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Clark, Hildebrando. Secretaria da Agricultura, Minas Genais. Superintendente de Estatistica e Publicidade. 1932

UFLAC
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Material Information

Title:
Clark, Hildebrando. Secretaria da Agricultura, Minas Genais. Superintendente de Estatistica e Publicidade. 1932
Series Title:
Correspondence and Subject Files 1921-1943
Physical Description:
Mixed Material
Physical Location:
Box: 1
Divider: Subject Files
Folder: Clark, Hildebrando. Secretaria da Agricultura, Minas Genais. Superintendente de Estatistica e Publicidade. 1932

Subjects

Subjects / Keywords:
Agricultural extension work -- Florida.
Agriculture -- Florida -- Experimentation.
Agriculture -- Study and teaching -- Brazil -- Minas Gerais.
Agriculture -- Study and teaching -- Florida.
Citrus fruit industry -- Brazil.
Leprosy -- Research -- Brazil.
Minas Gerais (Brazil) -- Rural conditions.
Escola Superior de Agricultura e Veterinaria do Estado de Minas Gerais.
Florida Cooperative Extension Service.
University of Florida. Agricultural Experiment Station.
University of Florida. Herbarium.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Rights Management:
All applicable rights reserved by the source institution and holding location.
System ID:
AA00000207:00019

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Title:
Clark, Hildebrando. Secretaria da Agricultura, Minas Genais. Superintendente de Estatistica e Publicidade. 1932
Series Title:
Correspondence and Subject Files 1921-1943
Physical Description:
Mixed Material
Physical Location:
Box: 1
Divider: Subject Files
Folder: Clark, Hildebrando. Secretaria da Agricultura, Minas Genais. Superintendente de Estatistica e Publicidade. 1932

Subjects

Subjects / Keywords:
Agricultural extension work -- Florida.
Agriculture -- Florida -- Experimentation.
Agriculture -- Study and teaching -- Brazil -- Minas Gerais.
Agriculture -- Study and teaching -- Florida.
Citrus fruit industry -- Brazil.
Leprosy -- Research -- Brazil.
Minas Gerais (Brazil) -- Rural conditions.
Escola Superior de Agricultura e Veterinaria do Estado de Minas Gerais.
Florida Cooperative Extension Service.
University of Florida. Agricultural Experiment Station.
University of Florida. Herbarium.

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AA00000207:00019

Full Text




Ahcz


Bello llorizonte coninicnioroiu hin. em Bello Horizonte, incluindo a;s nito
ten) o sen 34.1 anniversario. 1ESTAi. escolas publicas e os collegios l:,rti-
DO DE MINAS, fcstejando e ssa data culares, cerra de 1.000 estudantes.
alegre, publicou uma chronic do sr. Este numero, cmnparado coln o de
'Abilio Barreto, eni que o brilh:anteI hoje, ciue temos unna Universidade e
historiador da cidade relata, ziom o tuna Escola de Aperfeioaenulto, 6
sce cstylo fino.elegal f, o que fi a quasi nada.
installac'io da Capital. Actualincne, pordm, frequenltam :as
Ifoje, vaimos descrever, numfi esta. nossas escolas mais de. 20.000 estu-
tistica por n6s feita, coinL a lla dcnites, dos Jardins da Infancia :i Uni-
racao 'aliosa do Ilildebrcando versidade.
rTTeFI fee ct do Srio Se o e -. isti. TELEPHONES
ca da Secretaria da Agricultur;a, o qite Siie, em' 1900 ji existia Irl telepho-l -
tel sid tignoso desv tiilo olvovi- "i'a i B ello llorzonte. e:.ri i() alp-
nctl no da Capital pilarelios, sen(tlo 138 p,: tictular s c 12
A POPULAQAO DA CIDADE EM1 SEUS Plico::lds
PRIMEIROS TEMPOS :sses a pparelos onlinounirai-tld
Os. mappas do Servio de .Estatis!i. 1 il a ntonCa, tidos f
ca da Sccretaria da Agricultura :t. hojel.dvemols aellt na cpiol cear-
cosai, nos princiros annos da cida. ca de 2.000 apparelhos. a
de, uila media tie populacao calcula. .UZ ELECTRICA
da clm 13.500 lhabitantes. Comparan. As ruas do Cural D'EI lA, ia que
do corn1 os cal-culos feitos para j anno, fa (i
de 1930, qne davam a iade (,).1 minadas a luz eleetriea. Eram, an tM-
138.377 habitantes, prcebe.se p miadas a ctrc. Era, o t-
talmente a rapidez coin quo foi pc. cido,5a tde 32 elas, par
voado o antigo arraial do Curral 1'E. e, coin a profisia de lIzes q le
Rey, desde q(ue ielle se construiram teiins o po0 r ainda reclamn (lue ci-
algumas casas e desde qe u nuimn dcs. tinde vive o s cscuras...
sas cdsas foi assignado u1ni decreto A arrccadaeco de taxes tie uz, emll
nandando tirar de Ouro Preto a sside 1899. foi orvada em 12 :000.i000, uor1en,
do Governo de nosso Estado. terminada a cobraima, verificoui-se qlou
REGISTRO CIVIL a arrecada io subira a 35:284$18)0.
Um dos pontos de referencia mais INDUSTRIAS E PROFISSoES
interessante d o que nos proporciona l En 1899, a arrecadacilo de impostlis
uma rapida visit ao Ilegistro Civil, de industries e profissaes nionlou a
Em 1898, logo no principio da Capi- 44:388$454, para 764:9648747 em 1929.
tal, nos seus diversos cartorios to'i IMPOSTO PREDIAL
ram registrados 574 nascinentos, 106 O imposto predial, em 1889, aleaucou
casamentos, 857 obitos; ji em 180 a total de 26:2118351. para ..........
os livros accusam 4.190 nascimentoi, 1.663:716$850 em 1929.
.628 casamentos, 2.486 obitos. CONSTRUOCSES
E' bem intcressante observar.se que, Em 1900 foram constrnidas 175 ca-
emquanto em 1898, para 574 nasci. sas em nossa capital, sendo 118 Ina
mentos havia 106 casamentos, hoje, xona suburban. Em 1929, foram ap-
para 4.190 nascimentos s6 apparecem provados 1.626 projects de constru-
628 casamentos... cgoes.
E' que os tempos Inudaraim muito, EDIFICACOES
estando a vida um pouco difficil e as Em 1900, Bello Horizonte estavr. conl
mulheres cada vex nais exigentes. 2.070 casas e em 1930 tinhamos 20.062.
AliAs, corn os preqos infimos dos RENDA DA PREFEITURA
gencros, como cram no outro zeculo, A Prefeitura Municipal de Bello
iluem nao se atreveria a casar? Horizonte arrecadou, em 1902, paucos
PRECOS DE GENEROS annos depois de fundada a e:avital,
E' muito commum a gente ouvir, da 622:701$051, e en 1929 a arrecadacgo
geutc dos vdlhos tempos da infancia alcancou a cifra de 14.078:971 67i3.
da cidade bonita que e hoje Bello Ho. Eis ahi, rapidamente, algins dadns
vizorte, as lam.entagoes contra a alta comparativos do. desenvolvimento ide
dopreto dos gentaros e nutras coisas nossa capital, que falainm hemn alto do
do preco dos generous otras cis ncrivcl rogresso da "benjamin" das
de nccessidade. H os velhos dizem, brasileiras, queompletando
capitals brasileiras, que complalando
cor um ar puramente angelica e re. hontem 34 annos, 6 um attestado fri-
signado: "Nilo ha como os velhos ,ante da vontade firme do mineiro e
tempos 1..." do espirito progressista da genie das
Vamos dar a list dos generos nos Allteiosas.
"velhos tempos": 0 ANNIVERSARY DE BELLOJOR-
Em 1900: arroz, kilo, $386; feijao, O ANIVERSARO DE BELLO.HORT-
$255; cafe, $333; assucar, $266; fari. ZONTE
nha die mandioca, $128; toucinho, Um telegramma da Associalio Cona,
$933; frangds, duzia, 10$500; gallinhas, mercial ao Prefeito
duzia, 15$000 (hoje .custam de 29$000 Por motivo da passagenm do 34.o an-
S 8 34$000. Pobres paes de familia!...); niversario da installagio do Bello Ilo-
Sovos, duzta $800 to regime de choca. rfzonte, a Associagio Commercial de
deiras encareccu os ovos); milho Minas envious ao dr. Luiz Penna, pre-
S090; queijos, duzia, 1'2000; ::apadu. feito da capital, o seguinte telegram-
Sra; kilo, $181; leitio, um, 7$500; rci. ma :
I xe, kilo, 1*500; laranjas, cento 1.$800; "A Associa2ao Commercial.de Minas
abacaxi, duzia, 3$000; abobora, duzia, tes a honra de congrtular-se crio
37650; aguardente, litro, $226 kiitcy vossa excellencia pelo anniveranaia ida
era cocktail daquelles tempos); alhos, Bell o e rolembra' oem atesfania poue
ba. ello Horizonte bern attesta o poder
cento,. 012; amendoim, kilo,. $181; ba constrictor da nossa gente e constitute
panas, .cento, $800. motivo de just orgulho para 6 povo
Deixamos a cargo do leitor (princi- mineiro.
palmente dos chefes de familiar) a Respeitosas saudacees. (a.) Fran-
comparaq~o corn os preSos de hoje. eiseo Gonalves do Couto, presidente"
POPULACAO ESTUDAYNTINA el co Gonal:ves do Couto, pIcsiden-te.
No .principio da capital, : tinhanos,

SO caso do restabeleci


Bello Horizonte de hontem e de

hoje atraves dos numerous

Interessante comparacao da cidade em seu nascedouro e
em plena mocidade Precos de generous Luz e telephone -
Escolas e estudantes Populacao -. Construcc8es Arre-
cadacbes Registro civil

Uma reportagem na Directoria de Estatistica da
Secretaria da Agricultura


A'
I'


1 i-- -- -- -r -


L


/j~-K~-3/46 jl


Acdtos

depte

Em) 'lata de
dos peolo presi,
guintes! actos:
Exonerando,
director do igr
cerica, Raul Cl
Provendo na
officio de escri
eto da cidade
Ferreira da Sih
Designando O
siglnal'o expcdi
Patrocinio dura
dida, ncsta data
nicipj6.
Concedendo p)c
taremi os slns
Alvaro Monteiro
Times da Cunha, .
pectivamcnte, do
Sabinopolis.
Conferindo till
no director do gi
llui.sta, Joiquimi ,
Junior.
Con icedendo ao
cilio, Frederico
dlias de iccn :a f
cios da Prefcitlra
C.oiferindo titu
a. Belehio 'J'ei:
.o lo C(ancio d .
sorte de. terras d
logar dcnominadc
trieto die Vcrnilcl
de H:aui Soares;
a Vicente nloq
idem, situada no
"Ribeiriio Pouso .
D6res do Jas6 P
Maithuimirimi
a. Luiz Vieira
idcin, situada 11o
"Barreira", district
nio do Manhiassni
rating;
a Jose Roberto d
situada no logar d
go Sito Vicente", (
lho Vello, riunicip
Sa IIcrmenegildo
idem, situada no
"Corrego Posse
mnnicipio de Theo
a Joaquim Lopec
idem, situada no
"Corrego Sao Vic(
Vermelho Velho, i
Soarcs;
a Jose Vicira I
idem, situada lno
"Barecira", district
nio do Manhuassu',
rating;
a Joaio Paulo da
sitiada no logar I
gem direita do C.
district de Entre
de Caratinga;
a Francisco Boni
situada no logar dc
go da BOa Vista",
plendor, municipio
Exonerando, a p'
Maiia( de Alkmim
do Externato do I
da Capital.
Designando o cb
Sccretaria da Educ;
blica, Claudionor I.
.para exercer, enm c
de reitor do Exter-
Mineiro-da Capital

Chama.se Gabxie
scimento Minir, cc
seu diploma tie noir
bricia julia, do. Ni
me consta do -sen li
de 5 de dezembro I
fessora, da escola tr
lis, municipio de Di.
professor do grupo
ticatubas, municipio


mento do tr











Vi6god- Mir, s-Ge rais

6 de Outu',o de 19 ;..


;xmQ Snr.

.Dr. Hildebrando l-ark, -uperintene nts,

Dep .rt,-.m.n.to de Lstatistica e Publicidade,

S e :;*-ret '""ri.. . A.-icultura, Belo. orizonte.

SaudacSes: Venho ?o3 mIio destt ccusar o ,-. timento do

pr-z--i3d f.ivIr de V. S., C- t-:o e 1 deste ae eqi chsgado

somente hoje (dia 6), bwado se velrificdo demoila desra-

KO v el ea fc tir-n ;i to.' res? 3pond emflos -'01 L. *- o.

Junt -m-.nte incluiamos annot'.a s,. -ungmnt.:-ido ainda

por umr para.r-pho p.Cuio, p:r:. maiores ssc, l.:'escientos.

speramos -g- nI.o ."--..ara mfuito tira'al2ho entrar no artlgo

esse.s rc: fdiic:'.: cs, nos oge r s indisa/dos.

Agr.d:.;-mLs o commentrn.itrio do D:. GouVta, send do

bs t.-nte valor as oiTnii3s de aut oridcas no -ssumpto,

antes ublicac~) do o 2igo, pois corn o tnc-emento d

poucas p Tlavr:-s, role-se rontribuir muito '" clareaa e valor

pr, tico do mE:rmo.

Samc ma.is por h-.je, subscreva-me, comr estimaS

De V, S., -:.m, att e ob.;g


P. H. Polfs, Consultor Technico de

AGric ; .tuira do e, de Sinaas


PHR:C











Moallic -Geas an R&ft'Vhiel^TV Lf ARiOV i DL CiTRHUSS



Se3undo p..,. -ibr'apho, depois da palavras "comr arvores raquiti-

ca.s., aC. escentar as palivras "sejam :..x:: ~ dias ou de p5

l- nco,"

Depols do segunndo paragrapho, crescent far

"Est.-. forma dce "'j-lnvenescimerto p. ce ser ampregado

t'into na:ra Ma velhos arvores de pe franco, c,;'ao para Ervorec

-u-e taen sido asxerkfir anterlioramente.

*Mljlr.'5 d.- arvores fortes e produtivas, tem soffrido

este aprocesaso 1-'viit" o f'tIe- que a- ^u- sf.ut-s, antes

n.o satisf-'-ei-em as exigncias do merc.do consumidouT






/Ij A. De c:.so e desejar f-:zer-as a modificagao
em forma de nota no fund da ::~-ina, ou no flt do

artigo, e ._-.'::- -se asen'-.s as duas phrases indicadas

r- ultimo.7T







SECRETARIA DA AGRICULTURE

S1DD a DEPARTAMENTO DE ESTATISTICA E PUBLICIDADE

N..-..2-
Secode PubUcida.d. Belo Horizonte, 1 de outubro de 1932. /





Exmo. Br. Dr. P. H. Bolfs, M. D. Consultor Tecnico de
Agricultura do Estado.
Escola S.; de Agricultura e Veterinaria
VIQOSA



Comunica-vos que o sr. Superintendent de Agricultura e Pecuaria,
chamado a emitir parecer sobre a conveniencia da publicagao do vosso
trabalho sob o titulo "Rejuvenescimento das Arvores de Citrus", decla-
rou o seguinte:

"Tem o trabalho do dr. Eolfs bons ensinamentos, bas-
tante praticos e uteis. Estas verdades sobre distancias
de plants e tratos culturais devem ser sempre lembradas.
Ha um ponto que nao ficou bem esclarecido: si a reform
deve ser feita somente das arvores enxertadas ou tambem
de p6 franco. Naturalmente se trata de plants enxertadas,
para aproveitamento do cavalo. No entanto, a maioria das
laranjeiras em nosso Estado 4 de p6 franco e seria conve-
niente ser explicado esse ponto. Julgo de grande utilida-
de a publicagao do present trabalho. (a) J. M. Soares de
Gouvea, Sup. de A. e P. 26-9-932*.
Em novo despacho, autorizou o sr. Secretalio da Agricultura a publi-
cagao do trabalho, mandando, porem, que se pega antes, ao Autor, a ex-
plicagao a que se refere o Superintendente de Agricultura, afim de ser
incluida na publicaqao.
Nessas condigoes, rogo-vos mandeis cor a possivel urgencia a explica-
ro supra em "addendo" para ser incluido no vosso trabalho, indicando o
capitulo e o local em que devera o mesmo ser intercalado.
Atenciosas saudagoes.



Sup erint endent e










SECRETARIA DA AGRICULTURE ESTADO DE MINAS-GERAIS BRASIL
BELO-HORIZONTE, 3 de Janeiro de 1933.

Carta n '




E:
Escola Superior de A. e Veterinaria


V qo 3 SA





Em meu poder sua prezada carta. de 20 do mes find, cor

a qual tamnbem recebi uma copia de sua brilhante oracao de pa-

raninfo doa diplomandos dessa.Escola, em 1932, destlnada, corn

as fotografias;: ue tambem a acompanharam, a ser publicada em

o numero de Janeiro do nosao "Boletim"*.

Agradecendo-lhe penhoradamnnte, comunico-lhe, em respos-

ta a sua referencia na aludida carta, que a separate do 'IRe-

juvenescimento daa Arvores de Citrus" ainda nao foi impress,

devido a acumulo de serving nas oficinas graficas, devendo

s-1lo, porem, dentro da proxima semana.

Atenciosas aaudao"es.








( SUperintendente>Av


















eiml Snr.


Dep: .t.i:,a meo Est tii ca e uiilej
S.*-vt; .' -i-, 1 Agri -.nul* a
elo-Horizont e, Minas.


Ven_:o ar maio delta -. deter ro prezado WAm." 3elas
muit.s tile.,s .on ext'-dids tdu-r -te .oss: ultima vi:sita :.ni,
pedindoque ~Fcorner ees :grTacimefsntos extIeafivo zo 2nr. Joaci.IM.
...o.. :'mo_ i *:. volts, os cincu Jxm-:iu.,rsl do 0o'etim,
.a on c ez s- x..3t., 'ue desenCofu Tmos,- -ia vi;Ie -a..a
iC.i .lQafmos pLwto a 'erm.a Js mmsoi, AoitCce qj8 nao LU0-l
raec'`oilas pla o3ola -0m l- ez3 a Ilati i a cos isistencia
do bi ,iot:ec-ri, teBmos .aii. ei.ute.o uim :... eL.. Japa- a uSO o 0.0.Uimo
Curiossmasnt. 0. rce e-istir :.D Ias um" .xamv.1:. do iolatim c.efe.-ente ,
ac met de JUn,_Go ..r ste aino, oa c.sooL:---, jxtiai..'-tr eSt8 qua = ^2
muito :I.-.l.nmc: e dn 3 r.m ttea -:, si lm-- .ts.
'* -mos -'de .-e...e. m. ...'- p.ta do Dr. m"-'r.I:, Vidal, (Rua
da uitandauiana I 71, ad., io), pacdindo copia a carbon do artio
so0c nRojuve.cimeto 71 a vorm C trus". m c-rta nossa,
anterior, r frimos ao pgeparo do m'esmo, e elis estIa i-"ets para

N-o tro nm m- .:arnlm n-i comnleta do referido _ti-
:...t 3s C,) 1J- qua. ceoeQO
go, pois conforme combinamos, apresntmos r copia que receo b.aos,
o on-, ti fi a Ag, ed nd o af-avor
de i. -m r tar-nos um ds un copies a carbon tiicdas ahi. P:.,race
u o lt, J.t r:.mi mandou tiar d....s ,oias a crhno al.m do ori-
ai:l- 1 Tamos bast te int sresse em conservar ios.i- 8 copit
do .- cunf-m- foi apr9nt o p.r- impre :no

Suns .c....lv.e- .s, *''-m elavada e.stima,

V. In. tt a ob



P. H. F.olfs, Consultor Technico de
A .'- -uA. t U-
F,.'R.C



*~~~~~~ ~ ~ ~ ~ .. . 'S* '* -


'fJic;css, ~in~- s-Ze~I-Ais,










Vi os, Mi as-e Ais

1 da Desembr-o c. 1932.


LExm ,I -, r

Drr ail b. s ,- ;.-.rk, ,uperin ..:n nbe,
Dsp rt a t.. :ic E't.tici: e a PuL:: 1 LoJ





e -:Gri .ie icul Mina
S:i f: A iaeL n hon t ,
do "o f- -., 1 .ei ne; p. findo,
., aons. : ..... ... i 2 ; n^lo.

0 O v i '-. tc'







Smr .o iid.o cont: do :

2ot tr r "aejuve :aim-f'o d nle e ji-r1s
oRaT D. U T. ~n.r sa licberdade de7
S-f fa"*L Zlto: . :t contrfri-,





J-' -1, 'I .D '" . -do : co.rlt o uito
!:e o :, ns :5i to p .!'o-; maorto foar:B~nmL do Cu- lro Su-
pe-i.or esst ?.'naio, con-.''-to sa i"'-? achar que a disc:ur'o
--pr ep dn :a~r ;.:- o in m 2prt c rsferi-
co numi Pc< do Eole a:i. Lot -m - i do i/.; .. ao dos



vria fD D. i idS. --sre -?;.t todS o ahdo muito





; v- ,J ; r'' ''-" L,
t o, :: sI s formada,
atm a'shaviao muxits wi a'rtunos para vender ---:.-uplares
S*-..i-' ..: no2 ::., la p ra ut
,ia. Recoien. .c ,o tCo. rs-ncisco Dias s ntAua,

vePia fa-.i sd: id ar us 3 :. sa e9amos o achado muito'


a rc i:: ; oja, c. cavo -ei,
'**"m 9l1 ad"i: esftima,


P. Rolf s, Consul tor Technicc
PhR.C de ^gricult U do d. de tin.i-.s










SECRETARIA DA AGRICULTURE ESTADO DE MINAS-GERAIS BRASIL
,, 49 BELO-HORIZONTE, 21 de novembro de 1932.




Exmxo. Sr. Dr. P. II. Rolfs,

I..D. Consultor Tecnico de Agricultura.

Escola Superior de Agricultura e Veterinaria
VICOSA




86 hoje, devido a grande acumulo de trabalhos na SecQao de Publi-

cidade e haver estado ausente ldurante alguns dias o res-,etivo chefe,
vei-io responder a sua presada carta de 1 de outubro ultimo, de cujas

dizeres fiquei crente e muito lhe agradeco.
1Eando-lhe junto uma copia, a carbon, do seu interessante trabalho

"Rejuvenescimnento das Arvores de Citrus", conforme seu pedido.
3SEPARTA Esta send preparada nas Oficinas Graficas a separate

desse trabalho, a sair brevemente. Desejaria, por6m, incluir no mesrmo

folheto o seu artigo no "Boletim" de agosto, sobre "Palha de cafe e

cinzas da mesma como adubo! Pego a respeito a sua opiniao.
BOlC.iETI Para a edigia de janeiro proximo contamos com um novo

trabalho do dr. Rolfs e de. D. C. Rolfs, devendo os originais, si pos-

sivel, aqui chegar em dezembro.
Corn meus atenciosos cumrrimentos, extensivos a D. Clarice, aos

quais se associa o nosso companrheiro sr. Joaquim Ribeiro Costa, rei-
tero, com ele, os nossos protests de elevado apreco e distinta consi-
deragao. // / / ,


Superintendent










SECRETARIA DA AGRICULTURE


SERVICE DE ESTATISTICA GERAL

Secqao de Belo-Horizonte, 20 de Julho de 1932.
Publicidade e-


Exmo. Snr. Dr. P. H. Rolfs, M. D. Consultor
Tecnico de Agricultura do Estado
Escola Superior de Agricultura e Veterinaria.

VIqOSA



Recebi sua presada carta de 16 do corrente, de cujos
dizeres fiquei ciente e penhoradamente lhe agradego.
Tenho a responder-lhe o seguinte:
3Boletim" de Abril Ordenei a remessa dessa ediQao,
bem como da de junho, tambem ja publicada. A estranhavel
que o Amigo nao receba regularmente essa rVista, pois o
seu enderego esta em nossa list permanent e a remessa e
feita sempre com cuidado. Naturalmente sera o correio o cau-
sador dessa irregularidade.
Folheto sobre o abacate Ainda nao me veio as maos o
original desse seu novo trabalho. Logo que chegue providen-
ciarei no sentido da sua publicacao.
Relatorio sobre a Exposicao de Petropolis Ja foi publi-
cado no "Boletim" de Junho, com as adaptagSes convenientes.
Apressamos a sua publicagao por center referencia que julgamos
dever divulgar antes da instalagao da Feira Industrial-Agri-
cola de Belo-Horizonte.
Consulta sobre emprego de cinzas de palha de cafe como
adubo Continuo a espera de sua resposta a respeito.
Sem mais, apresento-lhe minhas cordiais saudagoes.





SSuperintendenta '











VfigQob,., 1.1 S-^--;-L3
1 Julho d- -2 3,.






i/'. b^ildso '~~".-. ,


st;fti sticX t iublici.cb.:;, B el) Horizonte

in &a

O'
Venho por me l ds.tc. a.ir a o. o fa vor de
mand :r um rnnmluncio do BOLEfTIM p.r o Sr'r. Berr:- -r'o Lopes
6. Cruz, ..... 1;5 -i ove ;.bro n. i5 Cus ? -m:: ..

L-ile nos :screveu -edindo 8& aodar s:ni::
o -oltim, .e :-. '"m ,ouco diff'icil sscrevel-o dir-n..o
ue- n o .._,t....- _c. -. i. um:tro e cor't .r nos so t *ti-j
sobr.e o abacat-?, n.) "- .ntr. L. 3 nennhuom 1log-r onde rc1i
""- 0o *.c o por .i?.o Go i-oletim, m muito :. tural .pe
quae .c.b. jul sear t--tito uma v'es 1ue est~i ind.i-


Is 1 i ....e, e, c v -m' .

l m :: it, o-


r .hol's, C:.' . tot 7-ch: :ic de
-'. C '












Vigosa, Mi- s-Ger. is.


16 ide Julho de 19 2.


E:-m Sn-r.

Dr-. Hilieb.i;ndo Clark, Director,

E tatistica e zublicidade,

Secr;et:;'ria de .-* .'i cultural, B elo-11orizon te.

;iudQioCes cprdices.

Venho por meio desta 3 .".cev .o prezado a.0migo o favor
de nos tar ;i--:' ittido o exemplar do Bolatim corr ~: o'..nlento ao
1,. de ~o p. find oo o nosso sob,-e ."':rtiliz.ante3s.
Paso m! ,c:r remetter-me aIm ;::.>.'l :- cor'-.-pondente ao me. de
nbril, o quel iinn~i n.o consei.lmos ver v :1. r.

upi: $ sem-:*., pat-: mntY emo.' direct mente ao Cn.,
Sscr. Qtbrto (conf..'"m- su e't-.t :nou o --m mltu 2 o i .crip to aLcra
.ira: folheto sobre o .. acate. iios o f',nY- de :.i: -nos se j&
tern il."- do is e~ or de V' '. o t.rr, -,

utrosim, lmaiili-m.so ao iun.' S et: io, urm cui-to rela-
to rio ~sobKre Iurm vi'.:;'m F.n Exosi,0o de P -):- -)lis e visit-.s
a uive:-.:s .. a:-b cifmento* no d:ic' de 4:.:-iro. Conform o car-
tifao & que o Snrc. L~ c -t-t, I .'.Ce- o recS-lalnto desse L.-o..-
torio, julga o Snr. S?:'r ',10 qe.a c o mi:r) ce' )Ublica -o.
Naoo ioi ::'.'. ... 'a a im rn-s. e fic:r.;' s m.ito gttos a
V, S,, se submtttisse 1a r.s o3 n --is'.' idte, tes. de ;.ublical-o.

SC::.o o *.pii.o j'lg r, iil iiri ii Lmfando0r o. t,..-scLifto
.-.-ui, t o *.:,nimos gu'.: 'a.;r.l-o -.t- e t'::. s occ.-.si~o S'i' n star
,.:.i, o. c' I 'ros f r m:r L.r:ifl c-.7':..-'S '.ue j,..2l l -mos conven-
i entl ,. C

Lentro de )o0u os0 i'.-s, m-n -l'.-:.- ,s '.. resp a ta
c...ult.:' ...u.: ti o a -.!. ,_ 0 o i= c'in'=.,i a h . f cDom
S l .. .s i. i.j -ir ~s. Dl, r, i-'t:': t -- e -i?- 1 em citricul-
tu-_ Li -:o- m ior n sp-.;-. 3 o lm esr '. 1, t ri--Ios -
our-o .:.;miimu: ce menor interest s ms inomento ct' 1.

F..camos votos oel, continuFdo e:'ito dos t b Ihos de
V. .
; ub ci-eivo-me, crom e:timE*,


P.Il.Rolfr, -onsultor Technico de
Agriculcur- uo.o . .' Mirn e-G r-is
PIIH: C
3









Vigosa, Minas-Gerais

18 de Julho de 1932,




Emn Snr.
Dr. Hildebrando Clark,
D, B. Director de Estatistica e Publicidade,
Sec:etaria da Agricultura, Belo-Horizonte.
Saudag8es cordiaess
Corn a present respond ao estimado favor do prazado amigo,
a cor o qual me transmetiu as interessantes alineas da consult do
Snr, Fernando Martins Calvino. Poderia apresentar-lhe Una resposta
categorica e am poucas palavras. Eflyratando, ports do asunto que
poderf vir a interessar numerosos oitricultores, tomei a deliberaglo
do ampliar a resposta, ventilando-a corn usa discuslo detalhada. A
traduggo do inglez de que ora fago present ao ilustre amigo, foi
feita por minha filba a Snr. 3. Santiago, Prpfessor nesta Escola.

CONSULT
"E'favor dizer-me 1)* St a palha de caff e cinzas da mesa
4so adubos bons para laranjeirasg 2). si 3 kgs de cinzas de cafh
espalhados am volta 50 contimetros distantes dos pts de laran-
jeiras de 8 annos de idade, produz boa effeitol 5). si a palha
deve ser amontoada proxima da cada pt para a devida formentagfo,
on deve ser espalhadal 4), finalmente qual o melhor a inza ou
a palha ?
RESPOSTA
1)* Embora a palha de caf6 e suas cinzas, sejan excellentes
fertilizantes para laranjeiras, nfo constituema entretanto, adubo
complete, ou como dizem os tecticos, ua fertilizaneto ben balanciado.

2). Tres kilos de cinzas 4 palha representan boa dsaagm
para laranjoiras de 6 annos de edade, e'obvio que se estiver a cinma







misturada comr outra qualquer materis estrranha, devamos tom.'r tal cil
cumstancia em conta. Como jA o notamos acima, nao constitute, con-
tudo, um fertilizante complete, post que a wm6mmnamm seja rico
em potassa1 contenha bast:-n.te calcio, algum fosforo a outros
minerals. Falta-lhe no entanto, m teria organic, alias, factor
indispensavel ao dasenvolvimento normal a sadio da lara njeira.

35) A palha deve ser espalhad mais igualmente oossivel,
imuito bea misturada com a terra, observando-se rigorosamente a dia-
ftncia indicada na alinea SP de separaglo do tronco.

4). A palha 6 melhor do que as cinzas, pois cont6a os
mesmos elementos de valor daquallas e ainda anteria organic, t9O
necessaria & laranjeira. Pods ser applicada fresca, on depois de
curtida em estrumeria.

CINZAS E PALHA COM ADUBOS
Todos os dois constitute excellentes fertilizantes para a
laranjeiras am vargans altas, nos pBs ou lombadas de morros oU am
terragas. Ba terras novas, recentaeente limpas de vegetag"o, poss
grossa, geralmente nio se necessity de fertilizante algum, o que
se n&o verifica con terras velhas a cangadas, que tenhao soffrido
quaimas seguidQs a onde as enxurrados levaran a humus, dissolvendo
ainda os elerentos soluveis Neste caso sert necessario a aplica-
g9o de fertilizerite, mas 6 impresindivrel que se opere em conjunto
com prepare e cultivos adequados, sem o qua sse no obter& bonds
resultados.
CINZAS. Conforme J& disemos, contend as cinzas dae alha
de cfd alta porcenta.en de potassa e de calcio, e manor coeficiente
de phosphoro. As cinzas logo que s!o retirados do forno ou fornalha






i~i
contem a postasa a cal em form caustica (oxidada), Depois de ex-
postas ao ar e por efeito de hi-roscopicidade, se idratam, perdem o
maximo -a condi'o caustica, tornando-se finalmente carbon tos. Ex-
postas & a ao das chuvas, as cinzas pardCem os prticipios aprovei-
taveis pelas o-ilantas, tornrndo-se massa anerte e sem utilidade.
As ctnzas variam bast nte qurnto ao powder fetillizante.
AlUm de absorveram agua e oxido de carbon da :;tmosphera, contem
ainda frequentemantes mistura de barro, areia e outros materials
inorgrnicos, as qu:es entrou no forno com a palha ou se misturam
com as cinzas ap6s sua sahida do forno. Os dados cit&dos represen-
t-.m mais ou menos a composig!o de cinzas pur&s, isto 6, sem qualquer
mistura e lives do humidede ou bioxido de carbon.
Quer se trate de cinzas, quer se manipule a qualruer
outro fertilizLnte, a aplicasio nno poder% ssr feite a menos de us
metro distanciada dos -As, do seis tnnos de ad.de e em est: do nor-
mal de desenvolvimanto. Qualguer m:teriL- cauttica, como as cinzas
demasiadamente novas, aplidadas em quantidade exagarE.da, tereo come
efeito, enfrequecer ou destruir a resistencia da casca das raizes
maaores, frcilitando, desse modo, infego palo mal-di-gomma, ou
podridlo das raises.

Em se r-aiizando exame cuidadoso, verifica-se seream a
a eaim mais de 80 A das raizes finas, de ura arvore, as que absorvem
os alimentos, numa distanncia do mais de um metro do pie As raizes
grossas e fortes nao ten poder de absorgAo do alimentos, como as
lateraes a finas, qua nos citrus se estendem a distancias quast%
incrivel s.



























annos depois quo a fileira do arvores da direita. Muitas
gas mudas na primeir& filoira, embore dist.nciadas dois
metros dos pbs grandes a sua direita, morrerar prejudi-
cadas por estes. A quatra fileira do viveiro, cinco me-
tros distant dos p s maiores, demonstra ainda o mau
effeitD da sua proximidade pelo menor desenvolviento.
Apenas na quinta fileira, distenciada de 6 ms. dos maiores
pbs, poderam as mudas captar bast&nte alimento pare conse-
guiram desenvolvimento normal. Photographia tirada 8-IX-
1930. E.S.A.V. Hectares Canteirg IV, Fileiras 9,8,7,~B
Canteiro t, fileira i.



Os sfrtilizanbes se movimentam s6mento p:ra baixo no 61o,

a no 1 teralmernte, como parade is vezes. As enxurrsdas cnrretlam
grades quantidades de huims e aLnda alisentos soluveis. Os cultivos
e o emprego de terragas evitai tais sangrias t~s reserves alinenti-
cias das plants. No ponar da c.S.A.V., pelo espago do mais do seis
annos, n0o tern havido esgoamento uas terragas, embora tenhaa elas

facil sahida para a agua em excess. Podemos ter como certo a abBam-
.myIh absorgo pelo morro de todaSas aguas pluvials, durante a epoca
de chuva, pondo -a & disposiggo das plants dur;nte a secca.





-5-

PLAHA DE CAFE', A grande tantagea no empre.:o direto2a

palha de casf est? am fornega ela,ksmma de par corn outros elements,

tumus ao sSlo, a qual tirante outros vantagens, age como regulador,
absorvendo a humidade e conservando os alimentos das plants, ae

as etocas chuvosas a os liberando na secca. Contend a palha ainda

nitrogenio que se solubiliza, constituindo precioso alimento. A es-
terilidade des ladeiras e lombados de morros, tao common nesta
region, em grande parte devido fe ago das enxurradas carrentando

e operando verdadeira 'lixiviamento" de todas as substancias solu-
veis. Muitas e muitas vezes tambem, queimam-se tais terrehos com

a imperismo dessa pratica, destroem toda a material organic, fonte
natural de humus, emipobrescendo sempre e cada vez mais, as terras,
creando e facilitando ainda a erosao. Repetimos, a palha de cafb,
albm de center todos os mineraes que se encontram em suLs cinzas,
contribuemn mais, como fertilizante, comr humus e nitrogenio.
Da mesma form que se prodede com as cinzas, quando se
sOr
opera a applicag o da palha de cafb, 0 espalhamento deve/cuidadosa-

mente feito, de forma que o espago a um metro ao redor do tronco
fique interiamente liapo, nRo apenas pela razao ja citada e que dil

respeito a posigao das raizes absoreantes, como tambem, pelo fato de

que, quaiquer material organic em decomposig5o, fornece excellent
meio ao desenvolvimento de mal-di-gomma e podriddo das raizes. Seja

licito dizemos de passage, que os dois fatores mais directamente

responsaveis pela grande disseminag'o de mal-di-gomma, nos plantios
de citrus em Minas, sao: ae primeiro logar, o eaprego da enxada e ae
seguida, o habito de so amontoar material organic ao redor dos pbs.
0 enxadeiro, ser o saber, fere embora unit* ligeiraamente, a casca
da arvore, ao mesmo tempo dando entrado a alguns esporos de mal-di-
gomma ou podridio das raises. Passadas algumas semanas, aezess as






-6-
vezes at& um anno, a arvore mostra a presenga da molestia, ao que
sa segue consequentemente a more.

Para o caso de se adubar ps com seis aimos de edade, a
palha deve ser espalhada num circulo com dois ,t6 tres metros de
diametro pela puriferia, conservando uma distancia circul,.r cor us

metro de ralo em torno do pt, rigorosamente isento do adubo. Logo
depois de espalhada a palhap deve ser incorporada & terra, por
rmea dtm oultivador on grade de discos, passado repetidas vezes,
at6 que da palha so mostre a vista a menor part possivel.
A quantidede de palha a se empregar varia de accord com
o tamanho das arvoros, com a qu.ntidade de palha disponivel, e
principalmente, com a maior ou menor riqueza de humus do local. UOia
applicag~o, mais ou manos moderada, serial de 200 litros, (17 latas
aproximadamente, de kerosone), para cada pt. Quando nEo se splica

quantid-de maior que dez liatros de palha para.cada metro quadrado,
facilmente se incorpora & terra, empregando-se us cultivador ou
grade de discos.
SConforms uma citagao de J. G. Smith, em 0O Cag6f" Vol.II,
pg. 13, escripto por ,orge Dumont Villars, apresenta a palha de cdaft
a seguinte composiggo;-
Acido phosphorico, 0,54 (cincoenta e quatro cantesimos porcesnt
Nitrogenio, E,18 dois 0 dezoito centesimos por cento.)
Potassa 5,91 % trees e noventa a um centesimos for*.)
Cinzas, 9,97 (nove e noventa e sete centesimos
por cento.) 1
3s analyses fornecidos por Abelardo Pompeu do Amaral, em "Cultura
Pr-tica e Racional do Cafeeiro", pagina 580, a por E. lagar, em
"Chacaras e Quintaes"a Vol 37, pagina 60, comeordam am linhas garais,

ecor a que citamos.
Essa tabella indica center a palhas 14,42 % (quartorse
e quarenta e dois centesimas por cento) de material incombustivel,






I7 --

sendo que o nitrogenio e cellulose (que form-riam o humus) sjo vola-
tilizados pela queima. Sergo,pois, necessarios cem kilos de palha
parry produzir 14,42 kilos de cinzas, ou para ug kilo de cinza,

s"o precisos sete kilos de ,alha. Pesando usa 1 Lt. das de kero-
sane, cheia de palha, mais ou menos 2,5 kilos, serSo pois necesq
tres latas
sarios 3am de palha para fazerem um kilo de cinzas, ou ainda,
para alcangar os tres kilos de cinzas que V. S. propso empregar ea
cada pt, ser& necessario queimar, mais ou menos, nove latas de palha.

A analyse chimica da palha, depois de ter sido exposta
as chuvass mostra perda de mais ou menos, motade da potassa, porbm,
quasi nada de nitrogenio ou phosphoro. Dai devemos considerar essas
modificag5es no valor nutritivo, quando erpregar-se palha jt exposta

as intemperices.
-ALHA DE CAFE'CURTIDA. A maior vantage no emprego da
palha de cafl curtida estS no fato de qua nusa estrumeira, da-se
dentro de ooucas semanas, us. fermentaglo, apodrecimento ou decoa-
posigao que mawa custard mezes a se operar, dfrretamente na terra do
pomar. (Ver Boletim da Secret,-riL de Agricultura, AnO V, N0 5, Kaio
de 1932.) A tecnica mostra-nos com absolute precisao, a lentidAo
corn que a oalha natural b aproveitada, palas plants1 emquanto que
curtida S rapid e imediatamente utilizada.

A maior desvantagem que pode haver sa se empregar a palha
curtida, esth na circumstancia de que frequentemente n~o se propro-
ciona as estrumeiras os cuidados devidos, dai a acsao da "podridio
secca', provocando gazeificaqgo da suito do nitrogenio, que se
evola na atmosphere.

Outra vantage da palha curtida b que reduz-ss mais ou
lenos sets vezes o voluma, economizando-se assia grande parts de
trabalho a empregarse a palha. Techicamente, deve center uan lata





V-8-

de palha curtida, a mesmo v:jlor que seis 1-tas de palha fresca. Po-
rAas na pratica, devemos ter em conta que raramente, ha perfeita
curtimento,e que os trab:lhadores mesmo descuidam-se no enchimento
sas latas. E'aconselhavel, pois, empregar-se uma Ir;ta de casca
curtida, em logar de tres ou quatro de casca fresca.

SUMBILRIO

1). Realiza-se a aduba-"o de citrus, principlmn:: te, corn a fi
de supprir ura deficiencia na composigao chinica do s6lo, deficien-
cia que se nio compensa sea bor amanho da ter:-a e cultivos cuidado-
sos. Quasi todas as laranjeiras am Minas estTo es terras que dei-
xam bast.nte a desejarP quanta a composiggo chimica e ainda mais,
quunto a prepare e cultivos,
2). As cinzas de casca de cafh constitues um fertilizante

muito concentrado, post que mal balanciado quanto a composiglo.
Ura aplicaggo de fertilizante muito melhor, seria o emprego para
cada ph de um kilo de cinzas, Ua kilo de Escoria de Thomas a oito
latas de casca de cafe nova, aplicados comr os*cuidados j& preconl-
zados. Isso constituirua, ua bea ban ada dose, pra uso de in-
verno e de preferencia, antes do florescimento das arvores.
3). Outro excellent expedient, sertsa aapplicagao, por ph,
durante o inverno, de deaesete latas de mosa palha de caf ue U.
kilo de Escoria de Ihomaz.
4). Um boa fertilizante para uso par ocasi o dos veranicos
(que durante oito annos, be tea verificado em Janeiro, Fevereiro,
ou principios de Largo da Vigosa), constitui-se de um kilo de cinzas
um kilo de Escoria Thoaas. A palha de caf( ou outro qualquer
adubo organic, applicado nessa occasilo, provocan o esesssamento da
casca das frutas e produza excess de )c6AA begago.








5). Nunca so deve enterrar a 'palha de c'-f6 em buracos ott sulcos
csarmo fazeml, s vzes1 os lavradores ral orient-.;dos. Aplicl-dn dessa
mnu.'.L, po'drt p-oduzir uns especie de desar;':~onjo na rntrio da
arvors, desc otrlole a jiut os phytopathologlstas, chmaml "exanthlisa.

6). Fa^an ocrclsos as hosem mais de doic ail annos pars domes-
ticar e sperfeigoar as frutas lie U A citrus ant chagarem a sua
bEtual perfeigSo, ena Xnuis-Ger..is produzir-ss-t. frutas t.o finas
a balas coao em qu.lquer outra reciSo, mas pjra talks result-dos,
.rt nacessario o maxiao iuldado a rigor n- observa:go de princi-
-Aos b.sicos zcia5tificos, .j btm conhaccidos.



Subscrevo-me, corn elevada stima,
De V. 8. Amag attI e ob9g


P.H.Rolfs, Consultor Technico de
Agriculture do *E. de Minas-G rais
PHR:C










Vigosa, Minas-Gerais


19 de "ulho de 1932-


Exm3 Snr.
Dr. Hildebrando Clark, D. D. Director,
8,st.i.tistica e -ublicidade,
Secretaria de ^gricultura,
Belo-Horizonte.
SaudaeOes cordiaes.

Venho por meio desta accusar o recebimento do prezado
favor de V. So, datado de 11 de Juiho.

Conforme dizemos em c;rta a V, S., datada de 16 dcste,
estamos remettendo a resposta A consult do Snr. Fernando Martins
Calvino, de Caratinga. A consult 6 muito opportuno, e por isso,
preparamos a resposta de modo a poder ser aproveitado no "Boletim"r,
caso judgar ber o prezado Amige.

Estamos transmittindo urna copia a carbon diretamente ao
consultente, pois actualmente ha maita incerteza e demora nos cor-
erios.

Tomamos a liberdade de lembrar ao prezado AmgQ a possibili-_
dade de obter algumas assignaturas ao Boletimf durante a "Semana do
Bazendeiro", a realizar-se aqui na semana proxima. Provavelmente
pode-se, em combinagao comr o Snr. Director desta Escola, encumbir
um dos funccionarios para acceitar as assignaturas, ber assim como
collocar alguns cartazes, etc.

Lembr;-.mo-nos tambem que o prezado AmgO tern promettido
muito tempo, realizar-se uaa vista aqui, e que a Semana do Fazen-
deiro seria excellent occasiao para a referida visit.

Subscrevo-me, con elevada estima e consideraggo

DB V. S,, AmgQ att9 e obgQ



P.H.,olfs, Consultor Technico de
Agriculture do E. de Ainas-Gerais
PHR:C









SECRETARIA DA AGRICULTURE ESTADO DE MINAS-GERAIS BRASIL I -
BELO- HORIZONTE, 11 de julho d.e 1932.



Exmo. Sr. Dr. P. H. Rolfs
M. D. Consultor Teonico de Agricultura do Nstado

E, Superior de Agricultura e Veterinaria

V I 0 S A



Em resposta a sua carta de 1 do corrente, comunico-lhe que nesta
data foram expedidas ao sr. Bernardo Lopes da Cruz, Rua 15 de Novembro

156, Caruard, Pernambuco, formulas impressas para o pedido de assinatura
e propaganda do "Boletim de Agricultura, Zootecnia e Veterinaria", bem
como um exemplar da ultima edigao (junho) dessa revista.

Aproveito o ensejo para lhe comunicar o seguinte:
CULTURA DA SAPUCAIITA Cor remessa ultimamente feita de 200 exem-
plares para essa Escola, a pedido do respetivo bibliotecario, para serem
distribuidos por ocasiao da 4.a Semana dos Fazendeiros, so temos em esto-

que 230 exemplares dessa publicagao.
CONSULTA Jm oficio nQ 1454 de 17 de junho ultimo lhe mandei unma
consult do sr. Fernando ;artins Calvino, de Caratinga, sobre adubagao
corn palha de cafe. Rogo-lhe, caso possivel, abreviar a sua respota afim
de tender ao consulente.
Cordials saudagoes.



Superintendent











Vigosa, Minps-Gorais .


Junhio 4, 1~32.



a-xm n-r.

Dr. Aildshbrado Clark, Director, Estatistica e Publicidade,

Secst3loa de ^griculture, Belo-riorizonte, Minas-

daudagSes cordines.

Venho por meio desta accuser o receoimento do prezado
-favor de V. .., d: t':r o de 17 deste, envisndo urnm consult
a res)eito & adubagZo das ianranjeiras. i -oonderC1he--emos
logo que temos uma pequena folga.

Commiuniccmos que esthcmos Jremtzi lndo : ee-eeta.rio, o manusc.iuto par', o f? ,:to sobre o abac-.te, con-
f-)rme conversarmos corn~ a migo curu.:,o ahi ultimamente. Esperamos
que iever ;: minalma e demora c-i ;tblicpl-o, ois s consultas
sobre o abe cate que r-ecenemos, occiu pam muito t co o parr sernem
respondidas a-vidcmen e.

NTo mandamos novas ohoto gru hics, oois s tnL:. todas estas
ji cor n corm os cliches nEs mi.oc de V. b., :ev... f cillitar a
impress ao s o folhetoo. Boa pI.tf do :;,-:sc i .to j fCoi confec-
cionado ahi. .Caso pojemos fduciliter, de ,ulcuer modo o tra-
balho c; publicao do folhcto, pedimos o f--vor de avis-r-nos loi-a

Tomamos a liberdade de per gu .i.r sz jc saCLir;;m do or'lo
number o C --olatim, depois ide de M-rgo, pois & este o ultimo que
s' s"'"mm- F. ciui, 'uTr 0o nosso ain'E: t." ',ur n _; ca'".t ria,
quer na Bibliothleca.

AP.ui ttmoas s2mpre is od' ens.

Corn astilma, r-m.u : 'tt o coIgo



'I.H.Rolfs, Consultor *i'chnico e
PHR: C









Junho Ce 1932


ijWm0 Onr.

Dr. Aildebrando Clark,

S..u'l:;,5s affectuosas.

Teos 3 raer de u.rese.ntor' o nosso smigo,

o r A, Crvalho Bt~ arbo, Insxp:'ecor Agricola Fed'r: 1,

no -;nau "s V ao Paulo. a-caba de pisser uma sa3.init

nesta. l'ol., p. et~ conhcsindo a cirinhe 3 o!31o-

iori zonts 3;0lA srimr.ia vez.

%uw 1 ar 2. vur qua 0 Amap yod hrji puast:r

ao dr. C v'.llo) vross:, serw muito no"ecido

por 16s.



u ,.ro -sW


*










Vigosa, Minrs-Gerais


9 de 1'evereiro de 1932.




- 554-R-3-

nxm3 ^nr.

borvigo de Letatistica,
bCcr etaria d&a a --ricultur ,
lo-iorizonfta, i;:r.s-Gerkis.,
Sudc5 es Co r' i,. eas.

Tivemos hontem, inteir::.mezte por :caso, a satisfaccqo de
scoi um "A CULT'KA D" SAPUCAINHA", que
acabou O.- s"ahir da Imprensa selo brilIntemeate dirigida por
V b. Disj .mos escrever logo, cor mnic;nido o nosso prazer
em vor o tcraU. .lho n-sota forima, ,ue muiLto mais aproe veael
do 1e 110o -oletim.

Ag;r.,a:,:.-cemos iui- aL;.s. palravras d: ili:ti:roduciG.o, que
jui?, m e ser dat caneta GO Amigoo. 1,uo foi assim ? A addig o
do Ind.ice ougmentou mui~o o valor do .'oltieto.

R:c Uenmo um s:xamp ar o Loletim 10/11/12l enviado
pelo -mlgo, 1 M incipio0 d.0 De7s mbro 3 .sdej.jmos eP 1 r..ecer
a remesSa Jo mesmo. Foi lavado, quasi seo licenga, por uM
red~:cto' do -io ;qu e. ;le b-u lem no'.so gaoina 8t Apenas ho
dia 4 dest, rz, pcdi .s .cons guir um unico exsemplr da Leore-
taria destS cola.

Consiultmoos ao Amigo o modo de obter Meio menos ceam
exemplja-s d-. spar'a.ta, pa.ra uso am nosso gaoinete. Caso
nao for possivel remetter-nos estes gratuitL.m ite, desej&mos
sa-be quan to te'remos .- pagr, ., natural'.., tC par ticularmente,
oois reconhecemos as grades difficu.idsceos finarceiras sob
os iuaes trab0l L.lha a mprensa.

Juint ant3 manu~aos xa O pl:: r d.uma Jonferencia re,-_liz.-da
r.o -io de dieiro. Lp caso do o migo lam.-r-se de maits
alguem que se inte.ressar nIo assumpto, Ser0o favor muandar-nos
os riomes, pois temos basnt o 'e:-:.m:jlare.s aqui.

Semmr-.is por hoje, subscrevo-me, comr elevid- estima,

De'V. ., Amg- e admir att e obtg


P.R.Rolfs, Uonisultor I'ecomico de
PHB:C Agricultura do Estado de Minas-Gerals







V


Vigosa, Minas-Gerais.

16 de Margo de 1932.


w" 558-8-32

Exmg nr.
Dr. Hildebrando Clark, Director,
Dep.--tamento de statisticsca e Publicicadc!e
Belo-Havizonte.

SaudagQes cordiaes.

Venho por meio desta accus.ar o. recebimento do prezado
favor de V. b., datado de 9 do corrente.

Desejo agradocer, muito sensibilizado, a remessa dos cem
exemplares de "A Culturea da Sapucainhw", bsm assim como os cinco
exem-lares dos quatro ultimo numoros do Boletim editado sob a
conceituada direcq~o de V. S. Temos feito excellent uso das
separates da "Cultura da Sapucainha", e p rticipamnos comr muito
prazer cue o interesse estf se augment.indo de maaeira muito ani-
madora nesta cultural humanitaria. Podiamos empregar comr muito
proveito mais cem exemplares do mesmo folAeto.
Notamos que o prazado Amigo d"isse star incluida una list
de pessoas para receberem nA Escola Regional". Nao achamos a
reserida list na carta. Demorsmos uns dias, em responder, pen-
sando que talvez seguiria em outro envelope. Pedimos o favor de
mandar tirar uma copia da list. Teremos o maximo pr-a.er em re-
metter e:-~rml :rs da confsrencia, conform offsrecemos.

Lament .mJs ter sido (mp~ gado o cliche tirada de pagina
69 de "A MAd. de Uitrus", e aproveitado aem pagina 79 do nu-
mero 1 do boletim, Ano V, e outra vez em pagina 80 de numero 2,
sem que fosse feita a devida annotagEao"Adaptada de Circular
N' 7, Estaci6n Exp imen ,tal, Lima, Peru".
O cliche'da capa de No 2 devia ter levada a data, pois
faz injustiga ao Departamento de Zootechnic, que hoje se acha
muito m.is bonita do que alguns annos passados, quando for
feita a. chapa.

Subscrevemo-nos, cor elevada estima e consideragao,
De V. S., Amgg attg e obg2

P.H.Rolfs, 'onsultor Technico de
Agriculture do E. de Minas-Gerais.
PHR:C











































V f-''-"
rv .


SECRETARIA DA AGRICULTURE


DEPARTAMENTO DE ESTATISTICA E PUBLICIDADE
Belo-Horizonte, 3 de Margo de 1932.-'



Zxmo. Snr. Dr. P. H. Rolfs,
D. D. Consultor Tecnico de Agricultura

V I 0 S A


So hoje veio ter a este Departamento a vossa prezada

carta de 9 de Fevereiro ultimo, e, em resposta, tenho o

prazer de remeter-vos nesta data 100 exemplares do opuscu

lo "A Cultura da Sapucainha", de vossa autoria, bem como

various exemplares dos ultimos numerous do Boletim de Agri-

culture..

0 trabalho sobre a Sapucainha merecej justificado in

teresse por parte da Secretaria da Educagao e Saude Publi

ca, a qual se remeteu, a pedido, um grande numero de exem

plares.

Agradecendo muito cordialmente o exemplar da Confe-

rencia sobre a "Escola Regional", junto a esta alguns no-

mes de pessoas que se interessam pelo assunto e que por

certo agradecerao a remessa desse excelente trabalho.

Cumpre-me comunicar-vos, igualmente, que nao vos re-

meti diretamente o trabalho sobre a Sapucainha, logo ao

sair do prelo, porque foram enderegados e Escola Superior

100 exemplares e esperava que esta vos fizesse chegar as

maos os numerous necessaries.

Continuando ao vosso inteiro dispor, reitero-vos os

meus protests de elevado aprego e distinta consideragao.





Superintendent




1 .x
4^ *


























































ff-.. - -
R. .


Clark:

Your amiable letter containing the-very intelligent inquiries of

Snr. Fernando Martins Calvino, has been received,. The categoric reply

is quite brief but leaves much unexplained. Further illudidation

will be found in the discussion that follows the reply. In the begin-:

ning I wish b thank my daughter (Miss) C. Rolfs for making the transca- ;

tion and Dr. ...........for correcting the language.

Inquiry
"E'favor dizer-me 1). si a palha de cafe e cinzas da mesma
sao adubos bons para laranjeiras; 2). si 3 Kgs. de cinzas
de cafb espalhados em volta 35 cnetimetros distantes dos
pes de laranjeiras de 6 annos de idade, produz bom efeito;
3). si a palha deve ser amontoada proxima de cada pe para
a devida fermentagao, ou deve ser espalhada; 4). finalmente
qual o melhor a cinza ou a palha ?" -

Reply

1). Coffee. hulls ld .ashes' fram.caffailBnll.ear 6bExcelit

fertilizer for citrus but both are unbalanced.

2). Three kilos of pure ashes is a reasonable quantity. If it

contains impurities allowance for this should be made. It is however an

unbalanced fertilizer. It is rich in'potash; contains considerable cal-

cium; some phosphorus; and other minerals. Organic matter, so desirable

for the normal development of b citrus tree, is absent. None of the

ashes should be applied within a meter of the "pn6 referred to.

3). The palha should bvenely spread, thoroly worked into the'

soil; none being scattered closer than a meter from the pe.

4). The palha is the better. It contains all of the fertili-4

zing elements contained in the cinza and in addition humus and nitrogen;-

so essential to health and growth of the cafe tree. It may be applied

freah or after being rotted in an estrumeira.

ASHES AND PALHA AS FERTILIZERS

Both are excellent fertilizing materials for citrus trees on

high vargens; on pes de morros; or on terraces. On lands recently

cleared of forests, neither will be needed. On the older lands that have,`

been burned otver for years and where rains have washed away the humus, '
and have leached out soluable plant d@od, fertilizer will be needed,--
it cannot compensate for good cultivation.
A.HES. As W& sa above 6se -tain
potash, a large percent of calcium and a smaller amount f -opi
Ashes just removed from the furnace contain this potach and lime
ca-ltic (oxide) form. On being exposed to the air




-2-

they change to a less caustic form (hydrate). Finally they change
to the carbonate form which is not caustic If ashes are exposed to

rains the plant foods are leached out, leaving an inert mass.

Ashes are an exceedingly variable fertilizing material.

efaken from the forno they gain weight by absorption omoisture

and carbon-di-oxide from the afftmmaimmman ea=. They also contain

the clay,pg sand, and other inorganic matter that entered the forno as

well as the dirt gathered up with them after they left it. The data

used are more or less an approximation for ashes without admixture of

"dirt" and agter thea have absorbed humidity and earboh-di-oxide from

the air.

Ashes or any other fertiizerf should be applied at least

a. meter from the pe of a six year old tree in normal health and

growth., iWhen careful examination is made one finds over 80 % of the

Sabsorbent rootlets more than a meter from such a pe. The function of

these rootlets is to absorb the plantfood in the soil. The large
roots are incapable of this function. The lateral r96ts extend to an

astonishing distance from the foot -tar= 4





/-Pho o of nursery showin effect of
larger citrus trees._/

\-/ . . ." P" o o f n s 7 c.
Caustic materials applied in large quantity are likely to
A larger,
Weaken or destroy the resistance of the bark of the Vroots.mfimdte

This permits an easy infection by mal-di-gomma and root-rot organisms.

Fertilizers move downward in\he soil and not laterally as

is sometimes assumed. Washing rains carry away large quantities of

humus and leach out soluable plant food. Cultivation and terracing

prevent this. Our terraces in the pomar of the L.S.A.V. are now more

than six years old and not a particle of water has run off, altho we

provided for it. The morro absorbs. all the water during the rains

season and returns it to the trees during the dry weather.
















1 / a A-' 6'/--- -^-- --- -/
L ^^. o Qiy r_. j 't, Igoe,--



64. on 1f1t- ^fit ^j/^ 'Z /S^ /^J.^ ^J e ^ f^ e S/ tU^ L





--3--


COFFEE HULLS. The great advantage in using coffee hulls

lies in that they supply humus. 1 2 acts as a regulator in the soil

it absorbs moisturex, conserves plant food, AmAh~im during rainy

weather and gives them up during dry weather. The nitrogen they

contain becomes soluable plant food. The sterility of the will-sides

is due to the rains washing away the soluable plant food. Too fre-

quently, the organic matter has been burned, thus destroying the

humus forming vegetable matter, leaving the hill-sides unproductive.

The coffee hulls contain all fie mineral elements found in the ashes

and in addition humus and nitrogen.

one of the coffee hulls should be applied within a m;ter
of the p'enot onl for the reason indicated itder the discussion of

ashes, bqt also for the further reason that mal- di-gomma and root-

rot organisms grow luxuriantly in decaying organic matter. The banking

of organic matter around the pe and the almost universal use of the

hoe, are the two most potent factors for the wide-spread prevalence

of mal-di-gomma in the citrus^ieg of Minas. All-unconsciously 4

the laborer with his hoe innoculates the pe or larger rootsfand weeks,

months, or even a year later, the tree dies from mal-di-gomma or

root rot.

Coffee hulls should be evenly scattered in a circle some
two to three maters broad, more than a meter from the pe and incor-

porated with the soil, by means of a cultivator or disc harrow. The

implement should be passed over the ground continuously, as soon

as the coffee hulls have been scattered, until every vestige of

hulls has disappeared from view.

The amount to be used will vary according to the amount
available, the size of the tree and principally according to the

presence or absence of humus in the soil. A moderate application

would be 200 liters (17 latas de kerosene), to the tree. If not more

than 10 liters are applied per square meter it can be worked into the

soil easily with a cultivator or disk harrow.






-4-

ffttS* According to J. G. Smith in "0 Cafe", Vol II, pg. 13,

by Jorge Dumont Villars, coffee hulls have the following analysis:

Acido phsophoto 0,54 % (Fifty four centesimos porcento)

Nitrogen 2,18 %

Potassa 3,91 %

ginzas 9,97 %

The analysis given by Abelardo Pompeu do Amaral in "Cultura. Pratica

e Racional do Cafeeiro", page 580 and by 6. Magar in Chacaras e Quin-

taes, Vol 37, page 60 are quite similar to the foregoing.

The$ above table gives 14,42 % incumbustible material, the

nitrogen and cellulose being7volatilized in burning. In other words,

it took 100 kilos of palta to produce 14,47 kilos of residue commonly

called cinzas Itftaket nearly 7 kilos of palha to produce one of

cinza. A lata (18 liters) may be estimated to weigh 2,5 kilos. -f it

would take nearly 3 latas of palha to produce oneAof cinzas. Hence

4..rAea three kilos of cinza would require approximately nine latsp of palha.

ROTTED COFFEE HULLS. The greatest advankge from using

rotted coffee hulls is due to the fact that in an estrumeira (See

Bol. da Oecretaria de Agricultura An V,NQ 5, Maio de 1932). in

a few weeks, a fermentation is completed, which may require months in

Sa pomar. The scientist expresses it by saying that the palha i s
slowly available" and the palha curtida is"quickly available. One dis- d

advantage is that too frequently the estrumeira has been neglected

and dry rot has liberated much of the nitrogen, permitting it to escape

as a gas.


Another great advantage of the palha ctrtida is that it is

about six times as concentrated as fresh palha. This greatly reduces

thei work of adubagao Technically one should use it at the ratio

0o one 1tos i +; -- H -on -f nn :e



k9 Summary

1). Fertilizing citrus is principally for the purpose of


correcting chemical

hdefsicio
e soil.








. ". "" .



L, -- u .a -, >u





-5-


It cannot compensate for cultural deficiency. Most of our trees are

growing on soils dt t in both respects.

2). The asheg referred to is a very concentrated and unbal-

anced fertilizer. One kilo of these ashes; one kilo of Escoria

Thomaz; and eight latas of coffee hulls ) ta would make a
A
more nearly balanced fertilizer. This should be applied during the

winter; preferably o the tree blooms.

3). Seventeen latas of palha de cafe IS*S and one kilo

of "Escoria Thomaz" would also make a good fertilizer for the

winter application.

4). One kilo of the ashes and one kilo of "Escoria Thomaz"

will make a good fertilizer for the summer dry spell (veronica),

whair~ t vigosa, according to eight years records at the E.S.A.V.,

. occurs during January, February or anmma early March. Palha or

other organic matter applied as a fertilizer at that season will mm

cause the skin of the fruit to become thickened and the pulp to

contain much begasse.

5). The palha should not be buried in holes or in a trench

as is frequently done by the caipeiros, in Minas. This is likley to

produce citrus indigestion which pathologists c.allo$ exanthema.

6). It has required more than two thousand years to 4

domesticate and perfect citrus fruits. Minas can produce the most

beautiful and delicious citrus fruits but we must follow the basic

principles discovered by our predecessors.







SECRETARIA DA AGRICULTURE

E E MAE 6[DEPARTAMENTO DE ESTATISTICA E PUBLICIDADE

N.o 1 -4 t
Belo Horizonte, 17 de junho de 1932.
Seccao de ,--\
Publicidade : 3


Exmo. Sr. Dr. E. H. Rolfs.
MD. Consultor Tecnico de Agricultura clo Estado.
Escola SuDerior de Agricultura e Veterinaria.
VI OSA


Rogo-vos a bondade de responder com a possivel brevidade a
seguinte consult que nos foi encaminhada pelo sr. Fernando :.Mr-
tins Calvino, de Caratinga:
". favor dizer-me'si a palha de cafe e cinzas da mesma
sao aduabos bons para laranjeiras; 'si 3 Kgs. de cinzas de cafe es-
palhados em volta 30 centimetros distantes dos pes de laranjei-
ras de 6 anos de idade, produz bom efeito; si a palha deve ser
amontoada proximo de cada p6 para a devida fermentagao, ou deve
ser espalhada;)fin~ilnente equal o melhor a cinza ou a palha?"
Aguardo vossa resposta, antecipando agradecimentos e apre-
sentando-vos mrninhas cordiais saudagoes,







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SECRETARIA DA AGRICULTURE ESTADO DE MINAS-GERAIS BASIL

Carta IN 9 BELO HORIZONTE, 7 de Dezembro de 1932.


Exmo. Snr. P. H. Rolfs,

D. D. Consultor Teonico de Agricultura do
Estado de Minas.


V I Q0 A


Grato A resposta que obsequiosamente mandou-me em
sua carta de 1 do corrente, cumpre-me informar-lhe, relati-
vamente a Separatas sobre Abacates, que os Qriginais desse
interessante trabalho serao dados a impressao, logo fiquem
concluidas outras tiragens que ali se encontram em andamen-
to, entire as quais a do *Rejuvenecimento das Arvores de Ci-
truse.
Aceitamos, corm prayer, a sua sugestao, no sentido
de ser a sua colaboragao para o "Boletim* de Janeiro consti-
tuida pelo discurso que iri proferir como paraninfo da turma
de 1932 dos diplomandos dessa Escola. Desejamosilustrar essa
publicagao com os seguintes cliches: a) do Dr. Rolfs; b) do
Dr. Belo Lisboa; c) da turma de diplomand'os e com outras fo-
tografias interessantes que nos sejam enviadas. Nesse senti-
do vamos escrever ao Dr. Belo Lisboa, mas Ihe pego se inte-
ressar tambem no sentido de serem-feitas as remessas a tem-
po do prepare dos cliches.
Quanto ao stock da *A Muda de Citrus" na Escola,
vamos providenciar, de acordo com o Dr. Belo Lisboa, no sen-
tido de ser o mesmo reformado.

Sem motivo para mais, queira aceitar meus atencio-
sos cumprimentos.





Superintendent











Vigosa, Minas-Gerais


2' de Dezembro de 1932



IxamQ Snr.

Dr. Hildebrando Clark, Superinteenfene
Departamento de Eststistica e vublicidade
Secretaria de ^gricultura,
Belo-o ri zonte.
Saudag es cordiaes.

Respondaado so prezado favor de V. S., NQ 459, datado
de 7 deste, remettemos juntamente corn esta, copia do dis-
curso profrido na ocasiao da formatura dos alumnos neste
estabelecimento no dia 15 deste.

Pedios o especial favor de incluir a nota quanta .
traducgao, pois o 'nr. Carneiro trabalho muito.

Quanto ~s photographias, temos posta muite pressao
sobre o photograph para obter as duas que remettemos da
formatura. ^trazamos a remessa do discurso bastante para
poder mandal-as juntas.


Ainda nao recebemos as copias da separate "Reju-
venescimento de ^rvores de Citrus', as quais entendemos
deviam chegar provavelmente na semana passada.


Esperamos que o artigo chegara as suas maos ses mais
demora.

Safde e fraternidade


S. H. olfs, Consultor Technico
de Agriculture
PHR:C
Nota, em tempo. Achamos malhor
mandar o dticurso e photographias
em outro envelope. P.H.R.








Engenheiros Agronomos de 1932
ESCOLA SUPERIOR DE aGRICULTUHA E VTTERINARIA

ESTADO DE MINAS-Gerais
Sentados, no meio, Dr. J. C. Belo-Lisboa, Director;l
esquerda, Dr. Diogo Alves de Mello, Cathedr.Jtico de
Agronomia'; homegenagado; a direita, Dr. Josh Duque
Guimaraes, Professor de Silvicultura, homenagado.
A P', no meio, Dr..- H. Rolfs, Paraninfo. Da
esquerda para direita, os engenheirandos, Carlos
Infante Vieira, Oldemar R. Pimenta, Darc Nogueira,




Engenheiros Agronomos de 1932
ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURE E VETERINARIA

ESTADO DE MINAS-GERAIS

Sentados, no centro, Dr. J.C.Belo-Lisboa, Director; i
esquerda, Dr. Diogo Alves de Mello, Cathedratico de
Agronomia, homenageado; a'direita, Dr. Josb Duque
Guimaraes, Professor de Silvicultura, homenageado.
A pe, no centro, DT, l. ~oilfs Paraninfo,
Organizador e Ex-Director do estabelecimento. Da
esquerda para direita, os. engeaheirandos Carlos In-
fante vieira, 01demar R. Pimenta, Darcy oguelra,
Carlos T. Almeida, Antonio Coutinho e Joaquim F.Braga.




Reservistas de 1932,
Maioria alumnos da S. S. A. V.
Terceira fileira, no centro, ofociaes
da Banca Examinadora. A' esquerda,
Sargento Waldemar Rummel,. Instructor
Military do estabelecimento.


P.H. Rolfs, Pararinfo.
Chamado dos 6stados Unidos ea 1920. Locali-
zou, organizou e iniciou o estabelecimento.
Do 1929-1932, Consultor Technico de ^gricul-
tura do Estado.












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S.st:.. ; ,1.. T m em : i sor .o foi .. t nte cuid,:doso,
c .a.no .w i' igur e entido .cont. .io a o.r'octo, na paina.
Tod.,s o .e not m figur, ...er. m .-ogOA ue 1.. :;.gum.:, coisa
T o d ., s~~: L.. : -1 ..: C2 --L . ..


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S.:. ' -'.'- Ami o .;": n t i uiti-1 .l-os aindi2
nju l-.etim', sentao :o- i:5.; uImltj : n it:- . nrte
com 'i :- potou*.l;-., -ue t mOIs uC.i-0o s mais
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Beloitorisont e

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.mi. tr -m s p -: er a pruep..-"- u .:m.;i:.
So i..-.m. ;o essacial do ".ol0eti im1, -''
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P:.. fci cilitar-n,;, o tro~.:alhoQ, p.- .i-
meO o soeo inic:,r en *te dat, er
sr o rii arito ns maos de V. S., e
o )'m im tox) ;rxim .o (que d.:iejar. Por .c..Jo
V. .. .. .m ... d :um ... ump to

Sem ;ais .'". 'oje, ;ulAscevo-me,

Com. elevadea esrima e consiac _.: "o

-m_-' tt8 e o: ,"


P. If s. Con -L i.tor Technico
- .-icul : tu :. tccdo


C


-%Fee*






SECRETARIA DA AGRICULTURE

DIRETORIA DE ESTATISTICA GERAL DO ESTADO


NO/.27L&
Secgao de
Publicidade Belo Horizont e, 19 de clezembro de 1931.


E::i:. Sr. Dr. P. H. Rolfs, 1.D. Consultor Tecnico de Agricultu-
ra do Estado Escola Superior de Agricultura e Veterinaria.
VIQOSA


i: meu poder vossa carta de 11 do corrente capeando o artico
"Tertilizantes de Refugos", de vossa excelente colaboragao para
a edigao proxima do '*Toltir. de Agric-Lltura ,Zootecnia e Veterina-
ria.
Inteirado dos 1.-: 1 cdizeres de vossa carta a respeito, apre-
sento-vos, corn os ..,: pe.Iorados a 'radecimentos, os protests
de elC'--. do ,-r, o.





Director










a SECRETARIA DA AGRICULTURE

SERVICO DE ESTATISTICA GERAL


Belo Horizonte, 24 de novembro de 1931.
Secgao de ^
Publicidade



E-:iio. Sr. Dr. P. H. Rolfs, TF.D. Consultor
Tecnico de Agricultura do Estado de

Escola Sui-,rior de Agricultura e Veterinoria

VI q 0 SA


Respondendo vossa carta de 17 do corrente, comunico-

vos que ja seguiram mais 100 :::..riplres da "A Iuda de

Citrus", para venda nesse estabelecimento, bem como pro-

videnciei no sentido de serem remetidos'10 e::. ._ip'res

em consignagao a Livraria do sr. Toao I.Am-ndola, na cida-

de de Cmr;~pinas, Etd. ir-o de 3ro .- lo.

Atencioases cu1-prinri:.ntos.











Director











N. P9


SECRETARIA DA AGRICULTURE

SERVICE DE ESTATISTICA 6ERAL DO ESTADO

Belo-Horizonte, 12 de Setembro de 1931.






Exmo. Snr. Dr. P. H. Rolfs,
D. D. Consultor Tecnico de Agricultura

VIg 0 _A




Acuso o recebimento da vossa prezada carta de 9 do
corrente, acompanhada de ur interessante artigo sobre a
cultural de Amaryllis Hybridos, que vamos publicar no
orgao official e no "Boletim".
Em data de ontem encaminhei a Escola uma primeira
remessa de 200 exemplares de A Muda de Citrus,dos quais

ser-vos-ao entregues 100 exemplares. Oportunamente re-

meterei maior quantidade.

Fico a espera da series de artigos relatives a con-

ferencia na Semana dos Fazendeiros, a que daremos a de-
vida divulgagao.

Fazendo os melhores votos pela vossa, felicidade
pessoal, reitero-vos os meus'protestos de estima e con-
sideragao.







Director













Vigo. XiML -0 18.

:.; c^; tuc --o a d.- i;. 11n




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J l SECRETARIA DA AGRICULTURE

DIRETORIA DE ESTATISTICA GERAL DO ESTADO


N~. S- iBelo Horizonte, 1 do outubro do 1931.

Secgao do
Publicidade

Exmo. Snr. Dr. P. H. Rolfs, M.D.

Consultor.Tecnico de Agricultura

do Estado Escola Superior de

Agriculture e Veterinaria

V I 0 S A


De ordem do Sanhor Secretario da Agricultura, agradeCo-

vos a remessa que Ihe fizestes, em cartasde 22 do mez findo,

da vossa recent conferencia pronunciada no Rio de Janeiro,

sobre a "Aclimnaoo a domesticagao das species anti-lepri-

cas" e doe uma series de seis artigos sobre a "Aproveitamento

de bragos e a cultural mecanica".

Esses dois trabalhos serao publicados, por ordem do mes-
mo Senhor Secretario, nas colunas do "Minas-Gerais".

Aproveito o ensejo para reiterar-vos os meus protests
de elevada consideragao.














Director











SECRETARIA DA AGRICULTURE ESTADO DE MINAS.GERAIS BRASIL
BELO-HORIZONTE, 28 de julho de 1932.


Exmo. Sr. Dr. P. H. Rolfs,
M. D. Consultor Tecnico de Agricultura do Estado
Escola Superior de Agricultura e Veterinaria

V I 0 S A


Dou em meu poder suas cartas de 15 e 19 do corrente, aquela
acompanhada da resposta a consult que Ihe transmit, do sr. Fernando
Martins Calvino, de Caratinga, sobre "adubos de palha de cafe e cin-
zas da mesma, para laranjeiras".
Agradecendo-lhe a excelente resposta e ainda o obsequio de ha-
vA-la transmitido diretamente so consulente, 4 coin o maior prazer que
Ihe comunico a magnifica impressao que me causou oartigo, instruti-
vo e brilhante, a que ela deu lugar, o que alias nao constituiu sur-
preza para mim, ppois ja me habituei a ver em todos os seus trabalhos
ensinamentos sempre interessantes, saidos como sao da inteligencia ex-
perimentada do prezado Amigo.
Motives de forga maior nao me permitiram ainda visitar essa Es-
cola, como me lembra em sua carta e e meu sincere desejo, afim de co-
nhecer de visu esse institute, de que justamente se orgulha o nosso
Estado, e que deve a inteligencia, operosidade e espirito organizador
do dr. Rolfs uma grande parte de seu exito. Seria realmente ocasiao
exeeelente, agora, ao ensejo da "Semana dos Fazendeiros"; nao me foi,
porem, possivel sair.
Havia deliberado randar como meu representante e do "Boletim
de Agriculture, Zootecnia e Veterinaria", o sr. Joaquim Ribeiro Costa,
chefe da Secgao de Publicidade, o qual nao so faria ai a necessaria re-
portagem para publicagao na revista, como ainda procuraria difundir es-
ta entire os dignos fazendeiros que al comparecessem. :as mesmo isso,
por motives various surgidos a ultima hora, nao foi possivel realizar,
nao obstante houvessemos solicitado con a. necessaria antecedencia ao
dr. Belo LisbSa mandasse reservar na Escola alojamento para aquele fun-
cionario, ao que o digno director prontamente atendeu. Aguardemos uma
nova oportunidade para essa visit, que eu, pessoalmente, tanto desejo
fazer, e que ao "Boletim" assisted tambem o dever de realizar, como uma
homenagem a esse grande centro de onde irradiara, em future nao muito
distant, a maior forga de expansao da nossa agriculture.
Pedindo-lhe desculpas pela extensao desta carta e apresentando-
lhe mais uma vez os meus agradecimentos, envio-lhe saudagoes mui cor-
diais e protests do mais elevado aprego.






/ Superintend erdnI




















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i. . is .u ^ gr.icola, com) o N't 24
( . ic. .n = la / t.m pr. p -:i : -. n ; ri t..iios
corn o: t: ic .it: .. que s:o i.via.:s oo todcs as : ,'-c -.?-' s


S.x 2 lT m-. tU .. d V'. J., dUt ,
-' :' : . 18 nin.. p. AinUo. P. r V' -.mo. "fW ou m .- 0::. o.


S. t '. : .. -- : ut-. u l. .
M.IA u t '-*- - tdo 5odo



S, rj .Al U .. '. T 1t''0 a' c . ;









S. .
P m P : a*- t. i:










SECRETARIA DA AGRICULTURE

SERVICE DE ESTATISTICA GERAL

Belo Horizonte, 18 de novembro de 1931.

_>sc9q.o do --
iublicidade

xmno. Sr. Dr. P. H. Rolfs, MI. D. Consultor Tecnico de

Agriculture do Estado.

Escola Superior de !. ricultura e Veterinaria

SVI 0 SA



Respondendo sua prezeda c-rta de 10 do corrents, em qua me

comunieauaa sua aquiescencia ao pedido quae 1h foi feito por'esta

Diretoria sobre a elaborag o de um trabalho pro a ediggo de ja-

neiro proximo do Boletim de Agriculture, Zootecnia e Veterinaria,
cumpre-me infbrmar-lhe, conform. pargunta, qua o trabalho podera

ter, mais ou manoa, 12 folhas .datilografsdas, tem for gar, porem,

o deaenvolvimento que julgar ever dar ao assunto., cuja :etcolha

deve ficar intairamente ao seu crittrio.

Com a melhor estima e d is tints consideragao, subscrevo-me




Director









Vic~s:,. Mmin:. s-uer-is.


.ie det'bro de 1951




N0 528-R-31

tixm i-nv.

Dr:-. ,ildeiur.ndo C.ark, D director,
-b vigo de (iEst.tistic.',
5 ec Mi- -s-CGri .


Junr,.ment.s :,:lOm -stf ',tiritems unm peueno r~tigo
?)on- *, ;:u-tu,,. dc ,M_ RLLI: Hib bl0S 1 que r :.n emente
esic f'lortou&ndo lind'.men te em nosso jardim. Jul. -mas
quse e:b:s :e.-ueno :r:tigo s rviL;-: ; :. O ii .s- er isV.

N o di;ia -:s..nios im raLo, edino informagrSes
reoito d- :'em- o folheto. Fi,-.mos s-tsifeits ae
ver ui.;nmncio 0.c folhet no ii ::S-Ger .i, :ois deve e'sta r
,quasi profm p,;',- di ti-,iouio. L'tim:s .o obsequio de
avis rnos nest-f easp eito.

-M,:t-mo&- sando .: im ,o, a. ~ere ce artigos. que
tem o ,r:1r~ e--:; cb d.: c;nf-renia rne~li::: de na eiemana do Fazen-
dairos, e em pouco2 di.P-'s a remetterreos :,,:: ahi. Julg..mos *
que serviri. '- em p..:... o "Mi. r- ?:.e is "

Sem mais or io3j'e, u..s.':;vmos, d V. a ,

Am act,-' e og"



L. .iiolf Coisujitor Technico de
A gricu-.ctu .: o i st o de Ga--Gerai











Vigosa, iin~.s-Gerias
17 de Novembro de 1951


Excm &fr.
Dr. ^ildebrando Clark, Director de Pstatisticas
Secret ria da Agricultura, Belo-Horizonte.
8audag6Ss cordiaes.
Juntamente com esta temos o prazer de entregar a V.S.

copia d, carta de J56o Amendola, livrarista em Campinas,
I. de Sle Paulo, que deseja tender exemplares de "A Muda
de 1itrus"a
Aproveitauos a occasion para dizer que ainda nlo tern
side recebidos mais exemplares aqui, havendo bastante recla-
maglo per part dos alumnom que desejam obtel-oas
Sea mais per hoje, estamos aqui sempre as ordens de V.S,


P H.Bolfs, 'onsultor Technico de
Airtcultura do E. de Minas-Geraia


PHR:C









SECRETARIAT DA AGRICULTURA

SERVICO DE ESTATISTICA GERAL


Secqao de Belo Horizonte, 4 de novembro de 1931.
Publicidade




Exmo. Snr. Dr. P. H. Rolfs, 'T.D. Consultor
Tecnico de Agricultura do Estado.
Escola Superior de Agricultura e Veterinaria

V I Q 0 S A


Em meu poder sua carta de 30 do corrente acompa-
nhada do excelente artigo "Os Tinhoroes ou Caladiuns",
em duas vias, con respetivas ilustragoes fotograficas,
para o "Hiins -Gerais" o "Boletira".
V.mrros aproveita-los corn o maximo prazer, certos de

contentar igulTmra.1nite aos nossos leitores.
Corn os meus penhorados a.gredecimentos, subscrevo-
me com estima e considera9ao.

AmgQ at? obQ







^JL^6M
















30 de Uutub!o de 1931
N- b 41-R-,1i



Ilim2 n- .r.

Dr. Hildieando Cl :L, tDirotor,
Bervijo die .-sta3ctistica,
,-Sec'etci'- .t i .. c. gi' ic^.ltrt a,.

S, d..'-i; es cor-i.es.


Vernho por meio s.esta ent-: _-: s m~o so
:; o imigo c:-t.) de C :*. Jos Srmntos Ccir-tiCo
-Si,, ., em que -ode a r'msa: dum e:< mpi..r cS "A
Mudc de itrus". Acdi-se c.m,.et-m;-.te ::-g, tado
pequ ::; ?m ,:. e eara c -f:i.

Desejo ta~bam sa ber -- j. o ram posts a
vea;i. em quaiu-~ r livr: no Rio, e outrosim se
os :1. m:ij de t --1 .la pod':co :.jmatter p..ra
Si a'm cmo b ..cia coPr.spondente .o p..;o, ..'--
r e% -b : a s e:.: 1 m..- es do in .mc.

Sea moias pUE: hcoje, 2subsrevo-me,

Com elSv '.. stima e co..si. ra. o

De V, S., Amgl ,-itt e obg0




--'.-.Holf s, ,..n.:.it:, Tacuisico
de g i t' : .. .' ; Min.- s-


A 'L*.


B~i6"sxo Pi;i:ls-Ga:~ais,





9


a7^v ) e^
e~L2"Y >2~/

pk7~~/7~~










SECRETARIA DA AGRICULTURE

SERVICE DE ESTATISTICA GERAL

Below Horizonte, 28 de outubro de 1931.

3ec9ao do
Publicidade Exmo. Snr. Dr. P. IH. Rolfs, M.D. Consultor
Tecnico de Agricultura do Estado.
Escola superior do Agricultura o Veterinaria
VICO3A

Tenho em maos wa2 cartas de 14 e 22 do corrente, as qua-
is respond.
BOLETIIT N. 10 DO L3TA'O DA BAIA, 30ERE ATATA DOCE.- Re-
cebi, cor a carta do 14, o fasciculo em opigrafe, con as cri-
ticss, 3LIutestoes conselhos sempre proveitosos sobre a confec-
gao grafica, os quais mandeaao conhecimento ds Secgao de Publi-
cidade pars os aproveitar oportunamente.
S ArIGO9 E O7TOG .~~.A3 PAPA 0 "T'OLT'fl.'"- Quando me chegou
as maos asse material, ja se achavar impressas em nosso "Bole-
tim" as patinas contend o as suas interessantes prelegoes sobre
"Aproveitamento do bragos e cultural mecanica". Nao foi sem gran
de pesar que deliberamos publica-las sem as ilustraq9es quo a-
gora cih garam, infelizmento tarde, para isso. Pensamoa at em
mandar reproduzir as que vimbos no '0 COmpo"a de a-osto ultimo,.
o quo nao foi feito por se receiar demora na confecqao dos cli-
ches. Em todo o caso, arquivamos com o carinho de s-mpre as fo-
tografias naora recebidas, esperando encontrar muito breve, pa-
ra elas, boa oportunidade de publicacc-zo.
A MTUA DE CITRUS- IT&o nos passou despercebida, na "Chaca-
ras a 'uintais" de outubro, a excelents referencia firmada pe-
lo dr. Savarro de Andrade sobre "A I.iuda de Citrus". Como deve
ter visto, mandamos transcreve-la na nossa secqao do '"Minas-
Gsrais'".
"BOLETTIT"- Dentro do oito dias, no maximo, ficara conclui-
da a edicq'o do julho a setembro do nosso "Boletim", quo vai as-
sim, pouco a pouco, entrendo nos eixos, quanto a normalidade
cronologica do sua publicacao. A edicao de outubro a dezembro,
ja iniciada, devera sair a lume nos principios do dezembro. De
janeiro vindouro em diante, esperamos nao haver mais embaragos
a publicagao pontual do "Boletim", todos os mezes. Como deve
saber, no mez de janeiro entrara oele no sou quinto ano. Para
essa edigao, qua devera ser mais esmerada, conto com um artigo
especial da sue abalisada pena.
Corn os meus penhorados agradecimentos a aprego de sempre,
saudo-o cordialmento a subscrevo-me


amo. ato. obrgo.













Vigosa, Minas-Gerais.


'dBO de Oct. de 1931


552-R-31

Exar Snr.

Dr. Hildebrando Clark, Director,
S:rvigo ce ~.statistica,
S;c.. et;ia d.e A-:icultura, Belo-Horizonte

Saudago es Cordi: es.

Juntaments cor esta temos o prazer de remetter
um pequeno artigo sobre os tinhorSes ou caladiuns.
A suL cultuL:,. podera vir a constituir, nko apenas
fonte d- prazir para muitas pessoas, coao t:m'mem
fonte de renda pela producgao dos rhizomas para venda,
ou internal ou ext..rnaal.

0 prezado -migo notara que incluimos duas copias
das tres primairao paginas, isso para conveni-ncia no
gabinete de V. S., pois achamos qae as paginas refer-
idas poderian ser aproveitadas no "Minas-Gerais", e
o artigo int-iro, cor a photographic, no "Boletim".

A photograLphi:A que vae salta, podera ser reser-
vada para elcher um espago ae oranco, quando poi
acaso um acontecer. Ura linha finissina, indinando
o format do vaso, dara maior nitidez a fotografia,
podendo ser supprimido o numero.

Aqui estamos sempre &s or'lenri de V. S. para
qualquer servigo que seja dentro do nosso alcance.

Subscrevo-me, com elevada estima e consideraglo
D2, V. S., Aegg att e obgQ



P.H.Rolfs, Consultor Technico de
Agriculture do E, de Minas-Gerais


PHR C













Vigosa, Min .--: 'is.


I. je ulho te 'L 31.




S-S- i J
D" l1 r 'ir e o,-Q .
.'vi 0 t .tica See: v de A-r.iculcur&,
.' 110L -orizo20ii Mi s-u I.' ."*.;;.


V:c 31. .7.' ; .U:* o
t. t 7. I I Z, .
p:ar. "A T. 1r . .s Acham, LS
mos. :t t en" s, t.o sffilotos c-a -"
itrt a :1 rm. 2tLll.. el .;..els SL s. A31 "


-. Vi r;. n0i
.,,-- I-,'3 ~
*j .' - t n


m i.m'y :. t do
.,,m *m; ..iB :iras 48
, ~c 4. .11as. Esta-
So manu:r ipto final-
i" :- do et:ndo.


S ps. .. -- .. t' :t esp *-C do
1... 'o c io.
~:i.~~.... :210


u.v1.:; a p.;ieii .agin potador evendo
s -ll :s ontrI.tgues a'V. p:; e,.e' CL; .

ofv1:m; ficou re.lvidi : .ueStiSo dL v.._L..=e ou no o

.---imei.c1 :-ivibtr, por-mY m *:;ssiv 1 q ue o actual
L:- ifv l, !0 S a


T _.- .8 etm v7..-.,; cde pr-po: g o..,: um...- ad ci:.pt,~io da c n-
Si : t no ii. i o, so .r. .-i r. A..-icola
Sr.o M..". S' ,ni.;- qe a m-,arsnsa s ch* ;i com um ,-, up r-
,tockl" m..i D:l:: ie ~s -. a,;tl _os p-.: i.; um ")i4 l.ic;.:doS, nf o
to0s mi:: di;lo m. L: ulti.mT m :.te.

S:, no fa-m f.lt. alhi -ecm:l's a r:-:mas,. de
ma.is '. :. exa:mp a e :; p e... a i ubii *:;?.,,o .-. re milI'o,
cetme r fit- Ot n -NS i risa. o S..jsso fornecianto
to": ll .scle. lsgo tt;. ,.

.v. -me, corn elevaa estimn.. consider C "o ,


;e'. V. S., Amg- ..Ctt


P.I:.Rolfs, 'onsultor Technico de
A.riiLltclura do'. c ce MiLns-G raise


Pi: C





/ Provas 48 paginas devolvidas por filho Guadagnin apenas

dia 14 pois esperavambs outras fim revisao melhor ponto. N.o

recebemos outras receiando extravio pedimos remessa segunda

collecqgo. AguaEdamos resposta.





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Vigosa, Minas Geraes.

9 de Agosto de 1931





Exma Snr.
Dr. Hildebrando Clar4, Director,
Servigo de Estatistico,
Secretaria de Agricultura
Bello Horizonte.
Saudag5es affectuosas.

Venho por meio desta accusar o recebimento do prezado favor
de V. S., datado de 4 deste, e cheg-do as nossas mros do dia 7.

Juntamente develvemos as paginas I a VIII, inclusive, ber
como paginas 113 a 127, inclusive.

Desejo que o prezado Amigo acceite minhas feliciatgoes pela
excellencia do trabalho nas ultimas paginas, de 113-227, pois encontra-
mos nestas paginas numero reduzido de erros, e enehum de importancia,
Mostram que a revisao foi feita comr todo cuidado, e pos pessoa bastante
habil neste trabalho.

Quando for fntregue hi public esse folheto, ao meu Amigo,
Dr. Hildebrando, caber& a honra de ter publicado a melhor obra,quanto
a parte da imprensa, qu2 jamais tenho encontrado na lingua Portuguesa,
sobre assumpto de a~galwpa. Comprehendo as difficuldades, pois
tenho tida experiencia com muitos folhetos semelhantes, a agradego
muito a paciencia de V. S. em esforgar-se para aperfeigoal-o 9, mais
possivel.


Indice Alfabetico.
Quanto ao indice algabetico, nao podemos preparal-o ser ter
nas maos todas as paginas, pois os numerous temr sido modificados desde
aue preparamos a primer& pr.cte. Temos mais ou menos (provavelmente
mais), de trezentos numerous, eemprelando duas columns na pagina e o
mesmo tamanho de typo empregado no Indice, cabergo em cada pagina mais
ou menos 78 numerous, necessitando assim uns quatro paginas para o
indice .lf-betico Naturalmente qualquer indicacao errado no indice
e'muito peior do que seq valor, poise ainda desperdiga o tempo do leitor
em precurar o que nao encontra. Um Allemao illustre disse ura vez que
o Reick deve prohibir por lei a publicagao de qualquer obra scientific
que nao incluia ur indice alfabetico complete a .bem acertado.






-2-


D. Clarissa segue para Bello Horizonte especialmente para
aprontar o indice alfabetico. Todas as despezas da viagem correm por
nossa propria conta, podeaido o Amigo ver que consideramos esta part
do folheto como sendo de elevada importancia. E'um tanto complicada
a confeicgao dum bom indice alfabetico. Pois nem mesmo no Boletim
NO 1 do Servigo de Fomento (Entomologia Agricola Brasileira) encontramos
um ber feito. Tivemos de reformar, ou antes, de fazer um indice novo
para nosso uso, antes que podiamos utilizar devidamento do Bolletin,
que consider excellent.

Devido a compromissos previous, seria impossivel paa mir vir
ahi antes de dez dias ou duas semanas, e nio desejamos atrazar a
emissIo do folheto. Por isso pego ao prezado Amigo facilitar para
D. Clarissa o que precisar para o trabalho indicado. Para remetter
copies das paginas outra vez para Vicosa tambem podia causar atrazos.
Ter sido minha experiencia que apenas o author pode confeccionar um
indice alfabetico satisfactorio. D. Clarissa leva o indice jA bem
inici.-.do, e estou certo que o que ella apresenta ser& satisfactorio
a mim.


pagina de titulo,

Quanto a minha opiniio, a pagina de titulo esta'iamensa-
mente melhorado. Sem haver outra amostra para comparar, julgo que
seria ainda um poico melhor supprimir as duas linhas mais pezadas,
em cada extremia.de da pagina, ou I%$/ talves substituil-as corn
IL-lnas bem finas.

Indice.

Reconhego que quanto a esthetico da pagina de indice, a
apuencia talves :.staja mAlhor com as principios das linhas em
par.llello. Porem, ajudaria muito mais ao leitor, seguir o system
de subordinar os titulos das subdivis5es menores. Nisso temos para
modellos muitos dos livros scientificos mais modernos em varias
linguas, como Allemao, Francez e Inglez. Concedo que a pagina ten
apparencia mais nitida quIndo todas comegan comr a mesma margem,
porem, desejamos que o livro seja o mais until possivel, facilitando
o consult mais rapid de qualquer poeto discutido, especialmente
visando as necessidades dos alumnos na b. S. A. VY

Vou.indicar us exemplo. Na formal actual, encontr:.-se "Verru-
gosis" em pEgina 20, in:i..-:do como sendo de igual importancia com o
titulo immedi to acima, "rolestias da Sementeira", equanto que no
texto, "VerrugosisY e apenas ura p;-rte de "Molestias." Encontrarmos
"Verrugosis" outra vez em pagina 65, sendo limitada a sua discussao
neste logar, exclusivemente ao viveiro, e devendo ser indicado a sua
dependencia no titulo mais ample. Semelhantemente "LimIof Rugoso"' e
pagina 98, deve ser indentado, para indicar que a sua disoussao na-
auelle logar se limit & sua relaggo de "Consideracoes na 6scolga do
avallo" e n-o rangee discussion generalizado sobre esta fructa. Em
pagina 115, encontramos o mesmo, e tratado em relagao aos "Nomes Vul-
g:res e Technicos de Citrus", Possoindicar muitos outros exemplos,
porbm, acho que agora fica mais claro a razdo do arranjo como indicad-.
Subscrevo-me, cor elevada estimaAmgo att2 e ohg0


P H. Rolfs, Coa-sul tor Technico









SECRETARIA DA AGRICULTURE

SERVICO DE ESTATISTICA GERAL


Secgao de
Publicidade Belo Torizonte, 4 de agosto de 1931.




Exmo. Sr. Dr. P. H. Rolfs




Cordiais saudagoes.

Ynando-lhe junto o ultimo "16" da "Muda de Citrus" ja irmpres-
so, embora sem sua revisao, o que fizemos aqui com o maximo cui-
dado. Vae para ver o aspect da obra no papel couch. Remeto-lhe
tambem as provas dos indices que foram simplificadas por causa
da estetica e que deverao sofrer ainda modificagoes, antes de im-

pressas, de acordo com o texto.
Aguardo a sua devolugao, juntamente com o indice alfabetico,
para a impressao final, devendo ficar o servigo concluido no maxi-
mo por estes dez dias.
Sem mais, cor aprego e estima, subscrevo-me




@L ....












VigosS, Min.s-Gerais.


1~ de Agosto de 1I31


Dr. Hildebrando Clark, Dir ctor,
DivisSo de Estatistic;,*
Secret'-ari: -e Agricultura,
riello .:lorizont3, Mi:'. s.

Sauda3;es .jrdiaes.

Venho p.r meio aesta i radecer muito co prezrdo Amigo
as gentilezas proporcionadas a minlia fil'I emqucnto ella
esteve alii. Fiquei basttante satisfeito com o .:-:em l:r do
folheto, cl:xindo-o muito mal'.rormcae com a maior espegament.
ent2e .s linh.:s.

Pego mandar-nos 500 3.~mpl _es do fo _heto, p'ra podemos
mana:;r aos este..'lecimentos nos E. D. I. A. e outros p&izes
que j- nos favoreceram ne ste sentido e aos amigos mais inter-
essados no .ssumpto.

EspuLamos que j~ con;Cguiram tcirr os folhItos de.
imprersa a que -brevement se''~o ,o alc.-.nce dos interessados.

SubDscrevo-me, :om .levad;- estima,

AmgQ att4 a oobg



P. R. Rolfs, Consultor Tecinico
de AgricultuL do E. de Minas-
Gerais
PHR: C






SSECRETARIA DA AGRICULTURE

SERVICO DE ESTATISTICA 6ERAL DO ESTADO

N -.... ...6 V
Secgao de Belo Horizonte, 9 de julho de 1931.
Publicidade



ixmo. Snr. Dr. P. H. Rolfs, M. D. Consultor Technico de
Agriculture do Estado de Minas Gerais.
VICOSA


E Havendo esta Diretoria deliberado a realizagao de um inque-
rito, sob os pontos de vista teorico e pratico, da influencia da
formiga "cuiabana" no combat que Ihe e atribuido contra a formiga
"sauva", tomo a liberdade de pedir-vos a fineza de me responderdes
conm a possivel brevidade, aos seguintes quisitos:
S1) Existe a formiga "cuiabana" no municipie de Vigosa ou na
Escola Superior de Agricultura e Veterinaria?
2) A sua existencia 6 natural ou result de importagao cor o
fim de combater a "sauva"?
3) Ndste ultimo caso, equal tem sido o resultado obtido?
4) A "cuiabana" traz algum inconvenient, tanto a lavoura conmo
a outros interesses do home? Qual?

As respostas a esses quisitos serao publicadas no "Boletim de
Agriculture, Zootechnia e Veterinaria" e na secgao "Pela Agricul-
tura e Pecuaria" do "Minas Gerais", satisfazendo assim a natural
curiosidade de interessados que nesse sentido nos teSm encaminhado
as suas consultas.
Antecipando os meus penhorados agradecimentos a vossa respos-
ta, prevalego-me do ensejo para renovar-vos os meus protests de
elevada estima e distinto aprego.




Director














bonceigio, 6 de julho de 1931.


Sr. Predator da Secgao "Agricultura e Pecaaria" do

"Minas-Gerais"..


Pretendendo fazer este ano, como de costume, alguns enxertos

de laranjeiras em minha chacara, venho desde ja consultar-vos

sobre o melhor modo de evitar oe estragas que Ihes caugam as

"formigas cuiabanas", de que ha aqui em grande quantidade. Estas

formigas, que foram aqui introduzidas pola sua fana nem sempre

real de extinguir as "sa~vas.", logo que os enxertos comegam a

brotar, carregam para os mesmos grande quantidade de terra, mia-

tando-os em pouco tempo. Os estkagos das "cuiabanas" nao sse :li-

mi.tam ali&s aos enxertoe de laranjeiras, pois o mvawme fazem

elas nos parreiraes, para cujos cachos de uvas, quando maduras,

carregam tambem grande quantidade de terra, inutilizando-os

quasi per complete. Grato pela informago que me derdes sobre.
es dois casos, subscrevo-me attenciosamente
. ..






SECRETARIA DA AGRICULTURE

SERVICE DE ESTATISTICA 6ERAL DO ESTADO
Belo Horizonte, 7 de Julho de 1951.
N.O.703.
Secgao de
Publicidade 7-




SExmo. Snr. Dr. P. H. Rolfs,
D. D. Gonsultor Tecnico de Agricultura

VI C 0 SA





Passo as vossas maos, pars a necessaria informaqao,
a inclusa consult de um agricultor de Conceiqao, sobre
os estragos de formigas cuiabanas em laranjais e parrei-
rais. *
Antecipando agradecimentos pela .informaqao, reite-
ro-vos os meus protests de elevado apreqo e distinta con
"sicderaqao,
I








Director


M.J.R.




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Rua Padre Rollm, < 636 Bello Horizonte
Rua Padre Rollm, 636 Bello Horizonte





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TECRETARIA DA AGRICULTURE
DIRECTORIA DO SERVIQO DE ESTATISTICA GERAL

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Rua Padre Rollm, 636 -l Bello Horlzont-




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65 fm dib-Ote. Junt-amente .cl ,uImS o ..vdlope A' cue
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, e 1 "-m :.--1-0 i :i-'-I--l, '-sa'as uN oln?70. ri. c tiL talo-,,nt- 3 t-e Dv-::; t ',
Sos-Dois M-hodot"o :I Im nt i '.r u.: c aos os inum-do.
Ua; i -- c titulos o, ---m Xogo :.i^ ms ,0 ra t :'9o. . '. '-

0 m ,. 0 t, t. m -- 3. t0. .



Si'L" h.l. ti2C o que 3it m. cfa m, p: .s Mo3 _',r sI

S '-. 1i-_ -i o otS iue smaltdi e urse um q d's m.- 3.; ou-
) rot- :o C0 V YnoL es ri(o fins duA -r ;, caoando //
*.' imt o'i c:oluen e na -: .g.a. a Qe ilm:.:te O.t o lo lcdo.








In j^l [ ;i. 6 inc'_-imD uma ti tlilj, ql- i'facilit O
en^..,lm iftco mp i r.p-: b-m assim -. m. dar ml-^r ;'...3Ln-
1, m on ,, JLs



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L.maf. mos in:o t.r -sido possivel ,o migo9
:-m,. -.; Fac-m-a..i -'o3, ji 2":'- mu, to cinimoda.
.Du.uscr-Jvo-mj, corn uleva:. stima, mag grLtg
B-.









SECRETARIA DA AeRICULTURA


A SERVICO DE ESTATISTICA GERAL


Secgao de
Publicidade Bello Horizonte, 13 de abril de 1931.



.Exmo. Dr. P. H. Rolfs,,MD. Consultor Technico de Agricultura.


VICOSA


Recebi sua prezada carta de 9 de margo ultimo, acompanhando
um exemplar do nQ 1 e 2, vol. VI, da "Revista de Agricultura",
contend o interessante artigo de sua autoria sobre "0 Abacatei-
ro".
Agradecendo-lhe a obsequiosa remessa, devo dizer-lhe que, nao
obstante a observagao que faz de ser o mesmo mais apropriado a
uma revista de mais technical quae nao o Boletim de Aricultura, Zoo-
technia e Veterinaria, penso nao ever privar de sua utilissima
leitura a um grande numero de agricultores mineiros que s6 pode-
riam fazel-a atraves da nossa revista. Razao pela qual lhe pego
nao so me permitta reedital-o aqui, como tambem que me faga a fi-
neza de fornecer copias das duas photographias que o illustram.
Na certeza de attender-me com sua costumada bondade e agrade-
cendo-lhe ao mesmo tempo a attenciosa e penhorante explicagao so-
'bre o motive por que nao me foi dado revel-o e a exma. srta. Dona
04 R olf, antes do vosso regresso, em meu gabinete, o que sin-
ceramente sentiA pego-lhe acceitar, com as minhas cordiaes e res-
peitosas saudagoes, extensivas a sua exma. Filha, os protests
de elevado aprego e distinct consideragao com que me subscrevo.







Director








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Vi-o-:, oinS GAieso

o de "Go e do 10 6 1-51



Oficiio d,,- 525-R- 1

:-*xm- '


.." -o lark, Director :.. Rt ati::tica,
,iuu i' .i l tu:



T . di commuicar ao :: .o Amigo
.om exio d a du conf" :: s- .et m-te

o r.: sileir -.ua e n Sociedade
S*. .i .-e e gricultura, cti vame tm .

s? a c o-a .1Ita do .io, :.nticipando
nossa ep2 ra, is ov aas ?oll do
f~1Lh to A M .Ia 1' ..4. ".' I .-' i se2 -no-s
Ss ....... nera 'viso a.1gul 9o
.-,, r :-speito r o,... te:13m -t. viaLdo no, no or-
o ..-; _- 'i io ) : B e 0, ag o. c- o li3o de
Sm; :. r emtter-nos m:is uma cllec9o d, s ,)1rovas.
: o:.- 7 S-: :)S -votoo ::... a:o tudo l:i e:tc;ija COr ndo
o mel1.rar .ossaiv l, xi vitr; das d ifPiculdadeso
CXj zK S.

Comn ., tim'- e consierag& o,

e a. .tt-: obg



1ii.Rolfs, Consultor Technico
Pl R: C de --, .'icultur, do Ei. de Ainas.











I t-"
i' A l










Vigos, rinas Geraes..

9 d M :.go de 1.31.


Ex. '3 Sn.-.


Secr.bt-i:U a Agricultu e.,
-ello Horizonto, Minna GC-es.
S:.ud.ages cordi aes.

Parftiimos de Bello Horizonte s~n dspedirmos de V. S.
porqu' o dia im medJito um tes de nossa partido (.5 de M.aro)
sando ldia s.-cto, n1c Louve ex edientce ns Sec-'etarics.

lr outra epa, t1.mos o pr ;L : cle off -.er a V. S. usr
ex .m vistaa -. Agiri culture" Vol. VI, N 1 i 2, na
p ..l-.. 58 de que en.cont r. um ar igto r:ve sobre 0 Abaca-
oi0. Julgamjo src e:st me is proprio ;.- vugi-g._;-o numa
r.ist-:. um :.ouo m..i tis chxlih.,;- dob que ) _oletim de Agricul-
tur..., so dico de V. E'ilament:..vel que devi do
as ver,.;-s intei,-' mente i. deiu.idas, n -o tom sido possivel
a est-. iscol, nem sem k possAivel ur.ne alguiis annos futuros,
off. r mu- de abacateirus Exet.rt .s, 'para v n er aos
Sgri icltores Mini .*o.:.. M t introducsgo io abacate de Gua-
teamala, que amaurce s pOa. differYnte to abaeate common,
x prov.vel que o corn-sumo ii -.rno poqoria ser ..ugm.-tado mil
por cntoo, sem f.allar da possibiliddea de export 5o0.

o fi o 6f.i tigo, .ite as ;agilnas 682 e 6, encontrar-
se-. ui "errata'. NanL.m este a:ontece no m nuscripto, e
fic m:,s .dmirados aL ach.ar que ul redactor duma revist.. sci-
intifi ca p. .mmitittir'i:itaes modificaqoes riumw rtigo t.c,-i..i co-,
e sem consul :3,o aos -.uctores anties de Dublical-o. Acontece
i2ue :.s modi;fic ,es for_ m feitos oor pe eoa absolut mente
ig:r-inte no assumpto e que torn.-m o' artigo absurd para
qu lquer rintendido* Por -xxcnplo, em vez de "I.. iets Occiden-
taes", ficou puolicado ~ -4rliree- apenas "Indias", aaquanto
to os s.at-m que o aoracate e exclusivcm._,te do Hcmi.-:pherio
Occiac.nt_, e, a nao proveni-nsae da ndia. Naturalmente taes
:L'osz desacr ct ai no a peas .ps sauctores coma tzfcauem a
resista.

.pes amos que o tr.aIbalho import;:.te soo a comoet3nte
:irecao0 de V. 6. esteja progrediidco o mais possivel, e que
mi-Pli.DIrmo as conaigoes 1n ,ut0uO n0o muito distant.

6urbicr.vo-rme, com eIeavaua *.-~tlma,

Armg att9 e obg8,

,i H.Rolfs, C onsultor Tchnico
PHIRiC de Arricultu .












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1-; L- 6 enontr -s
S .vijos no i:t.r sse
ma cr ; ;:' b dos saus
': :.do, o ponto
S: P:;r -mIlo, ape-
om 1-.` i..uld c: *iu conse.-


; ;. : illd '- impri-
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: : m -, --1i. us", co0 o prego,
U . : ui cm o0


01 to o : uL. onsCtitut esta

; mo .- c3 qu S. o jul-
i'. o o a .' is mu tionar que
S. m... i: i poi c : t M .tiC havo-a
1** -*.: ;. ou r :. 33r: o, r : -m oa 'os
i:. .. 7, S., no mu g.;.inote
i i m ..o d- aUtim :' qu 2 uer, havendo
t:.l i ., util.z .: do .;:co l. PoKea, as
-. nt ....u. tn ito n:t E. t ..o n^' t.m i do result:ldos
Sti~T m: to.o T m e ..- O *o ~io de Vig3.. e peesino,
v ndo ;.iculdA m t ou imp cias, be


o..:i*:.ms muLto empa: :.s eam rma:tttep aos egricultoes
ml;-'.r .o. ~a i -ir. -mnta potl, s 's do tigo de
imn o, p:r is.o, .;'o;-. a i :..:tiva :. m-:.. logo que foram '


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pla t. -. i pun. i t.... *- %.- :. m adi: '-, do. Qu .-nto
. ; a O' .- : p: p i p l o i t :I : a economics
n ao pG:. .u- :. .. i .:v :'; Outros li es ja
- ..o., .O.Lv.,) o :...n :. t ; : ,?u- - m is c, .iLa ommer-
nizl. F e Ml i 1e a L s 1> a. w it, ti meU opporr
tuni .i ..' :' te 1. 2 m o .mpo p:a esta-
e m a nt ? : 0 f . .A su-


.myo..id -L q- o J A ..' aL tr i.uc~ o.
Jug moL 11 a no X. is "p V ht vol ela 1 oltim,
jllwn 'a l-,o a ur lI '110o *!. 7. 3. Co titun "O -N.t.
um vs :* .. :. i .: zu V > w! ntL ;a, pilo n Zngu:, podiS
O ;2v- j: Pn. mio j s nn L S ;;i u : to o 11l 0 jo d;as ou:T-
:I: WU! v n. WOol a :..io u0 li& pLyopricaente

J ."E, :., to am I un g m mauitc "il., do modo que
/ qLn wm aniquar ln: o-.lio t70nina, podia 'atendel-o
0 L;rovit ;-w U. ivin; mC;iss.


.? '.:, -"o as m l-:.or:,
Sm. g ji rigidos: ?or V. S.,

*Com *l .^ '^ ;:**


voto' pal' coninu lo axito dos


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P. :i. Roll's, dJoniultor To-hnii6 de
gricultur!' o E. n Minr.s Gunnes.


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-' *[ ,~


9


Smu
quanfto


-2-


&S, dos elvolopvs.






SECRETARIA DA AGRIpULTURA


WSERVICO DE ESTATISTICA 6ERAL DO ESTADO

N. Bello Horizonte, 29 de Janeiro de 1931. -


ExMmo. Snr. Dr. P. K. Rolfs,
D. D. Cnsultor Tedhnico de Agricultura

vtIOSA.

Veio ter as minhas maos para informar, o vosso of-
ficio nQ 517, de 17 do corrente, enderegado ao Snr. Secreta-
rio da Agricultura.
A tminba informagao, nesse document1 nao podia ser
senao esta: de plena e enthusiastic cooperagao a media pro
opsta, no sentido 'ce intensificar a elaboragao de pequenas
monographias agricolas e de diffundir por todos os meios os
ensinamentos de ordem theorica e pratica de que tanta neces-
sidade tm os nsossos lavradores.
Par evitar qualquer demora burocratica, mandei Ja
imprimriar o folheto Augmento rapido na .roducQao do milho, cu
ja edigao remetterei a essa iscola a- e fil do fcorrente mez.
Para o folheto sore a Batata ooce, venho solicetar,.a remes-
sa das respectivas photaographias, pots ea cliches nao form
guardados pela Sociedade ineira dee grioultara.
sypero que o programma de divulgagao agricola, Ja
estabelecido entire esta Directoria, a Escola Superior e o di
gno Oonsultor Tchniico de Agricultura, possa ter neste anno
perfeita exegguae, apezar das formidaveis barreiras surgidas
ate agora. Nao podendo contar com a verba necessaria para man
ter-se am servigo absolutamente gratuito, ,Ja combine cam. o
Sair Secretario certas medidas tendeetes a industrializagao
de uoa detgrinada part de puplicagoes, obtendo assim recur
sos para nao deixar ser execugao various tratalhos que o mo-
mento e a situagao geral do Estado imperiosamente recla.am.
0 gosso Boletim de Agricultura appareca eam argo
com uma feigao perfeitamente nova, imelhorada a sua part ma-
terial e redactorial, Tornando-o de leitura leve e interes-
sante.
Yaaos inic ar, desde js ama intense propaganda a
favor dessa publicaqao, cuja assignatura continuara a ser. de
a 121000 por anno, cam premios em machines agricolas no valor
de 8s000$000 a 100000000. Tenho esperangas de que si for bem
orieintada essa propaganda possamos obter Aentro do istado pe
lo menos 5.000 assignantes, o que garantirs apezar do cus-
to mefico da assignatura perfeita viabilidade ao piano pro
Sposto e messo algur recurso para custear as publicagoes gra-
tuitas.
Vae entrar para o preo a vossa obra sore 2itrl-






SECRETARIA DA AGRICULTURE

SERVICE DE ESTATISTICA 6ERAL DO ESTADO

N . ..................... -


cultura. Deve ser este um trabalho de excellent feitura
grapbhiga e illustrado com algumas trichro~ ias relative -
mente as diversas species de citrus.
Fazendo os melhores votos pela vossa felicica-
de pessoal, reitero-vos os meus protests de elevado -
prego e distinct consideragao.






4D etor
Director






EIPI