Chacaras e Quintaes.

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Chacaras e Quintaes.
Series Title:
Correspondence and Subject Files 1921-1943
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Folder: Chacaras e Quintaes.

Subjects

Subjects / Keywords:
Agricultural extension work -- Florida.
Agriculture -- Florida -- Experimentation.
Agriculture -- Study and teaching -- Brazil -- Minas Gerais.
Agriculture -- Study and teaching -- Florida.
Citrus fruit industry -- Brazil.
Leprosy -- Research -- Brazil.
Minas Gerais (Brazil) -- Rural conditions.
Escola Superior de Agricultura e Veterinaria do Estado de Minas Gerais.
Florida Cooperative Extension Service.
University of Florida. Agricultural Experiment Station.
University of Florida. Herbarium.

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Source Institution:
University of Florida
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System ID:
AA00000207:00015


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Full Text

ICOf iM- e Quinfawe-
Caixa Postal, 652- '
S. PAULO 4x I








n: --jd "Ch
6 W- -j ii if ; f






jpr ~usr.,/ /Vi^ TLAI'
^<^(^ ^ iQ^cQ^X_ I I-hda C^inaes"








Chacaras

e Quintaes
ANNO 22.
(1931)

PUBLIC FASCICULOS
MENSAES DE 100 A 132
PAGINAS.

ASSIONATURA
ANNUAL
185000

(INCLUSIVE O

ALMANAK
AGRICOLA
BRASILEIRO
GROSSO VOLUME
DE
320 P'AINAS
RICAMENTE
ILLUSTRADAS)


BILHETE POSTAL
-,--


( ............................ )












Vitgotw, Min.m.s-GarRjis

5 e J.aneiro de 1972.




Con ie IAn. j. roiLtiini, iii2..Utor,
Char ,::: r.' 0 .' 9 .J '-int ,
Wao r':-'4 Jo.
Bear Coeni r .-, Illiri

F: -, .. .-.'t our rP..-,crie f r r.l y 't tt.is letter
in '-rngiLn. sicL-.i ; :: 't i i.d :ir-: o .-e..ve .L t tcr. s.. -sCi and

th .n ',T, r -. rib1.. t .

ihentts i. pt S;'... .L, ;. ,i-u." iJn Ms j. ; Ub:i t ui.r Z; .J. our
tim. :. tt.. .: .i n T'- -'nt.





Lioubtiti ,o': have r-lr.' ':-?. h t ? r -rtici-
tp ,tn g ~ it t i ? U:..-, Fri[ -:.urj .:, rr ... :-. out : :- -. ui': i 'y. We
areY ,h. ,i n',' hL rt? tI '" ,* "" ft '. r- ''* E7."- y in
$rc.., -:nia "..i.>. ..-,,. t IAL.s ..'un -. ;i .. .: .. v. :. ,'2 or- .


T". ..I. I I'Gh.- n- t .. ,. -- ..-',in 'rom your
Iatzter ;s to wt. -.:..r ''our r *:t i. i u.e Kiplidgrt1ht of
th :: t-' Lur'e on ;.voC .-.''.C -r :or. ". n.' th-" t L : to
work up nno ';r i zo:)y oi' thn. ~ .ir:ii. 10i p: .7i \v'f.. .oS.

i'. bibLiograi 7 Ot' myV Dutll.ic. .i .:n' :-'1 li L s tl1 se
b:, myi361' jid MiLs. Cl"i s :, h;. ';-. -"r, D T' r.- i for t.he annual
r.po"r to t.": Z- ;ar.'.r- :-.= i isr 't *:.. ilel.y th t this
V.wJil be pur. :i -d, v, c;.n fl t v 't *. .-1l .. This in-
clucaes the i1:- 3. my r..: Lin ir c.::-.. 11' ,'c i -; chin may
.. nk may
b-f, the "re i trr 9n2-: c. '.c.. ", to .' -. c '. '.. r :-r .

vEe r'k closingg t"o photc cir.ri'.l, one of myself .-nc one
aC my ,J u e,-, : .to: Vt.r h -.- : l:=.1 ,nd :tl e ..-: iut t '-,i" ch we
couIc nuI', iindri tne time ner.-cr'sa.y to .nd.






















I r-egr .t very fa l tLi,?t I ;:jvi not sn' .,.blea to be
of gr t-te, r rvir t.-- r f-. b: tter:- '.': ;. aL ituce in
'"r sil. .o',evrt. m-y rinc:i:.e a ic.:.,- f:r '..ich t:ie State
of Iin?.. ,-1. I- m, n- : -: 'I -t .. r::-'-i ln -'-' v?--T s t
juuged mc. t. n- e oilicyj .icr tc.t. ') "' t.-:bi.-fiing Jn ugricul
turl C llF'e". I t:ink in i- .- ',- .n W. bu st
and mom..c uToL.:--ive ins'ti utLo-, 1i oJJsn ma:it. .ond. y prayer


I .*, i -; -, I '1- 1-0 .1 l.H .la

s vn --- r t.

Ti i .c-. t' t-h- kin e '. t ". : .:i .: .-,


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curp d p r info. junt t'. :' e .-

Ac.-.O ''. -, p.: ''L :, c :* n +"'... ""












Vis-a, KI'a nas-Ge.- is


-v. 10, 1931





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C .. B. i tin i ". or
s e takes

Ha .ud ois cor i.1. s.

Vont.o ;,r m : st i .--::. o pre ., Amie, o
fJ v.r m C. 0, L-'-m-B os se. bt s:

i de .ul u 6 a :im,. : lo e I u:, -i .o
.:-1, or C G... .1 os .
1 -.mpl C...s .- .s" coon
ao m 0. '. utu.,.-', p._. ndoU
a.. cm. :-rud 'J -" .'s.-c cftiva ,-'ta.

3 )rami O vases -m ter o sri.:eo,
o ee *.i. --..- nossa colle. '.0o : --,eben:0os im
exmaplr, ue foi -cp esi .l.:,.... e .Plez:r.. j
ome ., i..m mais voltou.

Smmr rls r je, sui'sc evo -me,

.m t e o ,e


S. i.. Rolfs,


C. : 1:1 s



Vf, .olr ,













DO
ESTADO DE MINAS GE

ExmQ
I.





4 v


,; .- -. ,


RAES

nr.

Redi


Vigosa, iinas-Gerais

25 de iovembro de 1931

tf


actor de Chacaras e 'uintaes,
Rua da Assemblea 16,
Sao Paulo.


SaudaC5es cordiaes.

Venho por meio iedsta accusar o recebimento do favor de
V. S. datado de 21 e aqui chegado no dia 24 do corren.te.

Em resposca a consulta se ou nao prejudicial a laran-
jeira o corte do piao por occasiao do transplantio, respond
o seguinte:/ onstitue minha pratica habitual podar o piao
(reiz. mestz) no arrancamento de mudas de citrus, conforme
as seguintes indicagces.A

A). Sendo o cavallo de dois annos e o broto da
borbulha cor dois a tres centimetros, poda-se o tronco da muda
atb 75 cms., e corta-se a raiz mestre a mais ou menos 30 cms.
(m/m um palmo e meio) abaixo da raiz lateral mais alta. (Veja-
se a photograr:hia A.)

B). Tendo o. cavallo tres annos, e o broto da borbulha
cor tres ou mais centimetros de diametro e melhor deixar a
raiz mestre cor 40 cms, (m/m dois palmos) abaixb da primeira
raiz lateral.

C). Para as mudas de tamanho maior, deixa-se a raiz
mestre cor maior cumprimento, correspondentemente.

D). 0 estado de desenvolvimento em que se encontra
a folhagem da muda & de muiti maior importancia para o exito da.
muda, do que a poda da raiz mestre. Em "Campanha Citricolan
(p. 190), o Dr. Navarro de Andrade exp5e bem a nossa opiniao
a esse respeito quando diz: "Penso que 6 uma barbaridade arran-
car plants novas e tenras do viveiro, no period de maior
actividade vegetativa, como por exemplo, de Dezembro a Feverei-
ro." Conforma isso plendmente com as minhas experiencias
durante trinta annos no Hemisphero do norte. (Para esclareci-
mentos mais detalhados quanto o transplantio de mudas, vejam-se
"A Muda de Citrus" brochure com 126 paginas, a venda por Cha-
caras e uintaes.),


L,










No transplantio da laranjeira, a poda e de muita
importancia. Para caVallos cor dois annos (edade media para
plantio nos pomares), deve-se deixar o tronco cor m/m um metro,
e os tres ou quatro ramos destinados a formagco da copa,
cor m/m 25 cms. cada um. Deve ser tirade pelo menos noventa por
cento das folhas. A muda fara desenvolvimento mais rapido,
quapdo se tira toda a folhagem, apresentando nesse caso a dif-
ficuldade de ser mhis difficil ao trabalhador inexperiente
determinar quando o pe novamente plantado esta soffrando por
falta de agua. Nao se fazendo poda dos ramos e folhagem, no
transplantio, o desenvolvimento da muda sera fraco e rachitico.
iliantando-se a relagao devida entire a folhagem e as raizes
fibrosas, o desenvolvimento ser& sati~factorio.

Subscrevo-me, com estima,

AmgQ attg e obgQ


P.H.Rolfs, Consultor Technico de
Agriculture do L. de Minas-Gerais

PHR:C


As experiencias em Vigosa ten moostrado que ha alguma vantage em

arrancar a muda e realizar-se a devida poda das raizes- corn mmb

antecedencia porem, a vantagem nio recompensa o trabalho additional.

(Citricultura que nao e rendosa deve ser considerade como um rm

divertamento de luxo.) A photographia que segue juntamente demonstra

que as mudas produziram resultados altamente satisfatorios qam quando
prizes mestras
as phim/foram podadas na occasion do arraacamento.










Vigosa, Minas-Gerais.
:.G de Novembro de 1931



axm2 bnr.
Reda.ctor de Chacras e Quint.-es,
ua da Assemblba 16,
b0o PLulo.
Sau.i-.ges ccdriccs.

Ienho por meio desta accusar o recebimento do fabor de
V. S, dcatado de 21 e aqui cheqado no dia 24 do corrente,

Em resposta A consultanse 6 ou nto prejudicial & laran-
Jeira o court: do ?iFo por occasigo do transplantio, on ser& pre-
ciso que tal corte se de com alguma antece.Vdencia afix de que, ao
transpl3ntar-se esteja ja cicatrizada a ferida"W respond o so-
guinte:

Constitue tinha gratica hliuiual podar o piLo (rai -
Smeetra) no aersncamento de mudas de citrua, conforme as seguintes
indica5es.c.iAs experiencias em Vigosa tern mostrado que ha alguma
"- e iag~~.i~ndrancr a muci e arsalizar-se a devida poda das raizes
corn antecedencia, por6m, a vantagsm no recompensa o trabalho
additional. (A citricultura que n7o b rendosa deve aer consider-
ada come um divertimento 'de luao.) A photographic que segue
juntmenmte demonstra que as mud.s prodtziram resultados.altamente
satisfatorios quando as -aizes 'estras foram podadas na occasilo
Sdo arrancamento.
'-'--.--^^*. .*. .-:- .*;^ ;;.
A). Sendo a cavallo de dois annos e o broto da borbulha
corn dois a trc:-, centiretros, poda-se o tronco da muda at& 75
cms., e corta-se a raiz mestra a mais ou menos 30 cms. (m/m us
plmo e meio) abaizoO do rciz lateral mais alta. (Veja-se a
photographic A).

B). Tendo o cavallo tires annos, o broto da borbulha tres
ou mais centimetros de diametro, t melhor deixer a raiz mestra
coum-pproximadamerte 40 cms. (M/m dois palmos) abaixo da primeira
raise lateral.

C). Para as mud;.:, de tam:nho inalor, deixa-se a raiz mestra
con maior cumprimento, correspondentemente.
D). 0 estado de desonvolvimento em que se encontra a folha-
gem da muda t de muito malor importnr.cia p,-ra o exit da muda,
do que a poda da raiz mestra. Em sua "Campanha Citricola" (p.190)
o Dr. Navarro de Andrade exp5e bem a nossa opiniao a esse respeito
quando dizt "Penso |Ukk uma barbaridade arrancar plants novas
a tenras do viveiro, no period de maior actividade vegetative







-2-


como por e:xemplo, de Dezembro a Feverelro". Isso conform
plenamb4a corn as minhas experiencias durarte trinta annos
no nemisphero do norte. (Para esclarecim.ntos mais detalhados
quanto o transplantio de mudas, veJam-se "A Muda de 'itrusu',
brochure com 1E6 paginns, a venda por Chacaras e Quintass.)

No transplantio da laranjeira, a poda 6 de muita
importancia. Para cavallos cor dois annos (edade media para
plantio nos pomaies), deve-se deixar o tronco com mi/m us metro,
e os tres ou quatro 'amos destinados a formagao da copa, com
m/m '5 coms. cada urn. Deve sev tirado pelo menoa noventa por
cento des folhas. A muu.,, f ra desenvolvimento mais rapid,
quando se tira today a folbagem, ap'esentaido nesse caso a
difficuldade de ser mais difficil ao trabalhador inexperience
determinar qu;.nado o pb novamente plentado estA soffrendo por
falta de igua. NKo se fazendo poda dos ramos e folhagem, no
traisplailtio, o desenvolvimento da wda sera fraco e raclitico.
Mantendo-se a relagao devida centre a folhhgem e as raises
fibrosas, o desenvolvimento serA. satisfaeorio.

Subscrevo-me, com estima,

Am attO a obge


P. H. Rolfs, `'onsultor Tecu~ico de
Ag ricultura do de BlnLs-Geraisr
Photographia B. Um desses pes e a muda
da Photographa A. Todas foram podadas semelhan-
temente quando tradas do viveiro. Tres annos e
dois mezes dae ois de plantadas, Nota-se o numero
de escoras necessarias para evitar que ad fructas
toquem no chao. Grapefruit em cavallos de laranja
azeda. r.S.A.V., Junho, 1928.





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Vigosaa Mina -Oerais

25 de lov mbro


-axm Bnr.


Redactor de Chaoaras a uintaesa
-Bua da Assembla 16,
aw.. fl-.1h.


o cau. -

SaUd Ses. ordaes

V .por neio desta- accUsar o recebliaento do-fa
da d do 219 aqui Ghegado no dia 24 do c rernte.

S rep ta a -oonsuata se 6 ou nEo pr diciaal &1:
eirs a o rtre piSo por occasilo do tr plantio. reso
o seguintes Con itue Minha pratica tuial EdA o i
(rai maastre) no raneasanto. de amd do citrus conformt
as seguintes indica ess

A)4 8eado 0 avallo d doiq annos o D broto da
borbulha coe doia a tre ceat rosk poda-se a trenoo s i
-atf 75 c i e corta-se a rai estre a mais ot lsens Wa-.
(/ u palae e asi) abat da rais lateral I sai al.a; (
so a photegraphia A)
~-U
B). and. oA o allow trs anom a~, ,a brt e da b
o.m tres ou lats centaim ros de ametro f melho,i deira j
Sr as .aestre eos 40- as (3/r dot is palia5 aeit a B
rai lateral. \

C). Para s miudas de b o aiof dtaiao'se Po
Mestr as BaAer rtento, corresa dentaente,

D), eastado de desenawlviomt em gqu. ane i
. -AUIMa gaga diada S di.a iuot maier lapoaneiar parsa o f i
Smts do qu a poda da raimz estre. ih ltpanha Cttri
(p. 190), Dr,. Ivarro de Andrdae e p9 b a. nIasa opl'.
a ease re pott quando dixt Peans oquo l .aarbaridab a
car as novaas e teras do viveiro, no -pers dae asiot
sae&O~t de egtativa Como po example, 4e Pei w e Yi t
t ifEa tias pleata ae coBn as aiahas e*p e ao"i ,
.dure a trinta amnoa no HeMisphoer do norte. ("ar "l
tean a mats datalhadoa quante s transplanstU d a4d, xs J
S t. da de Citrus3 brooahra ooa 2 paglna, a vandi port-
S* 'Oar -s Quitntabs),,. ..'- .- ..
-*" ^. .' ^ -* -^ -" .. . *' .;


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P.H.Rotfs, Consultor Technico do
Agricultura do 4. de Minas-Oerail


PHB C


fxavbia C. Adas do eit-
m bXolco de terra tirada
isa 'p&. NSa devem ser
.,das as mdas aco eonxad1o
kipbraz-e os blocosper-
*se assia a aaioria das
o fi fibrosas. As raises meas
tpodadas a a/mi W) Gas abai-
Isuperficle da terra e os
ii podados coa 75 cas. Nove-
pnr cento das folbas foram
itdas antes gqueseo niciou
camsento. ludas coa blocos
ia er guardadas num abr go
te smamnas ou at& aezea,
aLa prejuizo. uitas das
i;rna photographic prodaziras
BS i. aadureceram fruetas no
sieo anno, no pomar. Laranja -
ta om cavallos do liuao rosa.
,4. .Julho, 1931


Photographia A. Uaas da de ct d cg;:d
mmostrando a rais-sestr ao qoaB d 1i .
sigs, oodada ra/l 3 cast abaieo da prlia$
rafraiz lateral. sata muda reteve abun-
dantes raises fibrosas spezar da vlLAge
de cinco semanas, 'pos_ provinha do north*
do Equador. Os roras fora. podado a toda
as folhas retiradas. --A _8.. arebll-"
mudas de troe lO bim I M" 4d,
citrus (s auas ), a8SD 100 11d5
cresoersa e profaslrtr fructas



*. .


itogra B. Demonstra lviento do aadas
Adads con aP ap A. nIo tan- s numai
i escoras a as pars eovt as fructas
na an Or ,r ud rtadc -m als 9e
nj azeda. &S5 Junho, lBsi.


. .
~ ~ ~ ~ ~ ~ ,", :..."+.,.'- : .. ... .:.. _F .,. .,. .


*--
,-". i,
.I
..+ + ,,_ : ':. ..::+ ,


No transplantio da laranjeira, a a 6 do Oita
importancia. Para cavalloa co dois ap 8 edade media pars
pl as pomares), dove-se .deiB o troneo Oe a /a uIn maetr,
oa trees tro, arad dos as forEa&So da copa
oem a /a 5 e*. ca D e0aser tirada pelo aenoa n-o veta por
oento das folhas. A tu desenvolvim nto mai rapite
quando se tira today a hagw, resentando nesse case, a .d$f-
ficuldad.e de ser a diffii1l ao hador inexperlente
deoterminar qU a ob niovent .plant th saffrando por
falta de a fAio ae faeando poda dos ramo hagem, no
- transpi ao deashvoivib nto da unda ser& fraac tt.c *
l0at o*eS a reag0o devida entree a.olh e as raises
f esa, a dehsnvolviewid o noer $a

Subscrevs-ae cog eosrati,

'Ahag at6 ea obgf


1


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s'r C
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S .:.. N,


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ANNO 22. (1931)


CHACARAS E QUINTAES


AMAZONAS
ALABOAS
BAHIA
CEARA
ESPIRITO SANTO
OOYAZ


MARANHAO
MATTO GROSSO
MINAS OERAES
PARA
PIAUHY


0 MAGAZINE DE MAIOR CIRCULACAO NO PAIZ
EDIFICIOS PROPRIOS NA
RUA ASSEMBLIA, 16-16 sobr. e 16-A
SAO PAULO
Endere;os para a correspondencla postal:
Caixa quadrupla I I SBo Paulo
e Calxa 652 Sao Paulo


PARAHYBA
PERNAMBUCO


RIO DE JANEIRO
SAD PAULO


PARANA SERGIPE
RIO OR. DO NORTE SANTA CATHARINA


RIO OR. DO SUL


TERRITORIO DO ACRE


S. PAULO, 21 do Nov. de 1931


Illmo.Sr. DrP.H.Rol f
Ecola Agricola de Vlgoaa-Minas


Saudagoes Attenciosas,

Tomemao a liberdade de solicitar a gontiloza
de olucidar,por nosso intermedio,oB Srs.KLas & Irmaos do Entre Rios
no Parana,que acabam do n-e consultar o seguinto:

"Estimariamos saber, i e proJudicial a plant o corte
do pila da laranjeraa,por occasfao da transplantagao.
Ou nera prociso quo tal cdrte so dG com alguma antece-
dencia afim de que,ao transplantar-so esteja ja cicatri-
zada a ferida ?"..... ................ ...... ........

Antecipadamento gratos pela reeposta,aqui to-
moso prazer do renovar os n/ protestos de verdadeira eatima a real
oonsi deragao, subsorevendo-nos,

De V.S.
AmgOs AttOG o ObgdOs


JAB/J


~ jwDMS


__~_I___ 1~~ __ ;_i


rl. *;


2c( I









fC Novem.)-) de 1.831



Con...o a Barbilllinit Ed-tor

ST.o Paulo,
D oe -1' lellini:

Lncl-oUed pl se fLind a bri.fl re:;ly to
you., letter of -.ov. lst. Fortunately for us it
a:;. ..i ve ju t .7-' we ,had completed a tsk.
sl, it ..- in t.e n tu : of aWdivert.Almntor

If it is n.t .convenient to use tie
photo:. ..:,-s, l-y -. be omitt d & ad ref -.: to
tiem in t:;: reply 'st.-uck out". The intelligent
r0...-'r of 'ac ."-s e Q uint: c .t c-. i te phoFto-
g. .;!s t at illust;:Lte the points und-r 'i-cus-
.3 jzo *






H 3ol3, Con sutor T. j enicoi
uermis


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ANNO 22. (1931)



CHACARAS E QUINTAES
AMAZONAS MARANHAO 0 MAGAZINE DE MAIOR CIRCULAQAO NO PAIZ PARAHYBA RIO DE JANEIRO
ALAGOAS MATTO GROSSO EDIFICIOS PROPRIOS NA PERNAMBUCO SAO PAULO
BAHIA
BEARA MINAS GERAES RUA ASSEMBLEA, 16-16 sobr. e 16-A PARANA SERGIPE
ESPIRITO SANTO PARA SAO PAULO RIO BR. DO NORTE SANTA CATHARINA
GOYAZ PIAUHY Enderegos para a correspondencla postal: RIO GR. DO SUL TERRITORIO DO ACRE
Calxa quadrupla I I Sao Paulo
e Calxa 652 Sio Paulo

S. PAULO, 29 do Novembro do 1931


Presada senhorita Clarissa Rolfs
Escola Superior do Agricultura do Estado de Minas
VICOSA:

U Sauda~oos,
z Rocobi ha dias sua gontil o muito grata missiva do 18 de
Novembro quo muito Ihe agradogo.N9ao accusei antes,como erao emeu de-
m sejo,por absoluto&falta de tempo.
A proseda amiguinha dis, que esta sobrocarregada do trabalho?
4 E perguntsa-me, si Cs da o mesmo aqui ? Aqui o quo nao falta e trabalho,
Apezar do ser-mos em tree Secretarias I! ha sempro umalduas...ate toam
o oscrlvaninhas innundadas do trabalho,oartas consultas 6 etc
Bom quo tomes multos collaboradore e este sao muito ama-
veis a nas ajudem immonsamento tambem na resposta do contends de car-
tas!
Assim a minha amiga vera quo somos collegas,tambom nisto !
Espero quo a fiesta da formatura dos primoiros Bngonhiiran-
dos cm Agronomia, scja b8a do fact, a nao soja somente "0 melhor da
fiesta c esporar por ella l!! Como diz a amiga !
Tambom aqui (apezar do estarmos perto do divertimoetos etc)
o nosso,e limitado,moramos na chacara o...estando longer do contro,nom
sempre sahimos de casa,onfim acho quo S como ahi,bom quo de vez enquan-
do conorso corn posba a sympathicas o asaim distrahe-me um pouco !Ali's
acho a mou trabalho muito divertido, isto a,bastanto varia.do recobe-
mos muitosapplausos e louvoree quo nos componsam do trabalho !
Estimo quo o ecu caro Papao ostcjo passando bom,tambem o
mou vae into bem, apezar do tanto trabalho,pois llo nao doscansa,os-
j towe alguns dias no Littoral Paulista, em desoanso,mas.....a amiga
(L croia,rocobol'todoa os dias (um pacoto do collaborag o do ordons pa-
ra a revista e outras publicacoos !

Quanto a sua gontil pcrgunta, dvo dizer-lho,que 6 verdade
quo ia me casar o ate ja. deveria star casada desdo alguns mozes,mas..
o deotino achou quo era codo,ou onto quo estava melhor assim o uo
fazier ? Dar gragas ao nosso Bom Dcus,quo foi tudo desmanchado no tom-
po do noivado,pois estou livro e... 6 molhor assim,do contrario 1!


con.






ANNO 22. (1931)



CHACARAS E QUINTAES
AMAZONAS MARANHAO 0 MAGAZINE DE MAIOR CIRCULAQAO NO PAIZ PARAHYBA RIO DE JANEIRO
ALAGOAS MATTO GROSSO EDIFICIOS PROPRIOS NA PERNAMBUCO SAO PAULO
BAHIA
CEARA MINAS GERAES RUA ASSEMBLIA, 16-16 sobr. e 16-A PARANA SER61PE
ESPIRITO SANTO PARA SAO PAULO RIO BR. DO NORTE SANTA CATHARINA
GOYAZ PIAUHY Endereqos para a correspondencla postal: RIO OR. DO SUL TERRITORIO DO ACRE
Caixa quadrupla I i Sio Paulo
e Calxa 652 Sao Paulo

S. FAUA&b,' 2

(Srta.Chariaaa Rolfs)

Enfim minha cara amiga, into quo ainda nao tive o prazor do
ui a oncontrar possoalmento,d... o espago qie nos separa aer grande !
Pois do contrario reria mlomensa satisfagao em pklestrar al-
gumas vezes consiO o
z
a Apezar do aer Domingo, dovo doixa-la,por motivo do falta do
j tempo,pois tonho varias cousas a liquidar!
S Avizo pois a amiguinha quo sempro quo tiver um minutinho
Sde vaga nao saquoga dosta sua admiradora o amiguinha sincera quo
o Ihe cnvia um apertado abrago



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JAB/









































































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CHACARAS E QUINTAES


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MARANHAO
MATTO GROSSO
MINAS GERAES
PARA
PIAUHY


0 MAGAZINE DE MAIOR CIRCULAGAO NO PAIZ
EDIFICIOS PROPRIOS NA
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PARAHYBA
PERNAMBUCO
PARANA


RIO DE JANEIRO
SAO PAULO
SERGIPE


RIO OR. DO NORTE SANTA CATHARINA


RIO BR. DO SUL


TERRITORIO DO ACRE


S. PAULO, 17 do Setombro do 1931



Illmo.Sr. Ir.P.H.Rolfe
Director da Escola Superior do Agr.o Veterinaria
Minas Geraos-
VI 0 S A


Saudaooes Cordiaoa;
Em tempo recebi a dovolugao do livro oo a ou at-
toncioeo a procioso favor do 17 do Julho contondo palavras amavois
o utoia consolhos, por tudo Ihe agradogo muito.
Nao respond mais codo, dovido so acaumulo do sor-
vigo. Estamos com algumas edigoos em mao, concursos a outras obras em
trabalho quo absorvem todo o tempo.
Hojoe ho onvio a titulo do homonagem algumas rocon-
tes edi8oes.
Recobi do Bello Horizonte a sou novo trabalho sobre
Citrus e o pedido do auxiliar a sua divulgagao no Brazil s o que fa-
re corn grand prazor a entuaiasmo. Immodiatamento mandoi adquirir 100
exomplaroe. Nestas tros ou quatro semanas oditaroi um bom trabalho so-
bro abacaxi.
Muito gostaria do edita um folheto sobre Cultura do
Abacato da lavra do alguom quo ontondo i -a-umpto.
Renovando minhas saudagoes aqui pcrmanego as suas
or dons


Amadou A.Barbiollini



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conf* r- j ud Ie, fie.mi -u ;j e ta;, -* c1. to .*! i.: l; Di at nt- *;m a
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Vigosa, Minas-
8 de Nov. de 1981



Exma. bta.
Josephina Barbibllini,
Slo Paulo.
Venho por meio desta accusar o recebimento do prezado
favor da Amiga, datado de 14 deste, e aqui chegado hontem. Hoje
chegaram os folhetos, o que desejo agradecer multo. 0 do abaeaxi
j& seguiu para a Hawaii, ou pelo menos vae seguir para o Rio
juntamente com esta.


Nao posso resistir un pouca de converse, embora em horas
de trabalho, e star minha escrivaninha inundad corn trabalho$.(A
da Amiga nunca fica neste estado lamentavel ??)

Pensei que j3 estava coIh nome mudado, e afastado do trabalho
de gabinete. Pelo menos urna vez, sabia que o seu Pae estava queizando
que ia perder una secretariat optima. Menciona isso puramente de curio-
sidade. Parece-me que tambem o Snr. Benjamin lunnicutt nos fallout
a respeito.

Aqui tudo vae correndo para o fim do anno. Vae formar-se
a primeira turma de Engenheiros Agronomos, isto b os primeiros do
Uurso bSuerior. Estamos anticipando festas boas. xala que a melhor
da festa n~o seja esperal-a II Forma-se ur aluano excellent de ahi*
0 Papae vae regularmente, mais do que isso nio posso
dizer. Sempre trabalhando demais, e com muito poucos divertimento
e pessoas sympathicas para conversap, o que sempae torna a vida
mais agradavelp nao e'? (Digo a converse, nao a falta della.)

Vou por o ponto final, nao por falta de Wpresumpto* (como
disse ura senhora de muito mais pose do que conhecimentos da lingua
Portugueza), e sim por falta de tempo.


Acceite us abrago da




a--;uw r: ~ rr;~ ~ ~ r~I*II~_L-


ANNO 22.0 (1931)




CHACARAS E QUINTAES


AMAZONAS
ALAGOAS
BAHIA
CEARA
ESPIRITO SANTO
BOYAZ


MARANHAO
MATTO GROSSO
MINAS OERAES
PARA
PIAUHY


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SAO PAULO
SERGIPE
SANTA CATHARINA
TERRITORIO DO ACRE


S. PAULO, 14 do Nov. do 1931




Exma.Sta. Clarissa Rolfz
Escola Agricola-Vigosa-Minas Goraes


Saudage s,

De accord cor o sou prosado pcdido em data do lo
do corrente,tomoa o prazer do lho enviar sob rogistro um ox.
do livro do n/edigao sobre CULTURA, Industria a Commeroio do
Abaaaxi do Br.C.Barbosa a un fasciculo de Outubro de 1931,-
cor mu6to prazor quo offerecemos a prosada col-
lega e gentil amiguinha os volumes citadoe acima.
Scm mais do momento,sou con a maior estima,

Do V.S.
iguinha e admiradora




Josbp ina A.i liniSecrotaria





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S. d:e, ot ia S se i m UM u, io Esmo do dad sus "- li-
.4 a cm m I.a su 3o-u o L- ) vo V hi.

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g.:.sto.


O)UI.


._ 0 3 '. Lo0 S O.L.t )L.

:C sivos)J.

Cit'-mos 3 :


-'...., a a a .1 v ..' .. trich
-:eob(. Devefl s .. m lut1ti-.r ltfas ('. pfc- s), lettra;
i.s l. e: to -? p lei.C. r estF m t, :.do
L'o am o M.s d i- )ot:ni.-c..S e zoologic-.s.
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1). "L .... Santf", I:t r W -rming, da "Im irensa Official de
MiiL .-Ge]ais. Tc ls os .maias techLnicos ~o em lettr:.- grifas.
(Tot. m:.-. am pa: r que na c pf a a. ta da pu lic.go ( de 1909,
mj'.ianto n: in de titul. d1a.J, Provavelments- foi devido
a d mjrs n.. Lm-^ n. -..)


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) 0 :. calyptu-, t mem ref;iLa im... T i. mis qu
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u. cst~o .s p 1 comn numerous Dp so in' .tidos IN .
. .. C )o C l 0oc .d., co, t. -i s

i ""- tiaS e -:i ia", pla Alvr>o de .ilv-iro,
Vol. i, 1 .;.., Imo. Official Alo in.i, ....r- out. li .
uo m1 smo -;uL, Segu-m o Q)S U& inU:S.:lc:.a s 1m...


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x: s podxr'of s'r t 'o
S. .-' s t i. V .m:f:
j:fi s am mis p :.feitas


ommm.. a li a.e: d:. e .u "ilr u2 s.:: conse.-v- os blocos
; po s is pea -procur:s ..ius ts nms n')t;:o, .ec amos
).ov v l i..e .im a -u t ii-. .

Modifi: ,es

S:: d rova, tms cin.U : -. u.iflc(8:es
n or o f:..ilmi t; cn .s. Nutmos, por
m ., .m.'l. f pii.' ., .oitn.L 1.: ( = at l u o
:.ob'?p e (') iu no ..... l in. i. 1 uBas
1. .t ...-. '- 3 Li" 528, n: not. (. ), o im d : ,' .." en:oi,-
fc..-,-- i c en:uatito) ?nat.onfc ......t ;" e p't"
dm ... .o BE. v .irgtuia .m v.e Ino o :.pc t.'loph .,e.

.A. L .:!...d.c.ISS33s in caas n-s --:ias aJ. p r7ovaa, .:;. sim
. O ., m;, l ii a n : oi ... .:. .


p r'm,

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_pegO ::.o orez A:.0 f4avor d3 li~o f a.Z r : .:: c-,:j-
:c.:.,; u Ianto ao tgpo dos titulos d, s sec^s, .-a-
os, 7 C mo r O s. r:i-
z..:ic-a d. em:.siadc' ent; a ....ic.. Uo do f ,l('to. 0
.. u '..:: dc :t..., 0 :. to.m s i maito es
..1i ica ~ ",, 4 t'o s. 'o p;.r... .t: rmos ella mais.


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p ANNO 21.0 (1930)



CHACARAS E QUINTAES
AMAZONAS MARANHAO 0 MAGAZINE DE MAIOR CIRCULACAO NO-PAIZ PARAHYBA RIO DE JANEIRO
ALAGOAS MATTO GROSSO P PERNAMBUCO SAO PAULO
BAHIA EDIFICIOS PROPRIOS NA
CEARA MINAS'ERAES RUA ASSEMBLY, 18 SAO PAULO PARANA SERGIPE
ESPIRITO SANTO PARA Ender par a rrespondenla potal: RI OR. NORTE SANTA CATARINA
O0YAZ PIAUHY Calxa quadruple I I Sio Paulo RIO OR. DO SUL TERRITORIO DO ACRE
a Calxa 652 Sgo Paulo

S. PAULO, 6 de Eargo do ~1931
,.- I --
ExmoM S.r T. P R. o 1 f ,
SConf.irr.o r .ir.ha carti n /dc arra.docimcntos da
S Contil visltinha quo nos fizcrar o Er.o sua Exm.Cla:sso, e na qual
. pedia--lh s o a enderc o 1.o 3. c'.ntlinuari' em c41iosa. ITso reccbi rcsoosta.
i PPens&ava cn.-taoc que V.S. Condo acttlmenrto constu.-
S tot tcchnico do Ssta.do, cstaria resid..!ndo cm L.lcori-zontc, mas hocjo na Revis-
g ta do Agriciultura do ncu. ALhigo c COi4,paJrc Doimingmos li uu airtj.co do sr. -
< liis beo: interessanto e fiquci corn invcja i o vcr~fiquei o seu nome, come
S rcsdiando em Vacosa: cntao voltci a Cecrover-1he icsta vez sob registro.
SEpcro que V.S. :ic corr:uCnj.quLe o 8C. cndereco
o xacto, y.ois cstcu cnviando-lhe tbom. a revista e nac sei si a recboe. Em-
a quanto as co sultas nan lh'as tenho enviado niais nao pnr nao tol-as, rcis
a aqui chega. fL. as (media dos ultimos 5 iezes !) pedindo inforracoos.
o- ~ ActaalmcrInto tenho tres auLxiliarcos (D. CJoeGhina,
S L.GiC-ra c D.Ccorgina) sao as w:.nhas prime3ras filhas e tode.s cllas estac tra-
U balhando no oscriptorio res-ordonado cartas. A D.Josi-phina vac cas-er Set ct;
Stro p.v. c oe pordoreCi o -iaior e na.is dedicado secretario que podia ter on
Sdsccjar. I.:as dentro tantas carts que na maioria sso do facil resposta, ha
A algurias 5 Z que nao ha l..vro nenrifui quo as resfonda, o o quc 6 poior nao
ha ainda entire n6s, exrpricncias ou dados conhaccdos para responder corn of-
ficienciea. Por exermplo iontmci reccbi de Linas a carts. junto. 0 sr.quc j tem
estudado muito a fructiciltura brasiloira tern elemontos para responder as
consultas constante dosta Imj.ssiva,..do sr.L-ax FerreCra do Aguiar, do Tartarie
si tiver c me quizor fazer o favor do responder os quejitos conm un pcqueno
artigo parn a CnA.& QUI. Ihe ficarci sumamento grato. "Em todo o caso peco de-
volver a carta do sr.Aguiar quando nao prccisar mais dclls.-
O sr.conhecc o livro do Prof;Joaqunim da Silva I
Tavarcs, sobre "As frutciras do Erasil" cdigao 1923 corn 110 explendidas pho
tographias originals do quasi todas as fructeiras do'Erasil ? Possuo um rui-
co exo:mplar na minha bibliotheca)que ji viaou nmuito, pois o cmprcstce a ami
gos e posse emp-rstas-o tbcm. ao sr. si desejar folheaLo.
lao vendo este livro na livraria pois acho explo
ragao, o preco pcdido polo Autor, quo 6 uvn Jesuita. reoidindo no Collegio An-
tonio Vicira na Iahia: (elle pedo 1005 liquid cada cxemilp.I-a$- s. a t-
suir o i mico que tonho !) Folheoi agora mesmio o livro mas nao/Mbrefrencia
a enxertia da jaboticaboera. Sore a c xcrtJa das aoaonaccas a CHA & QUI.pu-
blicou ha annos un artlgo quo y Ju i 1he nvo1#4'O; r a / ~Z ..
S3m ir..is, c' a radcccndo', aqul fLico como

Axrri At t o Adm o r. C brmo

AAB,/GEB. '.B.
AAB/GE. Amad u A. Barbill ni


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