e dos cFirsOs dQ e ferii:s
Paragrafo Unico. Fi-'a dessert tieinp ter o ainda a
r-liiiga;fio dt prei ta int ornila~tes sobi 'eais censiaulIt.alel-
; n:. eliimjiinhadas T i~ Direiriia. la rea.teria- de ana pe*-
sinI:da e".


I 1 0 s -i, lli.-i I ,-d o r isI n I i .,i 1 ,[ i IL '.1 1 ,, ,1i
1,,ii eSi:l. iig, gl i le, ulh. Ju lii'. as ilt. ?i']\ ir a l -' .,i
diJ lid0l'Ju uJIIl as i:':l''i i'id? i lJus i)'u t3D s.
Ar[. <2. Peli,, ;rvi. \' i n: 'pi r,,-, 'f -i'.:-i i .ii tig.'s
4i) e 41, r13L' n -s p'r [ fes;oi tleS at .ixcil aies ji t 6 rero u-
1i,'rn.i'So con1 lrj nl,' d.i Lil1.i. .'.13u imi iil,,"' ailUjlnlr l [i,. O
r";s'- 'al da E:i:la.
[Par'igi I U nir:l o. O. sl,? i 4 ,. 'Al ,'[ilin r'irj ser1'
r (!rlhuldo:s s undo e l.ibel (L Idu iiiS dil 8jsi,;*es 3ransi-
.,-,i 'i .
Art. A3. Os profc-ss:oreP elaibo lodoreIs I.cro as obri-
ga':,r e v.ii[,, Ji'js fl'ia .is na ucasi.o do 'oii.l ato de seus

CAPIT'l.'LO X

Di a'lilt,;.7 d,, p,'~,rnl d d.',,ilLc

Art. 44. Os e.irgoi de proilessoit.? ri,oulires ou cate-
draticos ser3o pite'ncliJos por concurio ou por men!rat),
n Ci' lli do Consieliil .h upe:ior Du rclivo.
1." O couLrilo c seL permilido qualdo se tratir dQ
professional de recconhrcida capiacidale, provada por iInba-
Ihos cienLificns c-~spcializarii s ia mialeria, tLociniic efL
cienle no rnagislei io erii (!lal elciinieiulos conge.uere?, e 'ii'.-
dr crpecialiita.io que babillte ao .exeriicio do cargo.
2. Quaado for dada preferencia ao concurso, serjo
publicadas com antecedencia de seis (6) mrses, as disposi.
,res rejuladoras do nme. o.
Art. 45. Nomeado per concurs ou contratado, o pro-
fessor sera submatldo a um period de piova de tres (3)]
anos, afim de demorn!rar sua capacidade para o mngiste-
rio. Findo esse prazo, si, pela orientacio dos seus cursory
pela realize~ o de estudos e trafbahos originals, dentro dA
sua especialidade, prvar sua completa astidlo para Q
posto, serd aele mantido come efetivo; em ease eontrario
serA, dispensado, sem direita a qualquer indenizaeao, oet
aproveitado em outio serviho do Estado, si flver mats d
dez (10) anos de service.
1." 0 professor a quem f6r reconheoida capaoidadd
para eontinuar no cargo s6 tedr direita i vitaliciediadd
depois de i@Q anos de exercieio de suas fi.nees.
Art,. 46. Os cargos do auxiliares serito tambem preen,
chides por aeuurso ou eontrate, seguido-se para os mes-
mos as disposi6cs adetlads para oe professors.
&. i Teri preference para as oarges de auiliarev.
os alunos diplomados pela Es la, conm curses distintos 4
b6a ondatal.
& 2. Os auxiliaries que revelarem aptidies e zelo nq
exereciai doa oargo, terlSo preferencia para ocupar inte4l
rinamenta as vagas de professor, indepeniente di concu'so,
por simple promno~o, sujeita & prova de 3 anos, ftilat
os quais serft oonsideradoe professors efetivos, tornado,
se oitalicioe depois de dez (1iO) anos.
I Art. 47. As nomeai6es por senurso ou plP oo ontratt
'como tambea o julgamente da capacidade dw pessoni dida-.
tico, serRo feitos por indicago do Conselho Superior D-.
retivo ao Governo do EI.lado.

CAPITULO XI

Da CongregaqGa

Art. 48. A Cougregaegio seor formada pela reuniio
dos professors catedratioos em exerclcio, sob a presideut
cia do Diretor da E-cola.
i." Os auxiliaries no exercicin de substitute toeio
tarnbeii assento na CongregaCao,
$ 0 Secret-ario da Escola assistitr 4s eu~Lniues pass
reparo- e ei-fura das ates.
Art. 49. A Congregafio se reunflr ordinarlamnate tI
dias anfte f,. coimejo e do enoerramento dos priedoa Te.


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* 3 U R.O.C LJna......


tivos, para aprovacso des programs doe carsea e des
assuntos atieaent aos exames, mediante convocacao de Di-
Ireor que aarcari dia e hora das raonibes. Extraordina-
giamente so reunir1 todas as vezes que baja motivo, a juiza
da Diretoria ou a requerimento de 2 ou mais professors.
Ar' 50. As rpuni6es ordinaries a e araordinarlas ad
poderfo deiiberar com a presenca de pelo menos dais
ler;os dos professores, excelo nas sessoes solenes, quo
funDionarao com qualquer numero.
Art. 51. Faltando numero legal, a(6 meia hora depois
Idaiquela que bouver sido designada no aviso de coavocacao,
nao haverd sess o. lavrando-se urma ata que, mencionando
eo orrrido, recebert a assinatura dos professores pre-

Art. 52. Nas deliberaC6es da CongregaqCo prevalecer;
a maioria de votes dos professors presents e a votaClo
scr' nominal, cabendo ao Diretor aldm do seu voto, como
professor, aquele de qualidade.
Art. 53. O membro da Congregagio preseute a ses-
alo nao poderd exinir-se de votbr, salvo em easo de sus-
pensao, a o que se rel.irar, sem motivo just, a juizo do
Director, incorreri em fall, como se lBo houvesse com-
parecido.
Ar'. 54. Ao professor que deixar de comparecer is
reuuiOes, pem motive de forea maior, 6 juizo do Direlor,
lao qual sera apresentada justificacqo escrita, antes da
reunijo, serito impostas as penalidades da perda de !'tes
|{3: dias de vencimenLos e a consignagio da falta na ala
'da sesslo.
Unico. Na mesma pena incorrera o professor Incurso
eIo ,rtigo anterior.
Art. 55. A' Congregaoll compete:
a) Elaborar as programs dos oursos e doliborar sobre
tles;
b) Organizer os ponlos para exames e as Instruc6es
para o rvmnrursuu.;
c) Designer as bmncas paTa exames a concursos;
d) Prestor so Diral.or o auxilio ne6cssarlo na mann-
jcnl,5o do regimen disciplinary:
e) Preslar ao Diretor a colalboracvo necossarla ao
plevanlamento tecnico, moral e spiritual da Escola, nas
Inanifestc5eUs do .eu oessoal dnoeote discente:
fQ Celebrar as sessoes solenes de graduacio, para dis-
tribiivflo dos diplomas e premios:
g) Preparar memorial que sera entregue pnlo seu
tcpresontante junto a o Conselho Superior Diretivo, indi-
cando a este os sous pontos de vista sobre assuntos de
)iatureza didatica;
h) Aplicnr as penas regularnentares de suas atri-
buiMCes e a mercer do cancelamento de outras penas im-
postas quando o estudanto pela sua aplicanlo e procedi-
mncnlo dA mniotras de complete correc.o;
i; Delibernr sobre as pretencaes do corpo discenle.
Art. 56. Para Sclarecimento dos points de vista dos
plunos, no que diz respeilo as letras f e i do arlfgo ante-
trior, seri permltido que um representante do corpo dis-
Icente compareca Is reuniies da Congregagro pare a qua
serA felto convite pelo Diretor.

I Unico Esse representante fra sua eopocir-on da
tnotivos, diseutirl os assunlos de sua atribuifio, mas nii.
podera assistir a votaggo das deliberac5es, nem tomar
part na menema.

OPTrPULO XII

Dae ndiatinistraulo a do pessoal admini.itrntfrv

Art. 57. A administraeco da Escola sera confiada,
por livre nrmrrieao do GovErno, a um dos professor C
catedrlrioos, a qual exercor o cargo de Diretor e nao


poeri acumular o exeticio de outro emurego ou funcia
estranhas ts atividades da Escola.
Unico. O DireLor, em case de impedimento, qut
obrigue siu ausencia ldas unpces par maiS de seis 16)
dias, sera substituide per outro professor caletdatico, de-
signado pelo Secretaria da Agricultura.
Art. 58. Como auxiliaries da administr. Ro LerA a
Escola urn Secretario, urn escriturario-datilografo urn
porteiro-continuo, um zeladar-bibliotecario, um continue
da Secret n.ri e quairo serventes.
S Uunic. Tert ainda a Esoola pesa al diarista desti-
nado ao- sern ios de conservaCao das dependence s, tra-
balhos de campo e outros, que sera admitido pelo Diretor,
de ac6rdo coir. as necessidades dos services e dentro dos
recurssos oreamentarios.
Art. 69. O DireLor 6 o superior hier1rquico de Lodo
o pessoal cdministrativo, competindo-lhe fazer cumprir o
regimenl3 inferno onde se aoham esLabeleoidas as obri-
gacis do tooos as funrionarios.
Art. 0O. Incumbe ao Diretor tomar todas as provi-
dencias para manutengko da discipline escolar, funciona-
monto regular dos curses, bba ordem na vida interua e
externo da Escola e encaminhament.o de todas as quest5es
que dependain de snlucao do Governo ou do Conswlho
Superior Diretivo.
Unico. No desempenhn do sues fun95es o Direaor
agirl de ae6rdo com o qua dispSe este regulamento e com
as especificav6es do regimento interno.
Art. 61. Cabe so pessoal auxiliar da administration
executor os deveres inerentes os seus cairgos .- cumprir
as recoinendacSes da Diretoria que digam respeito a pro-
videnrias do ocasino, que inter' c", hA"- -'rchb dos
serviVos, previstas on an no regiment interno.
Art. 62. O Direlor serd obrigado a apresentar ao
Secretario da Agriculture, atW o dia 15 de Janeiro, o rela-
torio annual da Escola, bem como organizer e remoter, em
t'poca oportuna, o projeto para o orcamento de cada exer-
icico, e todas as informafes que The sejam solicitadas.
Paragrafo unico. Cabe so Diretor, igualmente, o dcves
do assistir is reunites do Conselho Superior Diretivo.
Art. 63. O pessoal administrative peroeberi as van.
tagens fixadas na tabela respective, e quanto a ri'rias gn-
zara prazo identico aos demais funcionarios do Estado (15)
quinze dias, compelindo-lhe, no period em que se arha-
rem interrompidos os trabalhos dos curses regulars. pres-
tar sue assistenoia Aqueles dos oursos de pequena duragiao
e execular quaisquer outros de interests para a Escola.
a criteria da Diretoria.

C.PITULO XIrI

Da divisdo das caderras

Art. 64. As cadelras em que se agrapam as discipli-
nas ministradas nos oursos, fioam assim divididas:

1.* Cadeira Bolanica e Ciencias correlatas.
2." Cadeira Zoologia Agrioola e Ciencias ook.relatas
2.' Cadeira Quimica Inorganica.
4." Cadeira Quimioa Organica e Agricola.
6.' Cadeira Matematioa, Fisica a suas aplicaCte,
6.' Cadeira Engenharia Rural.
7. Cadeira Agricultura Geral.
.'" Cadeira Agrioultura Especial.
9." Cadeira Zooteenia Geral e Ecpecal..
10.' Cadeira Laticinios a Industrias Animaia.
Ii." Cadeira Medicina Veterinaria a Higiene Rural.
12.' Cadeira Clencias Economicas e Socials.
Art. 65. As eadeiras serAl subdivididas em disaipli-
nas, a eslas dislribuidas pelos oursos de notrdo corn a na.
turoza da especializaolo seguida.
Art. 65. Aldm das 12 oadeiras mencionadas no artig


DiARTO OFiGUAI J atuu u. 193o me


inxea-oru*, 0


~di~
c.




... .... ...,


964 Sextasl.eu', 8


PtARIO OFICIA '


Janeiro dl 1932


64, lh:iveii larnibcm una cad'ira de desenho, subordinada
,6 'idclira de Enrgri h.- ria Rliita, e uni rcuiis de ingles apli-
Oado ao esludo de traduPOes e leituras agi icolas.
P[ar.m-,ji ,. uiiiic .'. ia..el. de de5ienhn e o curso do
inglis serao regido"?- nmrdrt'J t central.

CAPITLLO XIV

Dari in.. ilries

Arl. 67. Para at.,nder' is exigencri s dio ensino, a Es-
ncl : dispo riia alm d,-s sujs salos de .:l,3, das seguiriles

j Labur'atlorio de Bolarnia Agrl:ola rom H'erbariunj.
I) L:iio ai i ori o de Z :..., .l 1, Ernlot lj-ll.gia e Zooteenla-
ci L.jbo alPa:rio, dei Qui.iniila Gerni, inr.iganica e Mine-

d' LAl.,oiatl-ri de Quimriie Agricol: e Teenohlogia lu-

e, Laborjto i o de Flsiska e Eugtilnaria Rural.
fI Latirato:rio de s61os, fertilisanole e semenles.
g) Gabinete< de Ciencias Economiia-w.
hi Gal:,inele de Desenbo e Engenhanaa Rural,
i) Laborlaorio e hospital veterinario.
j, Oiirina e pavilhfo de maquin.-s agricolas..
I." E.ses laboratories e gabineles ficarao subordl-
nados, direlamente, As cadeiras que constituem objelo de
sua especialidade. endro. pourir obrigardo de facilitarem
o? elements didaLicos e tenjcos de que dispuzerem para
o estudo de quaisquer ponlos que interessem as demais ca-
deiras.
.'" Todr.: as laboralorios e deperndencias da Escola
El do briades a prestar auxiiio para o estudo de quest0es
que uiern:-ssm a agriculture do Eslado; e nos laborato-
rio, de Quirmiera funL:iunarir uma secr-f', de analyses para
pesFquiizas obre yII.-s, rniner;i s e prodiilodt: vegetais e ani-
lir i ,Ie il ter sSe ri-it ni.eijir io.
.3." Plias riniali.- s ex:-ici adr s3 de tac-i-o corm r para-
gr'if: niereri-.i iM -c-ro ,',bridia talxac. de i'ujio produlo 113
d,:tin.-i r '- l.:, it ai depil-; is do labrnt.I-ri: e 213 serao
de -hf lna 3:0 pifi:t-:-oi e a n-, auxiliary's ,que executarem o
s e r ,. 1 17 1 .
Arl. 68. Pissuiir, a E-:orla urma b;ijioi.e:-a com rala
do leitula, par. uso dos esdl.dinteiL, piol)ssores e auxl-
liarei do ensirin.
Paragrafo unico. A bhibtltca crnteij ceoleijees de li-
vrou didalics sobre lodas aS dis:iplii:ias doj curso, otras
e revislas sobre asiuntrs agricolas, evln ni-sei'a a e acio-
nais.
At[. 69. F4ra de sua s,-de conensr Escola com a co-
}aborari:o das seguintes dep:indencias das Secietarias do
E itj l..*.
a) Cmrpo de Denjonlrai;Ao de O dina e depeuden-
tids nele cxi. sentes;
b., Esq'iadr5o de Cavalaria da Poli:iia;
c) LAboratorio Br omatologico da Sa6de Publica.
Par.griafo uni,.'o. Ci einirenlos que se referem as
!etlas a, b e i serian utLlli;ad:i para .i.uJdos prilicos, rme-
i'hinto enlcndirmento comni as Secrr-t.ria a que s5o subor-
finados.l .
Ari. i7. 0 OGuver no do Est:id,) eitiari rAn i-nialndi-
nerito rcom o Minislirio da Agricull.tui, para que sejarn
permiti.idas. rnm F-,us e;-flsbl:elicimenl.l O die Lavoura e Cria-
rEi, as licilidndeq necrsaiins aos estudos doe qspec.ali-
Faci.0.
Par;-aginafo uniiro. A E.o-rla conibin.idA comn os dirtores
dcCes. enstabelec:imrienls t sod as ras .'idereirs para tais
e slud:s. :'rrtlril.-tnio.i qunrido pr, oi- cr.. et i(os luos re--
ferirdos dirctore- e outros eennic-os aiIS exit'enltes, ranio
irri'fponrpes colaboradrror~.
Art. 71. \ E':tIla (-ni ar erni el r-js ndlini f-l. coI' os
c-!abclee-iri:.nls arri.',i.-s r. industrial s onde Do.s.ar Ser


feilos esludos uteis is especiali.sanries, no sentido de set
facilitado o estagio dos estudanlcs e a organizacao de oursoj
dirigidos pelos teenicos dos refeerdos estabelecimeutos. enl
colaboragao cor os professors da Escola.

CAPITULO XV

Da Instliluifio "do Conselho Superior Dir'eivo e dd.
Patrimonio da Escola

Art. 72. A Escola Ijri um Conselho Superior Dire4-
tivo, destinado a estreitar as relao'es da InslituicAo conm
o meio rural, e a defender e presligior o Ensino Agricola'
no Estado.
Art. 73. 0 Conselbo ser. consll uido de pessOas nlheiaS
A polilica parlidaria, do reconhecida idoneidade moral al
intelertual, ligadas as alividades agricolas, industrials, eco-
nomicas e educativas do Estado.
4 1." A nomeavqo do Conselho serd fei-la pelo cbefi"
do execulivo Est.adual, per proposta do secrelario da Agri-
cullura.
2." Os membros no total de seis (6), serio nomean
dos semn discririnaCvo do prazo de duraqBo do mandateW
e depois fario eleic o, entire si, para escolba de dous quql
exercerao o mandate por seis (6) anos, dous por quatraq
:(4) anos, ficando os ultimos dous cor o mandate de doug
(2) anos.
3.0 Os membros nomeados para substituiCgo da-
queles oujo mandate f6r terminando, terao exercicio paril
o praso maximo, isto e, de seis (6) anos. Os nomeados paral
preenchimento de vages por niore ou renuncia comple-
tarao o praso dos antecessores.
Art.. 74. Ao Conselho compete administrar o patrol
mionio da Escola, recommendar ao Governo toda a sort
de medidas destinadas a favorccer os interesses da Inslti
tui,.o, inclusive aquelas que d;gam respeito a reformag
e a norneario e exoneranCo do pessoal didatico.
Paragrafo unico. As decisOes do Conselho serlo to-
rnadas pelo volo do maioria composta da metade lde seug
membros e mas urn.
Art. 75. Os nembros do Conselho es reunirio ordina-
riamente duas vezes por ano, no firn de cada term e apd4
o encerramento dos tr-abalbho escolares, emr sessao especiar
na s6de da Escola, cor a presence do Secretario da Agrii
cultural, do Direlor, de um representante da Congregac~j
e de um represenLante do corpo discente.
1.* Nessa reun~Ao os membros do Conselho ouvir5gi.
as sugestOes. e id6as de ceda uma das part acima refec'
ridas, relatives a quessties de interesse da Esoola, sugesc
tles e id4as que serlo concretizadas em memorials eli
cMilos, os quais serlo discutidos e conservados para de-
liberai-.5l posterior do Conselbo.
2." 0 memorial do Diretor da Escola sera acompca'
nhado de uma copia do relalorio sinltcico da maroha di
Escola durante o period.
S 3.* Oilo dias ap6s esta ri-uniao o Conselho apre,
senlard ao Governo suns recornendacoes sabre os pontos
submietidos A sua apreciai.ilo, propondo as medidas a serez
Ti:stas em pratica.
g ., Extraordiuna ioanlj&etI o Conselho podera se reunfi
a qualq ljer terpo, per convocarAo da majoria dos saus
riembros ou do Secrelaria da Agricultura.
Arl. 76. Os nmembros do Conselho nfo Lorao 'direiflt
a remuinelraiao, fazendo jGs s6mente A inrdenizadio de des-
i'i-ss de p assagens e hospedagem, as quais ser5o pagal
pela verba da Escola
Ar. 77. 'Serd instituido um1 furndo do pat.rimonio doa
E-cola, formrnado pelansldO'ai;es feilas polos poderes publicoo
c pjor par(tiula.tes, c.uja adrirnistrariao calbrA ao Coneelhl
Superior Diretivo.
S8 1.' Os renirsoas natI immrniais tetio seu conver limnt


----=~-












Janeiro ild 1932 965


de prnferencia am apolices, terras e propriedades, cujos
5ur'os e renda; serAo destinados no melhqramento das insta-
lacj.i,-s da Escola.
S2. Svmriento quando excedur a valores prod'jiiuJ
ren..ia superilir a 100:000.10000 anuais, poderi' as subras
do principal e juiros ter aplicari-i: difeLente daq'liqu la cre-
visla no p aragr['fo 3nlernur

CAPITULO XVI

DipoilrJeoi gerois e ifrnsiloriaT

Art. 78. Ernrjndo emn' vigor o prresnle r,?gtl.Iriento
iram o0 pritfesor'res alu'is, que fore-m apro>eilados, su-
!eilcos is oiprsi:i; ,les relnlias no pr'soral didalicf;', corni res-
sal'.'a da conrit e de t..Impo para seu apro''eltanicnto em
oul ir t -i I' A i' Esl:ido.

.\il 7'. NJs \j,.is qLIe s? d'rem fulurarmerit s6 po-
i.erj, ser contratado 1. ou admitidi':'s a concurs: engenheiros
ragrn:nomosr e agi,:norr,,., com '\:e;Jo das cadeiras 3.' e 4.',
qji prd,,_'iii ltambemn sur (>.'i rpdas p,:r diplomados oni e--
Sc iQnir r, mrli, c. a a 6- nl renor-l.p5r. tamrm


3." As deliberac6es ,omarlns de neOrdo com este
arligo e sous paragratos licar.)o fazendo parle integrante'
do reguljnjento ap6s aprol'\da. pelo Goel.ruo.
Art. 84 Logo que a situar-io financeira do E.lndo o
permiln, para que possa a Escola alingir sun integral fi-
r.alidade. seron nbordados os seguintes ponlos qiie por de-
ficiencia de retursos n5o podem ser alacados no moment:
aj agruparnenito drs naterias em dppnrltameilos, com
a conmpletn apjrelhagem das respectivas instalagies;
b) intllui,;io do regimen de tempo integral para o
prolessorado e lodo pcsoal didatico;
ci transferencia da E'cola para o inLerior do Esladlo.
Art 85. A presence reform entrara em exer''urao a
partir de I." de Janeiro de 1932, dela ficando isentos
qunnlo aos prograrnas clds cursos os alunos dos aluais 3."
e 4 anos, Lpurn os quais serio mantidos os programs em
vigor.


Art. SG. Revogam-se as disposiq6es em contrario.
Set'ilarin da Agricultura, Induslria, Comcrcio, Viacio
e Obras Publicas do Estado da Balia, em 18 de Dezembrc
d- 1931. ia) Alraro N. Ramos, Secretario da Agri-
cultura.


sei uiipnd:a por r-gnriIr-s c:iis, e M1.. per medico DECRETO N. 7.895, DE 31 D .EZ BRO
N "el l t i f n c L
**.r- gro unilo. D':. if-io, ig'i.lme nle, rec ir em en-
grnlir, .ln5 grtnoiS., e a~rrion'nos as nomnjea.es para a,' -- Indullta sentencindos em comnomi
Silir*- do eririo. ci)o a dala da Fraternidade (Jnivel
\I1 80. U).s args cd- a.ijtliatre de ensino serno pre-
nciimrs n d n'ed'ida da_ ni.cesiidades dos curso-, mtantido 0 Interventor Federal no Estado da Bahia, no
idhcdJ. .i o de cliefe de "- i;ro. de campo a os de prodes- de as atribuices, tendo cnm ista os pedidos que lhe
sOr.- .1 dsenho e inrl-s e incluid- nro ormento, irEd ti ram dirigidos pelos presidiarios abaixo noneudos, os qi
para dl preparadr,:.-repel.idol:es, r, qvua. serao aclmn1i-
ic, p-, ir citrnlratl, (c.,m r,i,,1rn so de prestor Servir-us a 1.1.1 e:xibe lm duicunentos comprobat.rios de seu bom compo
de- i'ii cadeiJa. comno f,.:r Io,enlrinle. nento'.. na prisio em que se acham; e
'. 81. I.s prOc-fe-ores e uuxiliarre do en;nino, em- C:nsiderando o eniejo de exercer o direito de indi
qu. i ro f.Ar psi.l ;, adoi ll. regimen do tempo na data consagrada i Fraternidade Universal, cono e
linli-.,al. ai.m dos xcen,:ir:ienilr, curnsanados mn tabela, fa- mulo aos s ntenciados que hem procedem;
Ti, ir~ 3 i.nas g faliien, io x.Lrir rdiiarria pIlns luras de Res ve
ser'. io prel.-dj.- alrr do niurnol'ro a Qi.i sa0 Orbrigal os\
'eg ,hi nr' ,Int irniri nl,'. Indullar os presidiarios d.a Penitenciaria do Esl
SI C.,i hira r-:ti ,o,,ii.'Nria do prroressor seir piga 106. Tu5ri Ad.o Rodrigues de Amorim: 121, Ben:vi
ri r .0 de 011j,!) Ii i il r.'-n l.l-adju: r.--rpeli dores e chcb les Jj.s de Souza ; 441, D:,miniro Jesuino Pacheco l'Av
Ie p e .'Ol-.r-,i a -;:. 70 1, Jo: i Url.ano de .Magalhels, e 708 Firnino Rodrig
9 .' Qiunioar em eri i.Tes oi services firu da si.'dc jo .i
'd, IL-'L o --osca 'l dd'itir'o 'a r i'ls a rir,-a diana. p'r-
enil, dirr-t.i,:, .a ,,gi.-m e:.t.rrirdinnrra a que S,: refere Palraio do Governo do E-.:tdo da Bahia. 31 de Dezi
'estnil r-o e --u pra-rI-.,fo rprinwiru. bro de 1931. (Assinados) JuP.\AC M. M.\GALH
8'. (;' prrLmr- dr o -rirs i? d rjlliriiil d:is .4. H1. Bao)s P'orlo Joio Faod.
rli!v '-lini d:is coadr-ii'va= sri:- d,-tfjnit \ mn-rp cl iae lbor,]adaj _
t.el. r..rAra 5,n d. Es,:,i. erinio o- ar s s. e 2 DEC'LTO N. 7.896, DE 31 DE DEZENMBRO DE 1
'de slmplI,'s sugi -L l a -i- ap lerlii:oa3dos por umr estuido
En~is. :'i ll[l' ii l..Jo de l.o.lus ci rrol: esiiores. Ci a nro leim o d RlV Bnlrb
Siir.gralo unico.. Na clnhorarco dns progrTmas doi rnijis tro diJtrit's de p aT, conO
u ,r_-- omp'i o .i adeia' s .r trot rie.pjelita'i.. r I'--pe- nunjjii:n:,GeL i de Paair iso, Lagedrini
El.i\ amirnl, eil,?p doi.s onto s ftnilrnrit m r.ihis: ormiernle i.5o no Moro d Flo s.
entido Jas 3 e-p, .ialJan,,es a que s refere o artifco 5." e ,
tuint.ro das c.deirus a qJe 5 referee o alfio a.. 0 Interventor Federal no E.tado da Bahia, no
nurnoro da; cidcirus a quoe s refere a a'liqo G.'.
.\!t. 8':. 0; poritos ,:nimjs os n-le regulam.r-tlo, e que de suas atil:ibu:c'e e tendo em vista a conveniencia
lx. .11.. iri,'ji.ita s-ij l.a"o, ?t.in re-soi'.idos nediJane cn- crenoaq de mais tres distrito. de lpaz no term de I
Bull.IJa do Di,'-tor da Esco'la no Si-creario da A-gricullura, o Bai]o-a:
qu li brni\'ira pirlrtari delerini ando .'i- instrucies a serem Decreta:
:,-:e ,.'jda;.
IJ." Plno.- que inltre-ernm an-unlo didaLico .s,, pode- Art. 1.0 Sio creados mwlcs Ires distritos de pa no tei
rao s-ri tborda.los co-n pr'-i;a nu.iivneia dq Congr.peg.i:-p. de Ruy Barbosa, com as denariniaqes de Paraiso, L.
dinho e M\orrm das Flores.
? ?. Ponlts que inporlem em alterario do< dispoili- Art. 2." Fican estabelecidas as linhas divisorias
os .*,lil-'lnmenlareds 56 podrifio ser resolvidos com audj en-
cia do Con.slho S, perir Direlivo, ou fieario n ,-,lu,,:es liovos distritos de paz, de ac'rdd com os limnites dos atl
'Ide irne-rgerrnn Lr'niailas a seu respeilo sujeilas A B~pfircga-
cao do n lesmoo C.onrellio. ,o Rn ..r.A.-,rl .,, nr ror i n ln P.rn inP.arirai .m


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SDTIARITO OFICIAE '"














1h~---6- -e-to-feira S VIARIO C~IO1AD Janeiro d- 1g


ditritos policiais, creados pelos decretos ns. 6.891, de 11
de Julbo de 1931, 7.773, de 9 de Fevereiro- de 191ne
2.424, de 18 de Marqo de 1921, respectivamente.
.Art. 3.' Revogam-se as dispo,-iqces emi c'jitranio.
Palacio do Governo do Estado da Baiah, ein 31 de De-
n J.ro:. de 1931. (Assinados)-J- p .\,-i M. MAcALHAES-
. 1 / 'r. : Portlo.

!)EC .'iTO N. 7.909. DE 31 DE DEZEMIBRO DE 1931
Atie o .io dr : ~upletieutar de Rs.
I :072Si3. rubric- I'esoc'al eletivo,
'.. let.,'! A, arL. do orCanento
U Inter.'entor Federal no Eitado da Bahmi, no uso
de suas atribliiies e tendo em .'ist~t o que no sen conhe-
ciilento troupe Secretario da PTlicia e Seguranqa Publica,
s:.br,: a in-iificiencia do salJo existent na d-lta;Ao orqa-
1iLentaria dlestinada ao pagamento dos .veiincim'ntos do pes-
.:,al efeti'o da Iii.ip-e ria de \'ici .lo :;
Considerando que esta diferenqa term sa ju;tiiicativa
:. fatl de 1-ihaer sido restabelecido, per de.reto n. 7.362,
e, 14 d eAbril de 1931, o cargo de Sub-Ini:p,'tor de Veicu-
1o.4 coni o encis ven en antigr, e e em obe. lie-icia lki n.
1.542, ide 23 de Agc, sto de 1921;
U.arido, da b atribuic.jes que Ile coniere o n. VIII,
alr. 7. das dispoicSes ger.;is do orcamnento \ige'te';
Decrets :
Art. tunico E' aberto a Secretaria da Policia e Se-
guranra Publica o credit suplemeniar na importaucia de
Rs. 1:072$632 (urn conto setenta e dois mil seistentos e
trinta e dois reis), a verba do 5.0 letra A, rubrica Pessoal
efetivo, art. 3. do orqamento vigente, afir de tender, ati
o encerramento do exercicio, ao pagamento das despesas
que corren pela citada verba.
Palacio do Governo do Estado da Bahia. 31 de Dezem-
bro de 1931. (Assinados) JARACY M. r,,'c:.L1iiXES
Joio Facd.

IECrE T'O N. 7.912, DE 31 DE DFZEMBRO DE 1931
Autoriza o Prefeito de Paramirim a
abrir umn credit -cspcial.
0 Interventor Federal no Estado da Bahia, no uso
de suas atribuiq6es, tendo em vista a solicitaqco que .he
foi feita pelo Sr. rrefeitr de Param iiii e os pareceres da
Diretoria de Adrninistragio :lMuukii.:l. resolve autorizar
o mesmo Prefeito a abrir um credit especial de sete con-
tos de rdis (70000$000), para aqui.d.io de um predio, na
sede do respective :inicipcl-,, dC.ltina'.1 a lojical;zaicio do
T'el.:.ra fu Nacional.
Palacio do Governo do Estado da Bahia, 31 de Dezem-
bro de 1931. (Assinados) JURAC M. 'rC.r..LT1F7n.
A- A. B airros Porto.

DECR.ETO N. 7.913, DE 31 DE D. ::,' .1[:PO DE 1931
Autoriza o Pvefeito dl Santo Este-
vanma abri' i-.i.i, -1 ,jl iii.id lI u;.
0 Interentor Federal no l' j h.ild. no aso
de suas atribuiqSes, tendo en vista as ,ii.; -Lt;-'s que Uhe
foi feita pelo Sr, Prefeiio :Ie Santo EX.1.; -iin e os oareceres'


da Diretoria de Administra o mesmo Prefeito a abrir os credits suplementaree del
tres contos de reis (3 000$000) um conto e quinhentos
mil reis (1:500$000) e dois contos de reis (2:00O$000), as
verbas, respectivamente, do 10 dos artu. 2.0 e 4.0 e d(I
art. 6.0 do or;anieuto em vig.:r no referido mnuicipio.
Palacio do Governo do Estado da Bahia, 31 de Dezenm-
bro de 1931. (Assinados) JuRACY M. MAC..HAM.,
- A. H. Barros Porto.

DECRETO N. 7.914, DE 31 DE DEZEMBRO DE 19311
AulCtoia o Prel ito de Canavleiras
a ai-rir unt credrlio siiu lemenl ar dg
30 :000($000.

O Interventor Fedcrrl no Estadc, da Bahia, no usa
ae suas atribuiq6es, tendo em ista a ssolicitaq6es que ]h4
foram feitas pelo Sr. Prefeito de Canavieiras e os parece-
res da Diretoria de Admiui-rracao Municipal, resolve au-
torizar o mesmo PrefeiLo a abrir utn credit stplemnentaf
de trinta contos de reis (30 .000$COO0), a verba destinada
a contribuic.o das quotas de.ida, rpelo recpcctivo municipio
ao Estado.
Palacio do Govero o d Estrilo da Balhia. 31 de Dezein-
bro de 1931. (Assinados) IARAC I M. MAGALraI.A
A. H. Barros Porte.

DECRETO N. 7.915, DE 31 DE DI7Z.IMBRO DE 1931X
Autoriza 6 'Profeili die RenmaBro a
abrir erediitos tiipllPnuntales.

0 interventor Federal no Es!ado da Bahia, no usq
de sUas atnbuic6es e tendo ent vista a solicitac5io que Ihe
foi feita pelo Sr. Prefeito de Remanso e os pareceres da
Diretoria de Administragio Municiipl, reo-'.e autorizar (
mesmo Prefeito a abrir os credits iipleleenliares de: qui,,
nhentos e quarenta mil r6is (540$000); oitocentos e cino
cwenta mil reis (850$000); oitocent:os '.inte e duis mil
reis (822000); dezesete mil rd.-i (17.$000'; vinte e uni
mil e quarenta e sete reis (21.$0417); duzeitr e sessenta e
sete mil oitocentos e sessenta e quatro rkdis 267$864' ; qua-
tro contos e quitheinfos mil reis (4:500$ji000) novecenitos
mile seiCcentos r4is (900$60); cento e vinte e doiit mil e
tiez rntos reis (122$.300)), is verba., re-pectivamenl*e, dop
5., letra D e 8. letra A, 10.0 learns A e B, 17 lena A',
21 letra, A, 22 letras B e e 22 do ai r. 1.' de orcamncnto
em vigor no referido mnunkipiv.
Palacio do Gov'erno o doEsladuk da l-lli:i. 31 de De-
zembro de 1931. (AEcinadre)-,-Jti.acv M. MaACALH3XS
A. H. Barros Porto.

DFL.CPETO N. 7.96., DE 31 DE TF.7.M:l I D1- 1931

Autorizy .a I'1, lji, 1,- i Suw Fran-
cisco a abrr uiii I dili 'l ;[ r-i; l.
0 Intcj. '.i tor Federal no Esta I-, .h. lanli:, ,.j u.. dJe
suas atribuilcs, tendo em vista a ..olicitamio que MIHe foi
feita pelo Sr. Prefe.ito de Si- Fat':icio e os palilrese$
ra Dirietria de Admumisitria. riiriiainl a ri,'iilo. re-
.1 i. ml'i ,-,..'7, 1 o Prefeito de ,r:. FlinT c a -,ri.r u cre-


Janeiro de 1932


966 extlo-'feira, 8


DUARIO C.l'CIA














JJOaiiro dc 1032? 2 u


lito especial de vinte e tres contos oitocentos e oltenta e
eis mil e oitocentos e trinta e nove reis (23:886$839)
para ocorrer, de acordo corn as forqas do Municipio, ac
pagamento da sua divida passive. descriminada na referida
solicitasao.
Palacio do Governo do Estado da Bahia, em 31 de
,Pezembro de 1931. (Assinados) _UFACY M. M.C.'A-
.,IEJS A.4. H. Barros Porto.

--

DECRETO N. 7.917. DE 31 DE DEZEMURU DE 193t

.\utorriza o Prefalo de Irara a
atlnr urn credit sulrer-menitr.

O Interventor Federal no Estado da Balia. no uso as
Iais atribuiq&es, tendo em vista a solicitaQao que Ihe foi
ieita pelo Sr. Prefito de Irari e os pareceres da Dire-
,toria de Administracao Municipal, resolve autorizar o mes-
no Prefeito a abrir o credit suplementar de um conto e
piuinhentos mil reis (1:5rJ0000'0) verba do 7.* do art.
L1." do orcamento em vigor no referido Municipio.
Palacio do Governo do Estado da Bahia, 31 de De-
;gembro de 1931. (Assinados) Juir.NcvY M MAcALL;ES
A. H. Barros Porto.



.DECRE'IO N. 7.918. DE 31 DE DEZEMBRO DE 1931

Auioriza o Prefeito ide eabra a
abrir ,.reduitro supplement r.s.

O Interrentor Federal no Estado da BahJa, no us': de
suas atribuic6es, tendo em vista a solicitacio que lie foi
iram feitas pelo Sr. Prefeito de Seabra e os pareceres da
Diretoria de Adminiistradoco Municipal, resolve autorizar o
inesmo Prefeito a abrir os credits suplenentares de: qua-
remna mil rris (40$00) ; cento e vinte mil reis (120$000)
e duzentos e dez muil ris (210$000) As verbas, respecti-
yamente, "Aluguel de casa", "'Eventuais" e "Despesas Ju-
'diciarias", do or;amento em vigor no referido Municipio.,
Palacio do Governo do Estado da Bahia, 31 de De-
Zembro de 1931. (Assinados) JU ACY M. MACALHA.ES
A. H. Barros Porto.



DECRETO N. 7.919, DE 31 DE DEZEMBRO DE 1931

Aul,,i-za ': Preif-tu t Ie C ut J' a
abrir os credits suplerentilres,

0 intervtetor Federal uo Estado da Babia, no usa .ie
sihas atribuih3es, tendo em vista a solicitao que Ihe foi
'feia pelo Sr. Prefetio de Cairu' e os pareceres da Dire-
toria de Adiniiuitraqao Municipal, resolve autorizar o mes-
mno Prefeito a abrir os credits suplementares de: cento
e xinte e cinco mil r6is (125$000): cento e oitenta mil rdis


(180$000) ; quinlientos e tinnta inil reis (330$00) ; contc
e um mil e quntrocenlos rtis (101$400); tres contos dui
zentos e vinte e sete mil r6i. (3:227$000) : quinhentos e
setenta e quatro nil e quinhentos r6is (574$500) e cento
e iotenta e quatro mil e quinhentos reis (184$500) as ver-
bas. respectivamenite, do. pairagrafl s 1., letra C. 2.a, 3.A,
5.'" 6.-, 17.0 e 21. do oramrlento em vigor no rcferido
Mmuicipio.
Palacio do Coverno do Estado da Bahia, 31 de Dc-
zembio de 1931. (Assinado) JURACY NM. MAC.ALMH.:S
.4. H. Bair's Porto.


DECRETO N. 7.920, DE 31 DE DEZEMBRO DE 1931

AnLoriza o Prefeilo de Ilabuna
ahrir t -edilos suplemeilares.

U Intervenor Federal no Estado da Bahia. no uso de
soas atribuig6es, tendo em vista a solicitacao que ]he fol
feita pelo Sr. Prefeito de Itabuna e os parer.eres da Di-
retoria de Administrac.o Municipdl, resolve autorizar o
mesmo Pre(eito a abrir os credits suplementares de: ses-
senta contos de reis (60:00)$000); cincoenta e dois con-
tos de r6is (52:000$000); dez contos de reis (10:00(0000)
e dcco contos de r6is (5:000$000), is verbas respectiva-
mente, 'Obras Publicas", "Contribuilao ao Estado",
"Eventuais" e "Custas Judiciarias", do orqamento em vi-
gor no referido Municipio.
Palacio do Governo do Estado da Ballia, 31 de De,
zembro de 1931. (Assinado) Jun cY M. MAGALHETl.S
A. H. Barrns Porto.

DECRETO N. 7.921, DE 31 DE DEZEMBRO DE 1931

Atloriza o Prefeio di' Santa In.0s
a bhrir credits suIplemenilares.

O Interventor Federsl no Estado da Bahia, no uso de
suas atribuih6es, tendo em vista a solicitaqo que Ihe foi
feita pelo Sr. Prefeito de Santa Inis e os pareceres da Di-
retoria de AdministraSao Municipal, resolve autorizar o
mesmo Prefeito a abrir os credits suplementares de:
quinze contos de rEis (15:000$000); e nm conto a sete-
centos mil reis (1:70(0000) is verbas, respectivamente,
"Obras Publicas" e "Eventuais" do orqamento em vigor
no referido Municipio.
Palacio do Governo do Estado da Bahia, 31 te De-
zembro de 1931. (Assinados) JUR.%Ct M. MIAcALHAES
- A. H. Barros Porto.


DECRETO N. 7.922, DE 31 DE DEZEMBRO DE 1931

Aindotiza o Profoio do Sao Gon-
Calo a abrir credltos suploni-oiitires.

U Ihterearor Federal no Estalo da Bahia. no iuso de
suas atribuiq6es, tendo enm vista a solicita~5o que lhe f,,i
feita pel:, Sr. Prefeito de Sf.o Gnicnalo e os pareeres da
Diretoria de Admtnhistr ieo Municipal, resolve autorizar


_


-- ----r --~


DURTIO OrrGLAL


ib'X ,La-7 e I M -




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