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___"w ~ --- -..a,--,,14^^~g~S6B *~ &S^Al dfr A9- ^Lp. d / {/ S- / = /6 y / ) ..- .A 4 L ., ., 8__g -^. # ~~5~ jPL4A I .rx &- 3*L~A ~W A,- (f) /) ,.._,/ d -- "/ d e a o 4. aid' ___ .) Ja ,J, ,,^ ,-,, .,4. _ ,,-,/ C <.& -^>._ A^--- - / / <- - __ ,, ,-,Al Ale----- _____ E^ZC ^^ ^ .______________ .s) Ae-a^^. ,^^t><^ as e.. ad, e d' i ,o, ,^- ^ ^ ^ -. . ^_ ,_ " 4- A----^ .^ d .-y - J va, C _____________________3-^ ^JL________________________ -,-o *____________________________________^^^Z._________ ------------- ------ ------ --- ;. ^* ---- -, ------- -* e -- _ - ------- -- -- -- --- - f * -at *1-- -- - --- -- \J -- ONCObi ECiHINATA 900 grams of se ed m/m 15,.J00 seed. Collected *.-I-32 from Terrace A. Tie Seed-Bed. 1 Pr;,. tion of a). ;.p;lm 03 to 40 mtAtrs per square m.ater of decr.yjd coffee hulls on surface. b). S.ade up 1.5 ems. Cdep, mixing Ui. coffee huull ;with soil. ...... t1 0, C.... +e J. Lo- s&eed b t;he r: te of m/mr 100 per meter of rov. 6 cr-es is m/m 10J soeds. 15 dc is m/m 0lO. Laeds. 4) .-- r: t r LL so theq c,.-0 :J. cultivated i LL ttk 1el-btlr. every --c.k, before aud whilee the se-ds .r C"rin-ting. 5). Continue to cu.tivate eveTryg -ea ; w'il the: a"dlings gre growing. 3-e-Ofrt/ 2f^ 4 / M / A4LZ^ aivtL / I~a/e Pomar 1). Trr.nspl-.n to pomar when the largest nmuc;-s :re O to -iO cms. t.lL ). Trz:nsolant ;,ith a block of earti. ihis species hs -',' r;putFtion of ,firng difficult to trs rsplant. ?.e tr nspl.nted ours to T-rvce A in a block and did not loose cL sin(Kl plant. 3). Set out in pomar, 5 s 5 mt-rs (4JO mu;Chs por ha.) Observations. 1). The s-3d of this species is sAid to coLt;in 136.6 of Chaulmoog.- oil. :). :Te first crop produced or. terrace A cont -in- d :-.'.)ut one &"nUd OL,-t-~nt..l liter of Cheulmoogra oil. ). T:- L:3C.jr i'o.ucti&e ,nush -roduc 'd -.31 fruits; c-lcul::tud to con- t._in one-h:.lf lite-r of chaulmoogr.. oil. 4). Tvio other oushes :ro.ucea more thr; one hu!inaiid fruits. 5). 3od:. fruits yielded 18LO jrums of air dried seed; m/m &3500 se.ds 6). A liter of aii-dried se-_-d weighed 57% grams. (5-II- :-) (signa..) .h.Rolfs iA'4'/47 4" f- 3 ONCOBA ECHINATA 900 grams of setd m/m 15.000 seed. Collected 23-I-32 from Terr.ce A. The Seed-Bed. 1). PrsacrL tion of a). Apply k0 to 40 nmters per square meter of decayed coffee hulls on surface. b). Spcide up c'5 ems. deep, raixing the coffee hulls v.ith soil. ) M 1-- -J4U *u- -r W-ir' .-.0 dC f k^ rI4i9i p ijp 5). Uow seed ;.t the r te of m/m 100 per meter of row. 6 grams is m/m 100 seads. 15 6c is m/m 100 seeds. 4). M.rk tbhe o'ws so theg c-rn :e cultivated ..itl a v.heel-hoe, every i.eek, before end while the seads are gor'minrting. 5). Continue to cultivate every week while the seedlings :re growing. L-5-cianged to meatr rov.s 1 m. apart and cover ith stra . an eEave off cultivation unless insects boti-:er. The Fomar 1). TrFnspl.nt to pomar when the largest muaci:s are 30 to 40 cms. t;lL z). Tr-nsplant with a lock of earth. This species hcs a. reputation of being difficult to transplant. We transplanted ours to Terrace A in a block and did not loose a single plant. 3). Set out in pomar, 5 x 5 meters (400 mud!;s per ha.) Observations. i). The seed of this species is said to cont:tin 46.6 0 of Chaulmoogre oil. I). The first crop produced on Terrace A contbain;d :bout o:e aZind one-tn~tih liter of Chaulmoogra oil. 3). The most pro1uctide bush produced 2G1 fruits; calculated to con- tain one-half liter of chaulmoogra oil. 4)* Txo other bushes produced more tlin one hundred fruits. 5). 682 fruits yielded 1820 grams of air dried seed; m/m 35.)00 seeds 6). A liter of aid-dried seed v;wighed 573 grams. (signed) P.E.Rolfs Conferencia realizadra em Lima irts 25 d.e Janeira e 313 poal J.G. Duque. ** "nr, x , r c +I: * -4 it L *, . rbi I s +" C " "* "~ ;C " 1~ i hJA~C~~t~. r L L. Ltf-3 . f .-"g 'LL 41 *, "" " ^ ii ~ rr rL, * ,F1 r I . ;ra r I ~r i i~ c pi`E ~ ~CU1. ;' `T~Ci i ... 94~d d/A duZ~a, I4 ~t&A-8r 6e4~ 44CLU /VILA1/ ACI-wv w~h;7 ~L S-o , /^~y^ o. ~ CCC~L~~-~I~I;LC~C~I ~jY ~jZ ~5~ j~s~a~C' a7C I -.- V*LAJ ~*4 -?cc 4.~-l~ LA q.&. Jb^ J^ (' i & 4^U -E~ O^. ^ Z ..- 7E~C ~ oeo e-x '--zf-- KA -4A- la^~~ ^Ji ^d. /^^:^tct 9 fiz 2,8,;9 ~ J ~Z~t~~Ted~L~" ~Cd~o ~Z~Zc/c~e ~OCcL~a ~LcL~U ~-?t~ Z- -~ ~-1~2~-- --I ~CCI*L 0 RURALISMO E SEUS GRANDES PROBLEMS ACTUAES. Em todos os paizes a populagao esta dividida em dois grandes grupos.o da cidade(urbano) e o do campo(rural). 0 estudo da populacio da cidade, em relacao as'suas condigoes de vidachama-se urbanismo. Ha,sem duvida, grandes e importantes problems de urbanismo em todo o Brasil,mas o seu estudo n6s o deixamos aos especialistas no assumpto. 0 povo do campo ou da fazenda,nas suas condicoes physicas(saude,hygiene) economicas(o ganho e o gasto),moraes(bem estar,tranquilidade) e sociaes (reunioes,diversoes,conversas uteis) tem na hora actual difficeis pro- blemas a resolver,o estudo dos quaes n6s chamamos ruralismo. Tres factos importantissimos tornam o ruralismo mais important do que o urbanismo no Brasil:I) o povo do campo constitute a maioria da popula- gao do Estado de Minas a do paiz 2) a gente do,campo e support ecno- mico da nossa civilizagao porque a agricultural e a maior e quasi unica fonte de riquezai 3) o povo do campo passa actualmente a peior vida por- que o trabalho e mais long e mais e mais rudetem pouco divertimento, tem pouca opportunidade de aprender qualquer coisa util para si,recebe mais tardiamente os effeitos beneficos da civilizagao. N6s sabemos que em todos os paizes pouco populososnovos,como o nosso, a gente rural nao s6 4 a base economica,a productora da riquezamas tambem a base vital porque sendo em geral mais forte(excepgao de febres e verminoses),mards sadiaella 4 a sementeiraa fornecedora de habitan- tes para as cidadespois,e um phenomenon universal demais s'abido que a populagao urbana deixada a si mesma desappareceria em 4 geragoes. No Brasil tudo o que fizermos em pr61 do ruralismo resultara num 1ortale- cimento geraldirecto e indirectodo paiz. Foipoisbaseado nestas consideragoes preliminaresdas quaes fica visi- vel a importancia do home da fazenda,que reunindo minhas observagoes e estudos durante 3 annos sobre as condigoes agricolas de Lima Duarte e depois de 3 annos de magisterio agricola,2 dos quaes na E.S.A.V. de' Minas Geraeseu tenho a ousadia de vir falar-vos. Qualquer pessoa que observer no momanto actual a vida da populacao do campo em todos os seus aspectos,neste municipio e no Brasil, poderg ver que existe.urna grande difficuldade de trabalhar,um lucro tao pequeno ,ae que nao compensa o tempo gastopouca commodidade e satisfaa.eoemfim uma baixa condicao de vida. Para se descobrir as causes desta condicao pouco satisfactoria para o fazendeiro e o trabalhador rural,n6s devemos examiner a vida e as con- digoes agricolas em que actuaram, os nossos antepassados e procurar nos acontecimentos de entao ate hoje a origem da crise actual. 0 fazendei- ro ha 50 annos passadosno Brasil,posauia ao lado de uma grande area braqo escravo baratissimo corn auxilio nao menor da fertilidade gran- de do solo. Alem destes poderosos factors de ptoducgo o faztndeiro Pn- tigo era ainda auxiliado pela nao concorrencia dos outros paizes ao Brasil nos principles productoa tropicaes porque alem do transport pouco desenvolvido a agriculture como scienciaespecialmente a tropical nao havia aindaattingido nos outros paizes um nivel elevad6. A fazenda n'aquella epoca produzia quasi todos os products para bastar a si mesmao que era ganho em geral nao era gastoo home bastava-se 8 - corn pouco, o commercio nao era intensoa vida nao era caracterizada pdr grande movimentaqao,emfim era a 4poca de uma tivilizagco es1atica e con templativa. Factors que modificarsmn a vida do home actual. D'aquella epoca atd b dia de hoje as condicges da vida do home no mun- do mudaram quasi completamente de modo que o trabalho efficient" do ho- mem actual differ muito do do home antigo. Que factors contribuiram para esta mudangq. tao brusca,em 50 annos apenas,o espago da vida de um home? Os principles sao: I) o augment na densidade de populacao; 2)o ,desen- volvimento das vias de conmmunicacao; 3) accumulacao do ouro em alguns paizes em detriment de outros; 4)excesso de producao de alguns produ4 ctos; 5) instabilidad'e political da maioria das nagoes; 6) mudanga do do- 3 minio politico para o commercial; 7) o encurtamento da vida do homem.~" Cor excepcao de alguns factors todos as outros acima enumerados pode- riam ser-resumidos neste.grande desenvolvimento da Sciencia em alguns paizes nao acompanhado pela maioria dos povos da Terra. Examinemos agora parceladamente cada um dos factors acima citados. I) 0 augment na densidade da populacao tornou a6 fazendas menores, o solo empobreceumahor ns de pessoas deve viver em pequena. areasurgiu b attricto entire os homes e a .neccessidade da cooperagao-forma elevada de trabalho. Aqui jd comega a neccessidade da applicacao dos principios scientificos na cultivagao do solo. '2) As vias de communicagao progrediram extraordinariamente e 'trouxeram para o nosso paiz a concorrencia das nag^es adiantadas e novas id6as po- liticas para agitar o povo. 0 seguinte quadro mostra o desenvolviment- das vias de communicagao no mundo. Via de communicagaos Comego: -Velocid. pratica i930.. Navegagao a vela ............ seculo X. ........ ..I.5 a 20 K1ms. T h6a. Correio .....................seculo XVI.......... .. .. ..... ... Navegagao 6 vapor ............1803 6 KmnsI hora..30 a 40 Kms. I hora. Estradas de ferro............1825 20 Kms.I hora..60 a I00 Kms.I hora. Telegrapho......... .........1836...... .. o .muito rapido.o Telephone ................... .I876.... .. ........muito rapido, Automovel ....... ...... ..1. 900 .. .........., 080 a l20-i .Kms.I hora. Aeroplano....... ...... ....I 1906... ....,... ..I00 a 150 Kms;. Ihora. Radio ...... ................. 1912 ................instantanea. 0 desenvolvimento das vias de communicagao,que consistiu na applicagao pratica de principios scientificosannulou as distancias que separa: - um continent do outroum paiz do outrouma fazenda da outra..e surgiu, entfoa competigao para dar victoria aquelle- u Aquella que melhor sou- besse produzir. Venceram'e vencerao os paizes,as fazendas e os homes que empregaram os principios scientificos. da Physicada Chimicada Bio- logia,etc.,ha agriculture e n6s vemos os E.Unidos e Africa do. ul man- dando fructas em cameras frias e vapores rapidos ao Brasila Din~aarca. collocando manteiga rmuito barata em diversos marcados domundo,a Argen- tina vendendo ca.rnes frigorificadas na Inglaterraetc.. Tudo isto acon- tece hoje porque o transport e rapido,commodo' e pe~q, a industrial do frio(principio scientific) permittem annular as distancias5conservar e collocar products diversos em outros paizes;o que antigamente era im- possivel. Por isto o Brasil e seus fazendeiros'foram postos ao lado de- outros paizes e productores adinntadbs,que usam cada dia nos seus tra- balhos os mais novos conhecimentos proveitosos- da. bciencia aem.evolugao. Products agricolas do Lrasil.e os principles paizes competidores na A-rerica e n'oItros contionenftes. Productos Ame ia Outros continents; Algodo ... ............ E.Unids ,Brasil ... ..Egypto, ndia,ChinaRussia. Perd,Mexico. Cafe4 ..,.... ........BrasilColombia,.... .indias Orientaes -Hollandezas, Venezuela, Guatemala .Indias Orientaes Britanicas, Porto Rico. AngolaKenya. Borracha.............Brasil...............1 Indias Orientaes Hollandezas Indias Orientaes Britanicas, CeylaoBorneo Britanico. Fumo.........0.......BrasilE.Unidos. .....Indias Orientaes Hollandezas Cuba. i B.alkans,.Asia iienor,Europa *Cent. ! Product; America. Outros continents: Fumo................Brasil,E.Unidos, .......Indias Orientaes Holland. Cuba. Indias Orient. Britanic. Buropa Central e Occident. Africa do 5ul,India,China Assucar............ Cuba,E.Unidos,Brasil,...JavaAllemanhaPolonia, Argentina,Peru, Mauricio,Tcheco-Slovaquia Dominica,Porto Rico. Amendoas de coco...... Brasil..................NigefiaAfrica Occid.Fran. Congo BelgaInd.Orient.Hol. Fructos citricos...... E.Unidos,Porto Rico,....NespanhaItaliaPalestina. Brasil. Africa do Sul. Bananas .............. Honduras, Jamaica ....... Ilhas Canarias. Costa RicaBrasil, ____._ Colombia,Mexico. '3) A accumul-Co ao ouro em powder de poucos paizes(EUnidos,Inglaterra, Frangaetco)em detriment de outros paizes,resultante do desenvolvimento enorme da industrial ap6s a guerrazirregularizou a distribuiqao do ouro e trouxe uma desigualdade de poder acquisitivo de modo que os prizes corn pouco dinheiro,como o nosso,compram limitadmnente,na.o podem crear novas fontes de riqueza e a agriculture nao tem capital. 4. 0 excess de produgao do alguns generosconmocafe no Brasiltrigo e uvas nos E.Unidosaissucar no BrasilJava e Cubaborracha no Brasil eonas s"-. passsoies "holandezasletc.abaixa os progos,os productores recebem pou- co ouro o luctsn cor difficuldades para saldar os compromissoa e promo- vcr molhoramentos. D'aqui surge a neccessid.de de novos methods de ven- dado control da produ~9.o future om vista do provavel consume e a ur- goncia da investigacao de novas plants a seus mothodos culturaos pro- prios para a formagao do novas riquozas. 5 A instabilidade political de quasi todos os paizes do mundozoriginada pelo facto de que a Sciencia progrediu mais do que a Sociologia o . Economic Politicatrouxe o doscontontamento o a dGscronga sobre o futu- ro porque os governor estao tactoando cm busca do urna nova dircctriz caCnz de satisfazor ao home modern modificado pcla Scicncia. 6)A mudanga do dominion politico para o commercial do uma nag.o sobre otitra Todifica nao s6 a political intcrna mas trbem o commercio intorna- cional,exportagq.o impportacaOgde modo quo contribute muitas vczcs para . a decadoncia ou prosperidade do uma ou mais cultures tr-azndo um a mudan- Ca parcial e indirect na agriculture. o portanto n- vida do honcm do campo. f n n g S) (Coomn'o encurtar-ento da v/ida. h.mn-r. :o tempo tornou-so ur factor impor- n tantissimo d. r .noira qul -6preciso -ann.r mao de methods de producao \ muito rapid a fim de produzir o maximo no minimo de tempo. HojG G pre- ciso olhar,antos de tudoo fim das obras e nao o fim da vidacomo ou- trora era o habito. A ospectativa de grades descobortIs na ociencia e o auxilio quo os go- vernos t-m dado aos sabios e investigadores de vordadGs scicntificas nos levam a crer que a Agriculturaza Industria e o Comme-rcio continua- rao em progrosso mais vertiginoso affcctando profundamanto a- vida futu- ra do homom. Estas doscobertas c aporfeiqoamontos sc roforom ... fbri- cag.o de products syntheticoscontrole da Glotricidado atmospheric, novas descobortas biologicasetc.,quo os paizes,como um tododovcm es- tar ao par a fim de nao serom Gsmagados na concorrencia corn outros mr.is adiantados. O prgrosso do oualquer home em qualquer proffiss.o dcpGndo em saber adopter na pratica os mais novos conhecimcntos da .cioncii, quo affectam a sua occupagao. 0 mundo evoluiu muito dcprossa,n6osos destG municipionao acompanhamos a marchaficamos com a mentalidade de 50 an- hos atraz,estamos portanto fora da epoca em complete desaccordo com a .Agricultura Scientifica modern. 0 trabalho nas fazendas. 0 trabalho agricolacomo e praticado actualmente,e muito arduo,pouco pro- ductivomuito long e nao temos tempo para leituras,viagens e conversas de instrucgao. A vida rural assim da pouco prazer. 0 quadro abaixo mostra como o nosso trabalho e pouco productive e quan- to pouco cada individuo contribute para a entrada de ouro no paiz em re- lagao aos outros paizes,. Quociente de exportagao por I habitante: Nova Zelandia ..............929........... ....664$00 Canada........... 0 .... ...... .. I;092$000 SAustralia ........... ....... ............... 900$000 Argentina .................. ............... 774$000 Cuba....................... ...............636$000 Chile..000..0............. .............. 450$000 exico..................... ............... 3 8$000 Venezuela..... .. .. ..... ... ...0....... 314$000 Uniao Sul-Africana...... .......... ... 312$000 Uruguay........... ..... ............... 308$000 Peru ...........0......0.... ............... 202$000 Brasil0 ................... ......00 ......000 94$000 Minas Geraes,I habitante do campo,1927........ 142$644 Este quadro se refere aos povos de mais ou menos a mesma civilizagao que a nossa e mostra claramente a nossa pessima situagao economic. Os numerous abaixo mostram o resultado do nosso commercio international. Exportaqao brasileiratotal,I929.....3.860.482 contos. r nImportagao brasileira totalI929.0....3.524.738 contos. Isto mostra que o nosso trabalho nao e efficiente,rende poucoa expor- tagao e quasi igual & importagao ficando portanto pouco ouro no paiz. *E d'ahi surge a razao das nossas dividas. " Dividas da Unio. ...... 136.571.000 , Divicas dos Estados.... 80.000.000 Total.. 216.571.000 0 povo brasileiro 6 trabalhadoreconomico e zelosomas a efficiencia do trabalho 4 baixa e6 precise mudar o method de trabalhar na agriculture. Trabalhar mais con a cabega e menos com os bragosisto e, combinar a forga dos animaes ou outros motors e a resistencia das machines corn a intelligencia dos homes. Para isto 4 precise aprender a trabalhar em- pregando methodos scientificos modernos na agriculture. Dados sobre os trlabalhos agricolas nos E.Unidoss Populac.o total.................... .20.000.000 Habs. Populagao do campo................. 40.000.000 Habs. Ns de Has. trabalhlados por I homem..........4 Has. N de Has. trabalhados por I animal........ 6 Has. No de animals dirigidos por I home (com machinas)..3 animae Dados sobre o trabalho agricola em ,iin..s; Populacao total....................7.500.450 habs. Populagco do campo................. 5.800.000 hbs. Densidade geral da populcao ....... 2 Habs. I iKm.2 Superficie total............0......... .590.000 Kms.2 Superficie total em Has .............59.000.000 Has. Superficie em mattas................ 14.349.290 Has. Superficie em pastos e lavouras.....44.650.7IO Has. Area em pastos e lavouras,I hab. do campo....8 Has. s Exportaao do Estado de Minas,I927. Vegetaes e seus productss. ........607.I07.I52$999 Animaes e seus productos.......... 227.408.886$928 Total...834.5I6.049$927 Quociente de exportagao agricolaMinas,I hab. do campo,I927..I4 $644 Dados sobre o trabalho agricola em L.Duarte: Populayao total...................30.000 habs. Populnaao, do- campo ................20.000 habs. Densidade geral da populagao......20 habs.. I Km.2 Superficie total........I459 Kms.2...I45.900 Has. Superficie em mattas................. 2.I50'Has. . Superficie em pastos e lavouras.,....I33.750 Has. Area em past e lavoura-I hab. do compo....7 Has. Area cultivada em 1920.................2.754 Has. Os dados .acima mostram que estamos cultivando pequena areaum home pro- duzpouco e trabalha muito,ganha pouco e nao pode melhorar as suas con- digoes de vida E neccessario augmentar o ganho por homemaugmentando a sua produgao diaria em trabalho,para que o seu standard de vida tan- bem se eleve. Um dos meios de conseguir isto e trabalhar com machines. Na produqgo agrinola nFo so e precise maior quantidade de product por areamas tambem product mais barato per unidade de peso ou media e product de melhor qualidade para venda facil. N6s devemos cortar o custo de producao na part mais facil agoragcomsos meios de que podemos langar mao actualmentesmachinas simples,melhor se- menteensino dos empregados etc. 'Cor a importancia que a fazondao fazendeiro e o obreiro rural adquiri- ram no moment actualprincipalmente na Economia e Sociologia Brasilei- rase con os grades problems a resolver nao podemos espcrar tudo dos governosmuita coisa pode e deve ser feita pelr iniciativa particular G per isto os fazendeiros devem preparar a si mesmosaos filhos e aos ompregados para esta restauragco oconomica individual e national. Os moios quoe@evemos usar para tal fim scro ditos adiantetrataremos agora dos grandes impecilhos ao desenvolvimento agricola deste municipio e tambem de um modo geral para o Estado do Minas. Os grades problems agricolas actuaes. A transformacao da vida nos ultimos 50 annos,causada pelos factors atraz citadostrouxe nos homes da actualidado5na agricultura,uma list de questoes ruraes que exige solugo immodiata. 0 home trn de andar do par con a sun 6poc-. m parfeita concordancia corn a Scioncia so 6 quo elle nao quer ser dliminado noste proccesso do selegao natural que so chama concorrencia. Estos grandas problcmas quo urge rosolvor sao; I.ENFRAQUECIIZINTO DA TERRA DEVIDO AOS PROCCESSOS CULTURAES ROTINEIROS. Eros.o nos solos. pequena produgao. 'Perda da material brganica. Produgao cara. Suas causasF Falta de rotaqao cultural. Suas conseq. Pequeno lucro. Ausoacia do machines. Impossibilidade de Ma collocacgo das lavouras. Umelhoramentos. 2.Pequeno numoro de trabalhadores ruraes. 'i c-scontentamento. STrabalho manual e duro demais. 'Desanimo. Suas causasBaixo rendimento trabalho. Suas consoq.7Abandono fazenda. Salario baixo. 'Impossibilidade Pouco conforto e prazer. fazer trabalhos. j1 -. 7: 3. ESTRADAS DEFFICIENTES. VEspera pelo governor. SProducao escassa. Suas causes Incomprehensao do valor das ostradas. Falta do machines \apropriadas. Embaraqa venda products. Difficult educr.'o das Suas conseq criran as. Corta o contact com a civilizag9o. 'Estimula o rotinismo. 4.MAS CONDI CS DE VENDA DOS PRODUCTS. Falta unirD fazendeiros. Exploragao pelo Suas causes Ausencia tansporte rapid. Suas conseq 'intermediario. (Mau preparo product. 'Pequene lucro. 'Nenhum estimulo pa. melhores products. 5.DEFFICIENCIA NA SAUDE DO POVO DO C Falta de instrucQao. Falta"de hygiene. Suas causes Mas habitagoes. Alimentag9o incomplota. Trrbalho duro domais. Fraqueza physical e 'mental. Baixa efficien- Suas conseq. cia do trabalho. Pequena produgao por , I home. Pequeno ganho por-I ;omem. 6. MA ORGANIZAg~O DO TRABALHO DO LAR TOMANDO 0 TEMPO DA MULHER PARA LEITURAS,CONVERSAS UTEIS S MEDITAgOES SOBRE O MELHORAMENTO DO LAR E EDUCAQAO-DA FAMILIAR. I-'l} I p' Trabalhos muito manuaes. /Prejudica educagao Falta de horarios domesticos. da familiar. Suas causasfDefficienc.educaCao mulher. buas conseq. Falta conforto no i'MI administracao fazenda. na s4de fazenda. Vida pouco prazer. A mulher da fazenda tem um campo de acqao muito mais largo,mais comple- xo e important do que a sua companheira da cidade;ella dirige nao so a casa e a familiamas tambem tudo o que esti ao redor da sede. Ella precisa teralem das qualidades proprias para a sua grande missaotam- bem os attributes de firmeza,raciocinio e coragem para a substituicao do marido na gestao dos negocios. 0 numero de mulheres preparadas e talha- das para a vida modern e complex do campo e muito menor do que-as des- tinadas para outras proffissoes. Nao faremos muito corn o melhoramento do home s6o e precise elevar a mulher rural em instruccaoem conhecimentos de economic domestica,alimentaqao,etc. Pk... ' 7.ESCOLAS RURAES POUCO DESEJAVEIS EM QUANTIDADE E QIUALIDADE. HA U .i GRANIDE PERIGO Ei.M ALPHABETIZAR 0 POVO DO CAMPO DO MESMO MODO QUE 0 DA CIDADE PORQUE ELLE ABANDONARA 0 CAIMPO. 0 PROGRA~iVMA DA ESCOLA RURAL DEVE SER UM POUCO DIFFERENT D'AQUELLS DA CIDADE; 0 CAMPONEZ DEVEALEi o DE SABER LER E ESCREVERTAMIBIM COIUHECiE AS COISAS DO CAMIPO(A CASA,A HY+ GIENIEO TRATO DAS PLANTS E DOS AUI "~,ETC.) AFIM DE QUE ELLE POSSA / PREHENCHER I'CIS TARDECOIPLETALEiTE~T0 5EU FIM AGRICOLA PRODUCTIVE. Nesta obra nao podemos esperar tudo do governo,a.: fazenda como cellular productive e social pode fazer muita coisa em pr61 do melhoramento do povo. Cada fazenda ou grupo de fazendas deve ter a sua escola rural para instrucqao e ensinos praticos indispensaveis para o melhoramento geral da classes do campo. Certamente obstaculos formidaveis existem a veneer, I o principio sera defficiente,nao importae precise comIqar-* O que importa 4 crear escolas ruraes dentro da vida do campoQno ambiente ' u-l ^^A. /a% Of^^r^^u( xl -Ah, t5 .- a- 4-L-. L S /C~-ArWd do p4 cred do auiE a4/64A4SL'a 4. ^JC'ic-r S4S -^ fJ ^f~fULS/ e^C^W^-tx ^ S'" Ju- r- .^ -z-^ _I^^~ZZZ ^-^c ^-->^^ <^y;^>^ ^^^y/y da producao e da actividade,tal como e a civilizagao actual dynamic e realizadora. ) yl. 0 que cumpre fazer. A resoluqao dos nossos problems agricolas pode ser encerrada n'uma s6 chave: o melhoramento do home e da mulher ruraes. Se o fazendeiro pro- cura saber mais sobre agriculturase educa os filhos agricolamente e en- sina coisas ruraes aos empregados elle tera resolvido todos os proble- mas economics e sociaes que existem em sua propriedade. A chave da civilizagao do seculo XX e o home e a mulher aperfeigoados. *A fazenda nao darA um pass avante emquanto ella despresar estes facto- res(homem e mulher) ou separa-los da Sciencia. 0 que devemos fazer para a resolugao dos noseos problems e o seguinte: I.AUGMENTAR OS NOSSOS COIHECMIENTOS AGRICOLAS. Alm de conhecer pouco sobre agriculture o fazendeiro no Brasil actual- mente entra na vida pratica mal preparado em todos os aspects. Elle con- tinua a praticarsem modificagaoga mesma agriculture archaica de 50 an- nos atrazemquanto que a Sciencia ,a Industriao Commercio,a vida emfim, da era actual 6 outra muito divers. Emquanto isto outros povos conquis- tam grandes victorias na Sciencia applicada~como: obtengao pela Genetica de plants resistentos as molestias(canna de assucar,trigo,etc.),con- trole pratico das pragas insects pelos novos estudos entomologicos,etc. Estes conhecimentos agricolas acima referidos podem ser obtidos por: A) Visitas dos fazondoiros as escolas e fazer cursos braves de uma sema. nfa. B).Enviar os filhos ou omprogados bons para aprencder coisas praticas nas escolas polo menos um simestre. C) Leituras do livros e revistas sobre agriculture. 2. COMPRI R I'.CHTT 3 SIIMPLES E EMIPREGAsL.SENSINANDQ 0 ILIJEJO 4OS HOME.ITS. Um cscriptor ingloz,oxplicando a grande organizagao e o progress rural da Dinamarcadisso; o fazendeiro dinamarquez faz sugar primeiro t- cabega e dopois os bragos. E justamente isto o que ostA faltando no Brasil. Em vez de trabalhar cor a enxada o operario no Brasil deve ser Gnsinado a trabalhar mais corn a cabgc2 o menos cor os bragos,isto 6,conduzindo os nnimaes ou um motor c dirigindo uma machine( uma capinadeira,por ex.) ello produzira mais,ficara mGnos cangado,gastarc menos tempopodera ir F escola a noite,ganharA m-iis,podera dar maior conforto a familia,emfimn tor. um melhor standard dc3 vid.. 3. CREAR ESCOLAS RUR.'ES PAfIL PREGAR INSTRUCq(AO,A HYGIENE ,COISAS UTEIS E SOBRETUDO .;S VANTAGENS UD VIDA DO CAMIPO. .. Sprincipio dove ser -esto; na casa de sapo mais proxima o trabalhador que sabo duas letteas onsina umaa noitsoo seu companheiro analphabGto. Partindo dcste principio a escola podera. ser melhorada cada anno at6 attingir a sua forma perfeita. E' precise ficar bem patente que que o melhoramento do trabalhador 4 o- aperfeigoamento indirecto da fazenda e do seu proprietario porqqe os interesses dos homes hoje estao ligadosentrelagadosze a riqueza, a condi9ao media de vida de uma fazendacomo tambem de um paizse mede e se avalia pela prosperidade e pelo padrao medio de vida que.como um to- do,tem os habitantes desta fazenda ou deste paiz. A humanidade e mais ainda os habitantes de uma nacao ou de uma fazenda formam uma grande cadeiasninguem e independent economicamente hoje, o o ponto fraco de um e o perigo de todos. Nao ha melhor meio de fortale- cer esta cadeia do que a escola. C, 1- /,9 *e" i P- A-oclc~d t - 4j~,~ sAfr1ME - >c~ct 46#A-'~L~ ~itz- I ._.mju ^ y . 4. MELHORAR AS ESTRADAS PARA VENDER IMELHOR E FACILITAR OS PONTOS ACIMA. Cada grupo de fazendeiros deve comp;ea machines em combinaqao para melho- rar e conservar as estradas mechanicamente, Coma enxada isto e impossivel Devemos usar carrogoes de 4 rodas puxados por burros em vez de carros de bois. Um melhoramentos nos transportes resultara em beneficio d'outros pontos acima. 5. OS FAZENDEIROS DESTE MUNICIPIO DEVEM TER UMI AGRONOMO PARA ENSINO, DEMONSTRAq0ES E ESTUDO LOCAL DE QUESTOES ILIPORTANTES. A este agronomo cabe; ensinar a trabalhar cor machines simples e baratas. (grades,plantadeiras capinadeiras etc), ensinar a fazer sementeiras e enxertias de arvores de fructascontribuir para a extincao da formiga; mostrar os meios de evitar os estragos da erosaoidemonstrar como se faz 'a rotaqao das culturas,a adubagao verde e organic em geral; demonstrar como melhorar a alimentaqao das vaccas e a seleSao para augmento de lei- te por I animalespecialmente na seccagetc.f 6. INTRODUZIR IlELHORAIVENTOS NAS SEDES DAS FAZENDAS PARA FACILITAR A ADMINISTRAgAOPARA QLHOR CONFORT.O E PRAZER DA VIDA RURAL. Estes melhoramentos se referem. as instalaq~es sanitariasplantaqao de um pequeno pomar e hortaintroduzir a contabilidade na fazendaetc. 7. INTRODUZER A EXPLORAQ O DE UM NOVO RAMO AGRICOLA. IETs devemos melhorar muito a nossa criagao de gado procurando melhorar os pastoszselecionar os animals mais productivos,combater as pragas do gadoetc.. Ainda que a pecuaria e as lavouras sej:am a maior fonte de ren- da aqui, creio ser neccessario introduzir novas fontes de riquezanovos ramos agricolasnas fazendas situadas na beira da linha ferrea onde ha mais facilidcde de transporte,onde as terras sao mais cars e devem ser exploradas mais intensivamente. A culture das fructasa cricaqFo intensi- va de aves sao. exemplos de outros rSamos ramos agricolas que podem ser explorados cor grande ventagem, E' neccessario fazer boa combinagao dos ramos agricolas(gado, lavouras fructas,etc) afim de fazermos uma explora- q9o mais methodica.mais racional e mais lucrative da terra,do trabalho human e do dinheiro empatado. Este ponto merece estudo especialprofundo J. G. Duque. Chefe do Dpt. de Silv. da E.S.A.V.de Minas Geraes. Referencias: al4m das minhas palestras corn agronomos amigos e educadores agricolasas seguintes obras foram consultadas: 4) "Annuario Estatistico de Minas" vol. I e II. "L'Evolution de la Terre et de l'Homme"-Lespagnol & Fallex. "Agricultural Education in the United States"-Shepardson5,929. 7,"Actualidade Minaira"-Afranio de CarvalhoI929. ~'"Farm Management" Warren,I928. )"Documentos Relativos a La Conferencia Pan-Americana de SAgriculturaSelvicultura e Industria Animal",I930. k"Brasil Novo"-Estado de S.Paulo(jornal)-I8-I2-30. C.Braga. |
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