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O Campo.

UFLAC
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Material Information

Title:
O Campo.
Series Title:
Correspondence and Subject Files 1921-1943
Physical Description:
Mixed Material
Physical Location:
Box: 1
Divider: Subject Files
Folder: O Campo.

Subjects

Subjects / Keywords:
Agricultural extension work -- Florida.
Agriculture -- Florida -- Experimentation.
Agriculture -- Study and teaching -- Brazil -- Minas Gerais.
Agriculture -- Study and teaching -- Florida.
Citrus fruit industry -- Brazil.
Leprosy -- Research -- Brazil.
Minas Gerais (Brazil) -- Rural conditions.
Escola Superior de Agricultura e Veterinaria do Estado de Minas Gerais.
Florida Cooperative Extension Service.
University of Florida. Agricultural Experiment Station.
University of Florida. Herbarium.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Rights Management:
All applicable rights reserved by the source institution and holding location.
System ID:
AA00000207:00014

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Title:
O Campo.
Series Title:
Correspondence and Subject Files 1921-1943
Physical Description:
Mixed Material
Physical Location:
Box: 1
Divider: Subject Files
Folder: O Campo.

Subjects

Subjects / Keywords:
Agricultural extension work -- Florida.
Agriculture -- Florida -- Experimentation.
Agriculture -- Study and teaching -- Brazil -- Minas Gerais.
Agriculture -- Study and teaching -- Florida.
Citrus fruit industry -- Brazil.
Leprosy -- Research -- Brazil.
Minas Gerais (Brazil) -- Rural conditions.
Escola Superior de Agricultura e Veterinaria do Estado de Minas Gerais.
Florida Cooperative Extension Service.
University of Florida. Agricultural Experiment Station.
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AA00000207:00014

Full Text







Rivliti Mniial do Agrlcultura, 0 e2
Industr a e Commercio Ie _1 4 e 1. .,...... ....... / ......... A.G.0 1 ................ . .....

REDACCAO: V 0
Avenida Rio Branco, 177
3.o andar -Tel. 2-6481
RIO DE JANEIRO I
IIIl


Ilmo. Sr.
Dr. PrH. Ralf4.
VIQOSA.
ESTADO "DLE IITAS GERAIS.



Presado Senhor.


Desejando publicar una monografia, nas coluias do "0 CE;d1C." do ensino
aLronomico, nos diversos estados do Brasil, sirvo-me da present para soli-
citar do ilustre colLga sua valiosa contribuigao para que possaros mostrar
que se ja tern muito feito, mas, a falta de persistencia e a mentalidade
doontia de que nao precisaros de ensino agronomico, tern trazido ao pais
essa anarquia tao prejudicial ao desenvolvimento do progress rural brasi-
le ir o.

As3sia, permita-nos que abaixo flagamos um pequeno quesito, cujo dcen-
volvinento ou arlriac.ao fica ao inteiro dispor do colega.

Is quando foi creada a primeira eoicola ,i.ricola; ato ou decreto
(Federal, est.adual, rmuniciprl ou particular). z.^n '4-.--4T. .L-i- /,

..... ~ones do. qu .subscreverarm esse ato ou decreto. a ~c v-

3 .oe des.ta e.colas, local de funciona.ento, local,
inunicipio e. estado. a by

4P Hlomes dos que -yus;.arw. pela creaoao da e cola.

15 Escolas, outras creates, (Agricolas) ato ou decreto, dis, nis
e an O.

6Q Gro do einino ri r rio, secundario ou su-oerior,

7 ProLrmaa destas escolas.

Q Lentes c profesoores (Corpo docente).


90 oome dos diretores con os periods de adminict- -:o.













VJigoF-s, MinG;..3-Urai9.
9 9e~etmbiro de 1931



Exm (nr.



0 C-.dM : ,

,. io ,r;neo 117, :: and., ,-io ,,e J. J i' ro.



0 mxn em nosso Tod.r, che.: do : em ; note, o prezado
f>?vor de V. L., ,tFdo de :9 V;a gosto o. 3. L resposta tamos
o orez-ar d-e .emete"rP, noje me m3, :"i e .d. s ob registo,
a co ia o3ometibide do discurso rel::li.d na S i: do Fa -.n.iediro
nEst: ",.la. A.or.sent.am.s quj tro h, tor.-7:hi.s, p- tornal-o
m is ;-t:c.iente.

.stm..s mandniarz .o ..;-r::is" o .mci mo m-teri&l,
33r-m, co.r ar .o com "Let.fmente di:erso, e sm es thotog phias.
ca. c:--me ue f'-li:-imos i.m V. .. net" TT sitp Pu'ti aui.

Le;,uo o favr de reemattfr-me urmo oCite ou c X Mdex 5;-;,:i.-as
do nmmero d\ revitJ em que se public o :i:-tigo. rmefttido. ..o
tempos assi:: :U '- a revist poia enlcont.mo. -o i 4tli thic.. da
oscola e aindi mais important, o tarapo i i. ''ficiente para a
leitur- de todas.

AC( .... :..s t mz...m o r-cecbimento dc. c t d. tc.da de 8
de Ag o3to, e IG re-nos re-spornde r ue nr: t. %ic eIm ma.os todos
03 eoL.mto necs:rsarios p r-: confectioner ,s .*ta. es ps er-
guntas dU V. 8. 'o tsemors confrid f a q:uestlio, s de mLimiria,
paresc-nos r qus q odetr encontrar bajst.-nfte inforrm,`fi, nesse res-
Deito no livro 'D L.- :.0 gri.ola .no -:..l" (- tB), de ,m-.m.e-
tente :.utori. *do .ri. .rtbiur T:orrs .f'ilho. T:sJ :vr no tenha
LM.- a. 6Cdte livro .o contecimont'o ,a V. 8, SGe1'r-m,.s arranjar
urn couco ,ie fol::"- par. resp. 'e r c. : .1_ .. :* .* G:i: pe- .u'.:.ta2..

oem m :is cord hoje, sub6 scre--r: .)s,. co M es ,tma,

-.PmH," t" ea oig.




-r'icuit',r- x:o .t dr Tin .S-Grais
PHR.C








--7
:a-ze", i29 ~AOSTO
Revista Mensal de Agricultura, 2 A. OSTO c .... .........
Industria e Comercio

REDA4AO:
Avenida Rio Branco, 177 / 3-
3.o andar- Fone 2-6481
RIO DE JANEIRO
ill

Ilmo. Sr.
Dr.P. H. Rolfs.
Escola Superior de Agronomia.
E. F. L.
VICOSA.
ESTADO DE JINAS GE'AIS.

Presado Aminp.

"0 CAMPO" em seu numero 7, ag8ra, posto em circulagao, traz a
noticia da "Semana dos Fazendeiros dizendo que publicara no proximo numero
as conferencias.
Muito grato ficamos em poder inserir a provecta e bela conferen-

cia de V.S, lida em a noite de 28 de Julho p.passado,no nQ 8 a safr em 15
do me^s future.
No mesmo ummero 7 iniciamos a publicagao da contribui9ao que

nos trouxe Dr. noell Paulino Cavalcante sobre o ensino agronomico e
anciosos agpardamos a contribuigao do ilustre mestre.
Corn elevada estima e consideragao, subscrevemo-nos,
De V.S.

Amieps, Atos, e Obdos,


A. de eonaro-r
LP/YfG.












Revista Mansal do Agrleultura,
I ndutrla o Commerclo

RE D A C CO:
Avenida Rio Branco, 177
3.o andar -Tel. 2-6481
RIO DE JANEIRO
Jill


10. -

ii -

120 -

13i -
que cientificos,

140 .-
dc.dce.


Sae- ie .o,. ....... ..... ... ........ AGOS ..Q.......... 9 3...- 3








Progrv.i&.as e r oguluamentos.

Primeiro aiunc di.plomado ou forma.o, d.ia, Ces ano.

Total dos ,alu2no dJi-rlomados ou formadoo ati 1930.

.:onc dos auunos que ocuparamr e ocupan lit -s d es-ta-
administrativos ou politicos.

itliioteca iTuncro dc volumes tot:esc por especiali-


10 Fotografias edificio laborat orlio n '.ine.te
musEeue bijbliotec, canpos dCe deonsitragSEo lvouras catabulos -
polei. 0aviaio c valarics etc... etc...

1i ioto, r:I 'ia dos diretores.

(Considero c ensino zootecnico e votcrin rio ensino
aronomico). I .0

Esperando sua breve resposta, ouLscroveemo-nos corm elevada estima
e aita consideragao,

De V.S.

AIxigoE Atos. e 0bdos.














1: Desemb. o de 131







: M-, dv. ;R:.o d nco 1n ',

TVlo V. Janeiro.



Van..0o moir ciO .sta a u .: .r 'o -. ; .: m ..t o do pr...: .0
.aVm 0C_- V ,t .; Ca ao., ... .. .

T -. 0 2. a.t j:.,. aS VoO ._. J-is L i,.C das
igo nqu tiv 'm:,s um.pouca. de fol ..

0 firm so 9eI:l do: p dir a fin.z de vTrL.[Lcar se
O.: Il o n:..o in c .Luidos 0.5 a.L.s aurores n o : ,i go nt-.gie
m .s .S no a 3v: 3 ~. a. m rove a coxi. a ,_. oro
q ;.icou ui, p a e .-aou I.'ttid o 1; .,,, que deve 3er -n:
form seg-;uinte n p,r P... .-fs, -.., M. .., B.oc. e C.-ol s,

e e i m. a .. .. . G.:s coreii
Str-ucio -, tfndo si -stas muido Den~ilt .Lte fit -F A r
-o > ati o Dr2 'rto r.-a-o, il ^ o. feit oo
;. ._ :to em mais ou mnen. -r-'- : no' t-es s cor'--A .,-
t. '' -o m'L:Lt%. Sa til^-.-t3 fai! por Dr. G^m/ L.ot rno,
Pr, -f r Cat'. tico -de P. mt cuJ.t di 1.*..AV.

Agr: -cemo a m .ito -' .' rar .i.ente o o s ., -e incluir


aos .t do ali steja 1n .. am.

,o-m ma,-s p -r doje, u. .u^cr,. o--ma, mcorn Mlevada .. cltim


Le V. -., Am ": tQ e o 9go



r. .R fs, i.. .toL Tecl'i :o de
'i *.-t.. t.. o -. d- Mi;: .-G i 4Ij


PI;R:C


Vic-si., Min-. -Gerais










Rivista oManal do Agricultura,
Industrial a Comerclo

REDACAO:
Avenida Rio Branco, 177
3.o andar- Fone 2-6481
RIO DE JANEIRO
IIlI
Ilo. Snr.
Prof..- or P.H. Rolfs.
JLOA '" AGRTJTLfTBrA.
VTCOSA.



Saudagoes.

3. L. d .s de pose do oeu interessanto folheto, separatea"

do Bol. da UniJro r.-1 .-r~canm, "Pror. !..o do itru no Prsjl".

Co:rforrme soeI g&ertil oferec'.. -nto peo a f'nrza. de ceder
as fotografjias referentes ao 1i ~, sugsoo zambo a, limro rosar, gapefrnit,

laranja az^."'-., lamnar a aar doce,, orni iso tangerine crvo.

Crati .. j nos confess -,.. os or e ', _. i.t 1.-..

ReTter 'o os Prot 0 to de a 'i e"ti:;:a e ele," '.. co i !.- ~o
1i b~IC r ev ii o -no so,

De V.S.

.j,, Abos, e O::0': s.


10/YG.





/




12 .oem -m.o, 1.S1



E:-m' En,.'.
.c.,do P. Leonardo-Perei :r : c .: 0 C'.M73,

iEv. .0 -branco I? 7,

_o de Janeiro.

u ..s.os cordi e.: ;

.'eanho o 0r e :io 2Sesta s:.spn .er op .e-
zdo f:: .or de V. 5., c:it:.o de 14 do mez p. findo,
no equal mi pd- ,. ar:.tigo o aa i ro i1 0 .I 'TO
_i'-"' cor-.;esponde:F ;:2o m.z de janeiro proximo,
iUm fotogi;.fic' e umr:i peq.ue na bibL1o,.. .".I ..

IstIamios prep::..:i-ando o ittio, t'-..t; t ido
de Z-nsino .,-..icol a, e o I- '...dar'm-'s lc-. ,ue esteja
ntomfato. M .iraamos tm ,ea a photo_ .-.phia que
t" . t-.lm teL me pe iu, e -s not s bio. ....h ic .-.

Sarosms :tus o riLt ,Tr odP, sTuir'
por se:0s iias e que a a a. ,. a.

Sr a : para o .-:esente, su.screvo-mp,

a.- E.: t s o g"



r. ,i. ol s,. 'o:.; it:. T r chnico
de A, .I.n lto:. ,.'ra da O :. M .,s











L 4 / '- '"' I9 1
t- ^ ^ ? ^ .. ^-^^ ^ -L ..<'fe ... ................:.*.:............ae C.-J .'.......


RE DA CAO:
Avenida Rio Branco, 177
3.0 andar- Fone 2-6481
RIO DE JANEIRO
1111

Ii o. .'.
Dr P. CI. Rolfs.
scola, Su~nerior 2ce K rono.ia.

'


~1


cia destac, ita l.

ce au c.s ro or Ctie co
ao ir '- e quatro fo oi . ,-


cart7a cCL .S 7. S i


I"~~c. ,l-.~acn 'n~"~


SPor eC-(i co2rr io" se to~ 1 o. nuI:.r qU[ 0 ( O) e..... r
-resso e c_, riluicSo da. conferen cia ten .


o. .teroos noso ... 'do co : arti :o p .ra o ^' c Janeiro, ni--~r *-
or io dc, r:vistca .. ,jO eo qu art[o os c.c u. a foto
fia, q.Pl devolvere~oe er:. ...:..ui a, execugaO :do clichez, -ui0 o'r rato ficgi-
ri',os e fossa -ossivel .':, on. ioyfia .Cr desixo da f..' -r '
que ca, o 1 o o i0o Y- C. i O", scl c of riu, di, C. t
e ano, 1'.- que tera ocu r e que oo'. tr -' o pu l. .ca.-o .s,


Co, pru'>r 32
o c::0irio CollA co


rc uo eta a : .. dos 1oSSo


esicto so-


0 '.- o0 S.


Revista Mensal de Agricultura,
Industrla a Comercio


c cl1-


~osEeL aneeiz-


e: -on er a


~s :j~~ ofi, irts~,


..
;r
.~~~? ~=~nTT\I.


IP/YG.









UI INICIO MOL-ESTO


Os Corpos Docentes e Dicet.d.ts da .S.A.V. jm 128', o
primeiro se-mstre em que se ministrava instruc~;Eo noa
tre. aur.s Set- dests- mcGos coistituem o :.'imiro
turma, a formar-se do *urso Superior emn 181.



A E.S.A.V, MATTEM UM .:WEINNTE FEi.'TL

O pr'fio principal occupa o centro, do u1.?l se ir'rdiam tres
valleys. iio primeiro piano e comr extensao de m;.is do que ur
k.ilnmetro, acha-se o D-i:a;-t-mento de Pomiculur.: e Horticul-
tura. No fu-ldo, e esteLu-endo ao sul-oeste paioci mais do que
um kilometro e mealo acha-se o D.partamento de Agronomia.
A escuerda e continuando para um kilometro, acha-se o Departa-
mento de gooteclmia. miihcmir! I.Tos te:r'-~nos da Escola, encontr.ra-se
um total de vinte abrigos, Que m8se mirvem de IbOora.torios de
VL3muo.










BI G8APHIA


Peter Henry Rolfs nasceu em Le Claire, Iowa (EU.N.A.)
ae 17 de Abril de 1885. Recobeu o gr&o de Bacherel em Sciencias
(B. Sc.) em hovembro do 1889, e o de Mestre em Sciencias (i. Sc.)
em Novembro 1891J pela'Iowa State College of Agriculture.* Recebeu
ainda o gr&o do Doutor am Sciencias (D. Sc.) pela Universidade de
Florida em Dezembro de 1020.
COLLOCAQOES. Logo depois de receber o grio de specializa-
qSo, fol eleito para o logar de ?rofejsor Cathedratico de 3otonica
e Biologia na "Florida Agricultural Coll,;,e L- i Experiment St-tion*
que occupou de 1 de Dezembro de 1891 a 31 de Agosto de 1899. Nessa
occasilo foi chcmado p:.ra o logr de Professo- CQathedrtico de
)Botinica e Bacteriologia do "South Carolina Agricultural College
and 6xp-.iment Station", ondcl parmaneceu de 1 do Setembro de 1899
a 31 doe ulho de 1901. Do I de Agosto, lcOl a 31 de Janeiro de
1206, serviu comio hytopathologista encarregado do Laboo-atorio Sub-
tropical aem iami, florida, do Ministerio de Agricultura dos L.U0
;.A.9, Tendo sido eleito Director da "Florida Lxperiment Station",
assumiu o cargo am I de Feveroiro de 1906. Ea Agosto de 1915 assu-
miu o ccrgo de Deio (Director) da Escola Superior de Agricultura do
Estc.do da Florida, continuando na duple funcg"o ,fpt 31 de Dezeabro
d 1920. Nessa occasion foi nomeado ho govrio do Estado de
Minas-Gerulis, por incicaqgo do Ministerio do exterior dos L.U.N,A.
para "localizar, organizer a dirigir" umena Lcola Superior de Agril
cultura am Ainas. Desempenhou-se desso cargo do 1 de Janeiro de
1921 a 31 de uezembro de 1928, send entio noaeado Consultor Tech-
nico de Agricultura do EStado de Minas-Gerais, de 1 do Janeiro de
1929 ao Yresonte.
RLCONHLCIMi1TOS. E. reconhecimento dos seus estudos scien-
tificos, o sou nome trn sido utilizado pzrr distinguir duas species
de fungos prejudiciaes, $ duas species de plants floriferas a us
inseto. Tem sido eleite "Fellow" aa "American Association for th
Advancement of Science." I--







-2-


pggPj^ ^ E m'aebro da Associagto Internacional de
Dot.-nicos e de mais quinze outras associaq3es ou academias scienti-

ficas EstE.doaes, nacionaes ou do estranjeiro.

PUJ3LICA"OES, E'autor de dois livros sobre a horticul.
tura tro.-ic:J ou subtropical e de mais le trints bulletins sobre

assumptos de a-gricultura, tendo publicado mais do cem artigos sobre
agriculture scientific e technica. DOS artigos e theses confec-
cionados e publicados no Brasil, a maioria ten tratdo assumptos
relacionados ao Lnsino Agricola, e seu desenvolvimento. 0 ultimo

livrlnho, "A Kuda de '6i1rus" de ;.ue foi co-,rutor, tera sido miuto

eulogiado pelas mais 3lt-s autorida aes dc c1tricultura Br.siloira.








EDUCAg;O AGRICOLA E PROGROiSO ECONOMI(O

Aos nossos prcozdos leitores:
Fic riamos immensamente a: tisfcitos se pudessemos conver-
sar passolmaente, discorrendo amigavelmente pblo tnmpo que quizessemos.
Porfam nessa vida cpressada.do hoje, nfo podemos gozar desse luxo dos
tempos antigos I Vb-se pelac primeiras palavras, (si j'. n-o o nota.rqm
pela photogra:hia), que o primoiro autor Jm passou o melo-dia da vida,
e esti gozando da "ultima p.,rte dc vida, pare equal foi faita a primatra'
Prsonrtem'Ente a-;tmsos todos p.ssando por deb-ixo de uiaa soibra, que
se dcsigna coao send a cruise ou "depres-S'.o econoinica" N1o deveaos
afligirnos ou amedrontar-nos, pois vm. depressses economaicas e passam
depress es economics, soguindo-a1- semp-e um p--riodo de fL:rtura. Estas
deiresspes constituelmexcellantes disciplinadores, pois nos mostram
que noasos antep-.ssados, consciente ou inconscientem..nte, agiram con-
tra as eis nc burLes e de economic a nos ensinam como certamiente
soffrereo os no-sos descendenrtes se n6s rio forms ais ajuizados do
que os noSao3s mntecedentes.

O digno redActor de 0 CAMPO Iiito gontilmente nos convidou
para eszrever us c-.rtigo, sobra um assumpto de nossa escolha. Depois
de muitP refleoso, resolvemos expander algumas opininos a observwLgSes
nossas qucnto ao Ensino Agricola. Como comprehondem os dignos lei-
tores, I 'zSe um dos problems basicos parr a future bea-estar
economic n cional.

As Bcses do Bem--star Nacional
Toda nag~o modern, seja de que tamanho for a por mais
diminuita qua seja sua popul-g^o, est& cuidando de instaucqo do seo
pov Alguns dos systems usados seo muito deficientes e inefficazes,
antratanmtop 6 sabido que comn igual facilid.de 6 possivel adoptar-ae
logo de inicio, tmnto um system de alta efficiencia como um de
negative efficiencia.








Mantemos o proposito de que o alvo de instrucg'o popular
devert ser o de dosonvolver molhoa-es cide&des a por int-rmodio
delles usa pc.trii de wauor gloria. Affirmamos tcmben que ura nagqo
ou est- do solapa seus proprios alicorces qurndo no cuida de minis-

trar ensinuam-itos moraoe a civicos t juvaetude em formagso.
17oje em dia, nenhuma naq'o vive -or si, Se no goza do
rcspoito e tima dsa outras na3es, f-t-loatne tso ffre os mais
eff3itos cb dsspeito. Tem gloria urnI n::.io somento cuando goza de
independuncia e lib -rdac3e Oconomica.
0 grande manancial de riqueza pnar-t o -r~isll e mais espe-
cilments .r, Minas-G2r--is, 6 constituido pel:. .-gricultura. As
ric:uszas florestltes a de mineral o s b inczlculaveis, parbm prosente-
mente contribuEm pouco p:-a a. riqueza naiclonal--S6 Cepois do bas-
t;nte tempo, grande dc'spozas a urns org'nizagQo barn mais aperfel-
goada, & quo takes riquezas fir;o a contribuir nprroci:.velmente pura
e augment das .riEndas nacionaes. De accord cor os dados do Rela-
torlo de Secret.rlo de Agricultura deste EstAido, co-respondonte
ao anno de liZ', novento e um por canto dos products exportudos
do Es&c:do provinham da lavourn. Apanas nove por cento provlnhas
ds mineas, florestas e fabrics. A opportunidada fundamental para
Minas e.pcra o -rasil 6 de :.ugment,-r as suas colheitas, sob firar-
base economic. A producgo de uma colhoiti do crnna de Java, (P,
OJ.), 'rsistente ao mosaic, n'o exige o dispendio de mais enorgia
humana do ;ue urBe colheitzi muito menor, du can.TLa atlcada por essd.
temivel molestia.

0 DUENDL DE RAqA
0 LItrazo cm -cceita.r melhar.-.m-tos jgricolas frequente-
mante tomcdo como un. demonstrL,;;o de que a raga Latir.n n5o possue
tino p.ar: a ;-icultur.- modern. Ao nosso ver a different de ra';a4
serve de "bo:: emissarion par. um attitude de "ltisser-fairoe, Os
theoricos quo demcangam nesta tieoria esquecam (ou' ninca s)uberaam)

que a populagl o da L&ha de tuba partonce a usa raga de origem Letina,
a hoja em ala compete galhardamente con os ioliandozes de Java e o-







-3-
Anglo-Sixonios da America do Norte, na produc;,o de assucar. Em
nenhum outro logar no mundo achar-se-io &griculbores e criadores
mais peritos, eabora geralmonite com peauenos recursos, do que em
Franga, uma na ~o Latina. Os Italianos, em certos ramos, sgo as
malhires agricultores do mundo, ae todas as roWi4es mais adiantadas
do mundo, podomos encontrar as azeitonas e uvas da Lspanha.

Os povos, qualquor quo seja a raga, esmorecem quando
ha falt de devidos ostimulos ao progress. fncontramos, por exemplo,
em c2,ts. regices restritas nas Montanhas Applachianas da America do
Note, um povO do puro s&ngLe Anglo-Saxonico, fallando o Inglaz qua
se ffllava no tempo de Chaucer, e empregando n. lavourn mothodos qua-
si ito primitivos quanto o f:lalla delles. 0 influxo de donos de
esor vos (Anglo-Saxonicos) depois da Guerra Civil nos E.U.N.A., neal-
gumas parties do rassil no r.:odificou a agricultural 9 nea os meios de
vida das povoa..es respactivas. Samelhantemente, a grande influxo de
Anglo-S.xonios. verificado, ha mAis ou manos duas geragsos, no Estado
de zspirito S &nto, n, o tam produzido as modifica, es que multos
osperavam como result.dos d ir.Eigr-o'o Jesta raga.







Admiittimos .lu; o factor de msior import:ncia quanto so pro-
gresso cos dlvursos paizes na Bgricultura, n?- $nm nea a raga, nea
a latitude e sin a attitude do governor a r-spelto dessa industrial.
. Ilha de tuba, em trinta annos do indepandencia, tear roalizado maioy
prograsso na agriculture do qua em mais de tres seculos sob o doainio
da nespanha. As Ilhas Philipinas (cujo povo neIo nre Latino nea
Anglo-Saxonio), durante os ultimos annos e sob governor quasi autonomy,
Ji constituent serio competitor do Brasil, nos mercedos sunda&es.










A INSTRUCQeO PROGRIDE DO DRASIL

0 Brasil tern sampre 3e descuidado da in.utruc"ao primaria

a secundarta, desde os tempos mais antigos. A instrucqao elsmenter

parc a povo rural e ainda bastanto restringida e por conseguinte

grdile pt.rte dE mocidade de aiproveitcvel intelligencia rocebe insuf-

fici nte instirccc'o. Os gymnasios, em regra geral, est o nas maos

de particul-res e a instrucq"o superior esat no seu iniclo. Fazemos

tal cffirmag.'So, ;Epoiados nzs palavras da miior autoridade em material

de ensino do sstado de kinas, o Dr* Lucio Josh dos S&antos, RAeito

da UniveBsidEde I~a pagina 55 do soe excellent livro "Missao Unt-

versit..ria nos estfaos Unidos ", elle di.~se 'Tewos ho.e a Universi.

dade no irrsil, mas a pans p asem ome".

Os nntecessores d. gere.o -tu-.l de "nsaileiros fundaram

e construiram a magnifica cidada do ili o .~'dneiro, porbm, n7o pro-

ciraram facilltz.r a initruci o em mEsosa. A industrial mais productive

do paiz, a agriculture, tem sido sobrecar'-egadco-de taxas, a tal ponto

que os resultrdos obtidos pelo trt~:lho dum hmoem du:r-nte um dia, na

lavoura, ten diminuido a ponto de cjuast desc-,.)arecer.


GRBiDE RIQUtZA SiEM EXPLORASO

Chegamos A conclusao de que o 'rasil possue a terra mais

fortil do mundo e o mais bnifico elitaJ, wariando este do temperado

frio ao dos tropics mcis quentesl apezar disso, importam-se milho

a batatinhas de duas republican irmas, ambas de raga Latina. Isso

em grande parte 6 devido ao tfao de que o governor, em vez de melhorar

a agriculture, tem-se preoccupado mais com as outras artes a sciencias.

Sen.So a populagao do Brasil de approximadamente quarenta

milhies, temos pelo menos vinte cinco a trinta milhies de pessoas

occupadas na agriculture. Caso pudessemos duplicar sua efficiencia,

mais ou menos metade dellas poderiam dedicar-se as outras indastrias.

Que imnpulso nao daria as industries 11 Doze a quinze milhSes de

pessoas (mais do que habitat am Londres, Nova York ou Paris), consu-

mindo os products ds lavoura, coar uR custo minimo de transport, pol"

a vends se faria directamente do lavrador para o consuaidor.


n

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Si.
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i.
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-5.


A QUTE MINISTR:AR-SE-A' INEC:UoKO
A maior fonte de riquoza no LrEsil estfi jufamente nas
maos duma opulaqgo rural, constituida de milhtes de pessoas eoa
pouca instrucTEo. Conforme nossos calculos, baseados na frequencia
d.st&a -scola, e-.iste am E Mins-Geris mais ou 'enos dez mil mogos
de 18 a 25 annos, que devoriam estar assistindo cursos semelhantes
aos dostr. Escole. 0 calculo 6 bastrnte aproximado, si nos lembrar-
moso qua o Estado temn uma populiago rur-l do mais ou menos sels milhies,
ou mats ou menos us milhgo de families, a que os mitriculados deviam
corresponder I media de urm a cem families, pelo menos. Nas locall-
dados cim qu3 ftizomos relga8es, tiramos a cenclusSo do que a intelli-
gencia media do povo rural 5 muito maior que repre-enta a circum-
stikLnciu acima.

0 systoma do instrucu-o a educag;-o nfs3 scol-:s do Agricul-
tura dove visar a atrae-qo de mogos pertancaites a families ruraes,
pots cotiforme a experiencia quo temos, a maioria dos alumnos que sea
das cidcdes J& adquiriram cado, habitos de vidn multo prejudiciaes &
usa corireira agrioola berm saccedida. Constitute a agriculture us meio
de vida, tal como a medicine, advocacia ou commercio. 0 "modus oper-
a'diw pelo qual se possa conseguir a escolha dos alumnos mats aptos
ao ensino e oxcluir os quo deste menos so aproveltam, constitue pro-
blema difficil, porgm, no de impossivel resoluguo. Numa Escola de
Agriculture nas .1ihas Philipinas, cncontrimos us method muito sim-

ples e ao IrJsmo tempo bastante.convingente para a prova da capaci-
dade physics. dos candid.-tos &i admisso;j o mogo que nEo puder p8r ura
shcco de aioz nos hombros, n ac acc-ito.

'Frequitnemente o mouo da zona rural e que com 18 a 25 annos
do sdade apenas sabe lar e escrever, progride rapidmirnte na scien-
cla a arte da :.ricultura. Dentro de limit.-a exp;riencia deste
eStb:.r-i.cimento, encontramos ::lguns ex:mplos intsressantes, como 0
dum mo;o que sando analfabeto na ed-de de mais ou menos dezeseis an-
nos, iniciou seus estudos primorias no curso para empregados annei o
a oste estabeljicimonto. Mais torde completou 0 Curso Bleaentar da
Escola finalmente ormou-se no Curso Medio. Actualmente occupa






-8-


posiggo de destaque na Socretfrib d-: Agriculture dum estido vlsinho,

Recordamos tcambem o ce.so dum mogo ao equal por felta de proppratorios
foi negado a adissi..o em diversos outros estrbel-.cimjntos de ansino
agricola. M:.triculou-se no nosso Curso Medio, e hoje om dia possue e
dirige umI dos mslhoras viveiros de sua zons.
Conforme o recenseamnento de 1-0 existiam mais doa g 155

mil estab-elzcimentos arares no Estado de Min.s. 6&4da t daeoeseDeria
A4tCA- A w~n CA- 4uA4gt4iAA4Ar%*
sido 0muito melhort-i e- tt S ga tive se tiaco antes a instruc-
mio minitr:.d:A U: @ nosso Curso 'u-dio. C.rt.mente a ser colloca-

dos annualmente mais de cinco mil formrdos, como dtrigentes desses
estabel cimena;os ruru-ss, devendo figurar entire estes, numero considera-
vel d'ft formt.dos dos Cursos Superiores.

EDUCAO10 AGRICOLA E PRGG? ,LSSO

0 povo norte americano, corn mais"de iitentr t c.'nos de expOe
riencias n'uma alternaUtiv do muitos fracussos e ?LgUans exitos bril.

liantes, ten conseguido astabolsc3r nogoes scientificas exactas rela-
tivaas & instrucqgo ugricola. Si he ntesse poto algume: qu;r.idade que
o. diffraencia ue ouros povos, astai qualidade ropresentad. pela
tendencia em aperfeigoar suaS organizagoes, cujo ezexmpio frizante
seU
n6s o encont.:'amos no/systema national de instruc-1o amricola. Os -
Pr:.sirients dos Astados Unidos, George W.-shington a Thomaws Jefferson,
foram'or precursores do ansino agricola. Seguirrnm-se depois ceo
ianrnIs do exios a fracassos, duranite os quaJs foram experimentados
todos os ..anas que, para essa forma da instruc.;oa, surgiram & is-a

girn3,'o dos educadorss Lurope6s. Os axitos alcungLdos variutas tanto
quanto os plenos.
De todos e.3ses successos e fracassos, os filosophos de

meiLdos do Seculo Uozsnove puderiam formula eqtto ideias claras
sobre 'as causes dos fracrssos, dentre ellas as doas principles
seguLntes: Os estabel-clmentos quo n1o ministravau conhecimentos
agricolas de modo a proporcionar ums verdadeira "educagqo agricola"

frac&ss.-ram As sciencias puras, enginadas coma sciencias, foram

consideradas excellent, ,porb, np o sufficientes para a foagzo





-7-


de bonds agricultores. OS formados coastituiea excellentes scientis-

tas p- ra occuperes cargos publicos junto aos governor federaes ou
est.do:.es, p.uorBAm no possuiam hn.bilita-..ocs p:-r dirigirem rncional-

mente a agricultur- pr.-tica. 0 professor de i3otanioa, por e: empl,

tinha cr.pacidade bastante pa.ra dr-r prelescgSs excellentfes, demonstrando

o alto vrlor de conhocim.ntos botLnicos nm sciencia da agriculture,
mas depois restringin-se a ministrar ensinamentos adstratos a morfo-

logia ou fisiologic das planteis, sea estbhelecer as r;lag~es praticas

d..zta scl.ci aa cor a agrlcultura. 0 mesmo Cconteceu corn as outrvs

scionci s, como a Climicaj foram ensinadas //// coma sciancias puras,
a constituiram auid;.des isol..dns de inj.ctuccro.

A segunc.a causa fundamBintal tvrifica.da *-elos pesquizadorea
deaute dos frrccssos dos est'belecimentos de instnicc8o agricola, foi

.de incerteza ds vcrbas. As Escolas Superlores do Agriculture, nEo

tendo verbas cert-s e guar.ntidas, ficcram f pmerce dos Congru.Csos
est:rdones ou dos Presiciwntes de Estr.do. Dur::nte usl mands,-to, us

estdbolecimento conseguis verbas generoses, emqu-.nto que no coguinte,

qurxido ndo fosse estincto, o Bstabel-cirmeto soffria a penuria de

faltL de verba. Em t-es condil5es, os estnbelocimentos eram forcr-.dos

a recorrer a forms de propaganda sem v;:lor educativa ou at& mesmo

enti-educativo, 'afim do conquistar s sympathies dos hcmens do podar,
e desto modo obter ss verbas necessarais.

Como resultado da boa comprehensgo e resoluo?. acertr-da do
problema, -emos a concept o e passage do "Borrill Land Grant Act",

dureante oas &nos ongustiosos da Guerro Civil, emquanto a nago& luctava

para a sua propria vids, no period mais trista que JA havia tido a

histwria norte americana. Esse Ato, roduzido a tearmo simples 9
excluid:l s as Partes de pouca interesse neste moment, Inclue os

seg- S lntes pontos: 1. Cada Estado, de accordo com a sua populagSo,

recuobla do governor federal, ume grr:nde dangSo, a compromettia se a

gastar as jurors hii.uaes da mesa, exclusivemente nos servigos dos

departnmentos citndos na lei. Cada Estedo, no roceber a doagao,

comprotettia-se a dAr ao estbieleciaento certas e detrmminados normal,

idicados pelo Ato. E'de se notar ter sido acceita a doaglo por todos
* t






-8-


os astados da Unijo Norte Americana, e que estes cumpriram fielaente

os compromissos.

2A. 0 Ate Morrill idealisa e exige a verdadeira instrucgqc
agricola, ligada % educaSo, prescreveLnd detalhijdamente as materials

que podero ser custeadas pelL verba federal. Ao governor federal

cabe direito de fiscalizar o despindio da verba proveni::nte da
doa&;o, n&o podendoltodavia, intervir quanto aos e tudos ou pro-

grammas, alem do rescripto na Lei. Dentro do Ato etastaestbelecido

que a instruucgo a os programmas ser o variades "do accordo cor as
necessidades dos diversos estados1t a o Governo Federal nao pode

fazer indica.Se s par os cdivrsos cargos e nm fixar vencimeztos.
No decorrer dos annos, apezar de tudo, tam havido experiencias

ridiculas de nomeaaoes, como, por exemplo, a de as estado, que por

favorltismo, nomeou para a cadeiAa de Agricultura un professor de
L-.tim a Gcego; est nisto qua depois de pouco tempo, o npleado

reiunciou o c.argo.

; iqurent, n;os, apenas, as maioria desses Lscolas Supe-
riores de i.griculturc offereciam cursos b.st;n:te elementares; nio

s6 pela apprelhamento ina-dequado como p&io .:repdho dos.professores,

que ULeixava muito a dezejar. Ncquella fpoca, o curso de agriculture

milistr- do pela Escola SZ.erior d Agricuiltura do Estedo de Iowa era

menos pratico, menos scientific e feito cor aenor apseelhamento

do qub como hoje t feito a Curso Medio da E.,.A.V.

Recenteamnte, as Escolas Superiores estabalecidas sob as
previs~es da Lei Morrill, notavelmente as dos Estados de Illinois e

Alabama, tan tido mals re-lce, quanto as descobertas scientificas,
qua as Universidedes da Allemanha e Inlacterra$ entretanto, ha qua-

renta annos, -stas Universidades recugavwm-se a reconnccer os diplo-

mados paels Escolas Superiores de Agricultura dos E.U.N.A., allegando

no seram estcs vsrdadeiros estabelecimenrtos de educalapo e sia

Escolas profissionaes (akerbau schule).





I-


No "0 Agricultor", de A-gosto ie 131, encontramos um excel-

lente e acertedo res-rao da or..anizago actual das Escolas Superiores

deu Agricultura pertencentes ao system "Lanc Grz:nt". Esse artigo

*eda penna do Dr. B. H. Hunnicutt.

SISTtMA L~ cbCOLAS AGRClOLAS

antre os aorte Americanos, as Ascolas Superioras de Agri-

cultura gozam de elevada estina. Com proypv:-e isso citiamos o.fato

de que durante oito mandates consecutivos de Presidntas de Republica,

(trinta 4 dois auios) a pasta de 8Xinstro d e agriculturee tern sido

entregue ou a tu antigo Birector de E&taq,;o Exp;rlnental, antigos

Dirctores de colas colas colas ou a um diplomado por qualquer

dessas Escolas. 0 vwlor que ellas tde hoje, 6 fruto da vintenas de

annos de labuta e sacrificios por parte dos pioneiros no ensino

agrioola.

Depois, portunto, de suites fracassos por part dos estados

o pequeno numero de stocessos notaveis, foi assignado em 1862 a AIt
Morrill ou "Land Grant", o qual simente vits e a cinco amos depois,

& que foi ampliado pelo*Hatch Act", que fuidou o system national

d:c st-as3es L-xerimelnt-es. Apezar de se encontrarem centenas de
diploadous palas Escolas de Agricultura, mais de metade das Estagoes

Lxp-rimenites se tornaram inefficientes a astiveram sujeitas a

fracassos economicos duruate o. primeiros cinco annosAJaioria

dellas teria& sido abandonr-da.A si r.o tivcssek tido a fire apolo

4as verbas fe'rieraes.

Os principi*-s formulados no Ate "Land-Grant" a "Hatch"

continual de pt na sna simpliciddude original constituindo as bases

firmes e fortes sobre as quaes se ergue o magnifico system que hoje

se observa. Os alicerces estto alli, gerailmjnte esquecidos, ningues

se lembrando da lever o visitante a assistir as aulas do Curso Ba~io.

Os bulletins altamente technicos e qusli sea defeito, produzam muito







-1l-


mi.is admira&.!*o undoo mostrndo Ss visits occ.sion2es de bastante

Ir.:;trac'ro do :uc as -bllicnes modest;s d cdicr'das disseminaggo

de infoarm:-q.5es ,rctic-s e tteis no hro'n :u lida dirzctamente

Cc m. ,J- t .:';" -

.Estt.. risuro cev-e fszer-nos medit-;r um ;'ouco. 0 Brasil
nn'-.'lre g.-n:-rs di f fcul:..-des a v:-ncer -r.t~ de rtingir o exito

-J.lmjdo. :io :.Icu grInrde rumEC -a de sc.ieiLtists rari ols, dentre

as .. ur.:,s 3oc.: eC..coher ue .r-eiEa pair a os postos de ''-soonsabili-

dndc. O.r;,l(mente o inefficaz e sera exr arleI'cLIA desperdiga dinheiro

-m ,proor.-io geormetrice corn a que est r no seu dizsor. Quantto maior
a vrbri menos ella corsegue.

A grande me.ioria dos 1rvrrdores, squalla que realize os

tr-,blthos .grricol,, O .ouc.-. irntruida, a njo ein-'ega os conhea-

mentos mA.is geri ner;.ido em outros estvdos a palzes, que t'riam,

cert;zente o off'eito de ;.,u gmentEr r-aicpalmntae rs colheitas.

SBr-:,sil cS.i' .i: il:. i n egaendo "in.forma;.ges e.gricolas uteis"
':,. qu poJderi'm tilr.r i'imenso proveito dollars. Alguns Estvidos a

mesmo c go.erno federr-l, t-tim gcsto sonmas consiC rn--v-is na adquisigao

dess;.s in ori:..':5ez, ednixndo de "dlselinal-..s" entire o poto que as

Oc.rc.r .E.-vid.:ient. TieL-';r.s de 1ivroas beull3tizs di ilto valor

os v- r-iciutorse e ed'-icdores iso to limitidos que apenas

poucos, *, f:Ivorecidos, ponc conse.. -i-os, (Sei de .m Brasileiro

que rn'o .c ode ndo compitD-r e r.em obterorr or fivor ou e&p: cstti, us
e:.-:m,:-l:r ..e c- rt. *rblic'Eo agricola, acabou rcubando-a. (Oxal&

que o Deus ee s.ue d-ce ;-eccrrdo !!))


A LLTA AO LX:'"JL.aIL.
jutro fator de extraordinaria Impoirt.rcia no exito obtido

pelas Lscolas Supteriores Ce Agricul tu r.c do -ystesa Land Grant tae

sida dCa intim. cooperagao com as Lstapes Lxp-rinentaes, ambas se

be-eficiando mutuamente. 66 n'ul Est-udo (Olio) que nio ammate

sao dirigidos pela mesa commissso. AS Zsta~Ses xpJJ-imentiaes cable

a pod'rosa forga de A.dquirir e dissaminar informagqes agricolas

acertadas.






-11-
A primeira verba Federal p"ra o estabelecimento das Esta-

goes Experimentaes, foi creada em 1887, pondo % disposiggo dos Estados
a quantiz de $15.000.00 (:uinze mil dollars, mais ou menos 240 contos

de reti) annuaes, indipendentem.nte de sua populagao. A primitive

lei exige apenas que o astabolecimento realize pesquizas visando o
augment d.s colheitas a melhoramento da criaglo, e que as informaa5es

obtidas sejam divulgadas pelo Est-do por meslo de u relatorio annual

e, pelo menos, quatro bulletins por anno, estabel-ccendo que estes
altimos sejam enviados a qualquer cidadSo do tstado qua o pedir.

Em 1906 a governor auegentou a vi-rba ciuma refdrida do mals
$5.3000,00 (cinco mil dollars) annuaes, pera cada Ls Experiental,

a assim ter feito gradattivamenta at attFigir a vz-rb-s de flb000,00

(3hIMak mil dollars) para pesquizas scientificas na producao de
plan-tas e animals. Em 1927 o bovrno v I'&ecrL decr-tou nova augmento,

extendendo. mito os limits das p-squiz.s, inciuindo assumptos alta-

mente technicos como nutrigzo huimanc e ecuonlomi rural. A verba do
Governor t'ederal Dsrt cLdaC Lstaz o x. rimLntal actualmente & de

.Fl0.0O,00 (novznte mil dollars) anniuaes. Lm iUaL, as varbas tottes *

p-r as Esta;es5 Ex.vperimentaes, do Governo Federal, elevaram-se a

somma de 43.Z60.000,00 (tces mil trezeatoos a sessanta mil dollars)

emquistnto que os est,:dos entraram corn $i1.c..77T,06 (onze mil quatro
ce.tns e quarenta e tantos dollars). Vimaos que os estuC.dos contri-

buiram mniis de tres e meio vezes a impovt-ti.cia dada pelo Governo

Federal a !stes estabelacimentos.


ADAPTAR Nfl ADOPTAR
0 exito innegavel conquistador pala Escola Superior de Agri-
cultura e Veterinaria deste Sstado, deve set atribuido em grande

perte 5 boa intuiglo dos Mineiros. Seus liders em material de ensino

agricola inici-ram os trabalhos corn programmas muito simple a ur
regulamento muito liberal. 0 exito aleangado demonstra claramente

que os cursos ministrados o foram de accord con as necessidades do

povo rural. A instrucgio e experimentagao foram inicladas de un modo



* -






-12-
relativemente simple e ultrapratico. Deve continu::r nesses moldes

durante uns dez a quin"e annos. "u ido a verbi. permittir e o appa.-
relhamento justificar, a metrlcula rar Escola elevar-se-a autosmtica-

mente a cuinhantos ou mil elumnos.

nossa critical a suitos dos estab.-leclwrLios estadoaes ou
nacionaes dedicados so melhorLmento da agriculture b que muitos.

dclles ergueram primeir'.rente O "edificio principal* (Regulamento,

programmes de ensino, Coroo Docente, apparelhamento, etc.) sea os
alicvrces indispenscveis (-Jlumnos, estima entire os f.zendeiros,

auimaes e plant'-s para pesquizas, *tc.), ou see os recursos para
sua creagSo a funccion~umento. Citurmos o e:-emplo ds Escola Superior

de Agriculture Federel: tem sido mudad.d de logar tentas vezes que
alguns dos diplomados imals ritiges tea difficuldades ne informar

cor acerto o enderego actual da mesmno SGeus programm-s de easina
(parte do"edificio" acim citado), tem sido demnsiadamente espe-

cilliz.-dos, que ooucos Clumnos os seguem, pols ter pouca relagao

con a vida pr tica na lavoura.

AfIirmamos que o "edificio" deve ser construido de accord
com a agriculture q ue s qur servir, seja ella estA.doal ou national.

Sando modestos os recursos finanneiros, deven ser menores os empre-

iendimentos e estes deven ser de natureza mais siuples. Como demon-

sc:: o da differenga centre emprehendimentos pr: ticos e n-o praticos,

citamos os seguintes: a introducSo a distribuiqlo de variedades

de canna de assucar resistentes ao mosaic constitue empreh:ndimento

national de grande alcnce economic, ao passo que --xperiencias na

cria~g:o de rualidides resistentes tem valor ecor.omico duvidoso, pois

desviam recursos financeiros a energia humana que series uteis &

execuqgo do primeira emprehendimento cita.do, por fj si s6 capaz da

augment-r rapid asente a producg&o de assuc&r.






-13-


1A S0OLA SU:-aIGR DL AGRICULTURE BMX SUCCEDIDA

NoEs.s annot:cg es mostram cue cE.S.A.T. est& ministrando

a iiumaro auto maior de agricultores e filhos d2 agricuitores do quo

quialquer outr? Lscole Agricola no Brasii. 0 ovo rural ten demonstra-

do maior confi:.nga no seu Bet-belecimento do que tem sido obtido em

outro logsr nio Drasil. Isto )rova, innegcveml.ente, cue os princi-

pios basicos p:irP o ensino ragricola estlo certos.

Virtue lmnte, a Escola consiste n'um system de coopera-

Fo entire o est:;do e os cidadaes rurraes, q que estes entram cor a

elem-nto preciotSisslmo, que o tempo, e aquelle f&cilita ao cida-

d0o a acquisiqgo de conheclmentop agricols. QuIlquar cidad'o pode

matricular-se, desde que tenha 18 rnnos (para os Cursos Fundamentaes

e Medios) e sabe ler e escrev r. Para o Curso Superior, tendo

dez prepia-ratorios, oa ogo pode matrlcult-r-se com apenas 16 arnnos de

edade.


Alumnos


'I
V


MATRICULA - 1931

do Estado de Minas.........n.138

* 10 outros 8stedos........** 28

* District Feder5l........*. 5

" 2 prizes estrenjeiros.......,


DISTR~IUIGO M CURSOS


Sup erior, ... .*...* ...

Iedio.....*... ..... .............. ..

Fundamental......**...... ...... .......*


DISTRIBUISZO PELO PROFISSIO DO PAE

Agricultores ............. 114......

Profiss5es liberaes....... S .....

Commerciantes...... ........ 19S ....

Funccionarios Publicos .... 11 ,....

Industries e Diversos .... 5 .....


49

86

37


15,68 ,p

11,30 8

6,54 %

2,97 %






-14-


INETRUCC.O HINIVST .ADA EN 19:-29

Numero total d: cursos ministradas ...,..... 151..
a % w aulrs ..-.........,....7.089

"t ." frequencia f.s aul-s..... 57.641 *.. 96 %

S i aiulas ipordidas ...3...... .506 ... 4 %

AGRICULTORES ASSISTINDO CURSOS ORGA"NIZADOS

Numsro do assistentes em 1929 ............ .. 33
n a a 1935..,...a,...,.1l5

a U a '" 1951 .............305

Dias duraao dos cursis em 1931............ 4
Numc;ro de cursos ministredos em 1'23........ 52

CURSOS CONCLUIDOS

Curso Fundamental, 20, dos quees 7 continuarem no Curso Media

Curso ledio, 33, dos uaes 11 continusram no 4urso Superior.

Suph:rior, turaa que se forma em 1931, 7.

Dos qra concluiram cursos, 5 %, approximadamente,

tem actividades em empreheridimentos agricolas.



CO3E SCSi MIICT ARAA'O NSINO AGRICOLA
JE ouvimos dizer que dentfro de pouco tempo S- lver& mals

scientists s :gricol: do aque collocq a es. Isto nuncE- se dar& se as

r-s.ols l de igricuitura ministr:.rem verdc:edira eucaro, pois aogo

cm vrid: c.eiros conheicmentos dest:. sciencib, encon trara maiores

lucros a ume vida muito mais agredevel, trnbElhendo para si mesSo,

ptra particulLres ou ;:.ra companhiias, do que trrbilhando p;ra r

E3E-do. As collocag5es terEo que procurar os homens. Tos E.U.N.A.,

hL Mt is d.e esecanit' annos cqu ssem annualmente alumnos das Escolas

Superiores dc Agricultura, nto havendo ainda suprproducqao de

diplom.dos. Qucndo um outro pr.iz de.sjar empr~gcr um delles, tea

de procural-o. Ao mesmo tempo, no Brasil, coao nos E.U.N.A.,

encontrcm-se com facilidade diplosados por estebslecimentos Europeos

& procura de emprego, e con alta prepare e excellentes credenciaes.







-15-

A grande maioria destes ten bom prepare n'alguma sciencia relacionada
5 agricultural, porua, falta-lhes o fundamental, a sciencia agricola,

na sua modalidade pratica. Encontram-se genetic~ B por exemplo, cor

e:cepcional proparo na sua especialidade a com capacidade para rea-

lizar conferencias e dar aulas excellentes e apresentar esplendidas

tihessesserm poderem, todt.via, empregar os seus conhecimentos no
melhoramento da agricultural productive. 0 ensino que ministrarem tern
de ser forgosamente restringido C porte teorica.
Cabem 's Escolas Superiores de Agricultura, por intermedio

do sea professorado, trrc.nsmutar conhncimeoitos scientificos agricolas

abstractos em conhecimentos prE ticos, applic. vels nos trabalhos da

iavoura. Edison foi u dos malores bemfeitores mundiaes dos tempos

moaernos. Consta que elle por si nunca realisou usa unica descoberta
scientific, oorim, dedicou-se & transmuta;go de conhecimentos
sclentificos abstratos, dando-lhes forms uteis b humAdidade. Tor-

nou-se com isso um "cidad5o do mundo". Nunica houve outro cidadao

de vida particular que recebesse tnntas homenagens por part de

todas as na~iies onde seu nome era universalmente conhecido.

Nossa these, em poucos palavras, a. seguinte/:que o ever

das Lscolas Agricolas b de rproveitor conhfcilmentos abstratos de

moad a contribuirem para uma lavoura mais rsndosa, send absoluta-

meite imprescendiveis ao professor as trees condig5es seguintes:-

a). farto conheciiento aei)prparo scientific. b). conhecimento
exact, r.dquirido cor verd-K.o1ira pr: tica, de todos as servigos da

fazenda relacionrdes cor sue cadeira. c). conhacimento perfeito

das condit es intellectuaes, educacionaes e sociLes dos seus

alumnos. Faltando ao professor qual-:uer de.tes trees elements, sua

actuaqto no ensino podert; vir a sea um fr-ac:sso. Asemelhar?
a usa tripode que so tenta por em pe'utili:-ando-se somento de Apas

pernas.






-16-
C9(CO PRINCIPIOS BASICOS PARA EX.TO

A experience deionstra que os principios basicos que main

tenm cntrlbuido pira o exito dae Escolas 6urericree de Agricultura
isoladas, ou para o do meior system dellas j. dsenvolvido, slo

poucos e retltivemente simple. Prtece-nos sere;e os scguintss os

mais imtoort .n tes:-

1). Verba fixa e const.-nte. undono us 3stribelecimento novo

(con monos d- vi-.te annos), tiver que menter-se con verbas annuaes
nilto incertas e irregulares, sun existencia b demasiada precaria

e seus trablhos nTo pi-r-ittem que sua in-.trucq'o e pesquizas se

tornem efficE.IzCs.

2). CzAdF. ec-tado deve dirigir sun propria Escola de Agri-

culture, fazendo ou n o esta part dum system national. Si for

estabelecida cm ivesrbas federi.es, logo que corega a funccionar

devida e satisfatorl-ie.ente, o Estado grad-.tivamente ever& augmen-

tar s verba fixa federal, orgulhando-se ptlo desenvolvimento de sua
instrucq o agricola.

5). 0 control da Escolae Superior de Agricnltura deve ser
confiedo ii uma commissdo co:.stituida de cinco r.. nova fazendeiros
dos mais itporth;t9s- do Esct:-do, e nomv-ados polo Presidente ou Gover-

nador. a). Sando de nomseaio do Presidente &b:tedoel, os membros

da commissio sepr se se orientarzo do accord corn a governor. b). A

eommissEo fiscillzar& todos os dp?.rtamontoa do 3stTbel;cimento,

nLo so limitiado apenas b earte executive. c). "Devido aos oiutos
devoses de n:. Iureza Imperiosa dos President:s de Estados a Secretario:

de Agricultura, torna-se extremnmanto difficil ip:ira estas fiscalizarea

ura Escola Superior de Agricultura com os cevidos d-talhes a carinho.

Sando seus cargos de n;tureza political, muitas vezes s5o forgados

a reger seus atos por um criteria de efelto sobre a political. A
commissso, no send :oltlica, poder5 basear suas ponderagSes no ban-

estar do estaiblecimento como usa unidade economic.






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